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quinta-feira, 29 de maio de 2025

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

Apresentação


Olá, pessoal! Sou marido da Edna, me chamo Edy, esse nome é uma forma carinhosa e resumida do meu primeiro nome. Profissionalmente, sou conhecido pelo sobrenome, como é comum em algumas das empresas onde trabalho ou já trabalhei.

Estou escrevendo esta publicação para clarear, dar mais horizonte e fatos as publicações já realizadas  por Edna e compartilhar pensamentos, decisões difíceis, pressões emocionais e tudo aquilo que envolveu e ainda envolve na minha relação com a Edna. Os três primeiros anos juntos foram extremamente desafiadores, principalmente pela resistência da família dela em aceitar nosso relacionamento. Para os pais da Edna, eu jamais poderia ser considerado um namorado, muito menos um futuro marido.


Tivemos pessoas importantes que participaram dessa trajetória e foram pilares para a construção e o fortalecimento da nossa relação. Sempre digo à Edna, aos nossos amigos e agora também a quem lê este blog: a felicidade e as realizações de um casal nunca seguem uma única receita. O que funciona para um, pode não servir para outro, mas sempre há algo que pode inspirar. A modelagem, a continuidade, o aprimoramento… tudo depende do casal.

Com o tempo, vocês vão entender melhor nossa história nas próximas publicações.

A ideia deste blog surgiu há dois anos, como uma espécie de livro pessoal, um espaço de nostalgia onde registramos lembranças que nos marcaram profundamente. Relembrar e descrever tudo isso tem sido prazeroso para nós. E, por decisão dela com meu total apoio iniciamos compartilhando esses momentos. As narrativas têm sido construídas juntos, buscando manter a fidelidade aos fatos, às conversas, aos diálogos e sentimentos que marcaram nossas vivências. Nas próximas postagens, trarei mais detalhes sobre essas recordações (*).

Não quero me alongar demais para não perder o foco desta primeira participação.

Sou uma pessoa que valoriza as particularidades de alguém e Edna despertou isso em mim logo no primeiro dia de trabalho. Enquanto muitos a ignoravam por ser “magrela”, “sem peito” ou “sem bunda”  palavras que ela mesma usava , foi no primeiro beijo que percebi o quanto ela era especial.

A inexperiência dela, no entanto, representava um desafio. Quando Edna me confidenciou que ainda era virgem e tinha curiosidade sobre como seria o sexo, falava do então noivo, Daniel, e da falta de atitude dele, demonstrava que estava numa relação falida . Aproveitei a oportunidade e assumi o risco de me tornar seu primeiro homem, seu namorado. A fiz mulher, a vi radiar e crescer ainda mais como pessoa.

Não foi fácil, fomos alvo de muitas piadas quando nossa relação veio à tona, frases como “pegou pra criar” ou o apelido maldoso “leite ninho” eram comuns, além dos comentários maldosos. Mas isso nunca me incomodou tanto quanto o verdadeiro obstáculo, a resistência dos pais dela. Enfrentar essa barreira exigiu paciência, estratégia e, sim, alguns arranhões que se tornavam ainda mais pessoais.

No primeiro ano, vivíamos em nosso próprio mundo, e ele era perfeito assim. Mas, ao sair para o mundo social, a realidade pesava. Era o olhar crítico dos pais, os oportunistas se aproximando da Edna, tentando se aproveitar da ingenuidade dela. E, sinceramente, doeu quando ela me pediu para conhecer outros homens, sentir como seria o sexo com outro. Foi difícil lidar com o ciúme, com a idéia de perder o status de exclusividade. Minhas experiências anteriores pesavam, a imaturidade dela, a ousadia impulsiva com o próprio primo foi o gatilho inicial, as inseguranças que me consumiam quando precisei viajar a trabalho...

Viajei  a sair com a certeza de que tomaria um par de chifres, retornaria corno, então foquei no trabalho para não enlouquecer e agilizar o retorno o quanto antes. 

