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terça-feira, 28 de abril de 2026

UM DIA PARA ESQUECER

Depois de realizar algo coletivo com Edy, comportamentos anormais, somados a sonhos estranhos que pareciam  querer avisar algo, liguei para ele querendo saber se estava tudo bem. 

Com voz de quem tinha acabado de acordar, conversava normalmente comigo.
Eu o provocava e seduzia com palavras. Retribuiu pedindo para eu me tocar, citando estar me desejando. . . 

-"Quando iremos acordar pela manhã podendo realizar algo íntimo. 
-"Casa comigo!"  falei 

O telefone ficou mudo, achei que tinha caído a linha. Era Edy em silêncio , isso era mau sinal. Comentei que tinha entendido o recado e desliguei. 

Conflitos na minha cabeça entre mil pensamentos. Meu lado promíscua e meu lado mulher exemplar. Não enxergava a possibilidade em ser duas mulheres  em uma e realizar prazeres ocultos de Edy. 

Sela pela imaturidade e ingenuidade, eu não enxergava as possibilidades 

Tia Lúcia logo cedo em casa,  escutava a conversa do quarto com meus pais. Não sai para conversar e nem veio falar comigo. 

Edy passou em casa mais cedo, escutava a conversa toda,  sem motivo trouxe uma bela garrafa de vinho para meus pais, só escutava a algazarra e risos. Sai do quarto curiosa  perguntando que felicidade era essa, citava que no momento certo todos saberiam.


Meus pais abraçaram a alegria ( interesseiros ) pensando eu, fazendo  teatro de bom genro. Minha mãe percebendo o clima arranhado com minha tia, me puxou pela orelha obrigando a cumprimentá-la, mesmo estando oferecida com Edy.

Fiquei muito sem graça, sentindo perdida com a virada de chave de Edy. Mudança, aceitação ou dissimulado? 

Saímos a pedido dele, eu sem saber para onde íamos. Somente exigiu que usasse um calçado que deixasse os pés livres e uma roupa provocativa. Dizia realizarmos  algo exemplar, tinha até medo de certas palavras quando vinha de Edy. 

No caminho Edy explorava saber sobre minha repulsa com uma rola preta. Eu respondia que simplesmente não conseguia imaginar aquilo dentro de mim, era estranho, esquisito, dava repulsa. Explicava que não tinha nada contra a etnia, tenho amizades, conversar, abraçar, mas intimidade (ECAA)  não me faça algo assim, advertia Edy. 

Mesmo assim, Edy insistia nos beneficios de transar com um negro, relatava como se fosse um desejo pessoal dele. Pedi para parar ou voltamos para casa, falei que tava dando nojo esse tipo de assunto. E insistiu comentando se Ulisses a pegasse... 
...rebati que estava interessado em pegar Cidinha. Mandei ele tentar a sorte com ela. Fiquei bicuda e parou a provocação.

Percebi que Edy rodava como se não soubesse onde iriamos. 

Paramos próximo ao metrô Vila Mariana, umas ruas para baixo, rua movimentada de carros e poucos pedestres. Andamos mais que imaginava, curiosa ao passar próximo a uma pizzaria, perguntei se íamos a pizzaria? Edy comentou que seria ao lado. Imaginei, vamos comemorar algo, comer em um lugar diferente.

Paramos em uma bela e chique residência, dois seguranças na porta, Edy conversou com um deles, ficamos aguardando a liberação. Gerava um suspense e ansiedade, entramos, ambiente meia luz, pessoas nos observando e fomos acompanhados até uma mesa reservada.

Acomodados, Edy se ajoelhou em meus pés e os beijou, fez carinhos, fiquei toda sem graça. O fiz levantar e perguntei que estava fazendo. 


Edy apresentava um ambiente fetichista, tema do dia  "podolatria",   mostrando a naturalidade sem julgamentos. Sinceramente não me agradava nenhum pouco. Um casal veio  a nossa mesa solicitando consentimento de Edy para o acompanhante apreciar meus pés, foi constrangedor para mim. 

Não recordamos o nome do casal, mas a mulher ficou conversando conosco, enquanto como cachorro,  seu acompanhante degustava de meu pés junto ao dela. Edy estava focado em mim, até mesmo quando foi sugerido algo mais como sexo pela mulher, Edy barrou educadamente, citou que  estavámos somente para o tema especifico. Não contestei , porém pedi para irmos embora. 


Ao sairmos, Edy me direciona para um canto do ambiente,  sentada uma mulher com idade e aparência de minha mãe. Sério, Edy se ajoelhou beijando os pés dela. Se levantou e sussurrou em meu ouvido a fazer o mesmo. 

Perdi a linha e sem chamar muito a atenção perguntei a Edy quem era a vovó,  viemos para brincar de lobo mau?. . . 

Pessoas olharam para mim, Edy de cabeça baixa a seus pés,  mantendo-se sentada educadamente se apresentou:
- "Sra. Rosecleide , acredito ter conhecimento de minha pessoa por  Sra. Min-ji" - falava calma, segura e tom baixo

Quase tive uma diarréia quando associei a pessoa. Inicialmente tentava me desculpar pelo ocorrido. Percebi que não tinha a atenção dela . . .
-"Guarde suas desculpas para momentos apropriados..."

