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sábado, 7 de março de 2026

DIA D, DIA DR. GATO


Dias depois, o consultório do ginecologista ligou antecipando minha consulta, Havia surgido um encaixe. O problema era a distância: Santo André.
Longe, bem fora de mão e mesmo assim, fui....

...fui e não me arrependi.

Que homem era aquele…
Cidinha não havia mentido: Dr. Gato fazia jus ao apelido.


Antes mesmo de eu ser chamada, percebi que o consultório já estava praticamente fechando. A recepcionista se despedia enquanto a última paciente saía acompanhada por ele.

Dr. Gato abriu a porta do consultório e falou com naturalidade:
-"Pode entrar, tirar a roupa e aguardar na maca."

Observei enquanto ele fechava tudo de forma discreta e tranquila. Não havia pressa em seus movimentos, tudo em seu tempo e controle. Quando voltou, começou a conversar enquanto me observava.

Confirmou se eu era indicação de Cidinha e pediu que eu me deitasse na maca. Fiquei ali, aberta no suporte, exposta como um frango assado, enquanto vinham as perguntas clínicas:

-"Casada?"
-"Vida sexual ativa?"
-"Anticoncepcional?"
-"Quantos parceiros?"

Respondi uma a uma. Mas quando chegou em parceiros, fiquei em silêncio. 

Ele percebeu. Com um leve sorriso, perguntou de forma direta, porém discreta:
-"Você é garota de programa?"

Eu ri
-"Claro que não, doutor. Nada contra quem seja… mas não sou."

Ele riu também. Um riso curioso, quase divertido. Aquilo me deixou sem entender nada. Depois perguntou como eu conhecia a Cidinha, se sabia exatamente por que estava ali e no último horário e outras coisas do tipo.

Respondi meio tímida, meio envergonhada, contando superficialmente, e  o que vinha acontecendo com minha vida e meus parceiros.

Ele então disse calmamente:
-"Primeiro vamos fazer o preventivo e coletar os exames."
-"No próximo retorno, se tiver um parceiro fixo… traga ele."

Quando terminamos, me aproximei dele ainda completamente nua. Perguntei se havia algo errado e impulsivamente tentei beijá-lo.

Ele se esquivou, se afastou um pouco e disse:
-"Acho que você está com um julgamento errado sobre mim."

Pegou minha roupa e indicou que eu me vestisse.
-"Desculpe… eu só me envolvo com profissionais do sexo. Não quero problemas ou envolvimento com pessoas comuns."

Aquilo me irritou muito. Eu não iria embora dali de mãos abanando. Totalmente nua, ainda exposta diante dele, tomei coragem e disse:

-"Sou uma aprendiz do sexo… louca para aprender mais sobre os desejos dos meus futuros clientes." (Nem lembro exatamente as palavras, mas foi algo assim.)

Senti meu rosto queimar de vergonha. Ele me olhou novamente e dessa vez com interesse. Se aproximou , começou a fazer perguntas sobre minha experiência, sobre meu namorado… se ele era participativo ou passivo.

Respondi direto:
-"Participativo."

Então, finalmente, Dr. Gato me beijou. Sua mão percorreu lentamente meu corpo enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
-"Será mesmo que você é uma aprendiz de puta?"

Fez uma pausa.

E completou, com a voz carregada de desejo:

-"Eu adoro uma putinha iniciante…"
-" …principalmente quando posso transformá-la em uma puta de alto nível."

Terminou a frase gemendo baixo no meu ouvido.

Naquele instante, a forma como ele conduzia tudo me fazia sentir exatamente isso:
"uma puta sendo iniciada pelo dono" , Como se eu fosse propriedade dele.

Dr. Gato começou a se despir e me chamou para o banho. Fiquei surpresa ao ver um banheiro privativo dentro do consultório. Chique.
Ali, nus, nos beijávamos enquanto eu apreciava cada milímetro daquele homem. Seu pau crescia a cada toque, a cada beijo, a cada respiração mais acelerada.

O tesão só aumentava. Quando saímos do banho, ele abriu outra porta. Era uma sala reservada: sofá, luz baixa, ambiente aconchegante. Pegou uma bebida no frigobar.

Sentou. E apontou para o chão diante dele.
-"Ajoelhe-se."

Por um momento pensei: Será que o Dr. Gato é daqueles do tipo BDSM? Será que vou apanhar de novo?

Então ele disse:
-"Quero sentir suas habilidades com a boca… e com as mãos."

Fiquei parada por alguns segundos.
-"Mostre como você usa essa boca no meu pau."

Comecei a chupá-lo, senti seu pau encolher. Naquele instante me senti um fracasso. Várias lembranças de transas mal sucedidas vieram à minha cabeça. Foi quando senti a mão dele conduzindo minha cabeça.

-"Assim… segure suavemente…"
-"Agora punhete…"
-"Passe a língua na cabeça… isso…"

Segui exatamente o que ele mandava,  senti o pau dele endurecer novamente. Duro, pesado, rígido como uma barra de aço.

Ele começou a gemer mais forte, segurou minha cabeça.
Então usei um truque que havia aprendido no consultório do dentista: relaxei a boca, deixei salivar bastante e fui descendo o máximo que conseguia. Era grande demais,  fui até onde dava.

Comecei a subir e descer devagar, como se minha boca fosse minha buceta.

