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terça-feira, 28 de abril de 2026

UM DIA PARA ESQUECER

Depois de realizar algo coletivo com Edy, comportamentos anormais, somados a sonhos estranhos que pareciam  querer avisar algo, liguei para ele querendo saber se estava tudo bem. 

Com voz de quem tinha acabado de acordar, conversava normalmente comigo.
Eu o provocava e seduzia com palavras. Retribuiu pedindo para eu me tocar, citando estar me desejando. . . 

-"Quando iremos acordar pela manhã podendo realizar algo íntimo. 
-"Casa comigo!"  falei 

O telefone ficou mudo, achei que tinha caído a linha. Era Edy em silêncio , isso era mau sinal. Comentei que tinha entendido o recado e desliguei. 

Conflitos na minha cabeça entre mil pensamentos. Meu lado promíscua e meu lado mulher exemplar. Não enxergava a possibilidade em ser duas mulheres  em uma e realizar prazeres ocultos de Edy. 

Sela pela imaturidade e ingenuidade, eu não enxergava as possibilidades 

Tia Lúcia logo cedo em casa,  escutava a conversa do quarto com meus pais. Não sai para conversar e nem veio falar comigo. 

Edy passou em casa mais cedo, escutava a conversa toda,  sem motivo trouxe uma bela garrafa de vinho para meus pais, só escutava a algazarra e risos. Sai do quarto curiosa  perguntando que felicidade era essa, citava que no momento certo todos saberiam.


Meus pais abraçaram a alegria ( interesseiros ) pensando eu, fazendo  teatro de bom genro. Minha mãe percebendo o clima arranhado com minha tia, me puxou pela orelha obrigando a cumprimentá-la, mesmo estando oferecida com Edy.

Fiquei muito sem graça, sentindo perdida com a virada de chave de Edy. Mudança, aceitação ou dissimulado? 

Saímos a pedido dele, eu sem saber para onde íamos. Somente exigiu que usasse um calçado que deixasse os pés livres e uma roupa provocativa. Dizia realizarmos  algo exemplar, tinha até medo de certas palavras quando vinha de Edy. 

No caminho Edy explorava saber sobre minha repulsa com uma rola preta. Eu respondia que simplesmente não conseguia imaginar aquilo dentro de mim, era estranho, esquisito, dava repulsa. Explicava que não tinha nada contra a etnia, tenho amizades, conversar, abraçar, mas intimidade (ECAA)  não me faça algo assim, advertia Edy. 

Mesmo assim, Edy insistia nos beneficios de transar com um negro, relatava como se fosse um desejo pessoal dele. Pedi para parar ou voltamos para casa, falei que tava dando nojo esse tipo de assunto. E insistiu comentando se Ulisses a pegasse... 
...rebati que estava interessado em pegar Cidinha. Mandei ele tentar a sorte com ela. Fiquei bicuda e parou a provocação.

Percebi que Edy rodava como se não soubesse onde iriamos. 

Paramos próximo ao metrô Vila Mariana, umas ruas para baixo, rua movimentada de carros e poucos pedestres. Andamos mais que imaginava, curiosa ao passar próximo a uma pizzaria, perguntei se íamos a pizzaria? Edy comentou que seria ao lado. Imaginei, vamos comemorar algo, comer em um lugar diferente.

Paramos em uma bela e chique residência, dois seguranças na porta, Edy conversou com um deles, ficamos aguardando a liberação. Gerava um suspense e ansiedade, entramos, ambiente meia luz, pessoas nos observando e fomos acompanhados até uma mesa reservada.

Acomodados, Edy se ajoelhou em meus pés e os beijou, fez carinhos, fiquei toda sem graça. O fiz levantar e perguntei que estava fazendo. 


Edy apresentava um ambiente fetichista, tema do dia  "podolatria",   mostrando a naturalidade sem julgamentos. Sinceramente não me agradava nenhum pouco. Um casal veio  a nossa mesa solicitando consentimento de Edy para o acompanhante apreciar meus pés, foi constrangedor para mim. 

Não recordamos o nome do casal, mas a mulher ficou conversando conosco, enquanto como cachorro,  seu acompanhante degustava de meu pés junto ao dela. Edy estava focado em mim, até mesmo quando foi sugerido algo mais como sexo pela mulher, Edy barrou educadamente, citou que  estavámos somente para o tema especifico. Não contestei , porém pedi para irmos embora. 


Ao sairmos, Edy me direciona para um canto do ambiente,  sentada uma mulher com idade e aparência de minha mãe. Sério, Edy se ajoelhou beijando os pés dela. Se levantou e sussurrou em meu ouvido a fazer o mesmo. 

