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sexta-feira, 27 de março de 2026

PUTA DE PRIMEIRA VIAGEM

Na empresa as cantadas e muitas delas bem ousadas faziam a minha mente viajar. Um dia no encerramento do expediente, Antônio me deu carona e foi ousado, pegou minha mão e colocou em cima de seu pau que tava duro, ficou me elogiando e seduzindo em palavras, eu ficava toda sem jeito , olhava pela janela do carro e quando voltei a olhar ele, seu pau estava para fora.


Pegou minha mão para segurar e sentir o tesão que estava. Minha buceta estava lambuzada de desejos e minha mente ficava entre Edy e Noeli que seria jogo sujo...

...jogo sujo este que Antonio veio com uma conversa de chifre trocado não dói. Retornou àquele assunto do Lobo Mau, Antônio usou tal informação como moeda de troca para sair com ele, que contaria tudo ou ficar na curiosidade.

Emendei que ele ficaria na punheta e na imaginação, ao sair no carro Antônio foi ousado em me roubar um beijo, beijo de provocação, adoro homem ousado e atrevido. Fiquei com  a buceta lambuzada que ao caminhar me dava mais tesão com o movimento, acredito que tive um orgasmo entre o caminhar e o imaginar.

Dia de retorno à consulta com o Dr. Gato. Nem falei nada do que rolou para Edy, meu tesão estava a níveis que desconhecia, uma verdadeira quenga incorporada em mim, me tornava uma mulher insaciável, oculta aos olhares de Edy.

Devido a consulta me contive com António, Sérgio e o Dentista, minha buceta vinha babando até a esperada hora, me sentia entregue antecipadamente aquele homem. No caminho me abri com Edy sobre a consulta e desejos. Edy não ficou com uma boa cara, percebi que ficou irritado, arrisquei brincar o chamando de "meu boizinho" , que estava falando, sem esconder nada.

Prometia e jurava ser sincera e transparente com ele.  Edy parou o carro, deu umas surtadas, deixei ele descarregar, depois o beijei, sussurrei "eu te amo" , "...sou única e sua" e aparentemente se acalmou, se conformou. 

No consultório a recepcionista estava presente, 15 minutos de espera, o Dr. Gato saiu do consultório com um casal que a mulher mediu Edy de ponta a ponta, até comentei com ele. Disse que foi para mim a flertada.

O Dr. Gato dispensou a recepcionista, ela nos observava como sabia que ia acontecer, de início Dr. Gato só permitiu a entrada de Edy pedindo para eu aguardar. Edy foi instintivo e pediu que eu o acompanhasse, não temos nada a esconder e afirmava saber reais motivo do retorno. Dr. Gato olhou para nós com gesto de impressionado 

Dr. Gato apresentava os resultados dos exames, citava que estava tudo em ordem e que agora poderíamos ir às realizações. E o caldo entornou quando Dr. Gato perguntou qual o valor do programa e se Edy estaria presente ativo ou voyer.

Edy olhou para mim com uma cara, tipo "você agora vai pagar" , não entendi o que seria até Edy retirar do bolso a coleira e a guia 
-"Será dois em um.... Garota de Programa e Submissa como cortesia." disse Edy em tom firme e seguro, olhar fixo com Dr. Gato e sem falar valor.

Edy se levantou e passou a guia com a coleira para o Dr. Gato e disse:
-"3 horas, venho buscá-la."


Dr. Gato abriu a gaveta e passou um envelope para Edy, pegou sem ver nada, Edy somente olhou para mim e saiu sendo conduzido até a saída. Dr. Gato retornou pedindo para acompanhá-lo, peguei a coleira e a guia e levei comigo para aquele ambiente reservado junto a Dr. Gato.

Confesso que a frieza de Edy me deixando lá quebrou meu clima, achei que fez de propósito para eu desistir, mas quando vi Dr. Gato nu me chamando para o banho...


...minha buceta chorou de desejos e desta fez Dr. Gato estava receptivo e ousado, ser beijada por aquele macho tesudo me fazia ter orgasmos .

