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terça-feira, 28 de abril de 2026

UM DIA PARA ESQUECER

Depois de realizar algo coletivo com Edy, comportamentos anormais, somados a sonhos estranhos que pareciam  querer avisar algo, liguei para ele querendo saber se estava tudo bem. 

Com voz de quem tinha acabado de acordar, conversava normalmente comigo.
Eu o provocava e seduzia com palavras. Retribuiu pedindo para eu me tocar, citando estar me desejando. . . 

-"Quando iremos acordar pela manhã podendo realizar algo íntimo. 
-"Casa comigo!"  falei 

O telefone ficou mudo, achei que tinha caído a linha. Era Edy em silêncio , isso era mau sinal. Comentei que tinha entendido o recado e desliguei. 

Conflitos na minha cabeça entre mil pensamentos. Meu lado promíscua e meu lado mulher exemplar. Não enxergava a possibilidade em ser duas mulheres  em uma e realizar prazeres ocultos de Edy. 

Sela pela imaturidade e ingenuidade, eu não enxergava as possibilidades 

Tia Lúcia logo cedo em casa,  escutava a conversa do quarto com meus pais. Não sai para conversar e nem veio falar comigo. 

Edy passou em casa mais cedo, escutava a conversa toda,  sem motivo trouxe uma bela garrafa de vinho para meus pais, só escutava a algazarra e risos. Sai do quarto curiosa  perguntando que felicidade era essa, citava que no momento certo todos saberiam.


Meus pais abraçaram a alegria ( interesseiros ) pensando eu, fazendo  teatro de bom genro. Minha mãe percebendo o clima arranhado com minha tia, me puxou pela orelha obrigando a cumprimentá-la, mesmo estando oferecida com Edy.

Fiquei muito sem graça, sentindo perdida com a virada de chave de Edy. Mudança, aceitação ou dissimulado? 

Saímos a pedido dele, eu sem saber para onde íamos. Somente exigiu que usasse um calçado que deixasse os pés livres e uma roupa provocativa. Dizia realizarmos  algo exemplar, tinha até medo de certas palavras quando vinha de Edy. 

No caminho Edy explorava saber sobre minha repulsa com uma rola preta. Eu respondia que simplesmente não conseguia imaginar aquilo dentro de mim, era estranho, esquisito, dava repulsa. Explicava que não tinha nada contra a etnia, tenho amizades, conversar, abraçar, mas intimidade (ECAA)  não me faça algo assim, advertia Edy. 

Mesmo assim, Edy insistia nos beneficios de transar com um negro, relatava como se fosse um desejo pessoal dele. Pedi para parar ou voltamos para casa, falei que tava dando nojo esse tipo de assunto. E insistiu comentando se Ulisses a pegasse... 
...rebati que estava interessado em pegar Cidinha. Mandei ele tentar a sorte com ela. Fiquei bicuda e parou a provocação.

Percebi que Edy rodava como se não soubesse onde iriamos. 

Paramos próximo ao metrô Vila Mariana, umas ruas para baixo, rua movimentada de carros e poucos pedestres. Andamos mais que imaginava, curiosa ao passar próximo a uma pizzaria, perguntei se íamos a pizzaria? Edy comentou que seria ao lado. Imaginei, vamos comemorar algo, comer em um lugar diferente.

Paramos em uma bela e chique residência, dois seguranças na porta, Edy conversou com um deles, ficamos aguardando a liberação. Gerava um suspense e ansiedade, entramos, ambiente meia luz, pessoas nos observando e fomos acompanhados até uma mesa reservada.

Acomodados, Edy se ajoelhou em meus pés e os beijou, fez carinhos, fiquei toda sem graça. O fiz levantar e perguntei que estava fazendo. 


Edy apresentava um ambiente fetichista, tema do dia  "podolatria",   mostrando a naturalidade sem julgamentos. Sinceramente não me agradava nenhum pouco. Um casal veio  a nossa mesa solicitando consentimento de Edy para o acompanhante apreciar meus pés, foi constrangedor para mim. 

