Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
domingo, 17 de maio de 2026
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
CUCKQUEAN - PARTE 2
A amarga trajetória em ser Cuckquean
Nesse relato, relembrando que publiquei anteriormente haverá duas narrativas, a minha e a de Edy que estará escrita em "itálico"
CONTINUAÇÃO. . .
...era horrível não poder ver o que ocorria no ambiente. Comecei a escutar estalos de beijos e, depois, já não conseguia ter certeza do que estava acontecendo. A sensação de claustrofobia, ciúmes, medo e tesão se misturava de forma intensa; mesmo assustada, aquilo me excitava profundamente. Meu corpo acelerava, minha imaginação disparava, mil pensamentos e desejos ousados com os homens que saíam vinham à minha mente, uma forma de negar que eu estava sendo traída. Submissa, invadida por recordações de atos, era um verdadeiro bombardeio de pensamentos. Ainda assim, eu chegava ao orgasmo sem sequer me tocar. Tentava disfarçar. A sensação de estar urinando me deixava em desespero.
"Edna aceitava bem a condição submissa e, sendo uma cornuda, isso me impressionava. O medo, a curiosidade e as novas descobertas de sensações e prazeres turbinavam seus desejos e facilitavam sua aceitação em servir. Edna escutava os beijos e o início do ato sexual, desta vez realizados por Kátia e Valdir, sem ela saber da presença dele. Na mente dela, ficava a lembrança de que era eu e Kátia atrás dela. Eu observava suas reações: a forma de ofegar, a entrega expressa em seus gestos. Não tinha ideia do que se passava em sua cabeça, mas sabia que aquilo lhe causava excitação. Sua buceta se contorcia, seus pés tremiam; não demorou e logo escorria entre suas pernas, molhando o piso."
Eu gozava ouvindo os urros de Kátia no pau de Edy; era humilhante e prazeroso. Vinham à mente as lembranças das pegadas de Edy em mim. Logo houve uma pausa e senti alguém se aproximando. Uma mão percorreu minha buceta… molhei-me ainda mais, como uma cachorrinha feliz diante da presença do dono. Deitada de pernas abertas, senti a língua de Edy percorrendo minha buceta; não foi necessário esforço e gozei inúmeras vezes. Aos poucos, fui sendo solta. Sentia Kátia me beijando enquanto Edy continuava com sua língua hábil em mim. Kátia veio com sua buceta esfregando na minha; sentia seu calor, o néctar se misturando. Ao ouvir o chuveiro, percebi que estávamos apenas eu e Kátia. Pedi para que me soltasse; ela pediu paciência e veio com sua buceta à minha boca. Senti o líquido escorrer com a ordem de que eu a limpasse.
"Edna realizava uma leitura equivocada sem saber da presença de Valdir, chupava a buceta de Kátia toda gozada, sem habilidade em detectar pelo paladar a diferença do gosto da porra que escorria, somados aos conflitos de ciúmes por mim, só lhe restava a aceitação. Observava a cena enquanto Valdir tomava banho. Em seguida, fui ao banho com ele, que ainda estava de pau duro e perguntava quando iria comer Edna. Disse que tivesse paciência, pois já estava perto de acontecer. Ele queria algo mais; respondi que precisava finalizar o que estava em andamento. Não muito satisfeito, concordou e saiu.
Retornei ao ambiente encenando. Beijei Kátia, tirando-a de cima de Edna, e perguntei se estava gostando. Sem reclamar, ela disse que sim. Tirei a venda e, nessa condição, sussurrei em seu ouvido:
-"Você gostou de ser chifruda, minha corninha? Seja, no mínimo, honesta."
Neguei, pisando na bola, não sendo verdadeira. Ele olhou fixamente em meus olhos e desviei o olhar. Edy me largou, soltando um suspiro de impaciência, andou pelo ambiente coçando a cabeça e dando voltas no mesmo lugar. Isso me assustava. Achava que o conhecia, mas a cada dia surgiam novas revelações. Mesmo quando eu fazia gestos de desaprovação, à noite minha mente transformava tudo em prazer. Era insano, indescritível. Só tinha certeza de que o condutor era meu Amo e Dono, Edy. Era assim que eu pensava, embora não declarasse; Edy desconhecia que eu já me sentia assim pelo pouco que me fez passar.