Perdi a linha e sem chamar muito a atenção perguntei a Edy quem era a vovó,  viemos para brincar de lobo mau?. . . 

Pessoas olharam para mim, Edy de cabeça baixa a seus pés,  mantendo-se sentada educadamente se apresentou:
- "Sra. Rosecleide , acredito ter conhecimento de minha pessoa por  Sra. Min-ji" - falava calma, segura e tom baixo

Quase tive uma diarréia quando associei a pessoa. Inicialmente tentava me desculpar pelo ocorrido. Percebi que não tinha a atenção dela . . .
-"Guarde suas desculpas para momentos apropriados..."

Autorizou Edy a se levantar,  o descartou  como objeto sem querer prosseguir a conversa. 

Até o carro Edy foi mudo e irritado. Eu simplesmente perguntava que tinha feito de errado. Sem conversar nada até entramos em um motel na Ricardo Jafet , conhecida como a rua dos motéis ( atualmente não sei se continua com essa fama) .

Na suíte, resumindo Edy estava um animal, muito grosso e áspero com as palavras. Era um entra e sai  e voltando  do carro com aquela bolsa conhecida, a bolsa da tortura e prazeres, fiquei preocupada.
 
Edy pediu umas bebidas e algo para comer, respirou fundo e começamos a conversar. De imediato questionou sobre o fetiche de puta, Cidinha e alguma possível saída com algum outro homem sem seu conhecimento. 

Me dava oportunidade em eu ter total dedicação dele, realizar as ousadias mais picantes, desde que fosse verdadeira com ele. Eu muito tonta, birrenta, mesmo sob a ameaça e inibição visual da bolsa a minha frente, mantive firme em assumir tudo que realizei com outro homem, ele estava presente. 

O confrontei citando o lugar que me levou, mandava ele voltar e ficar com a vovó. ( silêncio)

-"Vai atrás da Noeli, com ela vai ser mais corno que imagina." - eu descarregava sem controle a raiva 
-"Você é corno, não é isso que queria saber, pronto CORNO !! VOCÊ É UM CORNO !!"


Falei em tom algo e gritado, as funcionárias do motel que passavam pelo lado interno do corredor de serviço riram ( quase ri , tive que me conter) a cara de Edy era indescritível

Edy falava como coitado, querendo saber nomes. Citei vários que nunca sai, somente na intenção de provocá-lo,  mas os desejava em minha cama. Me arrumei, peguei a bolsa e falei para irmos embora. 
-"Me leva e me deixa em casa e some da minha frente." 

Edy ficou muito puto, resmungou, pegou as coisas e fomos embora. Veio até em casa calado, me largou na porta de casa como bagagem e foi embora.
Entrei em casa pisando duro e lá fiquei em meu quarto pensativa com o péssimo dia.


EDY:
Edna me deixou excitado descarregando sua raiva, inexperiente não sabia canalizar prazer em uma discussão. Encenei estar com muita raiva, a levei para sua casa, mas desejando estar com outra pessoa.

Queria eu levar um corretivo, ser dominado naquele momento de fúria.  Era somente uma perspectiva de um sonho impossível de se realizar.

Cheguei em casa, o telefone toca, recebo uma péssima notícia.

Liguei para Edna em seguida.



EDNA:
Telefone toca, minha mãe chama dizendo que era o boi, saia muito puta do quarto com a zombaria
Edy fala que Marisa tinha acabado de ligar para ele. Ficou um silêncio no telefone.
Eu gelava, tinha descoberto de minhas saídas com seu marido Wagner, pensava eu.
Diante do ocorrido a poucas horas atrás, quebrei o silêncio, citei as saídas com Wagner desde que não envolvesse Marisa ...

...fui interrompida 
   
-"Wagner morreu!" 
A ficha não tinha caído e fiquei me justificando ....

-"Wagner teve um infarto fulminante. Fique quieta !!" Finaliza Edy

-"Vai ir ao velório?" Edy questiona

Fiquei pensativa, culpada e ignorada. Resolvi não ir, justifiquei a Edy que tinham mais aproximação, que ele fosse. 

Confesso que fui muito  fria, tive sensações estranhas, uma noite horrível com novos pesadelos, premunição  eu diria. 


O dia seguinte foi como virar a página e seguir em frente. 


Ref.: 1998 #0041
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sábado, 27 de dezembro de 2025

O PODER

O Poder do Esmalte Branco nos Pés de uma Mulher

Há algo de hipnotizante no esmalte branco nos pés de uma mulher. Um detalhe aparentemente simples, mas que, em certas relações, se transforma num símbolo de autoridade, desejo e submissão. Principalmente quando essa mulher é uma Dominadora.

