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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

EXCESSO DE CONFIANÇA


Demorei três dias para conseguir falar com Edy cara a cara. Três dias organizando pensamentos, tentando conter impulsos, ensaiando frases para não falar , nem fazer nenhuma merda.


O assunto era delicado. Delicado demais. O que eu tinha presenciado ainda reverberava dentro de mim como um eco incômodo. Em alguns momentos eu estava com sangue nos olhos; em outros, tentando ponderar limites, maturidade, equilíbrio. A verdade? Eu nem sabia exatamente o que pensar. Só sabia que uma realidade começava a se formar diante de mim, uma realidade que eu não queria enxergar.

A viagem de Edy para o Sul voltava à minha memória como um filme mal editado. As conversas desconexas. As ironias. As sátiras que, agora, pareciam esconder algo muito mais profundo.

Quando finalmente nos encontramos, a tensão era quase palpável.

Começamos com aquelas conversas vazias de quem quer chegar ao ponto principal, mas finge que não. Faltava alguém comentar sobre o clima, perguntar se ia chover. Estávamos tímidos. Talvez envergonhados. Talvez com medo do que viria.

Foi Edy quem rompeu o gelo.

-"Queria começar agradecendo por você não ter brigado, não ter surtado… nem rotulado."

-"Me desculpar do quê, mesmo?" respondi, rindo.

Rimos. Um riso nervoso. Nos abraçamos. Houve beijos. Beijos que não apagavam a tensão, apenas a adiavam.


-"Por que você não me contou antes?" perguntei, finalmente.

Edy desviava. Escapava. Era um enigma. Conseguir uma resposta objetiva dele parecia impossível, especialmente de alguém que claramente carregava uma história inteira nas costas.

Fragmentos de lembranças invadiram minha mente. Recordei vagamente de Matheus comentando, em tom casual demais para ser irrelevante, que Edy “também gostava de rola”.

A frase ecoou dentro de mim.

Eu precisava ser cautelosa. Cada pergunta tinha que ser medida, pensada, quase cirúrgica.

Pedi desculpas por não ter dado a devida atenção ao relato da viagem ao Rio Grande do Sul. Disse que agora percebia, talvez aquele tivesse sido o momento em que ele tentara me contar algo.

O silêncio se instalou entre nós.

Um silêncio denso. Revelador.

Aos poucos, Edy sorriu. Um sorriso tímido, mas carregado de algo maior.

-"Aquilo não foi nada perto do que eu já passei…"  disse, sério.

Meu corpo reagia de maneira contraditória. Enquanto a conversa se aprofundava, memórias despertavam em mim sensações que me deixavam inquieta… molhada. E eu me sentia irresponsável por estar assim. Egoísta. Como podia meu desejo coexistir com aquela conversa tão delicada?

Ainda assim, eu queria saber.

-"Vou te contar. Aos poucos. Quando eu sentir que você está mais madura… quando eu voltar a confiar totalmente."

Interrompi, quase ofendida:
-"Como assim, mais madura? Você me acha imatura? Irresponsável?"

Ele pousou a mão em mim com calma. Disse que me queria como me conheceu. Que eu estava diferente. Que eu parecia uma mulher comum  e não aquela que ele considerava especial.

Aquilo me atravessou. Eu me sentia a mesma. Ou pelo menos achava que sim. Não conseguia decifrar o que ele enxergava que eu não via. Homem complicado. Depois dizem que somos nós.

O silêncio voltou a nos envolver, dessa vez mais pesado.

-"Você vai me contar ou vai continuar falando por enigmas?"  perguntei, já cansada do jogo.

Ele respirou fundo.
-"Pela necessidade de compreender… pelo voto de confiança…  e isso fica entre nós."
Jurei com beijinho e tudo mais que eu seria um tumulo que confidenciar a mim, e  então começou.

Edy voltou no tempo. Na adolescência. Na idade que eu tinha agora. E foi ali que percebi, o que eu sabia era apenas a superfície.

O que ele estava prestes a abrir não era uma simples confissão.
Era a caixa preta, e algumas caixas, quando abertas, nunca mais permitem que você volte a ser quem era antes.

Conheça mais clicando no link abaixo da imagem

A CAIXA PRETA DE EDY
A CAIXA PRETA DE EDY - A RAINHA E SEU MACHO ALPHA


Durante o relato, fui atravessada por sensações conflitantes. Fiquei molhada. Fiquei com raiva. Com tesão. Com ciúmes. Apaixonada. Perdida.


Era como se cada palavra de Edy me atropelasse sem freio e, ainda assim, eu sentia que ele não tinha contado tudo.

Havia lacunas. Pequenos silêncios estratégicos. Detalhes que ele parecia poupar… ou esconder.

Eu tentava me controlar. Não queria soar invasiva. Nem a mulher insegura. Nem a chata que estraga a confissão. Mas a dúvida queimava.

