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quinta-feira, 21 de maio de 2026

ULTIMATO

A situação não estava favorável para mim, a fama de putinha e galinha do bairro rondava de boca em boca, chegava aos ouvidos da família.


Os pais de Gi, não queriam ela andando comigo. Foi uma sacanagem tremenda arquitetada por minha tia Lúcia, que nesse momento estava sentada ao lado dela no carro ouvindo altas broncas. 

Tia Lúcia conduziu o carro até a av.Indianópolis, ponto de putas e travesti. Parou o carro e mostrou a situação real de ser uma puta. Humilhada e sendo taxada como puta de vintão ( termo usado na época ) qualquer 10 , 20 reais rolava uma chupeta ou uma rapidinha. 


Contestei as acusações, levei um tapão enorme na cara. Na raiva sai do carro pisando duro. Não demorou, pelo caminho era abordada por indivíduos de carro achando que fazia ponto na região. Fiquei assustada demais, Tia Lúcia parou o carro, me xingou falando para entrar ou ia me largar por lá. 

Assustada, entrei, levei outra bronca, puxão de orelha, gritou mandando eu calar a boca. Surtou revelando eu uma verdadeira vagabunda rampeira que paga até para macho me comer. Gelei, antes mesmo de questionar levei outra tapa na cara sendo classificada de vagabunda sem valor.

Tia Lúcia de alguma forma soube de minha saída com o motoboy do trabalho. Sim a primeira vez que saímos ele pagou o motel, as duas seguintes deu a desculpa de estar sem dinheiro e acabei bancando na promessa em me ressarcir. O rapaz, bonitinho, próximo de minha idade, me rodeava aos galanteios, me rendi a ele para fazer pirraça a Edy, estranhei não ter ocorrido alguma manifestação de ter saído com ele, agora com minha tia, estava explicado, recorreu a ela. 


A conversa no carro seguia quente, ouvia calada o envolvimento de Tia Lúcia com Edy. Sim, ela relatava na minha cara detalhes da intimidade que teve com meu namorado, o desejo de revidar um tapa era grande e ao mesmo tempo um enorme problema, pois tinha saído com Nelson (seu marido). 

Relatava ao meu conhecimento que Edy estava altamente inclinado com Noeli. Ouvir elogios de tia Lúcia  o quão ela sabia ter controle entre seus dois homens.  Sim leitores, ela tinha conhecimento de Edy e Antônio com Noeli, eu sempre contava tudo a ela.

Caia na real, contar tudo, era o mesmo que por uma arma na própria cabeça.


EDY: 
Lúcia estava querendo ouvir a honestidade de Edna. Era somente ouvir  que tinha saído com Nelson e nada lhe aconteceria, fortaleceria a confiança entre ambas.
Porém Edna seguia relutante, rebelde, birrenta e algo mais, Lúcia perdeu parte da admiração por sua amada sobrinha, não perdeu a esperança em reverter a situação. 
Lúcia era ciente de meus envolvimentos e do distanciamento que estávamos por culpa própria de Edna, que n
ão era capaz de enxergar que tinha um alicerce a tudo que desejasse.
Ignorava caminhando em aventuras incertas e duvidosas. Lúcia experiente, adepta do meio liberal e alguns fetiches, era conhecedora de amizades que compactuava em dar uma enorme lição a Edna.


EDNA:
Ouvir que Edy estava de inclinação para Noeli, gerava desejos em devolver a moeda ficando com Antônio. A conversa complicou com a amizade de Tia Lúcia com Rosecleide ( a Ex de Edy) minha cabeça fritava em  revelações que aprontei  com Dr. Gato,  vinha tudo a conhecimento de minha tia. 

No trajeto, entramos em uma comunidade, questionei o que estávamos fazendo ali. Sem resposta, somente o silêncio, adentramos em uma verdadeira bocada.


Paramos em um sobrado, casas todas amontoadas uma sobre a outra. Tia Lúcia pediu para sair do carro, recebida por um homem (Prego seu apelido e forma na qual era chamado) de aparência estranha e fala enrolada, adentramos nesse sobrado.

Dentro um verdadeiro labirinto entre curvas e escadas com degraus estreitos, chegamos num cômodo, alguns homens conversando no corredor, passamos por eles, entrando em um dormitório.  Em resumo...
-"Aqui é onde você vai sentir o que é ser uma puta."   - única frase que ouvi de minha tia, virando as costas me deixando com esse homem. 

Em seguida entrou mais alguns homens, a porta se fechou. Fiquei acuada em um dos cantos do cômodo, gritei por minha tia, riram de mim, zombaram me chamando de alguma coisa tipo "mimadinha da mamãe / franguinha nova", não me recordo. 

Antes que pudesse expressar alguma reação fui segurada na marra, amordaçada, uns tapa na cara para ouvir as orientações. Contra vontade, me deixaram nua,  desespero total quando os demais ficaram nus. O homem que nos recebeu somente sussurrou em meu ouvido que hoje saberia o significado em ser uma puta. 

Eu urrava para escapar até sentir esse homem meter sua rola em mim. Veio aquela adrenalina de desespero e tesão de submissão que senti com meu primo. A mordaça estava me sufocando, foi retirada com advertência de não gritar ....

