CAMINHO AMARGO
Colocar Edna na coleira foi a escolha certa, adestrar o seu lado rebelde e promíscuo, pois se deixar sem controle vai se perder. . .
. . . o tesão dela fala alto, mulher insaciável, sem experiência e negligente total ao próprio bem estar. Sentir na pele como é ser magoado, será um passo cirúrgico, preciso e necessário. Expor reais ocorridos que ainda não tem conhecimento, expondo ela como a verdadeira causadora, é andar de mão dadas ou tchau !!!
No meio de todos esses pensamentos estratégicos, ocorria a imprevisibilidade dos pais de Edna, trazendo a tona o retorno de Daniel na relação. Os laços entre as famílias eram fortes e faziam de tudo para conciliar o retorno e um futuro casamento entre seus filhos. Edna se rendia ao cansaço psicológico exercido pela família e vinha com conversas e propostas desconexas, somente ouvia, ignorava. . . .
Com Edy priorizando o trabalho, ignorada, voltava para casa e me deparo com Daniel e sua mãe junto com meus pais, aquela papagaiada para ser intimada a reatar a relação e blá blá bla. Aquilo era o limite, me sentia acuada, assumi mimada, enxergava de outro ângulo o quão era "incapaz" de ter decisões próprias. Engoli a seco a conversa toda com cara de paisagem, sai da sala com minha mãe na minha sombra, mau entrei no quarto, minha mãe passava o sabão em mim. Aquela pressão toda me irritava, meus pensamentos se misturavam entre Edy, prazeres intensos, ciúmes por ele e uma vida cotidiana com Daniel, eram mundos distantes e diferentes, que futuro me aguarda?
No dia seguinte, chamei Edy para uma conversa séria, relatei o ocorrido e riu de minha cara esfregando tudo que já tinha previsto e piorei ainda mais quando sugeri o absurdo.
"Vou aceitar casar com Daniel, depois de um tempo você ou ele me engravida, outro tempo depois peço a separação e ficamos juntos". Resumidamente essa foi a proposta de desespero que passei a Edy, era uma forma de ter paz da pressão da família.
"Vou fingir que não escutei, decida o melhor para você, e não por mim, eu sei me virar e me cuidar". Resposta curta e grossa de Edy. Corri atrás dele convencendo que era sugestão, não sabia mais que pensar, era desespero tal sugestão. Me humilhei diante de Edy para me ajudar, somente ele poderia me ajudar, implorava para ele casar comigo....
... vinham as lágrimas, perdi a noção de raciocínio. Edy me abraçou, sussurrou algo em meu ouvido, não entendi nada, somente concordei.
Ao encerrar o expediente, saímos de encontro ao que Edy citou como parte da solução. Fiquei muito mais calma e ao mesmo tempo curiosa, estava desencanada com Edy, sua capacidade em soluções rápidas no trabalho e vida pessoal é ponto de minha admiração por ele.
Chegamos em uma residência, recebidos por um baixinho ( Valdir, idade similar a Edy ) , brincadeiras a parte entre Edy e Valdir vinha a nosso encontro uma Loirona alta Célia, já abraçando Edy com muita intimidade, sendo eu apresentada sobre risos como "garota problema" me deixando envergonhada, entramos, Edy pedindo licença me levando ao banheiro.
"- Tome um belo de um banho e retorne para a sala nua." Edy infantizava "- NUA ENTENDEU?" Autoritário apontando o dedo em meu rosto.
Balancei a cabeça concordando que "sim", já não tinha mais receios, medos. Observei que o pessoal já esperava por mim, toalha, sabonete, até um chinelo a minha disposição.
Após um banho renovador, com coragem fui a sala nua, meio acanhada e sem jeito, mas com primeiros passos de confiança me sentia até desfilando. Na sala Edy vem até mim, me beija ao mesmo tempo que coloca a coleira em meu pescoço, prende a guia e caminha até o dormitório, Valdir e Célia só observam.