Edy beijou Kátia na minha frente, falou algo em seu ouvido e ela se retirou da casa. Ele pegou um lençol no quarto, forrou o chão e ordenou que eu me sentasse nele. Encarando-me nos olhos, eu desviava daquela atenção. Segurou meu queixo e disse:
-"Você é a cara da sua psicóloga, Silvana…
-" Como assim? questionei, e Edy começou a narrar.
"Ela se mostrava careta, moralista. Não precisou de muito, e a carência dela desabrochou… e você ganhou um chifre lindo da sua própria psicóloga.
Lembra quando estive no consultório dela? Fiz com ela o mesmo que faço com você: fixava o olhar, ela desviava, se incomodava. Em poucos instantes, eu a analisava, não ela a mim. Acuada, tímida, sem jeito, mas desejando expor sua carência. As sessões despertaram nela o desejo de sentir o que você sentia.
Logo eu estava atrás dela, massageando seus ombros tensos. Sua pele arrepiava. Não demorou e percorri as mãos em sua cintura, ela se molhou inteira, perceptível mesmo tentando disfarçar. Implorava para que eu não continuasse daquela forma, mas seu corpo queria mais. Por várias vezes Silvana se esquivou, inventava desculpas, até o momento em que roubei um beijo dela…"
-"FILHA DA PUTA! COMO ASSIM? BEIJA MINHA PSICÓLOGA? Você não tem moral para cobrar que eu beije outro homem!"
"Essa foi a reação de Edna, seguida de choro. Ela me deu um tapa no rosto, irritada e trêmula. Ignorei até que terminasse de chorar.
-"Quer um copo de água para repor as lágrimas? Uma cerveja?" falei em tom de ironia, com o rosto ainda quente do tapa.
Saí do ambiente e voltei com minha bolsa dos prazeres e uma cerveja na outra mão. Coloquei tudo próximo e retomei o controle: segurei-a pelos cabelos, encarei seus olhos e disse:
"- Vou continuar a narrativa você gostando ou não. Se levantar a mão novamente ou fizer qualquer coisa que eu não aprove, ficará no mínimo três dias sem andar. Estamos entendidos?"
Concordei rapidamente, com medo daquela tortura. Estava furiosa com a narração, mas me contive. Na mente, só pedia autocontrole.
O beijo desarmou Silvana e seu lado mulher começou a despertar. Bastou eu tocar sua buceta para perceber que estava molhada. Sugeri que fechasse o consultório e fôssemos a um lugar reservado. Ela inventou desculpas por causa da filha. Segurei sua boca, percorri seu pescoço, e sua pele arrepiou.
-"Você é muito filha da puta mesmo… não é justo o que está fazendo comigo" dizia ofegante.
Deixei-a semi-nua, chupei seus peitos e, quando menos esperava, estávamos no divã. Com habilidade e camisinha, iniciei a penetração. Silvana estava apertadíssima; fui invadindo no ritmo dela, no desejo dela. Seus orgasmos vinham em sequência, seus urros eram abafados. Tremia, pedia para parar. Depois, exausta, pediu desculpas, dizendo que nunca havia sentido algo tão intenso. Dei espaço para que se recompusesse. Envergonhada, vestiu-se rápido e quis ir embora. Silvana voltando ao modo Silvana… duas personalidades na mesma mulher: a aprisionada e a recém-liberta.
- "Você só pode estar inventando isso. Ela é uma pessoa de respeito, conservadora…"
Parei de falar ao perceber o olhar de Edy sobre mim. Achei que seria castigada.
-"Não tire conclusões antes de eu terminar. Aprenda a ouvir primeiro; depois, pense o que quiser.
Na segunda consulta, Silvana estava radiante, era outra mulher, estava determinada, vestida sensualmente, foi objetiva:
Dentro do carro no estacionamento da suíte, namoramos em preliminares ardentes, subimos para a suíte num jogo de seduções, sentada na cama, tirei seu sapato, suas meias, despindo lentamente e a seduzindo ainda mais, nus, nos envolvemos entre beijos e abraços, Silvana gemia alto com a rola no vai e vem, gemido de libertação, não era somente orgasmos. Deixei ela gozar a vontade, suados pedi uma pausa e um banho, pois eu tinha outras intenções com ela.
