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quarta-feira, 22 de abril de 2026

A DOR E O PRAZER


Quando você pensa que passou pelo inferno, por dores inimagináveis, sentido que já superou tudo de ruim . . . 
. . . amargamente amargamente o que é pior,  mais dolorido e em silêncio. 


Minha tia Lúcia vinha me advertindo de tais condutas promíscuas, alertava que minha segurança de segredos era superficial e muitas pessoas sabiam a puta e galinha que eu era, tudo tem um preço e a conta chegou. 

No bairro comecei a ficar falada na boca das fofoqueiras e alguns familiares próximo e certo fim de semana após almoço em família , todos sentados na sala, meus pais questionam Edy sobre casamento, olha para mim e respondemos que estamos melhor nos conhecendo. Gera uma pequena pausa com olhares discriminatórios.

Meu pai vem com a conversa de um amigo dele, morador do quarteirão a frente de nossa moradia. Meu pai relatava toda a história olhando muito para mim e indiretamente para Edy. 
Meu pai então narrava: 
-"Se lembra de tal pessoa que casou, filha de tal. Pois é, o casamento durou menos de 1 ano. A filha, uma mulher direita, boa dona de casa..."


Assim ia a rasgação de seda na narração de meu pai, olhando para mim, alternando para Edy e minha mãe com uma cara de poucas amizades e repreensão. Assim prosseguia a narrativa.

-". . . todos percebiam que depois do casamento o marido começou a ficar muito magro, acabado, um trapo. Apesar dos questionamentos familiares e amigos dizia estar tudo bem. Ahhhh Não passou umas semanas ele trouxe a filha de volta para o pai. Todos espantados (risos) , adivinhe que aconteceu? "  - Questionou meu pai a todos na sala. 

Cada um chutou um motivo e entre risos e brincadeiras meu pai prosseguiu revelando tal motivo.
-"Pois é, o marido segundo dizem, uma pessoa de ótimo caráter. O marido de forma sutil revelou ao pai que não era homem suficiente para saciar sua filha. O pai ficou assustado com tal motivo e a filha confirmava que o marido não estava mais dando no couro. . .  (pausa e olhares)


-". . . o marido sem querer ofender a família, citava que a filha precisava morar na zona para apagar o fogo dela ( riso tímido mantendo a seriedade da conversa) e ser corno era algo que ele não aceitaria ser. "  (silêncio na sala)


Tia Lúcia quebrou o silêncio se posicionando mulher moderna, relatava sua opinião e seu marido só observando, Edy fazendo cara de bobo alegre ( vontade de sentar a mão na cara dele, ainda depois que ouvi de seus relatos promíscuos ) . Ocorreu um pequeno bate boca entre meus pais e minha tia, meu pai nunca foi a favor dela, não gostava da modernidade dela e via como mau exemplo para mim. 

"Via como mau exemplo", porém atualmente nem tanto. Sem meu conhecimento, tia Lúcia abria os olhos de meus pais, administrando um diálogo conservador e moralista (risos) , visando sempre a união entre eu e Edy. Seria algo, passar a "batata quente" para Edy e não ter em casa uma puta insaciável como vinha sendo narrado o caso de nosso vizinho. 

No fervor da narrativa minha tia impôs  "n" possibilidades, colocando em xeque a narrativa de meu pai em vários caminhos e possibilidades.
-"Isso é a conversa de seu amigo para você." Citava Lúcia e continuava
-"Existe a versão da filha, a versão do marido e a verdade que está blindada entre o casal." - completava e olhava friamente para mim, acompanhada com o crivo olhar de meu pai. 

Citava que poderia ser desejo da filha sair com outros homens e o marido não aceitar. Quem sabe ela desejava estar em um casamento aberto / liberal. São exemplos e não confirmações, assim ia minha tia tumultuando a cabeça de meus pais.

Ficou um climão muito estranho entre todos. Nesse mesmo dia conversando na laje de casa com minha tia, nos arranhamos feio entre questionamentos, condutas  e justificativas.  Minha tia elevou o nível, classificou-me como uma verdadeira puta rampeira, com ameaça que o tempo ia cuidar de mim.


Intimou eu assumir o papel de futura esposa, mulher de família ou deixar Edy seguir seu caminho. Defendeu Edy com unhas e dentes, até o tratando como coitado.

Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
 
Pelo caminho encontrei Leandro, o corno de Cidinha. Bocó, tímido, sem assunto, o pouco que eu tentava conversar respondia monossilabicamente, tão logo vinha Sérgio, cheio de interesses, não estava afim de nada e com algumas patadas espantava ele parando de nos acompanhar. 

Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora.  Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava. 

Logo vinha Sérgio à nós falando de forma zombatória se referindo a Edy: 
-"Corno meu foi embora?"  (rindo) 

Eu não estava para conversar. Seguia em meus pensamentos refletindo o que passei na mão de Edy, vinha uma raiva profunda recordando de humilhações que passei, e recentemente as que andei ouvindo. Recordar os perrengues que vivi na mão de Edy,  submissa, cornuda e humilhada. Aquele filha da puta está aprontando e se passando de bonzinho.
Mulher com raiva é perigosa, pior ainda quando é uma  adolecente sem noção como eu. 

Sérgio do nada emendou um ardente beijo em mim, beijo que me refez voltando a realidade. Molhei-me toda com sensação de ter gozado. Edy chega estacionando, presenciando a cena que ocorreu, fiquei fragilizada condicionada submissa neste momento. Piorando a sensação Sérgio comprimenta Edy o chamando de "corno meu" , sendo totalmente ignorado, vindo ao meu encontro, empurrando Sérgio de lado. 

Edy se mostrou ser o meu Macho, independente de minha promiscuidade. Com olhar e poucas palavras desmontou as brincadeiras bestas de Sérgio, ganhou moral com Leandro e Cidinha. 