Ele pegou minha mão e colocou nas bolas dele.

-"Massageia…" 
-" Isso… agora chupa minhas bolas… continua punhetando."

Eu era conduzida pelas mãos dele.
-"Sobe… continua… faz o seu melhor com essa boquinha."

De repente ele me puxou para cima do sofá, ainda com meu rosto entre suas pernas, enquanto eu chupava, sua mão desceu até minha buceta. Começou a me dedilhar , habilidoso , preciso.

Eu gozei com os dedos dele, em um momento ele levou os dedos ao nariz.
-"Humm… que buceta gostosa."

Aquilo me deixou ainda mais excitada. Eu já estava molhada, tremendo, quando comecei a pressionar a cabeça do pau dele com os lábios. Ele respirava cada vez mais forte.

-"Chupa mais rápido…"

Obedeci. Punhetava e chupava ao mesmo tempo.

Vai e vem. Até sentir um jato quente no meu rosto.

-"Continua!"

Meu rosto e meu cabelo estavam impregnados de porra, e continuei chupando. O pau dele ainda pulsava. Logo veio outra gozada, acompanhada de um urro grave.

-"Que iniciante boqueteira…"
-"Agora limpa tudo com essa boquinha."

Ele esfregava o pau no meu rosto, recolhendo o leite e colocando de volta na minha boca. Repetiu aquilo várias vezes. Até o pau finalmente amolecer, respirou fundo.

-"Vamos nos limpar."

Perguntei:
-"Não vamos transar?"

Ele respondeu com naturalidade:
-" Não. Só transo depois de ver o resultado dos exames. Não fique chateada."

Pensei imediatamente: Cara do Edy… sistemático.

Fomos para o banheiro, no caminho ele deu um tapa forte na minha bunda.
Olhei o relógio, quase tive um treco.
-" Nossa… como a hora passou rápido!"

Ele percebeu meu pânico.
-"Você mora perto da Cidinha, não é?"

-"Sim."

-"Então calma. Eu te levo."

Tomamos outro banho, conversamos mais um pouco. O olhar dele continuava carregado de desejo.
No carro, a caminho da minha casa, ele insistiu:
-"Na próxima consulta, traga seu namorado."

Sim, leitores. Vocês leram certo. Eu havia sido delicadamente taxada de promíscua.

E só conseguia pensar em uma coisa: Como diabos eu levaria o Edy comigo naquela consulta?

Dr. Gato me deixou na porta da casa da Cidinha com um beijo quente e demorado. Desci do carro ainda molhada… e ansiosa pelo retorno. Assim que o carro foi embora, Cidinha e Leandro apareceram querendo saber tudo.

Disse que contaria depois, estava atrasada. E definitivamente não queria apanhar hoje.

Cidinha ria de algo que falou e  não entendi. Caminhei rápido para casa, pensando desesperadamente em como convencer Edy a ir comigo na consulta.

Mas a resposta para isso…

…veio no instante em que entrei em casa.

E vi Edy, minha tia e meus pais sentados na sala.


Ref.: 1998 #0035
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CUCKQUEAN

A amarga trajetória em ser Cuckquean

Primeiramente desculpe pela ausência nessas últimas semanas. Nem sempre é bom recordar certas coisas, fico pensativa "se" tivesse , "se" fosse e assim vai. Edy me estabilizou, faz parte da história e vida que segue. Fiquem tranquilos(as) estou bem, e agradeço a compreensão.


Dando continuidade, na época, fui neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável, pior ainda sendo Cuckquean, sim isso mesmo, uma cornuda e submissa. Edy acabou com minha vontade em estar com outros homens, ter me colocado em posição de objeto sexual para saciar desejos masculinos, humilhação verbal e zombarias, isso  travou de alguma forma os meus desejos de sair com outros homens, além de confidenciar e relatar os chifres colocados em mim, "bala trocada não dói", dizia a mim, só que relatar e apontar com quem, magoava profundamente, intencionalmente e calculista.



Além de ter Kátia como sombra, tão ciumenta quanto Edy, as coisas complicaram para meu lado. Em momentos íntimos com Edy, rolava de tudo, menos a penetração, ele sabia trabalhar em minha mente, sabia conduzir como sua mulher, eu sentia nossa conexão, estava em uma castidade virtual, orgasmos arruinados, uma barreira que ele não deixava ultrapassar, a intimidade. Ao mesmo tempo sabia conduzir e mostrar claramente o que era promiscuidade x consensual, isso gerava uma mistura de ódio e amor que não sei como descrever. Edy era intuitivo de sentir meus desejos, não sabia como esconder, algo até mesmo que ocorreu quando estive no interior com meu primo Alexandre, aquele prazer forçado junto  com Luiz, ele sabia que tinha acontecido algo, mas não o que. 

Entrei numa linha divisória  desejando ambos, Kátia e Edy. Meu relacionamento com Kátia era sigiloso, medo de algum familiar descobrir, meus pais estavam antenados mais em olhar Edy e isso aliviava tal desconfiança, ao menos era essa a sensação de segurança que sentia.


Meu recente erro foi um dia chamar Edy de Corno de Mulher, humilhando ele como incapaz de satisfazer me como Kátia me realizava. Um dia na casa de Kátia, para complicar,  Edy me fez repetir isso na frente dela, que caiu aos risos, me senti uma otária, mais ainda com Kátia selando um ardente beijo em Edy...