No banho eu segurava aquele pau em ponto de bala, estava pulsativo e não baixava, e em certo momento abraçada por trás, aquele pau encaixou em minha buceta, uma apalpada aqui e ali , uma reboladinha entrou deslizando....

...tremi de prazer regada de carinho por aquelas mãos em meus peitos e sendo abraçada. Possuída de pé no banho. Dr. Gato percorreu uma de suas mão em minha buceta, acariciou e dedilhou uma gostosa siririca em meu grelo.

Gozei gostoso, saímos do banho e Dr. Gato se deitou no tapete do ambiente e pediu para eu mostrar o meu melhor a ele. 


Gatinhei de quatro até seu pau e o chupei gostosamente ouvindo urros de prazer por parte dele, em seguida subi em seu pau, desci sensualmente, provocativa e comecei a cavalgar nele, com gemidas gostosas, entre uma curvada e  outra, vinha beijá-lo sendo retribuída com abraços e socadas daquele pau gostoso em mim, mordiscava seus mamilos nos dentes fazendo carinho naquele peito.

Em certos momentos ele se continha para não gozar, eu aproveitava provocar até me conteve, me colocando de 4 no sofá. 

-"Que putinha safadinha é você." disse

Comecei a ser currada de quatro por aquele gostoso homem, suas socadas começaram a ficar mais selvagem, eu tremia, gozava infinitamente naquele pau, senti ele untando algo em meu cu, uma pausa, colocou a camisinha e com calma e cautela aquele pau rasgava meu cu, nossa como doeu, Dr. Gato colocava mais gel e seu pau começou a entrar e a sair moldando o rombo em meu cu, com prazer ele abria minha bunda e ver o rombo, narrava como tinha me deixado e ria realizado. 


Me deitou no sofá e pegou eu analmente de frente, estava totalmente a disposição em realizar seus desejos, aliviar em realizações. Peguei sua mão e chupei seu dedo, a safadeza estava em nosso rostos e olhares, ele me deu um pequeno tapa na cara me chamando de puta safada. 

Peguei sua mão e pedi para bater mais forte, bate como homem, e assim ele fez, urrei com o tapa e a socada em meu rabo. Ficamos assim por mais uns minutos e paramos. Dr Gato conduziu ao banheiro, um banho rápido e quando retornei do banho estava com dois drinks à mesa, brindamos. 

Entre bate papo aqui e ali, pegou a coleira e colocou em mim, conversamos e ficou surpreendido em ser adepta ao BSDM / SUBMISSÃO. Não comentei nada, e percebi a enorme besteira que fiz em trazer a coleira e a guia para o quarto. Pensei "EDY FILHA DA PUTA !! ARMOU PARA MIM!!"  Sim, se eu tivesse deixado no consultório, com certeza não estaria nessa posição desconfortável e inesperada.
-"Você gosta de apanhar?" perguntou


Respondi que sim, foi realizando perguntas se já tinha apanhado de cinto, chinelo e fomos conversando. Percebi que conceder  levar tapa na cara, abriu os desejos do Dr. Gato que eu não imaginava.

Ele foi até o armário e trouxe uma sacola com uns acessórios dentre eles uma mordaça de bola, algema e uma raquete de tênis de mesa ( brincadeiras a parte, vocês vão rir, não conhecia o acessório e foi o mais próximo que pude imaginar) Dr. Gato  caiu em risos e claro, ficou algo tipo eu tirando onda dele. 

Ficou  sério quando ele se levantou e deu um tapa de esquentar o rosto ordenando a chupar o pau dele, eu mamava aquela rola com raiva e tesão, isso me dava prazer e ao mesmo tempo me sentia uma vagabunda sem vergonha na cara, mas era por um momento e logo já estava em clima de prazer.


Dr. Gato me colocou de quatro na poltrona, algemou minhas mãos para trás, colocou a mordaça, segurou no meus cabelos e senti a bunda esquentando e duas estaladas seguidas, urrei retraindo e curvando o corpo até começa a escorrer a lágrima dos meus olhos. Aquilo ardia demais, era muito pior que apanhar de chinelo ou cinto.