... somente se fosse orgasmos ( todos rindo) 

Entre o desespero e o prazer, aquele estranho tesão que tenho, quando é realizado não consensual / forçado, surgia mais forte , o medo já não me consumia, o tesão tomava conta, a resistência em me segurar já não era necessária, eu me entregava para aquele estranho e os demais de forma alternada. 

O tempo que permaneci com eles, cavalguei na rola de vários,  alternadamente era penetrada saindo de uma rola e sendo penetrada por outra. Não recordo da aparência dos homens, não eram do meu gosto, eram rústicos.

Ser penetrada por uma rola grossa, trazia naquele momento, um mínimo de dignidade aos meus desejos.  Contra vontade senti uma DP, doeu demais, além de ir  chupando rola alternadamente. 

Aquele homem que nos recepcionou, começou a socar forte, firme, socar profundo, eu gemia, em seguida sentia  minha buceta enchendo com seu leite, os demais masturbando, gozavam em meu rosto e por cima de meu corpo, tomei porra de outros.  Uns fizeram eu chupar seus paus e gozaram na minha boca / rosto.


Todos saciados, saiam um a um, rindo, deixavam um carinho passando a mão em minha cabeça.   O homem que gozou dentro de mim, se despedia por último e sarcasticamente deixava o recado,  se eu tiver ficado prenha,  era para minha tia avisá-lo, que  assumia me como sua esposa e a criança. 

Ouvir isso não me abalou nada, minha tia ao entrar, eu abria as pernas, afrontando ela dizendo se ela seria a próxima. Estava com um ódio enorme do que fez comigo. 

Ali mesmo ela me esquentava nos tapas, advertia-me não ter aprendido nada. Ordenou eu tomar  banho e vir somente de calcinha e sutiã para fora. 

Feito isso subimos mais um andar, ambiente de pouca iluminação, música ambiente,  garotas de calcinha e sutiã sentadas à mesa com homens, outra  no colo. 
-"Você escolhe, ou me escuta ou vira garota de vintão agora mesmo."


Recuava, fingia ouvir, meus pensamentos rebeldes igualavam Tia Lúcia a mesma condição de Cidinha, minha vontade era sentar  a mão na cara dela, sair de lá e sumir para o mundo. 

Meus pensamentos voavam em outras prioridades, não ouvi uma palavra que minha tia comentou. Não me recordo de nada que foi dito. 
Senti um homem encostando em mim, era o que tinha nos recepcionado, desta vez se apresentando, foi me conduzindo novamente para o quarto, fui sem resistência, encarando tia Lúcia, nossos olhares estavam rebeldes uma a outra. 

O quarto desta vez era diferente, Prego ( nossa demorei para recordar o apelido do indivíduo ) , me despia e conduzia para um banho, não era um homem bonito, muito menos fisicamente, porém tinha um pau que estava duro a todo momento, um pau que fazia jus à seu apelido "prego" rola cabeçuda.

Era carinhoso, me banhava com sedução, concedia tudo no papel de puta que estava disposta a mostrar e afrontar à todos.

Sendo muito vagabunda, chupei sua rola no banho, massageando suas bolas e tirando urros realizado por minha boca e mãos em sua intimidade.


Na cama Prego não era o tipo de homem de preliminares, me beijava e quanto menos esperava, a rola entrava em seguida. Sabia foder, com pegada forte me entregava àquele bruto.

Desta vez, posicionada de 4, socava fundo e espalmava minha bunda com tapas fortes. Sussurros provocantes, chamando de putinha novata, apertava meus mamilos sendo abraçada por trás, percorria meu corpo todo. 

Desta vez a foda era longa, demorada, eu tremia dos imensos orgasmos. Abusado, tirou seu pau, meteu a língua em meu cu já arrombado anteriormente, chupava com vontade, alternando sua língua adentro, proporcionando um prazer gostoso demais.

Senti meu cu mais largo, seu pau entrou sem causar dor alguma, sentia Prego esmagando suas bolas com as socadas profundas e firmes. 


Deu uma pausa, foi se limpar me deixando sem fôlego deitada na cama. Prego saiu do quarto, pediu para não sair se não quisesse ser confundida com as garotas. Retornou pouco tempo depois com cerveja, suco, refrigerante e umas coisas para comer. 

Conhecendo melhor "Prego" , era uma boa pessoa, nas conversas procurava entender meu comportamento, minha rebeldia. Tão logo voltava a me possuir, cada vez mais ousado, colocava para cavalgar em seu pau com a bunda virada para ele. Abria minha bunda, falava o tesão que estava meu cu arrombado. 

A porta se abriu, entrou um homem, Prego me segurou deitando sobre seu corpo expondo minha buceta, tão logo começou a ser chupada com o pau dentro.

Prego induzia ser meu namorado, chamava-o de corno. Logo em seguida o "corno" colocava a camisinha, em seguida penetrava com cautela seu pau e minha buceta, duas rolas na buceta, sentia ela rasgando eu urrando, implorando para tirar. 


Mudamos de posição, desta fez eu de frente para Prego cavalgando em sua rola, com as mãos abria minha bunda para o homem penetrar em meu cu.

Contorcia e gozava muito na realização dessa DP. As socadas fortes de ambos, Prego chupava meus peitos, o estranho tirava e colocava seu pau em meu cu, sem resistência alguma.


