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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

PRIMEIRAS REVELAÇÕES



Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a realidade foi . . . 


-"Fala corno de travesti." de forma seca (Não recordo bem se foi bem assim, mas chamei sua atenção)

Questionava que raios era tal afirmação e relatei que tinha ocorrido no final de semana. A irritação dele foi tanta, que virou as costas e saiu pisando duro. 

Sentia uma crise de ansiedade vendo Edy irritado de uma forma que desconhecia. O trabalho seguia e não podia ter interferências pessoais, ao menos foi assim que Edy gostava de realizar com a equipe.  Na hora do almoço fui de forma humilde pedir desculpas por ter dito daquela forma  e desabafar que estava chateada por estar saindo com minha prima, escutava sem falar nada. 


-"Afinal somos o que?..."  Questionou e continuou
-"...um casal, um trisal, um quadrisal? O que você quer afinal?"
-"Certos momentos você é admirável, madura, depois fica a putinha mimada, não te endendo garota, ...."
Edy falava e dava uma grande pausa, essas pausas assustam
-"Te quero minha mulher, conhece as condições, você escolhe, fica com seus machos e eu com as minha AMIGAS."  finaliza. 

A desdenha de "ficar com meus machos" dava a impressão que eu saia dando para qualquer um, me irritou de verdade foi enfatizar em alto e bom tom "AMIGAS" , para mim tudo umas galinhas. Cheguei a declarar isso a Edy, balançava a cabeça e resmungava alguma coisa. Estava submissa de Edy e Kátia, não conseguia ter minha própria liberdade, era humilhação com mistura de prazer. Certo dia na casa de Kátia coloquei a coleira e desfilei para ela, passava a guia para sua mão, empolgando desejos, nossas trocas de olhares eram de tirar faíscas.

Kátia segurava com a mão a coleira em meu pescoço, humilhava-me verbalmente, percebendo me sentir fraca me sentava a mão na cara dando broncas tipo "Até quando vai ficar assim mimadinha?" era aprender na marra ou apanhar, Kátia narrava situações prazerosas de Edy com outras mulheres até confessar o interesse de ser mulher para Edy, isso gerou brigas e com risos de desaprovação Kátia falava:
-"Bobinha, tolinha, mimadinha, acredita em tudo, cresce garota, se enxerga, você não é mulher para Edy....".
-"....você merece a posição submissa, faz jus ao seu comportamento, e estou me cansando de você. " finalizou Kátia explodindo verbalmente.

A discussão foi ao fervor com os ocorridos do final de semana com as meninas, a falta de interesse ou mesmo oportunidade de ter buscado Kátia foi motivo de faísca, palavras ofensivas, troca de interesses, a experiência com Alexandra era para ter ocorrido um complemento após o ato com Kátia e essa expectativa de não realização gerou frustrações, resultou em brigas. Duas pessoas com rebaixamentos similares a minha pessoa. E para finalizar Kátia dava o golpe de misericórdia:
-"Você pensa que Edy tá sozinho, tem um monte de mulher rastejando por ele, sem contar sua própria família que apunhala você pelas costas, não serve para você, mas serve para outras da família."
e completava...
-"Se está livre eu vou investir sim nesse homem."

Sai de lá muito "P" da vida, levantei a bandeira branca, indo conversar com Edy, foi uma conversa de exposições, insatisfações e realmente o que eu era para ele. 
Edy me deu uma bronca, desabafava que estava cansado de ficar retomando conversas que já sabia a resposta, que daquele momento é tudo ou nada, me acusou de omissa, nesse momento nunca imaginei que chegaria a esse ponto....


...chorando me ajoelhei aos pés de Edy pedindo oportunidade de mudança, que já estava compreendendo melhor. Edy levantou-me, abraçou-me e sussurrou:
-" Vamos ver se isso é verdade logo mais..."

Nesse dia retornei para casa mais confusa do que eu mesma costumava ser, e quando comento que foram meses com grandes bombardeio de emoções, prazeres, humilhações, entre outras coisas me dava mais tesão querer saber mais e tudo isso tinha um preço, caro ou não a se descobrir.

Os acontecimentos eram rápidos durante a semana, e para não perder o andamento das narrativas vou narrar o acontecido e ir fechando outros ocorridos em abertos e o que veio ocorrendo simultaneamente. Certo dia da semana a noite, Kátia vem em casa, sós em meu quarto pede para eu me vestir a mais sensual que íamos sair. Ficou aguardando na sala com meus pais conversando, quando cheguei na sala, minha mãe foi a primeira a falar:
-"Onde vai vestida igual puta?"
-"Realmente ficou uma piranha." Completou Kátia

Voltei mordida para o quarto, logo atrás entra Kátia dando maior bronca, fui contrariar e ainda levei um tapa no rosto
-"Cala a boca, é roupa sensual e não de vagabunda."   ".... de vagabunda você nem precisa de roupa." Faiscava Kátia

Esses atritos me deixavam nervosa, saia meu desestabilizada, vestida sensualmente saímos, eu para variar sempre ficava sabendo dentro do carro. Percebi  Kátia meio sem paciência comigo, jogava a coleira dando ordens para colocar e deixar a guia à mão. Paramos na residência de Célia, algumas pessoas na rua, olhava para Kátia ...


-"Nem vem com cu doce, vai saindo e ignore" , falava Kátia sem paciência. 
Escutava sussurros das pessoas por sair de coleira e guia na mão, uns moleques fazendo algazarra "au au" seguido de risos.

Apesar de sentir e  ficar tímida envergonhada, minha buceta tinha comportamento diferente, estava totalmente molhada por estar de coleira e ficou ainda mais quando Kátia chegou na porta e me fez ficar de joelhos ao lado dela com a guia na boca.


Quem nos recebeu era Valdir, observando de longe Edy e Célia conversavam ignorando o toque da campainha, dando atenção somente quando nos aproximamos, com a guia na mão de Valdir. Edy me observava com quem queria comer com os olhos, eu nesse quesito o conhecia bem.

Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas. 
A campainha voltou a tocar, Alexandra entrando toda alegre, cumprimentando todo mundo, e a mim, passando a mão na cabeça como uma cadela, me chamando de bonitinha e não deu importância alguma ou se recordou do momento com as meninas.

Edy percorre a mão em minhas costas, desce até a minha bunda, com habilidade percorre minha buceta toda molhada, retira e oferece a Valdir a sentir o aroma. Valdir foi ousado e lambeu os dedos de Edy, elogiando como se eu fosse um produto. Edy voltou a repetir sua ação e desta vez foi Kátia e Célia que sentiram o aroma, Alexandra veio de intrometida sentir , Edy concedeu a guia para Kátia e cochichou algo no ouvido. 

Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz. 

Não demorou estávamos todas nuas, minha buceta pulsava e se molhava, Alexandra me olhava de uma forma diferente, Célia abriu a porta e chamou ambos. Para minha surpresa, entraram nus de pau duro e dando risadas, Célia e Kátia me colocaram de joelho na frente dos dois , Valdir perguntou para Edy se tinha certeza e só ouvi sim e foi então que Valdir pegou seu pau e colocou em minha boca para chupar.


Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.

Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo  que podia aguentar.
-"Ohhh deliciaaa!!" dizia Edy revirando os olhos


Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
-"Agora está mais melado que seus dedos, o aroma deve estar uma delícia, não quer experimentar? "


Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.

Valdir contém as chupadas de Edy, o levanta conduzindo a se deitar na cama, com habilidade, Célia passar um gel na mão de Valdir que unta no rego de Edy e tão logo acontece, Valdir encosta a rola no cu de Edy e entra e tira  a cabeça suavemente diversas vezes, ouço gemido de ambos, Valdir pergunta se Edy está pronto, acena com a cabeça e com sorriso que sim e Valdir   o possui de frente. 


Edy geme e  fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
-"Amo ver um homem mamando outro ou dando na minha frente, já fico excitada."  olhei para o pau de Alexandra estava duríssimo


Não demorou Valdir começou a bombar em Edy, e tão logo a rola saia e entrava sem esforço, e as socadas ficavam intensas e fortes , Edy começava a urrar e querer se conter. Célia segurou seus braços sentando atrás dele, Kátia segurava uma  das pernas e Alexandra a outra, eu excitada toda molhada observava , o pau de Edy começava a latejar.
-"Goza comigo! Goza Comigoo!!" falava Valdir

Não demorou, Edy gozava sem se tocar, seu pau jorrou um gozo farto sobre ele e em Célia, seguido de Valdir gemendo, bombando com paradas longas com a rola toda dentro de Edy. 


Célia me chama e ordena a limpá-la com a língua, Kátia em seguida pegando me pela coleira faz limpar a porra toda do corpo de Edy , inclusive seu pau. 

O que ninguém esperava foi Edy me puxar pelos cabelos e me beijar, eu gozei pelo beijo, pela ousadia, pelo diferente, a sensação tão gostosa foi interrompida com a penetração de Alexandra em minha buceta, Valdir tira a rola do cu de Edy, e sai do ambiente, vi a porra começando a escorrer do cu de Edy pelas pernas.

Observava fascinada e  Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma,  Edy é dominado por Célia e Kátia.


Célia foi cruel com um consolo um tanto avantajado, bem lubrificado, segurava os braços de Edy para trás. Kátia auxiliando, algemava e o segurava, abria sua bunda e sendo chamado de "putinho arrombado" Célia percorria os dedos lubrificados no cu de Edy, satirizava e posicionada, começou a penetrar o consolo, Edy pedia para ir devagar, logo já implorava, Alexandra ficava com o pau enterrado em meu cu e observando.
-"Relaxa seu puto, relaxa esse cuzinho." , Dizia Célia sentando a mão na bunda de Edy.


Edy se contorcia, gemia, ofegante pedia para ir com calma, e sem dó passou a cabeça do consolo, Célia só aguardou um tempo e foi sem dó com o consolo todo dentro de Edy , estica seu pé até o rosto de Edy e ordena ela chupar o dedão :
-"Chupa seu putinho, chupa meu dedão e imagina ser a rola do Valdir."  

Edy se deliciava nos pés de Célia, nunca tinha presenciado algo assim, e seguia com umas bombadas, Célia saia e entrava Kátia dando uns tapas na bunda de Edy, chamando de "putinho malvado", olhava para mim de forma sarcastica. Cu de Edy não oferecia mais resistência e com o decorrer ambas alternavam em enrabar Edy, até Célia pegar de jeito, abriu a bunda de Edy e vi o consolo sumindo a dentro, segurando Edy pela cintura queria penetrar mais o que não tinha o fazendo gozar novamente, caindo de lado trêmulo, esgotado. Queria me aproximar, Alexandra me conteve:
-"Não entra na brincadeira que não foi chamada." e voltou a bombar no meu cu.


Kátia percorria a mão na porra de Edy , untava no consolo e metia a dentro, e dizia:
-"Toma mais leitinho nesse rabo seu putinho." e ria, começava a  soltar as algemas, Edy estava ofegante. 
Kátia me pegou tipo:
-"Vamos garota, se gozou, gozou  se não se masturba em casa."
Alexandra até tentou me ajudar e fui zombada por kátia dizendo:
-"A bebezinha aqui tem hora para chegar em casa, e não quero levar bronca no lugar dela." saiu meio "P" da vida. 

Claro que esse "P" da vida ela veio descontando em mim o caminho todo. Preferi não perguntar nada, pedi para me deixar em qualquer lugar que voltava de táxi, porém me trouxe até o portão, mal abri o portão ela foi embora com pressa. 
No meu habitat de costume, minha mente disparava mil coisas, perguntas, e o que mais estava oculto de meu conhecimento, as verdades de Edy começavam a aparecer....

