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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

EXCESSO DE CONFIANÇA


Demorei três dias para conseguir falar com Edy cara a cara. Três dias organizando pensamentos, tentando conter impulsos, ensaiando frases para não falar , nem fazer nenhuma merda.


O assunto era delicado. Delicado demais. O que eu tinha presenciado ainda reverberava dentro de mim como um eco incômodo. Em alguns momentos eu estava com sangue nos olhos; em outros, tentando ponderar limites, maturidade, equilíbrio. A verdade? Eu nem sabia exatamente o que pensar. Só sabia que uma realidade começava a se formar diante de mim, uma realidade que eu não queria enxergar.

A viagem de Edy para o Sul voltava à minha memória como um filme mal editado. As conversas desconexas. As ironias. As sátiras que, agora, pareciam esconder algo muito mais profundo.

Quando finalmente nos encontramos, a tensão era quase palpável.

Começamos com aquelas conversas vazias de quem quer chegar ao ponto principal, mas finge que não. Faltava alguém comentar sobre o clima, perguntar se ia chover. Estávamos tímidos. Talvez envergonhados. Talvez com medo do que viria.

Foi Edy quem rompeu o gelo.

-"Queria começar agradecendo por você não ter brigado, não ter surtado… nem rotulado."

-"Me desculpar do quê, mesmo?" respondi, rindo.

Rimos. Um riso nervoso. Nos abraçamos. Houve beijos. Beijos que não apagavam a tensão, apenas a adiavam.


-"Por que você não me contou antes?" perguntei, finalmente.

Edy desviava. Escapava. Era um enigma. Conseguir uma resposta objetiva dele parecia impossível, especialmente de alguém que claramente carregava uma história inteira nas costas.

Fragmentos de lembranças invadiram minha mente. Recordei vagamente de Matheus comentando, em tom casual demais para ser irrelevante, que Edy “também gostava de rola”.

A frase ecoou dentro de mim.

Eu precisava ser cautelosa. Cada pergunta tinha que ser medida, pensada, quase cirúrgica.

Pedi desculpas por não ter dado a devida atenção ao relato da viagem ao Rio Grande do Sul. Disse que agora percebia, talvez aquele tivesse sido o momento em que ele tentara me contar algo.

O silêncio se instalou entre nós.

Um silêncio denso. Revelador.

Aos poucos, Edy sorriu. Um sorriso tímido, mas carregado de algo maior.

-"Aquilo não foi nada perto do que eu já passei…"  disse, sério.

Meu corpo reagia de maneira contraditória. Enquanto a conversa se aprofundava, memórias despertavam em mim sensações que me deixavam inquieta… molhada. E eu me sentia irresponsável por estar assim. Egoísta. Como podia meu desejo coexistir com aquela conversa tão delicada?

Ainda assim, eu queria saber.

-"Vou te contar. Aos poucos. Quando eu sentir que você está mais madura… quando eu voltar a confiar totalmente."

Interrompi, quase ofendida:
-"Como assim, mais madura? Você me acha imatura? Irresponsável?"

Ele pousou a mão em mim com calma. Disse que me queria como me conheceu. Que eu estava diferente. Que eu parecia uma mulher comum  e não aquela que ele considerava especial.

Aquilo me atravessou. Eu me sentia a mesma. Ou pelo menos achava que sim. Não conseguia decifrar o que ele enxergava que eu não via. Homem complicado. Depois dizem que somos nós.

O silêncio voltou a nos envolver, dessa vez mais pesado.

-"Você vai me contar ou vai continuar falando por enigmas?"  perguntei, já cansada do jogo.

Ele respirou fundo.
-"Pela necessidade de compreender… pelo voto de confiança…  e isso fica entre nós."
Jurei com beijinho e tudo mais que eu seria um tumulo que confidenciar a mim, e  então começou.

Edy voltou no tempo. Na adolescência. Na idade que eu tinha agora. E foi ali que percebi, o que eu sabia era apenas a superfície.

O que ele estava prestes a abrir não era uma simples confissão.
Era a caixa preta, e algumas caixas, quando abertas, nunca mais permitem que você volte a ser quem era antes.

Conheça mais clicando no link abaixo da imagem

A CAIXA PRETA DE EDY
A CAIXA PRETA DE EDY - A RAINHA E SEU MACHO ALPHA


Durante o relato, fui atravessada por sensações conflitantes. Fiquei molhada. Fiquei com raiva. Com tesão. Com ciúmes. Apaixonada. Perdida.


Era como se cada palavra de Edy me atropelasse sem freio e, ainda assim, eu sentia que ele não tinha contado tudo.

Havia lacunas. Pequenos silêncios estratégicos. Detalhes que ele parecia poupar… ou esconder.

Eu tentava me controlar. Não queria soar invasiva. Nem a mulher insegura. Nem a chata que estraga a confissão. Mas a dúvida queimava.

Olhei para Edy. Havia algo nostálgico em seu semblante como se parte dele quisesse voltar no tempo e impedir o ato que desencadeou tudo.

Não resisti.
-"Se pudesse voltar no tempo e corrigir os erros… você faria?"

- "Não."  respondeu seco, sem hesitar.

O “não” caiu pesado.

-"Por que não?"

Ele respirou fundo antes de dizer:
-"Talvez porque, naquele momento, eu não estivesse preparado para dividir a pessoa que amei…"

E então me encarou, firme, quase cruel:
-"…como estou agora, depois que você me pediu para sair com outros."

Aquilo entrou como uma lâmina. Uma facada limpa. Antes que eu encontrasse forças para rebater, ele se levantou, aproximou-se, me beijou. Um beijo calmo demais para a violência da conversa e murmurou:

"- Vamos digerir isso. Continuamos em outro momento… para o nosso próprio bem-estar."

Pela primeira vez, Edy me virou as costas. Fiquei ali. Sozinha.

No caminho de volta para casa, minha mente repetia a cena obsessivamente. Eu me via ali, passiva, observando, permitindo. Aquela imagem me perseguia. Nos pensamentos. Nos sonhos.

E, para minha própria surpresa… aquilo me excitava.