Socou forte e gozou, seguidamente sentia o calor em minha buceta, Prego voltava a me preencher com seu gozo. 

Fiquei largada na cama, exausta, zero preocupação , ligado o "FODA-SE" para o resto do mundo. Era eu em transformação silenciosa sem ainda compreender tais mudanças.

Perdida no tempo, não sabia se foi uma adormecida ou realmente dormi, sei que acordei com Prego desta vez me possuindo de lado, insaciável acordava com seu pau já dentro de mim, fodendo de ladinho, apertando meus seios e percorrendo minha barriga.


Logo senti seu leite novamente em minha buceta. Manteve sua rola dentro abraçado em mim.

Acordei com  conversas e risos, tomei um banho rápido, colocando a roupa, me sentia ainda suja. Abri a porta, caminhando para outro ambiente, Tia Lúcia e Prego estavam conversando e sendo totalmente ignorada até se aproximar da mesa. 

Prego passa a mão em minha barriga e aos risos debocha, vamos aguardar !!! Será que vinga ?  ( risos ) 
Recebo de Prego um beijo no rosto, um sussurro no ouvido:
-"Se cuida, obedece sua tia, ela sabe que está fazendo."

Retribuo com um sorriso tímido, saímos, ainda de madrugada retornamos para casa. Sem uma palavra, estava anestesiada, sentindo viver uma realidade paralela ou ter sofrido um acidente e estar em coma sonhando.  

No quarto na casa de minha tia, eu literalmente apaguei desejando acordar na minha casa, no meu quarto.  


Ref.: 1998 #0045
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 22 de abril de 2026

A DOR E O PRAZER


Quando você pensa que passou pelo inferno, por dores inimagináveis, sentido que já superou tudo de ruim . . . 
. . . amargamente amargamente o que é pior,  mais dolorido e em silêncio. 


Minha tia Lúcia vinha me advertindo de tais condutas promíscuas, alertava que minha segurança de segredos era superficial e muitas pessoas sabiam a puta e galinha que eu era, tudo tem um preço e a conta chegou. 

No bairro comecei a ficar falada na boca das fofoqueiras e alguns familiares próximo e certo fim de semana após almoço em família , todos sentados na sala, meus pais questionam Edy sobre casamento, olha para mim e respondemos que estamos melhor nos conhecendo. Gera uma pequena pausa com olhares discriminatórios.

Meu pai vem com a conversa de um amigo dele, morador do quarteirão a frente de nossa moradia. Meu pai relatava toda a história olhando muito para mim e indiretamente para Edy. 
Meu pai então narrava: 
-"Se lembra de tal pessoa que casou, filha de tal. Pois é, o casamento durou menos de 1 ano. A filha, uma mulher direita, boa dona de casa..."


Assim ia a rasgação de seda na narração de meu pai, olhando para mim, alternando para Edy e minha mãe com uma cara de poucas amizades e repreensão. Assim prosseguia a narrativa.

-". . . todos percebiam que depois do casamento o marido começou a ficar muito magro, acabado, um trapo. Apesar dos questionamentos familiares e amigos dizia estar tudo bem. Ahhhh Não passou umas semanas ele trouxe a filha de volta para o pai. Todos espantados (risos) , adivinhe que aconteceu? "  - Questionou meu pai a todos na sala. 

Cada um chutou um motivo e entre risos e brincadeiras meu pai prosseguiu revelando tal motivo.
-"Pois é, o marido segundo dizem, uma pessoa de ótimo caráter. O marido de forma sutil revelou ao pai que não era homem suficiente para saciar sua filha. O pai ficou assustado com tal motivo e a filha confirmava que o marido não estava mais dando no couro. . .  (pausa e olhares)


-". . . o marido sem querer ofender a família, citava que a filha precisava morar na zona para apagar o fogo dela ( riso tímido mantendo a seriedade da conversa) e ser corno era algo que ele não aceitaria ser. "  (silêncio na sala)


Tia Lúcia quebrou o silêncio se posicionando mulher moderna, relatava sua opinião e seu marido só observando, Edy fazendo cara de bobo alegre ( vontade de sentar a mão na cara dele, ainda depois que ouvi de seus relatos promíscuos ) . Ocorreu um pequeno bate boca entre meus pais e minha tia, meu pai nunca foi a favor dela, não gostava da modernidade dela e via como mau exemplo para mim. 

"Via como mau exemplo", porém atualmente nem tanto. Sem meu conhecimento, tia Lúcia abria os olhos de meus pais, administrando um diálogo conservador e moralista (risos) , visando sempre a união entre eu e Edy. Seria algo, passar a "batata quente" para Edy e não ter em casa uma puta insaciável como vinha sendo narrado o caso de nosso vizinho. 

No fervor da narrativa minha tia impôs  "n" possibilidades, colocando em xeque a narrativa de meu pai em vários caminhos e possibilidades.
-"Isso é a conversa de seu amigo para você." Citava Lúcia e continuava
-"Existe a versão da filha, a versão do marido e a verdade que está blindada entre o casal." - completava e olhava friamente para mim, acompanhada com o crivo olhar de meu pai. 

