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quinta-feira, 21 de maio de 2026

ULTIMATO

A situação não estava favorável para mim, a fama de putinha e galinha do bairro rondava de boca em boca, chegava aos ouvidos da família.


Os pais de Gi, não queriam ela andando comigo. Foi uma sacanagem tremenda arquitetada por minha tia Lúcia, que nesse momento estava sentada ao lado dela no carro ouvindo altas broncas. 

Tia Lúcia conduziu o carro até a av.Indianópolis, ponto de putas e travesti. Parou o carro e mostrou a situação real de ser uma puta. Humilhada e sendo taxada como puta de vintão ( termo usado na época ) qualquer 10 , 20 reais rolava uma chupeta ou uma rapidinha. 


Contestei as acusações, levei um tapão enorme na cara. Na raiva sai do carro pisando duro. Não demorou, pelo caminho era abordada por indivíduos de carro achando que fazia ponto na região. Fiquei assustada demais, Tia Lúcia parou o carro, me xingou falando para entrar ou ia me largar por lá. 

Assustada, entrei, levei outra bronca, puxão de orelha, gritou mandando eu calar a boca. Surtou revelando eu uma verdadeira vagabunda rampeira que paga até para macho me comer. Gelei, antes mesmo de questionar levei outra tapa na cara sendo classificada de vagabunda sem valor.

Tia Lúcia de alguma forma soube de minha saída com o motoboy do trabalho. Sim a primeira vez que saímos ele pagou o motel, as duas seguintes deu a desculpa de estar sem dinheiro e acabei bancando na promessa em me ressarcir. O rapaz, bonitinho, próximo de minha idade, me rodeava aos galanteios, me rendi a ele para fazer pirraça a Edy, estranhei não ter ocorrido alguma manifestação de ter saído com ele, agora com minha tia, estava explicado, recorreu a ela. 


A conversa no carro seguia quente, ouvia calada o envolvimento de Tia Lúcia com Edy. Sim, ela relatava na minha cara detalhes da intimidade que teve com meu namorado, o desejo de revidar um tapa era grande e ao mesmo tempo um enorme problema, pois tinha saído com Nelson (seu marido). 

Relatava ao meu conhecimento que Edy estava altamente inclinado com Noeli. Ouvir elogios de tia Lúcia  o quão ela sabia ter controle entre seus dois homens.  Sim leitores, ela tinha conhecimento de Edy e Antônio com Noeli, eu sempre contava tudo a ela.

Caia na real, contar tudo, era o mesmo que por uma arma na própria cabeça.


EDY: 
Lúcia estava querendo ouvir a honestidade de Edna. Era somente ouvir  que tinha saído com Nelson e nada lhe aconteceria, fortaleceria a confiança entre ambas.
Porém Edna seguia relutante, rebelde, birrenta e algo mais, Lúcia perdeu parte da admiração por sua amada sobrinha, não perdeu a esperança em reverter a situação. 
Lúcia era ciente de meus envolvimentos e do distanciamento que estávamos por culpa própria de Edna, que n
ão era capaz de enxergar que tinha um alicerce a tudo que desejasse.
Ignorava caminhando em aventuras incertas e duvidosas. Lúcia experiente, adepta do meio liberal e alguns fetiches, era conhecedora de amizades que compactuava em dar uma enorme lição a Edna.


EDNA:
Ouvir que Edy estava de inclinação para Noeli, gerava desejos em devolver a moeda ficando com Antônio. A conversa complicou com a amizade de Tia Lúcia com Rosecleide ( a Ex de Edy) minha cabeça fritava em  revelações que aprontei  com Dr. Gato,  vinha tudo a conhecimento de minha tia. 

No trajeto, entramos em uma comunidade, questionei o que estávamos fazendo ali. Sem resposta, somente o silêncio, adentramos em uma verdadeira bocada.


Paramos em um sobrado, casas todas amontoadas uma sobre a outra. Tia Lúcia pediu para sair do carro, recebida por um homem (Prego seu apelido e forma na qual era chamado) de aparência estranha e fala enrolada, adentramos nesse sobrado.

