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terça-feira, 21 de abril de 2026

ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS

Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.


Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy  diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo. 

Imaginei absurdamente Edy com minha mãe (ECA) ,  e muito pior, no decorrer do dia tinha recaídas desejando estar com Edy por mais Filha da Puta fosse comigo. 


Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.

Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
-"Está preparada para assumir riscos?" 

Nesse momento meu lado puta ativou, o beijei agradecendo o conselho e refiz a mesma pergunta. 
Wagner citava elogios a minha pessoa e ao meu lado prazeroso, bucetinha quente, molhada, mulher muito fogosa.

Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
. . . e se engravidar o "corno" assume, (risos). Pedia desculpas pela brincadeira, eu ia aos orgasmos naquela pegada e no pau gostoso que ele tem. 

-"Me chama de vagabunda, de puta." dizia e Wagner correspondia além. Virou-me de bruços e comeu meu cu com vontade, ardia de prazer, o vai e vem estilo garotão, enterrava, eu urrava.


Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando. 

Vagner queria se aprontar e irmos embora, comentei que desse jeito estava me fazendo sentir uma puta. Foi grosso com a resposta dizendo que era o que eu mais gostava de ser (risos) comentou em seguida que não podia dar motivos para Marisa desconfiar.

Esperava algo mais carinhoso, mas ele estava certo independente da desculpa envolvendo  Marisa, o prazer de tal sentimento como puta, agradava, me dava mais prazer para o próximo cliente.

Próximo de casa, Cidinha, Sérgio e Leandro, pedi para Vagner me deixar e fui ao encontro deles. Cidinha discretamente olha com risos, cochicha em meu ouvido me chamando de verdadeira pistoleira tirando suas conclusões. Os rapazes foram embora e ficamos conversando. Tinha uma pergunta me incomodando e fiz a Cidinha:
 -"E se engravidar..." 

Interrompida por Cidinha
-"Vira essa boca pra lá." batia 3x em uma madeira. 
Me chamava de louca e sem noção
-"Se ficar grávida é culpa sua que não se cuidou oras..." respondeu grossa me dispensando 

Chegando ao final da rua, Sérgio estava à minha espera. Fomos à sua casa, estava sozinho, deitada aos beijos no sofá, Sérgio coloca a calcinha de lado e chupa minha buceta.
-"Porra, gosto de camisinha. Tá metelona heim !!?!?! citava meio bravo
-"Nunca chupa, quando chupa reclama, tem sorte que é gosto de camisinha..."

Com Sérgio, quando ficava bravo  era somente o momento, voltava ao humor,  queria saciar desejos me possuindo, perguntava onde estava o "corno meu" , eu mandava calar a boca e parar com isso. Fodia gostoso minha buceta, tão logo fiquei de quatro e fiz questão dele comer meu cu arrombado.

Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo  e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais. 

Em casa, tomei  um banho batendo uma e pesando mil formas de prazeres. Sentia minha buceta inchada desejando mais sexo, estava me sentindo uma dependente sexual. 

Na parte da tarde meu tio Nelson passa em casa procurando por minha tia Lúcia, perguntou de meus pais e disse que ninguém estava  em casa,  talvez tenha ido na casa da vó. Nelson andava pela casa, foi até a cozinha, tomou água, caminhando pelo corredor na porta do meu quarto, Nelson lascou um beijo em mim, percorrendo meu corpo todo.

Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.

Entrei molhada no quarto, sendo beijada, despida, chupada. Chamava Nelson de louco, tia Lúcia vai nos matar se souber de algo.

Mandava eu calar  a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.

Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam. 

Nelson me posicionou de 4 na cama, seguia me fudendo por inteira, gozava e urrava naquele pau. Nelson começou a massagear meu anel, eu não queria fazer anal, estava em casa e o dote assutava um pouco.

Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.  

Nos beijamos, elogios, uma rápida limpeza pelo quarto, Nelson pegou tudo que comprometeria ( embalagem de camisinha, camisinha usada) colocou em  uma sacola de mercado para jogar pelo caminho.  Nos comprometemos com esse assunto ficar em alto sigilo, o levei até o portão, caminhando trêmula e toda ardida. 

