sábado, 31 de janeiro de 2026

CLUBE DA LULUZINHA

Dias depois do conflito com Kátia, chegava o esperado final de semana. Kátia passou para me pegar em casa, no carro só tinha espaço para mim, vinha acompanhada de Célia e outras amigas que fui apresentada.


Acomodei no banco do meio com Célia na frente, ambas vinham tocando toques carinhosos, as meninas atrás faziam uhhhhhh! rolava risadas, desejos e foi no caminho, uma delas me pegou para dar uns amassos pra lá de quente, sentia a outra acariciando meus seios, aliviavam e caiam na risada, eu ficava meio envergonhada e constrangida. Kátia alertava que eu era muito atiradinha, essa timidez é teatro, falava para eu me soltar, dizia não tinha ciúmes quando realizado na frente, e completava que esse final de semana “todas são de todas e ninguém era de ninguém”, foi algo assim que me recordo.


No local, outras mulheres nos aguardavam. Me senti perdida, tímida, não conhecia ninguém e aos poucos Célia e Kátia me faziam entrosar, aos poucos as regras da casa eram anunciadas.
“Nuas por completo somente dentro de casa, topless na piscina, zero homem e sem ataque de pelancas”, concluiu rindo.

Eu admirava a naturalidade que flui no ambiente, em um olhar achei que era mãe e filha juntas, só que não, uma mulher na faixa dos 40 com uma novinha tipo 21 anos, casal há 3 anos juntas e assumidas perante a família, eu não era nem um ponto discreta quanto a saber das coisas, perguntava mesmo passando vergonha na forma de abordar.

Discretamente rolava umas pegadas entre as presentes, do entardecer para o anoitecer as abordagens esquentavam, essa mulher +40 vou chamar de Ângela, não me recordo do nome real, me pegou meio de surpresa, levou para o dormitório, me dominou e acabou comigo. Altamente ativa, fui chupada como nunca tinha sentido, ofegantes e o calor dos corpos davam total ignição ao prazer, habilidosa com as mãos e aquela boca quente, atrevida demais. Esfregada de grelo com orgasmos intensos, e nem imaginava o que estava por vir.


Após um banho e se recuperar, Ângela curtia sua cara-metade, ambas conversavam observando geral, conversando algo e olhando para mim de forma discreta, da mesma forma fingia não perceber. Kátia passava por mim, e percorria sua mão em minha bunda, sussurrava:
- "Nada mau, hein, arrasou!!"

TROTE COM A NOVATA

A noite foi mais longa ainda, churras, bebidas, risos, toques ardentes, sempre ocorria uma pausa e os pegas, se soltei mais quando já tinha tomado mais que uma caipirinha, fiquei sem sentir o próprio corpo, Roseane, uma baixinha muito gostosa, nos envolvemos em olhares, desejos e terceiras intenções, porque as segundas já estavam rolando, nos envolvemos em beijos, conduzida para seu dormitório, entramos, ela trancou a porta, ousadamente ela se posicionava como a ativa e dominante.


Me beijando, despindo e me chupando, me dominava como um homem, era um tesão gostoso demais e me rendia totalmente ao novo. Roseane se deitou na cama, abriu suas pernas e para minha surpresa, ela expunha seu grelo que por sinal dotado como um pênis para eu ir chupá-lo, eu caía de boca, parecia estar chupando um dedo de tal era avantajado seu grelo, retribuir o prazer a ela no melhor que eu podia.

Senti uma pequena penetração de Roseane em mim com o seu avantajado grelo, tremi por inteira pela sensação única, tão única que seu nome ficou gravado eternamente em mim. Que mulher deliciosa, com pegada que muito homem não tem, atingiu um êxtase de prazer inimaginável. Eu urrava de prazer que as meninas batiam na porta e gritavam alguma coisa e caiam em risadas. Roseane se envolvia entre beijos, percorridas de arrepiar com sua língua em meu corpo, atrevida e habilidosa, seu grelo em minha buceta e um de seus dedos em meu cu. Ohhhh mulher deliciosa.

Voltando ao ambiente coletivo com a cara lavada de que tinha gozado muito, as meninas falando tipo: “Novata tá arrasando”, e vinha um aueeeê, música um pouco alta, dança pelo ambiente, tomando mais caipirinha e já vinha alguém conversar, outra passava a mão, logo entrava mais uma na conversa. Me sentia enturmada e ambientada.

