Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
segunda-feira, 4 de maio de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
PUTA DE PRIMEIRA VIAGEM
Emendei que ele ficaria na punheta e na imaginação, ao sair no carro Antônio foi ousado em me roubar um beijo, beijo de provocação, adoro homem ousado e atrevido. Fiquei com a buceta lambuzada que ao caminhar me dava mais tesão com o movimento, acredito que tive um orgasmo entre o caminhar e o imaginar.
Devido a consulta me contive com António, Sérgio e o Dentista, minha buceta vinha babando até a esperada hora, me sentia entregue antecipadamente aquele homem. No caminho me abri com Edy sobre a consulta e desejos. Edy não ficou com uma boa cara, percebi que ficou irritado, arrisquei brincar o chamando de "meu boizinho" , que estava falando, sem esconder nada.
Prometia e jurava ser sincera e transparente com ele. Edy parou o carro, deu umas surtadas, deixei ele descarregar, depois o beijei, sussurrei "eu te amo" , "...sou única e sua" e aparentemente se acalmou, se conformou.
O Dr. Gato dispensou a recepcionista, ela nos observava como sabia que ia acontecer, de início Dr. Gato só permitiu a entrada de Edy pedindo para eu aguardar. Edy foi instintivo e pediu que eu o acompanhasse, não temos nada a esconder e afirmava saber reais motivo do retorno. Dr. Gato olhou para nós com gesto de impressionado
No banho eu segurava aquele pau em ponto de bala, estava pulsativo e não baixava, e em certo momento abraçada por trás, aquele pau encaixou em minha buceta, uma apalpada aqui e ali , uma reboladinha entrou deslizando....
Gozei gostoso, saímos do banho e Dr. Gato se deitou no tapete do ambiente e pediu para eu mostrar o meu melhor a ele.
Em certos momentos ele se continha para não gozar, eu aproveitava provocar até me conteve, me colocando de 4 no sofá.
Ele foi até o armário e trouxe uma sacola com uns acessórios dentre eles uma mordaça de bola, algema e uma raquete de tênis de mesa ( brincadeiras a parte, vocês vão rir, não conhecia o acessório e foi o mais próximo que pude imaginar) Dr. Gato caiu em risos e claro, ficou algo tipo eu tirando onda dele.
Soltou as algemas e virou-me de frente, Dr. Gato socava com intensidade, aumentava o ritmo, e não era somente ritmo, seguia de humilhação verbal, encarava meus olhos com lágrimas e narrava meu pai me vendo sendo puta, que era tal mãe, tal filha, isso cortava meus orgasmos e prazeres, tentei sair do pau dele, sentou um tapa em meu rosto me chamando de puta, puta que gosta de ser bem vagabunda com macho, passou a me segurar forte sem deixar eu escapar, suas socadas ficaram mais firmes e fundas, volte e meia seu pau entrava e saia com folga de minha buceta, foi assim por vários minutos, até que entrou e foi fundo e lá parou e despejou todo seu calor dentro de mim, gozei junto com a sensação toda. Foram os orgasmos mais estranhos que tive.
Dr. Gato demorou a tirar o pau de minha buceta, nos beijamos ofegantes, seu pau latejava dentro de mim e começou a amolecer, escorregou sozinho a fora escorrendo seu leite em minhas pernas.
Dr. Gato perguntou e pediu para ser sincero com ele
-"Sua primeira vez como puta?"
Sinalizei com a cabeça meio envergonhada e falei timidamente
-"sim"
-"Puta de primeira viagem...."
-"....não me interessa se fazem por fetiche ou por prazer, adorei trepar com você, vou amar ainda mais na próxima vez com seu namorado junto, convence ele, não irão se arrepender." - disse Dr. Gato enquanto pegava minhas roupas e pedia para me vestir.