Havia algo novo nascendo dentro de mim. Algo desconhecido. Proibido. Eu não entendia completamente mas gostava de sentir.

Naquela noite, deitada na cama, minha masturbação foi diferente. Mais intensa. Mais crua. Dedilhava-me imaginando Edy experimentando cada uma das rolas que um dia eu senti, na minha cabeça fluia uma suruba entre homens. Imaginava seus olhos. Sua entrega. Seu prazer.


Era insano. 

Eram desejos perigosos.

Desejos que poderiam, sim, se tornar reais.

Ou talvez já estivessem mais próximos do que eu queria admitir.

Se isso foi apenas o começo…
então você ainda não sabe o que realmente está guardado em A Caixa Preta de Edy.


Ref.: 1998 #0032

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET





segunda-feira, 21 de julho de 2025

20 DIAS 20 NOITES - 20 dias de Edna

20 DIAS 20 NOITES

Esse tópico do relato aconteceu há muito tempo, por isso não é possível recordar 100% dos detalhes. Eu e Edy conversamos muito sobre esse período; é claro que hoje enxergamos tudo por outro ponto de vista, inclusive rimos dessas lembranças.

Na época, porém, foi como esticar uma corda já tensionada, correndo o risco real de romper a relação com Edy. Darei início aos vinte dias de Edna, é o período em que estive mais ativa. Não participava à noite por conta das restrições impostas pelos meus pais. Edy escreverá a parte referente às vinte noites, já que passava a manhã em treinamento, então os relatos dele se concentram no período pós-treino. Esses vinte dias foram um verdadeiro esfregão na minha cara, como se a vida estivesse tentando me acordar da ingenuidade.


Tudo o que Edy me orientava, eu, teimosa, fazia questão de contrariar. Queria fazer do meu jeito.


20 dias de Edna
Foram vinte dias de ausência. Vinte dias sem Edy. Um sumiço que ardia sob a pele como febre. Me sentia num buraco fundo, abafado, escuro. Tudo o que tinha acontecido recentemente parecia ainda mais cruel em sua ausência. E naquela época não havia essa facilidade de chamadas, mensagens ou vídeo.

O silêncio doía como se me engolisse por dentro, a  primeira semana demorou a passar como um ano letárgico. A abstinência sexual batia forte. o corpo clamava por ele, pelo toque, pela presença, pela sacanagem suada que sempre nos incendiava. Minha libido estava em erupção, o desejo fazia meus seios latejarem e meus pensamentos rodopiarem em espirais indecentes. Meu humor oscilava entre o surto e o choro e uma daquelas madrugadas em que a insônia dominava e a solidão parecia gritar dentro de mim, cedi.

Me afundei nos lençóis, sentindo a umidade já pulsante entre as pernas. O calor subia pelo meu corpo como fogo líquido, minhas mãos tremiam de tanto desejo acumulado. 


De olhos fechados, imaginei Edy me prendendo contra a parede, sua respiração quente no meu ouvido, seus dedos em mim como se fossem meus. Recordações de aventuras paralelas se misturavam entre desejos, fantasias e algo mais....


... afundei os dedos na minha boceta molhada, um gemido escapou da minha boca. Gemia como uma cadela no cio, dedilhando com fúria, deslizando os dedos com velocidade crescente. Meus quadris se moviam sozinhos, implorando por mais. Desejando gozar muito, queria gozar, queria libertar tudo o que me ardia por dentro. O momento foi brutalmente interrompido, a luz do quarto se acendeu com violência, e a porta se escancarou com um estalo.


! ! ! ! Meus pais !!!!
Sim, meus pais ali na porta, me encarando. Eu, nua , com dois dedos enterrados no meio das pernas, os olhos virados, a boca entreaberta de prazer. O constrangimento foi imediato e cruel. Gritei, puxei o lençol, mas era tarde demais, minha mãe soltou um grito de horror, meu pai ficou pálido, depois vermelho. Me senti como uma criminosa, as broncas vieram como tiros, me chamaram de imoral, de sem-vergonha, de tudo que pais conservadores são programados para despejar diante da sexualidade da filha.



Chorei,  chorei como nunca, não era apenas vergonha, era humilhação, era o peso do julgamento, o medo, a raiva, a impotência. Dias depois, eles me empurraram para o consultório de uma terapeuta, tentativa frustrada de “me consertar”.



A mulher parecia uma cópia fria da minha mãe, dizia coisas como "o que está sentindo é hormonal" e "precisa se dar mais valor". Não ouvi uma única palavra de acolhimento, saia de lá mais irritada do que entrei, a tensão só aumentava. Minha menstruação atrasou, e um pavor ainda maior se instalou. Grávida? E agora? Não tinha com quem conversar, com meus pais era impossível, foi então que recorri à minha tia, a única pessoa com quem eu ainda conseguia respirar. Liguei chorando, ela veio, me abraçou, me ouviu, me deu bronca, sim, mas foi a primeira a entender minha dor sem me julgar por completo.

Ela me levou ao ginecologista, e  gravidez descartada, porém um outro diagnóstico me abalou: uma infecção. O médico explicou que poderia ser resultado de penetração anal seguida de penetração vaginal sem higienização ou uma eventual contaminação. Não lembro o nome da bactéria, só sei que o susto me rasgou. Era nojento, era doloroso, era... desesperador. Injeções, antibióticos, medo e Edy... como eu explicaria isso para ele? Tão metódico, tão sistemático, minha tia tentou me acalmar.

Disse que ela mesma teria essa conversa com ele, eu só conseguia imaginar o julgamento nos olhos dele, mais uma vergonha, mais um peso, mais um medo. No trabalho, eu estava uma merda, desatenta e  instável. O RH me chamou para conversar, me perguntaram por que eu andava chorando pelos cantos e eu justificava que eram problemas em família e que estaria melhorando meu comportamento. No dia seguinte, descobri que Matheus, o cara com quem já tinha me envolvido, tinha se desligado da empresa.

