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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

PRIMEIRAS REVELAÇÕES



Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a realidade foi . . . 


-"Fala corno de travesti." de forma seca (Não recordo bem se foi bem assim, mas chamei sua atenção)

Questionava que raios era tal afirmação e relatei que tinha ocorrido no final de semana. A irritação dele foi tanta, que virou as costas e saiu pisando duro. 

Sentia uma crise de ansiedade vendo Edy irritado de uma forma que desconhecia. O trabalho seguia e não podia ter interferências pessoais, ao menos foi assim que Edy gostava de realizar com a equipe.  Na hora do almoço fui de forma humilde pedir desculpas por ter dito daquela forma  e desabafar que estava chateada por estar saindo com minha prima, escutava sem falar nada. 


-"Afinal somos o que?..."  Questionou e continuou
-"...um casal, um trisal, um quadrisal? O que você quer afinal?"
-"Certos momentos você é admirável, madura, depois fica a putinha mimada, não te endendo garota, ...."
Edy falava e dava uma grande pausa, essas pausas assustam
-"Te quero minha mulher, conhece as condições, você escolhe, fica com seus machos e eu com as minha AMIGAS."  finaliza. 

A desdenha de "ficar com meus machos" dava a impressão que eu saia dando para qualquer um, me irritou de verdade foi enfatizar em alto e bom tom "AMIGAS" , para mim tudo umas galinhas. Cheguei a declarar isso a Edy, balançava a cabeça e resmungava alguma coisa. Estava submissa de Edy e Kátia, não conseguia ter minha própria liberdade, era humilhação com mistura de prazer. Certo dia na casa de Kátia coloquei a coleira e desfilei para ela, passava a guia para sua mão, empolgando desejos, nossas trocas de olhares eram de tirar faíscas.

Kátia segurava com a mão a coleira em meu pescoço, humilhava-me verbalmente, percebendo me sentir fraca me sentava a mão na cara dando broncas tipo "Até quando vai ficar assim mimadinha?" era aprender na marra ou apanhar, Kátia narrava situações prazerosas de Edy com outras mulheres até confessar o interesse de ser mulher para Edy, isso gerou brigas e com risos de desaprovação Kátia falava:
-"Bobinha, tolinha, mimadinha, acredita em tudo, cresce garota, se enxerga, você não é mulher para Edy....".
-"....você merece a posição submissa, faz jus ao seu comportamento, e estou me cansando de você. " finalizou Kátia explodindo verbalmente.

A discussão foi ao fervor com os ocorridos do final de semana com as meninas, a falta de interesse ou mesmo oportunidade de ter buscado Kátia foi motivo de faísca, palavras ofensivas, troca de interesses, a experiência com Alexandra era para ter ocorrido um complemento após o ato com Kátia e essa expectativa de não realização gerou frustrações, resultou em brigas. Duas pessoas com rebaixamentos similares a minha pessoa. E para finalizar Kátia dava o golpe de misericórdia:
-"Você pensa que Edy tá sozinho, tem um monte de mulher rastejando por ele, sem contar sua própria família que apunhala você pelas costas, não serve para você, mas serve para outras da família."
e completava...
-"Se está livre eu vou investir sim nesse homem."

Sai de lá muito "P" da vida, levantei a bandeira branca, indo conversar com Edy, foi uma conversa de exposições, insatisfações e realmente o que eu era para ele. 
Edy me deu uma bronca, desabafava que estava cansado de ficar retomando conversas que já sabia a resposta, que daquele momento é tudo ou nada, me acusou de omissa, nesse momento nunca imaginei que chegaria a esse ponto....


...chorando me ajoelhei aos pés de Edy pedindo oportunidade de mudança, que já estava compreendendo melhor. Edy levantou-me, abraçou-me e sussurrou:
-" Vamos ver se isso é verdade logo mais..."