Vilma, a mãe da Edna ainda fazia questão de alimentar meus ciúmes quando ligava para sua residência, dizendo que Edna estava “namorando outro”. Quando disse que era o Matheus que estava saindo, até senti um alívio, mas percebi que tudo aquilo era parte de um processo que me levaria compreender eu em  aceitar  e inserir  Edna no mundo mais liberal, proporcionar e conduzi-la ao entendimento do prazer, desejos e fetiches sem rótulos sociais.

Comigo, o prazer já havia sido moldado em experiências com uma ex-namorada (Lee). Relação que não deu certo por culpa minha, atitudes erradas, ciúmes, possessividade. Duas outras ex também contribuíram para minhas desconfianças, (Ivani e Sandra) foi sarcástica e cruel  pois escondiam comportamentos, mentiam, me feriram. (*Esses relatos também virão conforme a cronologia das publicações da Edna.)


Eu precisava amadurecer uma estratégia nesse intervalo, nessa ausência e distância. Traçar algo que poderia realizar o desejo por ela  solicitado, afinal ceder a mulher de sua vida para que outros  homens a desfrutarem, manter o laço da confiança e comprometimento. Eram muitas variáveis em meus pensamentos que entrariam como prova de fogo, e tinha que aceitar com meu consentimento.  Foi com essa mentalidade que me preparei para voltar e lidar com tudo de maneira mais consciente. Agora, é ela quem seguirá relatando os próximos capítulos.  Ótima leitura à todos (as). 



Ref.: 2025 #0008

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Apresentação


Olá, pessoal!

Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife, liberal e fetichista, uma jornada que, posso afirmar, não foi nada fácil.

Senti na pele o que é ser submissa. Senti o impacto cru de me perceber usada como uma puta, de assumir o papel de cornuda. Algo que jamais imaginei viver... muito menos aceitar com prazer. Nunca passou pela minha cabeça que o homem que amo, meu marido, seria aquele a me conduzir por esse caminho, permitindo e incentivando experiências que antes pareciam inatingíveis.

É importante destacar que, em todas as narrativas que envolvem sexo sem preservativo, os parceiros estavam com exames em dia. Eu e meu marido, Edy, sempre somos extremamente cautelosos quanto a isso.

No início, tudo era pura fantasia. Lembro com intensidade da nossa primeira relação nesse contexto. Tenho plena convicção de que jamais teria vivido tais realizações se estivesse com um homem tradicional, como meu ex-namorado. Eu seria, certamente, uma mulher infeliz, limitada ao básico, presa a regras e convenções que nunca foram minhas de verdade.

Confesso que, no começo, fui completamente confusa e inexperiente. Edy foi e é meu primeiro homem. Foi com ele que me descobri mulher, que amadureci e aprendi, entre altos e baixos, a respeitar quem ele é... e, acima de tudo, a respeitar quem eu sou.

Hoje entendo que aquilo que é perfeito para mim pode não ser para você , e está tudo bem. Nós somos a tampa e a panela. Com ele aprendi que prazer de verdade não se rotula. Mas levei tempo para compreender isso... No início, julguei Edy duramente: o chamei de viado, gay, corno. Tudo por ignorância, por medo, por insegurança. Mas a verdade é que prazer sem limites não permite rótulos.

O que mais me impressiona é a paciência dele. Edy suportou minhas crises, minhas dúvidas... mesmo tendo ao seu alcance outras mulheres que, em muitos momentos, o satisfaziam mais do que eu. Ainda assim, ele se dedicou a mim. E foi depois do nascimento do nosso segundo filho que comecei, de fato, a me sentir uma hotwife inteira, entregue, viva.


Hoje, temos um casal de filhos adultos, independentes, que não moram mais conosco. Não abordarei aqui os problemas familiares que surgiram ao longo do caminho , esta narrativa é sobre nós dois, sobre mim, sobre prazer, entrega e transformação.

Espero que gostem. Aos poucos, irei compartilhando outras experiências intensas que vivemos até que eu assumisse, por completo, meu papel de hotwife. Um papel que é meu e que, até o presente, me define com verdade e tesão.




Ref.: 2025 #0000
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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