Ninguém sabia dizer exatamente o motivo e as fofocas começaram. A rádio peão que deixava qualquer um paranóico comentava desde novo emprego a problemas com envolvimento intimo, e eu, frágil, sem chão, já me sentia como a próxima a ser chutada. Edy  sempre me alertava que eu  era paranoia, que eu dramatizava tudo e  precisava amadurecer.

Wagner apareceu um dia na empresa em horário de almoço, percebeu meu estado, conversamos pouco e no final do expediente, estava na porta da empresa. Insistiu pra gente conversar, eu resisti inicialmente, mas fui. Precisava despejar aquilo tudo em alguém. E ele ouviu. Sem tentar me levar pra cama, sem tirar proveito da minha fragilidade, me senti respeitada, e surpresa. Porque, naquele momento, não esperava mais nada decente de homem nenhum, cheguei em casa exausta, e lá estava Matheus, sentado na sala com meus pais.

Conversa mole, ar de quem queria causar, fui grossa e meus pais me repreenderam. Nos isolamos saindo para rua, ele despejou um monte de coisas sobre Edy. Acusações, distorções, raiva, dsse que Edy não era quem eu pensava, que eu estava sendo traída, enganada, feita de trouxa. Minha cabeça rodou e surtei, dei um tapa na cara dele, chamei de frouxo, de infantil, de covarde. Ele revidou com palavras ainda piores, me chamou de burra, de fraca, de chifruda. Eu estava por um fio, a insegurança me corroía por dentro.


Dormia mal, acordava com o peito apertado, as crises de ansiedade se intensificaram. A psicóloga, não me ajudava, sempre era eu o problema e não sabia resolve-los, parecia que eu estava sendo julgada de novo, só que de jaleco. A cada dia, Edy se aproximava de voltar, tinha que sobreviver a esse inferno astral, me enganava que era uma fase. Eu já não sabia quem era Edy, o que realmente ele fazia, o que escondia. Matheus, mesmo babaca, plantou dúvidas que cresciam feito erva daninha, minha tia, tentando me acalmar, dizia pra eu esperar, conversar, dar um voto de confiança, ela riu quando contei algumas das histórias que Matheus falou.
"- Você é muito inocente", ela disse.
"- Inocente, como?"
"- Sabe de nada."

E aquele sorriso irônico dela ficou martelando na minha cabeça por dias. A tal “Japa zaroia”, aquela vaca que eu imaginava esfregando o rabo em Edy, não tinha ido ao Rio Grande do Sul, nem Mônica. Era tudo papo furado, e minha raiva de Matheus cresceu, fofoqueiro linguarudo e sem noção. Os últimos dias antes do retorno de Edy foram de pura exaustão. No trabalho, a nova equipe me acolhia melhor, surgiram até olhares diferentes.



Mas eu me mantinha neutra, distante. Estava cansada demais pra mais uma dor de cabeça. Em casa, eu não tinha mais privacidade, a masturbação virou um luxo arriscado, eu mal conseguia pensar em gozo, meu tesão era sabotado pela vigilância, pela culpa, pelo medo. Meus sonhos se misturavam com muitas sacanagens nem realizadas, somente imaginadas.


Sonhava com  Edy, com os gemidos abafados, a cara de cafajeste e seu jeito único com os olhos dele me devorando. Com aquela maneira firme de me segurar pelos cabelos e dizer:

"- Agora você é só minha."

E talvez... ainda fosse.


Ref.: 1995 #0016
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 6 de junho de 2025

O CAMINHO SEM VOLTA

CAMINHO SEM VOLTA

O dia seguinte, para mim, não era apenas mais um dia. Era um passo dado, trilhado. Era aquele tipo de dia em que eu sentia necessidade de tirar satisfações e Matheus entrou na minha mira logo pela manhã.
Apesar de tentar escapar da conversa, encurralei-o em uma sala de reunião que estava reservada para ele e fui direta. Ele até empalideceu. Disse que queria vê-lo naquela noite, sem desculpas.

Eu estava com a pá virada. Edy me chamou para dar uma escapada antes do almoço  o dia estava corrido e ele disse que estava com saudade. E eu, maliciosa, só pensava: "será o peso do chifre?" Minha mente estava tomada por pensamentos safados.


No almoço, Edy apareceu com aquela cara de cafajeste que eu adoro. Em sua casa, ele me deixava em brasa com sua forma de dominar o meu fogo. E, diferente de tudo, Edy me possuía seminu, imobilizando meus movimentos de forma selvagem e agressiva. Às vezes, eu sentia dor e pedia para ele ir com mais calma. Ele tirou o pau da minha buceta e enfiou na minha boca, tapando meu nariz, querendo bombar com força.


Dei um basta, parei tudo, me levantei e estapeei a cara de Edy para tirar o demônio que parecia ter se apossado dele. Chamei-o de animal, apesar de não gostar, ele reconheceu que tinha passado dos limites. Pediu desculpas, nos recompusemos, mas não muito. Era perceptível que ele não estava num bom dia.

O dia seguia desencontrado. Mais tarde, Edy disse que queria se redimir e me chamou para a casa dele depois do expediente. Disse que não podia demorar porque voltaria para a empresa. Enquanto isso, eu já deixava combinado com Matheus para que ele me buscasse em casa, eu não mudaria meus objetivos.

Na casa de Edy, ao final do dia, o homem parecia possuído, me deu uma chupada na buceta que me fez gozar loucamente. Esse corno sabia exatamente onde me tocar, me levava às nuvens. Fora aquele pau, que fazia minha buceta chorar de tanto orgasmo. Levei um susto quando ele me colocou de bruços. Travei a bunda e neguei:

"- Aqui não!" esse pau machuca muito.

Ele não se deu por vencido, deu uns tapas na minha bunda, me segurou pelos cabelos, num gesto de dominação.

"- Você é minha e se eu quiser comer esse cu, eu vou comer... " dizia de forma intimidatória, e deu outro tapa na minha bunda, que já ardia, estava me assustando de novo, seu pau invadia minha buceta, eu com receio dele querer fazer anal contra minha vontade, minha buceta ardia e ao mesmo tempo latejava com a pegada investida.