... e eu pretendia saber de tudo e quem sabe realizar muito mais que o tradicional. 



Ref.: 1998 #0031

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE

 
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy. 

Em reuniões de família perguntavam sobre Edy, e o elogiavam como partidão, pena que não estão juntos, e vinha sempre alguém tirando vantagem para apresentar a tal pessoa, nesse momento subiu uma raiva, pura hipocrisia. Pior foi minha mãe elogiando Edy e comentando eu ser imatura para um homem daqueles. 
Sem malícia e experiência não captava os olhares e desejos ocultos das mulheres naquele momento. Minha prima Gi chegou  de forma discreta perguntando se era verdade, estaria namorando escondida ou era amante ?


Estranhei a pergunta por ela estar noiva, com data de casamento e tudo mais, me irritei a colocação de ser amante, e questionei:
-"Como assim amante?"

Respondeu que  viu Edy com uma mulher de mais idade, achei que poderia ser a mãe dele, mas como era oriental e a forma que se tocavam....
Nossa, mil coisas passaram na minha cabeça, a Japa Zaroia filha da puta atacando, subiu um ciúmes e uma dor de cornuda acentuada, aquela que você não quer acreditar que é verdade. Respirei fundo, mantendo o controle e falei para minha prima
-"Que vocês façam bom proveito daquele traste." , e o que não esperava foi Gi o desejar.
-"Quer dizer que posso sair com ele que não será problema?" 

Engoli seco, falei para aproveitar bem, fui dispensando, saindo pisando duro (birrenta), dando às costas indo para casa a pé.



A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera.  Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta. 

Típica de adolecente, chorando pelo caminho, me tranquei no quarto com aquele ódio, nervosa, logo em seguida alguém batendo na porta, era Gi, xinguei mandando ela ir embora e insistiu, falava que minha mãe mandou ela ter vindo para saber se estava bem.

Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.


Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito. 


A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão,  apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso,  vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.


Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua. 
-"Tá com o rosto cheirando buceta sua puta sem noção".  Era algo mais ou menos assim que escutei dela
Citava que não nasceu para ser chifruda e muito menos chifruda de mulher, voltando a levar mais uns tapas e arranhões. Engoli o choro, deixada na porta de casa, entrei calada, Kátia saiu na arrancada chamando atenção de meus pais, que só observaram eu entrando e me tranquei no quarto, ardida, dolorida e muito P da vida

Quando encontrei com Edy, estava cega de ódio, não queria escutá-lo e com isso entrava em um novo looping de erros, ataques e novas brigas.





Fiquei assustado com o surto de Edna, sem saber os reais motivos. As coisas saiam fora do planejado e muito além do que imaginava.
Por trás de Edna sem seu conhecimento eu mantinha minhas amizades prazerosas e realmente vivendo, avaliando em seguir ou não com a relação. 

Kátia reclamava de Edna, descrevia uns fatos ocorridos envolvendo outra garota, sua prima Gi. Kátia insistia que precisava de algo mais intenso para desabrochar Edna ou dispensar de vez, porém Kátia poderia estar minando a real situação, visto que em momentos sós, descobri que está interessada  em firmar uma relação comigo. Rever algo que rolou no passado, para mim não daria certo, conheço o temperamento e de quem ela realmente ama.  


Reencontrar com minha ex-donna "Sra Min",  foi algo que não esperava, assuntos pendentes e mau resolvidos no passado, eu já tinha dado como encerrado, mas Ming não, Domme das antigas leva regras a sério, e queria resolver da forma dela.

Com Silmara grávida estávamos testando limites do corno do Matheus e claro Edna surtou em tal possibilidade de eu ser o pai  quando ficou sabendo.

Sim caros leitores, surgiu o imprevisto de Gi ter me visto com uma oriental, mas não era Silmara e sim Sra Min, que gerou um grande confronto quando Edna veio tirar satisfação. 

Noeli noiva de Antônio, nos cobrava atitude de algo prometido rs rs rs, eu a via como uma caçadora determinada, sabia que ela tinha um fixo com permissão de Antônio, era meu sonho ter essa confiança que eles tem, em eu ter com Edna. 



Comer Noeli com Antônio junto foi surreal, Noeli quase teve um treco por  inúmeros orgasmos e adrenalina do prazer quando recebeu uma DP, depois eu a cortejei me deliciando nos lindos e adoráveis pézinho,  a ousadia dela foi tanta que em determinado momento quando Antônio foi tomar banho, ela pulou em cima de mim envolvendo ardentes beijos, e sussurrou:
-"Serei toda sua, me assuma ser sua mulher...." ".... é só dizer SIM."


Deixei a resposta no ar, minha amizade com Antônio é algo de irmão e Noeli mau sabia de nossos segredos, e se soubesse, será que ela aceitaria tanto eu como ele? 
Noeli seguia provocativa, eu estava perto de jogar a toalha, eram inúmeras tentações que apareciam. 
Era mulher casada, era mulher na empresa, na linha de produção, fornecedoras em reunião estendiam a conversa para algo mais íntimo, até reviver amigas do passado. 
O tesão falava muito alto, a carência submissa e o adestramento afloraram, me rendia a Ming a quitar qualquer débito que tinha com ela, isso ela sabia como cobrar e bem cobrado. 

Para o melhor entendimento dos ocorridos, Gi tinha me visto com Sra Min andando pelos corredores de um estabelecimento, na real estavámos comprando itens para o andamento de parte da dívida rs rs rs  e por estar dando atenção a grande Rainha não percebi Gi a volta, gerando o desconforto com Edna.

Quando encontrei com Edna já estava mais adestrado, querendo me abrir com ela, mas ela estava no fervor da raiva causado pelo telefone sem fio de Gi. Até explicar que focinho de porco não é tomada a coisa ficou feia, não bastou o final de semana entre mulheres, Edna voltou com sede de vingança, cometendo um erro que na mão de Kátia implodiu dentro da casa de Edna diante de seus pais.