Queria ao menos me limpar e tomar um banho... (pensei alto)
Edy parou no caminho para uma conversa, querendo saber o que ocorreu, eu só dizia que conversamos disso amanhã, citava que estava cansada e tinha o problema de horário que estava muito fora do de costume.
Entreguei o envelope a Edy e mostrei o presente que ganhei, era um vestido vermelho, não tinha visto o cartão, quando li gozei involuntariamente.
Na realidade eu não estava bem comigo mesma diante do que ocorreu. Dentro de casa, tinha a sensação de ser muito vagabunda mesmo e diante do que transitou até chegar em casa, me sentia mais suave diante dos ocorridos, me sentia menos culpada, porém muito confusa. Tomei um banho rápido para dormir, meu corpo ardia todo até mesmo embaixo d´agua.
Na cama minha mente reprisava os momentos com Dr. Gato, me masturbava e colhia com os dedos o leite que escorria e chupava entre meus dedos, meus desejos aumentavam imaginando Edy junto e por pouco quase gritei no quarto quando gozei.
Ref.: 1998 #0037
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
terça-feira, 24 de março de 2026
DIGA COM QUEM ANDAS...
Entrar em casa depois de uma aventura de prazeres e dar de cara com Edy, sentado na sala ao lado da minha família, me congelou por completo.
Foi aquele tipo de congelamento que denuncia, o rosto fala antes de qualquer palavra, escancara que você estava exatamente onde não deveria. Minha vontade era mandar todo mundo embora dali, varrer aquela cena da minha frente. Ao mesmo tempo, eu precisava manter a compostura e honrar minha palavra com o Dr. Gato para a próxima consulta.
Vesti uma expressão neutra, quase insolente. Com a maior naturalidade possível, pedi que aguardassem, disse que já voltava e fui direto para o quarto. Tomei um banho tentando organizar os pensamentos, mas era inútil: tudo voltava àquela consulta ousada. Ainda sentia o gosto dele na minha boca. Meus pensamentos, soltos e quentes, foram interrompidos pela batida na porta, minha tia entrou sem esperar resposta.
Ela começou a falar sem rodeios. Contou toda a articulação que fez para que aceitassem Edy e para que ficássemos juntos. Esperava entusiasmo da minha parte, não encontrou. Meu silêncio a incomodou.
-"O que está acontecendo com você?"
Respondi de forma superficial, dizendo que estava saindo com alguém, um peguete, uma mentira dita com uma naturalidade que até me surpreendeu. Nem consegui concluir. Ela me cortou, desmontando qualquer tentativa de simplificar a situação.
Não fazia ideia da proporção que aquilo tinha tomado.
Segundo ela, eu estava “falada” no bairro. A nova “galinha”. Citava nomes tipo Cidinha, Maria, histórias que eu nem sabia que tinham se espalhado. Falava da preocupação dos meus pais, do peso dos comentários. Perguntou, ainda, se eu estava andando com uma tal de Carla. Nem sabia quem era.
A conversa foi interrompida pela voz do meu pai chamando da sala, impaciente com a demora. Estranhei ele ter se afastado, deixando minha mãe sozinha com Edy.
Na sala, todos reunidos, meu pai tomou a palavra. Falava com cautela, mas cada frase vinha carregada de intenção. Comentava sobre o que andava acontecendo no bairro, sobre meninas ficando mal faladas… e, com um olhar direto para mim, reforçava a importância de saber com quem se anda.
Sem rodeios, perguntou se nós realmente queríamos um namoro sério.
Defendeu minha imagem, disse que eu não era “mulher rodada”. Sorri por dentro, quase ri alto. Impôs condições: se fosse algo sério, que não se arrastasse por anos. Nada de namoro longo, no máximo dois anos. Depois disso, união.
Por dentro, eu vibrava. O consentimento da família me excitava de uma forma quase indecente. Edy sorria, com aquele ar de cafajeste que me desarmava completamente. Meu lado mais instintivo despertava, meu corpo respondia, quente, pulsante.