Não demorou, minhas colegas de carro, Lígia e Margo, chegavam juntas, desta vez era Margo que partia com beijo, tão logo adentramos num cômodo sendo empurrada de boca para a buceta de Lígia. Chupava e era chupada, era um troca-troca de chupar buceta entre nós, ora chupava Margo e era chupada por Lígia, Margo mais ousada se ausentou por instantes deixando nós duas em plena pegada, Lígia colocou dois dedos em minha buceta me fazendo pirar de prazeres, tão logo a porta abriu e uma buceta se esfregava em meu rosto, de início não vi quem era, tão logo a porta abria e escutava:
- "Hora de dar boas-vindas à novataaaa!
Foi algo similar a isso que escutei.

Fui arrastada para um dormitório e levei uma verdadeira surra de buceta em meu rosto e de bocas em minha buceta, aos poucos o ambiente voltava à normalidade, senti uma penetração, tão logo uma buceta saiu de meu rosto fui beijada por Alexandra, me possuía, ao meu lado Margo fazia o mesmo com Kátia, éramos conduzidas a se beijar. Me dava um tesão enorme tudo que rolava, eu aceitava, pensava que homem só dá dor de cabeça, me entregava às meninas...

Acordei pela madrugada com poucas recordações, meu cu ardia, caminhando pelo ambiente, tinha meninas namorando, outras conversando, outras me observando e rindo, chamei o “ugo” (vomitei) chegando ao banheiro, tomei um banho totalmente zonza e muito zoada. Kátia entrou, perguntou se estava bem, eu só resmungava, me deu uns tapas na cara na intenção de despertar, acabei me irritando com o ato, saí de lado e fui dormir, me sentia toda ardida.

Durante o sono, além de ter sonhado com Edy aprontando com a Japa Zaroia, sentia que em algum momento era bolinada, era uma mistura tensa pelo sonho, tesão, desejos. Acordando com algazarra das meninas na piscina, estava incomodada, meu cu ardia demais, próximo às minhas coisas duas camisinhas cheias de porra (ao menos parecia porra) e amarradas, foram deixadas à vista propositalmente.

Fui escovar os dentes, olhando para o espelho estava toda cheia de marcas de beijo em batom pelo corpo, uma meia dúzia de chupão em pontos não tão visíveis, saí para o ambiente principal e risos coletivos e grito de “eeeeeeee!!!”, uma algazarra só. “Novata” era acho a palavra que me chamavam.
somente no decorrer.


O DIA SEGUINTE

Célia questionava se eu me lembrava de tudo o que havia acontecido, e citei até onde me recordava. Caiu aos risos, chamando a atenção de algumas meninas. Alexandra se aproximou, abraçando-me pela cintura e trocando olhares carinhosos. Para mim, Alexandra estava bem diferente do que eu havia visto à noite, pensava eu.

Discretamente chamei Kátia. Ela perguntava se eu estava melhor, chamando-me de “irritadinha”, e acabamos trocando uns beijos. Aos poucos, eu ia recordando dos acontecimentos que dizia a ela. Perguntei se havia homem à noite, mostrando camisinhas amarradas, cheias de líquido similar a esperma.


Kátia afirmava que ali só havia mulheres, mulheres e umas um pouco especiais, falava olhando para mim com cara de safadinha. Lerda, não captei a indireta ou a tiração de sarro.

-" Vai entrando em sintonia com a Terra que a gente conversa daqui a pouco"  disse, saindo e me deixando sozinha no quarto.

Alexandra entrou com uma xícara de chá e umas bolachas; falava que era para eu me recuperar rápido. Ficamos conversando por um bom tempo. Apesar da ótima conversa, eu estava incomodada no cu, com ardência. Alexandra percebeu; acabei me abrindo com ela e confidenciando que não me recordava de tudo. Narrei até um certo ponto, depois…

Interrompendo, Alexandra fechou a porta do quarto e me fez tirar parte da roupa, examinando meu cu (que vergonha). Ela me tranquilizava, dizendo ser algo normal. Pediu para eu aguardar e foi buscar um creme, dizendo ser mágico. Retornou com uma pessoa que eu ainda não tinha visto, apresentada pelo nome de Maria, uma mulher alta e imponente. Ambas entraram conversando e comentando que havia sido um exagero o que fizeram à noite era o pouco que consegui compreender.

Fechou a porta, pediu licença, trancou e Alexandra me deitou no colo de Maria, que abriu minha bunda e, aos risos, falava para eu não peidar na cara dela. Ríamos da situação, e Alexandra iniciava a aplicação do creme, massageando meu cu com o dedo. Maria, discretamente, apalpava meus seios e, com a outra mão, tocava minha buceta, que molhava rapidamente, e soltava:

-"Garota, arrasou na madrugada. Você é uma delícia, te desejo novamente" (risos).