Cidinha ficou toda dada para Edy, sendo ignorada parcialmente. Não ficou de dentes arreganhados, se manteve educado e sereno, comportamento totalmente diferente dos que presenciei. 

Com a chegada de Ulisses, o amante fixo de Cidinha, rolava uma conversa entre os homens. Os quatro conversando como bons amigos, eu e Cidinha de lado com nossas conversas. 
Cidinha sussurrava em meu ouvido o tesão de homem que ela via em Edy. A conversa ficou picante em algum momento ( não me recordo de tudo, mas dos acontecimentos...) 

Entre tarde / noite, devido ao nível das conversas Edy sugeriu irmos ao bosque em São Caetano, Vila São José. (quem é da região e do final anos 90 sabe como funcionam os namoros por lá) . Edy fez questão de Sérgio ir junto depois de ver Leandro indo com Ulisses e Cidinha.  Ficou um clima estranho dentro do carro, sem falar nada, Edy fazia questão de passar as mãos em minha perna e deixar expostas a visão de Sérgio. 

Ninguém conhecia o local, os rapazes foram à padaria em frente e retornaram com umas bebidas. Guiado por Edy, rodamos internamente, as conversas rolavam, até subir em um espaço de frente à fonte central. Lá observamos o entardecer. Anoiteceu rápido e casais começaram a chegar e ocupar os espaços. 

Cidinha, Ulisses e Leandro ficaram espontaneamente em uma ponta, para minha surpresa, Edy nos trouxe para o fundo, parte mais escura e abertamente deu carta branca para mostrarmos que fazíamos pelas costas dele. Gelei, Sérgio ficou meio sem graça. Edy afrontou:
-"Quem é o "corno meu" agora? lascando um ardente beijo em mim, senti seu pau duro. 


-"Que tal aproveitar e dar dos beijos ardentes que estavam dando quando cheguei?" - intimava Edy a Sérgio
Tomei a iniciativa e beijei Sérgio percorrendo a mão em cima de seu pau. Tão logo pausei e beijei Edy novamente, senti o seu pau fora da calça. 

Voltei a beijar Sérgio, punhetando lentamente Edy, e com jeitinho coloquei o pau de Sérgio para fora. Alternando os beijos e punhetando ambos, meu desejo era abaixar e chupar as duas rolas. Edy habilidoso, com a mão dentro de minha calcinha, bolinava-me, aquecia meus desejos....


. . . desejos interrompidos com Cidinha chegando de surpresa nos assustando. Olhou admirada e foi segurando a rola de Edy sob a minha mão, sussurrou em meu ouvido: 
-"Vamos trocar os namorados um instante!" disse aos risos colocando Leandro comigo e Sérgio.

Com Leandro ao lado, rolavam beijos ardentes com Sérgio. Leandro ficava como uma verdadeira vela / candelabro ao lado observando, quem sabe passando vontade.

Pela distância e escuridão não dava para ver o que ocorria do outro lado. Não demorou, Edy chegou com Cidinha e Ulisses, descemos para uma das rampas laterais e ficamos sentados numa mureta.

Com os rapazes sentados de costas para fora e nós por dentro no corredor, continuamos nos beijos e nas punhetas. Cidinha se ajoelhou e abocanhou um boquete alternando  em Edy e Ulisses, induzida por Sérgio fiz o mesmo com ele e dividindo Edy com Cidinha. 

Vi a rola preta de Ulisses e aquilo me deu um ranço ( nada contra a etnia negra) simplesmente não conseguia ter tesão por rola preta. Gosto de pessoas negras, as respeito, mas na intimidade não rolava.

Leandro o corno bocó ficava olhando para outro lado, em tom de brincadeira, o nomeamos de vigia (risos). 

Apimentou quando Edy segurou Cidinha um instante sem eu perceber e acabei a beijando sem querer, Edy e Ulisses nos levantaram e nos colocaram de frente nos fazendo beijar, induzidas a nos acariciar, esquentou um tesão, Cidinha entrou em risos me abraçando e dizendo:
-"Que loucura estamos fazendo ! ?"


Ulisses sugeriu irmos a um motel, o inconveniente seria levar Sérgio e Leandro para casa. Sérgio assanhado se prontificou a ir no porta malas, tipo não  querendo perder a  festinha. 

Definido o motel, partimos e antes de entrar paramos os carros, Sérgio e Leandro para o porta malas. Cada carro pegou uma suíte, e lá dentro o prazer ferveu. Nua na cama com Edy, me beijava ardentemente, abrindo minhas pernas expondo minha buceta, Edy mandava Sérgio chupar minha buceta. A minha decepção com Sérgio foi enorme, sem " reciprocidade"  ,  não retribui  na minha expectativa. 

Edy caiu de boca na minha buceta, me deixou ardente e molhadíssima. Edy penetrou em mim e Sérgio ficava somente observando e se punhetando, Edy sinalizou para se aproximar e colocou o pau dele em minha boca.

Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar. 

Em uma sintonia perfeita, Edy encapou o pau, passou um gel no meu cu, estimulou com total calma ao mesmo tempo que meu tesão aumentava cavalgando em Sérgio. Senti o pau de Edy entrando com vontade, mas com jeitinho  e carinhoso, o cabeção me arrombando toda. Urrei, gozei muito, escorria pelas pernas.

Batem na porta, Edy pedi para Sérgio ir atender, se mantendo com a rola entalada em meu rabo.  Entram Ulisses e Cidinha, ambos com cara de algo mais, fiquei meio sem jeito, Edy me vira de frente para ele e continua a comer meu cu na frente de todos.

Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.

Discretamente sussurrei no ouvido de Edy que não queria rola preta em mim, e beliscava seu braço advertindo para não se empolgar.

Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.

Edy e Ulisses trocavam gestos, articularam a colocar eu e Cidinha aos beijos. Com Cidinha de quatro sendo possuída, Edy coloca eu beijando-a. 


Cidinha não beijava bem uma mulher, sentia realizar para Ulisses. Edy estimulava eu chupar os peitos de Cidinha, aos poucos se rendia ao prazer feminino com a rola de Ulisses socando ela. 

Edy tirando sua rola de meu cu, foi higienizar nos deixando a sós. Fiquei aos beijos com Cidinha, agora estimulada por Ulisses, por sorte senti Edy voltando a possuir  minha buceta.
Edy me fez sentar em seu  colo expondo minha buceta  para Cidinha chupar. 

Para minha sorte e decepção dos rapazes ela negou, dizia que beijo até aceitava, mas chupar mulher não era com ela. 
-"Amo chupar rola,  adoro macho." dizia  olhando para Edy

Ulisses, o salvador da minha pele, cortou as asas de Cidinha dizendo que não ia ver ela na rola de outro na frente dele. Isso é papel do "corno" que está na suite.

Ulisses, pediu desculpas e falou que não tinha nada contra fetiches e realizações.  Mas ver a mulher dele na rola de outro não era a pegada dele. A harmonia voltou a se restabelecer  depois desse arranha arranha.

Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem. 

Cidinha só colocava a roupa por cima,  o leite escorria pela perna, Ulisses falava para deixar assim, nos chamando para ver o que ia acontecer ao retornar à suíte.

Nos vestimos por cima e fomos juntos, de fora escutamos gemidos, abrindo a porta está Leandro levando rola de Sérgio. Se mantiveram na mesma naturalidade e a ousadia para mim foi presenciar Cidinha se exibindo toda gozada na frente de Leandro. 


Cidinha se aproximou e o fez limpar dos pés até a sua buceta. Leandro enquanto currado por Sérgio apreciava e  chupava os pés, subindo pelas pernas de Cidinha até cair de boca e se lambuzar na buceta. Sérgio gozava no cu de Leandro tirando a camisinha cheia de porra. 

Com a buceta limpa, Leandro foi tomar um banho e se recompor. Cidinha chupava o pau de Ulisses de forma provocativa olhando para Edy. Leandro retorna calado, seu jeito de ser, bem bocó. Ulisses o faz beijar Cidinha, posicionando de quatro  e levando um forte tapa na bunda. 
 
Ulisses de camisinha, vai atrás de Leandro voltando a dar outro tapa em sua bunda
-"Seu putinho safado, seu macho chegou!!" 

Entrou com a rola  até o talo que Leandro se contorcia todo. Ulisses socava 
Cidinha me chama sentando ao lado dela, abri minhas pernas...

-"Tem mais leitinho aqui...." - Cidinha falava apontando para Leandro vir me limpar


O prazer de ser limpa por uma língua era delicioso demais, ouvindo Leandro gemer nas socadas forte que recebia no rabo. 

Em íntimo momento imaginava Edy me limpando e José o fudendo. Olhava para Edy, via de pau duríssimo e Cidinha solta a pérola:
-"Tesão inrustido, tá querendo limpar ou levar rola também?" 

Edy ficou vermelho, e eu não sabia onde enfiar a cara, Edy perguntou de forma suave sem perder o clima
-"O que te faz pensar que gosto de rola ou chupar uma buceta recheada?"
 
Cidinha olhou para mim de forma interrogativa, entregava a Edy que falei demais. Edy pegou no ar que eu tinha quebrado sua confiança.

Sérgio de pau duro encosta em Edy , querendo o pegar. Edy de forma sutil recusou deixando Cidinha numa saia justa e sem graça. Ulisses seguia arrombando Leandro até tirar a rola de seu rabo e vir gozar em cima de Cidinha respingando em mim. 


Pediu desculpas a mim e a Edy, obrigou Leandro limpar o pouco que  respingou, o chamava de corno  inútil,   em seguida direcionou  limpar a rola dele em nossa frente, em seguida esfregou seu rosto na porra escorrida pelo corpo de Cidinha.

Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo. 

Observando, revivem experiências similares com Edy, a rola negra  não me agradava, não sei explicar os motivos, nunca experimentei  e me tirava o tesão. 

Retornamos para nossa suíte, nos arrumamos e fomos embora. Ficamos um tempo parados próximo a casa de Cidinha aguardando sua chegada, Sérgio se despedia indo embora e se desculpando com Edy pelos desentendimentos. 

No carro, implorava desculpas a Edy antes dele começar a surtar. Chorei, fiquei muito péssima, recordei a narrativa traumática que passou com sua ex (A RAINHA E SEU MACHO ALPHA) Edy não ficou sensibilizado, não surtou, ficou pensativo, quieto, atitudes que eram pior que eu levar uma surra. 
Tentei reverter oferecendo ele transar  com Cidinha na minha frente, pelo olhar de Edy foi a pior merda que falei. 

Edy perguntou por que eu estava com medo de Ulisses, se ele tinha feito algo que desconhecia.
Sem graça comentei a repulsa de não gostar de ver uma rola preta, achava esquisita, estranho, não agradava . . . 

Edy interrompeu minha fala rindo e me chamando  de puta seletiva  
Ligou o carro e foi até a porta de casa sem falar nada. Deu uns beijos ardentes, desceu abrindo a porta para sair, acompanhou até o portão, outro beijo passando a mão em minha buceta, e foi embora.  

Deixou-me totalmente confusa com tal atitude, a educação, não brigou, não surtou.  Deitada recordava a loucura realizada, peguei no sono rapidamente e tive um sonho mais louco, até parecia realidade. Sonhava estar namorando Cidinha, era como voltar ao tempo nos momentos que estive com Kátia.  No final Cidinha era esposa de Edy, eu uma amante do casal. Acordei até com dor de cabeça desse pesadelos.