Retomamos e desta vez eu cai de boca na buceta dela, néctar delicioso e aromático exalando de sua buceta, a língua não precisava se esforçar muito , se molhava com pouco, urrava apertando com as mãos meus cabelos e apertando minha cabeça entre as pernas, a virei de bruços e percorri a língua em em seu rego, pontando a língua dentro de seu ânus. Silvana foi ao delírio e sem ela esperar estava comendo o cu dela, claro que coloquei uma camisinha, no inicío ele se sentiu incomodada, mas tão logo, já gozava pelo prazer anal. Pegando de frente com o pau enterrado em seu cu ela se libertava pedindo para dar uns tapas na cara dela, pedia para fazer ela bem puta, me chamava de macho dela.
Alarguei muito o cu de Silvana e tive que segurar para não gozar, ela estava ficando preocupada em eu não gozar e perguntava se não estava agradando. Tomamos outro banho e descansamos pegando no sono, acordei com um boquete delicioso que achava que era sonho, tão logo pau estava duríssimo e Silvana veio por cima cavalgar, ela agora estava no comando, cavalgava e ordenhava minha rola com sua buceta, Silvana curvava até meu ouvido e falava sacanagens e rebolava gostoso na rola, sim desta fez ela superou e me fez gozar com ela no comando.
Eu amei, ela ainda mais vendo e comprovando minha satisfação, sua autoestima subia, ganhava confiança. Pernoitamos no motel, muitas transas rolaram até a nossa saída após o café da manhã.
A ficha de Silvana caindo
Ref.: 1998 #0028
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
CUCKQUEAN
A amarga trajetória em ser Cuckquean
Meu recente erro foi um dia chamar Edy de Corno de Mulher, humilhando ele como incapaz de satisfazer me como Kátia me realizava. Um dia na casa de Kátia, para complicar, Edy me fez repetir isso na frente dela, que caiu aos risos, me senti uma otária, mais ainda com Kátia selando um ardente beijo em Edy...
... Kátia veio até mim, deu um tapa em meu rosto seguido de um beijo, sussurrou "- Bobinha !!" em meu ouvido. Contornou e me abraçando por trás, iniciava um jogo de sedução em frente de Edy. Em poucos minutos estávamos nuas, namorando em frente a Edy, era visível o dote dele armado desejando-nos. Kátia me fez ficar sentada no chão, levantou uma de suas pernas apoiando no sofá, deixando sua buceta totalmente aberta a minha visão...
Me envolvia por completo, ouvindo o gemido de ambos, a babada que a buceta de Kátia dava com o duplo prazer em sua buceta, o pau de Edy latejando dentro e minha língua em seu grelo, Kátia se contorcia, me puxava pelos cabelos e nos beijávamos, depois me fazia voltar a chupa-la novamente e numa dessas quando voltou a me puxar e nos beijar, olhou em meus olhos e com uma das mão dedilhando minha bucetae disse:
Kátia me deu um tapa na cara para eu acordar e fez eu chupar o pau de Edy gozado e com a mistura de seu orgamos. Após um banho e recompostos Kátia questionava:
- "Se gritar te amordaço e ficará desconfortável. Então cala essa boca."
Ref.: 1998 #0027
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
DESAFIANDO LIMITES
DESAFIANDO LIMITES
Alguns assuntos que ocorreram, ao recordar, não me fizeram bem. Edy me recompôs e está me ajudando, participando das narrativas, relatando situações que aconteceram sem o meu conhecimento. Porém, no tempo certo, foi verdadeiro, transparente e contou tudo o que ocorreu, independentemente de eu saber algo, parcialmente ou não estar ciente de nada.
As narrativas de Edy estarão com o texto em itálico; as minhas seguirão em texto normal.
Desde que conheci Edna e a fiz mulher, criamos uma identidade, uma conexão muito especial: a experiência somada à ingenuidade. Por mais erradas que as coisas saíssem, por mais que houvesse omissões, eu confiava em meu instinto e na persistência em prosseguir nesse caminho com ela. Edna não sabia nada sobre o meu passado. Tive, sim, meus erros, e não foram poucos, mas os superei.
Amo o mundo dos fetiches: conhecer esse ambiente, pessoas desencanadas, sem rotulagens e, o mais importante, saber aceitar e respeitar. Adestrar Edna, nesse momento, era justamente isso: “aceitar e respeitar”.