Nesse dia retornei para casa mais confusa do que eu mesma costumava ser, e quando comento que foram meses com grandes bombardeio de emoções, prazeres, humilhações, entre outras coisas me dava mais tesão querer saber mais e tudo isso tinha um preço, caro ou não a se descobrir.

Os acontecimentos eram rápidos durante a semana, e para não perder o andamento das narrativas vou narrar o acontecido e ir fechando outros ocorridos em abertos e o que veio ocorrendo simultaneamente. Certo dia da semana a noite, Kátia vem em casa, sós em meu quarto pede para eu me vestir a mais sensual que íamos sair. Ficou aguardando na sala com meus pais conversando, quando cheguei na sala, minha mãe foi a primeira a falar:
-"Onde vai vestida igual puta?"
-"Realmente ficou uma piranha." Completou Kátia

Voltei mordida para o quarto, logo atrás entra Kátia dando maior bronca, fui contrariar e ainda levei um tapa no rosto
-"Cala a boca, é roupa sensual e não de vagabunda."   ".... de vagabunda você nem precisa de roupa." Faiscava Kátia

Esses atritos me deixavam nervosa, saia meu desestabilizada, vestida sensualmente saímos, eu para variar sempre ficava sabendo dentro do carro. Percebi  Kátia meio sem paciência comigo, jogava a coleira dando ordens para colocar e deixar a guia à mão. Paramos na residência de Célia, algumas pessoas na rua, olhava para Kátia ...


-"Nem vem com cu doce, vai saindo e ignore" , falava Kátia sem paciência. 
Escutava sussurros das pessoas por sair de coleira e guia na mão, uns moleques fazendo algazarra "au au" seguido de risos.

Apesar de sentir e  ficar tímida envergonhada, minha buceta tinha comportamento diferente, estava totalmente molhada por estar de coleira e ficou ainda mais quando Kátia chegou na porta e me fez ficar de joelhos ao lado dela com a guia na boca.


Quem nos recebeu era Valdir, observando de longe Edy e Célia conversavam ignorando o toque da campainha, dando atenção somente quando nos aproximamos, com a guia na mão de Valdir. Edy me observava com quem queria comer com os olhos, eu nesse quesito o conhecia bem.

Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas. 
A campainha voltou a tocar, Alexandra entrando toda alegre, cumprimentando todo mundo, e a mim, passando a mão na cabeça como uma cadela, me chamando de bonitinha e não deu importância alguma ou se recordou do momento com as meninas.

Edy percorre a mão em minhas costas, desce até a minha bunda, com habilidade percorre minha buceta toda molhada, retira e oferece a Valdir a sentir o aroma. Valdir foi ousado e lambeu os dedos de Edy, elogiando como se eu fosse um produto. Edy voltou a repetir sua ação e desta vez foi Kátia e Célia que sentiram o aroma, Alexandra veio de intrometida sentir , Edy concedeu a guia para Kátia e cochichou algo no ouvido. 

Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz. 

Não demorou estávamos todas nuas, minha buceta pulsava e se molhava, Alexandra me olhava de uma forma diferente, Célia abriu a porta e chamou ambos. Para minha surpresa, entraram nus de pau duro e dando risadas, Célia e Kátia me colocaram de joelho na frente dos dois , Valdir perguntou para Edy se tinha certeza e só ouvi sim e foi então que Valdir pegou seu pau e colocou em minha boca para chupar.


Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.

Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo  que podia aguentar.
-"Ohhh deliciaaa!!" dizia Edy revirando os olhos


Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
-"Agora está mais melado que seus dedos, o aroma deve estar uma delícia, não quer experimentar? "


Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.

Valdir contém as chupadas de Edy, o levanta conduzindo a se deitar na cama, com habilidade, Célia passar um gel na mão de Valdir que unta no rego de Edy e tão logo acontece, Valdir encosta a rola no cu de Edy e entra e tira  a cabeça suavemente diversas vezes, ouço gemido de ambos, Valdir pergunta se Edy está pronto, acena com a cabeça e com sorriso que sim e Valdir   o possui de frente. 