EDY: 
Após Edna sair de casa, o clima ficou instável e insustentável. Falei que ia atrás dela e Lúcia veio comigo. Passamos próximo da casa de Cidinha e fomos para minha casa. Lúcia estava nervosa descreveu o nível da briga,  passei a ter Lúcia uma forte aliada disposta a adestrar a "sobrinha rebelde" .


De um dia familiar ao prazer. Ao deixar  Edna em casa, encontrei com Cidinha e Ulisses no caminho. Conversamos um pouco, elogiaram o local e queriam uma nova oportunidade de sair, agora sem Sérgio e Leandro. Ulisses elogia a conduta geral e objetivo queria saber se rolava uma troca de casais. Reafirmava que não curte ser "corno" ou voyer , mas uma troca de casais é bem vindo. 

Respondi que dependeria das meninas, vamos aguardar nossa próxima saída.  Cidinha discretamente seduzia-me , eu respeitando Ulisses despedi e fui embora.

Fiquei muito chateado saber que Edna contou meu segredo pessoal e confidencial a Cidinha e provavelmente Sérgio e Ulisses sabiam. 

Não estava preocupado por outros saberem, foi uma quebra de confiança,  tornou incerto trilhar com Edna. Conversei com Lúcia o ocorrido, onde até então seria a única a saber. Sim a boca aberta da Edna havia contado para a tia em uma de suas conversas confidências entre elas . 

Passaram os dias , Lúcia estava muito irritada com Edna. Quebrou o elo de confiança em não relatar nada sobre o que ocorreu com Nelson.

Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava,  permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu  procure outra mulher. 

Edna estava a um passo de ser catapultada de minha vida





Ref.: 1998 #0040
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 21 de abril de 2026

ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS

Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.


Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy  diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo. 

Imaginei absurdamente Edy com minha mãe (ECA) ,  e muito pior, no decorrer do dia tinha recaídas desejando estar com Edy por mais Filha da Puta fosse comigo. 


Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.

Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
-"Está preparada para assumir riscos?" 

Nesse momento meu lado puta ativou, o beijei agradecendo o conselho e refiz a mesma pergunta. 
Wagner citava elogios a minha pessoa e ao meu lado prazeroso, bucetinha quente, molhada, mulher muito fogosa.

Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
. . . e se engravidar o "corno" assume, (risos). Pedia desculpas pela brincadeira, eu ia aos orgasmos naquela pegada e no pau gostoso que ele tem. 

-"Me chama de vagabunda, de puta." dizia e Wagner correspondia além. Virou-me de bruços e comeu meu cu com vontade, ardia de prazer, o vai e vem estilo garotão, enterrava, eu urrava.


Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando. 

Vagner queria se aprontar e irmos embora, comentei que desse jeito estava me fazendo sentir uma puta. Foi grosso com a resposta dizendo que era o que eu mais gostava de ser (risos) comentou em seguida que não podia dar motivos para Marisa desconfiar.

Esperava algo mais carinhoso, mas ele estava certo independente da desculpa envolvendo  Marisa, o prazer de tal sentimento como puta, agradava, me dava mais prazer para o próximo cliente.

Próximo de casa, Cidinha, Sérgio e Leandro, pedi para Vagner me deixar e fui ao encontro deles. Cidinha discretamente olha com risos, cochicha em meu ouvido me chamando de verdadeira pistoleira tirando suas conclusões. Os rapazes foram embora e ficamos conversando. Tinha uma pergunta me incomodando e fiz a Cidinha:
 -"E se engravidar..." 

Interrompida por Cidinha
-"Vira essa boca pra lá." batia 3x em uma madeira. 
Me chamava de louca e sem noção
-"Se ficar grávida é culpa sua que não se cuidou oras..." respondeu grossa me dispensando 

Chegando ao final da rua, Sérgio estava à minha espera. Fomos à sua casa, estava sozinho, deitada aos beijos no sofá, Sérgio coloca a calcinha de lado e chupa minha buceta.
-"Porra, gosto de camisinha. Tá metelona heim !!?!?! citava meio bravo
-"Nunca chupa, quando chupa reclama, tem sorte que é gosto de camisinha..."

Com Sérgio, quando ficava bravo  era somente o momento, voltava ao humor,  queria saciar desejos me possuindo, perguntava onde estava o "corno meu" , eu mandava calar a boca e parar com isso. Fodia gostoso minha buceta, tão logo fiquei de quatro e fiz questão dele comer meu cu arrombado.

Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo  e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais. 

Em casa, tomei  um banho batendo uma e pesando mil formas de prazeres. Sentia minha buceta inchada desejando mais sexo, estava me sentindo uma dependente sexual. 

Na parte da tarde meu tio Nelson passa em casa procurando por minha tia Lúcia, perguntou de meus pais e disse que ninguém estava  em casa,  talvez tenha ido na casa da vó. Nelson andava pela casa, foi até a cozinha, tomou água, caminhando pelo corredor na porta do meu quarto, Nelson lascou um beijo em mim, percorrendo meu corpo todo.

Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.

Entrei molhada no quarto, sendo beijada, despida, chupada. Chamava Nelson de louco, tia Lúcia vai nos matar se souber de algo.

Mandava eu calar  a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.

Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam. 

Nelson me posicionou de 4 na cama, seguia me fudendo por inteira, gozava e urrava naquele pau. Nelson começou a massagear meu anel, eu não queria fazer anal, estava em casa e o dote assutava um pouco.

Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.  