Ardida e com o perfume de Nelson na pele, deitei refletindo a realização. . . 

Mais tarde  todos em casa, chega Edy chamando para sair, não estava muito afim. Estava em outra sintonia, estava ainda sentindo a transa com Nelson pelo corpo todo. 

Acabei aceitando para não ficar pensando besteira em casa. Fomos a uma cantina italiana em Sto André, chegando lá Edy pede mesa para 4, não demorou chega Noeli e Antônio. 

Todos com cara de  peroba , por que pau era pouco pelo  que ocorreu. Noeli sentada ao meu lado de frente a Edy e Antônio a minha frente, muito esquisito isso né? 


Conversas diversas rolavam, Edy observava geral e eu a ele. Noeli questiona como foi sair com Antônio, direta comentava para não ficar sem  jeito que todos na mesa não tem culpa no cartório, segui se justificando ter saído com Edy uma vez que não estávamos juntos. Teve uma pequena pausa e retomou confirmando que tinha permitido Antônio sair comigo, citava ser uma forma de minimizar a culpa. 

A conversa rolava ao pé do ouvido entre eu e ela, os rapazes ficavam com as conversas deles, pelo que observei seguiam grandes amigos sem arranhões. Em certo momento precisei ir ao toalete, Noeli se levantou indo junto. No caminho um lindo jardim de inverno no ambiente, apreciamos a decoração seguindo com as conversas, Noeli um tanto diferente, encarando e observando minha pessoa. 

No banheiro com a maquiagem retocada, pronta para sair, Noeli trava a porta e lasca um beijo longo em mim, beijo segurando meus pulsos a qualquer reação


-"Queria sentir porque você é especial para Edy." - sussurrou em meu ouvido
Foi uma mistura gelada de tesão, emoção, ódio e traição, fiquei estática por tal ação. 

Noeli perguntava se estava bem, eu somente gesticulava que sim. Chegando a mesa, conta estava acertada, os rapazes conversando alegremente. Fomos saindo apreciando o ambiente, Edy apontou onde estava o carro e percebi que votariam conosco. Próxima parada, casa de Noeli.

Ao chegar lá, por insistência entramos, Noeli me chama para a cozinha deixando os rapazes na sala. Pergunta se achei ruim o que ocorreu. Desconsertada dizia para imaginar....

Noeli pegou em outro beijo pela cozinha, desta vez mais ousada, percorrendo a mão em minha buceta. Edy e Antônio presenciam a cena me deixando sem graça. Edy se direciona a Noeli, percorre a mão pelo corpo dela e a beija. 


Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter  a mão na cara de Edy.  Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial. 

Noeli segurou minha mão e chamou para o banheiro, pedindo para os meninos esperarem comportados. Nuas no banho, Noeli dava aula de sedução em mim, me fazia sentir uma pivete, na minha cabeça vinha uma mistura de desejos e arrependimentos realizados.


Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy.... 

Relembrava jogos prazerosos e  perigosos de Edy me realizando submissa tempos atrás, o adestramento em minha mente, um condicionamento de aceitar, cedendo Edy a Noeli.

No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele. 

Condição quebrada quando Edy colou Noeli para me beijar enquanto chupava a buceta dela, Antônio observava nos beijando e dedilhava uma siririca em mim, depois começou a chupar minha buceta. Tão logo Edy colocou Noeli de quatro, penetrando em sua buceta no pêlo. Antônio repetia o mesmo após colocar a camisinha. 


O ambiente começou a ficar quente em todos os sentidos, nós duas gemendo e sendo surradas na rola de nossos homens. Ousadamente deitei Antônio e subi cavalgando em sua rola, tão logo untava meu próprio cuspe em meu cu, tirei a rola de minha buceta e quiquei com o cu no dote de Antônio que deslizou gostoso, não realizei pelo prazer e sim para ocultar o sexo anal realizado por Nelson. Gemi gostoso com a enterrada controlada por mim sentando até o talo em seu colo. 

Antônio me posicionou de quatro, e socando meu cu,  Edy realizava Noeli que urrava loucamente até descarregar  seu gozo dentro dela, permaneceu ali deitado um sobre o outro por instantes.

Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la. 


Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.