Autorizou Edy a se levantar,  o descartou  como objeto sem querer prosseguir a conversa. 

Até o carro Edy foi mudo e irritado. Eu simplesmente perguntava que tinha feito de errado. Sem conversar nada até entramos em um motel na Ricardo Jafet , conhecida como a rua dos motéis ( atualmente não sei se continua com essa fama) .

Na suíte, resumindo Edy estava um animal, muito grosso e áspero com as palavras. Era um entra e sai  e voltando  do carro com aquela bolsa conhecida, a bolsa da tortura e prazeres, fiquei preocupada.
 
Edy pediu umas bebidas e algo para comer, respirou fundo e começamos a conversar. De imediato questionou sobre o fetiche de puta, Cidinha e alguma possível saída com algum outro homem sem seu conhecimento. 

Me dava oportunidade em eu ter total dedicação dele, realizar as ousadias mais picantes, desde que fosse verdadeira com ele. Eu muito tonta, birrenta, mesmo sob a ameaça e inibição visual da bolsa a minha frente, mantive firme em assumir tudo que realizei com outro homem, ele estava presente. 

O confrontei citando o lugar que me levou, mandava ele voltar e ficar com a vovó. ( silêncio)

-"Vai atrás da Noeli, com ela vai ser mais corno que imagina." - eu descarregava sem controle a raiva 
-"Você é corno, não é isso que queria saber, pronto CORNO !! VOCÊ É UM CORNO !!"


Falei em tom algo e gritado, as funcionárias do motel que passavam pelo lado interno do corredor de serviço riram ( quase ri , tive que me conter) a cara de Edy era indescritível

Edy falava como coitado, querendo saber nomes. Citei vários que nunca sai, somente na intenção de provocá-lo,  mas os desejava em minha cama. Me arrumei, peguei a bolsa e falei para irmos embora. 
-"Me leva e me deixa em casa e some da minha frente." 

Edy ficou muito puto, resmungou, pegou as coisas e fomos embora. Veio até em casa calado, me largou na porta de casa como bagagem e foi embora.
Entrei em casa pisando duro e lá fiquei em meu quarto pensativa com o péssimo dia.


EDY:
Edna me deixou excitado descarregando sua raiva, inexperiente não sabia canalizar prazer em uma discussão. Encenei estar com muita raiva, a levei para sua casa, mas desejando estar com outra pessoa.

Queria eu levar um corretivo, ser dominado naquele momento de fúria.  Era somente uma perspectiva de um sonho impossível de se realizar.

Cheguei em casa, o telefone toca, recebo uma péssima notícia.

Liguei para Edna em seguida.



EDNA:
Telefone toca, minha mãe chama dizendo que era o boi, saia muito puta do quarto com a zombaria
Edy fala que Marisa tinha acabado de ligar para ele. Ficou um silêncio no telefone.
Eu gelava, tinha descoberto de minhas saídas com seu marido Wagner, pensava eu.
Diante do ocorrido a poucas horas atrás, quebrei o silêncio, citei as saídas com Wagner desde que não envolvesse Marisa ...

...fui interrompida 
   
-"Wagner morreu!" 
A ficha não tinha caído e fiquei me justificando ....

-"Wagner teve um infarto fulminante. Fique quieta !!" Finaliza Edy

-"Vai ir ao velório?" Edy questiona

Fiquei pensativa, culpada e ignorada. Resolvi não ir, justifiquei a Edy que tinham mais aproximação, que ele fosse. 

Confesso que fui muito  fria, tive sensações estranhas, uma noite horrível com novos pesadelos, premunição  eu diria. 


O dia seguinte foi como virar a página e seguir em frente. 


Ref.: 1998 #0041
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 27 de março de 2026

PUTA DE PRIMEIRA VIAGEM

Na empresa as cantadas e muitas delas bem ousadas faziam a minha mente viajar. Um dia no encerramento do expediente, Antônio me deu carona e foi ousado, pegou minha mão e colocou em cima de seu pau que tava duro, ficou me elogiando e seduzindo em palavras, eu ficava toda sem jeito , olhava pela janela do carro e quando voltei a olhar ele, seu pau estava para fora.


Pegou minha mão para segurar e sentir o tesão que estava. Minha buceta estava lambuzada de desejos e minha mente ficava entre Edy e Noeli que seria jogo sujo...

...jogo sujo este que Antonio veio com uma conversa de chifre trocado não dói. Retornou àquele assunto do Lobo Mau, Antônio usou tal informação como moeda de troca para sair com ele, que contaria tudo ou ficar na curiosidade.

Emendei que ele ficaria na punheta e na imaginação, ao sair no carro Antônio foi ousado em me roubar um beijo, beijo de provocação, adoro homem ousado e atrevido. Fiquei com  a buceta lambuzada que ao caminhar me dava mais tesão com o movimento, acredito que tive um orgasmo entre o caminhar e o imaginar.

