PREDADORA
Na época, após a desastrosa relação com Ivani, havia passado alguns meses. Vim a conhecer Rosecleide, coreana, faixa dos 38/40 anos. Mulher comum, tom de voz suave, porém imponente, parava com o carro ao meu lado, estava perdida em achar uma determinada rua.
Falei que conhecia o local que procurava, mas não tinha o nome das ruas de cabeça, perguntou se eu estava ocupado, disse que não. Destravou a porta e mandou subir no carro e guiar ela.
Coordenava em palavras como ordem, sem saber meu nome, foi um trajeto rápido pelos atalhos que eu conhecia, em menos de 5 minutos já tínhamos chegado, descemos do carro, eu já virando as costas para ir embora, perguntou onde eu ia.
Simplesmente respondi que ia embora, já estava no local, de uma forma gentil e elegante ordenou que esperasse no carro jogando as chaves para mim.
-"Tome conta e me espera." foi algo assim
Ao sair se apresentou, eu também, perguntou se estava com tempo, me convidando para um lanche, tímido eu dizia que não precisava se preocupar, e ela foi direta.
-"Não quero comer sozinha, me faça companhia, vamos nos conhecer melhor."
Aquilo me gelou, eu sendo cativado por uma mulherona daquelas, na época o Mc Donald' s era o mais próximo e assim fomos, realizamos nosso pedido, fez questão de bancar, me deu dinheiro e foi sentar em uma mesa enquanto eu pagava e aguardava o pedido.
De longe observava a sua elegância, levei o nosso pedido, e atendia às suas solicitações em buscar mais guardanapos, e condimentos. Sem perceber, já estava me adestrando a submissão. Sim, a inocente mulher tinha muitas coisas a serem reveladas.
Ficamos lá conversando, o que cada um fazia, se era comprometido, e a conversa seguia. Foi num desviar de olhos para seus pés, fiquei fixados neles, ela percebendo deu uma movimentada a frente percebendo meus olhares e ousada, tirou do calçado deixando exposto a mim.
-"Vai me dizer que é um apreciador de pés?" perguntou diretamente de surpresa
-"Percebi seus olhares em meus pés, que acha deles? Pode pegar, sentir que eles não mordem."
Fiquei sem jeito, vermelho, acanhado. Ela riu da situação. Pedia para eu me acalmar que ela não morde. (risos) de ambos.
Sincero e espontâneo, comentei que estava sem jeito, uma mulher elegante assim, deve ter muitos pretendentes, dizia não crer que não tinha namorado ou algum pretendente.
-"Estou cheia de interesseiros, homens galinhas, .... blá blá ". citou "n" coisas de suas insatisfações
-"Fiquei interessada em suas habilidades em pés, ando estressada, faria uma massagem neles?"
Nossa, aquilo foi um presente para mim, meu sorriso ficou de orelha a orelha, estava para pegar em seus pés, quando ela se levantou dizendo
-"Vamos então."
Nos levantamos, e na minha cabeça estava tudo certo que seria por lá, perguntou se eu sabia dirigir, respondi que sim, deu as chaves e foi dando ordens. Sem precisar falar, abri a porta para ela, deixando a entrar
-"Tá ganhando pontos comigo, tô gostando de te conhecer." dizia
Sem hora para chegar em casa, guiando o carro, solicitado a entrar no motel, baixei o vidro e ela escolheu a suíte e o tempo que ficaríamos entre outras coisas.
No quarto Rosecleide me tratava como um mucamo, um servo, solicitando tirar a roupa dela e ainda satirizava de minhas reações:
-"Você é virgem? Não tem medo de mulher né ou tem preferências bi sexuais e demais..." falava rindo "Não tenho preconceito de preferência..." finaliza
Nus, eu envergonhado de pau duro, não abaixava de forma alguma, fomos para o banho.
-"Belo dote, não fique acanhado, é normal em sua idade, venha, faça uma massagem em mim embaixo da ducha, enquanto a hydro se enche."
Era bom demais para ser verdade, ganhando mais confiança, colocava em prática o pouco que sabia e ganhava elogios. Massageava, seduzia, fazia atrevimentos e o pau duro demais.