Fiquei muito sem graça, tentava esquivar-me, querendo me recuperar primeiro, quando fui interrompida:

-"Goza gostoso, solta para fora o tesão!"  completava "...e como chupa gostoso um grelo!" risos rolavam.

A conversa estava aflorando um tesão incomum, com Alexandra massageando meu cu. Alguém bateu na porta, e Alexandra perguntou quem era. Era Angela, pedindo para entrar e saber de mim. Sinalizei que podia abrir. Entraram Angela e sua companheira Ju (não lembro o nome, será esse? rs rs rs).

- "A festinha começou lá fora novamente, e você está melhor?  perguntou, dando-me um selinho, seguido de um carinho de Ju.

REVELAÇÕES
Com a conversa interrompida, Ângela me levantava do colo de Maria; eu ainda estava trêmula. Maria abraçou Ju, e rolavam uns amassos. Ângela e eu ficamos sentadas observando a cena. Rolavam uns carinhos com sua mão em meu corpo enquanto assistíamos Ju sendo apreciada por Alexandra e Maria.

Não demorou, Ju estava sendo chupada. Apesar de zoada, escorria um tesão enorme em minha buceta. Alexandra pegou uma camisinha; não vi o consolo. Foi quando vi e precisei ver novamente: Alexandra, apesar de muito feminina, era uma travesti e começava a possuir Ju, que ia aos delírios, incentivada por Angela.

Não demorou, Maria, ao se levantar, mostrou o enorme volume. Olhou para mim e perguntou se eu estava disposta a entrar na brincadeira. Sinalizei com a cabeça que não. Disfarcei bem; não estava acreditando que tinha transado com as duas. Estava me sentindo um lixo como pessoa. Vendo a cena rolando com Ju, aos poucos minha memória trazia momentos confusos.


Ângela me deixou confortável em um cantinho para assistir à cena e se juntou às demais na cama. Ju levava a rola de Alexandra e chupava a pica de Maria; logo recebia a língua de Angela em sua buceta. Ju ia à loucura. Maria colocou a camisinha e pegou Angela de quatro inicialmente; não demorou, Angela mudou de posição e começou a cavalgar na picona de Maria.

Alexandra colocou Ju de quatro, lubrificou seu cu e a possuía analmente. Depois, colocou Ju sentada em seu colo e, com ajuda de Angela, Maria realizou uma DP em Ju, que começou a chorar loucamente de prazer. Alexandra tirou a rola de seu cu, com a camisinha cheia de porra. Maria pôs Ju de quatro, e a mesma segurava para não pôr em seu cu.


Ângela abriu a buceta de Ju, e Maria a invadiu. Ambas gozaram simultaneamente. As pernas de Ju escorriam; as minhas estavam todas molhadas com a visão, e tão logo Alexandra degustava do meu néctar.

Eu não conseguia me entregar. Parei e saí correndo para o banheiro, voltando a vomitar.


Era uma mistura de ressaca e não aceitação por ter me relacionado com uma travesti (não sou preconceituosa). Na época, não tinha compreensão das rotulações (vamos expor assim). Criada na educação de que só existiam dois gêneros, onde homem é homem e mulher é mulher, eu estava atravessando novas fases. Queria julgar algo que eu mesma já realizava com outra mulher. O raciocínio e a aceitação eram lentos, mas meu tesão já aprovava ir além dos limites, o que gerava confusão.

O restante do dia fiquei na piscina, à base de água e dos meus pensamentos; estava estranha. Alexandra e Maria vieram se despedir, pediram desculpas pelos exageros e agradeceram a atenção. Eu pedi desculpas pelo mal-estar que estava passando. Alexandra enfatizou que, se era só isso e não preconceito, estava desculpada.


Nesse instante, beijei-a na boca e agradeci pelo momento, afirmando ser somente um mal-estar mesmo. Seu sorriso e o de Maria se expandiram.

Angela veio mais tarde; o pessoal todo se preparava para partir. Ela deixou seu contato e disse que queria me ver novamente, pediu uma oportunidade de nos conhecermos melhor. E assim foi se encerrando o final de semana.

Kátia voltava com Célia na frente, com carinhos altos, mais ardentes que o normal. Estranha, voltei cochilando e sonhando com uma transa ardente com um macho de verdade. Sonhava umas loucuras, gemia dormindo e acordava com as duas zoando comigo.

Deixamos Célia e fomos para minha casa. No caminho, pedi explicações a Kátia sobre a história de ter me obrigado a transar com duas travestis. Tivemos um caloroso desentendimento no caminho, troca de acusações. Fui chamada de louca, mimada, bipolar e alcoólatra sem noção.