Aceitei a proposta de corno idealizada por ela, ingenuamente, sabendo que ela mesma não teria tal controle, sua palavra não valeria de nada. A promiscuidade é algo que não aceito, e tal castigo ela sentiria na pele. Entender que “consentimento x traição / promiscuidade” têm suas diferenças era fundamental.
Não contava com o tamanho do controle que os pais de Edna exerciam sobre ela: totalmente blindada, mimada. Eu via além. A mesma crítica que eu recebia pela diferença de idade, os pais de Edna também tinham. Sua mãe, mais nova, olhava-me como mãe protegendo a filha, mas também com desejo, como se buscasse um amante. Seu pai percebia e ardia em faíscas de ciúmes.
Edna nunca percebeu dessa forma; apenas comentava que a mãe a invejava pela adolescência que não tivera. Ser discreta, sigilosa e ter controle emocional eram seus pontos fracos. Sempre gostei de vê-la e senti-la em alto astral como pessoa, como mulher. Só precisava de tempo para polir e fazer brilhar esse diamante de mulher que ela é.
Sempre comentei, nas entrelinhas, sobre isso com Edna. Porém, a ansiedade e a pressa por novas experiências a fizeram cometer deslizes, e tive de segurá-la pelas rédeas, como vem sendo relatado por ela.
Essa condição era nova para mim. Do outro lado, mulheres interessadas em avançar para uma relação mais séria me rodeavam, desejando que eu a descartasse. Edna era uma pedra no caminho de muitas interessadas. O que elas não entendiam era que eu não queria nada sério com nenhuma delas — apenas momentos.
Já tinha a preferência e a determinação total por Edna: moldá-la, lapidá-la, viver uma história somente nossa. Pode parecer cafona, mas a sintonia de Edna, o lado romântico, desse não tenho do que reclamar, e o lado pervertido...
... ah, esse eu amava demais. Porém, precisava ser adestrada.
De chifradeira promíscua, coloquei-a na coleira, submissa, cornuda, aos poucos inserindo Edna no mundo dos fetiches, no mundo liberal. Kátia, inserida como namorada, era estratégica: castidade ao sexo oposto; ficaria a sentir somente bucetas, sabendo que estaria com outras. Provocar seu lado dominante ainda adormecido, sintonizar seus pontos de prazer, gerar uma conexão sem preconceitos, isso estava em breve a se revelar.
Sim, Edna precisava sair do mundinho de aparências para o de eficiências, com pessoas confiáveis e equilíbrio emocional.
O teste de fogo está chegando de forma provocativa, para sacudir de verdade e narrar fatos que ocorreram nos bastidores enquanto me traía. Se funcionará, saberei somente no decorrer.
Neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável. Saber que Edy estava com outras mulheres me enlouquecia silenciosamente. Por dentro, meu tesão pedia para conhecer outros homens, desejos ofuscados pelo prazer em ver uma mulher dando prazer a outra. Era muita sacanagem, pensava eu. Seria eu uma lésbica se descobrindo?
Em um raro momento junto a Edy, ele declarou me amar e confessou ter medo de me perder. Eu o chamei de bobinho e disse que o amava mais que tudo, mas afirmei que precisava apenas sentir como era outro homem...
Agora ando confusa, desejada e desejando a mulher que ultimamente dorme comigo. “Virou corno de mulher”, falei em provocação. Pelo olhar de Edy e pela forma como conduziu a conversa, parecia ter gostado. Muitas vezes, conversar com Edy me deixava ainda mais confusa do que já sou normalmente. Amor, desejo, tesão... entre outras sensações, começavam a me deixar sem raciocínio.
E ainda havia muita coisa para acontecer...
. . . incertezas, pontas soltas e algo mais .
Ref.: 1996 #0025
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
CAMINHO AMARGO
CAMINHO AMARGO
Colocar Edna na coleira foi a escolha certa, adestrar o seu lado rebelde e promíscuo, pois se deixar sem controle vai se perder. . .
No dormitório uma loira magrela, estatura muito similar a minha nos aguardava totalmente nua. Edy admirava nossos olhares, eu era comida aos olhos de todos, momento em que Edy passa a guia para Kátia, recebe um beijo ardente e pede licença, colocando os demais para fora, trancando a porta ficando somente eu e ela.
Ref.: 1996 #0023
LIBERDADE CONDICIONAL
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.
-
O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
-
Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
-
Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...









































