Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a realidade foi . . .
-"Fala corno de travesti." de forma seca (Não recordo bem se foi bem assim, mas chamei sua atenção)
Questionava que raios era tal afirmação e relatei que tinha ocorrido no final de semana. A irritação dele foi tanta, que virou as costas e saiu pisando duro.
Sentia uma crise de ansiedade vendo Edy irritado de uma forma que desconhecia. O trabalho seguia e não podia ter interferências pessoais, ao menos foi assim que Edy gostava de realizar com a equipe. Na hora do almoço fui de forma humilde pedir desculpas por ter dito daquela forma e desabafar que estava chateada por estar saindo com minha prima, escutava sem falar nada.
-"Afinal somos o que?..." Questionou e continuou
-"...um casal, um trisal, um quadrisal? O que você quer afinal?"
-"Certos momentos você é admirável, madura, depois fica a putinha mimada, não te endendo garota, ...."
Edy falava e dava uma grande pausa, essas pausas assustam
-"Te quero minha mulher, conhece as condições, você escolhe, fica com seus machos e eu com as minha AMIGAS." finaliza.
A desdenha de "ficar com meus machos" dava a impressão que eu saia dando para qualquer um, me irritou de verdade foi enfatizar em alto e bom tom "AMIGAS" , para mim tudo umas galinhas. Cheguei a declarar isso a Edy, balançava a cabeça e resmungava alguma coisa. Estava submissa de Edy e Kátia, não conseguia ter minha própria liberdade, era humilhação com mistura de prazer. Certo dia na casa de Kátia coloquei a coleira e desfilei para ela, passava a guia para sua mão, empolgando desejos, nossas trocas de olhares eram de tirar faíscas.
Kátia segurava com a mão a coleira em meu pescoço, humilhava-me verbalmente, percebendo me sentir fraca me sentava a mão na cara dando broncas tipo "Até quando vai ficar assim mimadinha?" era aprender na marra ou apanhar, Kátia narrava situações prazerosas de Edy com outras mulheres até confessar o interesse de ser mulher para Edy, isso gerou brigas e com risos de desaprovação Kátia falava:
-"Bobinha, tolinha, mimadinha, acredita em tudo, cresce garota, se enxerga, você não é mulher para Edy....".
-"....você merece a posição submissa, faz jus ao seu comportamento, e estou me cansando de você. " finalizou Kátia explodindo verbalmente.
A discussão foi ao fervor com os ocorridos do final de semana com as meninas, a falta de interesse ou mesmo oportunidade de ter buscado Kátia foi motivo de faísca, palavras ofensivas, troca de interesses, a experiência com Alexandra era para ter ocorrido um complemento após o ato com Kátia e essa expectativa de não realização gerou frustrações, resultou em brigas. Duas pessoas com rebaixamentos similares a minha pessoa. E para finalizar Kátia dava o golpe de misericórdia:
-"Você pensa que Edy tá sozinho, tem um monte de mulher rastejando por ele, sem contar sua própria família que apunhala você pelas costas, não serve para você, mas serve para outras da família."
e completava...
-"Se está livre eu vou investir sim nesse homem."
Sai de lá muito "P" da vida, levantei a bandeira branca, indo conversar com Edy, foi uma conversa de exposições, insatisfações e realmente o que eu era para ele.
Edy me deu uma bronca, desabafava que estava cansado de ficar retomando conversas que já sabia a resposta, que daquele momento é tudo ou nada, me acusou de omissa, nesse momento nunca imaginei que chegaria a esse ponto....
...chorando me ajoelhei aos pés de Edy pedindo oportunidade de mudança, que já estava compreendendo melhor. Edy levantou-me, abraçou-me e sussurrou:
-" Vamos ver se isso é verdade logo mais..."
Nesse dia retornei para casa mais confusa do que eu mesma costumava ser, e quando comento que foram meses com grandes bombardeio de emoções, prazeres, humilhações, entre outras coisas me dava mais tesão querer saber mais e tudo isso tinha um preço, caro ou não a se descobrir.
Os acontecimentos eram rápidos durante a semana, e para não perder o andamento das narrativas vou narrar o acontecido e ir fechando outros ocorridos em abertos e o que veio ocorrendo simultaneamente. Certo dia da semana a noite, Kátia vem em casa, sós em meu quarto pede para eu me vestir a mais sensual que íamos sair. Ficou aguardando na sala com meus pais conversando, quando cheguei na sala, minha mãe foi a primeira a falar:
-"Onde vai vestida igual puta?"