Enquanto os rapazes se limpavam no banheiro, Noeli perguntava se estava tudo bem comigo.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.

Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ? 
-"Sempre que desejar." - respondi

SIMMMM , fiz a enorme besteira de  conceder novas realizações. Eu não pensava muito bem quando estava com tesão, não media consequências ou reações colaterais, atitudes essas que Edy não gostava.

Retornando para casa, Edy para em sua casa, adentra comigo e lá me beija loucamente, me deixa nua pela sala, me possui como um cachorro no CIO, fui chupada, possuída e bem fodida, nada de meia foda, xingada, e tomando uns tapa no rosto de forma moderada, gozava muito até sentir o calor do leite de Edy despejando.

A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte. 

Edy me deixou em casa, toda aquela cena de bom namorado na frente de meus pais, no íntimo meu corpo ardia de tesão, queria meu banho, meu momento. 



EDY:
Leitores, ao mergulharem na narrativa de Edna, é natural que pensem tratar-se de ficção, coincidências demais, encaixes improváveis, detalhes quase perfeitos. Mas não. Tudo aconteceu. Cada movimento foi silenciosamente orquestrado, nos bastidores, no exato momento em que Edna decidiu ligar para Wagner.

Wagner, amigo de longa data, estranhou o contato inesperado. Ainda assim, alinhamos rapidamente o que viria a se desenrolar exatamente como Edna descreveu, sem que ela sequer suspeitasse da engrenagem por trás dos acontecimentos.

O que para ela parecia acaso, para outros já era um roteiro em andamento.

Antônio e Noeli surgiram como peças que se encaixaram com precisão. Não foram apenas coincidência, foram catalisadores de desejos já existentes, oportunidades disfarçadas de encontros casuais.

Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.

Havia mais em jogo do que simples encontros.



Liguei para Lúcia e comentei que estava ocorrendo, ela somente disse se eu estava pronto para o que poderia a vir na sequência e consequências

A relação entre mim, Lúcia e Nelson já não era mais a mesma. Avançava, se transformava.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.

Ou ao menos, assim parecia.

Naquele dia, Edna viveu algo maior do que imaginava. Uma realidade cuidadosamente construída ao seu redor. Sentia-se no comando, intensa, poderosa, dona absoluta das próprias escolhas, sem perceber o quanto tudo já estava em movimento antes mesmo de sua decisão.

Mas agora fica a pergunta que realmente importa:

Diante de tudo que viveu…
até onde Edna está disposta a ir?

Aguardemos…


Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CUCKQUEAN - PARTE 2

A amarga trajetória em ser Cuckquean

Nesse relato, relembrando que publiquei anteriormente haverá duas narrativas, a minha e a de Edy que estará escrita em "itálico"

CONTINUAÇÃO. . . 



...era horrível não poder ver o que ocorria no ambiente. Comecei a escutar estalos de beijos e, depois, já não conseguia ter certeza do que estava acontecendo. A sensação de claustrofobia, ciúmes, medo e tesão se misturava de forma intensa; mesmo assustada, aquilo me excitava profundamente. Meu corpo acelerava, minha imaginação disparava, mil pensamentos e desejos ousados com os homens que saíam vinham à minha mente, uma forma de negar que eu estava sendo traída. Submissa, invadida por recordações de atos, era um verdadeiro bombardeio de pensamentos. Ainda assim, eu chegava ao orgasmo sem sequer me tocar. Tentava disfarçar. A sensação de estar urinando me deixava em desespero.

"Edna aceitava bem a condição submissa e, sendo uma cornuda, isso me impressionava. O medo, a curiosidade e as novas descobertas de sensações e prazeres turbinavam seus desejos e facilitavam sua aceitação em servir. Edna escutava os beijos e o início do ato sexual, desta vez realizados por Kátia e Valdir, sem ela saber da presença dele. Na mente dela, ficava a lembrança de que era eu e Kátia atrás dela. Eu observava suas reações: a forma de ofegar, a entrega expressa em seus gestos. Não tinha ideia do que se passava em sua cabeça, mas sabia que aquilo lhe causava excitação. Sua buceta se contorcia, seus pés tremiam; não demorou e logo escorria entre suas pernas, molhando o piso."