Veio mais 3 seguidas sem dó, que escorria lágrimas sem conseguir chorar direito,  nem senti o pau do Dr.  Gato entrar, sentia as bombadas forte, soltou a mordaça e surgia uma mistura de choro com orgasmo.

Soltou as algemas e virou-me de frente, Dr. Gato socava com intensidade, aumentava o ritmo, e não era somente ritmo, seguia de humilhação verbal, encarava meus olhos com lágrimas e narrava   meu pai me vendo sendo puta, que era tal mãe, tal filha, isso cortava meus orgasmos e prazeres, tentei sair do pau dele, sentou um tapa em meu rosto me chamando de puta, puta que gosta de ser bem vagabunda com macho, passou a me segurar forte sem deixar eu escapar,  suas socadas ficaram mais firmes e fundas, volte e meia seu pau entrava e saia com folga de minha buceta, foi assim por vários minutos, até que entrou e foi fundo e lá parou e despejou todo seu calor dentro de mim, gozei junto com  a sensação toda. Foram os orgasmos mais estranhos que tive.

Dr. Gato demorou a tirar o pau de minha buceta, nos beijamos ofegantes, seu pau latejava dentro de mim e começou a  amolecer, escorregou sozinho a fora escorrendo seu leite em minhas pernas.


Dr. Gato perguntou e pediu para ser sincero com ele
-"Sua primeira vez como puta?"
Sinalizei com a cabeça meio envergonhada e falei timidamente
-"sim"
Ele riu dizendo:
-"Puta de primeira viagem...."
-"....não me interessa se fazem por fetiche ou por prazer, adorei trepar com você, vou amar ainda mais na próxima vez com seu namorado junto, convence ele, não irão se arrepender." - disse Dr. Gato enquanto pegava minhas roupas e  pedia para me vestir.

Queria ao menos me limpar e tomar um banho... (pensei alto) 

-"Você vai voltar usada para seu namorado, quero que ele me sinta em você" 
Sinalizei que compreendi e fui me vestindo toda ardida e gozada. Edy já estava na porta me esperando. Dr. Gato me deu um envelope e uma sacola com um vestido e disse: 
-"Você é uma aprendiz de  puta muito gostosa, este envelope é seu e espero vê-la por aqui novamente com seu namorado,  e esteja pronta quando te solicitar." disse selando com um beijo.

Beijo de agradecimento, beijo de serviços prestados, pensava assim caminhando até o carro. No caminho eu fazia uma cara de bolacha me controlando e querendo mostrar que tinha capacidade de tomar conta de mim.


Edy parou no caminho para uma conversa, querendo saber o que ocorreu, eu só dizia que conversamos disso amanhã, citava que estava cansada e tinha o problema de horário que estava muito fora do de costume.

Entreguei o envelope a Edy e mostrei o presente que ganhei, era um vestido vermelho, não tinha visto o cartão, quando li gozei involuntariamente.
"Use-o e desfile para seu namordo e futuro marido."

Edy riu de forma suave, me beijou na boca, desejou percorrer sua mão em minha buceta, impedi, olhei e balancei a cabeça de forma de negativa, atendeu minha decisão,  fiquei tranquila, não surtou, me deixou em casa, dei um enorme e ardente beijo segurando seu pau sob a calça, sempre excitado esse meu safado.
-"Te amo, te amo!!"  disse a ele e sem arriscar falar mais que isso. 

Na realidade eu não estava bem comigo mesma diante do que ocorreu. Dentro de casa, tinha a sensação de ser muito vagabunda mesmo e diante do que transitou até chegar em casa,  me sentia mais suave diante dos ocorridos, me sentia menos culpada, porém muito confusa. Tomei um banho rápido para dormir, meu corpo ardia todo até mesmo embaixo d´agua.

Na cama minha mente reprisava os momentos com Dr. Gato, me masturbava e colhia com os dedos o leite que escorria e chupava entre meus dedos, meus desejos aumentavam imaginando Edy junto e por pouco quase gritei no quarto quando gozei. 