Não recordamos o nome do casal, mas a mulher ficou conversando conosco, enquanto como cachorro,  seu acompanhante degustava de meu pés junto ao dela. Edy estava focado em mim, até mesmo quando foi sugerido algo mais como sexo pela mulher, Edy barrou educadamente, citou que  estavámos somente para o tema especifico. Não contestei , porém pedi para irmos embora. 


Ao sairmos, Edy me direciona para um canto do ambiente,  sentada uma mulher com idade e aparência de minha mãe. Sério, Edy se ajoelhou beijando os pés dela. Se levantou e sussurrou em meu ouvido a fazer o mesmo. 

Perdi a linha e sem chamar muito a atenção perguntei a Edy quem era a vovó,  viemos para brincar de lobo mau?. . . 

Pessoas olharam para mim, Edy de cabeça baixa a seus pés,  mantendo-se sentada educadamente se apresentou:
- "Sra. Rosecleide , acredito ter conhecimento de minha pessoa por  Sra. Min-ji" - falava calma, segura e tom baixo

Quase tive uma diarréia quando associei a pessoa. Inicialmente tentava me desculpar pelo ocorrido. Percebi que não tinha a atenção dela . . .
-"Guarde suas desculpas para momentos apropriados..."

Autorizou Edy a se levantar,  o descartou  como objeto sem querer prosseguir a conversa. 

Até o carro Edy foi mudo e irritado. Eu simplesmente perguntava que tinha feito de errado. Sem conversar nada até entramos em um motel na Ricardo Jafet , conhecida como a rua dos motéis ( atualmente não sei se continua com essa fama) .

Na suíte, resumindo Edy estava um animal, muito grosso e áspero com as palavras. Era um entra e sai  e voltando  do carro com aquela bolsa conhecida, a bolsa da tortura e prazeres, fiquei preocupada.
 
Edy pediu umas bebidas e algo para comer, respirou fundo e começamos a conversar. De imediato questionou sobre o fetiche de puta, Cidinha e alguma possível saída com algum outro homem sem seu conhecimento. 

Me dava oportunidade em eu ter total dedicação dele, realizar as ousadias mais picantes, desde que fosse verdadeira com ele. Eu muito tonta, birrenta, mesmo sob a ameaça e inibição visual da bolsa a minha frente, mantive firme em assumir tudo que realizei com outro homem, ele estava presente. 

O confrontei citando o lugar que me levou, mandava ele voltar e ficar com a vovó. ( silêncio)

-"Vai atrás da Noeli, com ela vai ser mais corno que imagina." - eu descarregava sem controle a raiva 
-"Você é corno, não é isso que queria saber, pronto CORNO !! VOCÊ É UM CORNO !!"


Falei em tom algo e gritado, as funcionárias do motel que passavam pelo lado interno do corredor de serviço riram ( quase ri , tive que me conter) a cara de Edy era indescritível

Edy falava como coitado, querendo saber nomes. Citei vários que nunca sai, somente na intenção de provocá-lo,  mas os desejava em minha cama. Me arrumei, peguei a bolsa e falei para irmos embora. 
-"Me leva e me deixa em casa e some da minha frente." 

Edy ficou muito puto, resmungou, pegou as coisas e fomos embora. Veio até em casa calado, me largou na porta de casa como bagagem e foi embora.
Entrei em casa pisando duro e lá fiquei em meu quarto pensativa com o péssimo dia.


EDY:
Edna me deixou excitado descarregando sua raiva, inexperiente não sabia canalizar prazer em uma discussão. Encenei estar com muita raiva, a levei para sua casa, mas desejando estar com outra pessoa.

Queria eu levar um corretivo, ser dominado naquele momento de fúria.  Era somente uma perspectiva de um sonho impossível de se realizar.

Cheguei em casa, o telefone toca, recebo uma péssima notícia.

Liguei para Edna em seguida.