Dentro um verdadeiro labirinto entre curvas e escadas com degraus estreitos, chegamos num cômodo, alguns homens conversando no corredor, passamos por eles, entrando em um dormitório.  Em resumo...
-"Aqui é onde você vai sentir o que é ser uma puta."   - única frase que ouvi de minha tia, virando as costas me deixando com esse homem. 

Em seguida entrou mais alguns homens, a porta se fechou. Fiquei acuada em um dos cantos do cômodo, gritei por minha tia, riram de mim, zombaram me chamando de alguma coisa tipo "mimadinha da mamãe / franguinha nova", não me recordo. 

Antes que pudesse expressar alguma reação fui segurada na marra, amordaçada, uns tapa na cara para ouvir as orientações. Contra vontade, me deixaram nua,  desespero total quando os demais ficaram nus. O homem que nos recebeu somente sussurrou em meu ouvido que hoje saberia o significado em ser uma puta. 

Eu urrava para escapar até sentir esse homem meter sua rola em mim. Veio aquela adrenalina de desespero e tesão de submissão que senti com meu primo. A mordaça estava me sufocando, foi retirada com advertência de não gritar ....

... somente se fosse orgasmos ( todos rindo) 

Entre o desespero e o prazer, aquele estranho tesão que tenho, quando é realizado não consensual / forçado, surgia mais forte , o medo já não me consumia, o tesão tomava conta, a resistência em me segurar já não era necessária, eu me entregava para aquele estranho e os demais de forma alternada. 

O tempo que permaneci com eles, cavalguei na rola de vários,  alternadamente era penetrada saindo de uma rola e sendo penetrada por outra. Não recordo da aparência dos homens, não eram do meu gosto, eram rústicos.

Ser penetrada por uma rola grossa, trazia naquele momento, um mínimo de dignidade aos meus desejos.  Contra vontade senti uma DP, doeu demais, além de ir  chupando rola alternadamente. 

Aquele homem que nos recepcionou, começou a socar forte, firme, socar profundo, eu gemia, em seguida sentia  minha buceta enchendo com seu leite, os demais masturbando, gozavam em meu rosto e por cima de meu corpo, tomei porra de outros.  Uns fizeram eu chupar seus paus e gozaram na minha boca / rosto.


Todos saciados, saiam um a um, rindo, deixavam um carinho passando a mão em minha cabeça.   O homem que gozou dentro de mim, se despedia por último e sarcasticamente deixava o recado,  se eu tiver ficado prenha,  era para minha tia avisá-lo, que  assumia me como sua esposa e a criança. 

Ouvir isso não me abalou nada, minha tia ao entrar, eu abria as pernas, afrontando ela dizendo se ela seria a próxima. Estava com um ódio enorme do que fez comigo. 

Ali mesmo ela me esquentava nos tapas, advertia-me não ter aprendido nada. Ordenou eu tomar  banho e vir somente de calcinha e sutiã para fora. 

Feito isso subimos mais um andar, ambiente de pouca iluminação, música ambiente,  garotas de calcinha e sutiã sentadas à mesa com homens, outra  no colo. 
-"Você escolhe, ou me escuta ou vira garota de vintão agora mesmo."


Recuava, fingia ouvir, meus pensamentos rebeldes igualavam Tia Lúcia a mesma condição de Cidinha, minha vontade era sentar  a mão na cara dela, sair de lá e sumir para o mundo. 

Meus pensamentos voavam em outras prioridades, não ouvi uma palavra que minha tia comentou. Não me recordo de nada que foi dito. 
Senti um homem encostando em mim, era o que tinha nos recepcionado, desta vez se apresentando, foi me conduzindo novamente para o quarto, fui sem resistência, encarando tia Lúcia, nossos olhares estavam rebeldes uma a outra. 

O quarto desta vez era diferente, Prego ( nossa demorei para recordar o apelido do indivíduo ) , me despia e conduzia para um banho, não era um homem bonito, muito menos fisicamente, porém tinha um pau que estava duro a todo momento, um pau que fazia jus à seu apelido "prego" rola cabeçuda.