Na madrugada, minha mente sempre me sabotava, em sonhos, ou pensando, o comportamento de Edy receptivo com a realização, as cantadas de Antônio, a mistura de culpa e prazer misturadas numa longa noite de sono, sonhos picantes, orgasmos involuntários...





Ref.: 1998 #0037
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

O JOGO DA SUBMISSÃO - Entre a Coleira e o Desejo

O JOGO DA SUBMISSÃO

Entre a Coleira e o Desejo

Reencontrar Edy após a viagem com minha mãe não me assustava mais. Edy sabia que tinha ganhado chifres e só aguardava eu confirmar, só que desta vez foi tudo diferente, por mais que eu desejasse contar, era ignorada, não queria saber do que aconteceu, comportamento frio de uma pessoa calculista. Dias depois minha tia vinha falar comigo de comentários que estava rolando  na família do que aconteceu entre eu e meus primos, tais comentários logo na boca de minha mãe, e chegando em casa com Edy, o barraco foi feito.


Diretamente Edy foi chamado de corno por minha mãe e eu de galinha, piranha, puta e assim vai, rotulagem familiar não faltou. A irritação de Edy perceptível com que estava ocorrendo e presenciando, tomar uma surra da mãe na frente do namorado, classificado de frouxo e corno pelos pais, era muita humilhação no meu ponto de vista, a frieza tomava conta de Edy.

Dia seguinte, Edy me passou o sermão, queria que eu fosse independente de meus pais, me tratava de mimada, relatava sua paciência no limite, eu fingia que escutava. Eu estava sufocada e controlada pelos pais, e em um momento de prazeres transando com Edy , pedia para ele me engravidar, relatava que seria uma alternativa para sair de casa, porém Edy não foi receptivo com essa sugestão, deu a maior broxada sendo uma decepção para ambos o ocorrido.


Reconheço que falei na hora errada, e compliquei a pouca confiança que Edy tinha por mim. Guardava em segredo o tesão de ser pega sem consentimento, a recordação daquele momento durante a noite me fazia ficar molhada e em alguns casos chegar ao orgasmo só de recordar tal ocorrido.

A ociosidade de nossa relação me preocupava, eu tentava me manter comportada, no trabalho olhares, cantadas, conversas e etc estavam aos olhos e ouvidos de Edy, em rédea curta, rendida a submissão. Em um sábado à noite fomos a casa de um casal conhecido de Edy, bairro chique, belo condomínio.

O elevador subiu em silêncio, e eu podia ouvir o som do meu próprio coração, como se cada batida anunciasse algo que eu ainda não conseguia nomear. Carregava em mim uma mistura de curiosidade e medo,  aquela vertigem que antecede o desconhecido. Quando a porta se abriu, o perfume de Sílvia veio antes da sua voz. Delicioso, firme, envolvente, uma mulher encantadora, fixou seus olhares em mim que fiquei sem graça e a ousadia de beijar Edy em selinho me deixou irritada, gelo quebrado por ela mesma pedindo para não ficar irritada que "ainda não tinha arrancado pedaço".


Em seguida adentrava Fábio, um puta homem gostoso, loiro tipo Deus grego, se apresentava e ele me dava um selinho e tenho que confessar que me fez molhar a calcinha. Silvia observou tudo e voltou a comentar "Viu, como não tira pedaço!"

Edy, ao meu lado, mantinha a postura fria e calculada que já me era familiar. Eu tentava decifrar o motivo daquela visita, mas as palavras de Sílvia cortaram o ar com leveza e precisão:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."

Fique sem jeito e acanhada, conversas diversas rolavam, observava como Silvia olhava para Edy descaradamente, não me recordo como chegou a conversa em saber como Fábio a conheceu, e Silvia falou a seco:
"- Eu era prostituta!" 

Tossi, engasguei, cai na risada enquanto todos me observavam seriamente, pedi desculpas, ainda tossindo.

"- Fique tranquila, eu era garota de programa" , citava ela, "- Fabio me tirou desse caminho e hoje sou esposa dele. " completava

A noite seguia com conversas diversas, troca de lugares, ora eu falando mais com Silvia, depois com Fábio, e nessas Silvia retorna com duas sacolas tipo presente entregando a Edy  uma com laço azul e outra vermelho.

