Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
domingo, 19 de abril de 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
BOCA ABERTA PELO EXCESSO DE CONFIANÇA
Eu tinha jurado a Edy que aquela conversa morreria entre nós. E sim… morreu. Pelo menos na teoria. Na prática, despejei tudo para minha tia.
As confissões. As dúvidas. O lado bi de Edy. Cada detalhe sussurrado, cada entrelinha carregada de tensão. Minha tia ouvia tudo com indignação crescente, enquanto minha ingenuidade lhe entregava munição, palavra por palavra, segredo por segredo.
Eu falava demais. Contava até aquilo que não tive coragem de perguntar a ele. Minhas inseguranças viravam pauta nas nossas conversas. E ela, sempre estrategista, aconselhava, orientava, instigava. Diferente da minha mãe, que jamais foi amiga-confidente, minha tia era porto seguro, cúmplice, professora da malícia do mundo.
- "Você precisa ir pra cima. Cobrar explicações. Mas com estratégia"dizia.
-" Sem assustar. Sem deixar ele se fechar como tatu-bola." completava
E eu absorvia tudo.
Enquanto isso, Kátia andava estranha. Distante. Ausente. Fria. Não sabia se era desinteresse por mim… ou interesse demais por Edy. Fantasmas antigos voltavam a rondar meus pensamentos.
Logo pela manhã, no trabalho, Edy veio ao meu encontro. Tinha algo diferente no olhar.
-"Recebi uma proposta melhor de trabalho. Semana que vem é minha última aqui."
Falou na lata, sem preparar o impacto da notícia.
O chão se abriu sob meus pés. A ausência dele soava como sentença final. Como se a distância fosse enterrar de vez o que mal começava a existir.
Ele me puxou para um abraço demorado. Quente. Apertado. A boca roçou meu ouvido quando sussurrou:
-" Você quer ficar comigo de verdade?"
Meu coração quase saiu pela boca.
-" Sim… " respondi, com voz doce e olhos de quem implora para ser escolhida.
Ele me olhou fundo.
-"E vai continuar saindo com outros homens?"
A pergunta me atravessou. Arrisquei, num fio de ousadia:
-"Se eu tiver permissão…"
Silêncio.
Um sorriso tímido escapou dos lábios dele. Voltamos a nos abraçar, mas havia tensão no ar. Ele começou um discurso sério, dizia que, sem ele por perto, os “urubus” apareceriam. Que muita gente me desejava. Que eu precisava tomar cuidado.
Eu concordava, mas minha cabeça estava em outro lugar. Aproveitei para perguntar sobre a tal oriental que tinha causado confusão, a que eu achava ser a “Japa Zaroia”. Ele caiu na gargalhada. Explicou quem era. Provocou mistério. Disse que eu saberia no tempo certo.
E aquilo me deixou ainda mais curiosa.
No caminho de casa, um rapaz gritava meu nome de longe. Ignorei. Até que ele apareceu, ofegante, sorrindo. Era o mesmo que dias antes tinha se envolvido numa quase trombada retornando para casa.
Veio me cantar. Duas mulheres ao longe zombavam: “Aê, garanhão!”
Eu ri. Ele riu. O clima ficou leve. Se apresentou:
-"Sérgio."
Conversamos como se o tempo tivesse pressa. Quando percebi, já era noite. Me despedi com um beijo no rosto. Ele segurou meu queixo. E me beijou.
Um beijo quente. Intenso. Surpreendente.
Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio me percorreu inteira. Senti as pernas fraquejarem. Quando nos afastamos, trocamos um sorriso cúmplice. Cada um seguiu seu caminho.
Eu, corada. A cabeça girando. O coração disparado.
Virei a esquina…
E congelei.
Kátia estava no portão. Ao lado da minha mãe. As duas com o rosto fechado. O ar pesado.
Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, fui puxada pelos cabelos para dentro da garagem. Gritos. Acusações. Tapas. Minha mãe, furiosa. Kátia, transtornada.
-“Vagabunda.”
- “Quer ficar falada no bairro.”
- “Não se contenta com um, tem que correr atrás de outro.”
Elas tinham visto. Tinham assistido ao beijo com Sérgio. E voltaram para me esperar.
Ali, na frente dos meus pais, Kátia despejou tudo. Assumiu que estávamos juntas. Disse que eu não era confiável. Que eu queria todos. Que devia ter outra escondida.