Era carinhoso, me banhava com sedução, concedia tudo no papel de puta que estava disposta a mostrar e afrontar à todos.

Sendo muito vagabunda, chupei sua rola no banho, massageando suas bolas e tirando urros realizado por minha boca e mãos em sua intimidade.


Na cama Prego não era o tipo de homem de preliminares, me beijava e quanto menos esperava, a rola entrava em seguida. Sabia foder, com pegada forte me entregava àquele bruto.

Desta vez, posicionada de 4, socava fundo e espalmava minha bunda com tapas fortes. Sussurros provocantes, chamando de putinha novata, apertava meus mamilos sendo abraçada por trás, percorria meu corpo todo. 

Desta vez a foda era longa, demorada, eu tremia dos imensos orgasmos. Abusado, tirou seu pau, meteu a língua em meu cu já arrombado anteriormente, chupava com vontade, alternando sua língua adentro, proporcionando um prazer gostoso demais.

Senti meu cu mais largo, seu pau entrou sem causar dor alguma, sentia Prego esmagando suas bolas com as socadas profundas e firmes. 


Deu uma pausa, foi se limpar me deixando sem fôlego deitada na cama. Prego saiu do quarto, pediu para não sair se não quisesse ser confundida com as garotas. Retornou pouco tempo depois com cerveja, suco, refrigerante e umas coisas para comer. 

Conhecendo melhor "Prego" , era uma boa pessoa, nas conversas procurava entender meu comportamento, minha rebeldia. Tão logo voltava a me possuir, cada vez mais ousado, colocava para cavalgar em seu pau com a bunda virada para ele. Abria minha bunda, falava o tesão que estava meu cu arrombado. 

A porta se abriu, entrou um homem, Prego me segurou deitando sobre seu corpo expondo minha buceta, tão logo começou a ser chupada com o pau dentro.

Prego induzia ser meu namorado, chamava-o de corno. Logo em seguida o "corno" colocava a camisinha, em seguida penetrava com cautela seu pau e minha buceta, duas rolas na buceta, sentia ela rasgando eu urrando, implorando para tirar. 


Mudamos de posição, desta fez eu de frente para Prego cavalgando em sua rola, com as mãos abria minha bunda para o homem penetrar em meu cu.

Contorcia e gozava muito na realização dessa DP. As socadas fortes de ambos, Prego chupava meus peitos, o estranho tirava e colocava seu pau em meu cu, sem resistência alguma.


Socou forte e gozou, seguidamente sentia o calor em minha buceta, Prego voltava a me preencher com seu gozo. 

Fiquei largada na cama, exausta, zero preocupação , ligado o "FODA-SE" para o resto do mundo. Era eu em transformação silenciosa sem ainda compreender tais mudanças.

Perdida no tempo, não sabia se foi uma adormecida ou realmente dormi, sei que acordei com Prego desta vez me possuindo de lado, insaciável acordava com seu pau já dentro de mim, fodendo de ladinho, apertando meus seios e percorrendo minha barriga.


Logo senti seu leite novamente em minha buceta. Manteve sua rola dentro abraçado em mim.

Acordei com  conversas e risos, tomei um banho rápido, colocando a roupa, me sentia ainda suja. Abri a porta, caminhando para outro ambiente, Tia Lúcia e Prego estavam conversando e sendo totalmente ignorada até se aproximar da mesa. 

Prego passa a mão em minha barriga e aos risos debocha, vamos aguardar !!! Será que vinga ?  ( risos ) 
Recebo de Prego um beijo no rosto, um sussurro no ouvido:
-"Se cuida, obedece sua tia, ela sabe que está fazendo."

Retribuo com um sorriso tímido, saímos, ainda de madrugada retornamos para casa. Sem uma palavra, estava anestesiada, sentindo viver uma realidade paralela ou ter sofrido um acidente e estar em coma sonhando.  

No quarto na casa de minha tia, eu literalmente apaguei desejando acordar na minha casa, no meu quarto.  


