quarta-feira, 17 de setembro de 2025

PROMESSAS QUEBRADAS

  PROMESSAS QUEBRADAS

Como diz Edy , sou "garota problema" , mal tinha estabilizado minha relação, ocorria problemas em casa, na qual minha mãe pediu para acompanhá-la  em uma viagem até Catanduva para verificação de bens e burocracias. Peguei uma liçença no trabalho, Edy me advertia, eu jurava que podia confiar, seu olhar desafiava minhas palavras e confiança.


Chegando na cidade priorizamos resolver os possíveis problemas burocráticos, eu só acompanhava. Cidade do interior tudo pacato, estava melhor nesse final de semana por ter uma festa regional, não me recordo do que se tratava. Os familiares insistiam que ficássemos para retornar no domingo, com insistência acabamos ficando, eu puta da vida querendo ter o final de semana com Edy. 

A noite fomos para a praça central onde rolava a festa, música, comida, entre outros, reencontrei com minhas primas, aquela muvuca de beijos e abraços, os rapazes da cidade de olho em mim, eu sendo firme e fiel as minhas palavras, até que reencontrei com Alexandre, foi um susto, risos do ocorrido em casa, desculpas por parte dele, enfim página virada em aspas. Minha mãe a distância observava, me chamava a atenção. Entre andar de um lado para o outro, Alexandre me puxou para um canto escuro da praça, roubando beijos ardentes. 



Não relutei, agarrei, retribui o ardente beijo, tão logo senti sua mão percorrendo por mim, desci minha mão até seu pau, o volume dentro da calça explodia, ele percorria sua mão em minha buceta e eu com a minha dentro de sua calça sentindo o pau pulsante. Interrompidos por alguém nos chamando, Alexandre sugeriu de  nos encontrar no dia seguinte, evitar de tomar outra surra rs rs rs  sorrindo sarcasticamente. No caminho , minha mãe advertia se eu tinha esquecido da surra, que se tivesse esquecido dava outra para lembrar rapidinho. 

Dormi junto com minha mãe, o calor do meu tesão me incomodava, misturado aos roncos dela, lembranças da surra que tomei, das promessas que fiz  a Edy entre outras barbaridades vivenciadas. Era um pesadelo, uma noite longa, discretamente tocava minha buceta com orgasmos silenciosos recordando poucos momentos com Alexandre. 

No dia seguinte com cara de cansada e tomando café, uma de minhas primas chama para irmos a um pesqueiro próximo, sai com elas e outras amigas e amigos que acompanhavam, lá reencontrei Alexandre, me sentia em um campo minado diante de todos próximos, discretamente ia me afastando, Alexandre já tinha saído. 


Nos encontramos em um lugar reservado, onde o pessoal guarda maquinário e ferramentas, ele já tinha tudo planejado, o beijo só foi a ignição para acender o fogo entre nós e a putaria começava, Alexandre me colocou sentada em uma mesa, abrindo minhas pernas, tão logo sentia sua mão afastando a calcinha e seu pau adentrava misturado a beijos deliciosos e molhados. Porra eu desejava muito aquele pau bem antes de conhecer Edy. Tomamos um susto que gelei com Luiz ( outro primo) adentrando correndo rapidamente  avisando que vinha gente, desci tremendo da mesa e se recompusemos.

Saímos discretamente, eu queria ir embora, estava assustada, questionava que Luiz estava fazendo lá, sem resposta, Alexandre me segurou firme conduzindo  para um galpão tipo silo onde se armazena colheita e lá a coisa foi bem diferente.

Alexandre me empurrou para Luiz dizendo que agora é a vez dele e foi saindo para tomar conta, gelei, sem reação, pedia para pararem com a zueira, e nada adiantou,  Luiz me agarrou, me deitava por cima de umas sacas, eu não queria nada com ele, ameaçava de gritar e mesmo assim ele veio para cima.


Comecei a me debater , a pedir socorro, Alexandre veio correndo verificar, eu achando que veio para me ajudar, engano meu , segurou minhas mãos , tapou minha boca e mandou eu parar de resistir e gritar e Luiz começou a me possuir, eu resistia e ao mesmo tempo um tesão louco e diferente tomava conta de mim, era um conflito de desejar e não querer, imobilizada por Alexandre e possuída por outro que nunca imaginei  desejar , eu mau escutava as vozes deles, ecoava algo estranho em minha mente, sentia momentos que eu estava saindo de mim e vinha uma adrenalina de orgasmos, menos resistente Alexandre me soltava, ambos me deixavam nua, era chupada nos seios por ambos, me recordo de escutar Alexandre falando para não gozar dentro.


Alexandre colocava o pau em minha boca, eu resistia em não querer, foi quando me deu um tapa na cara, ordenava eu parar de fazer cu doce e mandava eu chupar, eram comportamentos totalmente diferentes do jeito que eu o admirava, não satisfeito se masturbou gozando em meu rosto, seguido por Luiz.

Ambos foram muito filha da putas, me  fizeram limpar com a boca seus paus para subir as calças, Luiz achava uns trapo e dava para eu passar no rosto, Alexandre vinha com água para tirar os excessos, eu estava uma maltrapilha.

Pediam para eu me vestir rapidamente, me sentia uma qualquer com o comportamento dos dois, estava mais preocupada com o pouco de minha dignidade e sair logo de lá para ninguém me ver. Eu caminhando trêmula e muito puta da vida com Alexandre, retornava para casa procurando um lugar para me limpar, não achando resolvi improvisar em cair  no lago, fui em uma parte baixa com auxilio de  Alexandre e lá me joguei, sai toda molhada para disfarçar meu retorno.

No caminho vinha amparada por ambos, me paparicavam com desculpas e conversas para justificar o realizado, eu não queria conversa, minha expressão de raiva e ódio naquele momento era enorme. 
Diga de passagem a idéia do lago foi ótima, mas minha raiva com os dois fervia. Durante o banho digno na casa de minha tia, tentava relaxar do ocorrido, na minha cabeça tudo se misturava com o desconhecido prazer que senti. 

Retornei com minha mãe para casa calada a viagem toda. Minha mãe  perguntava , conversava e eu não ouvia nada, simplesmente estática em meu mundo. 



Ref.: 1996 #0020
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


PAI É QUEM CRIA

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