Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
domingo, 19 de abril de 2026
sábado, 7 de março de 2026
DIA D, DIA DR. GATO
Dias depois, o consultório do ginecologista ligou antecipando minha consulta, Havia surgido um encaixe. O problema era a distância: Santo André.
Longe, bem fora de mão e mesmo assim, fui....
...fui e não me arrependi.
Antes mesmo de eu ser chamada, percebi que o consultório já estava praticamente fechando. A recepcionista se despedia enquanto a última paciente saía acompanhada por ele.
Dr. Gato abriu a porta do consultório e falou com naturalidade:
-"Pode entrar, tirar a roupa e aguardar na maca."
Observei enquanto ele fechava tudo de forma discreta e tranquila. Não havia pressa em seus movimentos, tudo em seu tempo e controle. Quando voltou, começou a conversar enquanto me observava.
Confirmou se eu era indicação de Cidinha e pediu que eu me deitasse na maca. Fiquei ali, aberta no suporte, exposta como um frango assado, enquanto vinham as perguntas clínicas:
Respondi uma a uma. Mas quando chegou em parceiros, fiquei em silêncio.
Ele percebeu. Com um leve sorriso, perguntou de forma direta, porém discreta:
-"Você é garota de programa?"
Eu ri
-"Claro que não, doutor. Nada contra quem seja… mas não sou."
Respondi meio tímida, meio envergonhada, contando superficialmente, e o que vinha acontecendo com minha vida e meus parceiros.
Ele então disse calmamente:
-"Primeiro vamos fazer o preventivo e coletar os exames."
-"No próximo retorno, se tiver um parceiro fixo… traga ele."
Quando terminamos, me aproximei dele ainda completamente nua. Perguntei se havia algo errado e impulsivamente tentei beijá-lo.
Ele se esquivou, se afastou um pouco e disse:
-"Acho que você está com um julgamento errado sobre mim."
Pegou minha roupa e indicou que eu me vestisse.
-"Desculpe… eu só me envolvo com profissionais do sexo. Não quero problemas ou envolvimento com pessoas comuns."
Aquilo me irritou muito. Eu não iria embora dali de mãos abanando. Totalmente nua, ainda exposta diante dele, tomei coragem e disse:
-"Sou uma aprendiz do sexo… louca para aprender mais sobre os desejos dos meus futuros clientes." (Nem lembro exatamente as palavras, mas foi algo assim.)
Senti meu rosto queimar de vergonha. Ele me olhou novamente e dessa vez com interesse. Se aproximou , começou a fazer perguntas sobre minha experiência, sobre meu namorado… se ele era participativo ou passivo.
Respondi direto:
-"Participativo."
Então, finalmente, Dr. Gato me beijou. Sua mão percorreu lentamente meu corpo enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
-"Será mesmo que você é uma aprendiz de puta?"
Fez uma pausa.
E completou, com a voz carregada de desejo:
Terminou a frase gemendo baixo no meu ouvido.
Dr. Gato começou a se despir e me chamou para o banho. Fiquei surpresa ao ver um banheiro privativo dentro do consultório. Chique.
Ali, nus, nos beijávamos enquanto eu apreciava cada milímetro daquele homem. Seu pau crescia a cada toque, a cada beijo, a cada respiração mais acelerada.
O tesão só aumentava. Quando saímos do banho, ele abriu outra porta. Era uma sala reservada: sofá, luz baixa, ambiente aconchegante. Pegou uma bebida no frigobar.
Sentou. E apontou para o chão diante dele.
-"Ajoelhe-se."
Por um momento pensei: Será que o Dr. Gato é daqueles do tipo BDSM? Será que vou apanhar de novo?
Então ele disse:
-"Quero sentir suas habilidades com a boca… e com as mãos."
Fiquei parada por alguns segundos.
-"Mostre como você usa essa boca no meu pau."
Comecei a chupá-lo, senti seu pau encolher. Naquele instante me senti um fracasso. Várias lembranças de transas mal sucedidas vieram à minha cabeça. Foi quando senti a mão dele conduzindo minha cabeça.
Segui exatamente o que ele mandava, senti o pau dele endurecer novamente. Duro, pesado, rígido como uma barra de aço.
Ele começou a gemer mais forte, segurou minha cabeça.
Então usei um truque que havia aprendido no consultório do dentista: relaxei a boca, deixei salivar bastante e fui descendo o máximo que conseguia. Era grande demais, fui até onde dava.
Comecei a subir e descer devagar, como se minha boca fosse minha buceta.