Percebo Fabio muito animado  pede licença e se ausenta do ambiente, Edy observa as sacolas e  me entrega a de fita vermelha, recebi com um sorriso enorme de felicidade tipo "Oba presenteee!" quando abri , era uma coleira com guia, fechei o sorriso olhando com cara de tacho para os dois, em seguida entra Fabio somente de roupão com um volume avantajado marcando. 

Edy venho a meu encontro, querendo colocar a coleira, fiz certa resistência quebrada por um beliscão e olhar de repressão, o mesmo fez Silvia com Fábio, porém ele aceitou todo animado.


Para mim a humilhação era grande e ficou pior quando Edy me levou ao banheiro querendo me despir e eu dizia: 
" - NÃO !!"

Edy ignorava minhas palavras , eu resistia em ficar nua até levar um sutil tapa na boca seguido de: 
" - Não quero resistências suas, se dedique para não ficar pior"

Contrariada me despi, Edy pediu para eu fechar as mãos e com fita isolante percorreu pela mão deixando meus dedos imobilizados, colocou a guia na coleira e me obrigou  a ficar de quatro.
"- Isso sua cadelinha, viu como não é ruim !" 



Me fez gatinhar de quatro até a sala sobre a presença do casal que já se encontravam praticamente nu, Fábio já estava posicionado de quatro. Edy me aproximava de Fábio que se comportava como um cachorro, me cheirando, lambendo, eu meramente achava aquilo ridículo sem poder contestar, era somente eu e meu pensamento....

. . . até que a língua de Fábio adentrou na minha buceta, onde começou a lamber, aquele tesão de homem ao meu prazer, estava uma delicia aquela língua habilidosa.  Edy se aproximou e retirou as guias de nós dois deixando somente na coleira, se abaixou e sussurrou para nós. 
"- Se comportem como caninos, sem as mãos" 

Fábio entendia bem o jogo, era perceptível , Edy veio a mim e voltou a dizer:
"- Você gosta de ser igual cadela, que seja e espero que não fique grávida, pois cachorro não usam camisinha" e se afastou com sorriso irônico e sarcástico.

Sentou e falou:
"-Chupa a rola dele agora cadelinha"

Adentrava por baixo de Fábio e via aquele dote grosso, delicioso, lambia e abocanhava o que podia.
Volte e meia desviava os olhos para Edy, e estavam trocando olhares e contatos com as mãos , como casal, isso me subia o sangue e logo que ofereci a ficar de anca exposta para ser retribuída por Fábio, mas aquele frouxo foi de quatro aos pés de Silvia,  e os lambia venerando-a.


Edy me chamou como cachorra para ir ao lado dele, achei que ia me fazer lamber os pés dele também e foi pior, me fez lamber o cu de Fábio, relutei em não realizar, duas chineladas e um olhar foi o suficiente para eu realizar , eu lambia o cu de Fábio e Fábio era direcionado por Silvia a chupar a rola de Edy. 


Sentia Fábio contraindo sua bunda em minha língua, Silvia veio a mim, agarrando meus cabelos e abrindo com a outra mão a bunda de Fábio, ordenava a enfiar bem a língua no cu dele, era muita humilhação, me mantinha firme, mas com vontade de largar tudo e sumir. Chamada de inútil por Silvia, Edy vem a mim e retira a coleira de meu pescoço, passando para Silvia que recebe com largo sorriso.

A festa estava começando, Edy direciona Fábio para se deitar com a bunda empinada no braço do sofá, Silvia abre uma gaveta , abre um pote e começa a passar no rego de Fábio, Edy pega um preservativo na gaveta, coloca em seu pau. Eu não queira acreditar no que estava vendo, Edy cuidadosamente iniciava a penetração em Fábio, Silvia assistia orgulhosa o ato e eu ignorada no canto da sala como uma qualquer.