Não demorou, Edy se deitou, me colocou para cavalgar em sua rola. Seu olhar era dominante, incomodado. Me abraçou, chupava meus peitos com vontade, com força, suas mãos deslizavam pela minha bunda, voltou a me pegar de frente, minhas pernas em seus ombros. Me fazia derreter em orgasmos, me relaxava inteira até me preencher com seu gozo.

Depois tirava o pau e ordenava: " - Chupa!"


Hábitos fora da normalidade, para evitar mais problemas, eu obedecia. Chupava aquele pau com gosto de prazer misturado em seguida me beijava com mais desejos . . .

No banho, questionei:
"- Por que você está tão animal comigo?"
"- Porque não gosto de você beijando na boca nem dando o cu para outros" respondeu, irritado.
"- De novo isso, corninho? Ops... amorzinho..." falei rindo, quebrando o clima, arrancando um meio sorriso dele.

"-  . . .já te expliquei sobre o beijo e o sexo anal. Chega, cansa, e sobre comer outras mulheres, mesmo em troca de casal, eu não aceito. Você já comeu quem tinha que comer. Agora, você só come a mim, e a mim servirá. Não tente me controlar. Eu nasci para viver " respondi firme. (Acho que foi mais ou menos isso que falei... rsrsrs, faz tempo, difícil lembrar tudo kkkk). 

"-  E você tem saído com alguém sem me contar?"  perguntou Edy, desconfiado.

"- Não, e se sair, vou te avisar antes. Não foi o que combinamos?"  respondi na maior cara lavada.

"- Esqueceu que eu vou junto?"

"- Vai junto se eu quiser, eu aviso, você fica ciente . "retruquei. Em seguida, o beijei e completei:

"- Te amo, meu corninho... Claro que você vai junto"  rsrsrs.


No caminho para casa, eu juro que tentava ser agradável. A única forma de arrancar um sorriso tímido de Edy era chamá-lo de meu corninho, te amo.

"- Você tem que ficar feliz por eu estar te avisando quando vou sair com alguém. Melhor do que ser o último a saber, né?" advertia 

Ele sempre rebatia dizendo que eu só podia sair com ele presente, e assim terminava a conversa,  me deixava em casa com um beijo ardente e provocativo, eu ainda mais provocativa:
"- Te amo, meu corninho!!"

Nesse momento se iniciava um caminho sem volta, ocorria duas fases de forma simultânea, eu querendo aprontar e Edy definindo meu destino. . . .

O Lado Edna. . . 
Dentro de casa, corri para um banho rápido, não queria Matheus entrando. Foi um vapt-vupt, e já estava pronta quando ele chamou no portão. Ao sair passando pela sala, recebi os olhares recriminatórios dos meus pais. Minha mãe, como sempre, implicou com minha roupa e finalizou me chamando de puta, saí no veneno.

No carro, durante o caminho, eu perguntava se a noiva dele tinha desconfiado de algo naquele dia. Disse que não, aproveitei e falei na lata que ela fazia dele um capacho, e que eu o achava frouxo por permitir aquilo. Ele me olhou com ironia e respondeu:

"- Já se olhou no espelho hoje? Acha mesmo que as pessoas não percebem como você tem mudado, Edy? Minha noiva é dez vezes mais ciumenta que você." 

Fiquei vermelha, inibida, parecia que todo mundo tinha acordado estranho, pensei. O papo no carro seguia como um interrogatório, alfinetadas, provocações, mas ainda dentro do aceitável... até que começaram os jogos do prazer.

"- Você tem alguma vontade íntima não realizada?"  perguntou Matheus, descaradamente.

"- Sou muito bem resolvida, mas sempre aberta a novas experiências"  cutuquei provocando até onde ia essa conversa

"- Hummm... e você não tem vontade de fazer algo a três? Tipo eu, você e mais um homem..."  provocou ele.

"- Ufa, essa foi pesada, e quem seria a terceira pessoa?" questionei, excitada, interessada e curiosa para saber o que passava pela mente daquele filho da puta.

Matheus enrolava, jogava possibilidades no ar, era claro que já tinha a trama montada, era descarado e dissimulado.

"- Que tal o novato? Tenho notado que ele anda cheio de desejos por você." sugeriu, jogando baixo.

Citava sem muito rodeio quando o assunto era putaria, paramos em frente a um condomínio. Matheus intimou:

"- Estamos na frente da casa dele. Os pais estão viajando, apartamento liberado, vamos?

"- Você é muito filha da puta... tá achando que eu sou vagabunda? Que vou assim, facinha?"

Ele me beijava, atiçava meu lado mais puta, me absorvendo nas sacanagens ditas no caminho.

"-  Pede para a zaroia da sua noiva vir pra festa? "  tentei desviar.

"- Ela não topa, se faz de santa, igual a você, e ainda mete galha em mim"  respondeu rindo.

Era baixo e fulero, esse moleque que nem posso considerar homem, e eu gostava do atrevimento. Enrolava na decisão até Regis aparecer no portão, ficar nos observando e Matheus acenar, chamando-o para o carro. Pediu que eu passasse para o banco de trás e, assim que Regis entrou atrás, ousadamente me puxou nos braços e roubou um beijo, atrevido e tudo de caso combinado com Matheus... ,com jeitinho, pegava minha mão, esfregava sobre a calça e eu sentia o volume crescendo, minha buceta chorava, querendo saber como era.


Matheus parou em uma farmácia para comprar camisinhas. Regis, aproveitando, pôs o pau para fora e, com jeitinho, me fez chupar aquele pau cheiroso e gostoso. Matheus retornando,  Regis me trouxe para sua boca, continuando a me beijar. Hummm  bom sinal, não tinha nojinho, diferente de Matheus.

Voltamos ao condomínio, no elevador, eu já estava excitadíssima. Escorria porra de Edy, sentia que queria escorrer pelas pernas. Dentro do apartamento, Regis não perdeu tempo e meteu a mão na minha buceta ensopada.