Eu gozava ouvindo os urros de Kátia no pau de Edy; era humilhante e prazeroso. Vinham à mente as lembranças das pegadas de Edy em mim. Logo houve uma pausa e senti alguém se aproximando. Uma mão percorreu minha buceta… molhei-me ainda mais, como uma cachorrinha feliz diante da presença do dono. Deitada de pernas abertas, senti a língua de Edy percorrendo minha buceta; não foi necessário esforço e gozei inúmeras vezes. Aos poucos, fui sendo solta. Sentia Kátia me beijando enquanto Edy continuava com sua língua hábil em mim. Kátia veio com sua buceta esfregando na minha; sentia seu calor, o néctar se misturando. Ao ouvir o chuveiro, percebi que estávamos apenas eu e Kátia. Pedi para que me soltasse; ela pediu paciência e veio com sua buceta à minha boca. Senti o líquido escorrer com a ordem de que eu a limpasse.


"Edna realizava uma leitura equivocada sem saber da presença de Valdir, chupava a buceta de Kátia toda gozada, sem habilidade em  detectar pelo paladar a diferença do gosto da porra que escorria, somados aos conflitos de ciúmes por mim, só lhe restava a aceitação. Observava a cena enquanto Valdir tomava banho. Em seguida, fui ao banho com ele, que ainda estava de pau duro e perguntava quando iria comer Edna. Disse que tivesse paciência, pois já estava perto de acontecer. Ele queria algo mais; respondi que precisava finalizar o que estava em andamento. Não muito satisfeito, concordou e saiu.

Retornei ao ambiente encenando. Beijei Kátia, tirando-a de cima de Edna, e perguntei se estava gostando. Sem reclamar, ela disse que sim. Tirei a venda e, nessa condição, sussurrei em seu ouvido:

-"Você gostou de ser chifruda, minha corninha? Seja, no mínimo, honesta."

Neguei, pisando na bola, não sendo verdadeira. Ele olhou fixamente em meus olhos e desviei o olhar. Edy me largou, soltando um suspiro de impaciência, andou pelo ambiente coçando a cabeça e dando voltas no mesmo lugar. Isso me assustava. Achava que o conhecia, mas a cada dia surgiam novas revelações. Mesmo quando eu fazia gestos de desaprovação, à noite minha mente transformava tudo em prazer. Era insano, indescritível. Só tinha certeza de que o condutor era meu Amo e Dono, Edy. Era assim que eu pensava, embora não declarasse; Edy desconhecia que eu já me sentia assim pelo pouco que me fez passar.


Edy beijou Kátia na minha frente, falou algo em seu ouvido e ela se retirou da casa. Ele pegou um lençol no quarto, forrou o chão e ordenou que eu me sentasse nele. Encarando-me nos olhos, eu desviava daquela atenção. Segurou meu queixo e disse:

-"Você é a cara da sua psicóloga, Silvana…

-" Como assim?  questionei, e Edy começou a narrar.

"Ela se mostrava careta, moralista. Não precisou de muito, e a carência dela desabrochou… e você ganhou um chifre lindo da sua própria psicóloga.

Lembra quando estive no consultório dela? Fiz com ela o mesmo que faço com você: fixava o olhar, ela desviava, se incomodava. Em poucos instantes, eu a analisava, não ela a mim. Acuada, tímida, sem jeito, mas desejando expor sua carência. As sessões despertaram nela o desejo de sentir o que você sentia.



Logo eu estava atrás dela, massageando seus ombros tensos. Sua pele arrepiava. Não demorou e percorri as mãos em sua cintura, ela se molhou inteira, perceptível mesmo tentando disfarçar. Implorava para que eu não continuasse daquela forma, mas seu corpo queria mais. Por várias vezes Silvana se esquivou, inventava desculpas, até o momento em que roubei um beijo dela…"


-"FILHA DA PUTA! COMO ASSIM? BEIJA MINHA PSICÓLOGA? Você não tem moral para cobrar que eu beije outro homem!"

"Essa foi a reação de Edna, seguida de choro. Ela me deu um tapa no rosto, irritada e trêmula. Ignorei até que terminasse de chorar.

-"Quer um copo de água para repor as lágrimas? Uma cerveja?" falei em tom de ironia, com o rosto ainda quente do tapa.