EDNA:
Telefone toca, minha mãe chama dizendo que era o boi, saia muito puta do quarto com a zombaria
Edy fala que Marisa tinha acabado de ligar para ele. Ficou um silêncio no telefone.
Eu gelava, tinha descoberto de minhas saídas com seu marido Wagner, pensava eu.
Diante do ocorrido a poucas horas atrás, quebrei o silêncio, citei as saídas com Wagner desde que não envolvesse Marisa ...

...fui interrompida 
   
-"Wagner morreu!" 
A ficha não tinha caído e fiquei me justificando ....

-"Wagner teve um infarto fulminante. Fique quieta !!" Finaliza Edy

-"Vai ir ao velório?" Edy questiona

Fiquei pensativa, culpada e ignorada. Resolvi não ir, justifiquei a Edy que tinham mais aproximação, que ele fosse. 

Confesso que fui muito  fria, tive sensações estranhas, uma noite horrível com novos pesadelos, premunição  eu diria. 


O dia seguinte foi como virar a página e seguir em frente. 


Ref.: 1998 #0041
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 21 de abril de 2026

ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS

Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.


Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy  diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo. 

Imaginei absurdamente Edy com minha mãe (ECA) ,  e muito pior, no decorrer do dia tinha recaídas desejando estar com Edy por mais Filha da Puta fosse comigo. 


Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.

Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
-"Está preparada para assumir riscos?" 

Nesse momento meu lado puta ativou, o beijei agradecendo o conselho e refiz a mesma pergunta. 
Wagner citava elogios a minha pessoa e ao meu lado prazeroso, bucetinha quente, molhada, mulher muito fogosa.

Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
. . . e se engravidar o "corno" assume, (risos). Pedia desculpas pela brincadeira, eu ia aos orgasmos naquela pegada e no pau gostoso que ele tem. 

-"Me chama de vagabunda, de puta." dizia e Wagner correspondia além. Virou-me de bruços e comeu meu cu com vontade, ardia de prazer, o vai e vem estilo garotão, enterrava, eu urrava.


Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando. 

Vagner queria se aprontar e irmos embora, comentei que desse jeito estava me fazendo sentir uma puta. Foi grosso com a resposta dizendo que era o que eu mais gostava de ser (risos) comentou em seguida que não podia dar motivos para Marisa desconfiar.

Esperava algo mais carinhoso, mas ele estava certo independente da desculpa envolvendo  Marisa, o prazer de tal sentimento como puta, agradava, me dava mais prazer para o próximo cliente.

Próximo de casa, Cidinha, Sérgio e Leandro, pedi para Vagner me deixar e fui ao encontro deles. Cidinha discretamente olha com risos, cochicha em meu ouvido me chamando de verdadeira pistoleira tirando suas conclusões. Os rapazes foram embora e ficamos conversando. Tinha uma pergunta me incomodando e fiz a Cidinha:
 -"E se engravidar..." 

Interrompida por Cidinha
-"Vira essa boca pra lá." batia 3x em uma madeira. 
Me chamava de louca e sem noção
-"Se ficar grávida é culpa sua que não se cuidou oras..." respondeu grossa me dispensando 

Chegando ao final da rua, Sérgio estava à minha espera. Fomos à sua casa, estava sozinho, deitada aos beijos no sofá, Sérgio coloca a calcinha de lado e chupa minha buceta.
-"Porra, gosto de camisinha. Tá metelona heim !!?!?! citava meio bravo
-"Nunca chupa, quando chupa reclama, tem sorte que é gosto de camisinha..."

Com Sérgio, quando ficava bravo  era somente o momento, voltava ao humor,  queria saciar desejos me possuindo, perguntava onde estava o "corno meu" , eu mandava calar a boca e parar com isso. Fodia gostoso minha buceta, tão logo fiquei de quatro e fiz questão dele comer meu cu arrombado.

Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo  e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais. 

Em casa, tomei  um banho batendo uma e pesando mil formas de prazeres. Sentia minha buceta inchada desejando mais sexo, estava me sentindo uma dependente sexual. 