Edy geme e  fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
-"Amo ver um homem mamando outro ou dando na minha frente, já fico excitada."  olhei para o pau de Alexandra estava duríssimo


Não demorou Valdir começou a bombar em Edy, e tão logo a rola saia e entrava sem esforço, e as socadas ficavam intensas e fortes , Edy começava a urrar e querer se conter. Célia segurou seus braços sentando atrás dele, Kátia segurava uma  das pernas e Alexandra a outra, eu excitada toda molhada observava , o pau de Edy começava a latejar.
-"Goza comigo! Goza Comigoo!!" falava Valdir

Não demorou, Edy gozava sem se tocar, seu pau jorrou um gozo farto sobre ele e em Célia, seguido de Valdir gemendo, bombando com paradas longas com a rola toda dentro de Edy. 


Célia me chama e ordena a limpá-la com a língua, Kátia em seguida pegando me pela coleira faz limpar a porra toda do corpo de Edy , inclusive seu pau. 

O que ninguém esperava foi Edy me puxar pelos cabelos e me beijar, eu gozei pelo beijo, pela ousadia, pelo diferente, a sensação tão gostosa foi interrompida com a penetração de Alexandra em minha buceta, Valdir tira a rola do cu de Edy, e sai do ambiente, vi a porra começando a escorrer do cu de Edy pelas pernas.

Observava fascinada e  Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma,  Edy é dominado por Célia e Kátia.


Célia foi cruel com um consolo um tanto avantajado, bem lubrificado, segurava os braços de Edy para trás. Kátia auxiliando, algemava e o segurava, abria sua bunda e sendo chamado de "putinho arrombado" Célia percorria os dedos lubrificados no cu de Edy, satirizava e posicionada, começou a penetrar o consolo, Edy pedia para ir devagar, logo já implorava, Alexandra ficava com o pau enterrado em meu cu e observando.
-"Relaxa seu puto, relaxa esse cuzinho." , Dizia Célia sentando a mão na bunda de Edy.


Edy se contorcia, gemia, ofegante pedia para ir com calma, e sem dó passou a cabeça do consolo, Célia só aguardou um tempo e foi sem dó com o consolo todo dentro de Edy , estica seu pé até o rosto de Edy e ordena ela chupar o dedão :
-"Chupa seu putinho, chupa meu dedão e imagina ser a rola do Valdir."  

Edy se deliciava nos pés de Célia, nunca tinha presenciado algo assim, e seguia com umas bombadas, Célia saia e entrava Kátia dando uns tapas na bunda de Edy, chamando de "putinho malvado", olhava para mim de forma sarcastica. Cu de Edy não oferecia mais resistência e com o decorrer ambas alternavam em enrabar Edy, até Célia pegar de jeito, abriu a bunda de Edy e vi o consolo sumindo a dentro, segurando Edy pela cintura queria penetrar mais o que não tinha o fazendo gozar novamente, caindo de lado trêmulo, esgotado. Queria me aproximar, Alexandra me conteve:
-"Não entra na brincadeira que não foi chamada." e voltou a bombar no meu cu.


Kátia percorria a mão na porra de Edy , untava no consolo e metia a dentro, e dizia:
-"Toma mais leitinho nesse rabo seu putinho." e ria, começava a  soltar as algemas, Edy estava ofegante. 
Kátia me pegou tipo:
-"Vamos garota, se gozou, gozou  se não se masturba em casa."
Alexandra até tentou me ajudar e fui zombada por kátia dizendo:
-"A bebezinha aqui tem hora para chegar em casa, e não quero levar bronca no lugar dela." saiu meio "P" da vida. 