Ao chegar em casa, meus pais estavam na porta, observando minha cara emburrada. Minha mãe já comentava:
-"Passa o final de semana fora e ainda chega com essa cara amarrada e bicuda… Vai cuidar dessa alma!"

Kátia entrou ajudando a trazer minhas coisas, me deu um beijo e um tapão na cara:
-"Escolha o que deseja para você. Até eu já estou cansada de ti, e Edy com certeza já se cansou de você; só não te avisou isso."

Virou as costas e foi embora. Restaram apenas reflexões para me torturar pela madrugada.

Meu estado emocional estava com muita confusão, ressaca física e moral, desejos não resolvidos, sentimento de uso / manipulação, medo do julgamento (próprio e alheio) e uma solidão crescente após o mal entendido com Kátia. O fim do fim de semana não fechou como eu desejava, aliás nunca vinha se realizando como queira e só aumentava as fissuras.

No silêncio da madrugada, entre acusações e lembranças fragmentadas, terei que encarar os medos: escolher entre continuar fugindo de mim ou assumir, de vez, os desejos que me levam para territórios cada vez mais perigosos, prazeiroso ou não. Atravessar limites, superar recaídas e a escolher a primeira decisão que pode mudar tudo.


Ref.: 1998 #0030

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE

 
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy. 

Em reuniões de família perguntavam sobre Edy, e o elogiavam como partidão, pena que não estão juntos, e vinha sempre alguém tirando vantagem para apresentar a tal pessoa, nesse momento subiu uma raiva, pura hipocrisia. Pior foi minha mãe elogiando Edy e comentando eu ser imatura para um homem daqueles. 
Sem malícia e experiência não captava os olhares e desejos ocultos das mulheres naquele momento. Minha prima Gi chegou  de forma discreta perguntando se era verdade, estaria namorando escondida ou era amante ?


Estranhei a pergunta por ela estar noiva, com data de casamento e tudo mais, me irritei a colocação de ser amante, e questionei:
-"Como assim amante?"

Respondeu que  viu Edy com uma mulher de mais idade, achei que poderia ser a mãe dele, mas como era oriental e a forma que se tocavam....
Nossa, mil coisas passaram na minha cabeça, a Japa Zaroia filha da puta atacando, subiu um ciúmes e uma dor de cornuda acentuada, aquela que você não quer acreditar que é verdade. Respirei fundo, mantendo o controle e falei para minha prima
-"Que vocês façam bom proveito daquele traste." , e o que não esperava foi Gi o desejar.
-"Quer dizer que posso sair com ele que não será problema?" 

Engoli seco, falei para aproveitar bem, fui dispensando, saindo pisando duro (birrenta), dando às costas indo para casa a pé.



A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera.  Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta. 

Típica de adolecente, chorando pelo caminho, me tranquei no quarto com aquele ódio, nervosa, logo em seguida alguém batendo na porta, era Gi, xinguei mandando ela ir embora e insistiu, falava que minha mãe mandou ela ter vindo para saber se estava bem.

Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.


Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito. 


A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão,  apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso,  vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.


Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua. 
-"Tá com o rosto cheirando buceta sua puta sem noção".  Era algo mais ou menos assim que escutei dela
Citava que não nasceu para ser chifruda e muito menos chifruda de mulher, voltando a levar mais uns tapas e arranhões. Engoli o choro, deixada na porta de casa, entrei calada, Kátia saiu na arrancada chamando atenção de meus pais, que só observaram eu entrando e me tranquei no quarto, ardida, dolorida e muito P da vida

Quando encontrei com Edy, estava cega de ódio, não queria escutá-lo e com isso entrava em um novo looping de erros, ataques e novas brigas.





Fiquei assustado com o surto de Edna, sem saber os reais motivos. As coisas saiam fora do planejado e muito além do que imaginava.
Por trás de Edna sem seu conhecimento eu mantinha minhas amizades prazerosas e realmente vivendo, avaliando em seguir ou não com a relação. 

Kátia reclamava de Edna, descrevia uns fatos ocorridos envolvendo outra garota, sua prima Gi. Kátia insistia que precisava de algo mais intenso para desabrochar Edna ou dispensar de vez, porém Kátia poderia estar minando a real situação, visto que em momentos sós, descobri que está interessada  em firmar uma relação comigo. Rever algo que rolou no passado, para mim não daria certo, conheço o temperamento e de quem ela realmente ama.  