Nos beijamos, elogios, uma rápida limpeza pelo quarto, Nelson pegou tudo que comprometeria ( embalagem de camisinha, camisinha usada) colocou em  uma sacola de mercado para jogar pelo caminho.  Nos comprometemos com esse assunto ficar em alto sigilo, o levei até o portão, caminhando trêmula e toda ardida. 

Ardida e com o perfume de Nelson na pele, deitei refletindo a realização. . . 

Mais tarde  todos em casa, chega Edy chamando para sair, não estava muito afim. Estava em outra sintonia, estava ainda sentindo a transa com Nelson pelo corpo todo. 

Acabei aceitando para não ficar pensando besteira em casa. Fomos a uma cantina italiana em Sto André, chegando lá Edy pede mesa para 4, não demorou chega Noeli e Antônio. 

Todos com cara de  peroba , por que pau era pouco pelo  que ocorreu. Noeli sentada ao meu lado de frente a Edy e Antônio a minha frente, muito esquisito isso né? 


Conversas diversas rolavam, Edy observava geral e eu a ele. Noeli questiona como foi sair com Antônio, direta comentava para não ficar sem  jeito que todos na mesa não tem culpa no cartório, segui se justificando ter saído com Edy uma vez que não estávamos juntos. Teve uma pequena pausa e retomou confirmando que tinha permitido Antônio sair comigo, citava ser uma forma de minimizar a culpa. 

A conversa rolava ao pé do ouvido entre eu e ela, os rapazes ficavam com as conversas deles, pelo que observei seguiam grandes amigos sem arranhões. Em certo momento precisei ir ao toalete, Noeli se levantou indo junto. No caminho um lindo jardim de inverno no ambiente, apreciamos a decoração seguindo com as conversas, Noeli um tanto diferente, encarando e observando minha pessoa. 

No banheiro com a maquiagem retocada, pronta para sair, Noeli trava a porta e lasca um beijo longo em mim, beijo segurando meus pulsos a qualquer reação


-"Queria sentir porque você é especial para Edy." - sussurrou em meu ouvido
Foi uma mistura gelada de tesão, emoção, ódio e traição, fiquei estática por tal ação. 

Noeli perguntava se estava bem, eu somente gesticulava que sim. Chegando a mesa, conta estava acertada, os rapazes conversando alegremente. Fomos saindo apreciando o ambiente, Edy apontou onde estava o carro e percebi que votariam conosco. Próxima parada, casa de Noeli.

Ao chegar lá, por insistência entramos, Noeli me chama para a cozinha deixando os rapazes na sala. Pergunta se achei ruim o que ocorreu. Desconsertada dizia para imaginar....

Noeli pegou em outro beijo pela cozinha, desta vez mais ousada, percorrendo a mão em minha buceta. Edy e Antônio presenciam a cena me deixando sem graça. Edy se direciona a Noeli, percorre a mão pelo corpo dela e a beija. 


Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter  a mão na cara de Edy.  Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial. 

Noeli segurou minha mão e chamou para o banheiro, pedindo para os meninos esperarem comportados. Nuas no banho, Noeli dava aula de sedução em mim, me fazia sentir uma pivete, na minha cabeça vinha uma mistura de desejos e arrependimentos realizados.


Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy.... 

Relembrava jogos prazerosos e  perigosos de Edy me realizando submissa tempos atrás, o adestramento em minha mente, um condicionamento de aceitar, cedendo Edy a Noeli.

No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele. 

Condição quebrada quando Edy colou Noeli para me beijar enquanto chupava a buceta dela, Antônio observava nos beijando e dedilhava uma siririca em mim, depois começou a chupar minha buceta. Tão logo Edy colocou Noeli de quatro, penetrando em sua buceta no pêlo. Antônio repetia o mesmo após colocar a camisinha. 


O ambiente começou a ficar quente em todos os sentidos, nós duas gemendo e sendo surradas na rola de nossos homens. Ousadamente deitei Antônio e subi cavalgando em sua rola, tão logo untava meu próprio cuspe em meu cu, tirei a rola de minha buceta e quiquei com o cu no dote de Antônio que deslizou gostoso, não realizei pelo prazer e sim para ocultar o sexo anal realizado por Nelson. Gemi gostoso com a enterrada controlada por mim sentando até o talo em seu colo. 

Antônio me posicionou de quatro, e socando meu cu,  Edy realizava Noeli que urrava loucamente até descarregar  seu gozo dentro dela, permaneceu ali deitado um sobre o outro por instantes.

Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la. 


Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.

Enquanto os rapazes se limpavam no banheiro, Noeli perguntava se estava tudo bem comigo.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.

Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ? 
-"Sempre que desejar." - respondi

SIMMMM , fiz a enorme besteira de  conceder novas realizações. Eu não pensava muito bem quando estava com tesão, não media consequências ou reações colaterais, atitudes essas que Edy não gostava.

Retornando para casa, Edy para em sua casa, adentra comigo e lá me beija loucamente, me deixa nua pela sala, me possui como um cachorro no CIO, fui chupada, possuída e bem fodida, nada de meia foda, xingada, e tomando uns tapa no rosto de forma moderada, gozava muito até sentir o calor do leite de Edy despejando.

A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte. 

Edy me deixou em casa, toda aquela cena de bom namorado na frente de meus pais, no íntimo meu corpo ardia de tesão, queria meu banho, meu momento. 



EDY:
Leitores, ao mergulharem na narrativa de Edna, é natural que pensem tratar-se de ficção, coincidências demais, encaixes improváveis, detalhes quase perfeitos. Mas não. Tudo aconteceu. Cada movimento foi silenciosamente orquestrado, nos bastidores, no exato momento em que Edna decidiu ligar para Wagner.

Wagner, amigo de longa data, estranhou o contato inesperado. Ainda assim, alinhamos rapidamente o que viria a se desenrolar exatamente como Edna descreveu, sem que ela sequer suspeitasse da engrenagem por trás dos acontecimentos.