Olhei para Edy. Havia algo nostálgico em seu semblante como se parte dele quisesse voltar no tempo e impedir o ato que desencadeou tudo.

Não resisti.
-"Se pudesse voltar no tempo e corrigir os erros… você faria?"

- "Não."  respondeu seco, sem hesitar.

O “não” caiu pesado.

-"Por que não?"

Ele respirou fundo antes de dizer:
-"Talvez porque, naquele momento, eu não estivesse preparado para dividir a pessoa que amei…"

E então me encarou, firme, quase cruel:
-"…como estou agora, depois que você me pediu para sair com outros."

Aquilo entrou como uma lâmina. Uma facada limpa. Antes que eu encontrasse forças para rebater, ele se levantou, aproximou-se, me beijou. Um beijo calmo demais para a violência da conversa e murmurou:

"- Vamos digerir isso. Continuamos em outro momento… para o nosso próprio bem-estar."

Pela primeira vez, Edy me virou as costas. Fiquei ali. Sozinha.

No caminho de volta para casa, minha mente repetia a cena obsessivamente. Eu me via ali, passiva, observando, permitindo. Aquela imagem me perseguia. Nos pensamentos. Nos sonhos.

E, para minha própria surpresa… aquilo me excitava.

Havia algo novo nascendo dentro de mim. Algo desconhecido. Proibido. Eu não entendia completamente mas gostava de sentir.

Naquela noite, deitada na cama, minha masturbação foi diferente. Mais intensa. Mais crua. Dedilhava-me imaginando Edy experimentando cada uma das rolas que um dia eu senti, na minha cabeça fluia uma suruba entre homens. Imaginava seus olhos. Sua entrega. Seu prazer.


Era insano. 

Eram desejos perigosos.

Desejos que poderiam, sim, se tornar reais.

Ou talvez já estivessem mais próximos do que eu queria admitir.

Se isso foi apenas o começo…
então você ainda não sabe o que realmente está guardado em A Caixa Preta de Edy.


Ref.: 1998 #0032

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET





sexta-feira, 30 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 4 A casa caiu. . .

 O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 4

A casa caiu. . . 

...era exatamente assim que eu me sentia. Tudo em mim contradizia as reações de felicidade de Edy, que parecia não desconfiar de nada. Minha mente fervilhava com a dúvida: contar ou não contar o que aconteceu durante sua ausência?

Edy falava sobre os dias trabalhando fora, da saudade, dos desejos que sentia por mim, entre outras tantas coisas. Perguntava se meus pais já tinham se acalmado. Quando eu ia perguntar algo, congelava, com medo de que ele viesse me confrontar.

A sensação de pânico foi diminuindo ao longo da conversa, durante o jantar e enquanto caminhávamos pelos corredores do shopping. Até que Edy entrou em uma loja de alianças, começou a dar início ao nosso futuro. Naquele momento, me senti angustiada por estar sendo tão desonesta e desabei em lágrimas. Edy tentou me consolar, sem entender nada do que eu dizia, entre soluços e confissões embaralhadas.

Em um lugar mais calmo e reservado, eu tentava me recompor, mas voltava a chorar. Até que, em meio às lágrimas, desabafei:

" - Traí sua confiança... não sou uma mulher digna..."

Fui interrompida por Edy, que me abraçou e tentou me consolar:

"- Shhhhiu... Não diga nada. Acalme-se primeiro."


Ficamos parados, um observando o outro. Meus olhos estavam vermelhos de tanto chorar. Então, Edy sugeriu:

"-Vamos a um motel?
"- Mas... estamos com clima pra isso?"
"- Hoje vamos fazer diferente. Confie em mim."

Esse “confie em mim” vindo de Edy me deixava desconfiada. Depois do episódio do bambu, eu fiquei mais esperta. Perguntei:

"- Sem bolsa dos prazeres? Sem nada... anormal, né?"
"- Sim. Já te falei que motel não é só pra sexo."
"- Sim... mas sempre acaba em sexo " respondi, rindo discretamente, o que também arrancou um sorriso dele.

Confiei. No fim das contas, eu já estava ferrada mesmo, não tinha mais nada a perder... pensava eu.

No motel, sentada na cama, enquanto Edy estava na cadeira me observando, ele perguntava, com carinho, tudo o que havia acontecido. Um nó subia na garganta e a voz simplesmente não saía.

"- Sem chorar, começa: Era uma vez..."  , disse ele.


Repetiu a frase algumas vezes, até que comecei a relatar, de forma parcial, o que havia ocorrido. Edy reformulou a pergunta e me deu mais uma chance de falar. Não estava bravo, pelo contrário, parecia levar bem o que eu dizia. Então recomecei, e, dessa vez, contei tudo inclusive a besteira de ter transado sem camisinha e ele ter gozado dentro. A impressão que tive é que ele já sabia de tudo, só queria a confirmação.