"- Eita... vamos tomar sopa do corno" disse, e me deu um beijo antes que eu pudesse reagir.
Com discrição, sussurava se eu me sentia confortável, e queria tomar um banho, sinalizei que sim e me acompanhou até o banheiro, pedindo que Matheus preparasse as bebidas que já retornava. 

Minha surpresa foi Regis no banheiro se ajoelhar em meus pés e chupar minhas pernas , descer a calcinha e percorrer a sua boca em minha buceta toda melada, juro que tremi, gozei, meu coração disparou pela ação não prevista, estava em choque,  Se levantou ligou o chuveiro me deu uma beijo, todo melado de porra e saiu...


Fiquei pasma no banho me higienizando, mil coisas passavam na cabeça e mil coisas se misturavam quando Matheus me chamava. Ao voltar, os meninos estavam com bebidas na mesa, pedi um momento de seriedade. Voltei a fazer um pouco de cu doce, comentei minha preocupação em fazer algo assim e ficar falada, pedi desculpas a Regis...

"- Estou te conhecendo agora..."
Meus olhares com o dele cruzavam uma linha estranha e desafiadora diante do que ocorreu, Matheus me interrompeu, dizendo:

"- Somos todos adultos, e lógico que isso aqui não pode sair da boca de ninguém. Porra, sou noivo! Você namora aquele ditador pé-no-saco. Acha que queremos morrer?" risos

Suas palavras foram convincentes, e assim começaram os prazeres.


Regis diminuiu a luz do ambiente, criando um clima convidativo e picante. Ambos com o pau para fora, eu os punhetava e os beijava alternadamente. Matheus era um cuzão, mas naquele momento eu me ajoelhei e comecei a chupar e punhetar os dois, alternadamente.

Não demorou para Regis me colocar em seu colo, de frente, preparando a camisinha. Me beijando, me penetrou gostoso. Seu pau curvado deslizou no rombo deixado por Edy. Mesmo sem preencher totalmente, dava um prazer gostoso. Regis, esperto, sentindo que ia gozar, tirou seu pau e deu espaço para Matheus me penetrar. Enquanto levava a rola de Matheus, beijava Regis. Uma combinação de orgasmos explodiu em mim.


Ousada, entregue, era a sensação da realização. Logo depois, Regis engatou sua rola em mim, e Matheus iniciou o anal do jeitinho que eu gosto. Duas picas ao mesmo tempo. Senti até arritmia, sensações novas explodindo em orgasmos múltiplos. Me contorcia de tesão, tiveram que tapar minha boca para não ouvir meus gemidos. Matheus não aguentou, gozou e, cansado, sentou-se no chão, deixando Regis me comer de todas as posições possíveis.

Matheus foi ao banheiro, nos deixando a sós. E então, o inesperado voltou a ocorrer...
...Regis tirou o pau e caiu de boca na minha buceta, ainda escorrendo a porra de Edy. Chupava com desejo, lambia o que escorria pelas minhas pernas, enfiava a língua com ousadia e vinha me beijar...


...uma mistura de orgasmos com gosto de camisinha.

"- Nossa, você me surpreende..."  sem me deixar terminar, voltou a me chupar toda.
Me virou de quatro e me pegou analmente. Uma delícia sentir aquela pica entrando no meu cu. A adrenalina do tesão foi tanta que chamei Matheus de corno, enquanto pensava em Edy sendo corno também.

Regis me virou de frente, com a rola ainda em meu cu. Beijando, sussurrei em seu ouvido:

"-  Goza na minha bocaaa..."

Era uma retribuição por ter chupado a porra de Edy. Não sou muito de tomar porra na boca, mas foi no pico do tesão. E assim foi, me lambuzou a cara toda,  Matheus pegou de cara lavada de porra. Aí foi que fugiu de mim, eita homem mauricinho...

E assim a festinha terminava, e do jeito que cheguei em casa, dormi, exausta dos orgasmos. Ao acordar no dia seguinte, percebi que ainda tinha porra no cabelo. No café da manhã, de forma discreta, minha mãe me deu uma leve puxada de orelha, independente de tudo a minha imaginação explorava mil possibilidades depois do que ocorreu nesses últimos dias . . . 



O Lado Edy. . . 
Tinha acabado de deixar Edna em sua casa, estava ousada e confiante demais. No trabalho, coordenava as atividades quando resolvi ligar para Wagner. Quem atendeu foi Marisa, perguntei se estavam ocupados e se podiam me receber. Ela respondeu que sim, então fui até a casa do casal. Marisa me recebeu com aquele humor e alto astral de sempre,  uma excelente pessoa.


"-  Meu amor, deve estar doendo essa cabeça. Há de carregar muito chifre com aquela menina... Rapaz, tá se arriscando demais deixando solta assim..." disse, já soltando uma de suas tiradas, interrompida por Wagner entrando só com uma toalha na cintura.


"- Fala, meu corno. Eu falei que ia tomar chifre! Eita menina que mete, hein..."

"- Desde ontem só fala da leite ninho. Tô achando que tá querendo me trocar! "  comentou Marisa, entre risos.

Marisa e Wagner achavam que Edna era imatura demais para viver uma relação liberal com harmonia. Segundo eles, nessa idade, tudo gira em torno de aventura, liberdade, vida louca. Wagner sempre advertia que ela rotulava demais e, numa eventual briga, certamente atacaria com tudo, eu concordava e sabia do risco, me alertavam de um ocorrido tempos atrás com Ivani (ex-namora) 

"- Ela já te viu fazendo algo fora do tradicional? " perguntou Wagner.

"- Não... nada que ela..."

"- Ah, então precisa dar a bunda pra mim na frente dela. Vamos fazer isso na próxima saída?" sugeria Wagner

"- Ele vai é ser meu brinquedo, pra pagar aquele encontro que ficou na vontade, isso sim." completou Marisa.

Wagner tirou a toalha e seu pau já estava duro, comentou que sentia saudade do cu da Edna. Marisa não se importava, já que não curtia sexo anal, na verdade, isso até a tranquilizava. Edna supria o que Marisa não oferecia. Marisa me jogou uma camisola preta no rosto e me intimou:

"- Edy, gosto muito de você, mas ando com raiva de ti ultimamente. Vai ser nossa menina., vou preparar o quarto e já te chamo. "  disse, com voz firme e séria. 