Na parte da tarde meu tio Nelson passa em casa procurando por minha tia Lúcia, perguntou de meus pais e disse que ninguém estava  em casa,  talvez tenha ido na casa da vó. Nelson andava pela casa, foi até a cozinha, tomou água, caminhando pelo corredor na porta do meu quarto, Nelson lascou um beijo em mim, percorrendo meu corpo todo.

Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.

Entrei molhada no quarto, sendo beijada, despida, chupada. Chamava Nelson de louco, tia Lúcia vai nos matar se souber de algo.

Mandava eu calar  a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.

Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam. 

Nelson me posicionou de 4 na cama, seguia me fudendo por inteira, gozava e urrava naquele pau. Nelson começou a massagear meu anel, eu não queria fazer anal, estava em casa e o dote assutava um pouco.

Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.  

Nos beijamos, elogios, uma rápida limpeza pelo quarto, Nelson pegou tudo que comprometeria ( embalagem de camisinha, camisinha usada) colocou em  uma sacola de mercado para jogar pelo caminho.  Nos comprometemos com esse assunto ficar em alto sigilo, o levei até o portão, caminhando trêmula e toda ardida. 

Ardida e com o perfume de Nelson na pele, deitei refletindo a realização. . . 

Mais tarde  todos em casa, chega Edy chamando para sair, não estava muito afim. Estava em outra sintonia, estava ainda sentindo a transa com Nelson pelo corpo todo. 

Acabei aceitando para não ficar pensando besteira em casa. Fomos a uma cantina italiana em Sto André, chegando lá Edy pede mesa para 4, não demorou chega Noeli e Antônio. 

Todos com cara de  peroba , por que pau era pouco pelo  que ocorreu. Noeli sentada ao meu lado de frente a Edy e Antônio a minha frente, muito esquisito isso né? 


Conversas diversas rolavam, Edy observava geral e eu a ele. Noeli questiona como foi sair com Antônio, direta comentava para não ficar sem  jeito que todos na mesa não tem culpa no cartório, segui se justificando ter saído com Edy uma vez que não estávamos juntos. Teve uma pequena pausa e retomou confirmando que tinha permitido Antônio sair comigo, citava ser uma forma de minimizar a culpa. 

A conversa rolava ao pé do ouvido entre eu e ela, os rapazes ficavam com as conversas deles, pelo que observei seguiam grandes amigos sem arranhões. Em certo momento precisei ir ao toalete, Noeli se levantou indo junto. No caminho um lindo jardim de inverno no ambiente, apreciamos a decoração seguindo com as conversas, Noeli um tanto diferente, encarando e observando minha pessoa. 

No banheiro com a maquiagem retocada, pronta para sair, Noeli trava a porta e lasca um beijo longo em mim, beijo segurando meus pulsos a qualquer reação


-"Queria sentir porque você é especial para Edy." - sussurrou em meu ouvido
Foi uma mistura gelada de tesão, emoção, ódio e traição, fiquei estática por tal ação. 

Noeli perguntava se estava bem, eu somente gesticulava que sim. Chegando a mesa, conta estava acertada, os rapazes conversando alegremente. Fomos saindo apreciando o ambiente, Edy apontou onde estava o carro e percebi que votariam conosco. Próxima parada, casa de Noeli.

Ao chegar lá, por insistência entramos, Noeli me chama para a cozinha deixando os rapazes na sala. Pergunta se achei ruim o que ocorreu. Desconsertada dizia para imaginar....

Noeli pegou em outro beijo pela cozinha, desta vez mais ousada, percorrendo a mão em minha buceta. Edy e Antônio presenciam a cena me deixando sem graça. Edy se direciona a Noeli, percorre a mão pelo corpo dela e a beija. 


Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter  a mão na cara de Edy.  Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial. 

Noeli segurou minha mão e chamou para o banheiro, pedindo para os meninos esperarem comportados. Nuas no banho, Noeli dava aula de sedução em mim, me fazia sentir uma pivete, na minha cabeça vinha uma mistura de desejos e arrependimentos realizados.


Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy.... 

Relembrava jogos prazerosos e  perigosos de Edy me realizando submissa tempos atrás, o adestramento em minha mente, um condicionamento de aceitar, cedendo Edy a Noeli.