Confesso que, por muito tempo, achei que o esmalte vermelho fosse o mais provocante. Talvez por influência das revistas, da TV, dos clichês. Até o dia em que, sentada na manicure, prestes a repetir minha escolha habitual, fui surpreendida.
Meu marido Edy normalmente discreto  interrompeu calmamente minha decisão e disse:
"- Hoje vai de branco."


A manicure arregalou os olhos, eu franzi a testa e  até a cliente na espera esboçou um sorriso curioso. Mas havia algo na voz dele. Algo que não era um pedido, mas uma concessão de poder. Uma entrega. Um comando velado, público que  só eu sabia o quanto aquilo nos excitava.



O esmalte branco, ali, deixou de ser cor, tornou-se um código. O branco começou a cobrir lentamente minhas unhas. Tão simples, tão limpo, tão... autoritário.

Naquela noite, andando pela casa semi nua, com uma sandália de tiras finas, onde o branco dos meus pés contrastava com a pele e os detalhes escuros do salto. Caminhei até ele com calma, sentindo cada passo como uma performance.


Ele já me esperava no chão, ajoelhado.
"- Posso?" perguntou, os olhos fixos nos meus pés como se olhasse para um altar.

"-Não."  respondi. Apenas ergui um pé e encostei levemente os dedos no seu peito. Ele fechou os olhos. Inspirou o perfume do creme que eu havia passado, deslizou os lábios pela lateral do meu dedão e beijou com reverência. O calor da sua boca contra o esmalte gelado me provocou um arrepio que subiu pelas coxas.

"-Está mais branca que o habitual... "murmurou, como se falasse consigo mesmo.

"- Foi você quem escolheu. Agora arque."

Ele obedeceu sem questionar. Apoiei os dois pés sobre as seu peito, próximo a sua boca  e me acomodei como se estivesse em um trono. A cada toque que ele oferecia com os lábios, com a língua, com os dedos, eu me sentia mais alta, mais inteira, mais viva.

A adoração era um jogo silencioso, mas gritante nos detalhes: a forma como ele lambia entre meus dedos, como massageava meu calcanhar com devoção, como se o simples fato de me servir fosse seu maior prazer.

Deslizei um pé até seu rosto e o mantive ali, pressionando de leve seus lábios.

"- Você se excita assim?"

Ele gemeu em resposta.
"- O branco... é como um selo. Marca que você é meu."

Meus pés, pintados com a cor da pureza, representavam tudo menos inocência naquela noite. Eram armas, eram mandamentos, eram sagrados. E ele os venerava com a intensidade de quem encontra fé na pele, no toque, na humilhação deliciosa da entrega.

A cada beijo que ele depositava na minha planta, eu sentia minha autoridade se reforçar. E quando finalmente ergui meu pé e o encostei entre suas pernas, roçando a dureza visível em sua bermuda, ele tremeu.

"-Você só vai gozar quando eu quiser. Porque hoje... quem manda é o branco."


Na podolatria, os pés são adorados com devoção religiosa. Cada curva, cada detalhe. Unhas bem cuidadas e pintadas de branco remetem à perfeição. Para muitos submissos, esse branco sugere pureza e, paradoxalmente, poder. Pés assim parecem inalcançáveis, quase sagrados. Uma rainha pisa com eles. Um servo se curva diante deles.

No universo BDSM, especialmente sob o olhar da Supremacia Feminina, o branco nos pés da Domme é mais do que estética. É um estandarte. Ele brilha como uma bandeira de conquista, exigindo reverência. O submisso, ao beijar ou lamber esses pés, não está apenas se entregando ao prazer  está celebrando o domínio absoluto da Mulher.

No Brasil, há ainda a leitura social: pés bem cuidados com esmalte branco sugerem status. Uma mulher que não faz trabalhos pesados. Uma mulher servida. Uma mulher que, com um olhar ou com o calcanhar, dita regras.

O esmalte branco, portanto, é linguagem. É comando. É fetiche. É erotismo que começa no olhar e termina no gesto de submissão mais íntimo.



Ref.: 1998 #0026

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

CAMINHO AMARGO

CAMINHO AMARGO

Colocar Edna na coleira foi a escolha certa, adestrar o seu lado rebelde e promíscuo, pois se deixar sem controle vai se perder. . . 

. . . o tesão dela fala alto, mulher insaciável, sem experiência e negligente total ao próprio bem estar. Sentir na pele como é ser magoado, será um passo cirúrgico, preciso  e necessário. Expor reais ocorridos que ainda não tem conhecimento, expondo ela como a verdadeira causadora, é andar de mão dadas ou tchau !!!