Saímos da ducha e fomos para a hydro, apalpava aquele peźinho lindo, massageava-o por completo tirando urros de prazer...
Saímos da ducha e fomos para a hydro, apalpava aquele peźinho lindo, massageava-o por completo tirando urros de prazer...
-"Você é bom heim, amando essas suas mãos carinhosas, estava precisando..."
Depois de um tempo saciando os dengos carinhosos nos pés
-"Chupa eles, chupa, você gosta né? Demonstre afeto e carinho neles..."
Não precisou falar duas vezes, estava deliciando aqueles pés como nunca, era conduzido e observado por ela e com autoridade:
-"Chupa as solas de meus pés seu lambe botas, hummmm delicia, meu capacho gostoso."
Eu nem me ligava que estava sendo induzido a ser um submisso na mão dela, nesse momento só tirava proveito, ou achava que estava tirando, logo vinha mais ordens, Rosecleide abrindo as pernas e sua buceta toda molhada...
-"Será que chupa uma buceta tão bem como os pés?"
Eu subia como um cordeirinho por suas pernas caindo de boca em sua buceta, urros de prazer e contorções de suas pernas demonstravam que estava no caminho certo e fazendo certo, pegava por meu cabelos, me colocava para chupar seus seios, com as mãos conduzia-me a percorrer seu corpo todo, virou de costas e só advertia em não mexer no anus dela, eu admirava percorrer por ela toda de forma inacreditável, não estava acreditando estar com um mulherão daqueles.
-"Nossa gozei demais, deixe-me retribuir...."
Rosecleide com uma cara de caçadora, me deitou na cama, chupou minha rola e subiu em cima
Eu tentava manter o controle com ela rebolando em cima de meu pau, olhos fechados e contorcendo-se toda, em algumas cavalgadas eu a continha, tava doido para gozar. Ela começou a torturar quando sua buceta começou a morder meu pau, hummm que sensação deliciosa, vinha tempos depois saber que realizava um pompoarismo com meu pau dentro.
-"Me avisa quando for gozar..."
Nossa não demorou muito, eu a levantei tirando de minha rola e jorrei todo tesão que explodia.
-"Nossa que gozada, tava bem cheio heim?! Bom garoto, conquistou minha confiança."
Se aproximou e deu um beijo ardente na boca, o primeiro beijo de muitos outros que vieram a seguir.
Após um banho rápido, deitados na cama, rolava uma conversa de tudo que se podia imaginar, percebia que Rosecleide realizava mais que um diálogo, uma entrevista. Sim aquelas entrevistas elaboradas de RH, ela sensivelmente sabia tirar informações que para ela seria importante. Descobri que ela trabalhava numa empresa alemã com sede em S.B.C no ABCD Paulista, era representante comercial e pós vendas, citava a vida agitada sem vida social.
Agora eu que roubava um beijo dela, tipo para de falar e vamos apimentar mais uma vez. Tirei um sorriso espontâneo e diferente do pouco que a conhecia, tão logo subiu em meu rosto com sua buceta já molhada, amei, taquei a língua e senti sua boca no meu pau. Foi umas das melhores chupetas que recebi até hoje, tão logo estava ela novamente sentada no pau, rebolando , cavalgando e desta vez nos beijando muito.
Desta vez, eu sentia a cada orgasmo suas unhas cravando em meus braços, a coloquei de 4 contra vontade dela, a peguei socando fundo, sentia ela tremendo, tirei e gozei no chão. Estava exausto, veio até mim, abraçando, nos beijando. Depois rolou um banho e fomos embora,
desta vez conversando mais descontraídos, pagou a conta, me deixou em casa.
-"Nos encontramos novamente?" - perguntei
-"Eu que te encontro". respondeu
Um beijo selinho e foi embora.
Sozinho avaliando tudo que ocorreu, me sentia um bobo de alegre, Ivani era passado, conhecer Rosecleide foi como virar a chave. Nem deu tempo de esfriar e já entrou outra. Me deixou grilado, era não saber nem onde acha-la, bateu aquele receio de ter sido somente um momento de prazer e nada mais. Vinte dias se passaram e nada. Ao final de tarde quase noite, um toque de buzina, olhei pela janela, era ela, sai todo largado, com cara séria, falou seco.