Wagner relatava tudo que aconteceu sem meu conhecimento,  me contou que Edna tinha pedido uma nova saída, e falava em comer minha bunda na frente dela. A insegurança com Edna era preocupante, ela não estava levando a fidelidade e a transparência como pilares da relação. Aquela garota era um problema, era a visão e opinião dele.  A conversa fluía entre o que fazer ou não fazer, até que Marisa gritou lá de cima:

"- Manda a nossa menina subir... e você espera até eu te chamar!"

Wagner me segurou:

"- Vai devagar com a Marisa com esse pau, hein..."

No quarto, Marisa fez questão de que eu usasse a camisola. Riu dizendo que eu tinha sorte por ser só isso. Sobre a cômoda, havia diversos brinquedos preparados, inclusive o "Trauma" , um consolo de 6x22 que deixava um verdadeiro túnel anal.

Marisa me envolveu nos braços, essa coroa quente e fogosa chupava meu pau deixando-o em ponto de bala. Colocou a camisinha e comecei a possuí-la, ela urrava, gemia e às vezes gritava descompassadamente. Wagner subiu e pediu para ela não gritar tanto, preocupado com os vizinhos.

Wagner nos entregou sua rola para que nós dois a chupássemos, enquanto eu comia Marisa. Depois, ele começou a preparar a camisinha e senti o gel sendo passado no meu cu. Não demorou e ele pediu para Marisa abrir minha bunda. Aquele pau encostou, e Wagner disse:

"- Corno meu... sinta o pau que a sua Edna goza e sempre pede mais."


Aquele pau entrou me despertando aquele tesão de corno que eu tentava ignorar. Marisa provocava:

"- Aproveita... quando ela começar a gostar de uma rola preta, vai chorar no pau."
"- Sente corno meu, o pau que faz sua Edna gozar e ainda pede mais, vou comer muito ela com você sabendo ou não." estimulava Wagner

Wagner comia minha bunda com vontade. Socava firme, tentando me afeminar. Abraçava e manipulava meus peitos, enquanto Marisa os mordiscava entre as mãos dele. Logo ela saiu, e Wagner me colocou sentado em sua rola. Abriu minha bunda e fez com que eu cavalgasse sobre seu colo.


Marisa, ao lado da cama, ia preparando um consolo, não sabia qual. Wagner me tirou de cima dele e me deitou, Marisa me virou de frente e introduziu o consolo até o talo, consolo similar ao pau de Wagner e entrou sem dó. Marisa me possuía com uma habilidade que eu nunca havia sentido. Metia firme, tirava e voltava sem encontrar resistência.


Depois, Wagner voltou a me comer de frente, enquanto Marisa me masturbava durante suas estocadas. Ele ousava tirar e colocar, e ela induzia meu prazer com sacanagens como:

"- Tá sentindo o que a sua Edna gosta? Vai gozar igual a ela, amando essa rola..."

Chupava meus mamilos, fazendo deles seios. Trabalhava com a boca e a língua com uma intensidade ardente. Continuava me punhetando até que, no auge do orgasmo, murmurava:

"- Goza, seu corno... goza aqui pra mim, imagina que eu sou sua mulher. Me mostra como esse pau que eu gosto é gostoso..."


Gozei com abundância, Wagner socava mais rápido, e Marisa continuava me masturbando mesmo depois do gozo.

"- Você sabe que pode perder tudo isso se a leite ninho não absorver o que é prazer. Vai mesmo desistir do que gosta só pra agradar ela?" dizia Marisa, com serenidade.

Wagner reforçava a sugestão de eu me casar com Edna, e que ele comeria nós dois com frequência. Comentava que ela nem tinha pescado a sugestão ainda. Marisa retrucava Wagner  para não ficar dando essas idéias. 

A conversa seguiu por outros rumos: nostalgia, família... Marisa fez um café e, no final, mais que conversa, uma determinação. O próximo encontro seria o ultimato final.


Ref.: 1995 #0013
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quinta-feira, 29 de maio de 2025

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

Apresentação


Olá, pessoal! Sou marido da Edna, me chamo Edy, esse nome é uma forma carinhosa e resumida do meu primeiro nome. Profissionalmente, sou conhecido pelo sobrenome, como é comum em algumas das empresas onde trabalho ou já trabalhei.

Estou escrevendo esta publicação para clarear, dar mais horizonte e fatos as publicações já realizadas  por Edna e compartilhar pensamentos, decisões difíceis, pressões emocionais e tudo aquilo que envolveu e ainda envolve na minha relação com a Edna. Os três primeiros anos juntos foram extremamente desafiadores, principalmente pela resistência da família dela em aceitar nosso relacionamento. Para os pais da Edna, eu jamais poderia ser considerado um namorado, muito menos um futuro marido.


Tivemos pessoas importantes que participaram dessa trajetória e foram pilares para a construção e o fortalecimento da nossa relação. Sempre digo à Edna, aos nossos amigos e agora também a quem lê este blog: a felicidade e as realizações de um casal nunca seguem uma única receita. O que funciona para um, pode não servir para outro, mas sempre há algo que pode inspirar. A modelagem, a continuidade, o aprimoramento… tudo depende do casal.

Com o tempo, vocês vão entender melhor nossa história nas próximas publicações.

A ideia deste blog surgiu há dois anos, como uma espécie de livro pessoal, um espaço de nostalgia onde registramos lembranças que nos marcaram profundamente. Relembrar e descrever tudo isso tem sido prazeroso para nós. E, por decisão dela com meu total apoio iniciamos compartilhando esses momentos. As narrativas têm sido construídas juntos, buscando manter a fidelidade aos fatos, às conversas, aos diálogos e sentimentos que marcaram nossas vivências. Nas próximas postagens, trarei mais detalhes sobre essas recordações (*).

Não quero me alongar demais para não perder o foco desta primeira participação.