Reencontrar com minha ex-donna "Sra Min",  foi algo que não esperava, assuntos pendentes e mau resolvidos no passado, eu já tinha dado como encerrado, mas Ming não, Domme das antigas leva regras a sério, e queria resolver da forma dela.

Com Silmara grávida estávamos testando limites do corno do Matheus e claro Edna surtou em tal possibilidade de eu ser o pai  quando ficou sabendo.

Sim caros leitores, surgiu o imprevisto de Gi ter me visto com uma oriental, mas não era Silmara e sim Sra Min, que gerou um grande confronto quando Edna veio tirar satisfação. 

Noeli noiva de Antônio, nos cobrava atitude de algo prometido rs rs rs, eu a via como uma caçadora determinada, sabia que ela tinha um fixo com permissão de Antônio, era meu sonho ter essa confiança que eles tem, em eu ter com Edna. 



Comer Noeli com Antônio junto foi surreal, Noeli quase teve um treco por  inúmeros orgasmos e adrenalina do prazer quando recebeu uma DP, depois eu a cortejei me deliciando nos lindos e adoráveis pézinho,  a ousadia dela foi tanta que em determinado momento quando Antônio foi tomar banho, ela pulou em cima de mim envolvendo ardentes beijos, e sussurrou:
-"Serei toda sua, me assuma ser sua mulher...." ".... é só dizer SIM."


Deixei a resposta no ar, minha amizade com Antônio é algo de irmão e Noeli mau sabia de nossos segredos, e se soubesse, será que ela aceitaria tanto eu como ele? 
Noeli seguia provocativa, eu estava perto de jogar a toalha, eram inúmeras tentações que apareciam. 
Era mulher casada, era mulher na empresa, na linha de produção, fornecedoras em reunião estendiam a conversa para algo mais íntimo, até reviver amigas do passado. 
O tesão falava muito alto, a carência submissa e o adestramento afloraram, me rendia a Ming a quitar qualquer débito que tinha com ela, isso ela sabia como cobrar e bem cobrado. 

Para o melhor entendimento dos ocorridos, Gi tinha me visto com Sra Min andando pelos corredores de um estabelecimento, na real estavámos comprando itens para o andamento de parte da dívida rs rs rs  e por estar dando atenção a grande Rainha não percebi Gi a volta, gerando o desconforto com Edna.

Quando encontrei com Edna já estava mais adestrado, querendo me abrir com ela, mas ela estava no fervor da raiva causado pelo telefone sem fio de Gi. Até explicar que focinho de porco não é tomada a coisa ficou feia, não bastou o final de semana entre mulheres, Edna voltou com sede de vingança, cometendo um erro que na mão de Kátia implodiu dentro da casa de Edna diante de seus pais.

Gi veio falar comigo em uma possível, determinada seguia meus passos a distância, a determinação dela me encantou, pois eu não cai na conversa dela que foi ao acaso. Fiquei mais preocupado quando a irmâ de Gi também começou a realizar insinuações, esta foi mais fácil dispensar, casada e com fama de pistoleira, era problema na certa.

A frequência de encontrar Gi pelo caminho demonstrava desejo, objetividade em realizar algo e dei espaço para entender a ousadia dela até onde ia. Em uma das oportunidades de encontro, se ofereceu para aproveitar a noite e nos conhecer melhor.


Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Eu quero dar para você, quero sentir um homem de verdade me fazendo mulher." 

Ouvir isso foi deixar meu pau estalando ainda mais, e complementando que ainda era virgem....


Gi, ousada abria o verbo em tudo que pensava, observava e que os familiares julgavam pelas costas um do outro. A deixei no carro para comprar umas camisinhas e lubrificantes íntimo, quando retornei ela já estava semi nua, a chamei de louca e ela ria, chegando no motel Gi parecia uma cadela no cio, estava numa ansiedade sem tamanho, tive que ir contendo ela para um clima, a despi por completo e fomos para um banho.

No banho Gi aliviava todas as carências que sentia, essa garota fazia mágica. Questionei sobre a virgindade dela, respondeu sério que era virgem, só tinha realizado sexo anal com o noivo e um primo, respondia me olhando com cara de safada, completava, o primo que te fez corno com minha prima. 

O beijo molhado dela, os bicos do seios de forma reversa, raro em mulher e aprecio muito, arrepiava ela toda a deixando molhada antes mesmo de chegar com a boca em sua buceta. O aroma de sua buceta, o néctar de seus fluídos faziam eu perder todas as razões e me dedicar a ela, ao momento esperado. Com expertise esfregava a cabeça da rola em sua buceta, gozava sozinha pelo toque, pele com pele, Gi implorou para possui-la no pêlo, e não gozar dentro. O seu desejo foi era uma ordem, fui cauteloso e penetrando conforme sentia seu conforto.