Relatei também o susto que passamos quando a noiva do Matheus quase nos pegou. Parei de falar ao notar a expressão de Edy mudar. Ficou diferente, pensativo. Levantou-se, deu uma volta pelo quarto e foi até o banheiro, onde entrou debaixo do chuveiro.

Mesmo sem ser convidada, esperei alguns minutos e resolvi entrar também. Lá, ele me abraçou com força, o semblante triste. Fazia carícias. De repente, segurou minha cabeça, olhou profundamente nos meus olhos e me deu aquele beijo ardente sua marca registrada. Um beijo capaz de me fazer gozar. Era tão bom sentir aquela sensação novamente.


Saiu do banho perguntando se eu queria algo do serviço de quarto. Quando retornei, Edy se aproximou de mim e disse:  "- Eu preciso me desabafar. Preciso que me ouça sem julgamentos..."

Falava de forma perturbada e estranha; nunca o tinha visto assim. Pedi que colocasse tudo para fora, que despejasse sua raiva,cfosse o que fosse.

E então ele começou:

"-  Sabia que algo ia acontecer, mas não imaginava com quem, nem até onde chegaria. Estou com uma raiva ainda maior da sua mãe  e ela vai pagar com a língua dela. Seu pai então... aff, outro dois caras... "

(Pausava a narrativa por instantes.)

"- Você é muito ingênua. Tá querendo virar galinha? Puta? Não pensou em mim, saindo com alguém do trabalho? Corno eu? É isso mesmo? Andar pela empresa desfilando com um par de chifres? Pensa pequeno, uma piveta..."

(Nova pausa notória raiva subindo e mantendo-se no controle)

"-  Não se come a carne onde se ganha o pão" ,  citava, pausava, e continuava:

"- Eu quero você. Te amo. Você é minha mulher porra !!" 

(Enfatizava, com convicção. Me dava orgulho ouvir meu valor sendo reconhecido.)

 "- Você tem capacidade de ser muito mais do que é, mas precisa ser mais esperta, mais atenta. Sei que está se conhecendo no sexo, está se descobrindo... Não quero que seja apenas mais uma na minha vida."

(Percebia mágoa em seu passado. Olhando nos meus olhos, dizia com firmeza:)

"-  Ouça, preste atenção. Eu vou te realizar além do que você possa imaginar. Saiba dar tempo ao tempo... "

E então me abraçou com calor e afeto.

Não havia clima para nada íntimo, ficávamos deitados, conversando. Edy queria saber todos os detalhes,  como foi, o que senti, quais eram minhas expectativas ao sair com Matheus. Eu contava tudo.

No sexo anal, eu tenho mais prazer com o pau do Matheus, por ser menor que o seu.  Edy explorava meu prazer, buscava detalhes e mais detalhes, a conversa seguia entre toques em meu corpo, percorria minha virilha, chegando até minha buceta, que já estava molhada de desejo...

" As recordações te excitam? "  perguntou.

"-  Os meus desejos, sim. O que podia ter sido diferente..."  respondi, já perdendo o fio da conversa, distraída pelos dedos dele dedilhando meu grelo. Edy me desejava, o olhar dele era claro, queria me perdoar num gesto de entrega.


Ele se levantou, foi até o carro e voltou com uma venda. Colocou-a em mim, deixando-me deitada, e sussurrou ao meu ouvido:

"- Serei eu aqui, mas para você vendada, sou um estranho neste momento. Conduza como se fosse uma traição. Não tenha medo, se solte..."

Gozei inteira só com a proposta. Conheço bem o meu homem, ainda mais com as dicas da minha tia.

Edy me seduzia como um amante experiente. Seus toques eram diferentes, novas formas de senti-lo, o que me excitava profundamente. Ele chegava até meus pés, chupava meus dedos, e sua boca quente atiçava meus desejos. Veio a mim com beijos ardentes, segurando um dos meus pés, abaixando os dedos e deixando apenas o dedão exposto… eu sentia seu ânus ali. Meu coração pulsava com o prazer que ele me proporcionava, era tão intenso, tão claro.

Voltou a me beijar, dos seios até a boca. Eu segurava seu pau duro como uma barra de aço pulsante. Com a outra mão, Edy chupava meus dedos enquanto colocava seu pau na minha boca. Aquela cabeçona não cabia por completo, e eu sentia sua mão guiando a minha, até que meu dedo adentrou o cu dele. Inexperiente, eu não fazia nada, só deixava ele conduzir. Era estranho não ver nada e, mesmo assim, sentir tudo. Na minha mente, surgia a conversa com Matheus, me perguntando se Edy gostava de rola…


Edy me colocou de quatro, ouvi o som da camisinha sendo aberta. A penetração foi diferente, ele entrava devagar, conduzindo, e, ao mesmo tempo, seus dedos estimulavam meu grelo, aguçando ainda mais meu desejo. Após sua ausência, sentir aquele pau me invadir até o talo era enlouquecedor; parecia que ele alcançava minha garganta.