Dia de retorno à consulta com o Dr. Gato. Nem falei nada do que rolou para Edy, meu tesão estava a níveis que desconhecia, uma verdadeira quenga incorporada em mim, me tornava uma mulher insaciável, oculta aos olhares de Edy.

Devido a consulta me contive com António, Sérgio e o Dentista, minha buceta vinha babando até a esperada hora, me sentia entregue antecipadamente aquele homem. No caminho me abri com Edy sobre a consulta e desejos. Edy não ficou com uma boa cara, percebi que ficou irritado, arrisquei brincar o chamando de "meu boizinho" , que estava falando, sem esconder nada.

Prometia e jurava ser sincera e transparente com ele.  Edy parou o carro, deu umas surtadas, deixei ele descarregar, depois o beijei, sussurrei "eu te amo" , "...sou única e sua" e aparentemente se acalmou, se conformou. 

No consultório a recepcionista estava presente, 15 minutos de espera, o Dr. Gato saiu do consultório com um casal que a mulher mediu Edy de ponta a ponta, até comentei com ele. Disse que foi para mim a flertada.

O Dr. Gato dispensou a recepcionista, ela nos observava como sabia que ia acontecer, de início Dr. Gato só permitiu a entrada de Edy pedindo para eu aguardar. Edy foi instintivo e pediu que eu o acompanhasse, não temos nada a esconder e afirmava saber reais motivo do retorno. Dr. Gato olhou para nós com gesto de impressionado 

Dr. Gato apresentava os resultados dos exames, citava que estava tudo em ordem e que agora poderíamos ir às realizações. E o caldo entornou quando Dr. Gato perguntou qual o valor do programa e se Edy estaria presente ativo ou voyer.

Edy olhou para mim com uma cara, tipo "você agora vai pagar" , não entendi o que seria até Edy retirar do bolso a coleira e a guia 
-"Será dois em um.... Garota de Programa e Submissa como cortesia." disse Edy em tom firme e seguro, olhar fixo com Dr. Gato e sem falar valor.

Edy se levantou e passou a guia com a coleira para o Dr. Gato e disse:
-"3 horas, venho buscá-la."


Dr. Gato abriu a gaveta e passou um envelope para Edy, pegou sem ver nada, Edy somente olhou para mim e saiu sendo conduzido até a saída. Dr. Gato retornou pedindo para acompanhá-lo, peguei a coleira e a guia e levei comigo para aquele ambiente reservado junto a Dr. Gato.

Confesso que a frieza de Edy me deixando lá quebrou meu clima, achei que fez de propósito para eu desistir, mas quando vi Dr. Gato nu me chamando para o banho...


...minha buceta chorou de desejos e desta fez Dr. Gato estava receptivo e ousado, ser beijada por aquele macho tesudo me fazia ter orgasmos .

No banho eu segurava aquele pau em ponto de bala, estava pulsativo e não baixava, e em certo momento abraçada por trás, aquele pau encaixou em minha buceta, uma apalpada aqui e ali , uma reboladinha entrou deslizando....

...tremi de prazer regada de carinho por aquelas mãos em meus peitos e sendo abraçada. Possuída de pé no banho. Dr. Gato percorreu uma de suas mão em minha buceta, acariciou e dedilhou uma gostosa siririca em meu grelo.

Gozei gostoso, saímos do banho e Dr. Gato se deitou no tapete do ambiente e pediu para eu mostrar o meu melhor a ele. 


Gatinhei de quatro até seu pau e o chupei gostosamente ouvindo urros de prazer por parte dele, em seguida subi em seu pau, desci sensualmente, provocativa e comecei a cavalgar nele, com gemidas gostosas, entre uma curvada e  outra, vinha beijá-lo sendo retribuída com abraços e socadas daquele pau gostoso em mim, mordiscava seus mamilos nos dentes fazendo carinho naquele peito.

Em certos momentos ele se continha para não gozar, eu aproveitava provocar até me conteve, me colocando de 4 no sofá. 

-"Que putinha safadinha é você." disse

Comecei a ser currada de quatro por aquele gostoso homem, suas socadas começaram a ficar mais selvagem, eu tremia, gozava infinitamente naquele pau, senti ele untando algo em meu cu, uma pausa, colocou a camisinha e com calma e cautela aquele pau rasgava meu cu, nossa como doeu, Dr. Gato colocava mais gel e seu pau começou a entrar e a sair moldando o rombo em meu cu, com prazer ele abria minha bunda e ver o rombo, narrava como tinha me deixado e ria realizado. 


Me deitou no sofá e pegou eu analmente de frente, estava totalmente a disposição em realizar seus desejos, aliviar em realizações. Peguei sua mão e chupei seu dedo, a safadeza estava em nosso rostos e olhares, ele me deu um pequeno tapa na cara me chamando de puta safada. 

