Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
domingo, 17 de maio de 2026
quarta-feira, 13 de maio de 2026
O CHAMADO
O título parece nome de filme de terror. E, para mim, virou exatamente isso.
Tudo começou em um dia aparentemente comum, quando recebi uma ligação do Dr. Gato pedindo que eu comparecesse ao consultório dele. Naquele momento, eu vivia uma fase intensa, cheia de excessos, desejos e segredos com Edy sabendo de algumas coisas… e outras não.
Ignorei a solicitação. Por mais sedutor e irresistível que Dr. Gato fosse, preferi fingir que nada estava acontecendo.
Dias depois, ele ligou novamente. Dessa vez, sua voz não tinha o mesmo tom calmo e provocador. Havia algo diferente. Mais frio. Mais sério.
Falou poucas palavras. Confirmou horário, exigiu minha presença. Eu respondi que iria. Não fui. Nem sequer dei satisfação.
Poucos dias depois, Cidinha apareceu na porta da minha casa, completamente transtornada. Gritava me chamando de puta e biscate sem o menor constrangimento, enquanto meus pais ouviam tudo da sala.
Pedi que falasse baixo. Ela respondeu com um tapa no meu rosto. A ardência veio acompanhada do aviso:
-"Você sabe muito bem o que fez e no que se comprometeu."
Eu havia ignorado assuntos importantes tratados com Dr. Gato. Regras. Compromissos. Coisas combinadas que, por irresponsabilidade minha, deixei cair no esquecimento.
Meus pais assistiam à cena sem entender nada. Quando entrei, queriam explicações. Não consegui falar. Apenas pedi que me deixassem em paz.
Então veio um novo contato. Dessa vez, não houve convite.
Apenas a confirmação do dia, do horário… e a frase que me gelou inteira:
-" Sua presença é obrigatória."
Dessa vez eu fui. Dr. Gato me recebeu sozinho no consultório. O ambiente parecia diferente. Mais silencioso. Mais pesado.
Sentamos, ele começou a fazer perguntas. Queria entender minha ausência, minhas fugas, meus sumiços.
Eu não conseguia responder. As palavras travavam na garganta.
Então ele começou a relatar situações íntimas demais, detalhes específicos demais. Parecia ter presenciado tudo pessoalmente ou como se Edy tivesse contado cada passo meu.
Acusei Edy de ter aberto a boca. Dr. Gato apenas me olhou, sério, negando lentamente com a cabeça.
Sem dizer mais nada, levantou-se. Mandou que eu tirasse a roupa. Minhas mãos tremiam enquanto obedecia. Ele colocou uma coleira em meu pescoço e prendeu a guia. Em seguida, ordenou que eu ficasse de quatro.
Meu coração disparou. Fui conduzida até outro cômodo privativo do consultório.
Quando a porta se abriu, o choque veio de uma vez só. Cidinha estava nua, ajoelhada diante da parede, marcada pelo corpo inteiro.
Então, ironicamente, Dr. Gato apontou para ela e disse:
-" Essa é a “Edy” que você acusou lá atrás."
Antes mesmo que eu processasse aquilo, meus olhos encontraram outra figura no ambiente. Na poltrona, observando tudo em absoluto silêncio, estava Rosecleide… a ex de Edy.
A Sra. Miin.
Senti minhas pernas fraquejarem. Ela me encarava com tranquilidade desconcertante, enquanto fazia perguntas simples às quais eu só conseguia responder com sílabas desconexas.
Por dentro, minha vontade era virar as costas e fugir dali.
Mas eu já entendia, tarde demais, que não estava mais no controle de absolutamente nada.
Dr. Gato perguntou de onde nos conhecíamos.
Fiquei ouvindo a conversa entre eles, tentando entender como tantos caminhos improváveis tinham se cruzado daquela forma. O mundo parecia pequeno demais para tantas coincidências.
Nervosa, tentei me desculpar novamente pelo encontro anterior. Fui ignorada. Uma palmada forte me interrompeu.
-"Relate exatamente o que aconteceu."
Comecei a narrar superficialmente. O tapa no rosto veio seco. Rosecleide me encarou com firmeza:
-" Conte direito."
Dr. Gato ria da situação com sarcasmo cruel. Outra palmada.
-" Peça desculpas à Sra. Miin… e fale olhando para o chão."
Enquanto eu relatava tudo, os dois riam discretamente da minha humilhação.
Foi então que Dr. Gato se apresentou formalmente como Dom, enquanto Rosecleide assumia o nome de Sra. Miin . ( Nomes reais não divulgados )
Naquele instante, percebi que estava diante de um universo BDSM muito diferente do que eu imaginava conhecer. Tudo ali era levado ao extremo das regras, da disciplina e do controle psicológico.
