Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
quarta-feira, 27 de maio de 2026
terça-feira, 21 de abril de 2026
ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS
Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.
Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo.
Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.
Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando.
Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais.
Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.
Mandava eu calar a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.
Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam.
Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.
Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter a mão na cara de Edy. Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial.
Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy....
No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele.
Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la.
Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.
Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ?
A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte.
Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.
Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
terça-feira, 24 de março de 2026
DIGA COM QUEM ANDAS...
Entrar em casa depois de uma aventura de prazeres e dar de cara com Edy, sentado na sala ao lado da minha família, me congelou por completo.
Foi aquele tipo de congelamento que denuncia, o rosto fala antes de qualquer palavra, escancara que você estava exatamente onde não deveria. Minha vontade era mandar todo mundo embora dali, varrer aquela cena da minha frente. Ao mesmo tempo, eu precisava manter a compostura e honrar minha palavra com o Dr. Gato para a próxima consulta.
Vesti uma expressão neutra, quase insolente. Com a maior naturalidade possível, pedi que aguardassem, disse que já voltava e fui direto para o quarto. Tomei um banho tentando organizar os pensamentos, mas era inútil: tudo voltava àquela consulta ousada. Ainda sentia o gosto dele na minha boca. Meus pensamentos, soltos e quentes, foram interrompidos pela batida na porta, minha tia entrou sem esperar resposta.
Ela começou a falar sem rodeios. Contou toda a articulação que fez para que aceitassem Edy e para que ficássemos juntos. Esperava entusiasmo da minha parte, não encontrou. Meu silêncio a incomodou.
-"O que está acontecendo com você?"
Respondi de forma superficial, dizendo que estava saindo com alguém, um peguete, uma mentira dita com uma naturalidade que até me surpreendeu. Nem consegui concluir. Ela me cortou, desmontando qualquer tentativa de simplificar a situação.
Não fazia ideia da proporção que aquilo tinha tomado.
Segundo ela, eu estava “falada” no bairro. A nova “galinha”. Citava nomes tipo Cidinha, Maria, histórias que eu nem sabia que tinham se espalhado. Falava da preocupação dos meus pais, do peso dos comentários. Perguntou, ainda, se eu estava andando com uma tal de Carla. Nem sabia quem era.
A conversa foi interrompida pela voz do meu pai chamando da sala, impaciente com a demora. Estranhei ele ter se afastado, deixando minha mãe sozinha com Edy.
Na sala, todos reunidos, meu pai tomou a palavra. Falava com cautela, mas cada frase vinha carregada de intenção. Comentava sobre o que andava acontecendo no bairro, sobre meninas ficando mal faladas… e, com um olhar direto para mim, reforçava a importância de saber com quem se anda.
Sem rodeios, perguntou se nós realmente queríamos um namoro sério.
Defendeu minha imagem, disse que eu não era “mulher rodada”. Sorri por dentro, quase ri alto. Impôs condições: se fosse algo sério, que não se arrastasse por anos. Nada de namoro longo, no máximo dois anos. Depois disso, união.
Por dentro, eu vibrava. O consentimento da família me excitava de uma forma quase indecente. Edy sorria, com aquele ar de cafajeste que me desarmava completamente. Meu lado mais instintivo despertava, meu corpo respondia, quente, pulsante.
O horário avançava. Meu pai encerrou a conversa, praticamente me empurrando para me despedir de Edy.
Na garagem, longe dos olhares, não me contive. Beijei-o com intensidade, deixando a mão deslizar até o volume que endureceu imediatamente sob meus dedos. Sussurrei no ouvido dele o quanto aquilo tudo me deixava feliz. Ele respondeu da mesma forma, palavras baixas, sorriso satisfeito.
Ao voltar para dentro, indo em direção ao quarto, encontrei minha mãe e minha tia com uma guia médica nas mãos.
-"Por que você não vai mais ao ginecologista da família?"
-"Não quero ninguém interferindo no que faço ou deixo de fazer ." respondi seca, quase agressiva.
-"Eu vou acompanhar você..."
-"Quem vai comigo é o Edy. Meu futuro marido" interrompi, firme.
O silêncio que se seguiu foi quase palpável.
Minha mãe me olhou, espantada. Minha tia olhou para ela, depois para mim, e abriu um sorriso contido, orgulhoso. Minha mãe saiu do quarto sem dizer mais nada. Minha tia, ao contrário, me aplaudia com gestos discretos, visivelmente satisfeita.