... Kátia veio até mim, deu um tapa em meu rosto seguido de um beijo, sussurrou "- Bobinha !!"  em meu ouvido. Contornou e me abraçando por trás, iniciava um jogo de sedução em frente de Edy. Em poucos minutos estávamos nuas, namorando em frente a Edy, era visível o dote dele armado desejando-nos. Kátia me fez ficar sentada no chão, levantou uma de suas pernas apoiando no sofá, deixando sua buceta totalmente aberta a minha visão...
- "Chupaa!" , ordenou de forma autoritária e assim fiz.

Edy se aproximou e escutei os beijos estalando, dei uma pequena parada , Kátia com uma das mão segurou minha cabeça mantendo-me a chupá-la. Tão logo as calças de Edy desceram e podia ver seu pau latejando a minha frente. Kátia saiu de cima se abaixando próxima de mim, segurou o pau de Edy e a minha cabeça, me fez chupar o pau dele, ordenava engolir o máximo que aguentava e não demorou muito me afastou me chamando de incopetente.

Edy sentou no sofá, ajoelhada Kátia iniciava um sedutor boquete regado com uma punheta que percorrias sua mão na extensão toda do dote ,  só de ver me tirava orgasmos somados aos gemidos de Edy, momentos que Kátia engolia ao máximo o pau de Edy, onde teve que contê-la para não gozar. Kátia senta no colo de Edy recebendo aquela rola toda dentro de sua buceta, abre as pernas me chamando para vir chupar seu grelo. 


Me envolvia por completo, ouvindo o gemido de ambos, a babada que a buceta de Kátia dava com o duplo prazer em sua buceta, o pau de Edy latejando dentro e minha língua em seu grelo, Kátia se contorcia, me puxava pelos cabelos e nos beijávamos, depois me fazia voltar a chupa-la novamente e numa dessas quando voltou a me puxar e nos beijar, olhou em meus olhos e com uma das mão dedilhando minha bucetae disse: 
- "Chama ele de corno, chama!"
Eu fiquei receosa, olhava para Kátia e para Edy ficando muda, congelada
- "Edy, o que ela é ?"
Edy não titubeou e foi na lata:
- "Uma cornuda,  chifruda"
Congelada com que escutei, gozei nos dedos de Kátia sem conseguir pensar direito, minha mente ecoava um eco, meio sem conseguir ouvir a mim mesma, só escutei o final de Kátia comentando e rindo com Edy
- " ... é muito vagabunda essa nossa putinha mimada"


Kátia me deu um tapa na cara para eu acordar e fez eu chupar o pau de Edy gozado e  com a mistura de seu orgamos. Após um banho e recompostos  Kátia questionava:
- "Qual o sentimento de ser uma cornuda? Relate-nos que sentiu ao tomar um coquetel de corno? 
Eu tentava não ser tão objetiva, maquiava em palavras a realidade e isso só piorou . . . 
Kátia remetia tapas em meu rosto, me chamando de vagabunda mentirosa, puta cornuda e acabei gozando não deixando ela perceber. Edy a interrompeu a tirando de cima, adestrada me ajoelhei a sua frente agradecendo e mantendo a cabeça baixa, não conseguia fixar os olhos em Edy. 
-"Você está ficando no ponto que gosto, só mais uns ajustes..." (risos) " . . . tão logo entenderá porque está passando por tudo isso." 

Edy percorreu os dedos em  minha buceta, depois percorreu em meus lábios para chupá-los,  deu uma risadinha irônica,  se retirando do ambiente, Kátia me olhava com ansiedade sem comentar nada, seus comportamento entregava que coisa boa não ia vir e  iniciava-se um suspense . . .



. . . e de repente fiquei sem a visão, Edy colocou um capuz afivelando em minha cabeça, tentei em desespero impedir, fui imobilizada tendo os punhos amarrados no tornozelo, ficando em uma posição sentada no calcanhar. Ameacei gritar e fui reprimida por ambos.


- "Se gritar te amordaço e ficará desconfortável. Então cala essa boca."
- "Cornudinha ordinária." , falava Kátia em tom de chacota, e isso me subia o sangue até sentir uma chinelada esquentado minha bunda. 
- "Preste muita atenção agora, e apure sua audição, vamos apurar seus sentidos".  sussurrava Edy em meu ouvido e me acariciando.

Por um tempo o silêncio tomou conta do ambiente, sentia que estava sendo observada. Perguntava se tinha alguém e escutava barulho em outro cômodo, assim se manteve por um tempo, no meus pensamentos "Que merda tô fazendo aqui, que tonta que eu sou, devia partir para outra relação e largar tudo isso..."



O que eu achava ruim ou que já tinha passado por tudo de pior, aqui era somente o começo.

CONTINUA....

Ref.: 1998 #0027

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sábado, 27 de dezembro de 2025

O PODER

O Poder do Esmalte Branco nos Pés de uma Mulher

Há algo de hipnotizante no esmalte branco nos pés de uma mulher. Um detalhe aparentemente simples, mas que, em certas relações, se transforma num símbolo de autoridade, desejo e submissão. Principalmente quando essa mulher é uma Dominadora.