-"Tem 5 minutos para se vestir."
Adestrado involuntariamente pelo desejos, corri para dentro, sem tomar banho, me arrumei e já estava pronto, ela já acomodada no banco do passageiro, entrei, ia dar um beijo...
-"Siga em frente." disse
Esse comportamento seco acabou com o tempo me conquistando. Nesse dia paramos em uma clínica médica, achei que era uma consulta para ela e no final das contas era pra mim, foi com ela que aprendi a zelar com cuidados e ter exames em dia. Me fez realizar uma bateria de exames e somente depois que saímos ela falou algo:
-"Meu capacho, meu lambe botas, a partir dos resultados você é meu!!"
Foi uma fala meio sedutora, meio ameaçadora ao mesmo tempo.
Curta e grossa voltei para casa, sem um beijo sequer, parei o carro em frente de casa, com olhar desci do carro, abri a porta, desceu, abri a porta do motorista, deixei se acomodar e fechei, ligou o carro e nem tchau deu, altamente frio.
Nisso alguns amigos vizinhos tiravam uma onda, tipo, "Quem é a gostosa?" "Filezona, não é para seu bico." (risos).
Entrei para casa, o tesão estava alto, só passei vontade. Durante o banho e durante a noite bati umas punhetas, isso mesmo, não foi somente uma, foram várias pensando nela.
Voltamos a nos encontrar 15 dias depois, desta vez próximo de onde trabalhava, estava retornando a pé, encostou o carro, baixou o vidro e foi assim a curta conversa:
-"Entre!"
Desta vez como passageiro, ia começar a falar e me perguntou:
-"Está contente onde trabalha?"
-"Sim, está me atendendo bem..."
-"Só responda que questiono, não se justifique."
"GROSSA" pensei eu, e fiquei pensando, "Será que perguntou, talvez querendo que trabalhe com ela ou para ela?"
Enfim , essa mulher dirigiu para cada buraco que parecia que ia desovar um corpo, até chegarmos em um condomínio, entramos, fomos na administração, realizou meu cadastro.
Precavida, estava conhecendo a residência dela, subimos e lá ao fechar a porta, mudou de comportamento sério e seco para a sedutora e caçadora Rosecleide, citava que estava com saudades, questionava que tinha realizado na ausência dela, segurou meu pau que estava uma barra de aço.
-"Hummmm , bom sinal, vejo que não andou comendo fora."
-"Não tem ninguém e não sou do tipo galinha." respondi meio na espetada
-"Tire meus calçados e beije meus pés!!"
-"...isso se rasteje por mim, saudades desses mimos."
Inocentemente realizava aquela solicitação com muito prazer, mau sabia onde estaria me metendo.
Nessa noite tive o imenso prazer de saber como era gozar dentro e no pêlo, tinha acabado de gozar e pediu se conseguia dar a segunda sem parar, os nossos desejos e tesão estavam acima de tudo.
Passei a noite em sua residência, acordamos um pouco antes, namoramos, cortejei os peźinhos, um banho, retribuições de carinhos e tudo mais.
Esses pequenos gestos e momentos íntimos foram assim por quase um ano. Realizados em tempos alternados, ora semanal, quinzenal, mensal, diário, não havia uma padronização, era sempre na disponibilidade e no desejo dela.
Claro que nesse tempo, as transas ficaram mais apimentadas , selvagens, fetiches de imobilização, vendado entre outras condições, sempre me deixando submisso a ela.
Aceitava inocentemente e no desejo do tesão, não percebia claramente seu objetivo, achando somente como um desejo pessoal do momento.
Aceitava inocentemente e no desejo do tesão, não percebia claramente seu objetivo, achando somente como um desejo pessoal do momento.
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
... breve continuação !!! 







Mais um relato sensacional, parabéns Edy você e foda demais, agora passa a receita, onde o homem passa ele abate uma, homem tem a senha não e possível, abre um curso para nós pobres mortais
ResponderExcluirObrigado. Fase boa que eu não soube aproveitar .
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