Saí do ambiente e voltei com minha bolsa dos prazeres e uma cerveja na outra mão. Coloquei tudo próximo e retomei o controle: segurei-a pelos cabelos, encarei seus olhos e disse:

"- Vou continuar a narrativa você gostando ou não. Se levantar a mão novamente ou fizer qualquer coisa que eu não aprove, ficará no mínimo três dias sem andar. Estamos entendidos?"

Concordei rapidamente, com medo daquela tortura. Estava furiosa com a narração, mas me contive. Na mente, só pedia autocontrole.

O beijo desarmou Silvana e seu lado mulher começou a despertar. Bastou eu tocar sua buceta para perceber que estava molhada. Sugeri que fechasse o consultório e fôssemos a um lugar reservado. Ela inventou desculpas por causa da filha. Segurei sua boca, percorri seu pescoço, e sua pele arrepiou.

-"Você é muito filha da puta mesmo… não é justo o que está fazendo comigo" dizia ofegante.

Deixei-a semi-nua, chupei seus peitos e, quando menos esperava, estávamos no divã. Com habilidade e camisinha, iniciei a penetração. Silvana estava apertadíssima; fui invadindo no ritmo dela, no desejo dela. Seus orgasmos vinham em sequência, seus urros eram abafados. Tremia, pedia para parar. Depois, exausta, pediu desculpas, dizendo que nunca havia sentido algo tão intenso. Dei espaço para que se recompusesse. Envergonhada, vestiu-se rápido e quis ir embora. Silvana voltando ao modo Silvana… duas personalidades na mesma mulher: a aprisionada e a recém-liberta.


- "Você só pode estar inventando isso. Ela é uma pessoa de respeito, conservadora…"
Parei de falar ao perceber o olhar de Edy sobre mim. Achei que seria castigada.

-"Não tire conclusões antes de eu terminar. Aprenda a ouvir primeiro; depois, pense o que quiser.

Na segunda consulta, Silvana estava radiante, era outra mulher, estava determinada, vestida sensualmente, foi objetiva:

-"Vamos para um motel?"
Respondi com um sorriso, ajudando a fechar o consultório a conduzi como cavalheiro até o carro e assim fomos. Falante e extrovertida dava sinais que seria uma noite longa, pois a filha estava aos cuidados do pai (ex marido), no trajeto retirava um papel de sua bolsa, era um exame mostrando que estava bem, disse que aprendeu com você nas sessões, completava que queria sentir tudo que tem direito sendo mulher para mim.


Dentro do carro no estacionamento da suíte, namoramos em preliminares ardentes, subimos para a suíte num jogo de seduções, sentada na cama, tirei seu sapato, suas meias, despindo lentamente e a seduzindo ainda mais, nus, nos envolvemos entre beijos e abraços, Silvana gemia alto com a rola no vai e vem, gemido de libertação, não era somente orgasmos. Deixei ela gozar a vontade, suados pedi uma pausa e um banho, pois eu tinha outras intenções com ela. 


Retomamos e desta vez eu cai de boca na buceta dela, néctar delicioso e aromático exalando de sua buceta, a língua não precisava se esforçar muito , se molhava com pouco, urrava apertando com as mãos meus cabelos e apertando minha cabeça entre as pernas, a virei de bruços e percorri a língua em em seu rego, pontando a língua dentro de seu ânus. Silvana foi ao delírio e sem ela esperar estava comendo o cu dela, claro que coloquei uma camisinha, no inicío ele se sentiu incomodada, mas tão logo, já gozava pelo prazer anal. Pegando de frente com o pau enterrado em seu cu ela se libertava pedindo para dar uns tapas na cara dela, pedia para fazer ela bem puta, me chamava de macho dela.


Alarguei muito o cu de Silvana e tive que segurar para não gozar, ela estava ficando preocupada em eu não gozar e perguntava se não estava agradando. Tomamos outro banho e descansamos pegando no sono, acordei com um boquete delicioso que achava que era sonho, tão logo pau estava duríssimo e Silvana veio por cima cavalgar, ela agora estava no comando, cavalgava e ordenhava minha rola com sua buceta, Silvana curvava até meu ouvido e falava sacanagens e rebolava gostoso na rola, sim desta fez ela superou e me fez gozar com ela no comando.