Confesso que, por muito tempo, achei que o esmalte vermelho fosse o mais provocante. Talvez por influência das revistas, da TV, dos clichês. Até o dia em que, sentada na manicure, prestes a repetir minha escolha habitual, fui surpreendida.
Meu marido Edy normalmente discreto  interrompeu calmamente minha decisão e disse:
"- Hoje vai de branco."


A manicure arregalou os olhos, eu franzi a testa e  até a cliente na espera esboçou um sorriso curioso. Mas havia algo na voz dele. Algo que não era um pedido, mas uma concessão de poder. Uma entrega. Um comando velado, público que  só eu sabia o quanto aquilo nos excitava.



O esmalte branco, ali, deixou de ser cor, tornou-se um código. O branco começou a cobrir lentamente minhas unhas. Tão simples, tão limpo, tão... autoritário.

Naquela noite, andando pela casa semi nua, com uma sandália de tiras finas, onde o branco dos meus pés contrastava com a pele e os detalhes escuros do salto. Caminhei até ele com calma, sentindo cada passo como uma performance.


Ele já me esperava no chão, ajoelhado.
"- Posso?" perguntou, os olhos fixos nos meus pés como se olhasse para um altar.

"-Não."  respondi. Apenas ergui um pé e encostei levemente os dedos no seu peito. Ele fechou os olhos. Inspirou o perfume do creme que eu havia passado, deslizou os lábios pela lateral do meu dedão e beijou com reverência. O calor da sua boca contra o esmalte gelado me provocou um arrepio que subiu pelas coxas.

"-Está mais branca que o habitual... "murmurou, como se falasse consigo mesmo.

"- Foi você quem escolheu. Agora arque."

Ele obedeceu sem questionar. Apoiei os dois pés sobre as seu peito, próximo a sua boca  e me acomodei como se estivesse em um trono. A cada toque que ele oferecia com os lábios, com a língua, com os dedos, eu me sentia mais alta, mais inteira, mais viva.

A adoração era um jogo silencioso, mas gritante nos detalhes: a forma como ele lambia entre meus dedos, como massageava meu calcanhar com devoção, como se o simples fato de me servir fosse seu maior prazer.

Deslizei um pé até seu rosto e o mantive ali, pressionando de leve seus lábios.

"- Você se excita assim?"

Ele gemeu em resposta.
"- O branco... é como um selo. Marca que você é meu."

Meus pés, pintados com a cor da pureza, representavam tudo menos inocência naquela noite. Eram armas, eram mandamentos, eram sagrados. E ele os venerava com a intensidade de quem encontra fé na pele, no toque, na humilhação deliciosa da entrega.

A cada beijo que ele depositava na minha planta, eu sentia minha autoridade se reforçar. E quando finalmente ergui meu pé e o encostei entre suas pernas, roçando a dureza visível em sua bermuda, ele tremeu.

"-Você só vai gozar quando eu quiser. Porque hoje... quem manda é o branco."


Na podolatria, os pés são adorados com devoção religiosa. Cada curva, cada detalhe. Unhas bem cuidadas e pintadas de branco remetem à perfeição. Para muitos submissos, esse branco sugere pureza e, paradoxalmente, poder. Pés assim parecem inalcançáveis, quase sagrados. Uma rainha pisa com eles. Um servo se curva diante deles.

No universo BDSM, especialmente sob o olhar da Supremacia Feminina, o branco nos pés da Domme é mais do que estética. É um estandarte. Ele brilha como uma bandeira de conquista, exigindo reverência. O submisso, ao beijar ou lamber esses pés, não está apenas se entregando ao prazer  está celebrando o domínio absoluto da Mulher.

No Brasil, há ainda a leitura social: pés bem cuidados com esmalte branco sugerem status. Uma mulher que não faz trabalhos pesados. Uma mulher servida. Uma mulher que, com um olhar ou com o calcanhar, dita regras.

O esmalte branco, portanto, é linguagem. É comando. É fetiche. É erotismo que começa no olhar e termina no gesto de submissão mais íntimo.



Ref.: 1998 #0026

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

DESAFIANDO LIMITES

 DESAFIANDO LIMITES

Tentei realizar uma linha do tempo perfeita, descrevendo minha trajetória no mundo liberal, mas o tempo que passou é grande e, mesmo com a ajuda de Edy, estamos tendo conflitos entre o tempo ocorrido (datas) e os fatos realizados.


Alguns assuntos que ocorreram, ao recordar, não me fizeram bem. Edy me recompôs e está me ajudando, participando das narrativas, relatando situações que aconteceram sem o meu conhecimento. Porém, no tempo certo, foi verdadeiro, transparente e contou tudo o que ocorreu, independentemente de eu saber algo, parcialmente ou não estar ciente de nada.

As narrativas de Edy estarão com o texto em itálico; as minhas seguirão em texto normal.


Desde que conheci Edna e a fiz mulher, criamos uma identidade, uma conexão muito especial: a experiência somada à ingenuidade. Por mais erradas que as coisas saíssem, por mais que houvesse omissões, eu confiava em meu instinto e na persistência em prosseguir nesse caminho com ela. Edna não sabia nada sobre o meu passado. Tive, sim, meus erros, e não foram poucos, mas os superei.

Amo o mundo dos fetiches: conhecer esse ambiente, pessoas desencanadas, sem rotulagens e, o mais importante, saber aceitar e respeitar. Adestrar Edna, nesse momento, era justamente isso: “aceitar e respeitar”.