No meio de todos esses pensamentos estratégicos, ocorria a imprevisibilidade dos pais de Edna, trazendo a tona o retorno de Daniel na relação. Os laços entre as famílias eram fortes e faziam de tudo para conciliar o retorno e um futuro casamento entre seus filhos. Edna se rendia ao cansaço psicológico exercido pela família e vinha com conversas e propostas desconexas, somente ouvia, ignorava. . . .



Com Edy priorizando o trabalho, ignorada, voltava para casa e me deparo com Daniel e sua mãe junto com meus pais, aquela papagaiada para ser intimada a reatar a relação e blá blá bla. Aquilo era o limite, me sentia acuada, assumi mimada, enxergava de outro ângulo o quão era "incapaz" de ter decisões próprias.  Engoli a seco a conversa toda com cara de paisagem, sai da sala com minha mãe na minha sombra, mau entrei no quarto, minha mãe passava o sabão em mim. Aquela pressão toda me irritava, meus pensamentos se misturavam entre Edy, prazeres intensos, ciúmes por ele e uma vida cotidiana com Daniel, eram mundos distantes e diferentes, que futuro me aguarda? 

No dia seguinte, chamei Edy para uma conversa séria, relatei o ocorrido e riu de minha cara esfregando tudo que já tinha previsto e piorei ainda mais quando sugeri o absurdo. 
"Vou aceitar casar com Daniel, depois de um tempo você ou ele me engravida, outro tempo depois peço a separação e ficamos juntos". Resumidamente essa foi a proposta de desespero que passei a Edy, era uma forma de ter paz da pressão da família. 
 
"Vou fingir que não escutei, decida o melhor para você, e não por mim, eu sei me virar  e me cuidar".  Resposta curta e grossa de Edy. Corri atrás dele convencendo que era sugestão, não sabia mais que pensar, era desespero tal sugestão. Me humilhei diante de Edy para me ajudar, somente ele poderia me ajudar, implorava para ele casar comigo....



... vinham as lágrimas, perdi a noção de raciocínio. Edy me abraçou, sussurrou algo em meu ouvido, não entendi nada, somente concordei. 
Ao encerrar o expediente, saímos de encontro ao que Edy citou como parte da solução.  Fiquei muito mais calma e ao mesmo tempo curiosa, estava desencanada com Edy, sua capacidade em soluções rápidas no trabalho e vida pessoal é ponto de minha admiração por ele. 

Chegamos em uma residência, recebidos por um baixinho ( Valdir, idade similar a Edy ) , brincadeiras a parte entre Edy e Valdir vinha a nosso encontro uma Loirona alta Célia, já abraçando Edy com muita intimidade, sendo eu apresentada sobre risos como "garota problema" me deixando envergonhada, entramos, Edy pedindo licença me levando ao banheiro. 

"- Tome um belo de um banho e retorne para a sala nua." Edy infantizava "- NUA ENTENDEU?" Autoritário apontando o dedo em meu rosto.
Balancei a cabeça concordando que "sim", já não tinha mais receios, medos. Observei que o pessoal já esperava por mim, toalha, sabonete, até um chinelo a minha disposição. 


Após um banho renovador, com coragem fui a sala nua, meio acanhada e sem jeito, mas com primeiros passos de confiança me sentia até desfilando. Na sala Edy vem até mim, me beija ao mesmo tempo que coloca a coleira em meu pescoço, prende a guia e caminha até o dormitório, Valdir e Célia só observam.



No dormitório uma loira magrela, estatura muito similar a minha nos aguardava totalmente nua. Edy admirava nossos olhares, eu era comida aos olhos de todos, momento em que Edy passa a guia para Kátia, recebe um beijo ardente e pede licença, colocando os demais para fora, trancando a porta ficando somente eu e ela.

Kátia me fazia ficar molhada só com seu olhar, sentia o calor de mulher ardente. Me observava por inteira, me rodeava, percorria a mão sobre minha pele me fazendo contorcer. Me pedia para não ter medo, soltava a guia deixando somente de coleira, senti sua língua em meu pescoço seguida de sua mão em minha buceta, sentiu toda molhada e perguntou: "Tesão ou carência?" 
Respondi prontamente: "Ambos"



Esperava ser possuída e seduzida mediante ao envolvimento, porém Kátia mudava o tom da conversa, com o possível histórico meu passado por Edy, questionava tais comportamentos e atitudes, eu congelei sem saber o que responder
". . . foi o que imaginei" sussurra Kátia em meu ouvido , voltando a pôr a guia na coleira , Kátia senta na cama e ordena eu ficar de 4 e beijar e lamber seus pés. Comentava se fosse eficiente no básico, continuaremos .... 