Eu amei, ela ainda mais vendo e comprovando minha satisfação, sua autoestima subia, ganhava confiança. Pernoitamos no motel, muitas transas rolaram até a nossa saída após o café da manhã. 

Todo ação tem uma reação, pois é, agora que o caldo vai engrossar, depois da segunda sessão, Silvana começou  a ter o típico comportamento de mulher grudenta ou chiclete, ligações continuas, desejando marcar território até que na terceira sessão depois de uma trepada veio a conta:
-"Quando é que você vai largar aquela pivete e me assumir?"  
Escutei e tive que perguntar novamente para ter a certeza do que escutei. 
- "Sim, você gosta de mim, te faço feliz, .... "


A ficha de Silvana caindo 
Conversei com ela, de onde ela tirou que estávamos criando laços de relacionamento. Fui educado, transparente e observando suas reações, defendi Edna e meus interesses com a relação que tenho com ela mesmo com os problemas da  família dela. Apesar de estar toda calma e controlada, ela me xingou de Filha da Puta, que merecia ser corno daquela pivete ( Edna ) mandou eu tomar no cu e sair do consultório dela. Liguei para ela chegando em casa e nada. E deu no que você já sabe, fechou o consultório e não deu mais notícias. 



Com toda narrativa, humilhada e defendida me deixava confusa, no meio de tudo isso queria me levantar e beijar Edy, Kátia entrou atrapalhando o momento, Edy friamente se levantou indo para o banho enquanto Kátia me beijava, me chamando  de cornuda.

Edy saiu falando que em nova ocasião tem mais algumas confidencialidade das minhas galhas para estar ciente.

Nesse instante que compreendi, aquela história estava longe de terminar.
Na verdade, estava apenas começando.

Ref.: 1998 #0028

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

DESAFIANDO LIMITES

 DESAFIANDO LIMITES

Tentei realizar uma linha do tempo perfeita, descrevendo minha trajetória no mundo liberal, mas o tempo que passou é grande e, mesmo com a ajuda de Edy, estamos tendo conflitos entre o tempo ocorrido (datas) e os fatos realizados.


Alguns assuntos que ocorreram, ao recordar, não me fizeram bem. Edy me recompôs e está me ajudando, participando das narrativas, relatando situações que aconteceram sem o meu conhecimento. Porém, no tempo certo, foi verdadeiro, transparente e contou tudo o que ocorreu, independentemente de eu saber algo, parcialmente ou não estar ciente de nada.

As narrativas de Edy estarão com o texto em itálico; as minhas seguirão em texto normal.


Desde que conheci Edna e a fiz mulher, criamos uma identidade, uma conexão muito especial: a experiência somada à ingenuidade. Por mais erradas que as coisas saíssem, por mais que houvesse omissões, eu confiava em meu instinto e na persistência em prosseguir nesse caminho com ela. Edna não sabia nada sobre o meu passado. Tive, sim, meus erros, e não foram poucos, mas os superei.

Amo o mundo dos fetiches: conhecer esse ambiente, pessoas desencanadas, sem rotulagens e, o mais importante, saber aceitar e respeitar. Adestrar Edna, nesse momento, era justamente isso: “aceitar e respeitar”.

Aceitei a proposta de corno idealizada por ela, ingenuamente, sabendo que ela mesma não teria tal controle, sua palavra não valeria de nada. A promiscuidade é algo que não aceito, e tal castigo ela sentiria na pele. Entender que “consentimento x traição / promiscuidade” têm suas diferenças era fundamental.


Não contava com o tamanho do controle que os pais de Edna exerciam sobre ela: totalmente blindada, mimada. Eu via além. A mesma crítica que eu recebia pela diferença de idade, os pais de Edna também tinham. Sua mãe, mais nova, olhava-me como mãe protegendo a filha, mas também com desejo, como se buscasse um amante. Seu pai percebia e ardia em faíscas de ciúmes.

