O JOGO DA SUBMISSÃO
Entre a Coleira e o Desejo
Reencontrar Edy após a viagem com minha mãe não me assustava mais. Edy sabia que tinha ganhado chifres e só aguardava eu confirmar, só que desta vez foi tudo diferente, por mais que eu desejasse contar, era ignorada, não queria saber do que aconteceu, comportamento frio de uma pessoa calculista. Dias depois minha tia vinha falar comigo de comentários que estava rolando na família do que aconteceu entre eu e meus primos, tais comentários logo na boca de minha mãe, e chegando em casa com Edy, o barraco foi feito.
Diretamente Edy foi chamado de corno por minha mãe e eu de galinha, piranha, puta e assim vai, rotulagem familiar não faltou. A irritação de Edy perceptível com que estava ocorrendo e presenciando, tomar uma surra da mãe na frente do namorado, classificado de frouxo e corno pelos pais, era muita humilhação no meu ponto de vista, a frieza tomava conta de Edy.
Dia seguinte, Edy me passou o sermão, queria que eu fosse independente de meus pais, me tratava de mimada, relatava sua paciência no limite, eu fingia que escutava. Eu estava sufocada e controlada pelos pais, e em um momento de prazeres transando com Edy , pedia para ele me engravidar, relatava que seria uma alternativa para sair de casa, porém Edy não foi receptivo com essa sugestão, deu a maior broxada sendo uma decepção para ambos o ocorrido.
Reconheço que falei na hora errada, e compliquei a pouca confiança que Edy tinha por mim. Guardava em segredo o tesão de ser pega sem consentimento, a recordação daquele momento durante a noite me fazia ficar molhada e em alguns casos chegar ao orgasmo só de recordar tal ocorrido.
Reconheço que falei na hora errada, e compliquei a pouca confiança que Edy tinha por mim. Guardava em segredo o tesão de ser pega sem consentimento, a recordação daquele momento durante a noite me fazia ficar molhada e em alguns casos chegar ao orgasmo só de recordar tal ocorrido.
A ociosidade de nossa relação me preocupava, eu tentava me manter comportada, no trabalho olhares, cantadas, conversas e etc estavam aos olhos e ouvidos de Edy, em rédea curta, rendida a submissão. Em um sábado à noite fomos a casa de um casal conhecido de Edy, bairro chique, belo condomínio.
O elevador subiu em silêncio, e eu podia ouvir o som do meu próprio coração, como se cada batida anunciasse algo que eu ainda não conseguia nomear. Carregava em mim uma mistura de curiosidade e medo, aquela vertigem que antecede o desconhecido. Quando a porta se abriu, o perfume de Sílvia veio antes da sua voz. Delicioso, firme, envolvente, uma mulher encantadora, fixou seus olhares em mim que fiquei sem graça e a ousadia de beijar Edy em selinho me deixou irritada, gelo quebrado por ela mesma pedindo para não ficar irritada que "ainda não tinha arrancado pedaço".
Em seguida adentrava Fábio, um puta homem gostoso, loiro tipo Deus grego, se apresentava e ele me dava um selinho e tenho que confessar que me fez molhar a calcinha. Silvia observou tudo e voltou a comentar "Viu, como não tira pedaço!"
O elevador subiu em silêncio, e eu podia ouvir o som do meu próprio coração, como se cada batida anunciasse algo que eu ainda não conseguia nomear. Carregava em mim uma mistura de curiosidade e medo, aquela vertigem que antecede o desconhecido. Quando a porta se abriu, o perfume de Sílvia veio antes da sua voz. Delicioso, firme, envolvente, uma mulher encantadora, fixou seus olhares em mim que fiquei sem graça e a ousadia de beijar Edy em selinho me deixou irritada, gelo quebrado por ela mesma pedindo para não ficar irritada que "ainda não tinha arrancado pedaço".
Em seguida adentrava Fábio, um puta homem gostoso, loiro tipo Deus grego, se apresentava e ele me dava um selinho e tenho que confessar que me fez molhar a calcinha. Silvia observou tudo e voltou a comentar "Viu, como não tira pedaço!"
Edy, ao meu lado, mantinha a postura fria e calculada que já me era familiar. Eu tentava decifrar o motivo daquela visita, mas as palavras de Sílvia cortaram o ar com leveza e precisão:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
Fique sem jeito e acanhada, conversas diversas rolavam, observava como Silvia olhava para Edy descaradamente, não me recordo como chegou a conversa em saber como Fábio a conheceu, e Silvia falou a seco:
"- Eu era prostituta!"
Tossi, engasguei, cai na risada enquanto todos me observavam seriamente, pedi desculpas, ainda tossindo.
"- Fique tranquila, eu era garota de programa" , citava ela, "- Fabio me tirou desse caminho e hoje sou esposa dele. " completava
A noite seguia com conversas diversas, troca de lugares, ora eu falando mais com Silvia, depois com Fábio, e nessas Silvia retorna com duas sacolas tipo presente entregando a Edy uma com laço azul e outra vermelho.