Sem jeito e vocação para fetiches com pés, fechei os olhos e cai de boca buscando atingir o mínimo do exigido, Kátia passava a mão em minha cabeça elogiando e me chamando de "boa cadelinha" , tão logo a guia começou a ser puxada, eu subia percorrendo suas pernas e sem pedir, já estava em sua virilha não demorando caia de boca em sua buceta já molhada, sentir os urros de Kátia era satisfação a meus ouvidos, não demorou, já estávamos nos beijando, esfregando o grelo uma na outra, um calor ardente tomava conta de nós. 


Por instantes me sentia em um único corpo fundido ao dela, assim como Edy me realizava, um intenso e marcante tesão, gozamos muito, Kátia em certo momento pede para dar uns tapa em seu rosto, sussurrava em seu ouvido que não tinha motivos para tal, sorriu para mim, se levantou encurtando a guia na grade da cama, limitava meus movimentos amarrando meus pulsos ao tornozelo. Kátia percorria a língua em minha buceta, escorria sem fazer esforço, em seguida adentrou com a língua em meu cu, foi covardia total, fiquei alucinada e do alucinada voltei com a minha bunda esquentando, só me dei conta na terceira esquentada, Kátia chinela minha bunda sem dó. 


Acostumada com atos similares a Edy aplicado em mim, entrei no jogo transformando a dor em prazer, Kátia exaltada falava se eu não ia gritar, e lascava outra, nossa aquilo ardia, aos poucos Kátia me soltava os pulso, mas esquentava minha bunda, eu permanecia obediente, submissa a ela.  Totalmente solta, guia aliviada, Kátia me beijava intensamente, conduzindo a suíte tomamos um banho juntas, a água ardia minha bunda, nos banhamos uma a outra, carência ou não senti conquistada por uma mulher ( será que estou me entendendo? é isso mesmo? ). Vestida, destranca a porta,  a casa toda escura, pega as chaves do carro.

"- Estou responsável de levar você para casa." 
Eu somente olhava e admirava - a , sua independência, sair a hora que desejar, aquilo foi com certeza proposital, eu me via querendo estar no lugar de Kátia. Dispersa em observar, Kátia me beijava loucamente na sala. 

"- Você agora é minha, espero não ser decepcionada...." Dizia Kátia selando beijos, contínuos 
No caminho de casa, Kátia revelava a intenção de resolver os problemas de pressão familiar, assumir que tem namorada, assumir o lado BI de frente para a família . . . 


Ref.: 1996 #0023

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terça-feira, 21 de outubro de 2025

STARTADO, O JOGO DA SUBMISSÃO

STARTADO O JOGO DA SUBMISSÃO

 ....enquanto Fábio levava Edna para casa, eu realizava um reset geral aos cuidados de Silvia, "falem bem, falem mau, mas falem de mim"  uma das frases preferidas por ela, mulher de família, esposa e companheira mesmo com um passado promíscuo. Sim Silvia em seu passado foi garota de programa, uma história bem interessante, entrou no caminho de Fábio, rolou uma química, virou amor/fetiche, Fábio a amparou, e ela a ele devido a conflitos em família, acredito que merece um tópico à parte, contarei em um oportunidade. 



Entre uma conversa e outra, Sílvia e eu tiramos umas casquinhas um do outro, era somente encenação para provocar Edna, se envolver com Sílvia sem Fábio por perto é perigoso, sabendo que ela tem Mauro ( fixo do casal ) e conhecendo o trisal, não queria arranhar a amizade e confiança. 


Fábio chega, presencia a nossa conversa, nos atualiza da entrega de Edna em casa, vai tomar um banho, continuamos a conversa, pouco depois Fábio retorna vestindo uma calcinha alta branca, seu volume avantajado a frente não dava para esconder.
"- Hora de pagar o favor", dizia sorrindo.



Ousada Sílvia nos aproxima, ordena a seduzir Fabi ( nome íntimo do corno quando afeminado ). Ousava em percorrer as mãos pelo corpo de Fabi, correspondido com arrepios, adentrava as mão dentro da calcinha apalpando sua bunda. Silvia observava apimentando os desejos que ela quer ver

"- Isso se ajoelha de frente para Fabi e chupa o grelo dela..." dizia Silvia rindo
Eu realizava prontamente  sem receios, desci com sensualidade a calcinha de Fabi, comecei a chupar aquele grelo ( Pau ) grosso e latejante, Fabi se contorcia de prazer


"- Amo homens flexíveis por proporcionar prazeres como esse..."
Silvia estava provocativa, se deixasse por conta dela a coisa ia pra rumos bem interessantes, o bom que Fábio / Fabi curte mesmo é levar uma boa socada de rola e oferecia para ser enrabado, não demorou já estava com a minha rola enterrada em seu cu, proporcionando gemidos e urros. Silvia abria as pernas tocando uma deliciosa siririca eu me controlando para não gozar.