Citava que poderia ser desejo da filha sair com outros homens e o marido não aceitar. Quem sabe ela desejava estar em um casamento aberto / liberal. São exemplos e não confirmações, assim ia minha tia tumultuando a cabeça de meus pais.

Ficou um climão muito estranho entre todos. Nesse mesmo dia conversando na laje de casa com minha tia, nos arranhamos feio entre questionamentos, condutas  e justificativas.  Minha tia elevou o nível, classificou-me como uma verdadeira puta rampeira, com ameaça que o tempo ia cuidar de mim.


Intimou eu assumir o papel de futura esposa, mulher de família ou deixar Edy seguir seu caminho. Defendeu Edy com unhas e dentes, até o tratando como coitado.

Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
 
Pelo caminho encontrei Leandro, o corno de Cidinha. Bocó, tímido, sem assunto, o pouco que eu tentava conversar respondia monossilabicamente, tão logo vinha Sérgio, cheio de interesses, não estava afim de nada e com algumas patadas espantava ele parando de nos acompanhar. 

Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora.  Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava. 

Logo vinha Sérgio à nós falando de forma zombatória se referindo a Edy: 
-"Corno meu foi embora?"  (rindo) 

Eu não estava para conversar. Seguia em meus pensamentos refletindo o que passei na mão de Edy, vinha uma raiva profunda recordando de humilhações que passei, e recentemente as que andei ouvindo. Recordar os perrengues que vivi na mão de Edy,  submissa, cornuda e humilhada. Aquele filha da puta está aprontando e se passando de bonzinho.
Mulher com raiva é perigosa, pior ainda quando é uma  adolecente sem noção como eu. 

Sérgio do nada emendou um ardente beijo em mim, beijo que me refez voltando a realidade. Molhei-me toda com sensação de ter gozado. Edy chega estacionando, presenciando a cena que ocorreu, fiquei fragilizada condicionada submissa neste momento. Piorando a sensação Sérgio comprimenta Edy o chamando de "corno meu" , sendo totalmente ignorado, vindo ao meu encontro, empurrando Sérgio de lado. 

Edy se mostrou ser o meu Macho, independente de minha promiscuidade. Com olhar e poucas palavras desmontou as brincadeiras bestas de Sérgio, ganhou moral com Leandro e Cidinha. 


Cidinha ficou toda dada para Edy, sendo ignorada parcialmente. Não ficou de dentes arreganhados, se manteve educado e sereno, comportamento totalmente diferente dos que presenciei. 

Com a chegada de Ulisses, o amante fixo de Cidinha, rolava uma conversa entre os homens. Os quatro conversando como bons amigos, eu e Cidinha de lado com nossas conversas. 
Cidinha sussurrava em meu ouvido o tesão de homem que ela via em Edy. A conversa ficou picante em algum momento ( não me recordo de tudo, mas dos acontecimentos...) 

Entre tarde / noite, devido ao nível das conversas Edy sugeriu irmos ao bosque em São Caetano, Vila São José. (quem é da região e do final anos 90 sabe como funcionam os namoros por lá) . Edy fez questão de Sérgio ir junto depois de ver Leandro indo com Ulisses e Cidinha.  Ficou um clima estranho dentro do carro, sem falar nada, Edy fazia questão de passar as mãos em minha perna e deixar expostas a visão de Sérgio. 

Ninguém conhecia o local, os rapazes foram à padaria em frente e retornaram com umas bebidas. Guiado por Edy, rodamos internamente, as conversas rolavam, até subir em um espaço de frente à fonte central. Lá observamos o entardecer. Anoiteceu rápido e casais começaram a chegar e ocupar os espaços. 

Cidinha, Ulisses e Leandro ficaram espontaneamente em uma ponta, para minha surpresa, Edy nos trouxe para o fundo, parte mais escura e abertamente deu carta branca para mostrarmos que fazíamos pelas costas dele. Gelei, Sérgio ficou meio sem graça. Edy afrontou:
-"Quem é o "corno meu" agora? lascando um ardente beijo em mim, senti seu pau duro. 


-"Que tal aproveitar e dar dos beijos ardentes que estavam dando quando cheguei?" - intimava Edy a Sérgio
Tomei a iniciativa e beijei Sérgio percorrendo a mão em cima de seu pau. Tão logo pausei e beijei Edy novamente, senti o seu pau fora da calça. 

Voltei a beijar Sérgio, punhetando lentamente Edy, e com jeitinho coloquei o pau de Sérgio para fora. Alternando os beijos e punhetando ambos, meu desejo era abaixar e chupar as duas rolas. Edy habilidoso, com a mão dentro de minha calcinha, bolinava-me, aquecia meus desejos....


. . . desejos interrompidos com Cidinha chegando de surpresa nos assustando. Olhou admirada e foi segurando a rola de Edy sob a minha mão, sussurrou em meu ouvido: 
-"Vamos trocar os namorados um instante!" disse aos risos colocando Leandro comigo e Sérgio.

Com Leandro ao lado, rolavam beijos ardentes com Sérgio. Leandro ficava como uma verdadeira vela / candelabro ao lado observando, quem sabe passando vontade.

Pela distância e escuridão não dava para ver o que ocorria do outro lado. Não demorou, Edy chegou com Cidinha e Ulisses, descemos para uma das rampas laterais e ficamos sentados numa mureta.