Claro que esse "P" da vida ela veio descontando em mim o caminho todo. Preferi não perguntar nada, pedi para me deixar em qualquer lugar que voltava de táxi, porém me trouxe até o portão, mal abri o portão ela foi embora com pressa. 
No meu habitat de costume, minha mente disparava mil coisas, perguntas, e o que mais estava oculto de meu conhecimento, as verdades de Edy começavam a aparecer....

... e eu pretendia saber de tudo e quem sabe realizar muito mais que o tradicional. 



Ref.: 1998 #0031

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


sábado, 31 de janeiro de 2026

CLUBE DA LULUZINHA

Dias depois do conflito com Kátia, chegava o esperado final de semana. Kátia passou para me pegar em casa, no carro só tinha espaço para mim, vinha acompanhada de Célia e outras amigas que fui apresentada.


Acomodei no banco do meio com Célia na frente, ambas vinham tocando toques carinhosos, as meninas atrás faziam uhhhhhh! rolava risadas, desejos e foi no caminho, uma delas me pegou para dar uns amassos pra lá de quente, sentia a outra acariciando meus seios, aliviavam e caiam na risada, eu ficava meio envergonhada e constrangida. Kátia alertava que eu era muito atiradinha, essa timidez é teatro, falava para eu me soltar, dizia não tinha ciúmes quando realizado na frente, e completava que esse final de semana “todas são de todas e ninguém era de ninguém”, foi algo assim que me recordo.


No local, outras mulheres nos aguardavam. Me senti perdida, tímida, não conhecia ninguém e aos poucos Célia e Kátia me faziam entrosar, aos poucos as regras da casa eram anunciadas.
“Nuas por completo somente dentro de casa, topless na piscina, zero homem e sem ataque de pelancas”, concluiu rindo.

Eu admirava a naturalidade que flui no ambiente, em um olhar achei que era mãe e filha juntas, só que não, uma mulher na faixa dos 40 com uma novinha tipo 21 anos, casal há 3 anos juntas e assumidas perante a família, eu não era nem um ponto discreta quanto a saber das coisas, perguntava mesmo passando vergonha na forma de abordar.

Discretamente rolava umas pegadas entre as presentes, do entardecer para o anoitecer as abordagens esquentavam, essa mulher +40 vou chamar de Ângela, não me recordo do nome real, me pegou meio de surpresa, levou para o dormitório, me dominou e acabou comigo. Altamente ativa, fui chupada como nunca tinha sentido, ofegantes e o calor dos corpos davam total ignição ao prazer, habilidosa com as mãos e aquela boca quente, atrevida demais. Esfregada de grelo com orgasmos intensos, e nem imaginava o que estava por vir.


Após um banho e se recuperar, Ângela curtia sua cara-metade, ambas conversavam observando geral, conversando algo e olhando para mim de forma discreta, da mesma forma fingia não perceber. Kátia passava por mim, e percorria sua mão em minha bunda, sussurrava:
- "Nada mau, hein, arrasou!!"

TROTE COM A NOVATA

A noite foi mais longa ainda, churras, bebidas, risos, toques ardentes, sempre ocorria uma pausa e os pegas, se soltei mais quando já tinha tomado mais que uma caipirinha, fiquei sem sentir o próprio corpo, Roseane, uma baixinha muito gostosa, nos envolvemos em olhares, desejos e terceiras intenções, porque as segundas já estavam rolando, nos envolvemos em beijos, conduzida para seu dormitório, entramos, ela trancou a porta, ousadamente ela se posicionava como a ativa e dominante.


Me beijando, despindo e me chupando, me dominava como um homem, era um tesão gostoso demais e me rendia totalmente ao novo. Roseane se deitou na cama, abriu suas pernas e para minha surpresa, ela expunha seu grelo que por sinal dotado como um pênis para eu ir chupá-lo, eu caía de boca, parecia estar chupando um dedo de tal era avantajado seu grelo, retribuir o prazer a ela no melhor que eu podia.