Ele pegou minha mão e colocou nas bolas dele.
-" Isso… agora chupa minhas bolas… continua punhetando."
Eu era conduzida pelas mãos dele.
-"Sobe… continua… faz o seu melhor com essa boquinha."
De repente ele me puxou para cima do sofá, ainda com meu rosto entre suas pernas, enquanto eu chupava, sua mão desceu até minha buceta. Começou a me dedilhar , habilidoso , preciso.
Eu gozei com os dedos dele, em um momento ele levou os dedos ao nariz.
-"Humm… que buceta gostosa."
Aquilo me deixou ainda mais excitada. Eu já estava molhada, tremendo, quando comecei a pressionar a cabeça do pau dele com os lábios. Ele respirava cada vez mais forte.
-"Chupa mais rápido…"
Obedeci. Punhetava e chupava ao mesmo tempo.
Vai e vem. Até sentir um jato quente no meu rosto.
-"Continua!"
Meu rosto e meu cabelo estavam impregnados de porra, e continuei chupando. O pau dele ainda pulsava. Logo veio outra gozada, acompanhada de um urro grave.
Ele esfregava o pau no meu rosto, recolhendo o leite e colocando de volta na minha boca. Repetiu aquilo várias vezes. Até o pau finalmente amolecer, respirou fundo.
-"Vamos nos limpar."
Perguntei:
-"Não vamos transar?"
Ele respondeu com naturalidade:
-" Não. Só transo depois de ver o resultado dos exames. Não fique chateada."
Pensei imediatamente: Cara do Edy… sistemático.
Fomos para o banheiro, no caminho ele deu um tapa forte na minha bunda.
Olhei o relógio, quase tive um treco.
-" Nossa… como a hora passou rápido!"
Ele percebeu meu pânico.
-"Você mora perto da Cidinha, não é?"
-"Sim."
-"Então calma. Eu te levo."
Tomamos outro banho, conversamos mais um pouco. O olhar dele continuava carregado de desejo.
No carro, a caminho da minha casa, ele insistiu:
-"Na próxima consulta, traga seu namorado."
Sim, leitores. Vocês leram certo. Eu havia sido delicadamente taxada de promíscua.
E só conseguia pensar em uma coisa: Como diabos eu levaria o Edy comigo naquela consulta?
Dr. Gato me deixou na porta da casa da Cidinha com um beijo quente e demorado. Desci do carro ainda molhada… e ansiosa pelo retorno. Assim que o carro foi embora, Cidinha e Leandro apareceram querendo saber tudo.
Disse que contaria depois, estava atrasada. E definitivamente não queria apanhar hoje.
Cidinha ria de algo que falou e não entendi. Caminhei rápido para casa, pensando desesperadamente em como convencer Edy a ir comigo na consulta.
Mas a resposta para isso…
…veio no instante em que entrei em casa.
E vi Edy, minha tia e meus pais sentados na sala.
Ref.: 1998 #0035
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
PROMESSAS QUEBRADAS
PROMESSAS QUEBRADAS
Como diz Edy , sou "garota problema" , mal tinha estabilizado minha relação, ocorria problemas em casa, na qual minha mãe pediu para acompanhá-la em uma viagem até Catanduva para verificação de bens e burocracias. Peguei uma liçença no trabalho, Edy me advertia, eu jurava que podia confiar, seu olhar desafiava minhas palavras e confiança.
sexta-feira, 6 de junho de 2025
O CAMINHO SEM VOLTA
O CAMINHO SEM VOLTA
O dia seguinte, para mim, não era apenas mais um dia. Era um passo dado, trilhado. Era aquele tipo de dia em que eu sentia necessidade de tirar satisfações e Matheus entrou na minha mira logo pela manhã.
Apesar de tentar escapar da conversa, encurralei-o em uma sala de reunião que estava reservada para ele e fui direta. Ele até empalideceu. Disse que queria vê-lo naquela noite, sem desculpas.
Eu estava com a pá virada. Edy me chamou para dar uma escapada antes do almoço o dia estava corrido e ele disse que estava com saudade. E eu, maliciosa, só pensava: "será o peso do chifre?" Minha mente estava tomada por pensamentos safados.
No almoço, Edy apareceu com aquela cara de cafajeste que eu adoro. Em sua casa, ele me deixava em brasa com sua forma de dominar o meu fogo. E, diferente de tudo, Edy me possuía seminu, imobilizando meus movimentos de forma selvagem e agressiva. Às vezes, eu sentia dor e pedia para ele ir com mais calma. Ele tirou o pau da minha buceta e enfiou na minha boca, tapando meu nariz, querendo bombar com força.