Os orgasmos vinham intensos, do jeito que ele me possuía, abraçando-me por trás, moldando meus seios. Na posição de quatro, Edy sussurrava palavras de humilhação no meu ouvido, como:

"- Tá igual uma cadela no cio, saciando sem precisar olhar pra esse rosto de vagabunda…"

Me senti ofendida e  tentei sair, Edy me segurou firme e enterrou o pau com força.
"- Me larga!" pedi.

Ele me deu um tapa na bunda. Depois outro.
"- O próximo é com o bambu."

Parei, me controlei, deixei Edy me usar. Mas, naquele momento, meu tesão acabou. Percebendo me virou de frente e voltou a me possuir. Eu já não tinha mais tanto ânimo, até que ele voltou a sussurrar:

"- Fala, Edy, você é um corno…"

Fiquei em choque. Ele pediu mais uma vez. Era demais pra minha cabeça. Insano, tem pegadinha. . .

... e na terceira vez, eu disse:

"- Você é um corno."

Edy segurou firme meus pulsos e mandou repetir mais alto

"- EDY, VOCÊ É UM CORNO!" ,  gritei.

E foi ali que senti seu pau crescendo ainda mais, ele se excitava com aquilo. Voltei a me empolgar, a rebolar com vontade, a xingá-lo. Nos finalmentes, ele tirou a venda dos meus olhos, me encarou e  declarei:

" -Te amo, meu corninho…"


Tirou o pau e gozou no meu rosto,  o chupei ainda latejando, enquanto ele continuava a gozar, em seguida Edy me beijava, mesmo com meu rosto lambuzado de esperma, sem se importar. Era insano. Doentio. Mas real.


Depois de nos recompor no banho, voltamos para casa. Eu tinha horário pra chegar, meus pais eram rígidos, não permitiam que eu dormisse fora. Voltamos como se nada tivesse acontecido.

Todo o medo e o terror que dominavam minha mente na ausência dele, se dissipavam com a sua presença. Na porta de casa, com meus pais espiando pela janela, Edy disse:

" -Não brigue com eles. Entre feliz e sorridente. E lembre-se: jamais faça isso de novo. A chance é única. Eu te amo muito.

No meu quarto, meu paraíso, agradeci em silêncio e chorei de alegria. Eu estava praticamente com o pé na rua… e fui resgatada. Valorizada. Ainda tinha muito a amadurecer.

Ref.: 1995 #0009

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


terça-feira, 20 de maio de 2025

O COMEÇO DE TUDO - O PRIMEIRO ATO

O COMEÇO DE TUDO

O PRIMEIRO ATO


O COMEÇO DE TUDO

Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionário fixo, e aparecia sempre que era solicitado.
Não sei por qual motivo se encantou por mim. Eu, magrela, sem peito, sem bunda... uma verdadeira tábua. Não me achava atraente e também não via Edy como um possível pretendente.

Tínhamos uma diferença de idade considerável, dez anos e, além disso, eu estava prestes a ficar noiva do Daniel. Nossas famílias torciam para que o noivado e, em seguida, o casamento acontecesse logo.
Era virgem. Mas tudo mudou quando, certo dia, aceitei uma carona do Edy até minha casa. No caminho, ele parou o carro e, inesperadamente, roubou um beijo meu. Foi tão inesperado que me molhei inteira. O beijo era delicioso, ardente, sedutor, diferente de tudo que senti, quando ele fez uma pausa para me dizer alguma coisa, fui eu quem o atacou. Nos beijamos ainda mais, intensamente.


O PRIMEIRO ATO


À noite, na cama, acabei me masturbando. No dia seguinte, dava pra ver claramente no meu rosto que parecia que eu tinha virado a noite em alguma festa.
Edy era  e ainda é  muito objetivo, focado. Sabia como me conquistar, sem pressa, sem afobação. Ele sabia dosar. Estava me ganhando, pouco a pouco.

Em uma dessas caronas, Edy colocou a mão na minha buceta. Segurei sua mão e disse que era virgem. Ele riu da minha cara, dizendo que isso era raro. Mesmo assim, insistiu que só ia acariciar, sem colocar os dedos. Me derretia com os beijos dele e com os carinhos da sua mão na minha buceta, que ficava toda lambuzada.

Em outra carona, ele tirou o pau pra fora. "UAUUU"  pensei. Perguntei se aquilo era real. Ele ria enquanto colocava minha mão sobre ele. Uma pica grossa, cabeçuda, grande, principalmente se comparada com a do Daniel. Só conhecia essas duas rolas. Edy guiava minha mão para segurá-lo. Só com aquilo, acabei gozando de tanta excitação. Ele passou os dedos na minha buceta e, em seguida, lambia, me provocando ainda mais desejo. Sentia o pau dele latejando. Naquela noite, sonhei com aquela rola, um sonho delirante.