Senti uma pequena penetração de Roseane em mim com o seu avantajado grelo, tremi por inteira pela sensação única, tão única que seu nome ficou gravado eternamente em mim. Que mulher deliciosa, com pegada que muito homem não tem, atingiu um êxtase de prazer inimaginável. Eu urrava de prazer que as meninas batiam na porta e gritavam alguma coisa e caiam em risadas. Roseane se envolvia entre beijos, percorridas de arrepiar com sua língua em meu corpo, atrevida e habilidosa, seu grelo em minha buceta e um de seus dedos em meu cu. Ohhhh mulher deliciosa.

Voltando ao ambiente coletivo com a cara lavada de que tinha gozado muito, as meninas falando tipo: “Novata tá arrasando”, e vinha um aueeeê, música um pouco alta, dança pelo ambiente, tomando mais caipirinha e já vinha alguém conversar, outra passava a mão, logo entrava mais uma na conversa. Me sentia enturmada e ambientada.

Não demorou, minhas colegas de carro, Lígia e Margo, chegavam juntas, desta vez era Margo que partia com beijo, tão logo adentramos num cômodo sendo empurrada de boca para a buceta de Lígia. Chupava e era chupada, era um troca-troca de chupar buceta entre nós, ora chupava Margo e era chupada por Lígia, Margo mais ousada se ausentou por instantes deixando nós duas em plena pegada, Lígia colocou dois dedos em minha buceta me fazendo pirar de prazeres, tão logo a porta abriu e uma buceta se esfregava em meu rosto, de início não vi quem era, tão logo a porta abria e escutava:
- "Hora de dar boas-vindas à novataaaa!
Foi algo similar a isso que escutei.

Fui arrastada para um dormitório e levei uma verdadeira surra de buceta em meu rosto e de bocas em minha buceta, aos poucos o ambiente voltava à normalidade, senti uma penetração, tão logo uma buceta saiu de meu rosto fui beijada por Alexandra, me possuía, ao meu lado Margo fazia o mesmo com Kátia, éramos conduzidas a se beijar. Me dava um tesão enorme tudo que rolava, eu aceitava, pensava que homem só dá dor de cabeça, me entregava às meninas...

Acordei pela madrugada com poucas recordações, meu cu ardia, caminhando pelo ambiente, tinha meninas namorando, outras conversando, outras me observando e rindo, chamei o “ugo” (vomitei) chegando ao banheiro, tomei um banho totalmente zonza e muito zoada. Kátia entrou, perguntou se estava bem, eu só resmungava, me deu uns tapas na cara na intenção de despertar, acabei me irritando com o ato, saí de lado e fui dormir, me sentia toda ardida.

Durante o sono, além de ter sonhado com Edy aprontando com a Japa Zaroia, sentia que em algum momento era bolinada, era uma mistura tensa pelo sonho, tesão, desejos. Acordando com algazarra das meninas na piscina, estava incomodada, meu cu ardia demais, próximo às minhas coisas duas camisinhas cheias de porra (ao menos parecia porra) e amarradas, foram deixadas à vista propositalmente.

Fui escovar os dentes, olhando para o espelho estava toda cheia de marcas de beijo em batom pelo corpo, uma meia dúzia de chupão em pontos não tão visíveis, saí para o ambiente principal e risos coletivos e grito de “eeeeeeee!!!”, uma algazarra só. “Novata” era acho a palavra que me chamavam.
somente no decorrer.


O DIA SEGUINTE

Célia questionava se eu me lembrava de tudo o que havia acontecido, e citei até onde me recordava. Caiu aos risos, chamando a atenção de algumas meninas. Alexandra se aproximou, abraçando-me pela cintura e trocando olhares carinhosos. Para mim, Alexandra estava bem diferente do que eu havia visto à noite, pensava eu.