Sou uma pessoa que valoriza as particularidades de alguém e Edna despertou isso em mim logo no primeiro dia de trabalho. Enquanto muitos a ignoravam por ser “magrela”, “sem peito” ou “sem bunda”  palavras que ela mesma usava , foi no primeiro beijo que percebi o quanto ela era especial.

A inexperiência dela, no entanto, representava um desafio. Quando Edna me confidenciou que ainda era virgem e tinha curiosidade sobre como seria o sexo, falava do então noivo, Daniel, e da falta de atitude dele, demonstrava que estava numa relação falida . Aproveitei a oportunidade e assumi o risco de me tornar seu primeiro homem, seu namorado. A fiz mulher, a vi radiar e crescer ainda mais como pessoa.

Não foi fácil, fomos alvo de muitas piadas quando nossa relação veio à tona, frases como “pegou pra criar” ou o apelido maldoso “leite ninho” eram comuns, além dos comentários maldosos. Mas isso nunca me incomodou tanto quanto o verdadeiro obstáculo, a resistência dos pais dela. Enfrentar essa barreira exigiu paciência, estratégia e, sim, alguns arranhões que se tornavam ainda mais pessoais.

No primeiro ano, vivíamos em nosso próprio mundo, e ele era perfeito assim. Mas, ao sair para o mundo social, a realidade pesava. Era o olhar crítico dos pais, os oportunistas se aproximando da Edna, tentando se aproveitar da ingenuidade dela. E, sinceramente, doeu quando ela me pediu para conhecer outros homens, sentir como seria o sexo com outro. Foi difícil lidar com o ciúme, com a idéia de perder o status de exclusividade. Minhas experiências anteriores pesavam, a imaturidade dela, a ousadia impulsiva com o próprio primo foi o gatilho inicial, as inseguranças que me consumiam quando precisei viajar a trabalho...

Viajei  a sair com a certeza de que tomaria um par de chifres, retornaria corno, então foquei no trabalho para não enlouquecer e agilizar o retorno o quanto antes. 

Vilma, a mãe da Edna ainda fazia questão de alimentar meus ciúmes quando ligava para sua residência, dizendo que Edna estava “namorando outro”. Quando disse que era o Matheus que estava saindo, até senti um alívio, mas percebi que tudo aquilo era parte de um processo que me levaria compreender eu em  aceitar  e inserir  Edna no mundo mais liberal, proporcionar e conduzi-la ao entendimento do prazer, desejos e fetiches sem rótulos sociais.

Comigo, o prazer já havia sido moldado em experiências com uma ex-namorada (Lee). Relação que não deu certo por culpa minha, atitudes erradas, ciúmes, possessividade. Duas outras ex também contribuíram para minhas desconfianças, (Ivani e Sandra) foi sarcástica e cruel  pois escondiam comportamentos, mentiam, me feriram. (*Esses relatos também virão conforme a cronologia das publicações da Edna.)


Eu precisava amadurecer uma estratégia nesse intervalo, nessa ausência e distância. Traçar algo que poderia realizar o desejo por ela  solicitado, afinal ceder a mulher de sua vida para que outros  homens a desfrutarem, manter o laço da confiança e comprometimento. Eram muitas variáveis em meus pensamentos que entrariam como prova de fogo, e tinha que aceitar com meu consentimento.  Foi com essa mentalidade que me preparei para voltar e lidar com tudo de maneira mais consciente. Agora, é ela quem seguirá relatando os próximos capítulos.  Ótima leitura à todos (as). 



Ref.: 2025 #0008

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 27 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 2 O Dia Seguinte

 O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 2


O Dia Seguinte

O dia seguinte, no trabalho, parecia que todos sabiam que eu tinha sido a puta do Matheus. Ele conversava normalmente comigo, enquanto o peso na consciência me corroía. “Edy não é corno... fui eu a errada. Sou uma puta”, pensava, tentando me justificar. Edy me ligava perguntando de mim, dizendo que estava com saudades, sussurrava que estava viciado em mim, que naquela noite precisou se masturbar para aliviar o tesão. Eu gostava de ouvir aquilo, mesmo que minha mente me condenasse pelo que eu havia feito.




Comentou que conseguiu antecipar a volta em 10 dias. Ainda seriam 20 dias longe de Edy. No fim do expediente, fora da empresa, Matheus grudava em mim como um cachorro no cio.
No dia seguinte, a mesma coisa. Dessa vez, me rendia "Cagada por cagada, o chifre já estava dado."  - pensava eu e fomos para a casa dele. No banho, nos beijávamos, mesmo sem ter a pegada quente de Edy, Matheus saciava minha sede de rola, não preenchia o prazer que eu precisava, mas acalmava o desejo, o calor da buceta querendo gozar em um pau.



Da casa de Matheus, fui para a minha. Ao entrar, vi minha mãe no telefone, era Edy no outro lado, minha mãe ria de alguma besteira que ele falava. Meu pai, com a orelha em pé, tomava o telefone e dava bronca nela, todo enciumado. Eu encarnava a santa Edna do pau oco e recebia a ligação com um sorriso enorme. Com meus pais saindo, fiquei mais à vontade para conversar, Edy dizia que estava esperando ouvir minha voz para gozar numa punheta de saudade e sem medir palavras, retruquei que parecia que ele estava fazendo isso com a minha mãe. Não sei por que incorporei o ciúmes,  Edy não gostou nada do que ouviu e desligou sem dar chance para brigar.



Na manhã seguinte, na primeira hora de trabalho, ele me ligou para dar bom dia. Atendi ríspida, involuntariamente, a Edna ciumenta ainda estava em mim, talvez influenciada por Matheus, que envenenava minha mente com ideias de Edy comendo todas. Tentei me acalmar, pedi desculpas, disse que era a carência da ausência dele. Falei baixinho que a buceta tava chorando de saudade, mas senti que não o convenci.

Na hora do almoço, Matheus veio conversar. Aproveitei e perguntei, por curiosidade, como ele sabia o tamanho do pau do Edy.