A PRIMEIRA VEZ
No dia seguinte, fui ousada. Atacada pelo desejo, enquanto ele dirigia, me abaixei e chupei gostoso. Mal cabia na minha boca, e eu sentia aquela cabeçona vermelha pulsando. Edy ficava preocupado com a ideia de sermos pegos no flagra. Tinha receio de pararmos em um lugar qualquer na rua e sermos assaltados.
Acabou me convencendo a irmos a um motel, onde poderíamos ficar mais tranquilos e seguros. Aceitei. Disse em casa que teria uma reunião com colegas da empresa e que não voltaria cedo.
Assim fomos, eu tremendo de ansiedade, emoção, com medo de alguém nos ver. Era a primeira vez, e Edy tentava me acalmar, dizendo que motel não era apenas para sexo. Fui na conversa dele.

Dentro da suíte, Edy me beijava loucamente. Eu estava pirando com as novas emoções. Ele começou a me despir, e eu o interrompia: era só uma conversa, uns amassos, uma sensação de segurança por estar ali. Mas ele emendou um beijo e sussurrou: "Vamos aproveitar o calor do tesão e tomar um banho." Aceitei, com a condição de que não rolasse nada.

Edy foi me despindo, elogiando meu corpo, me seduzindo com palavras e desejo. Retribuí, tirando a roupa dele. Fui conduzida até o banho, onde fui ensaboada e cortejada. Ele parecia ler minha mente, percebia que algo me incomodava. Perguntava, e eu dizia que era a consciência pesando por Daniel. Eu já não sentia tesão por ele, e estar num motel já parecia traição.

Edy rebateu: “Ao menos você está enxergando algo melhor pra sua vida. Sentindo coisas que ele não te dá. O máximo que pode acontecer é você ficar com ele, olhar pra ele e pensar: 'Daniel, você é um corno'. Ou até casar com ele e ter que buscar outro homem pra saciar seu fogo.” Eu ria da naturalidade com que ele falava.

Fui relaxando. Ele me enxugava como um servo, submisso, assim ele se dizia ser meu mucamo, meu escravo. No banheiro, ajoelhou-se aos meus pés, os secou, beijou, elogiou e lambeu. Eu amava sentir tudo aquilo. Saímos do banheiro e fomos pra cama, trocando olhares intensos. Ele me beijava, percorria meu corpo com sua língua habilidosa. Quando chegou à minha buceta e passou a língua sem pedir permissão, tremi. Me assustei. Gozei intensamente pela primeira vez, bem intenso e diferente de minhas siriricas. Puxei Edy pelos cabelos, olhei nos olhos dele e pedi que não fizesse aquilo de novo. Ele não  questionava,  me calava com beijos.

As coisas foram acontecendo. Na minha cabeça, uma mistura de decisões. Comparava com Daniel, que nem chegava perto disso. No meio dos meus pensamentos, Edy sussurrava no meu ouvido: "Daniel, você é um corno." Fiquei brava, ia discutir, mas fui interrompida:

- Seja minha namorada, minha noiva, minha esposa. Simples assim. Te desejo, te quero. Não quero que você seja só uma aventura. Vem ser minha mulher.

Fiquei aquecida com o beijo. Ele voltou aos meus pés, passou a língua pelas solas, subiu pelos dedos, chupando e beijando. Subiu pelas pernas com ardência e caiu de boca de novo na minha buceta, agora com mais tesão. Pedi para ser possuída: "- Me faça sua mulher."

Edy subiu, olhou nos meus olhos e pediu para eu repetir. Queria a confirmação de que eu entregaria minha virgindade. Respondi, feliz: "- SIM."

Ele me beijava, me seduzia com as mãos, com a língua "ohhh, língua safada",  descendo, me chupando até tirar orgasmos. Subia me beijando. E, incrivelmente, aquela dor que tantas meninas falavam sobre a primeira vez... eu não senti. Só prazer. Edy soube me possuir de um jeito que, durante a penetração, eu só gozava. Tive tantos orgasmos que perdi o raciocínio. Era só tesão, prazer, muitos gozos. Sentia coisas que nem sei descrever. Foi romântico, carinhoso. Edy se controlava para não gozar dentro. Foi responsável. Seu pau saiu marcado de sangue e ele gozou jatos sobre meus seios e barriga.

Me assustei. Com calma, Edy passou o dedo no esperma no meu corpo, levou à minha boca, e eu lambi. Gostei da sensação, do cheiro, do gosto. Ficava com cara de “quero mais”. Ele repetia o gesto e me beijava em seguida. Só parou quando já estava quase toda limpa, me levando para um novo banho.

Me sentia segura o tempo todo. Me sentia valorizada, gostosona. Eram tantas sensações boas que já me imaginava uma mulher casada.



ORGASMOS SECRETOS E A VIDA DUPLA
O triste foi ser deixada em casa, com Daniel e meus pais me esperando, perguntando da demora. Estava se tornando uma rotina, Daniel como sombra, achando ter controle.  Pedi um tempo para tomar banho e me acalmar. No banho, não parava de pensar nos momentos com Edy. Comecei a me masturbar, sussurrando: "- Daniel, agora você é um corno... Te amo, Edy."