O que para ela parecia acaso, para outros já era um roteiro em andamento.

Antônio e Noeli surgiram como peças que se encaixaram com precisão. Não foram apenas coincidência, foram catalisadores de desejos já existentes, oportunidades disfarçadas de encontros casuais.

Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.

Havia mais em jogo do que simples encontros.



Liguei para Lúcia e comentei que estava ocorrendo, ela somente disse se eu estava pronto para o que poderia a vir na sequência e consequências

A relação entre mim, Lúcia e Nelson já não era mais a mesma. Avançava, se transformava.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.

Ou ao menos, assim parecia.

Naquele dia, Edna viveu algo maior do que imaginava. Uma realidade cuidadosamente construída ao seu redor. Sentia-se no comando, intensa, poderosa, dona absoluta das próprias escolhas, sem perceber o quanto tudo já estava em movimento antes mesmo de sua decisão.

Mas agora fica a pergunta que realmente importa:

Diante de tudo que viveu…
até onde Edna está disposta a ir?

Aguardemos…


Ref.: 1998 #0039
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terça-feira, 24 de março de 2026

DIGA COM QUEM ANDAS...

Entrar em casa depois de uma aventura de prazeres e dar de cara com Edy, sentado na sala ao lado da minha família, me congelou por completo.

Foi aquele tipo de congelamento que denuncia, o rosto fala antes de qualquer palavra, escancara que você estava exatamente onde não deveria. Minha vontade era mandar todo mundo embora dali, varrer aquela cena da minha frente. Ao mesmo tempo, eu precisava manter a compostura e honrar minha palavra com o Dr. Gato para a próxima consulta.

Vesti uma expressão neutra, quase insolente. Com a maior naturalidade possível, pedi que aguardassem, disse que já voltava e fui direto para o quarto. Tomei um banho tentando organizar os pensamentos, mas era inútil: tudo voltava àquela consulta ousada. Ainda sentia o gosto dele na minha boca. Meus pensamentos, soltos e quentes, foram interrompidos pela batida na porta, minha tia entrou sem esperar resposta.


Ela começou a falar sem rodeios. Contou toda a articulação que fez para que aceitassem Edy e para que ficássemos juntos. Esperava entusiasmo da minha parte, não encontrou. Meu silêncio a incomodou.

-"O que está acontecendo com você?"

Respondi de forma superficial, dizendo que estava saindo com alguém, um peguete,  uma mentira dita com uma naturalidade que até me surpreendeu. Nem consegui concluir. Ela me cortou, desmontando qualquer tentativa de simplificar a situação.


Não fazia ideia da proporção que aquilo tinha tomado.

Segundo ela, eu estava “falada” no bairro. A nova “galinha”. Citava nomes tipo Cidinha, Maria,  histórias que eu nem sabia que tinham se espalhado. Falava da preocupação dos meus pais, do peso dos comentários. Perguntou, ainda, se eu estava andando com uma tal de Carla. Nem sabia quem era.

A conversa foi interrompida pela voz do meu pai chamando da sala, impaciente com a demora. Estranhei ele ter se afastado, deixando minha mãe sozinha com Edy.

Na sala, todos reunidos, meu pai tomou a palavra. Falava com cautela, mas cada frase vinha carregada de intenção. Comentava sobre o que andava acontecendo no bairro, sobre meninas ficando mal faladas… e, com um olhar direto para mim, reforçava a importância de saber com quem se anda.

Sem rodeios, perguntou se nós realmente queríamos um namoro sério.

Defendeu minha imagem, disse que eu não era “mulher rodada”. Sorri por dentro, quase ri alto. Impôs condições: se fosse algo sério, que não se arrastasse por anos. Nada de namoro longo, no máximo dois anos. Depois disso, união.

Por dentro, eu vibrava. O consentimento da família me excitava de uma forma quase indecente. Edy sorria, com aquele ar de cafajeste que me desarmava completamente. Meu lado mais instintivo despertava, meu corpo respondia, quente, pulsante.

O horário avançava. Meu pai encerrou a conversa, praticamente me empurrando para me despedir de Edy.

Na garagem, longe dos olhares, não me contive. Beijei-o com intensidade, deixando a mão deslizar até o volume que endureceu imediatamente sob meus dedos. Sussurrei no ouvido dele o quanto aquilo tudo me deixava feliz. Ele respondeu da mesma forma, palavras baixas, sorriso satisfeito.

Ao voltar para dentro, indo em direção ao quarto, encontrei minha mãe e minha tia com uma guia médica nas mãos.

-"Por que você não vai mais ao ginecologista da família?"

-"Não quero ninguém interferindo no que faço ou deixo de fazer ." respondi seca, quase agressiva.

-"Eu vou acompanhar você..."

-"Quem vai comigo é o Edy. Meu futuro marido"  interrompi, firme.

O silêncio que se seguiu foi quase palpável.

Minha mãe me olhou, espantada. Minha tia olhou para ela, depois para mim, e abriu um sorriso contido, orgulhoso. Minha mãe saiu do quarto sem dizer mais nada. Minha tia, ao contrário, me aplaudia com gestos discretos, visivelmente satisfeita.

Naquele instante, senti algo mudar dentro de mim. Como se estivesse, finalmente, tomando as rédeas da minha própria vida.

No dia seguinte, fui trabalhar radiante. A mudança era visível, leve, elétrica. Segui as recomendações de Edy: ignorei qualquer possível problema no trabalho. Nada importava mais do que o almoço que tinha marcado com ele.

Mal via a hora de reencontrá-lo.

Conversávamos sobre planos, futuro, próximos passos. Eu estava envolvida, quase boba de felicidade. Mas havia algo diferente. Edy ainda era aquele homem provocante, confiante…

...mas não demonstrava o mesmo desejo de antes.