Eu não acreditava que aquele homem gostoso era "gay" refletia eu e meus pensamentos, Edy fazia Fábio se contorcer de prazeres a cada socada, Silvia deitada a sua frente e  tinha os pés chupados , apreciados por Fábio que agradecia pelo momento.


Tão logo, Edy pegou o pau de Fábio colocando para trás, segurava firme em sua cintura e sussurrava
"- Tu agora vai virar minha menininha" 

Eu nem imaginava o que estava por vir
"- Vai ser a doméstica amanhã aqui em casa..." falava Silvia para Fábio em tom de provocação

Não demorou, Fábio começava a resistir ao prazer e Edy induzia a uma adrenalina de tesão, não demorou Fábio gozava sem se tocar, somente levando rola, O pau de Edy saiu imenso do cu de Fábio. Silvia pegou Fábio e o fez lamber a porra do chão, Edy veio ao meu encontro conduzindo  a limpar o pau de Fábio. Eu estava realizando  tudo de forma automática, submissa sem contestar, meus pensamentos fritavam "que porra estou fazendo aqui?" , limpei o pau de Fábio com a boca que nem consegui sentir o gosto de sua porra. 



Edy e Silvia se retiraram da sala como um casal em harmonia partindo para algo mais quente, Fábio me levantou, tirou a fita isolante de minhas mãos e fomos para o banheiro, minha admiração por ele mudou, aquele desejo encanto, tudo ficou bagunçado na minha cabeça. Angustiada, Fábio me tranquilizava, fazia um dengo no banho e pedia para eu relaxar, ter calma que tudo ia se encaixar . . . 



Suas falas eram muito confiantes, eu questionava e pedia para eu ficar quieta e curtir o momento. Saímos do banho , nos vestimos, fui procurar Edy e Fábio me segurou no braço dizendo que era para deixa-los sossegados que me levaria para casa. 


"- Como assim? eu vim com Edy,. . ." e fui interrompida
"- Eu vou te levar e pronto, se contente que foi somente isso, pegaram muito leve com você". Falou determinado  e foi me conduzindo pelo braço, só vi de relance Edy numa preliminares com Silvia, Fábio me conteve levando para o carro. Era nítida minha irritação, desrespeitei Fábio com algum comentário que não me recordo como ocorreu. Fábio parou o carro, me deu um esporro, me chamou de mimadinha e mandou eu ir refletindo pelo caminho o que tinha aprontado. Voltei calada, pensativa, me sentindo mais forte, não estava mais a chorona. . . 


Ao chegar em casa, Fábio desceu do carro, abriu a porta, um verdadeiro cavalheiro e despediu com um ardente beijos e um cheiro no pescoço que despertou meu tesão, entrei em casa molhada esquecendo o que tinha ocorrido. 
Em meu quarto pensativa, umas das frases de Silvia latejava em meus pensamentos:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
"MIMADINHA"
Dito por Fábio, me sentia humilhada.

Pela manhã ao entrar na cozinha, não tinha dado conta das marcas deixada em meu pescoço, e não era de Edy....
"- Fábio, filha da puta." pensei alto



E foi inevitável meus pais não verem. Viram que tinha retornado com outro rapaz, meu pai fechou a cara olhando param minha mãe, e ela não perdeu tempo. 
"- Será que agora adulta vai ter que apanhar de cinto? É puta agora? " 


Agindo boca dura, respondendo e  enfrentando minha mãe, meu pai não perdeu tempo, levei umas cintadas no lombo e sendo xingada por ele, corri  e me tranquei no quarto deixando falaram até cansar. A dor da surra já não doia como antes, estava eu até rindo com lágrimas nos olhos, pensativa, reflexiva,  não mas sentindo aquela dor de repressão . . . .



Edy tem razão, preciso ser independente . . . 


Ref.: 1996 #0021
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

domingo, 3 de agosto de 2025

CADELINHA DE EDY

 CADELINHA DE EDY

Aos poucos, as ousadias foram acontecendo. Sair sozinha com outro homem? Nem pensar, ainda mais depois de tudo que vivi. Edy era meu porto seguro, transmitia segurança, permitia que eu conhecesse outros homens, desde que ele estivesse presente e não houvesse beijos. Eu o respeitava, sem perceber, tornei-me submissa... e estava gostando. Descobria um novo prazer, adentrando o universo fetichista de Edy.