Ref.: 1998 #0045
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 13 de maio de 2026

O CHAMADO

O título parece nome de filme de terror. E, para mim, virou exatamente isso.

Tudo começou em um dia aparentemente comum, quando recebi uma ligação do Dr. Gato pedindo que eu comparecesse ao consultório dele. Naquele momento, eu vivia uma fase intensa, cheia de excessos, desejos e segredos com Edy sabendo de algumas coisas… e outras não.

Ignorei a solicitação. Por mais sedutor e irresistível que Dr. Gato fosse, preferi fingir que nada estava acontecendo. 

Dias depois, ele ligou novamente. Dessa vez, sua voz não tinha o mesmo tom calmo e provocador. Havia algo diferente. Mais frio. Mais sério.

Falou poucas palavras. Confirmou horário, exigiu minha presença. Eu respondi que iria. Não fui. Nem sequer dei satisfação.

Poucos dias depois, Cidinha apareceu na porta da minha casa, completamente transtornada. Gritava me chamando de puta e biscate sem o menor constrangimento, enquanto meus pais ouviam tudo da sala.


Pedi que falasse baixo. Ela respondeu com um tapa no meu rosto. A ardência veio acompanhada do aviso:
-"Você sabe muito bem o que fez e no que se comprometeu."

Eu havia ignorado assuntos importantes tratados com Dr. Gato. Regras. Compromissos. Coisas combinadas que, por irresponsabilidade minha, deixei cair no esquecimento.

Meus pais assistiam à cena sem entender nada. Quando entrei, queriam explicações. Não consegui falar. Apenas pedi que me deixassem em paz.

Então veio um novo contato. Dessa vez, não houve convite.
Apenas a confirmação do dia, do horário… e a frase que me gelou inteira:

-" Sua presença é obrigatória."

Dessa vez eu fui.  Dr. Gato me recebeu sozinho no consultório. O ambiente parecia diferente. Mais silencioso. Mais pesado.

Sentamos, ele começou a fazer perguntas. Queria entender minha ausência, minhas fugas, meus sumiços.

Eu não conseguia responder. As palavras travavam na garganta.

Então ele começou a relatar situações íntimas demais, detalhes específicos demais. Parecia ter presenciado tudo pessoalmente ou como se Edy tivesse contado cada passo meu.

Acusei Edy de ter aberto a boca. Dr. Gato apenas me olhou, sério, negando lentamente com a cabeça.

Sem dizer mais nada, levantou-se. Mandou que eu tirasse a roupa. Minhas mãos tremiam enquanto obedecia. Ele colocou uma coleira em meu pescoço e prendeu a guia. Em seguida, ordenou que eu ficasse de quatro.

Meu coração disparou. Fui conduzida até outro cômodo privativo do consultório.

Quando a porta se abriu, o choque veio de uma vez só. Cidinha estava nua, ajoelhada diante da parede, marcada pelo corpo inteiro.

Então, ironicamente, Dr. Gato apontou para ela e disse:
-" Essa é a “Edy” que você acusou lá atrás."

Antes mesmo que eu processasse aquilo, meus olhos encontraram outra figura no ambiente. Na poltrona, observando tudo em absoluto silêncio, estava Rosecleide… a ex de Edy.

A Sra. Miin.

Senti minhas pernas fraquejarem. Ela me encarava com tranquilidade desconcertante, enquanto fazia perguntas simples às quais eu só conseguia responder com sílabas desconexas.

Por dentro, minha vontade era virar as costas e fugir dali.
Mas eu já entendia, tarde demais, que não estava mais no controle de absolutamente nada.

Dr. Gato perguntou de onde nos conhecíamos.

Fiquei ouvindo a conversa entre eles, tentando entender como tantos caminhos improváveis tinham se cruzado daquela forma. O mundo parecia pequeno demais para tantas coincidências.

Nervosa, tentei me desculpar novamente pelo encontro anterior. Fui ignorada. Uma palmada forte me interrompeu.
-"Relate exatamente o que aconteceu."