No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele. 

Condição quebrada quando Edy colou Noeli para me beijar enquanto chupava a buceta dela, Antônio observava nos beijando e dedilhava uma siririca em mim, depois começou a chupar minha buceta. Tão logo Edy colocou Noeli de quatro, penetrando em sua buceta no pêlo. Antônio repetia o mesmo após colocar a camisinha. 


O ambiente começou a ficar quente em todos os sentidos, nós duas gemendo e sendo surradas na rola de nossos homens. Ousadamente deitei Antônio e subi cavalgando em sua rola, tão logo untava meu próprio cuspe em meu cu, tirei a rola de minha buceta e quiquei com o cu no dote de Antônio que deslizou gostoso, não realizei pelo prazer e sim para ocultar o sexo anal realizado por Nelson. Gemi gostoso com a enterrada controlada por mim sentando até o talo em seu colo. 

Antônio me posicionou de quatro, e socando meu cu,  Edy realizava Noeli que urrava loucamente até descarregar  seu gozo dentro dela, permaneceu ali deitado um sobre o outro por instantes.

Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la. 


Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.

Enquanto os rapazes se limpavam no banheiro, Noeli perguntava se estava tudo bem comigo.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.

Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ? 
-"Sempre que desejar." - respondi

SIMMMM , fiz a enorme besteira de  conceder novas realizações. Eu não pensava muito bem quando estava com tesão, não media consequências ou reações colaterais, atitudes essas que Edy não gostava.

Retornando para casa, Edy para em sua casa, adentra comigo e lá me beija loucamente, me deixa nua pela sala, me possui como um cachorro no CIO, fui chupada, possuída e bem fodida, nada de meia foda, xingada, e tomando uns tapa no rosto de forma moderada, gozava muito até sentir o calor do leite de Edy despejando.

A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte. 

Edy me deixou em casa, toda aquela cena de bom namorado na frente de meus pais, no íntimo meu corpo ardia de tesão, queria meu banho, meu momento. 



EDY:
Leitores, ao mergulharem na narrativa de Edna, é natural que pensem tratar-se de ficção, coincidências demais, encaixes improváveis, detalhes quase perfeitos. Mas não. Tudo aconteceu. Cada movimento foi silenciosamente orquestrado, nos bastidores, no exato momento em que Edna decidiu ligar para Wagner.

Wagner, amigo de longa data, estranhou o contato inesperado. Ainda assim, alinhamos rapidamente o que viria a se desenrolar exatamente como Edna descreveu, sem que ela sequer suspeitasse da engrenagem por trás dos acontecimentos.

O que para ela parecia acaso, para outros já era um roteiro em andamento.

Antônio e Noeli surgiram como peças que se encaixaram com precisão. Não foram apenas coincidência, foram catalisadores de desejos já existentes, oportunidades disfarçadas de encontros casuais.

Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.

Havia mais em jogo do que simples encontros.



Liguei para Lúcia e comentei que estava ocorrendo, ela somente disse se eu estava pronto para o que poderia a vir na sequência e consequências

A relação entre mim, Lúcia e Nelson já não era mais a mesma. Avançava, se transformava.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.

Ou ao menos, assim parecia.

Naquele dia, Edna viveu algo maior do que imaginava. Uma realidade cuidadosamente construída ao seu redor. Sentia-se no comando, intensa, poderosa, dona absoluta das próprias escolhas, sem perceber o quanto tudo já estava em movimento antes mesmo de sua decisão.

Mas agora fica a pergunta que realmente importa:

Diante de tudo que viveu…
até onde Edna está disposta a ir?

Aguardemos…


Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 27 de março de 2026

PUTA DE PRIMEIRA VIAGEM

Na empresa as cantadas e muitas delas bem ousadas faziam a minha mente viajar. Um dia no encerramento do expediente, Antônio me deu carona e foi ousado, pegou minha mão e colocou em cima de seu pau que tava duro, ficou me elogiando e seduzindo em palavras, eu ficava toda sem jeito , olhava pela janela do carro e quando voltei a olhar ele, seu pau estava para fora.