Gozei loucamente. Ao sair do banho e ir pra sala, minha aparência de “acabada” era visível. Mesmo sem vontade, Daniel me convenceu a sair naquela noite. E, com cara de pau, eu disse direto: "- Me leva pra conhecer um motel? "

Quase desisti. O “corno” hesitou, cheio de moralismo. Urgh. Mas fomos. E no fim, de tudo que estava dando errado, algo serviu para o certo. Com sua inexperiência, Daniel mal sabia o que fazer. Só chupava meu pescoço. Tive que ligar para o serviço de quarto pedindo camisinha. Queria aproveitar, já me sentindo mulher, para ver como seria com ele. Foi um desastre. O pau de Daniel não me dava o mesmo tesão que Edy. Perto dele, o de Daniel era um tira-gosto sem vergonha. Fora a pegada fria e mecânica sem emoções.  Acreditem ele me penetrou, gozou rapidinho, sem bombar, sem me dar prazer. O mais cara de pau foi ver a camisinha com marquinhas de sangue e achar que tinha me machucado. Aproveitei e dramatizei: "- Você tirou minha virgindade."  Ele mal valorizou o momento. Naquela noite, dispensei Daniel. Cheguei em casa cuspindo fogo. No domingo, ele apareceu com a mãe dele. Meus pais, buzinando no meu ouvido. Uma baixaria só. Passei o dia chorando.

Mas a segunda-feira... Ah, a segunda-feira! Edy me pegou no ponto de ônibus para irmos trabalhar. Trouxe mimos, um anel solitário e um cartão com sentimentos. Ganhei o ano com aquele gesto. E dessa vez fui eu quem roubou o beijo: um beijo longo, ardente. E fomos juntos, felizes, para o trabalho.

Edy me perguntou como tinha sido o final de semana, e contei tudo o que aconteceu. Mesmo sem jeito, acabei comentando o lance do motel. Ele olhou para mim, meio rindo, meio intrigado, e soltou:
"- E quem é o corno?
Eu ri e rebati:
"- Como assim, quem é o corno? Ele, claro... ou vocês dois?" ( risos) 

Edy também riu, mas percebi que ficou pensativo. Não queria magoá-lo, então expliquei como a situação acabou nos favorecendo. Ele apenas disse:
"- Não quero que isso se repita. E, caso tenha alguma intenção novamente, me avise antes. O corno do Daniel perdeu. Página virada, morreu o assunto."

Eu amava essa forma firme de impor as palavras e fazer as coisas acontecerem. Ele sempre me surpreendia. Pediu para que eu marcasse uma consulta com a ginecologista o quanto antes, e disse que me acompanharia. Aquilo mexia comigo. Sempre odiei ir ao ginecologista, então marquei com uma mulher. O da família poderia comentar algo com minha mãe, e eu não queria que ela soubesse de nada.


SUBMISSÃO E DOMÍNIO
Encerrado o expediente, fomos ao motel. Edy estava com aquele olhar safado que me enlouquecia. Na cama, ele me derretia em prazer. Tivemos orgasmos múltiplos, e eu me soltava mais a cada vez, me redescobrindo no sexo.

Numa das transas, arranhei as costas dele com força, cravei minhas unhas, ele urrou de prazer, e senti seu pau ir além. Acabei sangrando de novo, mas Edy me tranquilizava e me envolvia em novas descobertas. Me virou de bruços, abriu minhas nádegas e senti sua língua invadir meu cu. Perdi totalmente a noção. Só voltei à realidade quando a dor falou mais alto. Edy já estava com a rola toda enterrada, até as bolas. Eu tremia, um misto de dor e prazer. Ele só pedia para eu relaxar, não resistir. Teve uma hora em que eu disse que estava com vontade de ir ao banheiro, e ele, com calma e habilidade, aliviava o incômodo sem tirar o pau. Ficamos ali, em carícias intensas, até ele encher meu cu de porra. A sensação me alucinava , cheguei a ter a impressão de ter gozado pelo cu. Minha buceta escorria, sujando um pouco a cama com sangue. Sim, essa rola me fez sangrar algumas vezes até eu me acostumar com o tamanho do dote.

Fiquei com o pau de Edy dentro de mim até ele amolecer e escorregar para fora. No banho, ele me surpreendeu: pediu que eu me ajoelhasse no box e, de repente, urinou sobre mim, do pescoço para baixo, dizendo:"- Estou marcando território."  Na hora, fiquei com mil pensamentos na cabeça. Mas depois, ele explicou e eu, receptiva, admirava seus atos.




Antes de deixarmos o motel, Edy ainda me seduzia com beijos e carinhos ousados. Eu o punhetava, sentindo seu pau pulsando na minha mão. Ele sussurrou no meu ouvido:
"-Hoje você volta para casa completa... de realizações. Abre a boca e engole tudo."