Comecei a narrar superficialmente. O tapa no rosto veio seco. Rosecleide me encarou com firmeza:

-" Conte direito."

Dr. Gato ria da situação com sarcasmo cruel. Outra palmada.

-" Peça desculpas à Sra. Miin… e fale olhando para o chão."

Enquanto eu relatava tudo, os dois riam discretamente da minha humilhação.

Foi então que Dr. Gato se apresentou formalmente como Dom, enquanto Rosecleide assumia o nome de Sra. Miin . ( Nomes reais não divulgados )

Naquele instante, percebi que estava diante de um universo BDSM muito diferente do que eu imaginava conhecer. Tudo ali era levado ao extremo das regras, da disciplina e do controle psicológico.

O pouco que eu havia experimentado antes parecia brincadeira perto daquilo. Em questão de minutos, conheci lados de Edy que jamais imaginei existir.  Inclusive na pele.

Dr. Gato começou a questionar minhas promessas, minhas mentiras e minhas traições. O tom de voz dele era duro, autoritário, quase impiedoso.

Mandou que eu ajoelhasse no sofá. Rosecleide permaneceu sentada observando tudo ao lado de Cidinha.

Então ouvi um estalo. Meu corpo inteiro arrepiou.

A dor veio segundos depois.

A cada erro confessado, eu precisava explicar por que havia quebrado os acordos feitos anteriormente, inclusive tudo o que escondi de Edy.

Mas havia algo pior.  A cada omissão, Cidinha também era punida.  Dr. Gato a responsabilizava por ter me indicado.

Por mais que eu falasse a verdade, sempre parecia faltar alguma coisa. Algo que eu jamais teria como adivinhar que Cidinha havia contado antes.

-" Tem certeza de que contou tudo?"

Balancei a cabeça afirmando que sim.

Outro estalo. Outra dor.

Naquele momento, Dr. Gato já não lembrava o homem sedutor que conheci. Parecia um carrasco conduzindo um julgamento particular.

Enquanto eu era punida, Cidinha também sofria humilhações e castigos. Então Rosecleide se levantou.

Aproximou-se de Dr. Gato e sussurrou algo em seu ouvido. Ele entregou minha guia a ela.

Meu sangue gelou. Mantive os olhos baixos enquanto ela se aproximava lentamente. Seus pés pararam diante do meu rosto.

Submissa, beijei seus pés.  Fui chamada de inútil.  Recebi a ordem de ir de quatro até o consultório, me vestir e esperar ajoelhada perto da porta de entrada, olhando para a parede.

Fui chorando em silêncio, tentando disfarçar a vergonha e a ardência espalhada pelo corpo.

Enquanto esperava, escutava os estalos vindos do outro cômodo… e os pedidos de perdão de Cidinha.

Até que a porta se abriu. Rosecleide surgiu diante de mim. Saímos juntas.

Do lado de fora, ela voltou a falar normalmente, quase como se nada tivesse acontecido.

-" Socialmente, sou Rosecleide. No fetiche, sou sua dona."

Ela me levou para casa querendo entender quem eu realmente era para Edy. Eu falava demais por nervosismo. Ela apenas ouvia. O medo do dia seguinte me consumia.

E pior ainda: o medo de perceber onde eu havia me metido.

No dia seguinte, apanhei novamente na rua, dessa vez de Cidinha e Maria. Cidinha estava com marcas pelo corpo do ocorrido no dia anterior. Fui xingada de puta e algo mais. . . .

Foi uma confusão humilhante. Nossa amizade terminava ali.

A fama de galinha começou a crescer pela vila inteira. Ninguém sabia o motivo verdadeiro, mas, na boca do povo, tudo se resumia a briga por homem.

Quando voltei para casa, meu pai já sabia da história.  Voltei a apanhar , perdeu  a pouca paciência que ele ainda tinha comigo.

Minha tia assistia a tudo sentada na sala, em silêncio, como se acompanhasse um espetáculo triste do qual ninguém mais conseguia sair.


EDY:
Essa narrativa era algo que eu jamais imaginaria viver.

