Dias depois, o consultório do ginecologista ligou antecipando minha consulta, Havia surgido um encaixe. O problema era a distância: Santo André.
Longe, bem fora de mão e mesmo assim, fui....
...fui e não me arrependi.
Antes mesmo de eu ser chamada, percebi que o consultório já estava praticamente fechando. A recepcionista se despedia enquanto a última paciente saía acompanhada por ele.
Dr. Gato abriu a porta do consultório e falou com naturalidade:
-"Pode entrar, tirar a roupa e aguardar na maca."
Observei enquanto ele fechava tudo de forma discreta e tranquila. Não havia pressa em seus movimentos, tudo em seu tempo e controle. Quando voltou, começou a conversar enquanto me observava.
Confirmou se eu era indicação de Cidinha e pediu que eu me deitasse na maca. Fiquei ali, aberta no suporte, exposta como um frango assado, enquanto vinham as perguntas clínicas:
Respondi uma a uma. Mas quando chegou em parceiros, fiquei em silêncio.
Ele percebeu. Com um leve sorriso, perguntou de forma direta, porém discreta:
-"Você é garota de programa?"
Eu ri
-"Claro que não, doutor. Nada contra quem seja… mas não sou."
Respondi meio tímida, meio envergonhada, contando superficialmente, e o que vinha acontecendo com minha vida e meus parceiros.
Ele então disse calmamente:
-"Primeiro vamos fazer o preventivo e coletar os exames."
-"No próximo retorno, se tiver um parceiro fixo… traga ele."
Quando terminamos, me aproximei dele ainda completamente nua. Perguntei se havia algo errado e impulsivamente tentei beijá-lo.
Ele se esquivou, se afastou um pouco e disse:
-"Acho que você está com um julgamento errado sobre mim."
Pegou minha roupa e indicou que eu me vestisse.
-"Desculpe… eu só me envolvo com profissionais do sexo. Não quero problemas ou envolvimento com pessoas comuns."
Aquilo me irritou muito. Eu não iria embora dali de mãos abanando. Totalmente nua, ainda exposta diante dele, tomei coragem e disse:
-"Sou uma aprendiz do sexo… louca para aprender mais sobre os desejos dos meus futuros clientes." (Nem lembro exatamente as palavras, mas foi algo assim.)
Senti meu rosto queimar de vergonha. Ele me olhou novamente e dessa vez com interesse. Se aproximou , começou a fazer perguntas sobre minha experiência, sobre meu namorado… se ele era participativo ou passivo.
Respondi direto:
-"Participativo."
Então, finalmente, Dr. Gato me beijou. Sua mão percorreu lentamente meu corpo enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
-"Será mesmo que você é uma aprendiz de puta?"
Fez uma pausa.
E completou, com a voz carregada de desejo:
Terminou a frase gemendo baixo no meu ouvido.
Dr. Gato começou a se despir e me chamou para o banho. Fiquei surpresa ao ver um banheiro privativo dentro do consultório. Chique.
Ali, nus, nos beijávamos enquanto eu apreciava cada milímetro daquele homem. Seu pau crescia a cada toque, a cada beijo, a cada respiração mais acelerada.
O tesão só aumentava. Quando saímos do banho, ele abriu outra porta. Era uma sala reservada: sofá, luz baixa, ambiente aconchegante. Pegou uma bebida no frigobar.
Sentou. E apontou para o chão diante dele.
-"Ajoelhe-se."
Por um momento pensei: Será que o Dr. Gato é daqueles do tipo BDSM? Será que vou apanhar de novo?
Então ele disse:
-"Quero sentir suas habilidades com a boca… e com as mãos."
Fiquei parada por alguns segundos.
-"Mostre como você usa essa boca no meu pau."
Comecei a chupá-lo, senti seu pau encolher. Naquele instante me senti um fracasso. Várias lembranças de transas mal sucedidas vieram à minha cabeça. Foi quando senti a mão dele conduzindo minha cabeça.
Segui exatamente o que ele mandava, senti o pau dele endurecer novamente. Duro, pesado, rígido como uma barra de aço.
Ele começou a gemer mais forte, segurou minha cabeça.
Então usei um truque que havia aprendido no consultório do dentista: relaxei a boca, deixei salivar bastante e fui descendo o máximo que conseguia. Era grande demais, fui até onde dava.
Comecei a subir e descer devagar, como se minha boca fosse minha buceta.
Ele pegou minha mão e colocou nas bolas dele.
-" Isso… agora chupa minhas bolas… continua punhetando."
Eu era conduzida pelas mãos dele.
-"Sobe… continua… faz o seu melhor com essa boquinha."
De repente ele me puxou para cima do sofá, ainda com meu rosto entre suas pernas, enquanto eu chupava, sua mão desceu até minha buceta. Começou a me dedilhar , habilidoso , preciso.
Eu gozei com os dedos dele, em um momento ele levou os dedos ao nariz.
-"Humm… que buceta gostosa."
Aquilo me deixou ainda mais excitada. Eu já estava molhada, tremendo, quando comecei a pressionar a cabeça do pau dele com os lábios. Ele respirava cada vez mais forte.
-"Chupa mais rápido…"
Obedeci. Punhetava e chupava ao mesmo tempo.
Vai e vem. Até sentir um jato quente no meu rosto.
-"Continua!"
Meu rosto e meu cabelo estavam impregnados de porra, e continuei chupando. O pau dele ainda pulsava. Logo veio outra gozada, acompanhada de um urro grave.
Ele esfregava o pau no meu rosto, recolhendo o leite e colocando de volta na minha boca. Repetiu aquilo várias vezes. Até o pau finalmente amolecer, respirou fundo.
-"Vamos nos limpar."
Perguntei:
-"Não vamos transar?"
Ele respondeu com naturalidade:
-" Não. Só transo depois de ver o resultado dos exames. Não fique chateada."
Pensei imediatamente: Cara do Edy… sistemático.
Fomos para o banheiro, no caminho ele deu um tapa forte na minha bunda.
Olhei o relógio, quase tive um treco.
-" Nossa… como a hora passou rápido!"
Ele percebeu meu pânico.
-"Você mora perto da Cidinha, não é?"
-"Sim."
-"Então calma. Eu te levo."
Tomamos outro banho, conversamos mais um pouco. O olhar dele continuava carregado de desejo.
No carro, a caminho da minha casa, ele insistiu:
-"Na próxima consulta, traga seu namorado."
Sim, leitores. Vocês leram certo. Eu havia sido delicadamente taxada de promíscua.
E só conseguia pensar em uma coisa: Como diabos eu levaria o Edy comigo naquela consulta?
Dr. Gato me deixou na porta da casa da Cidinha com um beijo quente e demorado. Desci do carro ainda molhada… e ansiosa pelo retorno. Assim que o carro foi embora, Cidinha e Leandro apareceram querendo saber tudo.
Disse que contaria depois, estava atrasada. E definitivamente não queria apanhar hoje.
Cidinha ria de algo que falou e não entendi. Caminhei rápido para casa, pensando desesperadamente em como convencer Edy a ir comigo na consulta.
Mas a resposta para isso…
…veio no instante em que entrei em casa.
E vi Edy, minha tia e meus pais sentados na sala.
Ref.: 1998 #0035


































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