Com os rapazes sentados de costas para fora e nós por dentro no corredor, continuamos nos beijos e nas punhetas. Cidinha se ajoelhou e abocanhou um boquete alternando  em Edy e Ulisses, induzida por Sérgio fiz o mesmo com ele e dividindo Edy com Cidinha. 

Vi a rola preta de Ulisses e aquilo me deu um ranço ( nada contra a etnia negra) simplesmente não conseguia ter tesão por rola preta. Gosto de pessoas negras, as respeito, mas na intimidade não rolava.

Leandro o corno bocó ficava olhando para outro lado, em tom de brincadeira, o nomeamos de vigia (risos). 

Apimentou quando Edy segurou Cidinha um instante sem eu perceber e acabei a beijando sem querer, Edy e Ulisses nos levantaram e nos colocaram de frente nos fazendo beijar, induzidas a nos acariciar, esquentou um tesão, Cidinha entrou em risos me abraçando e dizendo:
-"Que loucura estamos fazendo ! ?"


Ulisses sugeriu irmos a um motel, o inconveniente seria levar Sérgio e Leandro para casa. Sérgio assanhado se prontificou a ir no porta malas, tipo não  querendo perder a  festinha. 

Definido o motel, partimos e antes de entrar paramos os carros, Sérgio e Leandro para o porta malas. Cada carro pegou uma suíte, e lá dentro o prazer ferveu. Nua na cama com Edy, me beijava ardentemente, abrindo minhas pernas expondo minha buceta, Edy mandava Sérgio chupar minha buceta. A minha decepção com Sérgio foi enorme, sem " reciprocidade"  ,  não retribui  na minha expectativa. 

Edy caiu de boca na minha buceta, me deixou ardente e molhadíssima. Edy penetrou em mim e Sérgio ficava somente observando e se punhetando, Edy sinalizou para se aproximar e colocou o pau dele em minha boca.

Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar. 

Em uma sintonia perfeita, Edy encapou o pau, passou um gel no meu cu, estimulou com total calma ao mesmo tempo que meu tesão aumentava cavalgando em Sérgio. Senti o pau de Edy entrando com vontade, mas com jeitinho  e carinhoso, o cabeção me arrombando toda. Urrei, gozei muito, escorria pelas pernas.

Batem na porta, Edy pedi para Sérgio ir atender, se mantendo com a rola entalada em meu rabo.  Entram Ulisses e Cidinha, ambos com cara de algo mais, fiquei meio sem jeito, Edy me vira de frente para ele e continua a comer meu cu na frente de todos.

Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.

Discretamente sussurrei no ouvido de Edy que não queria rola preta em mim, e beliscava seu braço advertindo para não se empolgar.

Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.

Edy e Ulisses trocavam gestos, articularam a colocar eu e Cidinha aos beijos. Com Cidinha de quatro sendo possuída, Edy coloca eu beijando-a. 


Cidinha não beijava bem uma mulher, sentia realizar para Ulisses. Edy estimulava eu chupar os peitos de Cidinha, aos poucos se rendia ao prazer feminino com a rola de Ulisses socando ela. 

Edy tirando sua rola de meu cu, foi higienizar nos deixando a sós. Fiquei aos beijos com Cidinha, agora estimulada por Ulisses, por sorte senti Edy voltando a possuir  minha buceta.
Edy me fez sentar em seu  colo expondo minha buceta  para Cidinha chupar. 

Para minha sorte e decepção dos rapazes ela negou, dizia que beijo até aceitava, mas chupar mulher não era com ela. 
-"Amo chupar rola,  adoro macho." dizia  olhando para Edy

Ulisses, o salvador da minha pele, cortou as asas de Cidinha dizendo que não ia ver ela na rola de outro na frente dele. Isso é papel do "corno" que está na suite.

Ulisses, pediu desculpas e falou que não tinha nada contra fetiches e realizações.  Mas ver a mulher dele na rola de outro não era a pegada dele. A harmonia voltou a se restabelecer  depois desse arranha arranha.

Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem. 

Cidinha só colocava a roupa por cima,  o leite escorria pela perna, Ulisses falava para deixar assim, nos chamando para ver o que ia acontecer ao retornar à suíte.

Nos vestimos por cima e fomos juntos, de fora escutamos gemidos, abrindo a porta está Leandro levando rola de Sérgio. Se mantiveram na mesma naturalidade e a ousadia para mim foi presenciar Cidinha se exibindo toda gozada na frente de Leandro. 


Cidinha se aproximou e o fez limpar dos pés até a sua buceta. Leandro enquanto currado por Sérgio apreciava e  chupava os pés, subindo pelas pernas de Cidinha até cair de boca e se lambuzar na buceta. Sérgio gozava no cu de Leandro tirando a camisinha cheia de porra. 

Com a buceta limpa, Leandro foi tomar um banho e se recompor. Cidinha chupava o pau de Ulisses de forma provocativa olhando para Edy. Leandro retorna calado, seu jeito de ser, bem bocó. Ulisses o faz beijar Cidinha, posicionando de quatro  e levando um forte tapa na bunda. 
 
Ulisses de camisinha, vai atrás de Leandro voltando a dar outro tapa em sua bunda
-"Seu putinho safado, seu macho chegou!!" 