Peguei sua mão e pedi para bater mais forte, bate como homem, e assim ele fez, urrei com o tapa e a socada em meu rabo. Ficamos assim por mais uns minutos e paramos. Dr Gato conduziu ao banheiro, um banho rápido e quando retornei do banho estava com dois drinks à mesa, brindamos. 

Entre bate papo aqui e ali, pegou a coleira e colocou em mim, conversamos e ficou surpreendido em ser adepta ao BSDM / SUBMISSÃO. Não comentei nada, e percebi a enorme besteira que fiz em trazer a coleira e a guia para o quarto. Pensei "EDY FILHA DA PUTA !! ARMOU PARA MIM!!"  Sim, se eu tivesse deixado no consultório, com certeza não estaria nessa posição desconfortável e inesperada.
-"Você gosta de apanhar?" perguntou


Respondi que sim, foi realizando perguntas se já tinha apanhado de cinto, chinelo e fomos conversando. Percebi que conceder  levar tapa na cara, abriu os desejos do Dr. Gato que eu não imaginava.

Ele foi até o armário e trouxe uma sacola com uns acessórios dentre eles uma mordaça de bola, algema e uma raquete de tênis de mesa ( brincadeiras a parte, vocês vão rir, não conhecia o acessório e foi o mais próximo que pude imaginar) Dr. Gato  caiu em risos e claro, ficou algo tipo eu tirando onda dele. 

Ficou  sério quando ele se levantou e deu um tapa de esquentar o rosto ordenando a chupar o pau dele, eu mamava aquela rola com raiva e tesão, isso me dava prazer e ao mesmo tempo me sentia uma vagabunda sem vergonha na cara, mas era por um momento e logo já estava em clima de prazer.


Dr. Gato me colocou de quatro na poltrona, algemou minhas mãos para trás, colocou a mordaça, segurou no meus cabelos e senti a bunda esquentando e duas estaladas seguidas, urrei retraindo e curvando o corpo até começa a escorrer a lágrima dos meus olhos. Aquilo ardia demais, era muito pior que apanhar de chinelo ou cinto.


Veio mais 3 seguidas sem dó, que escorria lágrimas sem conseguir chorar direito,  nem senti o pau do Dr.  Gato entrar, sentia as bombadas forte, soltou a mordaça e surgia uma mistura de choro com orgasmo.

Soltou as algemas e virou-me de frente, Dr. Gato socava com intensidade, aumentava o ritmo, e não era somente ritmo, seguia de humilhação verbal, encarava meus olhos com lágrimas e narrava   meu pai me vendo sendo puta, que era tal mãe, tal filha, isso cortava meus orgasmos e prazeres, tentei sair do pau dele, sentou um tapa em meu rosto me chamando de puta, puta que gosta de ser bem vagabunda com macho, passou a me segurar forte sem deixar eu escapar,  suas socadas ficaram mais firmes e fundas, volte e meia seu pau entrava e saia com folga de minha buceta, foi assim por vários minutos, até que entrou e foi fundo e lá parou e despejou todo seu calor dentro de mim, gozei junto com  a sensação toda. Foram os orgasmos mais estranhos que tive.

Dr. Gato demorou a tirar o pau de minha buceta, nos beijamos ofegantes, seu pau latejava dentro de mim e começou a  amolecer, escorregou sozinho a fora escorrendo seu leite em minhas pernas.


Dr. Gato perguntou e pediu para ser sincero com ele
-"Sua primeira vez como puta?"
Sinalizei com a cabeça meio envergonhada e falei timidamente
-"sim"
Ele riu dizendo:
-"Puta de primeira viagem...."
-"....não me interessa se fazem por fetiche ou por prazer, adorei trepar com você, vou amar ainda mais na próxima vez com seu namorado junto, convence ele, não irão se arrepender." - disse Dr. Gato enquanto pegava minhas roupas e  pedia para me vestir.

Queria ao menos me limpar e tomar um banho... (pensei alto) 

-"Você vai voltar usada para seu namorado, quero que ele me sinta em você" 
Sinalizei que compreendi e fui me vestindo toda ardida e gozada. Edy já estava na porta me esperando. Dr. Gato me deu um envelope e uma sacola com um vestido e disse: 
-"Você é uma aprendiz de  puta muito gostosa, este envelope é seu e espero vê-la por aqui novamente com seu namorado,  e esteja pronta quando te solicitar." disse selando com um beijo.

Beijo de agradecimento, beijo de serviços prestados, pensava assim caminhando até o carro. No caminho eu fazia uma cara de bolacha me controlando e querendo mostrar que tinha capacidade de tomar conta de mim.


Edy parou no caminho para uma conversa, querendo saber o que ocorreu, eu só dizia que conversamos disso amanhã, citava que estava cansada e tinha o problema de horário que estava muito fora do de costume.

Entreguei o envelope a Edy e mostrei o presente que ganhei, era um vestido vermelho, não tinha visto o cartão, quando li gozei involuntariamente.
"Use-o e desfile para seu namordo e futuro marido."