Pegou minha mão para segurar e sentir o tesão que estava. Minha buceta estava lambuzada de desejos e minha mente ficava entre Edy e Noeli que seria jogo sujo...

...jogo sujo este que Antonio veio com uma conversa de chifre trocado não dói. Retornou àquele assunto do Lobo Mau, Antônio usou tal informação como moeda de troca para sair com ele, que contaria tudo ou ficar na curiosidade.

Emendei que ele ficaria na punheta e na imaginação, ao sair no carro Antônio foi ousado em me roubar um beijo, beijo de provocação, adoro homem ousado e atrevido. Fiquei com  a buceta lambuzada que ao caminhar me dava mais tesão com o movimento, acredito que tive um orgasmo entre o caminhar e o imaginar.

Dia de retorno à consulta com o Dr. Gato. Nem falei nada do que rolou para Edy, meu tesão estava a níveis que desconhecia, uma verdadeira quenga incorporada em mim, me tornava uma mulher insaciável, oculta aos olhares de Edy.

Devido a consulta me contive com António, Sérgio e o Dentista, minha buceta vinha babando até a esperada hora, me sentia entregue antecipadamente aquele homem. No caminho me abri com Edy sobre a consulta e desejos. Edy não ficou com uma boa cara, percebi que ficou irritado, arrisquei brincar o chamando de "meu boizinho" , que estava falando, sem esconder nada.

Prometia e jurava ser sincera e transparente com ele.  Edy parou o carro, deu umas surtadas, deixei ele descarregar, depois o beijei, sussurrei "eu te amo" , "...sou única e sua" e aparentemente se acalmou, se conformou. 

No consultório a recepcionista estava presente, 15 minutos de espera, o Dr. Gato saiu do consultório com um casal que a mulher mediu Edy de ponta a ponta, até comentei com ele. Disse que foi para mim a flertada.

O Dr. Gato dispensou a recepcionista, ela nos observava como sabia que ia acontecer, de início Dr. Gato só permitiu a entrada de Edy pedindo para eu aguardar. Edy foi instintivo e pediu que eu o acompanhasse, não temos nada a esconder e afirmava saber reais motivo do retorno. Dr. Gato olhou para nós com gesto de impressionado 

Dr. Gato apresentava os resultados dos exames, citava que estava tudo em ordem e que agora poderíamos ir às realizações. E o caldo entornou quando Dr. Gato perguntou qual o valor do programa e se Edy estaria presente ativo ou voyer.

Edy olhou para mim com uma cara, tipo "você agora vai pagar" , não entendi o que seria até Edy retirar do bolso a coleira e a guia 
-"Será dois em um.... Garota de Programa e Submissa como cortesia." disse Edy em tom firme e seguro, olhar fixo com Dr. Gato e sem falar valor.

Edy se levantou e passou a guia com a coleira para o Dr. Gato e disse:
-"3 horas, venho buscá-la."


Dr. Gato abriu a gaveta e passou um envelope para Edy, pegou sem ver nada, Edy somente olhou para mim e saiu sendo conduzido até a saída. Dr. Gato retornou pedindo para acompanhá-lo, peguei a coleira e a guia e levei comigo para aquele ambiente reservado junto a Dr. Gato.

Confesso que a frieza de Edy me deixando lá quebrou meu clima, achei que fez de propósito para eu desistir, mas quando vi Dr. Gato nu me chamando para o banho...


...minha buceta chorou de desejos e desta fez Dr. Gato estava receptivo e ousado, ser beijada por aquele macho tesudo me fazia ter orgasmos .

No banho eu segurava aquele pau em ponto de bala, estava pulsativo e não baixava, e em certo momento abraçada por trás, aquele pau encaixou em minha buceta, uma apalpada aqui e ali , uma reboladinha entrou deslizando....

...tremi de prazer regada de carinho por aquelas mãos em meus peitos e sendo abraçada. Possuída de pé no banho. Dr. Gato percorreu uma de suas mão em minha buceta, acariciou e dedilhou uma gostosa siririca em meu grelo.