"- Porra, as meninas falam entre elas. Tempos atrás, antes de você entrar aqui, ele pegou a cozinheira, a chefe da cozinha, a faxineira... A faxineira ficou dias sem trabalhar e foi ela que contou do tamanho e da pegada do cara. Ficou conhecido como TED: Terror das Empregadas Domésticas!" disse ele, rindo.


Meu ciúmes fervia, imaginava mil coisas e Matheus se aproveitava disso.
"- Hoje depois do trampo... vamos?"  perguntava.

Eu sorria e consentia com um “- Sim” , e assim ia a semana , trepando todo final de expediente. 

No sábado à noite, Matheus apareceu do nada em casa. Eu estava no banho e fiquei puta da vida com essa liberdade que ele se dava, mais ainda por minha mãe ter colocado ele pra dentro e ainda por cima ficar “entrevistando” o rapaz. Ele dizia, rindo, que só tinha passado pra chamar pra uma pizza. Não tinha tido tempo de me convidar na empresa, e como estava no caminho, resolveu “tentar a sorte”.

Minha mãe, claro, já me empurrava pra ir com ele. Ela e meu pai nunca gostaram do Edy, achavam que Matheus era uma opção melhor, menos diferença de idade, “mais futuro”. Acabei cedendo, só pra evitar confusão ou línguas soltas.

Achei que íamos à pizzaria. Doce ilusão. Fomos pra casa dele com a pizza e um vinho barato. Eu já estava de cara fechada, achando que ele estava armando um repeteco. Brinquei com ele:
"- Tá querendo me levar no papo de novo, né?"
Ele riu:
"- Tô duro, e de pau duro....  (ria) Se fosse pra motel, ia sair caro..."

Enquanto comíamos, ele comentou uma fofoca da empresa:
"- Ouvi uns caras falando que o Edy também gosta de rola..."

Ri alto.
"- Ah, para com isso! Nunca vi nada nesse sentido."

"- Também não boto fé. Mas uma das cozinheiras com quem o Edy saiu dizia: “Aquele cara é macho porreta, dá no coro! Tem que ser muita mulher pra aguentar ele!”

Confesso que me corroí de ciúmes. Saber que meu amor tinha fama de “comedor” me deixava louca. Perguntei:
"- Você acha o Edy galinha?"

"- Porra, o Edy? Nunca vi ele olhando pras gostosas que passam. Sei que ele tem suas particularidades. Mas, olha, quando você entrou lá, magrinha, parecia um palito, ninguém se interessava por ti... teve alguma coisa ali que chamou atenção dele. Investiu em você. E olha no que deu: virou esse mulherão."

"- Vai ver a ex dele adestrou bem ele, né? " , completou, rindo.

"- Como assim, ex? Você conheceu ela?"

"- Não, era de antes de eu entrar. Mas a galera falava muito dela, mais velha que ele, parecia mãe e filho. Levava e buscava o Edy, cuidava dele e dizem que era ciumenta demais. Uma vez uma mina passou olhando pro Edy e ela desceu do carro pra tirar satisfação.

"- E aí, me conta o que  Edy faz contigo na intimidade? A rola dele é como as meninas relatam ? 

Revirei os olhos.

"- Ué, curiosidade... "disse ele, safado.

"- Atrevido! Vai se enxergar!" desconversava

Mas por dentro, eu borbulhava, a conversa me irritava, me enciumava, me deixava descompensada. Matheus percebeu e começou a provocar:

"- Duvido que um cara desses fique só na punheta...
deve dar assistência pra umas casadas carentes, né?"

Levantei irritada. Matheus me puxou pela cintura e me sentou no colo dele. O beijo foi súbito. Eu tentei resistir, mas me derreti. Fiquei molhada só de sentir a língua dele. Quando percebi, o pau já estava pra fora.

Ajoelhei na frente dele e comecei a chupá-lo. Gemia e se contorcia na cadeira.
"- Para... se continuar, vou gozar na tua boca...

"- Vai..." sussurrei.

"- Nossa, que boca gostosa..."


Continuei sem piedade. Senti o jato quente preencher minha boca, mas não parei. Chupei até o pau dele endurecer de novo. Ele colocou a camisinha e, semi nua, me pegou no tapete da sala. Depois no sofá. Na poltrona. Transamos com vontade.


Ele me comeu analmente de quatro no tapete, apoiada no sofá. O pau de Matheus era na medida certa, não era como o do Edy, que me fazia até perder o ar. Com Matheus anal  era prazer puro, sem dor.

A transa foi longa, eu já estava exausta quando ele gozou. Foi gostoso, mas o que me quebrou foi o depois. Após o boquete, ele não quis mais me beijar, desviava  o rosto, no banho se recompondo  fazia questão de escovar os dentes e falar 


"- Agora tô limpa pra te beijar, sua besta" rindo.

Mas aquilo me decepcionou, Edy nunca ligava pra isso. A gente se lambia inteira, sem frescura. Era uma conexão carnal, completa. Um corpo só, e ali, mesmo satisfeita, eu me sentia suja. Eu o estava traindo. A química que eu tinha com Edy era única, e eu não estava valorizando.

A noite seguiu, entre mais vinho, beijos e conversas. Em um dos intervalos, fui direta:

"-Você ama a sua noiva?"

Ele gaguejou.
"- A gente discutiu... melhor cada um na sua por enquanto."

Desviava, enrolava. Eu sentia que ele escondia algo. Quando vi, já eram duas da manhã, pedi pra ele me levar pra casa. Entrei em silêncio. Tudo apagado. Me joguei na cama e apaguei.


No dia seguinte, minha mãe me recebeu com um sorrisinho cínico:

"- Bom dia! Como foi com o namorado novo? Partidão."
"- Que namorado, mãe? É só um colega de trabalho." respondi, desconversando.
"- O Edy te ligou três vezes ontem à noite..."

Arregalei os olhos.
" -E o que você disse?" - eu questionava irritada

"- Ué, falei que você tinha saído com o Matheus. Ia dizer o quê?"

Era uma granada sem pino.
Declaração de guerra.
Senti as lágrimas subirem.
A merda estava feita.

Ref.: 1995 #0006
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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