Edna nunca percebeu dessa forma; apenas comentava que a mãe a invejava pela adolescência que não tivera. Ser discreta, sigilosa e ter controle emocional eram seus pontos fracos. Sempre gostei de vê-la e senti-la em alto astral como pessoa, como mulher. Só precisava de tempo para polir e fazer brilhar esse diamante de mulher que ela é.

Sempre comentei, nas entrelinhas, sobre isso com Edna. Porém, a ansiedade e a pressa por novas experiências a fizeram cometer deslizes, e tive de segurá-la pelas rédeas, como vem sendo relatado por ela.

Armadilhas em família: sua tia, suas primas, sua mãe...
Um campo minado.

Essa condição era nova para mim. Do outro lado, mulheres interessadas em avançar para uma relação mais séria me rodeavam, desejando que eu a descartasse. Edna era uma pedra no caminho de muitas interessadas. O que elas não entendiam era que eu não queria nada sério com nenhuma delas — apenas momentos.

Já tinha a preferência e a determinação total por Edna: moldá-la, lapidá-la, viver uma história somente nossa. Pode parecer cafona, mas a sintonia de Edna, o lado romântico, desse não tenho do que reclamar, e o lado pervertido...

... ah, esse eu amava demais. Porém, precisava ser adestrada.

De chifradeira promíscua, coloquei-a na coleira, submissa, cornuda, aos poucos inserindo Edna no mundo dos fetiches, no mundo liberal. Kátia, inserida como namorada, era estratégica: castidade ao sexo oposto; ficaria a sentir somente bucetas, sabendo que estaria com outras. Provocar seu lado dominante ainda adormecido, sintonizar seus pontos de prazer, gerar uma conexão sem preconceitos, isso estava em breve a se revelar.

Sim, Edna precisava sair do mundinho de aparências para o de eficiências, com pessoas confiáveis e equilíbrio emocional.

O teste de fogo está chegando de forma provocativa, para sacudir de verdade e narrar fatos que ocorreram nos bastidores enquanto me traía. Se funcionará, saberei somente no decorrer.


Neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável. Saber que Edy estava com outras mulheres me enlouquecia silenciosamente. Por dentro, meu tesão pedia para conhecer outros homens, desejos ofuscados pelo prazer em ver uma mulher dando prazer a outra. Era muita sacanagem, pensava eu. Seria eu uma lésbica se descobrindo?


Em um raro momento junto a Edy, ele declarou me amar e confessou ter medo de me perder. Eu o chamei de bobinho e disse que o amava mais que tudo, mas afirmei que precisava apenas sentir como era outro homem...

Agora ando confusa, desejada e desejando  a mulher que ultimamente dorme comigo. “Virou corno de mulher”, falei em provocação. Pelo olhar de Edy e pela forma como conduziu a conversa, parecia ter gostado. Muitas vezes, conversar com Edy me deixava ainda mais confusa do que já sou normalmente. Amor, desejo, tesão... entre outras sensações, começavam a me deixar sem raciocínio.


As saídas com Edy eram imprevisíveis: ora romântico, ora sádico. Ir a ambientes reservados a fetiches me assustava e, ao mesmo tempo, me dava um prazer surreal. Nesses espaços, submissa, sendo possuída por um estranho que Edy concedia para o ato, meu orgasmo era ofuscado durante a transa. Edy fazia narrativas de suas próprias aventuras, de momentos com os quais eu dizia não me importar. O convidado de Edy se realizava, gozava e saía. Edy olhava nos meus olhos e dizia, na cara:
"- É assim que os homens das suas aventuras fizeram com você... te usaram e te esqueceram."


Usava palavras duras, induzia ao arrependimento. Eu ouvia calada, engolia qualquer possibilidade de choro.

Comecei a ter medo de perder Edy por causa das minhas aventuras irresponsáveis, da falta de confiança, do risco de me apaixonar por outra pessoa. Eu não tinha palavra diante do que prometi.
Edy, insistente, falava sobre eu beijar outro homem, fazer sexo anal... Era um porre escutar, e, ao mesmo tempo, quando eu fingia ignorar, o clima voltava a esquentar. Sei que prometi  e não cumpri.

E ainda havia muita coisa para acontecer...

. . .  incertezas, pontas soltas e algo mais .