"-Faltou o Mauro ( fixo do casal) , um corno comendo o outro" ria provocativamente
"- Assume Edy, essa mimadinha dobrou você"

Entre as provocações Fábio / Fabi rebolava e ordenhava meu pau, seguia  latejando para gozar, parei, tirei de seu cu, tirei a camisinha e fui tomar um banho, saindo do banheiro entrava Fábio, todo contente, percebia que eu estava a ponto de bala segurando meu pau dando uma punhetada e disse:
"- Sacia minha esposa, hoje ela tá fora do normal dela".

Retornando ao quarto me deparo com Mauro sentado nu ao lado de Silvia.
"- Veem meu corninho comedor" rindo e beijando Mauro 
Ela pedia para ir ao seu encontro se rastejando de quatro, colocava seus pés à disposição, era muito jogo sujo.
" - Isso venha, é seu desejo, venha chupa bem gostoso os pezinhos" .


E assim, eu capacho realizava, Fábio na porta observava.
"- Vem sobe, chupa a minha bucetinha , .... "   "- ....vem seu frouxo que gosto muito." 
Sílvia, sabe verbalizar,  transformar humilhação, submissão em tesão e como diz Fábio, realmente ela estava fora do normal. Com olhar, comandava Fábio a vir chupar a rola de Mauro.



Atendíamos os desejos de Sílvia, porém esperto com ela, comecei desejar a  possuí-la, ela segurou firme em meus cabelos olhando em meus olhos, achei que ia falar algo, sentou um puta tapão de mão aberta em minha cara

"- Sai de cima, não suporto homem frouxo"  , exaltou Silvia.
Foi do alto prazer a parada total, colocou eu e Fábio para fora do ambiente.  Fábio queria que ficasse por lá, mas conhecendo o trisal, melhor debandar também, me vesti, despedi de Fábio, que  pedia em uma oportunidade uma brincadeira entre nós com aval da patroa, e assim retornei para casa pensativo sobre a minha pirralha mimadinha. 
Passos, manobras, inserção ao mundo dos fetiches com ela....

O ciúmes que tenho por Edna, somados às falsidades praticadas por ela no que foi  combinado,  era  algo que atrapalhava e começava a criar um divisor entre continuar ou pular fora dessa relação.





Ref.: 1996 #0022
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

O JOGO DA SUBMISSÃO - Entre a Coleira e o Desejo

O JOGO DA SUBMISSÃO

Entre a Coleira e o Desejo

Reencontrar Edy após a viagem com minha mãe não me assustava mais. Edy sabia que tinha ganhado chifres e só aguardava eu confirmar, só que desta vez foi tudo diferente, por mais que eu desejasse contar, era ignorada, não queria saber do que aconteceu, comportamento frio de uma pessoa calculista. Dias depois minha tia vinha falar comigo de comentários que estava rolando  na família do que aconteceu entre eu e meus primos, tais comentários logo na boca de minha mãe, e chegando em casa com Edy, o barraco foi feito.


Diretamente Edy foi chamado de corno por minha mãe e eu de galinha, piranha, puta e assim vai, rotulagem familiar não faltou. A irritação de Edy perceptível com que estava ocorrendo e presenciando, tomar uma surra da mãe na frente do namorado, classificado de frouxo e corno pelos pais, era muita humilhação no meu ponto de vista, a frieza tomava conta de Edy.

Dia seguinte, Edy me passou o sermão, queria que eu fosse independente de meus pais, me tratava de mimada, relatava sua paciência no limite, eu fingia que escutava. Eu estava sufocada e controlada pelos pais, e em um momento de prazeres transando com Edy , pedia para ele me engravidar, relatava que seria uma alternativa para sair de casa, porém Edy não foi receptivo com essa sugestão, deu a maior broxada sendo uma decepção para ambos o ocorrido.


Reconheço que falei na hora errada, e compliquei a pouca confiança que Edy tinha por mim. Guardava em segredo o tesão de ser pega sem consentimento, a recordação daquele momento durante a noite me fazia ficar molhada e em alguns casos chegar ao orgasmo só de recordar tal ocorrido.

A ociosidade de nossa relação me preocupava, eu tentava me manter comportada, no trabalho olhares, cantadas, conversas e etc estavam aos olhos e ouvidos de Edy, em rédea curta, rendida a submissão. Em um sábado à noite fomos a casa de um casal conhecido de Edy, bairro chique, belo condomínio.