Aceitei a proposta de corno idealizada por ela, ingenuamente, sabendo que ela mesma não teria tal controle, sua palavra não valeria de nada. A promiscuidade é algo que não aceito, e tal castigo ela sentiria na pele. Entender que “consentimento x traição / promiscuidade” têm suas diferenças era fundamental.


Não contava com o tamanho do controle que os pais de Edna exerciam sobre ela: totalmente blindada, mimada. Eu via além. A mesma crítica que eu recebia pela diferença de idade, os pais de Edna também tinham. Sua mãe, mais nova, olhava-me como mãe protegendo a filha, mas também com desejo, como se buscasse um amante. Seu pai percebia e ardia em faíscas de ciúmes.

Edna nunca percebeu dessa forma; apenas comentava que a mãe a invejava pela adolescência que não tivera. Ser discreta, sigilosa e ter controle emocional eram seus pontos fracos. Sempre gostei de vê-la e senti-la em alto astral como pessoa, como mulher. Só precisava de tempo para polir e fazer brilhar esse diamante de mulher que ela é.

Sempre comentei, nas entrelinhas, sobre isso com Edna. Porém, a ansiedade e a pressa por novas experiências a fizeram cometer deslizes, e tive de segurá-la pelas rédeas, como vem sendo relatado por ela.

Armadilhas em família: sua tia, suas primas, sua mãe...
Um campo minado.

Essa condição era nova para mim. Do outro lado, mulheres interessadas em avançar para uma relação mais séria me rodeavam, desejando que eu a descartasse. Edna era uma pedra no caminho de muitas interessadas. O que elas não entendiam era que eu não queria nada sério com nenhuma delas — apenas momentos.

Já tinha a preferência e a determinação total por Edna: moldá-la, lapidá-la, viver uma história somente nossa. Pode parecer cafona, mas a sintonia de Edna, o lado romântico, desse não tenho do que reclamar, e o lado pervertido...

... ah, esse eu amava demais. Porém, precisava ser adestrada.

De chifradeira promíscua, coloquei-a na coleira, submissa, cornuda, aos poucos inserindo Edna no mundo dos fetiches, no mundo liberal. Kátia, inserida como namorada, era estratégica: castidade ao sexo oposto; ficaria a sentir somente bucetas, sabendo que estaria com outras. Provocar seu lado dominante ainda adormecido, sintonizar seus pontos de prazer, gerar uma conexão sem preconceitos, isso estava em breve a se revelar.

Sim, Edna precisava sair do mundinho de aparências para o de eficiências, com pessoas confiáveis e equilíbrio emocional.

O teste de fogo está chegando de forma provocativa, para sacudir de verdade e narrar fatos que ocorreram nos bastidores enquanto me traía. Se funcionará, saberei somente no decorrer.


Neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável. Saber que Edy estava com outras mulheres me enlouquecia silenciosamente. Por dentro, meu tesão pedia para conhecer outros homens, desejos ofuscados pelo prazer em ver uma mulher dando prazer a outra. Era muita sacanagem, pensava eu. Seria eu uma lésbica se descobrindo?


Em um raro momento junto a Edy, ele declarou me amar e confessou ter medo de me perder. Eu o chamei de bobinho e disse que o amava mais que tudo, mas afirmei que precisava apenas sentir como era outro homem...

Agora ando confusa, desejada e desejando  a mulher que ultimamente dorme comigo. “Virou corno de mulher”, falei em provocação. Pelo olhar de Edy e pela forma como conduziu a conversa, parecia ter gostado. Muitas vezes, conversar com Edy me deixava ainda mais confusa do que já sou normalmente. Amor, desejo, tesão... entre outras sensações, começavam a me deixar sem raciocínio.


As saídas com Edy eram imprevisíveis: ora romântico, ora sádico. Ir a ambientes reservados a fetiches me assustava e, ao mesmo tempo, me dava um prazer surreal. Nesses espaços, submissa, sendo possuída por um estranho que Edy concedia para o ato, meu orgasmo era ofuscado durante a transa. Edy fazia narrativas de suas próprias aventuras, de momentos com os quais eu dizia não me importar. O convidado de Edy se realizava, gozava e saía. Edy olhava nos meus olhos e dizia, na cara:
"- É assim que os homens das suas aventuras fizeram com você... te usaram e te esqueceram."


Usava palavras duras, induzia ao arrependimento. Eu ouvia calada, engolia qualquer possibilidade de choro.

Comecei a ter medo de perder Edy por causa das minhas aventuras irresponsáveis, da falta de confiança, do risco de me apaixonar por outra pessoa. Eu não tinha palavra diante do que prometi.
Edy, insistente, falava sobre eu beijar outro homem, fazer sexo anal... Era um porre escutar, e, ao mesmo tempo, quando eu fingia ignorar, o clima voltava a esquentar. Sei que prometi  e não cumpri.

E ainda havia muita coisa para acontecer...

. . .  incertezas, pontas soltas e algo mais .


