Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
domingo, 7 de junho de 2026
terça-feira, 21 de abril de 2026
ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS
Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.
Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo.
Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.
Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando.
Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais.
Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.
Mandava eu calar a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.
Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam.
Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.
Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter a mão na cara de Edy. Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial.
Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy....
No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele.
Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la.
Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.
Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ?
A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte.
Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.
Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
CUCKQUEAN - PARTE 2
A amarga trajetória em ser Cuckquean
Nesse relato, relembrando que publiquei anteriormente haverá duas narrativas, a minha e a de Edy que estará escrita em "itálico"
CONTINUAÇÃO. . .
...era horrível não poder ver o que ocorria no ambiente. Comecei a escutar estalos de beijos e, depois, já não conseguia ter certeza do que estava acontecendo. A sensação de claustrofobia, ciúmes, medo e tesão se misturava de forma intensa; mesmo assustada, aquilo me excitava profundamente. Meu corpo acelerava, minha imaginação disparava, mil pensamentos e desejos ousados com os homens que saíam vinham à minha mente, uma forma de negar que eu estava sendo traída. Submissa, invadida por recordações de atos, era um verdadeiro bombardeio de pensamentos. Ainda assim, eu chegava ao orgasmo sem sequer me tocar. Tentava disfarçar. A sensação de estar urinando me deixava em desespero.
"Edna aceitava bem a condição submissa e, sendo uma cornuda, isso me impressionava. O medo, a curiosidade e as novas descobertas de sensações e prazeres turbinavam seus desejos e facilitavam sua aceitação em servir. Edna escutava os beijos e o início do ato sexual, desta vez realizados por Kátia e Valdir, sem ela saber da presença dele. Na mente dela, ficava a lembrança de que era eu e Kátia atrás dela. Eu observava suas reações: a forma de ofegar, a entrega expressa em seus gestos. Não tinha ideia do que se passava em sua cabeça, mas sabia que aquilo lhe causava excitação. Sua buceta se contorcia, seus pés tremiam; não demorou e logo escorria entre suas pernas, molhando o piso."
Eu gozava ouvindo os urros de Kátia no pau de Edy; era humilhante e prazeroso. Vinham à mente as lembranças das pegadas de Edy em mim. Logo houve uma pausa e senti alguém se aproximando. Uma mão percorreu minha buceta… molhei-me ainda mais, como uma cachorrinha feliz diante da presença do dono. Deitada de pernas abertas, senti a língua de Edy percorrendo minha buceta; não foi necessário esforço e gozei inúmeras vezes. Aos poucos, fui sendo solta. Sentia Kátia me beijando enquanto Edy continuava com sua língua hábil em mim. Kátia veio com sua buceta esfregando na minha; sentia seu calor, o néctar se misturando. Ao ouvir o chuveiro, percebi que estávamos apenas eu e Kátia. Pedi para que me soltasse; ela pediu paciência e veio com sua buceta à minha boca. Senti o líquido escorrer com a ordem de que eu a limpasse.
"Edna realizava uma leitura equivocada sem saber da presença de Valdir, chupava a buceta de Kátia toda gozada, sem habilidade em detectar pelo paladar a diferença do gosto da porra que escorria, somados aos conflitos de ciúmes por mim, só lhe restava a aceitação. Observava a cena enquanto Valdir tomava banho. Em seguida, fui ao banho com ele, que ainda estava de pau duro e perguntava quando iria comer Edna. Disse que tivesse paciência, pois já estava perto de acontecer. Ele queria algo mais; respondi que precisava finalizar o que estava em andamento. Não muito satisfeito, concordou e saiu.
Retornei ao ambiente encenando. Beijei Kátia, tirando-a de cima de Edna, e perguntei se estava gostando. Sem reclamar, ela disse que sim. Tirei a venda e, nessa condição, sussurrei em seu ouvido:
-"Você gostou de ser chifruda, minha corninha? Seja, no mínimo, honesta."