Eu queria desaparecer. Sumir debaixo da terra como um avestruz acuado. Não tinha coragem de olhar nos olhos dos meus pais depois daquele escândalo.
Minha raiva crescia por dentro. Queimava. Minha mãe já tinha ligado para minha tia, exigindo explicações. Pouco depois, ela apareceu. Mas eu tranquei a porta. Não queria ninguém.
Do lado de fora, vozes se misturavam em discussão.
Do lado de dentro, eu sentia algo mudar para sempre.
E, no meio daquele caos, uma pergunta martelava: "Quem eu realmente queria ser dali em diante?"
Pulei a janela do meu quarto. Discretamente, saí pelo portão sem ser notada. O coração batia tão forte que parecia ecoar na rua silenciosa. Voltei para reencontrar Sérgio. Disfarcei o nervosismo, mas meu corpo já denunciava o desejo.
Sem muitas palavras, fui tomada por beijos quentes, urgentes. Ele me puxou para perto de um caminhão estacionado. Minha respiração falhava. Pensei: “Foda-se. Já estou fudida mesmo.”
Sérgio nunca foi de perder tempo. As mãos dele percorriam meu corpo com pressa e intenção. Senti seu volume rígido contra mim. Em segundos, já estava em minha mão. Eu segurava, provocava, sentindo ele reagir ao meu toque.
-"Vamos para o corredor da minha casa? " sussurrou.
Ele me puxou pela mão. Um corredor escuro. Um muro. O cheiro da noite misturado ao calor do tesão. Ele abriu a camisinha com os dentes, levantou uma das minhas pernas e me beijou com fome. Quando senti ele me invadindo, um arrepio percorreu meu corpo inteiro.
Volta e meia, ele abafava minha boca com a mão e fala ofegante.
-"Geme baixo…"
Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha forças. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Até sentir o corpo dele pulsar, intenso, finalizando entre beijos ardentes que me deixaram sem chão.
Nos recompusemos. Voltamos à rua como se nada tivesse acontecido.
Caminhamos de mãos dadas até a outra ponta da rua. Conversávamos como dois adolescentes inocentes quando encontramos outro casal: Cidinha e Leandro.
-"Vocês são doidos! Daqui dava pra ouvir o fônico de vocês dois!" disse ela, rindo.
-"Exagero seu…" respondeu Sérgio. -"Passa vontade porque quer. O corno aí do seu lado não marca presença?"
A conversa ficou picante rapidamente. Descobri que Cidinha tinha um “fixo”, aliás, chegou logo depois. Um negão alto, se apresentou e beijou ela na frente de Leandro e saiu com ela, deixando o corno chupando o dedo, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.
A noite estava ficando intensa demais. Resolvi ir embora. Entrei em casa pelo mesmo caminho. Quando estava quase alcançando a janela do meu quarto, senti o couro da cinta cortar estalar em minha bunda.
Meu pai me pegou com a bunda empinada na janela. A surra veio pesada. Ardida. Mas algo dentro de mim já estava diferente. Aquilo não surtia mais efeito como castigo. Era submissão. Era controle. Era entrega.
E, nesses momentos, eu lembrava das palavras de Edy: “A preparação.”
Por mais absurdo que pareça… eu gozei.
Fiz teatro. Chorei. Minha tia entrou e apartou a situação. Corri para o quarto, me tranquei e fui para o banho. A água escorria pelo corpo enquanto eu respirava ofegante, tentando entender como tanta coisa podia acontecer em tão pouco tempo.
O tempo de submissão imposto por Edy… suas práticas bizarras… estavam surtindo efeito. O castigo se transformava em prazer.
"Que filha da puta…" pensei.
Dias depois, reencontrei Cidinha. Eu nem a reconheci de imediato. Estava deslumbrante. Parecia uma boneca de porcelana. Minhas olhadas foram tão indiscretas que ela mesma riu:
-"Garota, essa coisa de colar velcro não é minha praia."
-"Desculpe… não é isso. Você está encantadora. Foi só isso."
Entre risadas e confidências, começamos a falar de experiências. Relações. Desejos. Nem preciso dizer que eu falei mais do que devia.
Ela ria, impressionada com o que eu vinha aprontando.