O pouco que eu havia experimentado antes parecia brincadeira perto daquilo. Em questão de minutos, conheci lados de Edy que jamais imaginei existir. Inclusive na pele.
Dr. Gato começou a questionar minhas promessas, minhas mentiras e minhas traições. O tom de voz dele era duro, autoritário, quase impiedoso.
Mandou que eu ajoelhasse no sofá. Rosecleide permaneceu sentada observando tudo ao lado de Cidinha.
Então ouvi um estalo. Meu corpo inteiro arrepiou.
A dor veio segundos depois.
A cada erro confessado, eu precisava explicar por que havia quebrado os acordos feitos anteriormente, inclusive tudo o que escondi de Edy.
Mas havia algo pior. A cada omissão, Cidinha também era punida. Dr. Gato a responsabilizava por ter me indicado.
Por mais que eu falasse a verdade, sempre parecia faltar alguma coisa. Algo que eu jamais teria como adivinhar que Cidinha havia contado antes.
-" Tem certeza de que contou tudo?"
Balancei a cabeça afirmando que sim.
Outro estalo. Outra dor.
Naquele momento, Dr. Gato já não lembrava o homem sedutor que conheci. Parecia um carrasco conduzindo um julgamento particular.
Enquanto eu era punida, Cidinha também sofria humilhações e castigos. Então Rosecleide se levantou.
Aproximou-se de Dr. Gato e sussurrou algo em seu ouvido. Ele entregou minha guia a ela.
Meu sangue gelou. Mantive os olhos baixos enquanto ela se aproximava lentamente. Seus pés pararam diante do meu rosto.
Submissa, beijei seus pés. Fui chamada de inútil. Recebi a ordem de ir de quatro até o consultório, me vestir e esperar ajoelhada perto da porta de entrada, olhando para a parede.
Fui chorando em silêncio, tentando disfarçar a vergonha e a ardência espalhada pelo corpo.
Enquanto esperava, escutava os estalos vindos do outro cômodo… e os pedidos de perdão de Cidinha.
Até que a porta se abriu. Rosecleide surgiu diante de mim. Saímos juntas.
Do lado de fora, ela voltou a falar normalmente, quase como se nada tivesse acontecido.
-" Socialmente, sou Rosecleide. No fetiche, sou sua dona."
Ela me levou para casa querendo entender quem eu realmente era para Edy. Eu falava demais por nervosismo. Ela apenas ouvia. O medo do dia seguinte me consumia.
E pior ainda: o medo de perceber onde eu havia me metido.
No dia seguinte, apanhei novamente na rua, dessa vez de Cidinha e Maria. Cidinha estava com marcas pelo corpo do ocorrido no dia anterior. Fui xingada de puta e algo mais. . . .
Foi uma confusão humilhante. Nossa amizade terminava ali.
A fama de galinha começou a crescer pela vila inteira. Ninguém sabia o motivo verdadeiro, mas, na boca do povo, tudo se resumia a briga por homem.
Quando voltei para casa, meu pai já sabia da história. Voltei a apanhar , perdeu a pouca paciência que ele ainda tinha comigo.
Minha tia assistia a tudo sentada na sala, em silêncio, como se acompanhasse um espetáculo triste do qual ninguém mais conseguia sair.
EDY:
Essa narrativa era algo que eu jamais imaginaria viver.
Minha ex conhecer Dr. Gato era uma possibilidade que nunca sequer passou pela minha cabeça.
Depois tivemos um encontro nós três. Eu, Rosecleide e Dr. Gato e finalmente entendi como todos se conheciam.
Rosecleide havia morado no ABCD, mas existiam conexões muito mais antigas, histórias longas demais e variáveis que eu desconhecia completamente.
Rimos bastante sobre o caos daquele consultório, sobre as mentiras, as omissões, os segredos de Edna.
Mas havia fatores que nem eu previa. A aproximação entre Lúcia e Rosecleide alimentava desejos obscuros acontecendo silenciosamente ao meu redor, sem que eu percebesse.
Durante todo esse tempo, eu acreditava estar no controle. Na realidade, tudo já havia virado uma espécie de loteria emocional, onde ninguém mais sabia exatamente qual seria o destino de cada envolvido.
Ref.: 1998 #0043
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
sexta-feira, 27 de março de 2026
PUTA DE PRIMEIRA VIAGEM
Emendei que ele ficaria na punheta e na imaginação, ao sair no carro Antônio foi ousado em me roubar um beijo, beijo de provocação, adoro homem ousado e atrevido. Fiquei com a buceta lambuzada que ao caminhar me dava mais tesão com o movimento, acredito que tive um orgasmo entre o caminhar e o imaginar.