No dormitório uma loira magrela, estatura muito similar a minha nos aguardava totalmente nua. Edy admirava nossos olhares, eu era comida aos olhos de todos, momento em que Edy passa a guia para Kátia, recebe um beijo ardente e pede licença, colocando os demais para fora, trancando a porta ficando somente eu e ela.
No dormitório uma loira magrela, estatura muito similar a minha nos aguardava totalmente nua. Edy admirava nossos olhares, eu era comida aos olhos de todos, momento em que Edy passa a guia para Kátia, recebe um beijo ardente e pede licença, colocando os demais para fora, trancando a porta ficando somente eu e ela.
Kátia me fazia ficar molhada só com seu olhar, sentia o calor de mulher ardente. Me observava por inteira, me rodeava, percorria a mão sobre minha pele me fazendo contorcer. Me pedia para não ter medo, soltava a guia deixando somente de coleira, senti sua língua em meu pescoço seguida de sua mão em minha buceta, sentiu toda molhada e perguntou: "Tesão ou carência?"
Esperava ser possuída e seduzida mediante ao envolvimento, porém Kátia mudava o tom da conversa, com o possível histórico meu passado por Edy, questionava tais comportamentos e atitudes, eu congelei sem saber o que responder
". . . foi o que imaginei" sussurra Kátia em meu ouvido , voltando a pôr a guia na coleira , Kátia senta na cama e ordena eu ficar de 4 e beijar e lamber seus pés. Comentava se fosse eficiente no básico, continuaremos ....
Sem jeito e vocação para fetiches com pés, fechei os olhos e cai de boca buscando atingir o mínimo do exigido, Kátia passava a mão em minha cabeça elogiando e me chamando de "boa cadelinha" , tão logo a guia começou a ser puxada, eu subia percorrendo suas pernas e sem pedir, já estava em sua virilha não demorando caia de boca em sua buceta já molhada, sentir os urros de Kátia era satisfação a meus ouvidos, não demorou, já estávamos nos beijando, esfregando o grelo uma na outra, um calor ardente tomava conta de nós.
Por instantes me sentia em um único corpo fundido ao dela, assim como Edy me realizava, um intenso e marcante tesão, gozamos muito, Kátia em certo momento pede para dar uns tapa em seu rosto, sussurrava em seu ouvido que não tinha motivos para tal, sorriu para mim, se levantou encurtando a guia na grade da cama, limitava meus movimentos amarrando meus pulsos ao tornozelo. Kátia percorria a língua em minha buceta, escorria sem fazer esforço, em seguida adentrou com a língua em meu cu, foi covardia total, fiquei alucinada e do alucinada voltei com a minha bunda esquentando, só me dei conta na terceira esquentada, Kátia chinela minha bunda sem dó.
Acostumada com atos similares a Edy aplicado em mim, entrei no jogo transformando a dor em prazer, Kátia exaltada falava se eu não ia gritar, e lascava outra, nossa aquilo ardia, aos poucos Kátia me soltava os pulso, mas esquentava minha bunda, eu permanecia obediente, submissa a ela. Totalmente solta, guia aliviada, Kátia me beijava intensamente, conduzindo a suíte tomamos um banho juntas, a água ardia minha bunda, nos banhamos uma a outra, carência ou não senti conquistada por uma mulher ( será que estou me entendendo? é isso mesmo? ). Vestida, destranca a porta, a casa toda escura, pega as chaves do carro.
"- Estou responsável de levar você para casa."
Eu somente olhava e admirava - a , sua independência, sair a hora que desejar, aquilo foi com certeza proposital, eu me via querendo estar no lugar de Kátia. Dispersa em observar, Kátia me beijava loucamente na sala.
"- Você agora é minha, espero não ser decepcionada...." Dizia Kátia selando beijos, contínuos
No caminho de casa, Kátia revelava a intenção de resolver os problemas de pressão familiar, assumir que tem namorada, assumir o lado BI de frente para a família . . .
Ref.: 1996 #0023
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET










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