Edy riu de forma suave, me beijou na boca, desejou percorrer sua mão em minha buceta, impedi, olhei e balancei a cabeça de forma de negativa, atendeu minha decisão,  fiquei tranquila, não surtou, me deixou em casa, dei um enorme e ardente beijo segurando seu pau sob a calça, sempre excitado esse meu safado.
-"Te amo, te amo!!"  disse a ele e sem arriscar falar mais que isso. 

Na realidade eu não estava bem comigo mesma diante do que ocorreu. Dentro de casa, tinha a sensação de ser muito vagabunda mesmo e diante do que transitou até chegar em casa,  me sentia mais suave diante dos ocorridos, me sentia menos culpada, porém muito confusa. Tomei um banho rápido para dormir, meu corpo ardia todo até mesmo embaixo d´agua.

Na cama minha mente reprisava os momentos com Dr. Gato, me masturbava e colhia com os dedos o leite que escorria e chupava entre meus dedos, meus desejos aumentavam imaginando Edy junto e por pouco quase gritei no quarto quando gozei. 



Na madrugada, minha mente sempre me sabotava, em sonhos, ou pensando, o comportamento de Edy receptivo com a realização, as cantadas de Antônio, a mistura de culpa e prazer misturadas numa longa noite de sono, sonhos picantes, orgasmos involuntários...





Ref.: 1998 #0037
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sábado, 7 de março de 2026

DIA D, DIA DR. GATO


Dias depois, o consultório do ginecologista ligou antecipando minha consulta, Havia surgido um encaixe. O problema era a distância: Santo André.
Longe, bem fora de mão e mesmo assim, fui....

...fui e não me arrependi.

Que homem era aquele…
Cidinha não havia mentido: Dr. Gato fazia jus ao apelido.


Antes mesmo de eu ser chamada, percebi que o consultório já estava praticamente fechando. A recepcionista se despedia enquanto a última paciente saía acompanhada por ele.

Dr. Gato abriu a porta do consultório e falou com naturalidade:
-"Pode entrar, tirar a roupa e aguardar na maca."

Observei enquanto ele fechava tudo de forma discreta e tranquila. Não havia pressa em seus movimentos, tudo em seu tempo e controle. Quando voltou, começou a conversar enquanto me observava.

Confirmou se eu era indicação de Cidinha e pediu que eu me deitasse na maca. Fiquei ali, aberta no suporte, exposta como um frango assado, enquanto vinham as perguntas clínicas:

-"Casada?"
-"Vida sexual ativa?"
-"Anticoncepcional?"
-"Quantos parceiros?"

Respondi uma a uma. Mas quando chegou em parceiros, fiquei em silêncio. 

Ele percebeu. Com um leve sorriso, perguntou de forma direta, porém discreta:
-"Você é garota de programa?"

Eu ri
-"Claro que não, doutor. Nada contra quem seja… mas não sou."

Ele riu também. Um riso curioso, quase divertido. Aquilo me deixou sem entender nada. Depois perguntou como eu conhecia a Cidinha, se sabia exatamente por que estava ali e no último horário e outras coisas do tipo.

Respondi meio tímida, meio envergonhada, contando superficialmente, e  o que vinha acontecendo com minha vida e meus parceiros.

Ele então disse calmamente:
-"Primeiro vamos fazer o preventivo e coletar os exames."
-"No próximo retorno, se tiver um parceiro fixo… traga ele."

Quando terminamos, me aproximei dele ainda completamente nua. Perguntei se havia algo errado e impulsivamente tentei beijá-lo.

Ele se esquivou, se afastou um pouco e disse:
-"Acho que você está com um julgamento errado sobre mim."

Pegou minha roupa e indicou que eu me vestisse.
-"Desculpe… eu só me envolvo com profissionais do sexo. Não quero problemas ou envolvimento com pessoas comuns."

Aquilo me irritou muito. Eu não iria embora dali de mãos abanando. Totalmente nua, ainda exposta diante dele, tomei coragem e disse:

-"Sou uma aprendiz do sexo… louca para aprender mais sobre os desejos dos meus futuros clientes." (Nem lembro exatamente as palavras, mas foi algo assim.)

Senti meu rosto queimar de vergonha. Ele me olhou novamente e dessa vez com interesse. Se aproximou , começou a fazer perguntas sobre minha experiência, sobre meu namorado… se ele era participativo ou passivo.

Respondi direto:
-"Participativo."

Então, finalmente, Dr. Gato me beijou. Sua mão percorreu lentamente meu corpo enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
-"Será mesmo que você é uma aprendiz de puta?"

Fez uma pausa.

E completou, com a voz carregada de desejo:

-"Eu adoro uma putinha iniciante…"
-" …principalmente quando posso transformá-la em uma puta de alto nível."

Terminou a frase gemendo baixo no meu ouvido.

Naquele instante, a forma como ele conduzia tudo me fazia sentir exatamente isso:
"uma puta sendo iniciada pelo dono" , Como se eu fosse propriedade dele.

Dr. Gato começou a se despir e me chamou para o banho. Fiquei surpresa ao ver um banheiro privativo dentro do consultório. Chique.
Ali, nus, nos beijávamos enquanto eu apreciava cada milímetro daquele homem. Seu pau crescia a cada toque, a cada beijo, a cada respiração mais acelerada.

