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quinta-feira, 5 de março de 2026

BOCA ABERTA PELO EXCESSO DE CONFIANÇA

O Segredo Que Nunca Foi Só Nosso


Eu tinha jurado a Edy que aquela conversa morreria entre nós. E sim… morreu. Pelo menos na teoria. Na prática, despejei tudo para minha tia.

As confissões. As dúvidas. O lado bi de Edy. Cada detalhe sussurrado, cada entrelinha carregada de tensão. Minha tia ouvia tudo com indignação crescente, enquanto minha ingenuidade lhe entregava munição, palavra por palavra, segredo por segredo.

Eu falava demais. Contava até aquilo que não tive coragem de perguntar a ele. Minhas inseguranças viravam pauta nas nossas conversas. E ela, sempre estrategista, aconselhava, orientava, instigava. Diferente da minha mãe, que jamais foi amiga-confidente, minha tia era porto seguro, cúmplice, professora da malícia do mundo.

- "Você precisa ir pra cima. Cobrar explicações. Mas com estratégia"dizia.
-" Sem assustar. Sem deixar ele se fechar como tatu-bola." completava

E eu absorvia tudo.

Enquanto isso, Kátia andava estranha. Distante. Ausente. Fria. Não sabia se era desinteresse por mim… ou interesse demais por Edy. Fantasmas antigos voltavam a rondar meus pensamentos.

Logo pela manhã, no trabalho, Edy veio ao meu encontro. Tinha algo diferente no olhar.
-"Recebi uma proposta melhor de trabalho. Semana que vem é minha última aqui."


Falou na lata, sem preparar o impacto da notícia.

O chão se abriu sob meus pés. A ausência dele soava como sentença final. Como se a distância fosse enterrar de vez o que mal começava a existir.

Ele me puxou para um abraço demorado. Quente. Apertado. A boca roçou meu ouvido quando sussurrou:
-" Você quer ficar comigo de verdade?"

Meu coração quase saiu pela boca.
-" Sim… "  respondi, com voz doce e olhos de quem implora para ser escolhida.

Ele me olhou fundo.
-"E vai continuar saindo com outros homens?"

A pergunta me atravessou. Arrisquei, num fio de ousadia:
-"Se eu tiver permissão…"

Silêncio.

Um sorriso tímido escapou dos lábios dele. Voltamos a nos abraçar, mas havia tensão no ar. Ele começou um discurso sério, dizia que, sem ele por perto, os “urubus” apareceriam. Que muita gente me desejava. Que eu precisava tomar cuidado.

Eu concordava, mas minha cabeça estava em outro lugar. Aproveitei para perguntar sobre a tal oriental que tinha causado confusão, a que eu achava ser a “Japa Zaroia”. Ele caiu na gargalhada. Explicou quem era. Provocou mistério. Disse que eu saberia no tempo certo.

E aquilo me deixou ainda mais curiosa.

No caminho de casa, um rapaz gritava meu nome de longe. Ignorei. Até que ele apareceu, ofegante, sorrindo. Era o mesmo que dias antes tinha se envolvido numa quase trombada retornando para casa.

Veio me cantar.  Duas mulheres ao longe zombavam: “Aê, garanhão!”

Eu ri. Ele riu. O clima ficou leve. Se apresentou:
-"Sérgio."

Conversamos como se o tempo tivesse pressa. Quando percebi, já era noite. Me despedi com um beijo no rosto. Ele segurou meu queixo. E me beijou.

Um beijo quente. Intenso. Surpreendente.

Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio me percorreu inteira. Senti as pernas fraquejarem. Quando nos afastamos, trocamos um sorriso cúmplice. Cada um seguiu seu caminho.

Eu, corada. A cabeça girando. O coração disparado.

Virei a esquina…

E congelei. 

Kátia estava no portão. Ao lado da minha mãe.  As duas com o rosto fechado. O ar pesado.

Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, fui puxada pelos cabelos para dentro da garagem. Gritos. Acusações. Tapas. Minha mãe, furiosa. Kátia, transtornada.

-“Vagabunda.”

- “Quer ficar falada no bairro.”

- “Não se contenta com um, tem que correr atrás de outro.”


Elas tinham visto. Tinham assistido ao beijo com Sérgio. E voltaram para me esperar.

Ali, na frente dos meus pais, Kátia despejou tudo. Assumiu que estávamos juntas. Disse que eu não era confiável. Que eu queria todos. Que devia ter outra escondida.

Eu queria desaparecer. Sumir debaixo da terra como um avestruz acuado. Não tinha coragem de olhar nos olhos dos meus pais depois daquele escândalo.

Minha raiva crescia por dentro. Queimava. Minha mãe já tinha ligado para minha tia, exigindo explicações. Pouco depois, ela apareceu. Mas eu tranquei a porta. Não queria ninguém.

Do lado de fora, vozes se misturavam em discussão.

Do lado de dentro, eu sentia algo mudar para sempre.

E, no meio daquele caos, uma pergunta martelava: "Quem eu realmente queria ser dali em diante?"

Pulei a janela do meu quarto. Discretamente, saí pelo portão sem ser notada. O coração batia tão forte que parecia ecoar na rua silenciosa. Voltei para reencontrar Sérgio. Disfarcei o nervosismo, mas meu corpo já denunciava o desejo.


Sem muitas palavras, fui tomada por beijos quentes, urgentes. Ele me puxou para perto de um caminhão estacionado. Minha respiração falhava. Pensei: “Foda-se. Já estou fudida mesmo.”

Sérgio nunca foi de perder tempo. As mãos dele percorriam meu corpo com pressa e intenção. Senti seu volume rígido contra mim. Em segundos, já estava em minha mão. Eu segurava, provocava, sentindo ele reagir ao meu toque.

-"Vamos para o corredor da minha casa? " sussurrou.

Ele me puxou pela mão. Um corredor escuro. Um muro. O cheiro da noite misturado ao calor do tesão. Ele abriu a camisinha com os dentes, levantou uma das minhas pernas e me beijou com fome. Quando senti ele me invadindo, um arrepio percorreu meu corpo inteiro.

Naquele instante, me senti suja… perdida… uma vagabunda.
Mas, ao mesmo tempo, absurdamente viva. Realizada. Dominada pelo prazer.

Volta e meia, ele abafava minha boca com a mão e fala ofegante.
-"Geme baixo…" 

Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha forças. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Até sentir o corpo dele pulsar, intenso, finalizando entre beijos ardentes que me deixaram sem chão.

Nos recompusemos. Voltamos à rua como se nada tivesse acontecido.

Caminhamos de mãos dadas até a outra ponta da rua. Conversávamos como dois adolescentes inocentes quando encontramos outro casal: Cidinha e Leandro.

-"Vocês são doidos! Daqui dava pra ouvir o fônico de vocês dois!"  disse ela, rindo.

-"Exagero seu…" respondeu Sérgio. -"Passa vontade porque quer. O corno aí do seu lado não marca presença?"

A conversa ficou picante rapidamente. Descobri que Cidinha tinha um “fixo”, aliás, chegou logo depois. Um negão alto, se apresentou e beijou ela na frente de Leandro e saiu com ela, deixando o corno chupando o dedo, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

A noite estava ficando intensa demais. Resolvi ir embora. Entrei em casa pelo mesmo caminho. Quando estava quase alcançando a janela do meu quarto, senti o couro da cinta cortar estalar em minha bunda.

Meu pai me pegou com a bunda empinada na janela. A surra veio pesada. Ardida. Mas algo dentro de mim já estava diferente. Aquilo não surtia mais efeito como castigo. Era submissão. Era controle. Era entrega.

E, nesses momentos, eu lembrava das palavras de Edy: “A preparação.”