Percebo Fabio muito animado pede licença e se ausenta do ambiente, Edy observa as sacolas e me entrega a de fita vermelha, recebi com um sorriso enorme de felicidade tipo "Oba presenteee!" quando abri , era uma coleira com guia, fechei o sorriso olhando com cara de tacho para os dois, em seguida entra Fabio somente de roupão com um volume avantajado marcando.
Edy venho a meu encontro, querendo colocar a coleira, fiz certa resistência quebrada por um beliscão e olhar de repressão, o mesmo fez Silvia com Fábio, porém ele aceitou todo animado.
Percebo Fabio muito animado pede licença e se ausenta do ambiente, Edy observa as sacolas e me entrega a de fita vermelha, recebi com um sorriso enorme de felicidade tipo "Oba presenteee!" quando abri , era uma coleira com guia, fechei o sorriso olhando com cara de tacho para os dois, em seguida entra Fabio somente de roupão com um volume avantajado marcando.
Edy venho a meu encontro, querendo colocar a coleira, fiz certa resistência quebrada por um beliscão e olhar de repressão, o mesmo fez Silvia com Fábio, porém ele aceitou todo animado.
Para mim a humilhação era grande e ficou pior quando Edy me levou ao banheiro querendo me despir e eu dizia:
" - NÃO !!"
Edy ignorava minhas palavras , eu resistia em ficar nua até levar um sutil tapa na boca seguido de:
" - Não quero resistências suas, se dedique para não ficar pior"
Contrariada me despi, Edy pediu para eu fechar as mãos e com fita isolante percorreu pela mão deixando meus dedos imobilizados, colocou a guia na coleira e me obrigou a ficar de quatro.
"- Isso sua cadelinha, viu como não é ruim !"
Me fez gatinhar de quatro até a sala sobre a presença do casal que já se encontravam praticamente nu, Fábio já estava posicionado de quatro. Edy me aproximava de Fábio que se comportava como um cachorro, me cheirando, lambendo, eu meramente achava aquilo ridículo sem poder contestar, era somente eu e meu pensamento....
Me fez gatinhar de quatro até a sala sobre a presença do casal que já se encontravam praticamente nu, Fábio já estava posicionado de quatro. Edy me aproximava de Fábio que se comportava como um cachorro, me cheirando, lambendo, eu meramente achava aquilo ridículo sem poder contestar, era somente eu e meu pensamento....
. . . até que a língua de Fábio adentrou na minha buceta, onde começou a lamber, aquele tesão de homem ao meu prazer, estava uma delicia aquela língua habilidosa. Edy se aproximou e retirou as guias de nós dois deixando somente na coleira, se abaixou e sussurrou para nós.
"- Se comportem como caninos, sem as mãos"
Fábio entendia bem o jogo, era perceptível , Edy veio a mim e voltou a dizer:
"- Você gosta de ser igual cadela, que seja e espero que não fique grávida, pois cachorro não usam camisinha" e se afastou com sorriso irônico e sarcástico.
Sentou e falou:
"-Chupa a rola dele agora cadelinha"
Adentrava por baixo de Fábio e via aquele dote grosso, delicioso, lambia e abocanhava o que podia.
Volte e meia desviava os olhos para Edy, e estavam trocando olhares e contatos com as mãos , como casal, isso me subia o sangue e logo que ofereci a ficar de anca exposta para ser retribuída por Fábio, mas aquele frouxo foi de quatro aos pés de Silvia, e os lambia venerando-a.
Edy me chamou como cachorra para ir ao lado dele, achei que ia me fazer lamber os pés dele também e foi pior, me fez lamber o cu de Fábio, relutei em não realizar, duas chineladas e um olhar foi o suficiente para eu realizar , eu lambia o cu de Fábio e Fábio era direcionado por Silvia a chupar a rola de Edy.
Volte e meia desviava os olhos para Edy, e estavam trocando olhares e contatos com as mãos , como casal, isso me subia o sangue e logo que ofereci a ficar de anca exposta para ser retribuída por Fábio, mas aquele frouxo foi de quatro aos pés de Silvia, e os lambia venerando-a.
Edy me chamou como cachorra para ir ao lado dele, achei que ia me fazer lamber os pés dele também e foi pior, me fez lamber o cu de Fábio, relutei em não realizar, duas chineladas e um olhar foi o suficiente para eu realizar , eu lambia o cu de Fábio e Fábio era direcionado por Silvia a chupar a rola de Edy.
Sentia Fábio contraindo sua bunda em minha língua, Silvia veio a mim, agarrando meus cabelos e abrindo com a outra mão a bunda de Fábio, ordenava a enfiar bem a língua no cu dele, era muita humilhação, me mantinha firme, mas com vontade de largar tudo e sumir. Chamada de inútil por Silvia, Edy vem a mim e retira a coleira de meu pescoço, passando para Silvia que recebe com largo sorriso.