A Japa Zaroia agora trabalha comigo. Por tudo que aconteceu no passado, eu sentia uma raiva extrema dela. No entanto, devo admitir: como profissional, é uma excelente pessoa.

Certa noite, na casa de Edy, ele me confrontou sobre oficializarmos nossa união. Estava cansado de ver meus pais nos julgando, seja pela diferença de idade, seja por verem a filha deles como uma "puta". Por Edy, já estaríamos morando juntos há tempos. Então, num impulso, entrei determinada em casa e anunciei minha decisão aos meus pais. As brigas começaram, fui taxada de "puta" , Edy de aproveitador e acabou sendo tema de  sessões com a psicóloga. Em uma delas, ela pediu que Edy comparecesse sozinho para conversar. Ele aceitou, mas fez questão de marcar no último horário dela.



No dia seguinte quis saber de Edy o que aconteceu, e a reposta foi irônica em tom de brincadeira
"- Confidencial, sigilo paciente e Dra." , acompanhado de risos e olhar cafajeste.

Fiquei tranquila quanto ao assunto nem tão curiosa, e no dia a dia  compreendi o verdadeiro sentido das frases: “A vingança tarda, mas não falha” e “A vingança é um prato que se come frio”.

Sim, o sentido das frases vieram em certa noite que saímos com a Japa Zaroia, e Edy me chamou à atenção. Citava que era hora de amadurecer e deixar de ser criança, ouvir isso me magoou profundamente. Pior ainda veio após umas brincadeiras intimas que realizei com Osni, um novo participante nos encontros, comentário  broxante ouvir dele que eu não sabia transar, me comparou como “égua barranqueira”, uma mulher passiva, servia somente para ficar de quatro e receber rola. A Japa Zaroia observava de cabeça baixa e  Edy explicava aquilo com ironia, como um termo popular... mas isso me abalava e  segundo Edy é um termo usado pelos homens de interior / sitio que pegavam animais para se iniciar sexualmente ou saciar o tesão, comentava.

Mesmo com Edy reafirmando que gostava do meu jeito, que eu deveria ser eu mesma, aquilo minava minha segurança. Eu era chorona na época, e quando as coisas não saíam como eu queria, ainda mais me sentindo humilhada diante daquela zaroia da Japa. Edy me chamava de “mimadinha”, era o jeito dele de me sacudir para o mundo.

Houveram momentos marcantes, após duas sessões seguintes à ida de Edy ao consultório, tive alta. A clínica foi encerrada, e a Dra. Silvana se mudou para o interior (relatarei isso em outra publicação).

Edy, nesse ponto, já havia me adestrado a outros níveis para experiências mais ousadas. Submissa, passei a frequentar ambientes que jamais imaginaria na minha cabeça ingênua. Numa das noites, encontramos a Japa Zaroia acompanhada de um loiro gostoso chamado Felix. Confesso que fiquei toda molhada só de vê-lo. Não consegui disfarçar meu interesse, e foi nesse instante que a Japa devolveu, com estilo, o chifre que levou. Admito que mereci, fui muito burra, cai um uma grande cilada ocasional. 

Edy percebeu meu desejo e abriu todas as oportunidades que eu desejava. Conversamos, nos apresentamos, e os quatro fomos para um motel. Meu tesão por Felix falava muito alto, ignorando a Japa Zaroia e Edy,  e por ter consentido achava que estava podendo tudo, até beija-lo na boca, beijos molhados, ardentes que proporcionava orgasmos, fui para o banho com Felix, lá era possuída por aquele macho gostoso e entre beijos, no banho me pôs de joelhos e me fez chupar seu pau, a empolgação era tanta que senti aquele pau curvado quase entrar em minha garganta.