Naquele instante, senti algo mudar dentro de mim. Como se estivesse, finalmente, tomando as rédeas da minha própria vida.
No dia seguinte, fui trabalhar radiante. A mudança era visível, leve, elétrica. Segui as recomendações de Edy: ignorei qualquer possível problema no trabalho. Nada importava mais do que o almoço que tinha marcado com ele.
Mal via a hora de reencontrá-lo.
Conversávamos sobre planos, futuro, próximos passos. Eu estava envolvida, quase boba de felicidade. Mas havia algo diferente. Edy ainda era aquele homem provocante, confiante…
...mas não demonstrava o mesmo desejo de antes.
Foi então que Antônio e Noeli passaram por nós.
-"Tá sumido, “Lobo Mau”. Deixou saudades lá em casa." disse Noeli, rindo e cutucando Edy, sendo contida por Antônio.
-"Fiquei curiosa!!" comentei, observando.
-"Besteira dela." cortou Antônio rapidamente.
Deixei passar, mas aquilo ficou martelando. Marcamos de sair no fim de semana. E, sim… minha curiosidade só aumentava.
A primeira vez com Edy depois desse intervalo foi… frustrante.
O beijo não tinha a mesma intensidade. A pegada estava frouxa, desconectada. A tensão cresceu rápido e acabou em discussão. Ele reverteu a situação de forma abrupta, me calou com beijos fortes, reacendeu o corpo com uma pegada firme… mas não gozou.
Aquilo me irritou profundamente.
-"O que está acontecendo?" exigi.
Ele não rodeou.
-"Você foi muito promíscua na minha ausência. Quero um check-up completo."
Senti meu sangue ferver.
-"Está me chamando de vagabunda? Em todas as vezes usei camisinha!"
A discussão escalou, mas algo me fez frear. Lembrei da consulta com o Dr. Gato. Respirei, engoli parte da raiva.
Expliquei que já tinha um retorno marcado e que a presença dele seria necessária.
A mudança foi imediata.
Edy se acalmou, pediu desculpas, mas manteve o discurso sobre cuidado e responsabilidade. Não estava totalmente errado, e eu sabia disso. Ainda assim, eu não tinha sido completamente sincera na consulta.
E, no fundo, uma dúvida crescia silenciosa: eu pagaria para ver até onde ele realmente suportaria meus desejos…
...ou se, em algum momento, tudo aquilo iria ruir.
Ref.: 1998 #0036
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
quinta-feira, 5 de março de 2026
BOCA ABERTA PELO EXCESSO DE CONFIANÇA
Eu tinha jurado a Edy que aquela conversa morreria entre nós. E sim… morreu. Pelo menos na teoria. Na prática, despejei tudo para minha tia.
As confissões. As dúvidas. O lado bi de Edy. Cada detalhe sussurrado, cada entrelinha carregada de tensão. Minha tia ouvia tudo com indignação crescente, enquanto minha ingenuidade lhe entregava munição, palavra por palavra, segredo por segredo.
Eu falava demais. Contava até aquilo que não tive coragem de perguntar a ele. Minhas inseguranças viravam pauta nas nossas conversas. E ela, sempre estrategista, aconselhava, orientava, instigava. Diferente da minha mãe, que jamais foi amiga-confidente, minha tia era porto seguro, cúmplice, professora da malícia do mundo.
- "Você precisa ir pra cima. Cobrar explicações. Mas com estratégia"dizia.
-" Sem assustar. Sem deixar ele se fechar como tatu-bola." completava
E eu absorvia tudo.
Enquanto isso, Kátia andava estranha. Distante. Ausente. Fria. Não sabia se era desinteresse por mim… ou interesse demais por Edy. Fantasmas antigos voltavam a rondar meus pensamentos.
Logo pela manhã, no trabalho, Edy veio ao meu encontro. Tinha algo diferente no olhar.
-"Recebi uma proposta melhor de trabalho. Semana que vem é minha última aqui."
Falou na lata, sem preparar o impacto da notícia.
O chão se abriu sob meus pés. A ausência dele soava como sentença final. Como se a distância fosse enterrar de vez o que mal começava a existir.
Ele me puxou para um abraço demorado. Quente. Apertado. A boca roçou meu ouvido quando sussurrou:
-" Você quer ficar comigo de verdade?"