-"Você não pode perder um corno desses como o Edy…"
Fomos juntas à manicure. Uma cliente desistiu e aproveitei para fazer as unhas também. O ambiente era um ninho de conversas maliciosas. Eu ficava vermelha a cada comentário.
Principalmente quando souberam que Sérgio tinha me comido.
Todas ali já conheciam a rola dele. O assunto esquentou. Comentários sobre homens, tamanhos, vigor… Até que entraram no tema do meu dentista e de um ginecologista ambos descritos como “gatos” e extremamente… dedicados.
Cidinha me provocava:
-"Essa cara de santa é só fachada. Você adora uma rola, confessa."
Saímos dali com o corpo cheio de tesão e a cabeça cheia de imaginações.
Ela perguntou, direta:
-"Quer experimentar o dentista? E o ginecologista?"
Eu ri, mas confessei:
-"Estou molhada só de imaginar."
Até comentei se estavámos falando do mesmo dentista, e confirmou que sim. Eu não achava tão gato assim, pensava eu, mas gosto é gosto.
Ela me passou o número do ginecologista. Mandou dizer que precisava do último horário e que era indicação de Maria Aparecida.
Com o dentista, deveria marcar para o fim do expediente. E, durante o atendimento, comentar que “Cidinha” elogiava muito seus procedimentos… sem dor.
Durante a semana, liguei para os dois. Curiosa. Ansiosa. Com o desejo latejando entre as pernas.
O dentista marcou rapidamente, último horário.
Já o ginecologista dependeria de encaixe… ou apenas no próximo mês, segundo a recepcionista.
E, enquanto esperava, meu corpo ardia de expectativa.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
EXCESSO DE CONFIANÇA
Demorei três dias para conseguir falar com Edy cara a cara. Três dias organizando pensamentos, tentando conter impulsos, ensaiando frases para não falar , nem fazer nenhuma merda.
O assunto era delicado. Delicado demais. O que eu tinha presenciado ainda reverberava dentro de mim como um eco incômodo. Em alguns momentos eu estava com sangue nos olhos; em outros, tentando ponderar limites, maturidade, equilíbrio. A verdade? Eu nem sabia exatamente o que pensar. Só sabia que uma realidade começava a se formar diante de mim, uma realidade que eu não queria enxergar.
A viagem de Edy para o Sul voltava à minha memória como um filme mal editado. As conversas desconexas. As ironias. As sátiras que, agora, pareciam esconder algo muito mais profundo.
Quando finalmente nos encontramos, a tensão era quase palpável.
Começamos com aquelas conversas vazias de quem quer chegar ao ponto principal, mas finge que não. Faltava alguém comentar sobre o clima, perguntar se ia chover. Estávamos tímidos. Talvez envergonhados. Talvez com medo do que viria.
Foi Edy quem rompeu o gelo.
-"Queria começar agradecendo por você não ter brigado, não ter surtado… nem rotulado."
-"Me desculpar do quê, mesmo?" respondi, rindo.
Rimos. Um riso nervoso. Nos abraçamos. Houve beijos. Beijos que não apagavam a tensão, apenas a adiavam.
-"Por que você não me contou antes?" perguntei, finalmente.
Edy desviava. Escapava. Era um enigma. Conseguir uma resposta objetiva dele parecia impossível, especialmente de alguém que claramente carregava uma história inteira nas costas.
Fragmentos de lembranças invadiram minha mente. Recordei vagamente de Matheus comentando, em tom casual demais para ser irrelevante, que Edy “também gostava de rola”.
A frase ecoou dentro de mim.
Eu precisava ser cautelosa. Cada pergunta tinha que ser medida, pensada, quase cirúrgica.
Pedi desculpas por não ter dado a devida atenção ao relato da viagem ao Rio Grande do Sul. Disse que agora percebia, talvez aquele tivesse sido o momento em que ele tentara me contar algo.
O silêncio se instalou entre nós.
Um silêncio denso. Revelador.
Aos poucos, Edy sorriu. Um sorriso tímido, mas carregado de algo maior.
-"Aquilo não foi nada perto do que eu já passei…" disse, sério.
Meu corpo reagia de maneira contraditória. Enquanto a conversa se aprofundava, memórias despertavam em mim sensações que me deixavam inquieta… molhada. E eu me sentia irresponsável por estar assim. Egoísta. Como podia meu desejo coexistir com aquela conversa tão delicada?