-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo. 

Escorria lágrimas de emoção em seus olhos, envolvidos aos nossos beijos, senti a verdade em Gi por seus comportamentos em suas palavras ditas. Não demorou começou uma ardência na rola e na buceta da Gi, tão logo o pau saia todo vermelho, voltamos para um novo banho e lá Gi me abraçou chorando, agradecendo. A felicidade dessa mulher foi contagiante, queria entender ela ainda mais, preferi deixar no ritmo dela. De volta a cama, rolou trocas de palavras, carinhos, admirações e etc. me senti bajulado.


Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
-"Come meu cu, quero sentir você dentro de mim."

Não perdi tempo e ao mesmo tempo comprovava o quão estava arrombada no cu, o pau entrou com pouca dificuldade e tão logo já estava com o pau enterrado até as bolas.
-"Me bata, me bata como homem." implorava gemendo "Me xinga!!"

Não perdi tempo e esquentei a bunda com uma ardente palmada que curvou-se toda, segurei pelos cabelos a chamando de cadela vadia. 


Sem dó enterrava e socava o pau naquele rabo, Gi se entregava como uma profissional do sexo. Me contive mesmo com ela implorando para gozar, tirei o pau, a camisinha e enfiei na boca dela segurada pelos cabelos e a fiz tomar todo o leite, lambuzando todo seu rosto. Me fez beija-la toda gozada por mim, acabei até limpando seu rosto e ganhei sua total admiração.


No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).

Essa entrega rendeu risos, piadas e muito ciúmes em Edna. A própria recepcionista acendia o braseiro. 

Tal ditado: "Quando você está só, não aparece ninguém. É só estar comprometido que as tentações aparecem."


Ref.: 1998 #0029

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CUCKQUEAN - PARTE 2

A amarga trajetória em ser Cuckquean

Nesse relato, relembrando que publiquei anteriormente haverá duas narrativas, a minha e a de Edy que estará escrita em "itálico"

CONTINUAÇÃO. . . 



...era horrível não poder ver o que ocorria no ambiente. Comecei a escutar estalos de beijos e, depois, já não conseguia ter certeza do que estava acontecendo. A sensação de claustrofobia, ciúmes, medo e tesão se misturava de forma intensa; mesmo assustada, aquilo me excitava profundamente. Meu corpo acelerava, minha imaginação disparava, mil pensamentos e desejos ousados com os homens que saíam vinham à minha mente, uma forma de negar que eu estava sendo traída. Submissa, invadida por recordações de atos, era um verdadeiro bombardeio de pensamentos. Ainda assim, eu chegava ao orgasmo sem sequer me tocar. Tentava disfarçar. A sensação de estar urinando me deixava em desespero.

"Edna aceitava bem a condição submissa e, sendo uma cornuda, isso me impressionava. O medo, a curiosidade e as novas descobertas de sensações e prazeres turbinavam seus desejos e facilitavam sua aceitação em servir. Edna escutava os beijos e o início do ato sexual, desta vez realizados por Kátia e Valdir, sem ela saber da presença dele. Na mente dela, ficava a lembrança de que era eu e Kátia atrás dela. Eu observava suas reações: a forma de ofegar, a entrega expressa em seus gestos. Não tinha ideia do que se passava em sua cabeça, mas sabia que aquilo lhe causava excitação. Sua buceta se contorcia, seus pés tremiam; não demorou e logo escorria entre suas pernas, molhando o piso."

Eu gozava ouvindo os urros de Kátia no pau de Edy; era humilhante e prazeroso. Vinham à mente as lembranças das pegadas de Edy em mim. Logo houve uma pausa e senti alguém se aproximando. Uma mão percorreu minha buceta… molhei-me ainda mais, como uma cachorrinha feliz diante da presença do dono. Deitada de pernas abertas, senti a língua de Edy percorrendo minha buceta; não foi necessário esforço e gozei inúmeras vezes. Aos poucos, fui sendo solta. Sentia Kátia me beijando enquanto Edy continuava com sua língua hábil em mim. Kátia veio com sua buceta esfregando na minha; sentia seu calor, o néctar se misturando. Ao ouvir o chuveiro, percebi que estávamos apenas eu e Kátia. Pedi para que me soltasse; ela pediu paciência e veio com sua buceta à minha boca. Senti o líquido escorrer com a ordem de que eu a limpasse.