Minha ex conhecer Dr. Gato era uma possibilidade que nunca sequer passou pela minha cabeça.

Depois tivemos um encontro nós três. Eu, Rosecleide e Dr. Gato e finalmente entendi como todos se conheciam.

Rosecleide havia morado no ABCD, mas existiam conexões muito mais antigas, histórias longas demais e variáveis que eu desconhecia completamente.

Rimos bastante sobre o caos daquele consultório, sobre as mentiras, as omissões, os segredos de Edna.

Mas havia fatores que nem eu previa. A aproximação entre Lúcia e Rosecleide alimentava desejos obscuros acontecendo silenciosamente ao meu redor, sem que eu percebesse.

Durante todo esse tempo, eu acreditava estar no controle. Na realidade, tudo já havia virado uma espécie de loteria emocional, onde ninguém mais sabia exatamente qual seria o destino de cada envolvido.


Ref.: 1998 #0043
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CUCKQUEAN

A amarga trajetória em ser Cuckquean

Primeiramente desculpe pela ausência nessas últimas semanas. Nem sempre é bom recordar certas coisas, fico pensativa "se" tivesse , "se" fosse e assim vai. Edy me estabilizou, faz parte da história e vida que segue. Fiquem tranquilos(as) estou bem, e agradeço a compreensão.


Dando continuidade, na época, fui neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável, pior ainda sendo Cuckquean, sim isso mesmo, uma cornuda e submissa. Edy acabou com minha vontade em estar com outros homens, ter me colocado em posição de objeto sexual para saciar desejos masculinos, humilhação verbal e zombarias, isso  travou de alguma forma os meus desejos de sair com outros homens, além de confidenciar e relatar os chifres colocados em mim, "bala trocada não dói", dizia a mim, só que relatar e apontar com quem, magoava profundamente, intencionalmente e calculista.



Além de ter Kátia como sombra, tão ciumenta quanto Edy, as coisas complicaram para meu lado. Em momentos íntimos com Edy, rolava de tudo, menos a penetração, ele sabia trabalhar em minha mente, sabia conduzir como sua mulher, eu sentia nossa conexão, estava em uma castidade virtual, orgasmos arruinados, uma barreira que ele não deixava ultrapassar, a intimidade. Ao mesmo tempo sabia conduzir e mostrar claramente o que era promiscuidade x consensual, isso gerava uma mistura de ódio e amor que não sei como descrever. Edy era intuitivo de sentir meus desejos, não sabia como esconder, algo até mesmo que ocorreu quando estive no interior com meu primo Alexandre, aquele prazer forçado junto  com Luiz, ele sabia que tinha acontecido algo, mas não o que. 

Entrei numa linha divisória  desejando ambos, Kátia e Edy. Meu relacionamento com Kátia era sigiloso, medo de algum familiar descobrir, meus pais estavam antenados mais em olhar Edy e isso aliviava tal desconfiança, ao menos era essa a sensação de segurança que sentia.


Meu recente erro foi um dia chamar Edy de Corno de Mulher, humilhando ele como incapaz de satisfazer me como Kátia me realizava. Um dia na casa de Kátia, para complicar,  Edy me fez repetir isso na frente dela, que caiu aos risos, me senti uma otária, mais ainda com Kátia selando um ardente beijo em Edy...


... Kátia veio até mim, deu um tapa em meu rosto seguido de um beijo, sussurrou "- Bobinha !!"  em meu ouvido. Contornou e me abraçando por trás, iniciava um jogo de sedução em frente de Edy. Em poucos minutos estávamos nuas, namorando em frente a Edy, era visível o dote dele armado desejando-nos. Kátia me fez ficar sentada no chão, levantou uma de suas pernas apoiando no sofá, deixando sua buceta totalmente aberta a minha visão...
- "Chupaa!" , ordenou de forma autoritária e assim fiz.