Por mais absurdo que pareça… eu gozei.

Fiz teatro. Chorei. Minha tia entrou e apartou a situação. Corri para o quarto, me tranquei e fui para o banho. A água escorria pelo corpo enquanto eu respirava ofegante, tentando entender como tanta coisa podia acontecer em tão pouco tempo.

O tempo de submissão imposto por Edy… suas práticas bizarras… estavam surtindo efeito. O castigo se transformava em prazer.

"Que filha da puta…" pensei.

Dias depois, reencontrei Cidinha. Eu nem a reconheci de imediato. Estava deslumbrante. Parecia uma boneca de porcelana. Minhas olhadas foram tão indiscretas que ela mesma riu:

-"Garota, essa coisa de colar velcro não é minha praia."

-"Desculpe… não é isso. Você está encantadora. Foi só isso."

Entre risadas e confidências, começamos a falar de experiências. Relações. Desejos. Nem preciso dizer que eu falei mais do que devia.

Ela ria, impressionada com o que eu vinha aprontando.

-"Você não pode perder um corno desses como o Edy…"

Fomos juntas à manicure. Uma cliente desistiu e aproveitei para fazer as unhas também. O ambiente era um ninho de conversas maliciosas. Eu ficava vermelha a cada comentário.

Principalmente quando souberam que Sérgio tinha me comido.

Todas ali já conheciam a rola dele. O assunto esquentou. Comentários sobre homens, tamanhos, vigor… Até que entraram no tema do meu dentista e de um ginecologista ambos descritos como “gatos” e extremamente… dedicados.

Cidinha me provocava:

-"Essa cara de santa é só fachada. Você adora uma rola, confessa."

Saímos dali com o corpo cheio de tesão e a cabeça cheia de imaginações.

Ela perguntou, direta:

-"Quer experimentar o dentista? E o ginecologista?"

Eu ri, mas confessei:

-"Estou molhada só de imaginar."

Até comentei se estavámos falando do mesmo dentista, e confirmou que sim. Eu não achava tão gato assim, pensava eu, mas gosto é gosto.

Ela me passou o número do ginecologista. Mandou dizer que precisava do último horário e que era indicação de Maria Aparecida.

Com o dentista, deveria marcar para o fim do expediente. E, durante o atendimento, comentar que “Cidinha” elogiava muito seus procedimentos… sem dor.

Durante a semana, liguei para os dois. Curiosa. Ansiosa. Com o desejo latejando entre as pernas.

O dentista marcou rapidamente, último horário.

Já o ginecologista dependeria de encaixe… ou apenas no próximo mês, segundo a recepcionista.

E, enquanto esperava, meu corpo ardia de expectativa.

O que aconteceria naquela cadeira?
Até onde eu iria?
E será que, depois disso, ainda existiria volta?



Ref.: 1998 #0033

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

EXCESSO DE CONFIANÇA


Demorei três dias para conseguir falar com Edy cara a cara. Três dias organizando pensamentos, tentando conter impulsos, ensaiando frases para não falar , nem fazer nenhuma merda.


O assunto era delicado. Delicado demais. O que eu tinha presenciado ainda reverberava dentro de mim como um eco incômodo. Em alguns momentos eu estava com sangue nos olhos; em outros, tentando ponderar limites, maturidade, equilíbrio. A verdade? Eu nem sabia exatamente o que pensar. Só sabia que uma realidade começava a se formar diante de mim, uma realidade que eu não queria enxergar.

A viagem de Edy para o Sul voltava à minha memória como um filme mal editado. As conversas desconexas. As ironias. As sátiras que, agora, pareciam esconder algo muito mais profundo.

Quando finalmente nos encontramos, a tensão era quase palpável.

Começamos com aquelas conversas vazias de quem quer chegar ao ponto principal, mas finge que não. Faltava alguém comentar sobre o clima, perguntar se ia chover. Estávamos tímidos. Talvez envergonhados. Talvez com medo do que viria.