Meu coração quase saiu pela boca.
-" Sim… " respondi, com voz doce e olhos de quem implora para ser escolhida.
Ele me olhou fundo.
-"E vai continuar saindo com outros homens?"
A pergunta me atravessou. Arrisquei, num fio de ousadia:
-"Se eu tiver permissão…"
Silêncio.
Um sorriso tímido escapou dos lábios dele. Voltamos a nos abraçar, mas havia tensão no ar. Ele começou um discurso sério, dizia que, sem ele por perto, os “urubus” apareceriam. Que muita gente me desejava. Que eu precisava tomar cuidado.
Eu concordava, mas minha cabeça estava em outro lugar. Aproveitei para perguntar sobre a tal oriental que tinha causado confusão, a que eu achava ser a “Japa Zaroia”. Ele caiu na gargalhada. Explicou quem era. Provocou mistério. Disse que eu saberia no tempo certo.
E aquilo me deixou ainda mais curiosa.
No caminho de casa, um rapaz gritava meu nome de longe. Ignorei. Até que ele apareceu, ofegante, sorrindo. Era o mesmo que dias antes tinha se envolvido numa quase trombada retornando para casa.
Veio me cantar. Duas mulheres ao longe zombavam: “Aê, garanhão!”
Eu ri. Ele riu. O clima ficou leve. Se apresentou:
-"Sérgio."
Conversamos como se o tempo tivesse pressa. Quando percebi, já era noite. Me despedi com um beijo no rosto. Ele segurou meu queixo. E me beijou.
Um beijo quente. Intenso. Surpreendente.
Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio me percorreu inteira. Senti as pernas fraquejarem. Quando nos afastamos, trocamos um sorriso cúmplice. Cada um seguiu seu caminho.
Eu, corada. A cabeça girando. O coração disparado.
Virei a esquina…
E congelei.
Kátia estava no portão. Ao lado da minha mãe. As duas com o rosto fechado. O ar pesado.
Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, fui puxada pelos cabelos para dentro da garagem. Gritos. Acusações. Tapas. Minha mãe, furiosa. Kátia, transtornada.
-“Vagabunda.”
- “Quer ficar falada no bairro.”
- “Não se contenta com um, tem que correr atrás de outro.”
Elas tinham visto. Tinham assistido ao beijo com Sérgio. E voltaram para me esperar.
Ali, na frente dos meus pais, Kátia despejou tudo. Assumiu que estávamos juntas. Disse que eu não era confiável. Que eu queria todos. Que devia ter outra escondida.
Eu queria desaparecer. Sumir debaixo da terra como um avestruz acuado. Não tinha coragem de olhar nos olhos dos meus pais depois daquele escândalo.
Minha raiva crescia por dentro. Queimava. Minha mãe já tinha ligado para minha tia, exigindo explicações. Pouco depois, ela apareceu. Mas eu tranquei a porta. Não queria ninguém.
Do lado de fora, vozes se misturavam em discussão.
Do lado de dentro, eu sentia algo mudar para sempre.
E, no meio daquele caos, uma pergunta martelava: "Quem eu realmente queria ser dali em diante?"
Pulei a janela do meu quarto. Discretamente, saí pelo portão sem ser notada. O coração batia tão forte que parecia ecoar na rua silenciosa. Voltei para reencontrar Sérgio. Disfarcei o nervosismo, mas meu corpo já denunciava o desejo.
Sem muitas palavras, fui tomada por beijos quentes, urgentes. Ele me puxou para perto de um caminhão estacionado. Minha respiração falhava. Pensei: “Foda-se. Já estou fudida mesmo.”
Sérgio nunca foi de perder tempo. As mãos dele percorriam meu corpo com pressa e intenção. Senti seu volume rígido contra mim. Em segundos, já estava em minha mão. Eu segurava, provocava, sentindo ele reagir ao meu toque.
-"Vamos para o corredor da minha casa? " sussurrou.
Ele me puxou pela mão. Um corredor escuro. Um muro. O cheiro da noite misturado ao calor do tesão. Ele abriu a camisinha com os dentes, levantou uma das minhas pernas e me beijou com fome. Quando senti ele me invadindo, um arrepio percorreu meu corpo inteiro.
Volta e meia, ele abafava minha boca com a mão e fala ofegante.