Edy se aproximou e escutei os beijos estalando, dei uma pequena parada , Kátia com uma das mão segurou minha cabeça mantendo-me a chupá-la. Tão logo as calças de Edy desceram e podia ver seu pau latejando a minha frente. Kátia saiu de cima se abaixando próxima de mim, segurou o pau de Edy e a minha cabeça, me fez chupar o pau dele, ordenava engolir o máximo que aguentava e não demorou muito me afastou me chamando de incopetente.

Edy sentou no sofá, ajoelhada Kátia iniciava um sedutor boquete regado com uma punheta que percorrias sua mão na extensão toda do dote ,  só de ver me tirava orgasmos somados aos gemidos de Edy, momentos que Kátia engolia ao máximo o pau de Edy, onde teve que contê-la para não gozar. Kátia senta no colo de Edy recebendo aquela rola toda dentro de sua buceta, abre as pernas me chamando para vir chupar seu grelo. 


Me envolvia por completo, ouvindo o gemido de ambos, a babada que a buceta de Kátia dava com o duplo prazer em sua buceta, o pau de Edy latejando dentro e minha língua em seu grelo, Kátia se contorcia, me puxava pelos cabelos e nos beijávamos, depois me fazia voltar a chupa-la novamente e numa dessas quando voltou a me puxar e nos beijar, olhou em meus olhos e com uma das mão dedilhando minha bucetae disse: 
- "Chama ele de corno, chama!"
Eu fiquei receosa, olhava para Kátia e para Edy ficando muda, congelada
- "Edy, o que ela é ?"
Edy não titubeou e foi na lata:
- "Uma cornuda,  chifruda"
Congelada com que escutei, gozei nos dedos de Kátia sem conseguir pensar direito, minha mente ecoava um eco, meio sem conseguir ouvir a mim mesma, só escutei o final de Kátia comentando e rindo com Edy
- " ... é muito vagabunda essa nossa putinha mimada"


Kátia me deu um tapa na cara para eu acordar e fez eu chupar o pau de Edy gozado e  com a mistura de seu orgamos. Após um banho e recompostos  Kátia questionava:
- "Qual o sentimento de ser uma cornuda? Relate-nos que sentiu ao tomar um coquetel de corno? 
Eu tentava não ser tão objetiva, maquiava em palavras a realidade e isso só piorou . . . 
Kátia remetia tapas em meu rosto, me chamando de vagabunda mentirosa, puta cornuda e acabei gozando não deixando ela perceber. Edy a interrompeu a tirando de cima, adestrada me ajoelhei a sua frente agradecendo e mantendo a cabeça baixa, não conseguia fixar os olhos em Edy. 
-"Você está ficando no ponto que gosto, só mais uns ajustes..." (risos) " . . . tão logo entenderá porque está passando por tudo isso." 

Edy percorreu os dedos em  minha buceta, depois percorreu em meus lábios para chupá-los,  deu uma risadinha irônica,  se retirando do ambiente, Kátia me olhava com ansiedade sem comentar nada, seus comportamento entregava que coisa boa não ia vir e  iniciava-se um suspense . . .



. . . e de repente fiquei sem a visão, Edy colocou um capuz afivelando em minha cabeça, tentei em desespero impedir, fui imobilizada tendo os punhos amarrados no tornozelo, ficando em uma posição sentada no calcanhar. Ameacei gritar e fui reprimida por ambos.


- "Se gritar te amordaço e ficará desconfortável. Então cala essa boca."
- "Cornudinha ordinária." , falava Kátia em tom de chacota, e isso me subia o sangue até sentir uma chinelada esquentado minha bunda. 
- "Preste muita atenção agora, e apure sua audição, vamos apurar seus sentidos".  sussurrava Edy em meu ouvido e me acariciando.

Por um tempo o silêncio tomou conta do ambiente, sentia que estava sendo observada. Perguntava se tinha alguém e escutava barulho em outro cômodo, assim se manteve por um tempo, no meus pensamentos "Que merda tô fazendo aqui, que tonta que eu sou, devia partir para outra relação e largar tudo isso..."



O que eu achava ruim ou que já tinha passado por tudo de pior, aqui era somente o começo.

CONTINUA....

Ref.: 1998 #0027

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

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