O elevador subiu em silêncio, e eu podia ouvir o som do meu próprio coração, como se cada batida anunciasse algo que eu ainda não conseguia nomear. Carregava em mim uma mistura de curiosidade e medo,  aquela vertigem que antecede o desconhecido. Quando a porta se abriu, o perfume de Sílvia veio antes da sua voz. Delicioso, firme, envolvente, uma mulher encantadora, fixou seus olhares em mim que fiquei sem graça e a ousadia de beijar Edy em selinho me deixou irritada, gelo quebrado por ela mesma pedindo para não ficar irritada que "ainda não tinha arrancado pedaço".


Em seguida adentrava Fábio, um puta homem gostoso, loiro tipo Deus grego, se apresentava e ele me dava um selinho e tenho que confessar que me fez molhar a calcinha. Silvia observou tudo e voltou a comentar "Viu, como não tira pedaço!"

Edy, ao meu lado, mantinha a postura fria e calculada que já me era familiar. Eu tentava decifrar o motivo daquela visita, mas as palavras de Sílvia cortaram o ar com leveza e precisão:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."

Fique sem jeito e acanhada, conversas diversas rolavam, observava como Silvia olhava para Edy descaradamente, não me recordo como chegou a conversa em saber como Fábio a conheceu, e Silvia falou a seco:
"- Eu era prostituta!" 

Tossi, engasguei, cai na risada enquanto todos me observavam seriamente, pedi desculpas, ainda tossindo.

"- Fique tranquila, eu era garota de programa" , citava ela, "- Fabio me tirou desse caminho e hoje sou esposa dele. " completava

A noite seguia com conversas diversas, troca de lugares, ora eu falando mais com Silvia, depois com Fábio, e nessas Silvia retorna com duas sacolas tipo presente entregando a Edy  uma com laço azul e outra vermelho.

Percebo Fabio muito animado  pede licença e se ausenta do ambiente, Edy observa as sacolas e  me entrega a de fita vermelha, recebi com um sorriso enorme de felicidade tipo "Oba presenteee!" quando abri , era uma coleira com guia, fechei o sorriso olhando com cara de tacho para os dois, em seguida entra Fabio somente de roupão com um volume avantajado marcando. 

Edy venho a meu encontro, querendo colocar a coleira, fiz certa resistência quebrada por um beliscão e olhar de repressão, o mesmo fez Silvia com Fábio, porém ele aceitou todo animado.


Para mim a humilhação era grande e ficou pior quando Edy me levou ao banheiro querendo me despir e eu dizia: 
" - NÃO !!"

Edy ignorava minhas palavras , eu resistia em ficar nua até levar um sutil tapa na boca seguido de: 
" - Não quero resistências suas, se dedique para não ficar pior"

Contrariada me despi, Edy pediu para eu fechar as mãos e com fita isolante percorreu pela mão deixando meus dedos imobilizados, colocou a guia na coleira e me obrigou  a ficar de quatro.
"- Isso sua cadelinha, viu como não é ruim !" 



Me fez gatinhar de quatro até a sala sobre a presença do casal que já se encontravam praticamente nu, Fábio já estava posicionado de quatro. Edy me aproximava de Fábio que se comportava como um cachorro, me cheirando, lambendo, eu meramente achava aquilo ridículo sem poder contestar, era somente eu e meu pensamento....

. . . até que a língua de Fábio adentrou na minha buceta, onde começou a lamber, aquele tesão de homem ao meu prazer, estava uma delicia aquela língua habilidosa.  Edy se aproximou e retirou as guias de nós dois deixando somente na coleira, se abaixou e sussurrou para nós. 
"- Se comportem como caninos, sem as mãos" 

Fábio entendia bem o jogo, era perceptível , Edy veio a mim e voltou a dizer:
"- Você gosta de ser igual cadela, que seja e espero que não fique grávida, pois cachorro não usam camisinha" e se afastou com sorriso irônico e sarcástico.

Sentou e falou:
"-Chupa a rola dele agora cadelinha"

Adentrava por baixo de Fábio e via aquele dote grosso, delicioso, lambia e abocanhava o que podia.
Volte e meia desviava os olhos para Edy, e estavam trocando olhares e contatos com as mãos , como casal, isso me subia o sangue e logo que ofereci a ficar de anca exposta para ser retribuída por Fábio, mas aquele frouxo foi de quatro aos pés de Silvia,  e os lambia venerando-a.


Edy me chamou como cachorra para ir ao lado dele, achei que ia me fazer lamber os pés dele também e foi pior, me fez lamber o cu de Fábio, relutei em não realizar, duas chineladas e um olhar foi o suficiente para eu realizar , eu lambia o cu de Fábio e Fábio era direcionado por Silvia a chupar a rola de Edy. 