Edy direcionou o pau para minha boca e despejou seu leite quente. Ordenava:
"- Engole tudo. Chupa ele. Limpa tudo."

Guiou minha mão para segurar sua rola, e eu a chupava e punhetava com prazer genuíno. Tudo aquilo era novo para mim, mas delicioso. O sabor da porra, o olhar satisfeito dele, o beijo melado que me deu em seguida... era tudo encantador. Nada do que minhas amigas diziam se comparava ao que eu vivia com Edy. Cheguei em casa acabada, com vontade de quero mais. Ainda havia muito a resolver sobre o envolvimento dele com minha família. Nos dias seguintes, o sexo ficou ainda mais intenso, especialmente após a consulta com a ginecologista. Quando saímos do consultório, chorei nos braços dele, aliviada por saber que estava tudo bem. Ter alguém comigo naquele momento desconfortável significava muito.

Voltando pra casa, pedi que me levasse ao motel. Lá, pela primeira vez, senti o gozo de Edy dentro da minha buceta. Foi surreal. Os orgasmos intensos me deixaram em transe.

Já vestida, pronta para ir embora, Edy me puxou, abaixou minha calcinha e me inclinou contra uma mesa. Me possuía de pé, rápido e fundo, até me encher de porra mais uma vez. Subiu minha calcinha e disse: "-Se vista assim, toda gozada."

Aquilo me deixou em brasa. Abaixei, chupei e limpei sua rola com vontade. No caminho de volta, ele me falou do propósito daquilo tudo:

"-Você vai deitar no quarto, do jeitinho que está, e vai me sentir intensamente."

No quarto, me despi aos poucos, de olhos fechados, sentindo o cheiro da porra de Edy, sentindo sua presença. Me masturbei misturando meu gozo ao dele. Chupava meus dedos cobertos de nossas essências, cheirava minha calcinha melada, e me perdi em mim mesma. Acabei dormindo. Acordei de madrugada, com um tesão fora do comum. Me toquei de novo, gozei forte... e só acordei ao amanhecer.



O DESEJO NÃO TEM FIM
Em casa após rompimento com Daniel meus pais ficavam no meu pé, questionando com "por quês", não aceitavam Edy como um bom partido para me relacionar. . . 

. . . e com Edy a cada novo encontro, meu corpo se tornava menos meu. Eu já não comia pensando em comida, não dormia pensando em descanso. Eu só pensava em Edy. Em seu cheiro. Em sua voz. Em seu gosto. E principalmente… em sua rola. Latejante. Pesada. Mandona.

Era como se tudo em mim tivesse sido reprogramada. Eu não vivia mais, eu ardia. Nosso envolvimento já tinha ultrapassado qualquer limite imaginável. Não era mais sobre sexo. Era sobre domínio. Sobre se entregar a um homem que sabia exatamente o que fazer com uma mulher faminta como eu.

No carro, me virei pra ele, os olhos ainda marejados, e sussurrei: "- Quero você… agora!"

Ele apenas ligou o carro e foi direto ao motel. Como quem já esperava por isso. Como quem sabia que eu estava à beira de um colapso de tesão.

Chegamos ao quarto e eu já tirava a blusa enquanto ele trancava a porta. Me despi com pressa, o olhar fixo nele, implorando."-Fode minha buceta. Me faz tua de novo."

Edy me deitou, tirou a roupa, nu ficou com seu pau pulsando. ele me olhava como um lobo pronto para devorar sua presa. E eu… só queria ser comida.

Ele me penetrou com vontade. Firme. Fundo. Sem perder tempo. Seu pau deslizando com facilidade, com gosto. Me segurava pelas pernas, as mãos fortes marcando minha pele, os gemidos dele no meu ouvido.

"- Sinta como ela te engole… " dizia, enquanto metia.

"- Ela é tua… tua buceta… tua putinha… " gemia de volta, os olhos virados, a alma fora do corpo.

Gozei duas vezes antes dele gozar. Senti o jato quente dentro de mim, preenchendo tudo. Fiquei ali, arfando, com o corpo tremendo, suada e sorrindo como quem acabou de ganhar o mundo.

Mas ele não havia terminado, me negou o banho, me fez se vestir suada e gozada sussurando ao ouvido: "-Vai pra casa assim. Vai dormir sentindo o gosto de mim em cada canto teu."

No carro, me olhava como quem acabava de marcar território e passava instruções: " - Quando chegar, se deita nua. Fecha os olhos. Se toca sentindo o cheiro da minha porra. Masturba até dormir. Quero que tua última lembrança do dia seja meu gosto escorrendo de ti.

Cheguei em casa trêmula. Entrei no quarto, tirei a roupa, mas deixei a calcinha… a mesma. Molhada. Grudada.