Discretamente chamei Kátia. Ela perguntava se eu estava melhor, chamando-me de “irritadinha”, e acabamos trocando uns beijos. Aos poucos, eu ia recordando dos acontecimentos que dizia a ela. Perguntei se havia homem à noite, mostrando camisinhas amarradas, cheias de líquido similar a esperma.


Kátia afirmava que ali só havia mulheres, mulheres e umas um pouco especiais, falava olhando para mim com cara de safadinha. Lerda, não captei a indireta ou a tiração de sarro.

-" Vai entrando em sintonia com a Terra que a gente conversa daqui a pouco"  disse, saindo e me deixando sozinha no quarto.

Alexandra entrou com uma xícara de chá e umas bolachas; falava que era para eu me recuperar rápido. Ficamos conversando por um bom tempo. Apesar da ótima conversa, eu estava incomodada no cu, com ardência. Alexandra percebeu; acabei me abrindo com ela e confidenciando que não me recordava de tudo. Narrei até um certo ponto, depois…

Interrompendo, Alexandra fechou a porta do quarto e me fez tirar parte da roupa, examinando meu cu (que vergonha). Ela me tranquilizava, dizendo ser algo normal. Pediu para eu aguardar e foi buscar um creme, dizendo ser mágico. Retornou com uma pessoa que eu ainda não tinha visto, apresentada pelo nome de Maria, uma mulher alta e imponente. Ambas entraram conversando e comentando que havia sido um exagero o que fizeram à noite era o pouco que consegui compreender.

Fechou a porta, pediu licença, trancou e Alexandra me deitou no colo de Maria, que abriu minha bunda e, aos risos, falava para eu não peidar na cara dela. Ríamos da situação, e Alexandra iniciava a aplicação do creme, massageando meu cu com o dedo. Maria, discretamente, apalpava meus seios e, com a outra mão, tocava minha buceta, que molhava rapidamente, e soltava:

-"Garota, arrasou na madrugada. Você é uma delícia, te desejo novamente" (risos).

Fiquei muito sem graça, tentava esquivar-me, querendo me recuperar primeiro, quando fui interrompida:

-"Goza gostoso, solta para fora o tesão!"  completava "...e como chupa gostoso um grelo!" risos rolavam.

A conversa estava aflorando um tesão incomum, com Alexandra massageando meu cu. Alguém bateu na porta, e Alexandra perguntou quem era. Era Angela, pedindo para entrar e saber de mim. Sinalizei que podia abrir. Entraram Angela e sua companheira Ju (não lembro o nome, será esse? rs rs rs).

- "A festinha começou lá fora novamente, e você está melhor?  perguntou, dando-me um selinho, seguido de um carinho de Ju.

REVELAÇÕES
Com a conversa interrompida, Ângela me levantava do colo de Maria; eu ainda estava trêmula. Maria abraçou Ju, e rolavam uns amassos. Ângela e eu ficamos sentadas observando a cena. Rolavam uns carinhos com sua mão em meu corpo enquanto assistíamos Ju sendo apreciada por Alexandra e Maria.

Não demorou, Ju estava sendo chupada. Apesar de zoada, escorria um tesão enorme em minha buceta. Alexandra pegou uma camisinha; não vi o consolo. Foi quando vi e precisei ver novamente: Alexandra, apesar de muito feminina, era uma travesti e começava a possuir Ju, que ia aos delírios, incentivada por Angela.

Não demorou, Maria, ao se levantar, mostrou o enorme volume. Olhou para mim e perguntou se eu estava disposta a entrar na brincadeira. Sinalizei com a cabeça que não. Disfarcei bem; não estava acreditando que tinha transado com as duas. Estava me sentindo um lixo como pessoa. Vendo a cena rolando com Ju, aos poucos minha memória trazia momentos confusos.


Ângela me deixou confortável em um cantinho para assistir à cena e se juntou às demais na cama. Ju levava a rola de Alexandra e chupava a pica de Maria; logo recebia a língua de Angela em sua buceta. Ju ia à loucura. Maria colocou a camisinha e pegou Angela de quatro inicialmente; não demorou, Angela mudou de posição e começou a cavalgar na picona de Maria.