Dei um basta, parei tudo, me levantei e estapeei a cara de Edy para tirar o demônio que parecia ter se apossado dele. Chamei-o de animal, apesar de não gostar, ele reconheceu que tinha passado dos limites. Pediu desculpas, nos recompusemos, mas não muito. Era perceptível que ele não estava num bom dia.
O dia seguia desencontrado. Mais tarde, Edy disse que queria se redimir e me chamou para a casa dele depois do expediente. Disse que não podia demorar porque voltaria para a empresa. Enquanto isso, eu já deixava combinado com Matheus para que ele me buscasse em casa, eu não mudaria meus objetivos.
Na casa de Edy, ao final do dia, o homem parecia possuído, me deu uma chupada na buceta que me fez gozar loucamente. Esse corno sabia exatamente onde me tocar, me levava às nuvens. Fora aquele pau, que fazia minha buceta chorar de tanto orgasmo. Levei um susto quando ele me colocou de bruços. Travei a bunda e neguei:
"- Aqui não!" esse pau machuca muito.
Ele não se deu por vencido, deu uns tapas na minha bunda, me segurou pelos cabelos, num gesto de dominação.
"- Você é minha e se eu quiser comer esse cu, eu vou comer... " dizia de forma intimidatória, e deu outro tapa na minha bunda, que já ardia, estava me assustando de novo, seu pau invadia minha buceta, eu com receio dele querer fazer anal contra minha vontade, minha buceta ardia e ao mesmo tempo latejava com a pegada investida.
Não demorou, Edy se deitou, me colocou para cavalgar em sua rola. Seu olhar era dominante, incomodado. Me abraçou, chupava meus peitos com vontade, com força, suas mãos deslizavam pela minha bunda, voltou a me pegar de frente, minhas pernas em seus ombros. Me fazia derreter em orgasmos, me relaxava inteira até me preencher com seu gozo.
Depois tirava o pau e ordenava: " - Chupa!"
Hábitos fora da normalidade, para evitar mais problemas, eu obedecia. Chupava aquele pau com gosto de prazer misturado em seguida me beijava com mais desejos . . .
No banho, questionei:
"- Por que você está tão animal comigo?"
"- Porque não gosto de você beijando na boca nem dando o cu para outros" respondeu, irritado.
"- De novo isso, corninho? Ops... amorzinho..." falei rindo, quebrando o clima, arrancando um meio sorriso dele.
"- . . .já te expliquei sobre o beijo e o sexo anal. Chega, cansa, e sobre comer outras mulheres, mesmo em troca de casal, eu não aceito. Você já comeu quem tinha que comer. Agora, você só come a mim, e a mim servirá. Não tente me controlar. Eu nasci para viver " respondi firme. (Acho que foi mais ou menos isso que falei... rsrsrs, faz tempo, difícil lembrar tudo kkkk).
"- E você tem saído com alguém sem me contar?" perguntou Edy, desconfiado.
"- Não, e se sair, vou te avisar antes. Não foi o que combinamos?" respondi na maior cara lavada.
"- Esqueceu que eu vou junto?"
"- Vai junto se eu quiser, eu aviso, você fica ciente . "retruquei. Em seguida, o beijei e completei:
"- Te amo, meu corninho... Claro que você vai junto" rsrsrs.
No caminho para casa, eu juro que tentava ser agradável. A única forma de arrancar um sorriso tímido de Edy era chamá-lo de meu corninho, te amo.
"- Você tem que ficar feliz por eu estar te avisando quando vou sair com alguém. Melhor do que ser o último a saber, né?" advertia
Ele sempre rebatia dizendo que eu só podia sair com ele presente, e assim terminava a conversa, me deixava em casa com um beijo ardente e provocativo, eu ainda mais provocativa:
"- Te amo, meu corninho!!"
Nesse momento se iniciava um caminho sem volta, ocorria duas fases de forma simultânea, eu querendo aprontar e Edy definindo meu destino. . . .
O Lado Edna. . .
Dentro de casa, corri para um banho rápido, não queria Matheus entrando. Foi um vapt-vupt, e já estava pronta quando ele chamou no portão. Ao sair passando pela sala, recebi os olhares recriminatórios dos meus pais. Minha mãe, como sempre, implicou com minha roupa e finalizou me chamando de puta, saí no veneno.
No carro, durante o caminho, eu perguntava se a noiva dele tinha desconfiado de algo naquele dia. Disse que não, aproveitei e falei na lata que ela fazia dele um capacho, e que eu o achava frouxo por permitir aquilo. Ele me olhou com ironia e respondeu:
"- Já se olhou no espelho hoje? Acha mesmo que as pessoas não percebem como você tem mudado, Edy? Minha noiva é dez vezes mais ciumenta que você."
Fiquei vermelha, inibida, parecia que todo mundo tinha acordado estranho, pensei. O papo no carro seguia como um interrogatório, alfinetadas, provocações, mas ainda dentro do aceitável... até que começaram os jogos do prazer.
"- Você tem alguma vontade íntima não realizada?" perguntou Matheus, descaradamente.
"- Sou muito bem resolvida, mas sempre aberta a novas experiências" cutuquei provocando até onde ia essa conversa
"- Hummm... e você não tem vontade de fazer algo a três? Tipo eu, você e mais um homem..." provocou ele.
"- Ufa, essa foi pesada, e quem seria a terceira pessoa?" questionei, excitada, interessada e curiosa para saber o que passava pela mente daquele filho da puta.
Matheus enrolava, jogava possibilidades no ar, era claro que já tinha a trama montada, era descarado e dissimulado.
"- Que tal o novato? Tenho notado que ele anda cheio de desejos por você." sugeriu, jogando baixo.
Citava sem muito rodeio quando o assunto era putaria, paramos em frente a um condomínio. Matheus intimou:
"- Estamos na frente da casa dele. Os pais estão viajando, apartamento liberado, vamos?
"- Você é muito filha da puta... tá achando que eu sou vagabunda? Que vou assim, facinha?"
Ele me beijava, atiçava meu lado mais puta, me absorvendo nas sacanagens ditas no caminho.
"- Pede para a zaroia da sua noiva vir pra festa? " tentei desviar.
"- Ela não topa, se faz de santa, igual a você, e ainda mete galha em mim" respondeu rindo.
Era baixo e fulero, esse moleque que nem posso considerar homem, e eu gostava do atrevimento. Enrolava na decisão até Regis aparecer no portão, ficar nos observando e Matheus acenar, chamando-o para o carro. Pediu que eu passasse para o banco de trás e, assim que Regis entrou atrás, ousadamente me puxou nos braços e roubou um beijo, atrevido e tudo de caso combinado com Matheus... ,com jeitinho, pegava minha mão, esfregava sobre a calça e eu sentia o volume crescendo, minha buceta chorava, querendo saber como era.
Matheus parou em uma farmácia para comprar camisinhas. Regis, aproveitando, pôs o pau para fora e, com jeitinho, me fez chupar aquele pau cheiroso e gostoso. Matheus retornando, Regis me trouxe para sua boca, continuando a me beijar. Hummm bom sinal, não tinha nojinho, diferente de Matheus.
Voltamos ao condomínio, no elevador, eu já estava excitadíssima. Escorria porra de Edy, sentia que queria escorrer pelas pernas. Dentro do apartamento, Regis não perdeu tempo e meteu a mão na minha buceta ensopada.
"- Eita... vamos tomar sopa do corno" disse, e me deu um beijo antes que eu pudesse reagir.
Com discrição, sussurava se eu me sentia confortável, e queria tomar um banho, sinalizei que sim e me acompanhou até o banheiro, pedindo que Matheus preparasse as bebidas que já retornava.
Minha surpresa foi Regis no banheiro se ajoelhar em meus pés e chupar minhas pernas , descer a calcinha e percorrer a sua boca em minha buceta toda melada, juro que tremi, gozei, meu coração disparou pela ação não prevista, estava em choque, Se levantou ligou o chuveiro me deu uma beijo, todo melado de porra e saiu...
Fiquei pasma no banho me higienizando, mil coisas passavam na cabeça e mil coisas se misturavam quando Matheus me chamava. Ao voltar, os meninos estavam com bebidas na mesa, pedi um momento de seriedade. Voltei a fazer um pouco de cu doce, comentei minha preocupação em fazer algo assim e ficar falada, pedi desculpas a Regis...
"- Estou te conhecendo agora..."
Meus olhares com o dele cruzavam uma linha estranha e desafiadora diante do que ocorreu, Matheus me interrompeu, dizendo:
"- Somos todos adultos, e lógico que isso aqui não pode sair da boca de ninguém. Porra, sou noivo! Você namora aquele ditador pé-no-saco. Acha que queremos morrer?" risos
Suas palavras foram convincentes, e assim começaram os prazeres.