Gi veio falar comigo em uma possível, determinada seguia meus passos a distância, a determinação dela me encantou, pois eu não cai na conversa dela que foi ao acaso. Fiquei mais preocupado quando a irmâ de Gi também começou a realizar insinuações, esta foi mais fácil dispensar, casada e com fama de pistoleira, era problema na certa.

A frequência de encontrar Gi pelo caminho demonstrava desejo, objetividade em realizar algo e dei espaço para entender a ousadia dela até onde ia. Em uma das oportunidades de encontro, se ofereceu para aproveitar a noite e nos conhecer melhor.


Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Eu quero dar para você, quero sentir um homem de verdade me fazendo mulher." 

Ouvir isso foi deixar meu pau estalando ainda mais, e complementando que ainda era virgem....


Gi, ousada abria o verbo em tudo que pensava, observava e que os familiares julgavam pelas costas um do outro. A deixei no carro para comprar umas camisinhas e lubrificantes íntimo, quando retornei ela já estava semi nua, a chamei de louca e ela ria, chegando no motel Gi parecia uma cadela no cio, estava numa ansiedade sem tamanho, tive que ir contendo ela para um clima, a despi por completo e fomos para um banho.

No banho Gi aliviava todas as carências que sentia, essa garota fazia mágica. Questionei sobre a virgindade dela, respondeu sério que era virgem, só tinha realizado sexo anal com o noivo e um primo, respondia me olhando com cara de safada, completava, o primo que te fez corno com minha prima. 

O beijo molhado dela, os bicos do seios de forma reversa, raro em mulher e aprecio muito, arrepiava ela toda a deixando molhada antes mesmo de chegar com a boca em sua buceta. O aroma de sua buceta, o néctar de seus fluídos faziam eu perder todas as razões e me dedicar a ela, ao momento esperado. Com expertise esfregava a cabeça da rola em sua buceta, gozava sozinha pelo toque, pele com pele, Gi implorou para possui-la no pêlo, e não gozar dentro. O seu desejo foi era uma ordem, fui cauteloso e penetrando conforme sentia seu conforto.


-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo. 

Escorria lágrimas de emoção em seus olhos, envolvidos aos nossos beijos, senti a verdade em Gi por seus comportamentos em suas palavras ditas. Não demorou começou uma ardência na rola e na buceta da Gi, tão logo o pau saia todo vermelho, voltamos para um novo banho e lá Gi me abraçou chorando, agradecendo. A felicidade dessa mulher foi contagiante, queria entender ela ainda mais, preferi deixar no ritmo dela. De volta a cama, rolou trocas de palavras, carinhos, admirações e etc. me senti bajulado.


Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
-"Come meu cu, quero sentir você dentro de mim."

Não perdi tempo e ao mesmo tempo comprovava o quão estava arrombada no cu, o pau entrou com pouca dificuldade e tão logo já estava com o pau enterrado até as bolas.
-"Me bata, me bata como homem." implorava gemendo "Me xinga!!"

Não perdi tempo e esquentei a bunda com uma ardente palmada que curvou-se toda, segurei pelos cabelos a chamando de cadela vadia. 


Sem dó enterrava e socava o pau naquele rabo, Gi se entregava como uma profissional do sexo. Me contive mesmo com ela implorando para gozar, tirei o pau, a camisinha e enfiei na boca dela segurada pelos cabelos e a fiz tomar todo o leite, lambuzando todo seu rosto. Me fez beija-la toda gozada por mim, acabei até limpando seu rosto e ganhei sua total admiração.


No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).

Essa entrega rendeu risos, piadas e muito ciúmes em Edna. A própria recepcionista acendia o braseiro. 

Tal ditado: "Quando você está só, não aparece ninguém. É só estar comprometido que as tentações aparecem."


Ref.: 1998 #0029

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

segunda-feira, 21 de julho de 2025

20 DIAS 20 NOITES - 20 dias de Edna

20 DIAS 20 NOITES

Esse tópico do relato aconteceu há muito tempo, por isso não é possível recordar 100% dos detalhes. Eu e Edy conversamos muito sobre esse período; é claro que hoje enxergamos tudo por outro ponto de vista, inclusive rimos dessas lembranças.

Na época, porém, foi como esticar uma corda já tensionada, correndo o risco real de romper a relação com Edy. Darei início aos vinte dias de Edna, é o período em que estive mais ativa. Não participava à noite por conta das restrições impostas pelos meus pais. Edy escreverá a parte referente às vinte noites, já que passava a manhã em treinamento, então os relatos dele se concentram no período pós-treino. Esses vinte dias foram um verdadeiro esfregão na minha cara, como se a vida estivesse tentando me acordar da ingenuidade.


Tudo o que Edy me orientava, eu, teimosa, fazia questão de contrariar. Queria fazer do meu jeito.


20 dias de Edna
Foram vinte dias de ausência. Vinte dias sem Edy. Um sumiço que ardia sob a pele como febre. Me sentia num buraco fundo, abafado, escuro. Tudo o que tinha acontecido recentemente parecia ainda mais cruel em sua ausência. E naquela época não havia essa facilidade de chamadas, mensagens ou vídeo.

O silêncio doía como se me engolisse por dentro, a  primeira semana demorou a passar como um ano letárgico. A abstinência sexual batia forte. o corpo clamava por ele, pelo toque, pela presença, pela sacanagem suada que sempre nos incendiava. Minha libido estava em erupção, o desejo fazia meus seios latejarem e meus pensamentos rodopiarem em espirais indecentes. Meu humor oscilava entre o surto e o choro e uma daquelas madrugadas em que a insônia dominava e a solidão parecia gritar dentro de mim, cedi.

Me afundei nos lençóis, sentindo a umidade já pulsante entre as pernas. O calor subia pelo meu corpo como fogo líquido, minhas mãos tremiam de tanto desejo acumulado. 


De olhos fechados, imaginei Edy me prendendo contra a parede, sua respiração quente no meu ouvido, seus dedos em mim como se fossem meus. Recordações de aventuras paralelas se misturavam entre desejos, fantasias e algo mais....


... afundei os dedos na minha boceta molhada, um gemido escapou da minha boca. Gemia como uma cadela no cio, dedilhando com fúria, deslizando os dedos com velocidade crescente. Meus quadris se moviam sozinhos, implorando por mais. Desejando gozar muito, queria gozar, queria libertar tudo o que me ardia por dentro. O momento foi brutalmente interrompido, a luz do quarto se acendeu com violência, e a porta se escancarou com um estalo.


! ! ! ! Meus pais !!!!
Sim, meus pais ali na porta, me encarando. Eu, nua , com dois dedos enterrados no meio das pernas, os olhos virados, a boca entreaberta de prazer. O constrangimento foi imediato e cruel. Gritei, puxei o lençol, mas era tarde demais, minha mãe soltou um grito de horror, meu pai ficou pálido, depois vermelho. Me senti como uma criminosa, as broncas vieram como tiros, me chamaram de imoral, de sem-vergonha, de tudo que pais conservadores são programados para despejar diante da sexualidade da filha.



Chorei,  chorei como nunca, não era apenas vergonha, era humilhação, era o peso do julgamento, o medo, a raiva, a impotência. Dias depois, eles me empurraram para o consultório de uma terapeuta, tentativa frustrada de “me consertar”.



A mulher parecia uma cópia fria da minha mãe, dizia coisas como "o que está sentindo é hormonal" e "precisa se dar mais valor". Não ouvi uma única palavra de acolhimento, saia de lá mais irritada do que entrei, a tensão só aumentava. Minha menstruação atrasou, e um pavor ainda maior se instalou. Grávida? E agora? Não tinha com quem conversar, com meus pais era impossível, foi então que recorri à minha tia, a única pessoa com quem eu ainda conseguia respirar. Liguei chorando, ela veio, me abraçou, me ouviu, me deu bronca, sim, mas foi a primeira a entender minha dor sem me julgar por completo.

Ela me levou ao ginecologista, e  gravidez descartada, porém um outro diagnóstico me abalou: uma infecção. O médico explicou que poderia ser resultado de penetração anal seguida de penetração vaginal sem higienização ou uma eventual contaminação. Não lembro o nome da bactéria, só sei que o susto me rasgou. Era nojento, era doloroso, era... desesperador. Injeções, antibióticos, medo e Edy... como eu explicaria isso para ele? Tão metódico, tão sistemático, minha tia tentou me acalmar.

Disse que ela mesma teria essa conversa com ele, eu só conseguia imaginar o julgamento nos olhos dele, mais uma vergonha, mais um peso, mais um medo. No trabalho, eu estava uma merda, desatenta e  instável. O RH me chamou para conversar, me perguntaram por que eu andava chorando pelos cantos e eu justificava que eram problemas em família e que estaria melhorando meu comportamento. No dia seguinte, descobri que Matheus, o cara com quem já tinha me envolvido, tinha se desligado da empresa.

Ninguém sabia dizer exatamente o motivo e as fofocas começaram. A rádio peão que deixava qualquer um paranóico comentava desde novo emprego a problemas com envolvimento intimo, e eu, frágil, sem chão, já me sentia como a próxima a ser chutada. Edy  sempre me alertava que eu  era paranoia, que eu dramatizava tudo e  precisava amadurecer.

Wagner apareceu um dia na empresa em horário de almoço, percebeu meu estado, conversamos pouco e no final do expediente, estava na porta da empresa. Insistiu pra gente conversar, eu resisti inicialmente, mas fui. Precisava despejar aquilo tudo em alguém. E ele ouviu. Sem tentar me levar pra cama, sem tirar proveito da minha fragilidade, me senti respeitada, e surpresa. Porque, naquele momento, não esperava mais nada decente de homem nenhum, cheguei em casa exausta, e lá estava Matheus, sentado na sala com meus pais.

Conversa mole, ar de quem queria causar, fui grossa e meus pais me repreenderam. Nos isolamos saindo para rua, ele despejou um monte de coisas sobre Edy. Acusações, distorções, raiva, dsse que Edy não era quem eu pensava, que eu estava sendo traída, enganada, feita de trouxa. Minha cabeça rodou e surtei, dei um tapa na cara dele, chamei de frouxo, de infantil, de covarde. Ele revidou com palavras ainda piores, me chamou de burra, de fraca, de chifruda. Eu estava por um fio, a insegurança me corroía por dentro.


Dormia mal, acordava com o peito apertado, as crises de ansiedade se intensificaram. A psicóloga, não me ajudava, sempre era eu o problema e não sabia resolve-los, parecia que eu estava sendo julgada de novo, só que de jaleco. A cada dia, Edy se aproximava de voltar, tinha que sobreviver a esse inferno astral, me enganava que era uma fase. Eu já não sabia quem era Edy, o que realmente ele fazia, o que escondia. Matheus, mesmo babaca, plantou dúvidas que cresciam feito erva daninha, minha tia, tentando me acalmar, dizia pra eu esperar, conversar, dar um voto de confiança, ela riu quando contei algumas das histórias que Matheus falou.
"- Você é muito inocente", ela disse.
"- Inocente, como?"
"- Sabe de nada."

E aquele sorriso irônico dela ficou martelando na minha cabeça por dias. A tal “Japa zaroia”, aquela vaca que eu imaginava esfregando o rabo em Edy, não tinha ido ao Rio Grande do Sul, nem Mônica. Era tudo papo furado, e minha raiva de Matheus cresceu, fofoqueiro linguarudo e sem noção. Os últimos dias antes do retorno de Edy foram de pura exaustão. No trabalho, a nova equipe me acolhia melhor, surgiram até olhares diferentes.



Mas eu me mantinha neutra, distante. Estava cansada demais pra mais uma dor de cabeça. Em casa, eu não tinha mais privacidade, a masturbação virou um luxo arriscado, eu mal conseguia pensar em gozo, meu tesão era sabotado pela vigilância, pela culpa, pelo medo. Meus sonhos se misturavam com muitas sacanagens nem realizadas, somente imaginadas.


Sonhava com  Edy, com os gemidos abafados, a cara de cafajeste e seu jeito único com os olhos dele me devorando. Com aquela maneira firme de me segurar pelos cabelos e dizer:

"- Agora você é só minha."

E talvez... ainda fosse.


Ref.: 1995 #0016
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segunda-feira, 2 de junho de 2025

INICIO DE UM CAMINHO SEM VOLTA

 INICIO DE UM CAMINHO SEM VOLTA


No final de semana, a harmonia não era exatamente perfeita, mas, de certa forma, acontecia. O equilíbrio dos atritos familiares com meus pais e com Edy já não era uma preocupação. A bronca por ter cedido ao Wagner, permitindo o sexo anal, era certa, essa não podia faltar. Eu fingia ouvir, fingia aceitar, e tudo acabava ficando bem.

Durante a semana, a noiva de Matheus apareceu na empresa à sua procura, aquela japa (zarolha) que eu, por alguma razão, considerava parecida comigo, mas não ia com a acara dela. Ela me encarava como se soubesse de algo, eu disfarçava, evitava o contato, até que ouvi ela citar o nome do Edy numa conversa com Matheus. Vi algumas gesticulações estranhas e, ao sair, percebi seu olhar de canto, apenas ignorei, focando no meu trabalho.

O dia seguia normalmente até a chegada de Régis, um novo contratado, boa pinta, chamava a atenção das mulheres, designaram a mim a tarefa de treiná-lo nas atividades. E entre orientar alguém sem qualquer conhecimento ou vício de ambiente de trabalho, lá estava ele já escalando descaradamente investidas em mim. Ignorava qualquer indício de que eu fosse comprometida, pedia que pegasse leve, disse que ali era lugar de trabalho, desconversei e segui com minhas funções.

Para Edy, a semana estava tumultuada, tinha hora para entrar, mas não para sair. Eu voltava sozinha para casa, e, num desses retornos, parei em uma rede de supermercados. Andando entre as gôndolas, encontrei Wagner, perdido pelos corredores, até perguntei se ele estava me vigiando, e, de bate-pronto, respondeu que me encontrar ali era como ganhar na loteria.


Me elogiou, comentou sobre o que havia rolado entre nós e perguntou se eu estava com tempo. Respondi que sim, que Edy estava trabalhando e que só havia parado ali para dar um tempo antes de ir para casa...

...me interrompeu, perguntou se eu estava com tempo. Respondi que sim, e ele sugeriu que conversássemos em um lugar mais reservado. O “mais reservado”, no caso, foi um motel que ficava atrás do supermercado. Falei que ele estava confundindo as coisas, não era isso que eu entendia por uma conversa privada. Mas meus argumentos foram ignorados, na real eu fazia uma média, eu deixava rolar , no meu intimo eu quero, e lá dentro,  Wagner comentou de forma picante sobre o prazer que eu havia proporcionado naquele dia. Direto e objetivo, declarou seus desejos por mim, em um ambiente somente eu e ele.

Contou que, com Edy presente, nos sentíamos limitados, seu olhar inibia a gente de ir um pouco mais e sem poder nos soltar como desejaríamos. E eu concordei, ainda mais ao olhar para aquele bigode...

. . .  recordava do tesão que me dava, aquele pau o quão me realiza no anal, me rendi. Sugeri que tomássemos um banho antes, e ele concordou, estava suado o dia todo, não dava para virar assim e de forma chula, Wagner comentou:

"- Falei que o Edy seria corno... você precisa acalmar o touro, rsrsrs  disse Wagner.

"- Ele sabe que eu quero sentir outros homens, mas quer do jeito dele. A Marisa sabe que você está aqui comigo?

"- Não sabe. E ficou muito chateada naquela noite. Restringir o Edy a ela... Você ainda precisa se soltar mais, confiar mais em si mesma, te achou egoísta" respondeu Wagner.

"- Ele já comeu muita mulher e tenho ciúmes sim do que é meu", respondia de forma ríspida, "- E sobre o Edy, o que pode me falar dele, das suas..." (fui interrompida)

"- Achei que você já soubesse. Lamento, isso tem que vir dele. Não falo nada, mas adianto, ele é uma excelente pessoa... "(eu interrompi)

"- Santo ele não é. Que é uma excelente pessoa, já sei, mas não conheço o passado dele, o que ele fazia? Tinha ex-namorada? Ele é viado? Gay? "  questionei.

Nesse momento, Wagner interrompeu minha fala. Saímos do banho. Percebi que ele havia se incomodado com a última pergunta e perguntei o que foi que o incomodou.

"- Garota, é o seguinte, se você ficar rotulando as pessoas de viado, gay, etc., melhor sair da vida do Edy. Se o básico você não entende, imagine quando conhecê-lo de verdade.

"- Você me assusta falando assim..."

"- Pede para ele, comenta que você quer algo mais extremo e veja que ele te responde"

Em seguida Wagner me abraçou, me beijou, e me deu um trato sem nem terminar a conversa. Aqueceu meu tesão com aquele bigode roçando na minha pele, a língua percorrendo meu grelo que já chorava de prazer. Não demorou e seu pau já estava dentro de mim. Ele me suspendeu nos braços e me comia no ar, comigo agarrada em seu pescoço.


Sendo possuída e ainda com cabeça para pensar, perguntava se ele tinha colocado camisinha. Ele disse que não, mas que não gozaria dentro para não deixar vestígio para o corno. Pedia para eu me acalmar, dizia que era vasectomizado e que os exames estavam em dia. Assim, eu me soltava e dava com gosto, com vontade. 

Ouvir Wagner chamando Edy de corno, meu tesão aumentava, queria mais rola para me preencher , aquele pau na buceta não saciava todo o meu fogo. Ousadamente me posicionei de quatro, Wagner percorria minha buceta melada com a boca e  aquele bigode me arrepiava inteira. Quando sua língua entrou no meu cu, o prazer foi surreal. Meu cu se abria, pedindo a rola dele, e, sem dificuldade, ele me comia gostoso no anal. Gozava tremendo com ele dentro, suas palavras chulas me deixavam ainda mais excitada, aquele pau entrava e sai de meu cu, enterrava ele até as bolas só para escutar eu gemer, ora urrar, até sentir seu leite quente escorrendo lá dentro, enquanto segurava firme minhas ancas, era o ápice. Permaneceu dentro, pulsando, até escorregar para fora, eu permanecia com a anca empinada, cansada, suada, porém realizada.


Ofegante eu questionava: 

"- Você falou que não ia gozar dentro, né? Me enganou… "  falei meio brava e rindo.

"- No cu, o corno não vai saber " respondeu, ofegante.

"- Casa com ele, casa... Vocês dois... Garota, você mete, hein! O Edy vai ser muito corno na sua mão"

"- Eu queria ter mais habilidade e controle com o Edy. Ele sempre..."  (interrompida)

"- ...Tempo, Edna, tempo. Vai devagar, senão acaba sendo a cornuda depois."

"- Ele tem outra? Preta..." (interrompida)

"- Ele tem um passado com prazeres bem diferentes, você é mais tradicional, não exatamente conservadora, ainda cheira a leite (sem ofensa), sabe?" , completava.

Wagner pedia sigilo. Queria me ter novamente e provocava, dizendo que era mais gostoso só nós dois, sem a presença do "corno". Continuava falando que, durante a semana, chamaria o Edy para sairmos de novo. Então, sugeri que eu pedisse para sair só com ele. Ele não prometia, mas, no próximo encontro, disse que me ajudaria a fazer o Edy se abrir. Implorava sigilo sobre aquele momento e sobre a conversa.

Cheguei em casa com o telefone tocando, era o Edy, querendo saber de mim. Comentei que estava chegando agora, que havia parado no supermercado para passar o tempo, porque, sem ele por perto nessas horas, não era a mesma coisa, que eu precisava ocupar o tempo. Ele encarou com tranquilidade.

Na cama, pensativa como sempre, recordar de certas coisas ainda me deixava ofendida, essa história de “leite ninho”, de cheiro de leite... Por outro lado, ter um coroa elogiando minha performance íntima e destacando particularidades que o Edy não percebia me fazia imaginar outros homens experientes, e quem mais poderia ser. Até me lembrei da possibilidade ousada do novato...

Ref.: 1995 #0011
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


sábado, 31 de maio de 2025

REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

 REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

Com o alvará de liberdade concedido por Edy, havia um prazo, um acordo entre nós. Comecei a investir como caçadora, iniciei a faculdade incentivada por ele. A aliança de compromisso realçava os desafios, atraía interessados e oportunistas. E, sendo bem sincera, foram apenas decepções. Dos cinco homens com quem saí, nenhum me proporcionou as expectativas criadas. Sentia-me mais usada do que realizada.

Saí com um professor da faculdade, um japonês, era cativante, sedutor e eu, uma boba. Foi me buscar em casa, com minha mãe quase me empurrando para ele, tinha expectativas de construir algo mais sério. Saímos para jantar e, depois, fomos ao motel, ele não tinha uma pegada selvagem, mas era sedutor, beijava bem.



Usava camisinha, metia bem, me fazia gozar e eu cedi... fiz anal, contrariando o acordo com Edy, gozava gostoso em todas as investidas daquele japa, estava bom demais para ser verdade. Na hora de ir embora, ele colocou a aliança de volta no dedo, olhou para mim e disse:
"- Sou noivo. Sabe que nossa saída é ocasional, né?" , fiz uma cara de quem não sabia,

Porra comeu, usou e tchau, mais uma na conversa ...  e fomos embora. Voltei chateada demais, refletindo sobre a péssima evolução do que eu realmente queria. Conversando e me abrindo com Edy,  estava ciente de todas as relações que tentei,  buscava sua ajuda e, em meio a tantas conversas, percebi que, em todas as transas, faltava você, sentia sua falta, sua proteção, me sentia incompleta e perdida, por mais que eu desejasse aquilo, além das escolhas que foram decepcionantes. 

Raramente tão sério, ele me beijou e sussurrou:
"- Vamos realizar algumas fantasias. Vamos começar do nível iniciante e evoluir nos momentos certos.
Eu confio em Edy. Não confio no suspense. Ele é experiente e seguro, ainda que sem uma referência de passado. Edy começou a me integrar com pessoas que eu não conhecia, gente simples, cativante, receptiva. Valorizavam o lado pessoal, sexo não era o objetivo das conversas, e sim algo reservado para o momento certo. Era outro nível, onde aparência e idade não faziam diferença.

Foi numa sexta-feira que Edy me levou a um barzinho, na verdade, mais uma casa adaptada para tal. Monalisa, em Santo André, o ambiente tinha pouca iluminação, com mesas privativas fechadas. De vez em quando, ouvia discretamente alguns gemidos de outros frequentadores. Namoramos um pouco, nosso drink chegou, Edy disse que agora trocaríamos de parceiros. Aquilo me causou ansiedade e expectativa , e antes de acontecer falava para em tom de ciúmes para  Edy
 "- Não quero te ver transando com outra... "

....interrompida, veio um homem de bigode, entrou no lugar de Edy, apresentando-se como Wagner. Quis saber para onde tinha ido Edy, e ele me tranquilizou, dizendo que estava com a esposa dele, na outra mesa. Além da conversa agradável que rolava entre nós, Wagner sabia me fazer ferver de tesão e desejo. Ousado, colocou o pau para fora, era gostoso de segurar, tinha habilidade, mesmo com roupa, soube conduzir tudo e me penetrou com a calcinha de lado. Pedia para eu relaxar, que não ia gozar em mim, era só para saber se eu gostava do pau dele. E eu gozava, sim, pela ousadia.



Foi quando a cortina se abriu e Edy me viu sentada no pau de Wagner. Em tom de brincadeira, ele disse que era a vez de Edy sentar,  na verdade, quem vinha era Marisa, e Wagner e Edy voltaram para a mesa.
Com Marisa, só rolou a apresentação, aquela mulher selou logo um beijo ardente. Percorreu meu corpo, e o calor subiu em ambas, não demorou para ela sugerir que fôssemos até a casa dela, era próxima,  concordei e saímos.

Chegando à casa do casal, numa iluminação melhor, percebi que eram um casal na faixa dos 50 anos. Conversa extrovertida, tranquila, sem pressa. Marisa me convidou para um banho e para continuarmos a conversa iniciada do barzinho. Nossa, que mulher... Uma morena que não entregava a idade. Me fez derreter no banho  e depois, na cama.

Ouvíamos a conversa dos homens enquanto nos queimávamos de prazer. Em outra observação, percebi que eles se masturbavam ao nos verem no nosso agarra-agarra. Marisa sugeriu que os meninos também fossem ousados. Wagner, então, se abaixou e começou a chupar a rola de Edy. Marisa conduziu os dois para a cama, e rolou um 69 entre eles. Um tesão absurdo crescia em mim. Habilidosa, Marisa sabia exatamente como tocar minha buceta, sem que eu esperasse, ela já me possuía com um consolo preso em um cinto. Wagner, observando, pediu para ela não judiar de mim, que queria ser ele a fazer aquilo  e riu.


Não demorou e Wagner se juntou, chupando minha buceta enquanto Marisa me comia, aquele bigode... Era a primeira vez que um me arrepiava tanto. Eu me continha para não gritar de prazer, Wagner se sentou na cama, colocou a camisinha, e fui conduzida por Edy a sentar na rola dele. Comecei a cavalgar com vontade.

O tesão aumentava ao sentir Edy me entregar para outro homem me possuir. Era um consentimento sem culpa, não resisti e acabei beijando Wagner na boca, percebi os olhares recriminadores de Marisa e Edy. Ao mesmo tempo que eu morria de prazer naquela rola, o ciúmes me consumia ao ver Edy tão próximo de Marisa. Sinalizava para ambos, puxando-os para mais perto, dividimos beijos em Marisa e sussurrei no ouvido de Edy que não queria vê-lo com ela.

Nitidamente, o tesão de Edy abaixou. Ele saiu para o banheiro e, ao retornar, Wagner já me currava de quatro, enfiando aquele pau no meu cu, até aquele momento, era o mais gostoso depois do Matheus. Gozei analmente umas duas vezes. Wagner dava umas paradas, pedia para eu ir mais devagar, dizendo que estava quase gozando, tirou a rola, abriu minha bunda para Edy ver e me elogiava:

"- Nossa, a novinha mete, hein? Se não tomar conta direito, vai virar corno"  e ria me deixando sem graça.

Edy, discretamente, me deu uma bronca pelo que tinha acontecido de quebrar regras prometidas. Wagner, voltando do banheiro, pegou Marisa e a possuiu ardentemente bem na nossa frente. Edy me possuía dominador, dono de minha pessoa, seu pau em minha buceta ia além de proporcionar orgasmos. O tesão era surreal, os rapazes nos colocaram frente a frente, nos incentivando a nos beijar, a nos tocar,  não demorou  Wagner foi o primeiro a encher Marisa de porra, seguido Edy que sentia o forte jato quente dentro de mim.


Marisa, ousada, veio e chupou minha buceta recheada com a porra do Edy, que por sua vez eu chupava e limpava o pau de Edy, Wagner permanecia deitado na cama, cansado.  Nos recompusemos,  Marisa, então, conversou discretamente comigo, pedindo atenção aos meus atos, lembrando que havíamos combinado, e reforçava que Edy também tinha dito a eles "nada de beijos e nem anal", que também era contra beijos,  confessava que pensava igual Edy. Sobre o anal, ela explicou que Wagner forçou para ver minha reação e testar meus limites. Pediu que eu refletisse e eu pedia desculpas por não ter cumprido as regras.

"- Pense, você pode perder ele. Edy é um ótimo homem. Conheça-o melhor, saiba respeita-lo e terá tudo que desejar,"

Wagner se aproximou da conversa e perguntou se eu tinha gostado, se poderíamos marcar outra saída. Antes mesmo de eu responder, ele emendou:

"- Já experimentou uma rola preta? A Marisa adora... Pena que sempre volta toda larga pra mim " e caiu na risada, como se fosse comédia.

Marisa se despediu com um selinho na minha boca. Wagner abraçou Edy e me elogiou:
" Que mulher de buceta quente e molhada... E que beijo, hein?"

Mesmo com as provocativas de Wagner em Edy , se mantinha controlado, seguro. Assim terminou a noite, a primeira experiência como casal  bem-sucedida ou melhor, mais ou menos bem-sucedida (rsrs).

Eu havia errado prematuramente, sim, mas ao retornarmos, Edy não brigou, voltamos descontraídos, leves. Na porta de casa, agradeci pelo momento, pela paciência, e pedi desculpas por ter ultrapassado os limites. Por incrível que pareça, sem brigas. Edy apenas disse, com aquele jeitão:

"- Eu vou te pôr no eixo... Só não coloco na linha porque trem mata." em tom de brincadeira


Naquela noite, minhas reflexões no quarto se resumiram a deitar e apagar. Me sentia leve, sem culpa, dormi profundamente, só acordando no dia seguinte.


Ref.: 1995 #0010

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PAI É QUEM CRIA

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