Gozei gostoso, saímos do banho e Dr. Gato se deitou no tapete do ambiente e pediu para eu mostrar o meu melhor a ele. 


Gatinhei de quatro até seu pau e o chupei gostosamente ouvindo urros de prazer por parte dele, em seguida subi em seu pau, desci sensualmente, provocativa e comecei a cavalgar nele, com gemidas gostosas, entre uma curvada e  outra, vinha beijá-lo sendo retribuída com abraços e socadas daquele pau gostoso em mim, mordiscava seus mamilos nos dentes fazendo carinho naquele peito.

Em certos momentos ele se continha para não gozar, eu aproveitava provocar até me conteve, me colocando de 4 no sofá. 

-"Que putinha safadinha é você." disse

Comecei a ser currada de quatro por aquele gostoso homem, suas socadas começaram a ficar mais selvagem, eu tremia, gozava infinitamente naquele pau, senti ele untando algo em meu cu, uma pausa, colocou a camisinha e com calma e cautela aquele pau rasgava meu cu, nossa como doeu, Dr. Gato colocava mais gel e seu pau começou a entrar e a sair moldando o rombo em meu cu, com prazer ele abria minha bunda e ver o rombo, narrava como tinha me deixado e ria realizado. 


Me deitou no sofá e pegou eu analmente de frente, estava totalmente a disposição em realizar seus desejos, aliviar em realizações. Peguei sua mão e chupei seu dedo, a safadeza estava em nosso rostos e olhares, ele me deu um pequeno tapa na cara me chamando de puta safada. 

Peguei sua mão e pedi para bater mais forte, bate como homem, e assim ele fez, urrei com o tapa e a socada em meu rabo. Ficamos assim por mais uns minutos e paramos. Dr Gato conduziu ao banheiro, um banho rápido e quando retornei do banho estava com dois drinks à mesa, brindamos. 

Entre bate papo aqui e ali, pegou a coleira e colocou em mim, conversamos e ficou surpreendido em ser adepta ao BSDM / SUBMISSÃO. Não comentei nada, e percebi a enorme besteira que fiz em trazer a coleira e a guia para o quarto. Pensei "EDY FILHA DA PUTA !! ARMOU PARA MIM!!"  Sim, se eu tivesse deixado no consultório, com certeza não estaria nessa posição desconfortável e inesperada.
-"Você gosta de apanhar?" perguntou


Respondi que sim, foi realizando perguntas se já tinha apanhado de cinto, chinelo e fomos conversando. Percebi que conceder  levar tapa na cara, abriu os desejos do Dr. Gato que eu não imaginava.

Ele foi até o armário e trouxe uma sacola com uns acessórios dentre eles uma mordaça de bola, algema e uma raquete de tênis de mesa ( brincadeiras a parte, vocês vão rir, não conhecia o acessório e foi o mais próximo que pude imaginar) Dr. Gato  caiu em risos e claro, ficou algo tipo eu tirando onda dele. 

Ficou  sério quando ele se levantou e deu um tapa de esquentar o rosto ordenando a chupar o pau dele, eu mamava aquela rola com raiva e tesão, isso me dava prazer e ao mesmo tempo me sentia uma vagabunda sem vergonha na cara, mas era por um momento e logo já estava em clima de prazer.


Dr. Gato me colocou de quatro na poltrona, algemou minhas mãos para trás, colocou a mordaça, segurou no meus cabelos e senti a bunda esquentando e duas estaladas seguidas, urrei retraindo e curvando o corpo até começa a escorrer a lágrima dos meus olhos. Aquilo ardia demais, era muito pior que apanhar de chinelo ou cinto.


Veio mais 3 seguidas sem dó, que escorria lágrimas sem conseguir chorar direito,  nem senti o pau do Dr.  Gato entrar, sentia as bombadas forte, soltou a mordaça e surgia uma mistura de choro com orgasmo.