Ref.: 1996 #0025

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 21 de outubro de 2025

STARTADO, O JOGO DA SUBMISSÃO

STARTADO O JOGO DA SUBMISSÃO

 ....enquanto Fábio levava Edna para casa, eu realizava um reset geral aos cuidados de Silvia, "falem bem, falem mau, mas falem de mim"  uma das frases preferidas por ela, mulher de família, esposa e companheira mesmo com um passado promíscuo. Sim Silvia em seu passado foi garota de programa, uma história bem interessante, entrou no caminho de Fábio, rolou uma química, virou amor/fetiche, Fábio a amparou, e ela a ele devido a conflitos em família, acredito que merece um tópico à parte, contarei em um oportunidade. 



Entre uma conversa e outra, Sílvia e eu tiramos umas casquinhas um do outro, era somente encenação para provocar Edna, se envolver com Sílvia sem Fábio por perto é perigoso, sabendo que ela tem Mauro ( fixo do casal ) e conhecendo o trisal, não queria arranhar a amizade e confiança. 


Fábio chega, presencia a nossa conversa, nos atualiza da entrega de Edna em casa, vai tomar um banho, continuamos a conversa, pouco depois Fábio retorna vestindo uma calcinha alta branca, seu volume avantajado a frente não dava para esconder.
"- Hora de pagar o favor", dizia sorrindo.



Ousada Sílvia nos aproxima, ordena a seduzir Fabi ( nome íntimo do corno quando afeminado ). Ousava em percorrer as mãos pelo corpo de Fabi, correspondido com arrepios, adentrava as mão dentro da calcinha apalpando sua bunda. Silvia observava apimentando os desejos que ela quer ver

"- Isso se ajoelha de frente para Fabi e chupa o grelo dela..." dizia Silvia rindo
Eu realizava prontamente  sem receios, desci com sensualidade a calcinha de Fabi, comecei a chupar aquele grelo ( Pau ) grosso e latejante, Fabi se contorcia de prazer


"- Amo homens flexíveis por proporcionar prazeres como esse..."
Silvia estava provocativa, se deixasse por conta dela a coisa ia pra rumos bem interessantes, o bom que Fábio / Fabi curte mesmo é levar uma boa socada de rola e oferecia para ser enrabado, não demorou já estava com a minha rola enterrada em seu cu, proporcionando gemidos e urros. Silvia abria as pernas tocando uma deliciosa siririca eu me controlando para não gozar.


"-Faltou o Mauro ( fixo do casal) , um corno comendo o outro" ria provocativamente
"- Assume Edy, essa mimadinha dobrou você"

Entre as provocações Fábio / Fabi rebolava e ordenhava meu pau, seguia  latejando para gozar, parei, tirei de seu cu, tirei a camisinha e fui tomar um banho, saindo do banheiro entrava Fábio, todo contente, percebia que eu estava a ponto de bala segurando meu pau dando uma punhetada e disse:
"- Sacia minha esposa, hoje ela tá fora do normal dela".

Retornando ao quarto me deparo com Mauro sentado nu ao lado de Silvia.
"- Veem meu corninho comedor" rindo e beijando Mauro 
Ela pedia para ir ao seu encontro se rastejando de quatro, colocava seus pés à disposição, era muito jogo sujo.
" - Isso venha, é seu desejo, venha chupa bem gostoso os pezinhos" .


E assim, eu capacho realizava, Fábio na porta observava.
"- Vem sobe, chupa a minha bucetinha , .... "   "- ....vem seu frouxo que gosto muito." 
Sílvia, sabe verbalizar,  transformar humilhação, submissão em tesão e como diz Fábio, realmente ela estava fora do normal. Com olhar, comandava Fábio a vir chupar a rola de Mauro.



Atendíamos os desejos de Sílvia, porém esperto com ela, comecei desejar a  possuí-la, ela segurou firme em meus cabelos olhando em meus olhos, achei que ia falar algo, sentou um puta tapão de mão aberta em minha cara

"- Sai de cima, não suporto homem frouxo"  , exaltou Silvia.
Foi do alto prazer a parada total, colocou eu e Fábio para fora do ambiente.  Fábio queria que ficasse por lá, mas conhecendo o trisal, melhor debandar também, me vesti, despedi de Fábio, que  pedia em uma oportunidade uma brincadeira entre nós com aval da patroa, e assim retornei para casa pensativo sobre a minha pirralha mimadinha. 
Passos, manobras, inserção ao mundo dos fetiches com ela....

O ciúmes que tenho por Edna, somados às falsidades praticadas por ela no que foi  combinado,  era  algo que atrapalhava e começava a criar um divisor entre continuar ou pular fora dessa relação.





Ref.: 1996 #0022
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sexta-feira, 10 de outubro de 2025

O JOGO DA SUBMISSÃO - Entre a Coleira e o Desejo

O JOGO DA SUBMISSÃO

Entre a Coleira e o Desejo

Reencontrar Edy após a viagem com minha mãe não me assustava mais. Edy sabia que tinha ganhado chifres e só aguardava eu confirmar, só que desta vez foi tudo diferente, por mais que eu desejasse contar, era ignorada, não queria saber do que aconteceu, comportamento frio de uma pessoa calculista. Dias depois minha tia vinha falar comigo de comentários que estava rolando  na família do que aconteceu entre eu e meus primos, tais comentários logo na boca de minha mãe, e chegando em casa com Edy, o barraco foi feito.


Diretamente Edy foi chamado de corno por minha mãe e eu de galinha, piranha, puta e assim vai, rotulagem familiar não faltou. A irritação de Edy perceptível com que estava ocorrendo e presenciando, tomar uma surra da mãe na frente do namorado, classificado de frouxo e corno pelos pais, era muita humilhação no meu ponto de vista, a frieza tomava conta de Edy.