Devido a consulta me contive com António, Sérgio e o Dentista, minha buceta vinha babando até a esperada hora, me sentia entregue antecipadamente aquele homem. No caminho me abri com Edy sobre a consulta e desejos. Edy não ficou com uma boa cara, percebi que ficou irritado, arrisquei brincar o chamando de "meu boizinho" , que estava falando, sem esconder nada.
Prometia e jurava ser sincera e transparente com ele. Edy parou o carro, deu umas surtadas, deixei ele descarregar, depois o beijei, sussurrei "eu te amo" , "...sou única e sua" e aparentemente se acalmou, se conformou.
O Dr. Gato dispensou a recepcionista, ela nos observava como sabia que ia acontecer, de início Dr. Gato só permitiu a entrada de Edy pedindo para eu aguardar. Edy foi instintivo e pediu que eu o acompanhasse, não temos nada a esconder e afirmava saber reais motivo do retorno. Dr. Gato olhou para nós com gesto de impressionado
No banho eu segurava aquele pau em ponto de bala, estava pulsativo e não baixava, e em certo momento abraçada por trás, aquele pau encaixou em minha buceta, uma apalpada aqui e ali , uma reboladinha entrou deslizando....
Gozei gostoso, saímos do banho e Dr. Gato se deitou no tapete do ambiente e pediu para eu mostrar o meu melhor a ele.
Em certos momentos ele se continha para não gozar, eu aproveitava provocar até me conteve, me colocando de 4 no sofá.
Ele foi até o armário e trouxe uma sacola com uns acessórios dentre eles uma mordaça de bola, algema e uma raquete de tênis de mesa ( brincadeiras a parte, vocês vão rir, não conhecia o acessório e foi o mais próximo que pude imaginar) Dr. Gato caiu em risos e claro, ficou algo tipo eu tirando onda dele.
Soltou as algemas e virou-me de frente, Dr. Gato socava com intensidade, aumentava o ritmo, e não era somente ritmo, seguia de humilhação verbal, encarava meus olhos com lágrimas e narrava meu pai me vendo sendo puta, que era tal mãe, tal filha, isso cortava meus orgasmos e prazeres, tentei sair do pau dele, sentou um tapa em meu rosto me chamando de puta, puta que gosta de ser bem vagabunda com macho, passou a me segurar forte sem deixar eu escapar, suas socadas ficaram mais firmes e fundas, volte e meia seu pau entrava e saia com folga de minha buceta, foi assim por vários minutos, até que entrou e foi fundo e lá parou e despejou todo seu calor dentro de mim, gozei junto com a sensação toda. Foram os orgasmos mais estranhos que tive.
Dr. Gato demorou a tirar o pau de minha buceta, nos beijamos ofegantes, seu pau latejava dentro de mim e começou a amolecer, escorregou sozinho a fora escorrendo seu leite em minhas pernas.
Dr. Gato perguntou e pediu para ser sincero com ele
-"Sua primeira vez como puta?"
Sinalizei com a cabeça meio envergonhada e falei timidamente
-"sim"
-"Puta de primeira viagem...."
-"....não me interessa se fazem por fetiche ou por prazer, adorei trepar com você, vou amar ainda mais na próxima vez com seu namorado junto, convence ele, não irão se arrepender." - disse Dr. Gato enquanto pegava minhas roupas e pedia para me vestir.
Queria ao menos me limpar e tomar um banho... (pensei alto)
Edy parou no caminho para uma conversa, querendo saber o que ocorreu, eu só dizia que conversamos disso amanhã, citava que estava cansada e tinha o problema de horário que estava muito fora do de costume.
Entreguei o envelope a Edy e mostrei o presente que ganhei, era um vestido vermelho, não tinha visto o cartão, quando li gozei involuntariamente.
Na realidade eu não estava bem comigo mesma diante do que ocorreu. Dentro de casa, tinha a sensação de ser muito vagabunda mesmo e diante do que transitou até chegar em casa, me sentia mais suave diante dos ocorridos, me sentia menos culpada, porém muito confusa. Tomei um banho rápido para dormir, meu corpo ardia todo até mesmo embaixo d´agua.
Na cama minha mente reprisava os momentos com Dr. Gato, me masturbava e colhia com os dedos o leite que escorria e chupava entre meus dedos, meus desejos aumentavam imaginando Edy junto e por pouco quase gritei no quarto quando gozei.
Ref.: 1998 #0037
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy.
A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera. Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta.
Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.
Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito.
A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão, apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso, vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.
Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua.
Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo.
Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).
Ref.: 1998 #0029
LIBERDADE CONDICIONAL
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O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...






