O horário avançava. Meu pai encerrou a conversa, praticamente me empurrando para me despedir de Edy.
Na garagem, longe dos olhares, não me contive. Beijei-o com intensidade, deixando a mão deslizar até o volume que endureceu imediatamente sob meus dedos. Sussurrei no ouvido dele o quanto aquilo tudo me deixava feliz. Ele respondeu da mesma forma, palavras baixas, sorriso satisfeito.
Ao voltar para dentro, indo em direção ao quarto, encontrei minha mãe e minha tia com uma guia médica nas mãos.
-"Por que você não vai mais ao ginecologista da família?"
-"Não quero ninguém interferindo no que faço ou deixo de fazer ." respondi seca, quase agressiva.
-"Eu vou acompanhar você..."
-"Quem vai comigo é o Edy. Meu futuro marido" interrompi, firme.
O silêncio que se seguiu foi quase palpável.
Minha mãe me olhou, espantada. Minha tia olhou para ela, depois para mim, e abriu um sorriso contido, orgulhoso. Minha mãe saiu do quarto sem dizer mais nada. Minha tia, ao contrário, me aplaudia com gestos discretos, visivelmente satisfeita.
Naquele instante, senti algo mudar dentro de mim. Como se estivesse, finalmente, tomando as rédeas da minha própria vida.
No dia seguinte, fui trabalhar radiante. A mudança era visível, leve, elétrica. Segui as recomendações de Edy: ignorei qualquer possível problema no trabalho. Nada importava mais do que o almoço que tinha marcado com ele.
Mal via a hora de reencontrá-lo.
Conversávamos sobre planos, futuro, próximos passos. Eu estava envolvida, quase boba de felicidade. Mas havia algo diferente. Edy ainda era aquele homem provocante, confiante…
...mas não demonstrava o mesmo desejo de antes.
Foi então que Antônio e Noeli passaram por nós.
-"Tá sumido, “Lobo Mau”. Deixou saudades lá em casa." disse Noeli, rindo e cutucando Edy, sendo contida por Antônio.
-"Fiquei curiosa!!" comentei, observando.
-"Besteira dela." cortou Antônio rapidamente.
Deixei passar, mas aquilo ficou martelando. Marcamos de sair no fim de semana. E, sim… minha curiosidade só aumentava.
A primeira vez com Edy depois desse intervalo foi… frustrante.
O beijo não tinha a mesma intensidade. A pegada estava frouxa, desconectada. A tensão cresceu rápido e acabou em discussão. Ele reverteu a situação de forma abrupta, me calou com beijos fortes, reacendeu o corpo com uma pegada firme… mas não gozou.
Aquilo me irritou profundamente.
-"O que está acontecendo?" exigi.
Ele não rodeou.
-"Você foi muito promíscua na minha ausência. Quero um check-up completo."
Senti meu sangue ferver.
-"Está me chamando de vagabunda? Em todas as vezes usei camisinha!"
A discussão escalou, mas algo me fez frear. Lembrei da consulta com o Dr. Gato. Respirei, engoli parte da raiva.
Expliquei que já tinha um retorno marcado e que a presença dele seria necessária.
A mudança foi imediata.
Edy se acalmou, pediu desculpas, mas manteve o discurso sobre cuidado e responsabilidade. Não estava totalmente errado, e eu sabia disso. Ainda assim, eu não tinha sido completamente sincera na consulta.
E, no fundo, uma dúvida crescia silenciosa: eu pagaria para ver até onde ele realmente suportaria meus desejos…
...ou se, em algum momento, tudo aquilo iria ruir.
Ref.: 1998 #0036
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
A GRAMA DO VIZINHO É MAIS VERDE
As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy.
A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera. Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta.
Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.
Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito.
A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão, apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso, vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.
Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua.
Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo.
Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).
Ref.: 1998 #0029
PAI É QUEM CRIA
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
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Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...













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