Dia seguinte, Edy me passou o sermão, queria que eu fosse independente de meus pais, me tratava de mimada, relatava sua paciência no limite, eu fingia que escutava. Eu estava sufocada e controlada pelos pais, e em um momento de prazeres transando com Edy , pedia para ele me engravidar, relatava que seria uma alternativa para sair de casa, porém Edy não foi receptivo com essa sugestão, deu a maior broxada sendo uma decepção para ambos o ocorrido.


Reconheço que falei na hora errada, e compliquei a pouca confiança que Edy tinha por mim. Guardava em segredo o tesão de ser pega sem consentimento, a recordação daquele momento durante a noite me fazia ficar molhada e em alguns casos chegar ao orgasmo só de recordar tal ocorrido.

A ociosidade de nossa relação me preocupava, eu tentava me manter comportada, no trabalho olhares, cantadas, conversas e etc estavam aos olhos e ouvidos de Edy, em rédea curta, rendida a submissão. Em um sábado à noite fomos a casa de um casal conhecido de Edy, bairro chique, belo condomínio.

O elevador subiu em silêncio, e eu podia ouvir o som do meu próprio coração, como se cada batida anunciasse algo que eu ainda não conseguia nomear. Carregava em mim uma mistura de curiosidade e medo,  aquela vertigem que antecede o desconhecido. Quando a porta se abriu, o perfume de Sílvia veio antes da sua voz. Delicioso, firme, envolvente, uma mulher encantadora, fixou seus olhares em mim que fiquei sem graça e a ousadia de beijar Edy em selinho me deixou irritada, gelo quebrado por ela mesma pedindo para não ficar irritada que "ainda não tinha arrancado pedaço".


Em seguida adentrava Fábio, um puta homem gostoso, loiro tipo Deus grego, se apresentava e ele me dava um selinho e tenho que confessar que me fez molhar a calcinha. Silvia observou tudo e voltou a comentar "Viu, como não tira pedaço!"

Edy, ao meu lado, mantinha a postura fria e calculada que já me era familiar. Eu tentava decifrar o motivo daquela visita, mas as palavras de Sílvia cortaram o ar com leveza e precisão:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."

Fique sem jeito e acanhada, conversas diversas rolavam, observava como Silvia olhava para Edy descaradamente, não me recordo como chegou a conversa em saber como Fábio a conheceu, e Silvia falou a seco:
"- Eu era prostituta!" 

Tossi, engasguei, cai na risada enquanto todos me observavam seriamente, pedi desculpas, ainda tossindo.

"- Fique tranquila, eu era garota de programa" , citava ela, "- Fabio me tirou desse caminho e hoje sou esposa dele. " completava

A noite seguia com conversas diversas, troca de lugares, ora eu falando mais com Silvia, depois com Fábio, e nessas Silvia retorna com duas sacolas tipo presente entregando a Edy  uma com laço azul e outra vermelho.

Percebo Fabio muito animado  pede licença e se ausenta do ambiente, Edy observa as sacolas e  me entrega a de fita vermelha, recebi com um sorriso enorme de felicidade tipo "Oba presenteee!" quando abri , era uma coleira com guia, fechei o sorriso olhando com cara de tacho para os dois, em seguida entra Fabio somente de roupão com um volume avantajado marcando. 

Edy venho a meu encontro, querendo colocar a coleira, fiz certa resistência quebrada por um beliscão e olhar de repressão, o mesmo fez Silvia com Fábio, porém ele aceitou todo animado.


Para mim a humilhação era grande e ficou pior quando Edy me levou ao banheiro querendo me despir e eu dizia: 
" - NÃO !!"

Edy ignorava minhas palavras , eu resistia em ficar nua até levar um sutil tapa na boca seguido de: 
" - Não quero resistências suas, se dedique para não ficar pior"

Contrariada me despi, Edy pediu para eu fechar as mãos e com fita isolante percorreu pela mão deixando meus dedos imobilizados, colocou a guia na coleira e me obrigou  a ficar de quatro.
"- Isso sua cadelinha, viu como não é ruim !" 



Me fez gatinhar de quatro até a sala sobre a presença do casal que já se encontravam praticamente nu, Fábio já estava posicionado de quatro. Edy me aproximava de Fábio que se comportava como um cachorro, me cheirando, lambendo, eu meramente achava aquilo ridículo sem poder contestar, era somente eu e meu pensamento....

. . . até que a língua de Fábio adentrou na minha buceta, onde começou a lamber, aquele tesão de homem ao meu prazer, estava uma delicia aquela língua habilidosa.  Edy se aproximou e retirou as guias de nós dois deixando somente na coleira, se abaixou e sussurrou para nós. 
"- Se comportem como caninos, sem as mãos" 

Fábio entendia bem o jogo, era perceptível , Edy veio a mim e voltou a dizer:
"- Você gosta de ser igual cadela, que seja e espero que não fique grávida, pois cachorro não usam camisinha" e se afastou com sorriso irônico e sarcástico.