"Edna realizava uma leitura equivocada sem saber da presença de Valdir, chupava a buceta de Kátia toda gozada, sem habilidade em  detectar pelo paladar a diferença do gosto da porra que escorria, somados aos conflitos de ciúmes por mim, só lhe restava a aceitação. Observava a cena enquanto Valdir tomava banho. Em seguida, fui ao banho com ele, que ainda estava de pau duro e perguntava quando iria comer Edna. Disse que tivesse paciência, pois já estava perto de acontecer. Ele queria algo mais; respondi que precisava finalizar o que estava em andamento. Não muito satisfeito, concordou e saiu.

Retornei ao ambiente encenando. Beijei Kátia, tirando-a de cima de Edna, e perguntei se estava gostando. Sem reclamar, ela disse que sim. Tirei a venda e, nessa condição, sussurrei em seu ouvido:

-"Você gostou de ser chifruda, minha corninha? Seja, no mínimo, honesta."

Neguei, pisando na bola, não sendo verdadeira. Ele olhou fixamente em meus olhos e desviei o olhar. Edy me largou, soltando um suspiro de impaciência, andou pelo ambiente coçando a cabeça e dando voltas no mesmo lugar. Isso me assustava. Achava que o conhecia, mas a cada dia surgiam novas revelações. Mesmo quando eu fazia gestos de desaprovação, à noite minha mente transformava tudo em prazer. Era insano, indescritível. Só tinha certeza de que o condutor era meu Amo e Dono, Edy. Era assim que eu pensava, embora não declarasse; Edy desconhecia que eu já me sentia assim pelo pouco que me fez passar.


Edy beijou Kátia na minha frente, falou algo em seu ouvido e ela se retirou da casa. Ele pegou um lençol no quarto, forrou o chão e ordenou que eu me sentasse nele. Encarando-me nos olhos, eu desviava daquela atenção. Segurou meu queixo e disse:

-"Você é a cara da sua psicóloga, Silvana…

-" Como assim?  questionei, e Edy começou a narrar.

"Ela se mostrava careta, moralista. Não precisou de muito, e a carência dela desabrochou… e você ganhou um chifre lindo da sua própria psicóloga.

Lembra quando estive no consultório dela? Fiz com ela o mesmo que faço com você: fixava o olhar, ela desviava, se incomodava. Em poucos instantes, eu a analisava, não ela a mim. Acuada, tímida, sem jeito, mas desejando expor sua carência. As sessões despertaram nela o desejo de sentir o que você sentia.



Logo eu estava atrás dela, massageando seus ombros tensos. Sua pele arrepiava. Não demorou e percorri as mãos em sua cintura, ela se molhou inteira, perceptível mesmo tentando disfarçar. Implorava para que eu não continuasse daquela forma, mas seu corpo queria mais. Por várias vezes Silvana se esquivou, inventava desculpas, até o momento em que roubei um beijo dela…"


-"FILHA DA PUTA! COMO ASSIM? BEIJA MINHA PSICÓLOGA? Você não tem moral para cobrar que eu beije outro homem!"

"Essa foi a reação de Edna, seguida de choro. Ela me deu um tapa no rosto, irritada e trêmula. Ignorei até que terminasse de chorar.

-"Quer um copo de água para repor as lágrimas? Uma cerveja?" falei em tom de ironia, com o rosto ainda quente do tapa.

Saí do ambiente e voltei com minha bolsa dos prazeres e uma cerveja na outra mão. Coloquei tudo próximo e retomei o controle: segurei-a pelos cabelos, encarei seus olhos e disse:

"- Vou continuar a narrativa você gostando ou não. Se levantar a mão novamente ou fizer qualquer coisa que eu não aprove, ficará no mínimo três dias sem andar. Estamos entendidos?"

Concordei rapidamente, com medo daquela tortura. Estava furiosa com a narração, mas me contive. Na mente, só pedia autocontrole.

O beijo desarmou Silvana e seu lado mulher começou a despertar. Bastou eu tocar sua buceta para perceber que estava molhada. Sugeri que fechasse o consultório e fôssemos a um lugar reservado. Ela inventou desculpas por causa da filha. Segurei sua boca, percorri seu pescoço, e sua pele arrepiou.

-"Você é muito filha da puta mesmo… não é justo o que está fazendo comigo" dizia ofegante.

Deixei-a semi-nua, chupei seus peitos e, quando menos esperava, estávamos no divã. Com habilidade e camisinha, iniciei a penetração. Silvana estava apertadíssima; fui invadindo no ritmo dela, no desejo dela. Seus orgasmos vinham em sequência, seus urros eram abafados. Tremia, pedia para parar. Depois, exausta, pediu desculpas, dizendo que nunca havia sentido algo tão intenso. Dei espaço para que se recompusesse. Envergonhada, vestiu-se rápido e quis ir embora. Silvana voltando ao modo Silvana… duas personalidades na mesma mulher: a aprisionada e a recém-liberta.