Soltou as algemas e virou-me de frente, Dr. Gato socava com intensidade, aumentava o ritmo, e não era somente ritmo, seguia de humilhação verbal, encarava meus olhos com lágrimas e narrava   meu pai me vendo sendo puta, que era tal mãe, tal filha, isso cortava meus orgasmos e prazeres, tentei sair do pau dele, sentou um tapa em meu rosto me chamando de puta, puta que gosta de ser bem vagabunda com macho, passou a me segurar forte sem deixar eu escapar,  suas socadas ficaram mais firmes e fundas, volte e meia seu pau entrava e saia com folga de minha buceta, foi assim por vários minutos, até que entrou e foi fundo e lá parou e despejou todo seu calor dentro de mim, gozei junto com  a sensação toda. Foram os orgasmos mais estranhos que tive.

Dr. Gato demorou a tirar o pau de minha buceta, nos beijamos ofegantes, seu pau latejava dentro de mim e começou a  amolecer, escorregou sozinho a fora escorrendo seu leite em minhas pernas.


Dr. Gato perguntou e pediu para ser sincero com ele
-"Sua primeira vez como puta?"
Sinalizei com a cabeça meio envergonhada e falei timidamente
-"sim"
Ele riu dizendo:
-"Puta de primeira viagem...."
-"....não me interessa se fazem por fetiche ou por prazer, adorei trepar com você, vou amar ainda mais na próxima vez com seu namorado junto, convence ele, não irão se arrepender." - disse Dr. Gato enquanto pegava minhas roupas e  pedia para me vestir.

Queria ao menos me limpar e tomar um banho... (pensei alto) 

-"Você vai voltar usada para seu namorado, quero que ele me sinta em você" 
Sinalizei que compreendi e fui me vestindo toda ardida e gozada. Edy já estava na porta me esperando. Dr. Gato me deu um envelope e uma sacola com um vestido e disse: 
-"Você é uma aprendiz de  puta muito gostosa, este envelope é seu e espero vê-la por aqui novamente com seu namorado,  e esteja pronta quando te solicitar." disse selando com um beijo.

Beijo de agradecimento, beijo de serviços prestados, pensava assim caminhando até o carro. No caminho eu fazia uma cara de bolacha me controlando e querendo mostrar que tinha capacidade de tomar conta de mim.


Edy parou no caminho para uma conversa, querendo saber o que ocorreu, eu só dizia que conversamos disso amanhã, citava que estava cansada e tinha o problema de horário que estava muito fora do de costume.

Entreguei o envelope a Edy e mostrei o presente que ganhei, era um vestido vermelho, não tinha visto o cartão, quando li gozei involuntariamente.
"Use-o e desfile para seu namordo e futuro marido."

Edy riu de forma suave, me beijou na boca, desejou percorrer sua mão em minha buceta, impedi, olhei e balancei a cabeça de forma de negativa, atendeu minha decisão,  fiquei tranquila, não surtou, me deixou em casa, dei um enorme e ardente beijo segurando seu pau sob a calça, sempre excitado esse meu safado.
-"Te amo, te amo!!"  disse a ele e sem arriscar falar mais que isso. 

Na realidade eu não estava bem comigo mesma diante do que ocorreu. Dentro de casa, tinha a sensação de ser muito vagabunda mesmo e diante do que transitou até chegar em casa,  me sentia mais suave diante dos ocorridos, me sentia menos culpada, porém muito confusa. Tomei um banho rápido para dormir, meu corpo ardia todo até mesmo embaixo d´agua.

Na cama minha mente reprisava os momentos com Dr. Gato, me masturbava e colhia com os dedos o leite que escorria e chupava entre meus dedos, meus desejos aumentavam imaginando Edy junto e por pouco quase gritei no quarto quando gozei. 



Na madrugada, minha mente sempre me sabotava, em sonhos, ou pensando, o comportamento de Edy receptivo com a realização, as cantadas de Antônio, a mistura de culpa e prazer misturadas numa longa noite de sono, sonhos picantes, orgasmos involuntários...





Ref.: 1998 #0037
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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