O tesão só aumentava. Quando saímos do banho, ele abriu outra porta. Era uma sala reservada: sofá, luz baixa, ambiente aconchegante. Pegou uma bebida no frigobar.

Sentou. E apontou para o chão diante dele.
-"Ajoelhe-se."

Por um momento pensei: Será que o Dr. Gato é daqueles do tipo BDSM? Será que vou apanhar de novo?

Então ele disse:
-"Quero sentir suas habilidades com a boca… e com as mãos."

Fiquei parada por alguns segundos.
-"Mostre como você usa essa boca no meu pau."

Comecei a chupá-lo, senti seu pau encolher. Naquele instante me senti um fracasso. Várias lembranças de transas mal sucedidas vieram à minha cabeça. Foi quando senti a mão dele conduzindo minha cabeça.

-"Assim… segure suavemente…"
-"Agora punhete…"
-"Passe a língua na cabeça… isso…"

Segui exatamente o que ele mandava,  senti o pau dele endurecer novamente. Duro, pesado, rígido como uma barra de aço.

Ele começou a gemer mais forte, segurou minha cabeça.
Então usei um truque que havia aprendido no consultório do dentista: relaxei a boca, deixei salivar bastante e fui descendo o máximo que conseguia. Era grande demais,  fui até onde dava.

Comecei a subir e descer devagar, como se minha boca fosse minha buceta.

Ele pegou minha mão e colocou nas bolas dele.

-"Massageia…" 
-" Isso… agora chupa minhas bolas… continua punhetando."

Eu era conduzida pelas mãos dele.
-"Sobe… continua… faz o seu melhor com essa boquinha."

De repente ele me puxou para cima do sofá, ainda com meu rosto entre suas pernas, enquanto eu chupava, sua mão desceu até minha buceta. Começou a me dedilhar , habilidoso , preciso.

Eu gozei com os dedos dele, em um momento ele levou os dedos ao nariz.
-"Humm… que buceta gostosa."

Aquilo me deixou ainda mais excitada. Eu já estava molhada, tremendo, quando comecei a pressionar a cabeça do pau dele com os lábios. Ele respirava cada vez mais forte.

-"Chupa mais rápido…"

Obedeci. Punhetava e chupava ao mesmo tempo.

Vai e vem. Até sentir um jato quente no meu rosto.

-"Continua!"

Meu rosto e meu cabelo estavam impregnados de porra, e continuei chupando. O pau dele ainda pulsava. Logo veio outra gozada, acompanhada de um urro grave.

-"Que iniciante boqueteira…"
-"Agora limpa tudo com essa boquinha."

Ele esfregava o pau no meu rosto, recolhendo o leite e colocando de volta na minha boca. Repetiu aquilo várias vezes. Até o pau finalmente amolecer, respirou fundo.

-"Vamos nos limpar."

Perguntei:
-"Não vamos transar?"

Ele respondeu com naturalidade:
-" Não. Só transo depois de ver o resultado dos exames. Não fique chateada."

Pensei imediatamente: Cara do Edy… sistemático.

Fomos para o banheiro, no caminho ele deu um tapa forte na minha bunda.
Olhei o relógio, quase tive um treco.
-" Nossa… como a hora passou rápido!"

Ele percebeu meu pânico.
-"Você mora perto da Cidinha, não é?"

-"Sim."

-"Então calma. Eu te levo."

Tomamos outro banho, conversamos mais um pouco. O olhar dele continuava carregado de desejo.
No carro, a caminho da minha casa, ele insistiu:
-"Na próxima consulta, traga seu namorado."

Sim, leitores. Vocês leram certo. Eu havia sido delicadamente taxada de promíscua.

E só conseguia pensar em uma coisa: Como diabos eu levaria o Edy comigo naquela consulta?

Dr. Gato me deixou na porta da casa da Cidinha com um beijo quente e demorado. Desci do carro ainda molhada… e ansiosa pelo retorno. Assim que o carro foi embora, Cidinha e Leandro apareceram querendo saber tudo.

Disse que contaria depois, estava atrasada. E definitivamente não queria apanhar hoje.

Cidinha ria de algo que falou e  não entendi. Caminhei rápido para casa, pensando desesperadamente em como convencer Edy a ir comigo na consulta.

Mas a resposta para isso…

…veio no instante em que entrei em casa.

E vi Edy, minha tia e meus pais sentados na sala.


Ref.: 1998 #0035
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quinta-feira, 5 de março de 2026

BOCA ABERTA PELO EXCESSO DE CONFIANÇA

O Segredo Que Nunca Foi Só Nosso


Eu tinha jurado a Edy que aquela conversa morreria entre nós. E sim… morreu. Pelo menos na teoria. Na prática, despejei tudo para minha tia.

As confissões. As dúvidas. O lado bi de Edy. Cada detalhe sussurrado, cada entrelinha carregada de tensão. Minha tia ouvia tudo com indignação crescente, enquanto minha ingenuidade lhe entregava munição, palavra por palavra, segredo por segredo.