- "Você só pode estar inventando isso. Ela é uma pessoa de respeito, conservadora…"
Parei de falar ao perceber o olhar de Edy sobre mim. Achei que seria castigada.

-"Não tire conclusões antes de eu terminar. Aprenda a ouvir primeiro; depois, pense o que quiser.

Na segunda consulta, Silvana estava radiante, era outra mulher, estava determinada, vestida sensualmente, foi objetiva:

-"Vamos para um motel?"
Respondi com um sorriso, ajudando a fechar o consultório a conduzi como cavalheiro até o carro e assim fomos. Falante e extrovertida dava sinais que seria uma noite longa, pois a filha estava aos cuidados do pai (ex marido), no trajeto retirava um papel de sua bolsa, era um exame mostrando que estava bem, disse que aprendeu com você nas sessões, completava que queria sentir tudo que tem direito sendo mulher para mim.


Dentro do carro no estacionamento da suíte, namoramos em preliminares ardentes, subimos para a suíte num jogo de seduções, sentada na cama, tirei seu sapato, suas meias, despindo lentamente e a seduzindo ainda mais, nus, nos envolvemos entre beijos e abraços, Silvana gemia alto com a rola no vai e vem, gemido de libertação, não era somente orgasmos. Deixei ela gozar a vontade, suados pedi uma pausa e um banho, pois eu tinha outras intenções com ela. 


Retomamos e desta vez eu cai de boca na buceta dela, néctar delicioso e aromático exalando de sua buceta, a língua não precisava se esforçar muito , se molhava com pouco, urrava apertando com as mãos meus cabelos e apertando minha cabeça entre as pernas, a virei de bruços e percorri a língua em em seu rego, pontando a língua dentro de seu ânus. Silvana foi ao delírio e sem ela esperar estava comendo o cu dela, claro que coloquei uma camisinha, no inicío ele se sentiu incomodada, mas tão logo, já gozava pelo prazer anal. Pegando de frente com o pau enterrado em seu cu ela se libertava pedindo para dar uns tapas na cara dela, pedia para fazer ela bem puta, me chamava de macho dela.


Alarguei muito o cu de Silvana e tive que segurar para não gozar, ela estava ficando preocupada em eu não gozar e perguntava se não estava agradando. Tomamos outro banho e descansamos pegando no sono, acordei com um boquete delicioso que achava que era sonho, tão logo pau estava duríssimo e Silvana veio por cima cavalgar, ela agora estava no comando, cavalgava e ordenhava minha rola com sua buceta, Silvana curvava até meu ouvido e falava sacanagens e rebolava gostoso na rola, sim desta fez ela superou e me fez gozar com ela no comando.


Eu amei, ela ainda mais vendo e comprovando minha satisfação, sua autoestima subia, ganhava confiança. Pernoitamos no motel, muitas transas rolaram até a nossa saída após o café da manhã. 

Todo ação tem uma reação, pois é, agora que o caldo vai engrossar, depois da segunda sessão, Silvana começou  a ter o típico comportamento de mulher grudenta ou chiclete, ligações continuas, desejando marcar território até que na terceira sessão depois de uma trepada veio a conta:
-"Quando é que você vai largar aquela pivete e me assumir?"  
Escutei e tive que perguntar novamente para ter a certeza do que escutei. 
- "Sim, você gosta de mim, te faço feliz, .... "


A ficha de Silvana caindo 
Conversei com ela, de onde ela tirou que estávamos criando laços de relacionamento. Fui educado, transparente e observando suas reações, defendi Edna e meus interesses com a relação que tenho com ela mesmo com os problemas da  família dela. Apesar de estar toda calma e controlada, ela me xingou de Filha da Puta, que merecia ser corno daquela pivete ( Edna ) mandou eu tomar no cu e sair do consultório dela. Liguei para ela chegando em casa e nada. E deu no que você já sabe, fechou o consultório e não deu mais notícias. 



Com toda narrativa, humilhada e defendida me deixava confusa, no meio de tudo isso queria me levantar e beijar Edy, Kátia entrou atrapalhando o momento, Edy friamente se levantou indo para o banho enquanto Kátia me beijava, me chamando  de cornuda.

Edy saiu falando que em nova ocasião tem mais algumas confidencialidade das minhas galhas para estar ciente.

Nesse instante que compreendi, aquela história estava longe de terminar.
Na verdade, estava apenas começando.

Ref.: 1998 #0028

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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