-"Realmente ficou uma piranha." Completou Kátia
Voltei mordida para o quarto, logo atrás entra Kátia dando maior bronca, fui contrariar e ainda levei um tapa no rosto
-"Cala a boca, é roupa sensual e não de vagabunda." ".... de vagabunda você nem precisa de roupa." Faiscava Kátia
Esses atritos me deixavam nervosa, saia meu desestabilizada, vestida sensualmente saímos, eu para variar sempre ficava sabendo dentro do carro. Percebi Kátia meio sem paciência comigo, jogava a coleira dando ordens para colocar e deixar a guia à mão. Paramos na residência de Célia, algumas pessoas na rua, olhava para Kátia ...
-"Nem vem com cu doce, vai saindo e ignore" , falava Kátia sem paciência.
Escutava sussurros das pessoas por sair de coleira e guia na mão, uns moleques fazendo algazarra "au au" seguido de risos.
Apesar de sentir e ficar tímida envergonhada, minha buceta tinha comportamento diferente, estava totalmente molhada por estar de coleira e ficou ainda mais quando Kátia chegou na porta e me fez ficar de joelhos ao lado dela com a guia na boca.
Quem nos recebeu era Valdir, observando de longe Edy e Célia conversavam ignorando o toque da campainha, dando atenção somente quando nos aproximamos, com a guia na mão de Valdir. Edy me observava com quem queria comer com os olhos, eu nesse quesito o conhecia bem.
Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas.
Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas.
A campainha voltou a tocar, Alexandra entrando toda alegre, cumprimentando todo mundo, e a mim, passando a mão na cabeça como uma cadela, me chamando de bonitinha e não deu importância alguma ou se recordou do momento com as meninas.
Edy percorre a mão em minhas costas, desce até a minha bunda, com habilidade percorre minha buceta toda molhada, retira e oferece a Valdir a sentir o aroma. Valdir foi ousado e lambeu os dedos de Edy, elogiando como se eu fosse um produto. Edy voltou a repetir sua ação e desta vez foi Kátia e Célia que sentiram o aroma, Alexandra veio de intrometida sentir , Edy concedeu a guia para Kátia e cochichou algo no ouvido.
Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz.
Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz.
Não demorou estávamos todas nuas, minha buceta pulsava e se molhava, Alexandra me olhava de uma forma diferente, Célia abriu a porta e chamou ambos. Para minha surpresa, entraram nus de pau duro e dando risadas, Célia e Kátia me colocaram de joelho na frente dos dois , Valdir perguntou para Edy se tinha certeza e só ouvi sim e foi então que Valdir pegou seu pau e colocou em minha boca para chupar.
Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.
Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo que podia aguentar.
Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.
Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo que podia aguentar.
-"Ohhh deliciaaa!!" dizia Edy revirando os olhos
Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
-"Agora está mais melado que seus dedos, o aroma deve estar uma delícia, não quer experimentar? "
Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.
Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.
Valdir contém as chupadas de Edy, o levanta conduzindo a se deitar na cama, com habilidade, Célia passar um gel na mão de Valdir que unta no rego de Edy e tão logo acontece, Valdir encosta a rola no cu de Edy e entra e tira a cabeça suavemente diversas vezes, ouço gemido de ambos, Valdir pergunta se Edy está pronto, acena com a cabeça e com sorriso que sim e Valdir o possui de frente.
Edy geme e fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
Edy geme e fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
-"Amo ver um homem mamando outro ou dando na minha frente, já fico excitada." olhei para o pau de Alexandra estava duríssimo
Não demorou Valdir começou a bombar em Edy, e tão logo a rola saia e entrava sem esforço, e as socadas ficavam intensas e fortes , Edy começava a urrar e querer se conter. Célia segurou seus braços sentando atrás dele, Kátia segurava uma das pernas e Alexandra a outra, eu excitada toda molhada observava , o pau de Edy começava a latejar.
-"Goza comigo! Goza Comigoo!!" falava Valdir
Não demorou, Edy gozava sem se tocar, seu pau jorrou um gozo farto sobre ele e em Célia, seguido de Valdir gemendo, bombando com paradas longas com a rola toda dentro de Edy.