Entrou com a rola  até o talo que Leandro se contorcia todo. Ulisses socava 
Cidinha me chama sentando ao lado dela, abri minhas pernas...

-"Tem mais leitinho aqui...." - Cidinha falava apontando para Leandro vir me limpar


O prazer de ser limpa por uma língua era delicioso demais, ouvindo Leandro gemer nas socadas forte que recebia no rabo. 

Em íntimo momento imaginava Edy me limpando e José o fudendo. Olhava para Edy, via de pau duríssimo e Cidinha solta a pérola:
-"Tesão inrustido, tá querendo limpar ou levar rola também?" 

Edy ficou vermelho, e eu não sabia onde enfiar a cara, Edy perguntou de forma suave sem perder o clima
-"O que te faz pensar que gosto de rola ou chupar uma buceta recheada?"
 
Cidinha olhou para mim de forma interrogativa, entregava a Edy que falei demais. Edy pegou no ar que eu tinha quebrado sua confiança.

Sérgio de pau duro encosta em Edy , querendo o pegar. Edy de forma sutil recusou deixando Cidinha numa saia justa e sem graça. Ulisses seguia arrombando Leandro até tirar a rola de seu rabo e vir gozar em cima de Cidinha respingando em mim. 


Pediu desculpas a mim e a Edy, obrigou Leandro limpar o pouco que  respingou, o chamava de corno  inútil,   em seguida direcionou  limpar a rola dele em nossa frente, em seguida esfregou seu rosto na porra escorrida pelo corpo de Cidinha.

Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo. 

Observando, revivem experiências similares com Edy, a rola negra  não me agradava, não sei explicar os motivos, nunca experimentei  e me tirava o tesão. 

Retornamos para nossa suíte, nos arrumamos e fomos embora. Ficamos um tempo parados próximo a casa de Cidinha aguardando sua chegada, Sérgio se despedia indo embora e se desculpando com Edy pelos desentendimentos. 

No carro, implorava desculpas a Edy antes dele começar a surtar. Chorei, fiquei muito péssima, recordei a narrativa traumática que passou com sua ex (A RAINHA E SEU MACHO ALPHA) Edy não ficou sensibilizado, não surtou, ficou pensativo, quieto, atitudes que eram pior que eu levar uma surra. 
Tentei reverter oferecendo ele transar  com Cidinha na minha frente, pelo olhar de Edy foi a pior merda que falei. 

Edy perguntou por que eu estava com medo de Ulisses, se ele tinha feito algo que desconhecia.
Sem graça comentei a repulsa de não gostar de ver uma rola preta, achava esquisita, estranho, não agradava . . . 

Edy interrompeu minha fala rindo e me chamando  de puta seletiva  
Ligou o carro e foi até a porta de casa sem falar nada. Deu uns beijos ardentes, desceu abrindo a porta para sair, acompanhou até o portão, outro beijo passando a mão em minha buceta, e foi embora.  

Deixou-me totalmente confusa com tal atitude, a educação, não brigou, não surtou.  Deitada recordava a loucura realizada, peguei no sono rapidamente e tive um sonho mais louco, até parecia realidade. Sonhava estar namorando Cidinha, era como voltar ao tempo nos momentos que estive com Kátia.  No final Cidinha era esposa de Edy, eu uma amante do casal. Acordei até com dor de cabeça desse pesadelos.


EDY: 
Após Edna sair de casa, o clima ficou instável e insustentável. Falei que ia atrás dela e Lúcia veio comigo. Passamos próximo da casa de Cidinha e fomos para minha casa. Lúcia estava nervosa descreveu o nível da briga,  passei a ter Lúcia uma forte aliada disposta a adestrar a "sobrinha rebelde" .


De um dia familiar ao prazer. Ao deixar  Edna em casa, encontrei com Cidinha e Ulisses no caminho. Conversamos um pouco, elogiaram o local e queriam uma nova oportunidade de sair, agora sem Sérgio e Leandro. Ulisses elogia a conduta geral e objetivo queria saber se rolava uma troca de casais. Reafirmava que não curte ser "corno" ou voyer , mas uma troca de casais é bem vindo. 

Respondi que dependeria das meninas, vamos aguardar nossa próxima saída.  Cidinha discretamente seduzia-me , eu respeitando Ulisses despedi e fui embora.

Fiquei muito chateado saber que Edna contou meu segredo pessoal e confidencial a Cidinha e provavelmente Sérgio e Ulisses sabiam. 

Não estava preocupado por outros saberem, foi uma quebra de confiança,  tornou incerto trilhar com Edna. Conversei com Lúcia o ocorrido, onde até então seria a única a saber. Sim a boca aberta da Edna havia contado para a tia em uma de suas conversas confidências entre elas . 

Passaram os dias , Lúcia estava muito irritada com Edna. Quebrou o elo de confiança em não relatar nada sobre o que ocorreu com Nelson.

Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava,  permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu  procure outra mulher. 

Edna estava a um passo de ser catapultada de minha vida





Ref.: 1998 #0040
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 21 de abril de 2026

ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS

Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.


Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy  diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo. 

Imaginei absurdamente Edy com minha mãe (ECA) ,  e muito pior, no decorrer do dia tinha recaídas desejando estar com Edy por mais Filha da Puta fosse comigo. 


Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.

Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
-"Está preparada para assumir riscos?" 

Nesse momento meu lado puta ativou, o beijei agradecendo o conselho e refiz a mesma pergunta. 
Wagner citava elogios a minha pessoa e ao meu lado prazeroso, bucetinha quente, molhada, mulher muito fogosa.

Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
. . . e se engravidar o "corno" assume, (risos). Pedia desculpas pela brincadeira, eu ia aos orgasmos naquela pegada e no pau gostoso que ele tem. 

-"Me chama de vagabunda, de puta." dizia e Wagner correspondia além. Virou-me de bruços e comeu meu cu com vontade, ardia de prazer, o vai e vem estilo garotão, enterrava, eu urrava.


Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando. 

Vagner queria se aprontar e irmos embora, comentei que desse jeito estava me fazendo sentir uma puta. Foi grosso com a resposta dizendo que era o que eu mais gostava de ser (risos) comentou em seguida que não podia dar motivos para Marisa desconfiar.

Esperava algo mais carinhoso, mas ele estava certo independente da desculpa envolvendo  Marisa, o prazer de tal sentimento como puta, agradava, me dava mais prazer para o próximo cliente.

Próximo de casa, Cidinha, Sérgio e Leandro, pedi para Vagner me deixar e fui ao encontro deles. Cidinha discretamente olha com risos, cochicha em meu ouvido me chamando de verdadeira pistoleira tirando suas conclusões. Os rapazes foram embora e ficamos conversando. Tinha uma pergunta me incomodando e fiz a Cidinha:
 -"E se engravidar..." 

Interrompida por Cidinha
-"Vira essa boca pra lá." batia 3x em uma madeira. 
Me chamava de louca e sem noção
-"Se ficar grávida é culpa sua que não se cuidou oras..." respondeu grossa me dispensando 

Chegando ao final da rua, Sérgio estava à minha espera. Fomos à sua casa, estava sozinho, deitada aos beijos no sofá, Sérgio coloca a calcinha de lado e chupa minha buceta.
-"Porra, gosto de camisinha. Tá metelona heim !!?!?! citava meio bravo
-"Nunca chupa, quando chupa reclama, tem sorte que é gosto de camisinha..."

Com Sérgio, quando ficava bravo  era somente o momento, voltava ao humor,  queria saciar desejos me possuindo, perguntava onde estava o "corno meu" , eu mandava calar a boca e parar com isso. Fodia gostoso minha buceta, tão logo fiquei de quatro e fiz questão dele comer meu cu arrombado.

Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo  e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais. 

Em casa, tomei  um banho batendo uma e pesando mil formas de prazeres. Sentia minha buceta inchada desejando mais sexo, estava me sentindo uma dependente sexual. 

Na parte da tarde meu tio Nelson passa em casa procurando por minha tia Lúcia, perguntou de meus pais e disse que ninguém estava  em casa,  talvez tenha ido na casa da vó. Nelson andava pela casa, foi até a cozinha, tomou água, caminhando pelo corredor na porta do meu quarto, Nelson lascou um beijo em mim, percorrendo meu corpo todo.

Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.

Entrei molhada no quarto, sendo beijada, despida, chupada. Chamava Nelson de louco, tia Lúcia vai nos matar se souber de algo.

Mandava eu calar  a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.

Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam. 

Nelson me posicionou de 4 na cama, seguia me fudendo por inteira, gozava e urrava naquele pau. Nelson começou a massagear meu anel, eu não queria fazer anal, estava em casa e o dote assutava um pouco.

Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.  

Nos beijamos, elogios, uma rápida limpeza pelo quarto, Nelson pegou tudo que comprometeria ( embalagem de camisinha, camisinha usada) colocou em  uma sacola de mercado para jogar pelo caminho.  Nos comprometemos com esse assunto ficar em alto sigilo, o levei até o portão, caminhando trêmula e toda ardida. 

Ardida e com o perfume de Nelson na pele, deitei refletindo a realização. . . 

Mais tarde  todos em casa, chega Edy chamando para sair, não estava muito afim. Estava em outra sintonia, estava ainda sentindo a transa com Nelson pelo corpo todo. 

Acabei aceitando para não ficar pensando besteira em casa. Fomos a uma cantina italiana em Sto André, chegando lá Edy pede mesa para 4, não demorou chega Noeli e Antônio. 

Todos com cara de  peroba , por que pau era pouco pelo  que ocorreu. Noeli sentada ao meu lado de frente a Edy e Antônio a minha frente, muito esquisito isso né? 


Conversas diversas rolavam, Edy observava geral e eu a ele. Noeli questiona como foi sair com Antônio, direta comentava para não ficar sem  jeito que todos na mesa não tem culpa no cartório, segui se justificando ter saído com Edy uma vez que não estávamos juntos. Teve uma pequena pausa e retomou confirmando que tinha permitido Antônio sair comigo, citava ser uma forma de minimizar a culpa. 

A conversa rolava ao pé do ouvido entre eu e ela, os rapazes ficavam com as conversas deles, pelo que observei seguiam grandes amigos sem arranhões. Em certo momento precisei ir ao toalete, Noeli se levantou indo junto. No caminho um lindo jardim de inverno no ambiente, apreciamos a decoração seguindo com as conversas, Noeli um tanto diferente, encarando e observando minha pessoa. 