Neguei, pisando na bola, não sendo verdadeira. Ele olhou fixamente em meus olhos e desviei o olhar. Edy me largou, soltando um suspiro de impaciência, andou pelo ambiente coçando a cabeça e dando voltas no mesmo lugar. Isso me assustava. Achava que o conhecia, mas a cada dia surgiam novas revelações. Mesmo quando eu fazia gestos de desaprovação, à noite minha mente transformava tudo em prazer. Era insano, indescritível. Só tinha certeza de que o condutor era meu Amo e Dono, Edy. Era assim que eu pensava, embora não declarasse; Edy desconhecia que eu já me sentia assim pelo pouco que me fez passar.
Edy beijou Kátia na minha frente, falou algo em seu ouvido e ela se retirou da casa. Ele pegou um lençol no quarto, forrou o chão e ordenou que eu me sentasse nele. Encarando-me nos olhos, eu desviava daquela atenção. Segurou meu queixo e disse:
-"Você é a cara da sua psicóloga, Silvana…
-" Como assim? questionei, e Edy começou a narrar.
"Ela se mostrava careta, moralista. Não precisou de muito, e a carência dela desabrochou… e você ganhou um chifre lindo da sua própria psicóloga.
Lembra quando estive no consultório dela? Fiz com ela o mesmo que faço com você: fixava o olhar, ela desviava, se incomodava. Em poucos instantes, eu a analisava, não ela a mim. Acuada, tímida, sem jeito, mas desejando expor sua carência. As sessões despertaram nela o desejo de sentir o que você sentia.
Logo eu estava atrás dela, massageando seus ombros tensos. Sua pele arrepiava. Não demorou e percorri as mãos em sua cintura, ela se molhou inteira, perceptível mesmo tentando disfarçar. Implorava para que eu não continuasse daquela forma, mas seu corpo queria mais. Por várias vezes Silvana se esquivou, inventava desculpas, até o momento em que roubei um beijo dela…"
-"FILHA DA PUTA! COMO ASSIM? BEIJA MINHA PSICÓLOGA? Você não tem moral para cobrar que eu beije outro homem!"
"Essa foi a reação de Edna, seguida de choro. Ela me deu um tapa no rosto, irritada e trêmula. Ignorei até que terminasse de chorar.
-"Quer um copo de água para repor as lágrimas? Uma cerveja?" falei em tom de ironia, com o rosto ainda quente do tapa.
Saí do ambiente e voltei com minha bolsa dos prazeres e uma cerveja na outra mão. Coloquei tudo próximo e retomei o controle: segurei-a pelos cabelos, encarei seus olhos e disse:
"- Vou continuar a narrativa você gostando ou não. Se levantar a mão novamente ou fizer qualquer coisa que eu não aprove, ficará no mínimo três dias sem andar. Estamos entendidos?"
Concordei rapidamente, com medo daquela tortura. Estava furiosa com a narração, mas me contive. Na mente, só pedia autocontrole.
O beijo desarmou Silvana e seu lado mulher começou a despertar. Bastou eu tocar sua buceta para perceber que estava molhada. Sugeri que fechasse o consultório e fôssemos a um lugar reservado. Ela inventou desculpas por causa da filha. Segurei sua boca, percorri seu pescoço, e sua pele arrepiou.
-"Você é muito filha da puta mesmo… não é justo o que está fazendo comigo" dizia ofegante.
Deixei-a semi-nua, chupei seus peitos e, quando menos esperava, estávamos no divã. Com habilidade e camisinha, iniciei a penetração. Silvana estava apertadíssima; fui invadindo no ritmo dela, no desejo dela. Seus orgasmos vinham em sequência, seus urros eram abafados. Tremia, pedia para parar. Depois, exausta, pediu desculpas, dizendo que nunca havia sentido algo tão intenso. Dei espaço para que se recompusesse. Envergonhada, vestiu-se rápido e quis ir embora. