Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
quarta-feira, 22 de abril de 2026
A DOR E O PRAZER
Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora. Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava.
Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar.
Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.
Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.
Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem.
Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo.
Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava, permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu procure outra mulher.
terça-feira, 21 de abril de 2026
ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS
Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.
Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo.
Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.
Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando.
Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais.
Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.
Mandava eu calar a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.
Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam.
Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.
Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter a mão na cara de Edy. Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial.
Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy....
No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele.
Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la.
Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.
Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ?
A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte.
Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.
Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
terça-feira, 24 de março de 2026
DIGA COM QUEM ANDAS...
Entrar em casa depois de uma aventura de prazeres e dar de cara com Edy, sentado na sala ao lado da minha família, me congelou por completo.
Foi aquele tipo de congelamento que denuncia, o rosto fala antes de qualquer palavra, escancara que você estava exatamente onde não deveria. Minha vontade era mandar todo mundo embora dali, varrer aquela cena da minha frente. Ao mesmo tempo, eu precisava manter a compostura e honrar minha palavra com o Dr. Gato para a próxima consulta.
Vesti uma expressão neutra, quase insolente. Com a maior naturalidade possível, pedi que aguardassem, disse que já voltava e fui direto para o quarto. Tomei um banho tentando organizar os pensamentos, mas era inútil: tudo voltava àquela consulta ousada. Ainda sentia o gosto dele na minha boca. Meus pensamentos, soltos e quentes, foram interrompidos pela batida na porta, minha tia entrou sem esperar resposta.
Ela começou a falar sem rodeios. Contou toda a articulação que fez para que aceitassem Edy e para que ficássemos juntos. Esperava entusiasmo da minha parte, não encontrou. Meu silêncio a incomodou.
-"O que está acontecendo com você?"
Respondi de forma superficial, dizendo que estava saindo com alguém, um peguete, uma mentira dita com uma naturalidade que até me surpreendeu. Nem consegui concluir. Ela me cortou, desmontando qualquer tentativa de simplificar a situação.
Não fazia ideia da proporção que aquilo tinha tomado.
Segundo ela, eu estava “falada” no bairro. A nova “galinha”. Citava nomes tipo Cidinha, Maria, histórias que eu nem sabia que tinham se espalhado. Falava da preocupação dos meus pais, do peso dos comentários. Perguntou, ainda, se eu estava andando com uma tal de Carla. Nem sabia quem era.
A conversa foi interrompida pela voz do meu pai chamando da sala, impaciente com a demora. Estranhei ele ter se afastado, deixando minha mãe sozinha com Edy.
Na sala, todos reunidos, meu pai tomou a palavra. Falava com cautela, mas cada frase vinha carregada de intenção. Comentava sobre o que andava acontecendo no bairro, sobre meninas ficando mal faladas… e, com um olhar direto para mim, reforçava a importância de saber com quem se anda.
Sem rodeios, perguntou se nós realmente queríamos um namoro sério.
Defendeu minha imagem, disse que eu não era “mulher rodada”. Sorri por dentro, quase ri alto. Impôs condições: se fosse algo sério, que não se arrastasse por anos. Nada de namoro longo, no máximo dois anos. Depois disso, união.
Por dentro, eu vibrava. O consentimento da família me excitava de uma forma quase indecente. Edy sorria, com aquele ar de cafajeste que me desarmava completamente. Meu lado mais instintivo despertava, meu corpo respondia, quente, pulsante.
O horário avançava. Meu pai encerrou a conversa, praticamente me empurrando para me despedir de Edy.
Na garagem, longe dos olhares, não me contive. Beijei-o com intensidade, deixando a mão deslizar até o volume que endureceu imediatamente sob meus dedos. Sussurrei no ouvido dele o quanto aquilo tudo me deixava feliz. Ele respondeu da mesma forma, palavras baixas, sorriso satisfeito.
Ao voltar para dentro, indo em direção ao quarto, encontrei minha mãe e minha tia com uma guia médica nas mãos.
-"Por que você não vai mais ao ginecologista da família?"
-"Não quero ninguém interferindo no que faço ou deixo de fazer ." respondi seca, quase agressiva.
-"Eu vou acompanhar você..."
-"Quem vai comigo é o Edy. Meu futuro marido" interrompi, firme.
O silêncio que se seguiu foi quase palpável.
Minha mãe me olhou, espantada. Minha tia olhou para ela, depois para mim, e abriu um sorriso contido, orgulhoso. Minha mãe saiu do quarto sem dizer mais nada. Minha tia, ao contrário, me aplaudia com gestos discretos, visivelmente satisfeita.
Naquele instante, senti algo mudar dentro de mim. Como se estivesse, finalmente, tomando as rédeas da minha própria vida.
No dia seguinte, fui trabalhar radiante. A mudança era visível, leve, elétrica. Segui as recomendações de Edy: ignorei qualquer possível problema no trabalho. Nada importava mais do que o almoço que tinha marcado com ele.
Mal via a hora de reencontrá-lo.
Conversávamos sobre planos, futuro, próximos passos. Eu estava envolvida, quase boba de felicidade. Mas havia algo diferente. Edy ainda era aquele homem provocante, confiante…
...mas não demonstrava o mesmo desejo de antes.
Foi então que Antônio e Noeli passaram por nós.
-"Tá sumido, “Lobo Mau”. Deixou saudades lá em casa." disse Noeli, rindo e cutucando Edy, sendo contida por Antônio.
-"Fiquei curiosa!!" comentei, observando.
-"Besteira dela." cortou Antônio rapidamente.
Deixei passar, mas aquilo ficou martelando. Marcamos de sair no fim de semana. E, sim… minha curiosidade só aumentava.
A primeira vez com Edy depois desse intervalo foi… frustrante.
O beijo não tinha a mesma intensidade. A pegada estava frouxa, desconectada. A tensão cresceu rápido e acabou em discussão. Ele reverteu a situação de forma abrupta, me calou com beijos fortes, reacendeu o corpo com uma pegada firme… mas não gozou.
Aquilo me irritou profundamente.
-"O que está acontecendo?" exigi.
Ele não rodeou.
-"Você foi muito promíscua na minha ausência. Quero um check-up completo."
Senti meu sangue ferver.
-"Está me chamando de vagabunda? Em todas as vezes usei camisinha!"
A discussão escalou, mas algo me fez frear. Lembrei da consulta com o Dr. Gato. Respirei, engoli parte da raiva.
Expliquei que já tinha um retorno marcado e que a presença dele seria necessária.
A mudança foi imediata.
Edy se acalmou, pediu desculpas, mas manteve o discurso sobre cuidado e responsabilidade. Não estava totalmente errado, e eu sabia disso. Ainda assim, eu não tinha sido completamente sincera na consulta.
E, no fundo, uma dúvida crescia silenciosa: eu pagaria para ver até onde ele realmente suportaria meus desejos…
...ou se, em algum momento, tudo aquilo iria ruir.
Ref.: 1998 #0036
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
LIBERDADE CONDICIONAL
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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