Foi Edy quem rompeu o gelo.

-"Queria começar agradecendo por você não ter brigado, não ter surtado… nem rotulado."

-"Me desculpar do quê, mesmo?" respondi, rindo.

Rimos. Um riso nervoso. Nos abraçamos. Houve beijos. Beijos que não apagavam a tensão, apenas a adiavam.


-"Por que você não me contou antes?" perguntei, finalmente.

Edy desviava. Escapava. Era um enigma. Conseguir uma resposta objetiva dele parecia impossível, especialmente de alguém que claramente carregava uma história inteira nas costas.

Fragmentos de lembranças invadiram minha mente. Recordei vagamente de Matheus comentando, em tom casual demais para ser irrelevante, que Edy “também gostava de rola”.

A frase ecoou dentro de mim.

Eu precisava ser cautelosa. Cada pergunta tinha que ser medida, pensada, quase cirúrgica.

Pedi desculpas por não ter dado a devida atenção ao relato da viagem ao Rio Grande do Sul. Disse que agora percebia, talvez aquele tivesse sido o momento em que ele tentara me contar algo.

O silêncio se instalou entre nós.

Um silêncio denso. Revelador.

Aos poucos, Edy sorriu. Um sorriso tímido, mas carregado de algo maior.

-"Aquilo não foi nada perto do que eu já passei…"  disse, sério.

Meu corpo reagia de maneira contraditória. Enquanto a conversa se aprofundava, memórias despertavam em mim sensações que me deixavam inquieta… molhada. E eu me sentia irresponsável por estar assim. Egoísta. Como podia meu desejo coexistir com aquela conversa tão delicada?

Ainda assim, eu queria saber.

-"Vou te contar. Aos poucos. Quando eu sentir que você está mais madura… quando eu voltar a confiar totalmente."

Interrompi, quase ofendida:
-"Como assim, mais madura? Você me acha imatura? Irresponsável?"

Ele pousou a mão em mim com calma. Disse que me queria como me conheceu. Que eu estava diferente. Que eu parecia uma mulher comum  e não aquela que ele considerava especial.

Aquilo me atravessou. Eu me sentia a mesma. Ou pelo menos achava que sim. Não conseguia decifrar o que ele enxergava que eu não via. Homem complicado. Depois dizem que somos nós.

O silêncio voltou a nos envolver, dessa vez mais pesado.

-"Você vai me contar ou vai continuar falando por enigmas?"  perguntei, já cansada do jogo.

Ele respirou fundo.
-"Pela necessidade de compreender… pelo voto de confiança…  e isso fica entre nós."
Jurei com beijinho e tudo mais que eu seria um tumulo que confidenciar a mim, e  então começou.

Edy voltou no tempo. Na adolescência. Na idade que eu tinha agora. E foi ali que percebi, o que eu sabia era apenas a superfície.

O que ele estava prestes a abrir não era uma simples confissão.
Era a caixa preta, e algumas caixas, quando abertas, nunca mais permitem que você volte a ser quem era antes.

Conheça mais clicando no link abaixo da imagem

A CAIXA PRETA DE EDY
A CAIXA PRETA DE EDY - A RAINHA E SEU MACHO ALPHA


Durante o relato, fui atravessada por sensações conflitantes. Fiquei molhada. Fiquei com raiva. Com tesão. Com ciúmes. Apaixonada. Perdida.


Era como se cada palavra de Edy me atropelasse sem freio e, ainda assim, eu sentia que ele não tinha contado tudo.

Havia lacunas. Pequenos silêncios estratégicos. Detalhes que ele parecia poupar… ou esconder.

Eu tentava me controlar. Não queria soar invasiva. Nem a mulher insegura. Nem a chata que estraga a confissão. Mas a dúvida queimava.