A festa estava começando, Edy direciona Fábio para se deitar com a bunda empinada no braço do sofá, Silvia abre uma gaveta , abre um pote e começa a passar no rego de Fábio, Edy pega um preservativo na gaveta, coloca em seu pau. Eu não queira acreditar no que estava vendo, Edy cuidadosamente iniciava a penetração em Fábio, Silvia assistia orgulhosa o ato e eu ignorada no canto da sala como uma qualquer.
Eu não acreditava que aquele homem gostoso era "gay" refletia eu e meus pensamentos, Edy fazia Fábio se contorcer de prazeres a cada socada, Silvia deitada a sua frente e tinha os pés chupados , apreciados por Fábio que agradecia pelo momento.
Tão logo, Edy pegou o pau de Fábio colocando para trás, segurava firme em sua cintura e sussurrava
Tão logo, Edy pegou o pau de Fábio colocando para trás, segurava firme em sua cintura e sussurrava
"- Tu agora vai virar minha menininha"
Eu nem imaginava o que estava por vir
"- Vai ser a doméstica amanhã aqui em casa..." falava Silvia para Fábio em tom de provocação
Não demorou, Fábio começava a resistir ao prazer e Edy induzia a uma adrenalina de tesão, não demorou Fábio gozava sem se tocar, somente levando rola, O pau de Edy saiu imenso do cu de Fábio. Silvia pegou Fábio e o fez lamber a porra do chão, Edy veio ao meu encontro conduzindo a limpar o pau de Fábio. Eu estava realizando tudo de forma automática, submissa sem contestar, meus pensamentos fritavam "que porra estou fazendo aqui?" , limpei o pau de Fábio com a boca que nem consegui sentir o gosto de sua porra.
Edy e Silvia se retiraram da sala como um casal em harmonia partindo para algo mais quente, Fábio me levantou, tirou a fita isolante de minhas mãos e fomos para o banheiro, minha admiração por ele mudou, aquele desejo encanto, tudo ficou bagunçado na minha cabeça. Angustiada, Fábio me tranquilizava, fazia um dengo no banho e pedia para eu relaxar, ter calma que tudo ia se encaixar . . .
Suas falas eram muito confiantes, eu questionava e pedia para eu ficar quieta e curtir o momento. Saímos do banho , nos vestimos, fui procurar Edy e Fábio me segurou no braço dizendo que era para deixa-los sossegados que me levaria para casa.
"- Como assim? eu vim com Edy,. . ." e fui interrompida
"- Como assim? eu vim com Edy,. . ." e fui interrompida
"- Eu vou te levar e pronto, se contente que foi somente isso, pegaram muito leve com você". Falou determinado e foi me conduzindo pelo braço, só vi de relance Edy numa preliminares com Silvia, Fábio me conteve levando para o carro. Era nítida minha irritação, desrespeitei Fábio com algum comentário que não me recordo como ocorreu. Fábio parou o carro, me deu um esporro, me chamou de mimadinha e mandou eu ir refletindo pelo caminho o que tinha aprontado. Voltei calada, pensativa, me sentindo mais forte, não estava mais a chorona. . .
Ao chegar em casa, Fábio desceu do carro, abriu a porta, um verdadeiro cavalheiro e despediu com um ardente beijos e um cheiro no pescoço que despertou meu tesão, entrei em casa molhada esquecendo o que tinha ocorrido.
Em meu quarto pensativa, umas das frases de Silvia latejava em meus pensamentos:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
"MIMADINHA" Dito por Fábio, me sentia humilhada.
Pela manhã ao entrar na cozinha, não tinha dado conta das marcas deixada em meu pescoço, e não era de Edy....
"- Fábio, filha da puta." pensei alto

Em meu quarto pensativa, umas das frases de Silvia latejava em meus pensamentos:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
"MIMADINHA" Dito por Fábio, me sentia humilhada.
Pela manhã ao entrar na cozinha, não tinha dado conta das marcas deixada em meu pescoço, e não era de Edy....
"- Fábio, filha da puta." pensei alto

E foi inevitável meus pais não verem. Viram que tinha retornado com outro rapaz, meu pai fechou a cara olhando param minha mãe, e ela não perdeu tempo.
"- Será que agora adulta vai ter que apanhar de cinto? É puta agora? "
"- Será que agora adulta vai ter que apanhar de cinto? É puta agora? "
Agindo boca dura, respondendo e enfrentando minha mãe, meu pai não perdeu tempo, levei umas cintadas no lombo e sendo xingada por ele, corri e me tranquei no quarto deixando falaram até cansar. A dor da surra já não doia como antes, estava eu até rindo com lágrimas nos olhos, pensativa, reflexiva, não mas sentindo aquela dor de repressão . . . .
Ref.: 1996 #0021
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET















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