-"Geme baixo…"
Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha forças. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Até sentir o corpo dele pulsar, intenso, finalizando entre beijos ardentes que me deixaram sem chão.
Nos recompusemos. Voltamos à rua como se nada tivesse acontecido.
Caminhamos de mãos dadas até a outra ponta da rua. Conversávamos como dois adolescentes inocentes quando encontramos outro casal: Cidinha e Leandro.
-"Vocês são doidos! Daqui dava pra ouvir o fônico de vocês dois!" disse ela, rindo.
-"Exagero seu…" respondeu Sérgio. -"Passa vontade porque quer. O corno aí do seu lado não marca presença?"
A conversa ficou picante rapidamente. Descobri que Cidinha tinha um “fixo”, aliás, chegou logo depois. Um negão alto, se apresentou e beijou ela na frente de Leandro e saiu com ela, deixando o corno chupando o dedo, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.
A noite estava ficando intensa demais. Resolvi ir embora. Entrei em casa pelo mesmo caminho. Quando estava quase alcançando a janela do meu quarto, senti o couro da cinta cortar estalar em minha bunda.
Meu pai me pegou com a bunda empinada na janela. A surra veio pesada. Ardida. Mas algo dentro de mim já estava diferente. Aquilo não surtia mais efeito como castigo. Era submissão. Era controle. Era entrega.
E, nesses momentos, eu lembrava das palavras de Edy: “A preparação.”
Por mais absurdo que pareça… eu gozei.
Fiz teatro. Chorei. Minha tia entrou e apartou a situação. Corri para o quarto, me tranquei e fui para o banho. A água escorria pelo corpo enquanto eu respirava ofegante, tentando entender como tanta coisa podia acontecer em tão pouco tempo.
O tempo de submissão imposto por Edy… suas práticas bizarras… estavam surtindo efeito. O castigo se transformava em prazer.
"Que filha da puta…" pensei.
Dias depois, reencontrei Cidinha. Eu nem a reconheci de imediato. Estava deslumbrante. Parecia uma boneca de porcelana. Minhas olhadas foram tão indiscretas que ela mesma riu:
-"Garota, essa coisa de colar velcro não é minha praia."
-"Desculpe… não é isso. Você está encantadora. Foi só isso."
Entre risadas e confidências, começamos a falar de experiências. Relações. Desejos. Nem preciso dizer que eu falei mais do que devia.
Ela ria, impressionada com o que eu vinha aprontando.
-"Você não pode perder um corno desses como o Edy…"
Fomos juntas à manicure. Uma cliente desistiu e aproveitei para fazer as unhas também. O ambiente era um ninho de conversas maliciosas. Eu ficava vermelha a cada comentário.
Principalmente quando souberam que Sérgio tinha me comido.
Todas ali já conheciam a rola dele. O assunto esquentou. Comentários sobre homens, tamanhos, vigor… Até que entraram no tema do meu dentista e de um ginecologista ambos descritos como “gatos” e extremamente… dedicados.
Cidinha me provocava:
-"Essa cara de santa é só fachada. Você adora uma rola, confessa."
Saímos dali com o corpo cheio de tesão e a cabeça cheia de imaginações.
Ela perguntou, direta:
-"Quer experimentar o dentista? E o ginecologista?"
Eu ri, mas confessei:
-"Estou molhada só de imaginar."
Até comentei se estavámos falando do mesmo dentista, e confirmou que sim. Eu não achava tão gato assim, pensava eu, mas gosto é gosto.
Ela me passou o número do ginecologista. Mandou dizer que precisava do último horário e que era indicação de Maria Aparecida.
Com o dentista, deveria marcar para o fim do expediente. E, durante o atendimento, comentar que “Cidinha” elogiava muito seus procedimentos… sem dor.
Durante a semana, liguei para os dois. Curiosa. Ansiosa. Com o desejo latejando entre as pernas.
O dentista marcou rapidamente, último horário.
Já o ginecologista dependeria de encaixe… ou apenas no próximo mês, segundo a recepcionista.
E, enquanto esperava, meu corpo ardia de expectativa.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy.
A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera. Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta.
Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.
Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito.
A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão, apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso, vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.
Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua.
Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo.
Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).
Ref.: 1998 #0029
LIBERDADE CONDICIONAL
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O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...















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