Foi então que Antônio e Noeli passaram por nós.

-"Tá sumido, “Lobo Mau”. Deixou saudades lá em casa." disse Noeli, rindo e cutucando Edy, sendo contida por Antônio.

-"Fiquei curiosa!!"  comentei, observando.

-"Besteira dela."  cortou Antônio rapidamente.

Deixei passar, mas aquilo ficou martelando. Marcamos de sair no fim de semana. E, sim… minha curiosidade só aumentava.

A primeira vez com Edy depois desse intervalo foi… frustrante.

O beijo não tinha a mesma intensidade. A pegada estava frouxa, desconectada. A tensão cresceu rápido e acabou em discussão. Ele reverteu a situação de forma abrupta, me calou com beijos fortes, reacendeu o corpo com uma pegada firme… mas não gozou.

Aquilo me irritou profundamente.

-"O que está acontecendo?"  exigi.

Ele não rodeou.

-"Você foi muito promíscua na minha ausência. Quero um check-up completo."

Senti meu sangue ferver.

-"Está me chamando de vagabunda? Em todas as vezes usei camisinha!"

A discussão escalou, mas algo me fez frear. Lembrei da consulta com o Dr. Gato. Respirei, engoli parte da raiva.

Expliquei que já tinha um retorno marcado e que a presença dele seria necessária.

A mudança foi imediata.

Edy se acalmou, pediu desculpas, mas manteve o discurso sobre cuidado e responsabilidade. Não estava totalmente errado, e eu sabia disso. Ainda assim, eu não tinha sido completamente sincera na consulta.

E, no fundo, uma dúvida crescia silenciosa: eu pagaria para ver até onde ele realmente suportaria meus desejos…


...ou se, em algum momento, tudo aquilo iria ruir.


Ref.: 1998 #0036
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE

 
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy. 

Em reuniões de família perguntavam sobre Edy, e o elogiavam como partidão, pena que não estão juntos, e vinha sempre alguém tirando vantagem para apresentar a tal pessoa, nesse momento subiu uma raiva, pura hipocrisia. Pior foi minha mãe elogiando Edy e comentando eu ser imatura para um homem daqueles. 
Sem malícia e experiência não captava os olhares e desejos ocultos das mulheres naquele momento. Minha prima Gi chegou  de forma discreta perguntando se era verdade, estaria namorando escondida ou era amante ?


Estranhei a pergunta por ela estar noiva, com data de casamento e tudo mais, me irritei a colocação de ser amante, e questionei:
-"Como assim amante?"

Respondeu que  viu Edy com uma mulher de mais idade, achei que poderia ser a mãe dele, mas como era oriental e a forma que se tocavam....
Nossa, mil coisas passaram na minha cabeça, a Japa Zaroia filha da puta atacando, subiu um ciúmes e uma dor de cornuda acentuada, aquela que você não quer acreditar que é verdade. Respirei fundo, mantendo o controle e falei para minha prima
-"Que vocês façam bom proveito daquele traste." , e o que não esperava foi Gi o desejar.
-"Quer dizer que posso sair com ele que não será problema?" 

Engoli seco, falei para aproveitar bem, fui dispensando, saindo pisando duro (birrenta), dando às costas indo para casa a pé.



A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera.  Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta. 

Típica de adolecente, chorando pelo caminho, me tranquei no quarto com aquele ódio, nervosa, logo em seguida alguém batendo na porta, era Gi, xinguei mandando ela ir embora e insistiu, falava que minha mãe mandou ela ter vindo para saber se estava bem.

Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.


Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito. 


A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão,  apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso,  vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.


Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua. 
-"Tá com o rosto cheirando buceta sua puta sem noção".  Era algo mais ou menos assim que escutei dela
Citava que não nasceu para ser chifruda e muito menos chifruda de mulher, voltando a levar mais uns tapas e arranhões. Engoli o choro, deixada na porta de casa, entrei calada, Kátia saiu na arrancada chamando atenção de meus pais, que só observaram eu entrando e me tranquei no quarto, ardida, dolorida e muito P da vida

Quando encontrei com Edy, estava cega de ódio, não queria escutá-lo e com isso entrava em um novo looping de erros, ataques e novas brigas.





Fiquei assustado com o surto de Edna, sem saber os reais motivos. As coisas saiam fora do planejado e muito além do que imaginava.
Por trás de Edna sem seu conhecimento eu mantinha minhas amizades prazerosas e realmente vivendo, avaliando em seguir ou não com a relação. 

Kátia reclamava de Edna, descrevia uns fatos ocorridos envolvendo outra garota, sua prima Gi. Kátia insistia que precisava de algo mais intenso para desabrochar Edna ou dispensar de vez, porém Kátia poderia estar minando a real situação, visto que em momentos sós, descobri que está interessada  em firmar uma relação comigo. Rever algo que rolou no passado, para mim não daria certo, conheço o temperamento e de quem ela realmente ama.  


Reencontrar com minha ex-donna "Sra Min",  foi algo que não esperava, assuntos pendentes e mau resolvidos no passado, eu já tinha dado como encerrado, mas Ming não, Domme das antigas leva regras a sério, e queria resolver da forma dela.

Com Silmara grávida estávamos testando limites do corno do Matheus e claro Edna surtou em tal possibilidade de eu ser o pai  quando ficou sabendo.

Sim caros leitores, surgiu o imprevisto de Gi ter me visto com uma oriental, mas não era Silmara e sim Sra Min, que gerou um grande confronto quando Edna veio tirar satisfação. 

Noeli noiva de Antônio, nos cobrava atitude de algo prometido rs rs rs, eu a via como uma caçadora determinada, sabia que ela tinha um fixo com permissão de Antônio, era meu sonho ter essa confiança que eles tem, em eu ter com Edna. 