Alexandra colocou Ju de quatro, lubrificou seu cu e a possuía analmente. Depois, colocou Ju sentada em seu colo e, com ajuda de Angela, Maria realizou uma DP em Ju, que começou a chorar loucamente de prazer. Alexandra tirou a rola de seu cu, com a camisinha cheia de porra. Maria pôs Ju de quatro, e a mesma segurava para não pôr em seu cu.


Ângela abriu a buceta de Ju, e Maria a invadiu. Ambas gozaram simultaneamente. As pernas de Ju escorriam; as minhas estavam todas molhadas com a visão, e tão logo Alexandra degustava do meu néctar.

Eu não conseguia me entregar. Parei e saí correndo para o banheiro, voltando a vomitar.


Era uma mistura de ressaca e não aceitação por ter me relacionado com uma travesti (não sou preconceituosa). Na época, não tinha compreensão das rotulações (vamos expor assim). Criada na educação de que só existiam dois gêneros, onde homem é homem e mulher é mulher, eu estava atravessando novas fases. Queria julgar algo que eu mesma já realizava com outra mulher. O raciocínio e a aceitação eram lentos, mas meu tesão já aprovava ir além dos limites, o que gerava confusão.

O restante do dia fiquei na piscina, à base de água e dos meus pensamentos; estava estranha. Alexandra e Maria vieram se despedir, pediram desculpas pelos exageros e agradeceram a atenção. Eu pedi desculpas pelo mal-estar que estava passando. Alexandra enfatizou que, se era só isso e não preconceito, estava desculpada.


Nesse instante, beijei-a na boca e agradeci pelo momento, afirmando ser somente um mal-estar mesmo. Seu sorriso e o de Maria se expandiram.

Angela veio mais tarde; o pessoal todo se preparava para partir. Ela deixou seu contato e disse que queria me ver novamente, pediu uma oportunidade de nos conhecermos melhor. E assim foi se encerrando o final de semana.

Kátia voltava com Célia na frente, com carinhos altos, mais ardentes que o normal. Estranha, voltei cochilando e sonhando com uma transa ardente com um macho de verdade. Sonhava umas loucuras, gemia dormindo e acordava com as duas zoando comigo.

Deixamos Célia e fomos para minha casa. No caminho, pedi explicações a Kátia sobre a história de ter me obrigado a transar com duas travestis. Tivemos um caloroso desentendimento no caminho, troca de acusações. Fui chamada de louca, mimada, bipolar e alcoólatra sem noção.

Ao chegar em casa, meus pais estavam na porta, observando minha cara emburrada. Minha mãe já comentava:
-"Passa o final de semana fora e ainda chega com essa cara amarrada e bicuda… Vai cuidar dessa alma!"

Kátia entrou ajudando a trazer minhas coisas, me deu um beijo e um tapão na cara:
-"Escolha o que deseja para você. Até eu já estou cansada de ti, e Edy com certeza já se cansou de você; só não te avisou isso."

Virou as costas e foi embora. Restaram apenas reflexões para me torturar pela madrugada.

Meu estado emocional estava com muita confusão, ressaca física e moral, desejos não resolvidos, sentimento de uso / manipulação, medo do julgamento (próprio e alheio) e uma solidão crescente após o mal entendido com Kátia. O fim do fim de semana não fechou como eu desejava, aliás nunca vinha se realizando como queira e só aumentava as fissuras.

No silêncio da madrugada, entre acusações e lembranças fragmentadas, terei que encarar os medos: escolher entre continuar fugindo de mim ou assumir, de vez, os desejos que me levam para territórios cada vez mais perigosos, prazeiroso ou não. Atravessar limites, superar recaídas e a escolher a primeira decisão que pode mudar tudo.


Ref.: 1998 #0030

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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