No banheiro com a maquiagem retocada, pronta para sair, Noeli trava a porta e lasca um beijo longo em mim, beijo segurando meus pulsos a qualquer reação


-"Queria sentir porque você é especial para Edy." - sussurrou em meu ouvido
Foi uma mistura gelada de tesão, emoção, ódio e traição, fiquei estática por tal ação. 

Noeli perguntava se estava bem, eu somente gesticulava que sim. Chegando a mesa, conta estava acertada, os rapazes conversando alegremente. Fomos saindo apreciando o ambiente, Edy apontou onde estava o carro e percebi que votariam conosco. Próxima parada, casa de Noeli.

Ao chegar lá, por insistência entramos, Noeli me chama para a cozinha deixando os rapazes na sala. Pergunta se achei ruim o que ocorreu. Desconsertada dizia para imaginar....

Noeli pegou em outro beijo pela cozinha, desta vez mais ousada, percorrendo a mão em minha buceta. Edy e Antônio presenciam a cena me deixando sem graça. Edy se direciona a Noeli, percorre a mão pelo corpo dela e a beija. 


Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter  a mão na cara de Edy.  Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial. 

Noeli segurou minha mão e chamou para o banheiro, pedindo para os meninos esperarem comportados. Nuas no banho, Noeli dava aula de sedução em mim, me fazia sentir uma pivete, na minha cabeça vinha uma mistura de desejos e arrependimentos realizados.


Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy.... 

Relembrava jogos prazerosos e  perigosos de Edy me realizando submissa tempos atrás, o adestramento em minha mente, um condicionamento de aceitar, cedendo Edy a Noeli.

No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele. 

Condição quebrada quando Edy colou Noeli para me beijar enquanto chupava a buceta dela, Antônio observava nos beijando e dedilhava uma siririca em mim, depois começou a chupar minha buceta. Tão logo Edy colocou Noeli de quatro, penetrando em sua buceta no pêlo. Antônio repetia o mesmo após colocar a camisinha. 


O ambiente começou a ficar quente em todos os sentidos, nós duas gemendo e sendo surradas na rola de nossos homens. Ousadamente deitei Antônio e subi cavalgando em sua rola, tão logo untava meu próprio cuspe em meu cu, tirei a rola de minha buceta e quiquei com o cu no dote de Antônio que deslizou gostoso, não realizei pelo prazer e sim para ocultar o sexo anal realizado por Nelson. Gemi gostoso com a enterrada controlada por mim sentando até o talo em seu colo. 

Antônio me posicionou de quatro, e socando meu cu,  Edy realizava Noeli que urrava loucamente até descarregar  seu gozo dentro dela, permaneceu ali deitado um sobre o outro por instantes.

Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la. 


Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.

Enquanto os rapazes se limpavam no banheiro, Noeli perguntava se estava tudo bem comigo.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.

Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ? 
-"Sempre que desejar." - respondi

SIMMMM , fiz a enorme besteira de  conceder novas realizações. Eu não pensava muito bem quando estava com tesão, não media consequências ou reações colaterais, atitudes essas que Edy não gostava.

Retornando para casa, Edy para em sua casa, adentra comigo e lá me beija loucamente, me deixa nua pela sala, me possui como um cachorro no CIO, fui chupada, possuída e bem fodida, nada de meia foda, xingada, e tomando uns tapa no rosto de forma moderada, gozava muito até sentir o calor do leite de Edy despejando.

A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte. 

Edy me deixou em casa, toda aquela cena de bom namorado na frente de meus pais, no íntimo meu corpo ardia de tesão, queria meu banho, meu momento. 



EDY:
Leitores, ao mergulharem na narrativa de Edna, é natural que pensem tratar-se de ficção, coincidências demais, encaixes improváveis, detalhes quase perfeitos. Mas não. Tudo aconteceu. Cada movimento foi silenciosamente orquestrado, nos bastidores, no exato momento em que Edna decidiu ligar para Wagner.

Wagner, amigo de longa data, estranhou o contato inesperado. Ainda assim, alinhamos rapidamente o que viria a se desenrolar exatamente como Edna descreveu, sem que ela sequer suspeitasse da engrenagem por trás dos acontecimentos.

O que para ela parecia acaso, para outros já era um roteiro em andamento.

Antônio e Noeli surgiram como peças que se encaixaram com precisão. Não foram apenas coincidência, foram catalisadores de desejos já existentes, oportunidades disfarçadas de encontros casuais.

Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.

Havia mais em jogo do que simples encontros.



Liguei para Lúcia e comentei que estava ocorrendo, ela somente disse se eu estava pronto para o que poderia a vir na sequência e consequências

A relação entre mim, Lúcia e Nelson já não era mais a mesma. Avançava, se transformava.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.

Ou ao menos, assim parecia.

Naquele dia, Edna viveu algo maior do que imaginava. Uma realidade cuidadosamente construída ao seu redor. Sentia-se no comando, intensa, poderosa, dona absoluta das próprias escolhas, sem perceber o quanto tudo já estava em movimento antes mesmo de sua decisão.

Mas agora fica a pergunta que realmente importa:

Diante de tudo que viveu…
até onde Edna está disposta a ir?

Aguardemos…


Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

LIBERDADE CONDICIONAL

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