Ref.: 1996 #0025

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sábado, 1 de novembro de 2025

UMA MULHER PARA CHAMAR DE MINHA

UMA MULHER PARA CHAMAR DE MINHA


Passava dias com a presença de Kátia, presente ao meu lado e em casa com minha família, meus pais nem imaginavam que ocorria entre eu e ela, só o fato de Edy não estar presente era um alívio para eles. Kátia me cobrava a formalização de nossa relação com meus pais, eu gelava e não conseguia nem comentar a tal possibilidade. No decorrer desses dias me estourei com meus pais e com pais de Daniel em outra visita inoportuna, fui grossa e declarei:


"- Se eu aceitar, seu filho será um grande "corno" , por que ele não é homem suficiente para me fazer mulher e não sou mulher de um único homem." 
Falar sem pensar só sai merda, nem me toquei, me declarei uma galinha, promíscua, puta. Meus pais gelaram, os pais dele se espantaram, Daniel com cara de bocó e Kátia com a expectativa que falaria algo de nossa relação, acabei saindo da sala querendo ficar sozinha trancada no quarto.

Um alívio temporário diante a pressão familiar constante em insistir em reatar com Daniel, depois do que falei meus pais davam até razão por Edy se afastar de mim. Era crucificada constantemente como a errada, ovelha negra e assim por diante. 

O dia a dia com Edy no trabalho não era o mesmo, estava em uma roda de ciúmes com a Japa zaroia. Me distanciava e Edy parecia não se importar, as saídas eram somente românticas, e eu queira sexo, Edy negava, me colocava em castidade, sorria sarcástico  dizendo que agora eu tinha Kátia para saciar o meu fogo.

Essa conversa me deixou irritada e na mesa cheguei a exaltar o tom, deixando as pessoas ao lado nos observando. 

"- Porra eu sou mulher e quero um homem, uma rola e não uma buceta.. . . " parei a fala percebendo que o tom foi além do esperado. 

Edy em nenhum momento se importou se outros escutaram ou não, mas seu olhar me assustava, sempre vinha um castigo, uma advertência. No caminho para o carro eu ia pedindo desculpas, dentro do carro já implorava....

Edy me deixava na residência de Kátia, rolava umas pegadas e certa noite Kátia me deixando em casa apresentou não estar bem e acabou dormindo em casa por insistência de meus pais . . . 

Tão dissimulada quanto Edy, Kátia transformou minha noite em casa, no meu quarto, em minha cama. No calar da madrugada fui acordada aos carinhos de Kátia, não demorou ela conduzia a chupar sua buceta, abusou me fazendo sua submissa íntima, gozava com abundância e sempre desejando mais, minha buceta inchada querendo rola, parecia ter lido minha mente.


Kátia se levantou, abriu sua bolsa e montou o consolo de cinto, veio ao meu encontro tendo que me conter com a penetração, gozei loucamente com a pegada ardente de Kátia, sentia ela como um macho, nesse momento tive os desejos mais estranhos e a beijei como se fosse Edy, retribuída a altura, me contendo os gemidos, eu gozava como nunca, com suas mãos habilidosas quase gritei, tive que pôr o travesseiro no rosto e urrar abafado.


Que noite marcante, literalmente apaguei envolvida nos braços de Kátia. Nem sei como descrever meus sentimentos nesse momento, encantada e apaixonada por  Kátia  e Edy ?  Meus pensamentos sabotavam-me, direcionava Kátia e Edy como casal e eu sendo o brinquedo de ambos ?



Estar sentada à mesa no café da manhã com Kátia junto aos pais, era estranho demais e sem perceber já dava bandeiras de algo a mais com Kátia, segurando sua mão e toque de carinhos, sorrisos admirando ela. Kátia chegou a dar uma direta perguntando a mim se não tinha algo a dizer para meus pais. . . 


. . . gelei, paralisei. Kátia tomou a frente, tinha certeza que falaria de nossa relação, porém pediu permissão a meus pais para um final de semana entre meninas, jurava que não teria homem, era algo familiar e tradição / costume de sua família. Falou mais algumas coisas que convenceram.
Fora de casa, Kátia me descascava como Edy, chamada de "covarde" "mimadinha" 


Ref.: 1996 #0024

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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