Ainda assim, eu queria saber.
-"Vou te contar. Aos poucos. Quando eu sentir que você está mais madura… quando eu voltar a confiar totalmente."
Interrompi, quase ofendida:
-"Como assim, mais madura? Você me acha imatura? Irresponsável?"
Ele pousou a mão em mim com calma. Disse que me queria como me conheceu. Que eu estava diferente. Que eu parecia uma mulher comum e não aquela que ele considerava especial.
Aquilo me atravessou. Eu me sentia a mesma. Ou pelo menos achava que sim. Não conseguia decifrar o que ele enxergava que eu não via. Homem complicado. Depois dizem que somos nós.
O silêncio voltou a nos envolver, dessa vez mais pesado.
-"Você vai me contar ou vai continuar falando por enigmas?" perguntei, já cansada do jogo.
Ele respirou fundo.
-"Pela necessidade de compreender… pelo voto de confiança… e isso fica entre nós."
Jurei com beijinho e tudo mais que eu seria um tumulo que confidenciar a mim, e então começou.
Edy voltou no tempo. Na adolescência. Na idade que eu tinha agora. E foi ali que percebi, o que eu sabia era apenas a superfície.
O que ele estava prestes a abrir não era uma simples confissão.
Era a caixa preta, e algumas caixas, quando abertas, nunca mais permitem que você volte a ser quem era antes.
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| A CAIXA PRETA DE EDY - A RAINHA E SEU MACHO ALPHA |
Durante o relato, fui atravessada por sensações conflitantes. Fiquei molhada. Fiquei com raiva. Com tesão. Com ciúmes. Apaixonada. Perdida.
Era como se cada palavra de Edy me atropelasse sem freio e, ainda assim, eu sentia que ele não tinha contado tudo.
Havia lacunas. Pequenos silêncios estratégicos. Detalhes que ele parecia poupar… ou esconder.
Eu tentava me controlar. Não queria soar invasiva. Nem a mulher insegura. Nem a chata que estraga a confissão. Mas a dúvida queimava.
Olhei para Edy. Havia algo nostálgico em seu semblante como se parte dele quisesse voltar no tempo e impedir o ato que desencadeou tudo.
Não resisti.
-"Se pudesse voltar no tempo e corrigir os erros… você faria?"
- "Não." respondeu seco, sem hesitar.
O “não” caiu pesado.
-"Por que não?"
Ele respirou fundo antes de dizer:
-"Talvez porque, naquele momento, eu não estivesse preparado para dividir a pessoa que amei…"
E então me encarou, firme, quase cruel:
-"…como estou agora, depois que você me pediu para sair com outros."
Aquilo entrou como uma lâmina. Uma facada limpa. Antes que eu encontrasse forças para rebater, ele se levantou, aproximou-se, me beijou. Um beijo calmo demais para a violência da conversa e murmurou:
"- Vamos digerir isso. Continuamos em outro momento… para o nosso próprio bem-estar."
Pela primeira vez, Edy me virou as costas. Fiquei ali. Sozinha.
No caminho de volta para casa, minha mente repetia a cena obsessivamente. Eu me via ali, passiva, observando, permitindo. Aquela imagem me perseguia. Nos pensamentos. Nos sonhos.
E, para minha própria surpresa… aquilo me excitava.
Havia algo novo nascendo dentro de mim. Algo desconhecido. Proibido. Eu não entendia completamente mas gostava de sentir.
Naquela noite, deitada na cama, minha masturbação foi diferente. Mais intensa. Mais crua. Dedilhava-me imaginando Edy experimentando cada uma das rolas que um dia eu senti, na minha cabeça fluia uma suruba entre homens. Imaginava seus olhos. Sua entrega. Seu prazer.
Era insano.
Eram desejos perigosos.
Desejos que poderiam, sim, se tornar reais.
Ou talvez já estivessem mais próximos do que eu queria admitir.
então você ainda não sabe o que realmente está guardado em A Caixa Preta de Edy.
Ref.: 1998 #0032
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy.
A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera. Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta.
Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.
Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito.
A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão, apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso, vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.
Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua.
Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo.
Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).
Ref.: 1998 #0029
PAI É QUEM CRIA
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
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Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...



































