APRESENTAÇÃO

 Olá, pessoal!

Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife, liberal e fetichista, uma jornada que, posso afirmar, não foi nada fácil.

Senti na pele o que é ser submissa. Senti o impacto cru de me perceber usada como uma puta, de assumir o papel de cornuda. Algo que jamais imaginei viver... muito menos aceitar com prazer. Nunca passou pela minha cabeça que o homem que amo, meu marido, seria aquele a me conduzir por esse caminho, permitindo e incentivando experiências que antes pareciam inatingíveis.

É importante destacar que, em todas as narrativas que envolvem sexo sem preservativo, os parceiros estavam com exames em dia. Eu e meu marido, Edy, sempre somos extremamente cautelosos quanto a isso.

No início, tudo era pura fantasia. Lembro com intensidade da nossa primeira relação nesse contexto. Tenho plena convicção de que jamais teria vivido tais realizações se estivesse com um homem tradicional, como meu ex-namorado. Eu seria, certamente, uma mulher infeliz, limitada ao básico, presa a regras e convenções que nunca foram minhas de verdade.

Confesso que, no começo, fui completamente confusa e inexperiente. Edy foi e é meu primeiro homem. Foi com ele que me descobri mulher, que amadureci e aprendi, entre altos e baixos, a respeitar quem ele é... e, acima de tudo, a respeitar quem eu sou.

Hoje entendo que aquilo que é perfeito para mim pode não ser para você , e está tudo bem. Nós somos a tampa e a panela. Com ele aprendi que prazer de verdade não se rotula. Mas levei tempo para compreender isso... No início, julguei Edy duramente: o chamei de viado, gay, corno. Tudo por ignorância, por medo, por insegurança. Mas a verdade é que prazer sem limites não permite rótulos.

O que mais me impressiona é a paciência dele. Edy suportou minhas crises, minhas dúvidas... mesmo tendo ao seu alcance outras mulheres que, em muitos momentos, o satisfaziam mais do que eu. Ainda assim, ele se dedicou a mim. E foi depois do nascimento do nosso segundo filho que comecei, de fato, a me sentir uma hotwife inteira, entregue, viva.


Hoje, temos um casal de filhos adultos, independentes, que não moram mais conosco. Não abordarei aqui os problemas familiares que surgiram ao longo do caminho , esta narrativa é sobre nós dois, sobre mim, sobre prazer, entrega e transformação.

Espero que gostem. Aos poucos, irei compartilhando outras experiências intensas que vivemos até que eu assumisse, por completo, meu papel de hotwife. Um papel que é meu e que, até o presente, me define com verdade e tesão.

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