Em casa, meus pais só observavam a minha entrada e  em meu quarto me deitei, levei os dedos até ela, senti o líquido morno, úmido, escorrendo ainda. O cheiro me enlouquecia. Abaixei, lambi, chupei meus próprios dedos. Me toquei como ele mandava. Me masturbei com força, gemendo baixo, apertando os seios, roçando a calcinha na boca, gemendo o nome dele.

"- Edy… ahhh Edy… me goza toda de novo…" Gozei com força. Tremendo. E dormi com o gosto dele na boca, entre os dedos e dentro de mim.

Mas ainda não era o fim. Com Edy, o desejo não tinha fim. E eu… já não sabia onde terminava a luxúria e começava o amor.


INTENSA SUBMISSÃO
Os dias, as semanas, meses passavam e minha vida se dividia em duas realidades paralelas: a da filha exemplar, da moça "de família"… e a da fêmea insaciável que, ao lado de Edy, se despia de qualquer moral e se tornava pura luxúria, carne, pecado puta submissa.
Edy me moldava. Era como se ele enxergasse partes de mim que nem eu mesma conhecia. Desenterrava desejos ocultos, fantasias proibidas, vontades sujas que nunca confessei a ninguém, nem em pensamento.



Cada motel era uma iniciação. Cada toque dele, um gatilho. Cada ordem, um convite ainda mais  à submissão.

Numa sexta-feira, após o expediente, Edy me olhou como se já estivesse dentro de mim.
"- Hoje eu quero te usar como puta vadia. Vai fazer tudo que eu mandar, dizia com o olhar firme.

"Sim, Edy… respondi sem hesitar. Já molhada.

No quarto do motel, ele me despiu devagar. Me colocou de joelhos no centro da cama, amarrada, vendada, nua, com minha buceta  bem à mostra, como presente.

"- Não fale, só sinta" percebia que ele circulava ao meu redor. Me tocava com as pontas dos dedos. Deslizava a língua pelas minhas costas, lambia minha nuca, sussurrava palavras de posse. "- Sua buceta é minha. sua boca,  sua mente,  seu cu, hoje te usarei como objeto"

Me penetrava com os dedos, lentamente. Depois os tirava e enfiava na minha boca. Eu chupava com gosto, como se fosse sua rola. Sentia o sabor de mim mesma, e aquilo me deixava ainda mais entregue.

"- Você ama ser minha putinha, né?
"-  Amo… , sussurrei entre lambidas e suspiros. "-Amo te servir…"

Sentia ele se abaixando atrás de mim e, sem aviso, me possuiu inesperadamente, minha buceta ardeu com a bruta penetração se misturando com prazer, desejos , tesão , socava aquele pau sem dó. De quatro, socava rápido aquele dote duro. As estocadas ecoavam pelo quarto. As minhas carnes batiam contra o corpo dele. Me segurava com força pela cintura. E então… parou. Se afastou, me deixou deitada, desamarrada e escancarada. Voltou com a rola em minha boca, segurou meu rosto enfiando seu pau ordenando  que eu chupasse como se minha boca fosse minha buceta. Edy enfiava aquele pau no limite de minha capacidade, eu babava nele, ia e voltava com o pau pedindo para eu esconder os dentes,  falando em tom de ordem "- Use os lábios, use os lábios" sendo contida com suas mão segurando minha cabeça , ofegante dizia para engolir rápido e logo veio seu orgasmo enchendo minha boca de seu leite quente, eu engolia rapidamente , Edy percorria seu pau em meus lábios colhendo o que escorria e devolvendo para eu tomar e limpar seu pau, e eu gozei ali mesmo, só com o tom de voz dele.

Nos beijamos e me conduziu para o banho, de joelhos urinou em mim mais uma vez. Quente. Lento. Marcando cada parte do meu corpo. O cheiro me entorpecia. Eu não me importava mais com o certo ou o errado. Ali, só existia uma verdade: eu era dele.



"- Tá sentindo? Isso é posse. Isso é o meu cheiro em ti. E, com um sorriso, me beijava e me limpava com a língua. Após o banho voltamos à cama, e ali, ele me fez chupar seu pau novamente, punhetava chupando ate vir seu orgasmos e  engolir cada gota de gozo que despejava. Eu lambia sua rola, chupava até doer os maxilares. Ele sorria, me acariciava os cabelos, me batia levemente nas bochechas.

"- Minha putinha perfeita… minha mulher."

Naquela noite, antes de irmos embora, ele me fez uma proposta. Os olhos ardiam, a respiração pesada.

"- Quero te iniciar em mais fetiches, por sua coleira de cadela, com meu nome. . . . 

Fiquei muda, molhada, com  coração disparado, interrompia sua fala: 
"- Sim. " respondendo sem pensar, sem imaginar o que estaria por vir . . . 

...eu não era mais apenas uma mulher iniciada no sexo.
Eu era uma propriedade. E amava cada segundo dessa escravidão prazerosa.


Ref.: 1994 #0001
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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