Olhei para Edy. Havia algo nostálgico em seu semblante como se parte dele quisesse voltar no tempo e impedir o ato que desencadeou tudo.

Não resisti.
-"Se pudesse voltar no tempo e corrigir os erros… você faria?"

- "Não."  respondeu seco, sem hesitar.

O “não” caiu pesado.

-"Por que não?"

Ele respirou fundo antes de dizer:
-"Talvez porque, naquele momento, eu não estivesse preparado para dividir a pessoa que amei…"

E então me encarou, firme, quase cruel:
-"…como estou agora, depois que você me pediu para sair com outros."

Aquilo entrou como uma lâmina. Uma facada limpa. Antes que eu encontrasse forças para rebater, ele se levantou, aproximou-se, me beijou. Um beijo calmo demais para a violência da conversa e murmurou:

"- Vamos digerir isso. Continuamos em outro momento… para o nosso próprio bem-estar."

Pela primeira vez, Edy me virou as costas. Fiquei ali. Sozinha.

No caminho de volta para casa, minha mente repetia a cena obsessivamente. Eu me via ali, passiva, observando, permitindo. Aquela imagem me perseguia. Nos pensamentos. Nos sonhos.

E, para minha própria surpresa… aquilo me excitava.

Havia algo novo nascendo dentro de mim. Algo desconhecido. Proibido. Eu não entendia completamente mas gostava de sentir.

Naquela noite, deitada na cama, minha masturbação foi diferente. Mais intensa. Mais crua. Dedilhava-me imaginando Edy experimentando cada uma das rolas que um dia eu senti, na minha cabeça fluia uma suruba entre homens. Imaginava seus olhos. Sua entrega. Seu prazer.


Era insano. 

Eram desejos perigosos.

Desejos que poderiam, sim, se tornar reais.

Ou talvez já estivessem mais próximos do que eu queria admitir.

Se isso foi apenas o começo…
então você ainda não sabe o que realmente está guardado em A Caixa Preta de Edy.


Ref.: 1998 #0032

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET





quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE

 
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy. 

Em reuniões de família perguntavam sobre Edy, e o elogiavam como partidão, pena que não estão juntos, e vinha sempre alguém tirando vantagem para apresentar a tal pessoa, nesse momento subiu uma raiva, pura hipocrisia. Pior foi minha mãe elogiando Edy e comentando eu ser imatura para um homem daqueles. 
Sem malícia e experiência não captava os olhares e desejos ocultos das mulheres naquele momento. Minha prima Gi chegou  de forma discreta perguntando se era verdade, estaria namorando escondida ou era amante ?


Estranhei a pergunta por ela estar noiva, com data de casamento e tudo mais, me irritei a colocação de ser amante, e questionei:
-"Como assim amante?"

Respondeu que  viu Edy com uma mulher de mais idade, achei que poderia ser a mãe dele, mas como era oriental e a forma que se tocavam....
Nossa, mil coisas passaram na minha cabeça, a Japa Zaroia filha da puta atacando, subiu um ciúmes e uma dor de cornuda acentuada, aquela que você não quer acreditar que é verdade. Respirei fundo, mantendo o controle e falei para minha prima
-"Que vocês façam bom proveito daquele traste." , e o que não esperava foi Gi o desejar.
-"Quer dizer que posso sair com ele que não será problema?" 

Engoli seco, falei para aproveitar bem, fui dispensando, saindo pisando duro (birrenta), dando às costas indo para casa a pé.



A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera.  Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta. 

Típica de adolecente, chorando pelo caminho, me tranquei no quarto com aquele ódio, nervosa, logo em seguida alguém batendo na porta, era Gi, xinguei mandando ela ir embora e insistiu, falava que minha mãe mandou ela ter vindo para saber se estava bem.

Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.


Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito. 


A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão,  apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso,  vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.


Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua. 
-"Tá com o rosto cheirando buceta sua puta sem noção".  Era algo mais ou menos assim que escutei dela
Citava que não nasceu para ser chifruda e muito menos chifruda de mulher, voltando a levar mais uns tapas e arranhões. Engoli o choro, deixada na porta de casa, entrei calada, Kátia saiu na arrancada chamando atenção de meus pais, que só observaram eu entrando e me tranquei no quarto, ardida, dolorida e muito P da vida

Quando encontrei com Edy, estava cega de ódio, não queria escutá-lo e com isso entrava em um novo looping de erros, ataques e novas brigas.





Fiquei assustado com o surto de Edna, sem saber os reais motivos. As coisas saiam fora do planejado e muito além do que imaginava.
Por trás de Edna sem seu conhecimento eu mantinha minhas amizades prazerosas e realmente vivendo, avaliando em seguir ou não com a relação. 

Kátia reclamava de Edna, descrevia uns fatos ocorridos envolvendo outra garota, sua prima Gi. Kátia insistia que precisava de algo mais intenso para desabrochar Edna ou dispensar de vez, porém Kátia poderia estar minando a real situação, visto que em momentos sós, descobri que está interessada  em firmar uma relação comigo. Rever algo que rolou no passado, para mim não daria certo, conheço o temperamento e de quem ela realmente ama.  


Reencontrar com minha ex-donna "Sra Min",  foi algo que não esperava, assuntos pendentes e mau resolvidos no passado, eu já tinha dado como encerrado, mas Ming não, Domme das antigas leva regras a sério, e queria resolver da forma dela.

Com Silmara grávida estávamos testando limites do corno do Matheus e claro Edna surtou em tal possibilidade de eu ser o pai  quando ficou sabendo.

Sim caros leitores, surgiu o imprevisto de Gi ter me visto com uma oriental, mas não era Silmara e sim Sra Min, que gerou um grande confronto quando Edna veio tirar satisfação. 

Noeli noiva de Antônio, nos cobrava atitude de algo prometido rs rs rs, eu a via como uma caçadora determinada, sabia que ela tinha um fixo com permissão de Antônio, era meu sonho ter essa confiança que eles tem, em eu ter com Edna. 



Comer Noeli com Antônio junto foi surreal, Noeli quase teve um treco por  inúmeros orgasmos e adrenalina do prazer quando recebeu uma DP, depois eu a cortejei me deliciando nos lindos e adoráveis pézinho,  a ousadia dela foi tanta que em determinado momento quando Antônio foi tomar banho, ela pulou em cima de mim envolvendo ardentes beijos, e sussurrou:
-"Serei toda sua, me assuma ser sua mulher...." ".... é só dizer SIM."


Deixei a resposta no ar, minha amizade com Antônio é algo de irmão e Noeli mau sabia de nossos segredos, e se soubesse, será que ela aceitaria tanto eu como ele? 
Noeli seguia provocativa, eu estava perto de jogar a toalha, eram inúmeras tentações que apareciam. 
Era mulher casada, era mulher na empresa, na linha de produção, fornecedoras em reunião estendiam a conversa para algo mais íntimo, até reviver amigas do passado. 
O tesão falava muito alto, a carência submissa e o adestramento afloraram, me rendia a Ming a quitar qualquer débito que tinha com ela, isso ela sabia como cobrar e bem cobrado. 

Para o melhor entendimento dos ocorridos, Gi tinha me visto com Sra Min andando pelos corredores de um estabelecimento, na real estavámos comprando itens para o andamento de parte da dívida rs rs rs  e por estar dando atenção a grande Rainha não percebi Gi a volta, gerando o desconforto com Edna.

Quando encontrei com Edna já estava mais adestrado, querendo me abrir com ela, mas ela estava no fervor da raiva causado pelo telefone sem fio de Gi. Até explicar que focinho de porco não é tomada a coisa ficou feia, não bastou o final de semana entre mulheres, Edna voltou com sede de vingança, cometendo um erro que na mão de Kátia implodiu dentro da casa de Edna diante de seus pais.