Célia me chama e ordena a limpá-la com a língua, Kátia em seguida pegando me pela coleira faz limpar a porra toda do corpo de Edy , inclusive seu pau.
O que ninguém esperava foi Edy me puxar pelos cabelos e me beijar, eu gozei pelo beijo, pela ousadia, pelo diferente, a sensação tão gostosa foi interrompida com a penetração de Alexandra em minha buceta, Valdir tira a rola do cu de Edy, e sai do ambiente, vi a porra começando a escorrer do cu de Edy pelas pernas.
Observava fascinada e Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma, Edy é dominado por Célia e Kátia.
Observava fascinada e Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma, Edy é dominado por Célia e Kátia.
Célia foi cruel com um consolo um tanto avantajado, bem lubrificado, segurava os braços de Edy para trás. Kátia auxiliando, algemava e o segurava, abria sua bunda e sendo chamado de "putinho arrombado" Célia percorria os dedos lubrificados no cu de Edy, satirizava e posicionada, começou a penetrar o consolo, Edy pedia para ir devagar, logo já implorava, Alexandra ficava com o pau enterrado em meu cu e observando.
Edy se contorcia, gemia, ofegante pedia para ir com calma, e sem dó passou a cabeça do consolo, Célia só aguardou um tempo e foi sem dó com o consolo todo dentro de Edy , estica seu pé até o rosto de Edy e ordena ela chupar o dedão :
-"Chupa seu putinho, chupa meu dedão e imagina ser a rola do Valdir."
Edy se deliciava nos pés de Célia, nunca tinha presenciado algo assim, e seguia com umas bombadas, Célia saia e entrava Kátia dando uns tapas na bunda de Edy, chamando de "putinho malvado", olhava para mim de forma sarcastica. Cu de Edy não oferecia mais resistência e com o decorrer ambas alternavam em enrabar Edy, até Célia pegar de jeito, abriu a bunda de Edy e vi o consolo sumindo a dentro, segurando Edy pela cintura queria penetrar mais o que não tinha o fazendo gozar novamente, caindo de lado trêmulo, esgotado. Queria me aproximar, Alexandra me conteve:
Kátia percorria a mão na porra de Edy , untava no consolo e metia a dentro, e dizia:
-"Toma mais leitinho nesse rabo seu putinho." e ria, começava a soltar as algemas, Edy estava ofegante.
Kátia me pegou tipo:
-"Vamos garota, se gozou, gozou se não se masturba em casa."
Alexandra até tentou me ajudar e fui zombada por kátia dizendo:
-"A bebezinha aqui tem hora para chegar em casa, e não quero levar bronca no lugar dela." saiu meio "P" da vida.
Claro que esse "P" da vida ela veio descontando em mim o caminho todo. Preferi não perguntar nada, pedi para me deixar em qualquer lugar que voltava de táxi, porém me trouxe até o portão, mal abri o portão ela foi embora com pressa.
No meu habitat de costume, minha mente disparava mil coisas, perguntas, e o que mais estava oculto de meu conhecimento, as verdades de Edy começavam a aparecer....
Ref.: 1998 #0031
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

















Gostaria de expressar meu enorme carinho e admiração que eu tenho por vocês, blog de vocês é maravilhoso
ResponderExcluirSobre a postagem gostaria deixar alguns questionamentos.
01 - Eu acho incrível o seu poder de adaptação durante cenário pouco ou não explorado por você, poucas mulheres teriam a mentalidade de presenciar seu namorado/maridos sendo possuído por outro homem e sentir prazer com aquela situação, falo isso por experiência própria. Eu não tenho preconceito algum em ser passivo, eu entendo sexo como algo a ser vivido e explorado e para saber se gostou ou não eu vivenciei.
02 - Caso você tivesse a mentalidade de hoje na época em que você está relatando, o que você acredita que teria acontecido?
03- Por tudo o que já vivenciou com o Edy e hoje sendo sua Dona, você já descontou tudo o que passou, ou ainda tem planos maquiavélico para o querido Edy?
Obrigada ViraLatas ( com todo carinho) , agradecida pelas palavras carinhosas e respondendo com exclusividade para ti no privado. Bjs Edna
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