Regis diminuiu a luz do ambiente, criando um clima convidativo e picante. Ambos com o pau para fora, eu os punhetava e os beijava alternadamente. Matheus era um cuzão, mas naquele momento eu me ajoelhei e comecei a chupar e punhetar os dois, alternadamente.
Não demorou para Regis me colocar em seu colo, de frente, preparando a camisinha. Me beijando, me penetrou gostoso. Seu pau curvado deslizou no rombo deixado por Edy. Mesmo sem preencher totalmente, dava um prazer gostoso. Regis, esperto, sentindo que ia gozar, tirou seu pau e deu espaço para Matheus me penetrar. Enquanto levava a rola de Matheus, beijava Regis. Uma combinação de orgasmos explodiu em mim.
Ousada, entregue, era a sensação da realização. Logo depois, Regis engatou sua rola em mim, e Matheus iniciou o anal do jeitinho que eu gosto. Duas picas ao mesmo tempo. Senti até arritmia, sensações novas explodindo em orgasmos múltiplos. Me contorcia de tesão, tiveram que tapar minha boca para não ouvir meus gemidos. Matheus não aguentou, gozou e, cansado, sentou-se no chão, deixando Regis me comer de todas as posições possíveis.
Matheus foi ao banheiro, nos deixando a sós. E então, o inesperado voltou a ocorrer...
...Regis tirou o pau e caiu de boca na minha buceta, ainda escorrendo a porra de Edy. Chupava com desejo, lambia o que escorria pelas minhas pernas, enfiava a língua com ousadia e vinha me beijar...
...uma mistura de orgasmos com gosto de camisinha.
"- Nossa, você me surpreende..." sem me deixar terminar, voltou a me chupar toda.
Me virou de quatro e me pegou analmente. Uma delícia sentir aquela pica entrando no meu cu. A adrenalina do tesão foi tanta que chamei Matheus de corno, enquanto pensava em Edy sendo corno também.
Regis me virou de frente, com a rola ainda em meu cu. Beijando, sussurrei em seu ouvido:
Era uma retribuição por ter chupado a porra de Edy. Não sou muito de tomar porra na boca, mas foi no pico do tesão. E assim foi, me lambuzou a cara toda, Matheus pegou de cara lavada de porra. Aí foi que fugiu de mim, eita homem mauricinho...
E assim a festinha terminava, e do jeito que cheguei em casa, dormi, exausta dos orgasmos. Ao acordar no dia seguinte, percebi que ainda tinha porra no cabelo. No café da manhã, de forma discreta, minha mãe me deu uma leve puxada de orelha, independente de tudo a minha imaginação explorava mil possibilidades depois do que ocorreu nesses últimos dias . . .
Tinha acabado de deixar Edna em sua casa, estava ousada e confiante demais. No trabalho, coordenava as atividades quando resolvi ligar para Wagner. Quem atendeu foi Marisa, perguntei se estavam ocupados e se podiam me receber. Ela respondeu que sim, então fui até a casa do casal. Marisa me recebeu com aquele humor e alto astral de sempre, uma excelente pessoa.
"- Meu amor, deve estar doendo essa cabeça. Há de carregar muito chifre com aquela menina... Rapaz, tá se arriscando demais deixando solta assim..." disse, já soltando uma de suas tiradas, interrompida por Wagner entrando só com uma toalha na cintura.
"- Fala, meu corno. Eu falei que ia tomar chifre! Eita menina que mete, hein..."
"- Desde ontem só fala da leite ninho. Tô achando que tá querendo me trocar! " comentou Marisa, entre risos.
Marisa e Wagner achavam que Edna era imatura demais para viver uma relação liberal com harmonia. Segundo eles, nessa idade, tudo gira em torno de aventura, liberdade, vida louca. Wagner sempre advertia que ela rotulava demais e, numa eventual briga, certamente atacaria com tudo, eu concordava e sabia do risco, me alertavam de um ocorrido tempos atrás com Ivani (ex-namora)
"- Ela já te viu fazendo algo fora do tradicional? " perguntou Wagner.
"- Não... nada que ela..."
"- Ah, então precisa dar a bunda pra mim na frente dela. Vamos fazer isso na próxima saída?" sugeria Wagner
"- Ele vai é ser meu brinquedo, pra pagar aquele encontro que ficou na vontade, isso sim." completou Marisa.