Gi veio falar comigo em uma possível, determinada seguia meus passos a distância, a determinação dela me encantou, pois eu não cai na conversa dela que foi ao acaso. Fiquei mais preocupado quando a irmâ de Gi também começou a realizar insinuações, esta foi mais fácil dispensar, casada e com fama de pistoleira, era problema na certa.

A frequência de encontrar Gi pelo caminho demonstrava desejo, objetividade em realizar algo e dei espaço para entender a ousadia dela até onde ia. Em uma das oportunidades de encontro, se ofereceu para aproveitar a noite e nos conhecer melhor.


Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Eu quero dar para você, quero sentir um homem de verdade me fazendo mulher." 

Ouvir isso foi deixar meu pau estalando ainda mais, e complementando que ainda era virgem....


Gi, ousada abria o verbo em tudo que pensava, observava e que os familiares julgavam pelas costas um do outro. A deixei no carro para comprar umas camisinhas e lubrificantes íntimo, quando retornei ela já estava semi nua, a chamei de louca e ela ria, chegando no motel Gi parecia uma cadela no cio, estava numa ansiedade sem tamanho, tive que ir contendo ela para um clima, a despi por completo e fomos para um banho.

No banho Gi aliviava todas as carências que sentia, essa garota fazia mágica. Questionei sobre a virgindade dela, respondeu sério que era virgem, só tinha realizado sexo anal com o noivo e um primo, respondia me olhando com cara de safada, completava, o primo que te fez corno com minha prima. 

O beijo molhado dela, os bicos do seios de forma reversa, raro em mulher e aprecio muito, arrepiava ela toda a deixando molhada antes mesmo de chegar com a boca em sua buceta. O aroma de sua buceta, o néctar de seus fluídos faziam eu perder todas as razões e me dedicar a ela, ao momento esperado. Com expertise esfregava a cabeça da rola em sua buceta, gozava sozinha pelo toque, pele com pele, Gi implorou para possui-la no pêlo, e não gozar dentro. O seu desejo foi era uma ordem, fui cauteloso e penetrando conforme sentia seu conforto.


-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo. 

Escorria lágrimas de emoção em seus olhos, envolvidos aos nossos beijos, senti a verdade em Gi por seus comportamentos em suas palavras ditas. Não demorou começou uma ardência na rola e na buceta da Gi, tão logo o pau saia todo vermelho, voltamos para um novo banho e lá Gi me abraçou chorando, agradecendo. A felicidade dessa mulher foi contagiante, queria entender ela ainda mais, preferi deixar no ritmo dela. De volta a cama, rolou trocas de palavras, carinhos, admirações e etc. me senti bajulado.


Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
-"Come meu cu, quero sentir você dentro de mim."

Não perdi tempo e ao mesmo tempo comprovava o quão estava arrombada no cu, o pau entrou com pouca dificuldade e tão logo já estava com o pau enterrado até as bolas.
-"Me bata, me bata como homem." implorava gemendo "Me xinga!!"

Não perdi tempo e esquentei a bunda com uma ardente palmada que curvou-se toda, segurei pelos cabelos a chamando de cadela vadia. 


Sem dó enterrava e socava o pau naquele rabo, Gi se entregava como uma profissional do sexo. Me contive mesmo com ela implorando para gozar, tirei o pau, a camisinha e enfiei na boca dela segurada pelos cabelos e a fiz tomar todo o leite, lambuzando todo seu rosto. Me fez beija-la toda gozada por mim, acabei até limpando seu rosto e ganhei sua total admiração.


No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).

Essa entrega rendeu risos, piadas e muito ciúmes em Edna. A própria recepcionista acendia o braseiro. 

Tal ditado: "Quando você está só, não aparece ninguém. É só estar comprometido que as tentações aparecem."


Ref.: 1998 #0029

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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