Eu falava demais. Contava até aquilo que não tive coragem de perguntar a ele. Minhas inseguranças viravam pauta nas nossas conversas. E ela, sempre estrategista, aconselhava, orientava, instigava. Diferente da minha mãe, que jamais foi amiga-confidente, minha tia era porto seguro, cúmplice, professora da malícia do mundo.

- "Você precisa ir pra cima. Cobrar explicações. Mas com estratégia"dizia.
-" Sem assustar. Sem deixar ele se fechar como tatu-bola." completava

E eu absorvia tudo.

Enquanto isso, Kátia andava estranha. Distante. Ausente. Fria. Não sabia se era desinteresse por mim… ou interesse demais por Edy. Fantasmas antigos voltavam a rondar meus pensamentos.

Logo pela manhã, no trabalho, Edy veio ao meu encontro. Tinha algo diferente no olhar.
-"Recebi uma proposta melhor de trabalho. Semana que vem é minha última aqui."


Falou na lata, sem preparar o impacto da notícia.

O chão se abriu sob meus pés. A ausência dele soava como sentença final. Como se a distância fosse enterrar de vez o que mal começava a existir.

Ele me puxou para um abraço demorado. Quente. Apertado. A boca roçou meu ouvido quando sussurrou:
-" Você quer ficar comigo de verdade?"

Meu coração quase saiu pela boca.
-" Sim… "  respondi, com voz doce e olhos de quem implora para ser escolhida.

Ele me olhou fundo.
-"E vai continuar saindo com outros homens?"

A pergunta me atravessou. Arrisquei, num fio de ousadia:
-"Se eu tiver permissão…"

Silêncio.

Um sorriso tímido escapou dos lábios dele. Voltamos a nos abraçar, mas havia tensão no ar. Ele começou um discurso sério, dizia que, sem ele por perto, os “urubus” apareceriam. Que muita gente me desejava. Que eu precisava tomar cuidado.

Eu concordava, mas minha cabeça estava em outro lugar. Aproveitei para perguntar sobre a tal oriental que tinha causado confusão, a que eu achava ser a “Japa Zaroia”. Ele caiu na gargalhada. Explicou quem era. Provocou mistério. Disse que eu saberia no tempo certo.

E aquilo me deixou ainda mais curiosa.

No caminho de casa, um rapaz gritava meu nome de longe. Ignorei. Até que ele apareceu, ofegante, sorrindo. Era o mesmo que dias antes tinha se envolvido numa quase trombada retornando para casa.

Veio me cantar.  Duas mulheres ao longe zombavam: “Aê, garanhão!”

Eu ri. Ele riu. O clima ficou leve. Se apresentou:
-"Sérgio."

Conversamos como se o tempo tivesse pressa. Quando percebi, já era noite. Me despedi com um beijo no rosto. Ele segurou meu queixo. E me beijou.

Um beijo quente. Intenso. Surpreendente.

Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio me percorreu inteira. Senti as pernas fraquejarem. Quando nos afastamos, trocamos um sorriso cúmplice. Cada um seguiu seu caminho.

Eu, corada. A cabeça girando. O coração disparado.

Virei a esquina…

E congelei. 

Kátia estava no portão. Ao lado da minha mãe.  As duas com o rosto fechado. O ar pesado.

Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, fui puxada pelos cabelos para dentro da garagem. Gritos. Acusações. Tapas. Minha mãe, furiosa. Kátia, transtornada.

-“Vagabunda.”

- “Quer ficar falada no bairro.”

- “Não se contenta com um, tem que correr atrás de outro.”


Elas tinham visto. Tinham assistido ao beijo com Sérgio. E voltaram para me esperar.

Ali, na frente dos meus pais, Kátia despejou tudo. Assumiu que estávamos juntas. Disse que eu não era confiável. Que eu queria todos. Que devia ter outra escondida.

Eu queria desaparecer. Sumir debaixo da terra como um avestruz acuado. Não tinha coragem de olhar nos olhos dos meus pais depois daquele escândalo.

Minha raiva crescia por dentro. Queimava. Minha mãe já tinha ligado para minha tia, exigindo explicações. Pouco depois, ela apareceu. Mas eu tranquei a porta. Não queria ninguém.

Do lado de fora, vozes se misturavam em discussão.

Do lado de dentro, eu sentia algo mudar para sempre.

E, no meio daquele caos, uma pergunta martelava: "Quem eu realmente queria ser dali em diante?"

Pulei a janela do meu quarto. Discretamente, saí pelo portão sem ser notada. O coração batia tão forte que parecia ecoar na rua silenciosa. Voltei para reencontrar Sérgio. Disfarcei o nervosismo, mas meu corpo já denunciava o desejo.


Sem muitas palavras, fui tomada por beijos quentes, urgentes. Ele me puxou para perto de um caminhão estacionado. Minha respiração falhava. Pensei: “Foda-se. Já estou fudida mesmo.”