Saímos do banho e presenciei Edy com a rola toda enterrada na Japa deitados na cama, discretamente Edy nos observou e beijou a Japa que senti meu sangue ferver, a Japa o envolveu entre suas pernas o segurando com o pau todo enterrado nela, fiquei congelada pela cena, senti o peso do chifre sendo devolvido, com elegência e estilo, nem  senti a penetração de Felix, não consegui oferecer o calor do tesão que desejava, foram algumas bombadas presenciando os momentos mais humilhantes, Felix saindo de mim foi até eles.


A Japa e Edy chupavam a rola de Felix entre beijos e as chupadas, Edy posicionou a Japa de 4 com Felix sentado a sua frente, e a Japa engoliu aquele pau que fez até os olhos de Felix revirarem e eu perdia o tesão congelada no que presenciava. Felix e Edy trocavam de posição, agora era Edy sendo chupado pela Japa, com sinal de Edy me aproximei receosa, me colocou para chupar com ela,  entre chupadas e beijos, Edy me posiciona para ele estimular me com seus dedos em minha buceta, me obrigou a chupar a buceta da Japa com o pau de Felix dentro, não demorou o pau escapava , Felix enfiava em minha boca e voltava na buceta da Japa, nesse instante sai de cena e fui ao banheiro.


Chupar o gozo da Japa me enjoava dava nojo, percebi que estava toda molhada por um tesão estranho,  fiquei um tempo por lá com os pensamentos congelados aos ouvidos dos orgasmos da Japa e dos rapazes comentando algo. Retornando a Japa cavalgava sobre a rola de Edy o beijando e sendo currada em seu cu por Felix terminando de encher o cu dela de porra.

Edy vira a Japa de frente e soca selvagem até encher a buceta da Japa de porra, tirando e ela limpando tudo. Gozei silenciosamente,  Felix me arrasta para o banho, dando uns carinhos , beijos, meu tesão esfriou, congelou e Felix sussurrou: 
"- Cadelinha de Edy", ironizou com um sorriso e um tapa na minha bunda saindo do banho. 


Edy a e Japa estavam prontos, vestidos, a Japa ironizava que hoje o corno do Matheus sentira no paladar o gosto de macho que a mulher dele saciou e  com um sorriso de maldade, Saímos do motel, Edy saiu com a Japa para a casa dela, Felix me levou para minha casa e no retorno buscava  satisfações de me julgar assim de "Cadelinha do Edy", Felix me advertia de algumas regras básicas que envolvem Edy, me dizia que o respeita e achou estúpida a idéia de beijar sabendo de particularidades com essa. 

Advertia-me que Edy não beija outra mulher por estar comprometido e afirmava que eu mesma tinha cavado o problema e que era para eu mesma  resolver com estilo e elegância. Nossa eu era muito lerda, egoísta e ingênua para compreender, a experiência de Edy e demais participantes me fazia uma caloura em trote de faculdade.

Não havia motivos para lágrimas e fraqueza, o reencontrando com Edy no dia seguinte, tomei a iniciativa de me desculpar com ele, não queria saber o que houve depois que saiu e o recado estava dado, prometia que ia melhorar, só pedia um tempo para assimilar as coisas, nossa relação pegava fogo com o diálogo franco e aberto. Edy me elogiou pelo amadurecimento, rápida ação de contornar e o mais importante, sem brigas. 

Confidenciei a Edy o que ocorreu quando o vi beijando a Japa e ao gozo entre outras sensações relatadas acima. Edy ouviu tudo e depois pegou  duas caixas de presente, uma delas uma coleira, em outra um colar bem elaborado, a cara de Edy com sorriso cafajeste, aquele sorriso  que amo muito estampado de alegria. 

"- O colar tem o mesmo significado da coleira." - citava Edy em tom suave, quase sussurrando.
"- Agora você é minha cadelinha. Cadelinha que tem dono."


O significado prático comecei a compreender em novas saídas, novas experiências, um prazer que ao chegar final de semana, já aguardava por intensos prazeres. Voltamos a sair outras vezes com Mônica e Regis, e a cada encontro o prazer extrapolava os limites. Em breve, relatarei algumas dessas ousadias.



Ref.: 1996 #0019
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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