Comer Noeli com Antônio junto foi surreal, Noeli quase teve um treco por  inúmeros orgasmos e adrenalina do prazer quando recebeu uma DP, depois eu a cortejei me deliciando nos lindos e adoráveis pézinho,  a ousadia dela foi tanta que em determinado momento quando Antônio foi tomar banho, ela pulou em cima de mim envolvendo ardentes beijos, e sussurrou:
-"Serei toda sua, me assuma ser sua mulher...." ".... é só dizer SIM."


Deixei a resposta no ar, minha amizade com Antônio é algo de irmão e Noeli mau sabia de nossos segredos, e se soubesse, será que ela aceitaria tanto eu como ele? 
Noeli seguia provocativa, eu estava perto de jogar a toalha, eram inúmeras tentações que apareciam. 
Era mulher casada, era mulher na empresa, na linha de produção, fornecedoras em reunião estendiam a conversa para algo mais íntimo, até reviver amigas do passado. 
O tesão falava muito alto, a carência submissa e o adestramento afloraram, me rendia a Ming a quitar qualquer débito que tinha com ela, isso ela sabia como cobrar e bem cobrado. 

Para o melhor entendimento dos ocorridos, Gi tinha me visto com Sra Min andando pelos corredores de um estabelecimento, na real estavámos comprando itens para o andamento de parte da dívida rs rs rs  e por estar dando atenção a grande Rainha não percebi Gi a volta, gerando o desconforto com Edna.

Quando encontrei com Edna já estava mais adestrado, querendo me abrir com ela, mas ela estava no fervor da raiva causado pelo telefone sem fio de Gi. Até explicar que focinho de porco não é tomada a coisa ficou feia, não bastou o final de semana entre mulheres, Edna voltou com sede de vingança, cometendo um erro que na mão de Kátia implodiu dentro da casa de Edna diante de seus pais.

Gi veio falar comigo em uma possível, determinada seguia meus passos a distância, a determinação dela me encantou, pois eu não cai na conversa dela que foi ao acaso. Fiquei mais preocupado quando a irmâ de Gi também começou a realizar insinuações, esta foi mais fácil dispensar, casada e com fama de pistoleira, era problema na certa.

A frequência de encontrar Gi pelo caminho demonstrava desejo, objetividade em realizar algo e dei espaço para entender a ousadia dela até onde ia. Em uma das oportunidades de encontro, se ofereceu para aproveitar a noite e nos conhecer melhor.


Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Eu quero dar para você, quero sentir um homem de verdade me fazendo mulher." 

Ouvir isso foi deixar meu pau estalando ainda mais, e complementando que ainda era virgem....


Gi, ousada abria o verbo em tudo que pensava, observava e que os familiares julgavam pelas costas um do outro. A deixei no carro para comprar umas camisinhas e lubrificantes íntimo, quando retornei ela já estava semi nua, a chamei de louca e ela ria, chegando no motel Gi parecia uma cadela no cio, estava numa ansiedade sem tamanho, tive que ir contendo ela para um clima, a despi por completo e fomos para um banho.

No banho Gi aliviava todas as carências que sentia, essa garota fazia mágica. Questionei sobre a virgindade dela, respondeu sério que era virgem, só tinha realizado sexo anal com o noivo e um primo, respondia me olhando com cara de safada, completava, o primo que te fez corno com minha prima. 

O beijo molhado dela, os bicos do seios de forma reversa, raro em mulher e aprecio muito, arrepiava ela toda a deixando molhada antes mesmo de chegar com a boca em sua buceta. O aroma de sua buceta, o néctar de seus fluídos faziam eu perder todas as razões e me dedicar a ela, ao momento esperado. Com expertise esfregava a cabeça da rola em sua buceta, gozava sozinha pelo toque, pele com pele, Gi implorou para possui-la no pêlo, e não gozar dentro. O seu desejo foi era uma ordem, fui cauteloso e penetrando conforme sentia seu conforto.


-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo. 

Escorria lágrimas de emoção em seus olhos, envolvidos aos nossos beijos, senti a verdade em Gi por seus comportamentos em suas palavras ditas. Não demorou começou uma ardência na rola e na buceta da Gi, tão logo o pau saia todo vermelho, voltamos para um novo banho e lá Gi me abraçou chorando, agradecendo. A felicidade dessa mulher foi contagiante, queria entender ela ainda mais, preferi deixar no ritmo dela. De volta a cama, rolou trocas de palavras, carinhos, admirações e etc. me senti bajulado.


Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
-"Come meu cu, quero sentir você dentro de mim."

Não perdi tempo e ao mesmo tempo comprovava o quão estava arrombada no cu, o pau entrou com pouca dificuldade e tão logo já estava com o pau enterrado até as bolas.
-"Me bata, me bata como homem." implorava gemendo "Me xinga!!"

Não perdi tempo e esquentei a bunda com uma ardente palmada que curvou-se toda, segurei pelos cabelos a chamando de cadela vadia. 


Sem dó enterrava e socava o pau naquele rabo, Gi se entregava como uma profissional do sexo. Me contive mesmo com ela implorando para gozar, tirei o pau, a camisinha e enfiei na boca dela segurada pelos cabelos e a fiz tomar todo o leite, lambuzando todo seu rosto. Me fez beija-la toda gozada por mim, acabei até limpando seu rosto e ganhei sua total admiração.


No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).

Essa entrega rendeu risos, piadas e muito ciúmes em Edna. A própria recepcionista acendia o braseiro. 

Tal ditado: "Quando você está só, não aparece ninguém. É só estar comprometido que as tentações aparecem."


Ref.: 1998 #0029

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PAI É QUEM CRIA

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