Sentou e falou:
"-Chupa a rola dele agora cadelinha"

Adentrava por baixo de Fábio e via aquele dote grosso, delicioso, lambia e abocanhava o que podia.
Volte e meia desviava os olhos para Edy, e estavam trocando olhares e contatos com as mãos , como casal, isso me subia o sangue e logo que ofereci a ficar de anca exposta para ser retribuída por Fábio, mas aquele frouxo foi de quatro aos pés de Silvia,  e os lambia venerando-a.


Edy me chamou como cachorra para ir ao lado dele, achei que ia me fazer lamber os pés dele também e foi pior, me fez lamber o cu de Fábio, relutei em não realizar, duas chineladas e um olhar foi o suficiente para eu realizar , eu lambia o cu de Fábio e Fábio era direcionado por Silvia a chupar a rola de Edy. 


Sentia Fábio contraindo sua bunda em minha língua, Silvia veio a mim, agarrando meus cabelos e abrindo com a outra mão a bunda de Fábio, ordenava a enfiar bem a língua no cu dele, era muita humilhação, me mantinha firme, mas com vontade de largar tudo e sumir. Chamada de inútil por Silvia, Edy vem a mim e retira a coleira de meu pescoço, passando para Silvia que recebe com largo sorriso.

A festa estava começando, Edy direciona Fábio para se deitar com a bunda empinada no braço do sofá, Silvia abre uma gaveta , abre um pote e começa a passar no rego de Fábio, Edy pega um preservativo na gaveta, coloca em seu pau. Eu não queira acreditar no que estava vendo, Edy cuidadosamente iniciava a penetração em Fábio, Silvia assistia orgulhosa o ato e eu ignorada no canto da sala como uma qualquer.


Eu não acreditava que aquele homem gostoso era "gay" refletia eu e meus pensamentos, Edy fazia Fábio se contorcer de prazeres a cada socada, Silvia deitada a sua frente e  tinha os pés chupados , apreciados por Fábio que agradecia pelo momento.


Tão logo, Edy pegou o pau de Fábio colocando para trás, segurava firme em sua cintura e sussurrava
"- Tu agora vai virar minha menininha" 

Eu nem imaginava o que estava por vir
"- Vai ser a doméstica amanhã aqui em casa..." falava Silvia para Fábio em tom de provocação

Não demorou, Fábio começava a resistir ao prazer e Edy induzia a uma adrenalina de tesão, não demorou Fábio gozava sem se tocar, somente levando rola, O pau de Edy saiu imenso do cu de Fábio. Silvia pegou Fábio e o fez lamber a porra do chão, Edy veio ao meu encontro conduzindo  a limpar o pau de Fábio. Eu estava realizando  tudo de forma automática, submissa sem contestar, meus pensamentos fritavam "que porra estou fazendo aqui?" , limpei o pau de Fábio com a boca que nem consegui sentir o gosto de sua porra. 



Edy e Silvia se retiraram da sala como um casal em harmonia partindo para algo mais quente, Fábio me levantou, tirou a fita isolante de minhas mãos e fomos para o banheiro, minha admiração por ele mudou, aquele desejo encanto, tudo ficou bagunçado na minha cabeça. Angustiada, Fábio me tranquilizava, fazia um dengo no banho e pedia para eu relaxar, ter calma que tudo ia se encaixar . . . 



Suas falas eram muito confiantes, eu questionava e pedia para eu ficar quieta e curtir o momento. Saímos do banho , nos vestimos, fui procurar Edy e Fábio me segurou no braço dizendo que era para deixa-los sossegados que me levaria para casa. 


"- Como assim? eu vim com Edy,. . ." e fui interrompida
"- Eu vou te levar e pronto, se contente que foi somente isso, pegaram muito leve com você". Falou determinado  e foi me conduzindo pelo braço, só vi de relance Edy numa preliminares com Silvia, Fábio me conteve levando para o carro. Era nítida minha irritação, desrespeitei Fábio com algum comentário que não me recordo como ocorreu. Fábio parou o carro, me deu um esporro, me chamou de mimadinha e mandou eu ir refletindo pelo caminho o que tinha aprontado. Voltei calada, pensativa, me sentindo mais forte, não estava mais a chorona. . . 


Ao chegar em casa, Fábio desceu do carro, abriu a porta, um verdadeiro cavalheiro e despediu com um ardente beijos e um cheiro no pescoço que despertou meu tesão, entrei em casa molhada esquecendo o que tinha ocorrido. 
Em meu quarto pensativa, umas das frases de Silvia latejava em meus pensamentos:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
"MIMADINHA"
Dito por Fábio, me sentia humilhada.

Pela manhã ao entrar na cozinha, não tinha dado conta das marcas deixada em meu pescoço, e não era de Edy....
"- Fábio, filha da puta." pensei alto



E foi inevitável meus pais não verem. Viram que tinha retornado com outro rapaz, meu pai fechou a cara olhando param minha mãe, e ela não perdeu tempo. 
"- Será que agora adulta vai ter que apanhar de cinto? É puta agora? " 


Agindo boca dura, respondendo e  enfrentando minha mãe, meu pai não perdeu tempo, levei umas cintadas no lombo e sendo xingada por ele, corri  e me tranquei no quarto deixando falaram até cansar. A dor da surra já não doia como antes, estava eu até rindo com lágrimas nos olhos, pensativa, reflexiva,  não mas sentindo aquela dor de repressão . . . .



Edy tem razão, preciso ser independente . . . 


Ref.: 1996 #0021
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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