Sentia Fábio contraindo sua bunda em minha língua, Silvia veio a mim, agarrando meus cabelos e abrindo com a outra mão a bunda de Fábio, ordenava a enfiar bem a língua no cu dele, era muita humilhação, me mantinha firme, mas com vontade de largar tudo e sumir. Chamada de inútil por Silvia, Edy vem a mim e retira a coleira de meu pescoço, passando para Silvia que recebe com largo sorriso.

A festa estava começando, Edy direciona Fábio para se deitar com a bunda empinada no braço do sofá, Silvia abre uma gaveta , abre um pote e começa a passar no rego de Fábio, Edy pega um preservativo na gaveta, coloca em seu pau. Eu não queira acreditar no que estava vendo, Edy cuidadosamente iniciava a penetração em Fábio, Silvia assistia orgulhosa o ato e eu ignorada no canto da sala como uma qualquer.


Eu não acreditava que aquele homem gostoso era "gay" refletia eu e meus pensamentos, Edy fazia Fábio se contorcer de prazeres a cada socada, Silvia deitada a sua frente e  tinha os pés chupados , apreciados por Fábio que agradecia pelo momento.


Tão logo, Edy pegou o pau de Fábio colocando para trás, segurava firme em sua cintura e sussurrava
"- Tu agora vai virar minha menininha" 

Eu nem imaginava o que estava por vir
"- Vai ser a doméstica amanhã aqui em casa..." falava Silvia para Fábio em tom de provocação

Não demorou, Fábio começava a resistir ao prazer e Edy induzia a uma adrenalina de tesão, não demorou Fábio gozava sem se tocar, somente levando rola, O pau de Edy saiu imenso do cu de Fábio. Silvia pegou Fábio e o fez lamber a porra do chão, Edy veio ao meu encontro conduzindo  a limpar o pau de Fábio. Eu estava realizando  tudo de forma automática, submissa sem contestar, meus pensamentos fritavam "que porra estou fazendo aqui?" , limpei o pau de Fábio com a boca que nem consegui sentir o gosto de sua porra. 



Edy e Silvia se retiraram da sala como um casal em harmonia partindo para algo mais quente, Fábio me levantou, tirou a fita isolante de minhas mãos e fomos para o banheiro, minha admiração por ele mudou, aquele desejo encanto, tudo ficou bagunçado na minha cabeça. Angustiada, Fábio me tranquilizava, fazia um dengo no banho e pedia para eu relaxar, ter calma que tudo ia se encaixar . . . 



Suas falas eram muito confiantes, eu questionava e pedia para eu ficar quieta e curtir o momento. Saímos do banho , nos vestimos, fui procurar Edy e Fábio me segurou no braço dizendo que era para deixa-los sossegados que me levaria para casa. 


"- Como assim? eu vim com Edy,. . ." e fui interrompida
"- Eu vou te levar e pronto, se contente que foi somente isso, pegaram muito leve com você". Falou determinado  e foi me conduzindo pelo braço, só vi de relance Edy numa preliminares com Silvia, Fábio me conteve levando para o carro. Era nítida minha irritação, desrespeitei Fábio com algum comentário que não me recordo como ocorreu. Fábio parou o carro, me deu um esporro, me chamou de mimadinha e mandou eu ir refletindo pelo caminho o que tinha aprontado. Voltei calada, pensativa, me sentindo mais forte, não estava mais a chorona. . . 


Ao chegar em casa, Fábio desceu do carro, abriu a porta, um verdadeiro cavalheiro e despediu com um ardente beijos e um cheiro no pescoço que despertou meu tesão, entrei em casa molhada esquecendo o que tinha ocorrido. 
Em meu quarto pensativa, umas das frases de Silvia latejava em meus pensamentos:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
"MIMADINHA"
Dito por Fábio, me sentia humilhada.

Pela manhã ao entrar na cozinha, não tinha dado conta das marcas deixada em meu pescoço, e não era de Edy....
"- Fábio, filha da puta." pensei alto



E foi inevitável meus pais não verem. Viram que tinha retornado com outro rapaz, meu pai fechou a cara olhando param minha mãe, e ela não perdeu tempo. 
"- Será que agora adulta vai ter que apanhar de cinto? É puta agora? " 


Agindo boca dura, respondendo e  enfrentando minha mãe, meu pai não perdeu tempo, levei umas cintadas no lombo e sendo xingada por ele, corri  e me tranquei no quarto deixando falaram até cansar. A dor da surra já não doia como antes, estava eu até rindo com lágrimas nos olhos, pensativa, reflexiva,  não mas sentindo aquela dor de repressão . . . .



Edy tem razão, preciso ser independente . . . 


Ref.: 1996 #0021
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

O CHAMADO

O título parece nome de filme de terror. E, para mim, virou exatamente isso. Tudo começou em um dia aparentemente comum, quando recebi uma l...