Wagner tirou a toalha e seu pau já estava duro, comentou que sentia saudade do cu da Edna. Marisa não se importava, já que não curtia sexo anal, na verdade, isso até a tranquilizava. Edna supria o que Marisa não oferecia. Marisa me jogou uma camisola preta no rosto e me intimou:
"- Edy, gosto muito de você, mas ando com raiva de ti ultimamente. Vai ser nossa menina., vou preparar o quarto e já te chamo. " disse, com voz firme e séria.
Wagner relatava tudo que aconteceu sem meu conhecimento, me contou que Edna tinha pedido uma nova saída, e falava em comer minha bunda na frente dela. A insegurança com Edna era preocupante, ela não estava levando a fidelidade e a transparência como pilares da relação. Aquela garota era um problema, era a visão e opinião dele. A conversa fluía entre o que fazer ou não fazer, até que Marisa gritou lá de cima:
"- Manda a nossa menina subir... e você espera até eu te chamar!"
Wagner me segurou:
"- Vai devagar com a Marisa com esse pau, hein..."
No quarto, Marisa fez questão de que eu usasse a camisola. Riu dizendo que eu tinha sorte por ser só isso. Sobre a cômoda, havia diversos brinquedos preparados, inclusive o "Trauma" , um consolo de 6x22 que deixava um verdadeiro túnel anal.
Marisa me envolveu nos braços, essa coroa quente e fogosa chupava meu pau deixando-o em ponto de bala. Colocou a camisinha e comecei a possuí-la, ela urrava, gemia e às vezes gritava descompassadamente. Wagner subiu e pediu para ela não gritar tanto, preocupado com os vizinhos.
Wagner nos entregou sua rola para que nós dois a chupássemos, enquanto eu comia Marisa. Depois, ele começou a preparar a camisinha e senti o gel sendo passado no meu cu. Não demorou e ele pediu para Marisa abrir minha bunda. Aquele pau encostou, e Wagner disse:
"- Corno meu... sinta o pau que a sua Edna goza e sempre pede mais."
Aquele pau entrou me despertando aquele tesão de corno que eu tentava ignorar. Marisa provocava:
"- Aproveita... quando ela começar a gostar de uma rola preta, vai chorar no pau."
"- Sente corno meu, o pau que faz sua Edna gozar e ainda pede mais, vou comer muito ela com você sabendo ou não." estimulava Wagner
Wagner comia minha bunda com vontade. Socava firme, tentando me afeminar. Abraçava e manipulava meus peitos, enquanto Marisa os mordiscava entre as mãos dele. Logo ela saiu, e Wagner me colocou sentado em sua rola. Abriu minha bunda e fez com que eu cavalgasse sobre seu colo.
Marisa, ao lado da cama, ia preparando um consolo, não sabia qual. Wagner me tirou de cima dele e me deitou, Marisa me virou de frente e introduziu o consolo até o talo, consolo similar ao pau de Wagner e entrou sem dó. Marisa me possuía com uma habilidade que eu nunca havia sentido. Metia firme, tirava e voltava sem encontrar resistência.
Depois, Wagner voltou a me comer de frente, enquanto Marisa me masturbava durante suas estocadas. Ele ousava tirar e colocar, e ela induzia meu prazer com sacanagens como:
"- Tá sentindo o que a sua Edna gosta? Vai gozar igual a ela, amando essa rola..."
Chupava meus mamilos, fazendo deles seios. Trabalhava com a boca e a língua com uma intensidade ardente. Continuava me punhetando até que, no auge do orgasmo, murmurava:
"- Goza, seu corno... goza aqui pra mim, imagina que eu sou sua mulher. Me mostra como esse pau que eu gosto é gostoso..."
Gozei com abundância, Wagner socava mais rápido, e Marisa continuava me masturbando mesmo depois do gozo.
"- Você sabe que pode perder tudo isso se a leite ninho não absorver o que é prazer. Vai mesmo desistir do que gosta só pra agradar ela?" dizia Marisa, com serenidade.
Wagner reforçava a sugestão de eu me casar com Edna, e que ele comeria nós dois com frequência. Comentava que ela nem tinha pescado a sugestão ainda. Marisa retrucava Wagner para não ficar dando essas idéias.
A conversa seguiu por outros rumos: nostalgia, família... Marisa fez um café e, no final, mais que conversa, uma determinação. O próximo encontro seria o ultimato final.
Ref.: 1995 #0013
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
PAI É QUEM CRIA
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
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Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...

