Sérgio nunca foi de perder tempo. As mãos dele percorriam meu corpo com pressa e intenção. Senti seu volume rígido contra mim. Em segundos, já estava em minha mão. Eu segurava, provocava, sentindo ele reagir ao meu toque.

-"Vamos para o corredor da minha casa? " sussurrou.

Ele me puxou pela mão. Um corredor escuro. Um muro. O cheiro da noite misturado ao calor do tesão. Ele abriu a camisinha com os dentes, levantou uma das minhas pernas e me beijou com fome. Quando senti ele me invadindo, um arrepio percorreu meu corpo inteiro.

Naquele instante, me senti suja… perdida… uma vagabunda.
Mas, ao mesmo tempo, absurdamente viva. Realizada. Dominada pelo prazer.

Volta e meia, ele abafava minha boca com a mão e fala ofegante.
-"Geme baixo…" 

Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha forças. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Até sentir o corpo dele pulsar, intenso, finalizando entre beijos ardentes que me deixaram sem chão.

Nos recompusemos. Voltamos à rua como se nada tivesse acontecido.

Caminhamos de mãos dadas até a outra ponta da rua. Conversávamos como dois adolescentes inocentes quando encontramos outro casal: Cidinha e Leandro.

-"Vocês são doidos! Daqui dava pra ouvir o fônico de vocês dois!"  disse ela, rindo.

-"Exagero seu…" respondeu Sérgio. -"Passa vontade porque quer. O corno aí do seu lado não marca presença?"

A conversa ficou picante rapidamente. Descobri que Cidinha tinha um “fixo”, aliás, chegou logo depois. Um negão alto, se apresentou e beijou ela na frente de Leandro e saiu com ela, deixando o corno chupando o dedo, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

A noite estava ficando intensa demais. Resolvi ir embora. Entrei em casa pelo mesmo caminho. Quando estava quase alcançando a janela do meu quarto, senti o couro da cinta cortar estalar em minha bunda.

Meu pai me pegou com a bunda empinada na janela. A surra veio pesada. Ardida. Mas algo dentro de mim já estava diferente. Aquilo não surtia mais efeito como castigo. Era submissão. Era controle. Era entrega.

E, nesses momentos, eu lembrava das palavras de Edy: “A preparação.”


Por mais absurdo que pareça… eu gozei.

Fiz teatro. Chorei. Minha tia entrou e apartou a situação. Corri para o quarto, me tranquei e fui para o banho. A água escorria pelo corpo enquanto eu respirava ofegante, tentando entender como tanta coisa podia acontecer em tão pouco tempo.

O tempo de submissão imposto por Edy… suas práticas bizarras… estavam surtindo efeito. O castigo se transformava em prazer.

"Que filha da puta…" pensei.

Dias depois, reencontrei Cidinha. Eu nem a reconheci de imediato. Estava deslumbrante. Parecia uma boneca de porcelana. Minhas olhadas foram tão indiscretas que ela mesma riu:

-"Garota, essa coisa de colar velcro não é minha praia."

-"Desculpe… não é isso. Você está encantadora. Foi só isso."

Entre risadas e confidências, começamos a falar de experiências. Relações. Desejos. Nem preciso dizer que eu falei mais do que devia.

Ela ria, impressionada com o que eu vinha aprontando.

-"Você não pode perder um corno desses como o Edy…"

Fomos juntas à manicure. Uma cliente desistiu e aproveitei para fazer as unhas também. O ambiente era um ninho de conversas maliciosas. Eu ficava vermelha a cada comentário.

Principalmente quando souberam que Sérgio tinha me comido.

Todas ali já conheciam a rola dele. O assunto esquentou. Comentários sobre homens, tamanhos, vigor… Até que entraram no tema do meu dentista e de um ginecologista ambos descritos como “gatos” e extremamente… dedicados.

Cidinha me provocava:

-"Essa cara de santa é só fachada. Você adora uma rola, confessa."

Saímos dali com o corpo cheio de tesão e a cabeça cheia de imaginações.

Ela perguntou, direta:

-"Quer experimentar o dentista? E o ginecologista?"

Eu ri, mas confessei:

-"Estou molhada só de imaginar."

Até comentei se estavámos falando do mesmo dentista, e confirmou que sim. Eu não achava tão gato assim, pensava eu, mas gosto é gosto.

Ela me passou o número do ginecologista. Mandou dizer que precisava do último horário e que era indicação de Maria Aparecida.

Com o dentista, deveria marcar para o fim do expediente. E, durante o atendimento, comentar que “Cidinha” elogiava muito seus procedimentos… sem dor.

Durante a semana, liguei para os dois. Curiosa. Ansiosa. Com o desejo latejando entre as pernas.

O dentista marcou rapidamente, último horário.

Já o ginecologista dependeria de encaixe… ou apenas no próximo mês, segundo a recepcionista.

E, enquanto esperava, meu corpo ardia de expectativa.

O que aconteceria naquela cadeira?
Até onde eu iria?
E será que, depois disso, ainda existiria volta?



Ref.: 1998 #0033

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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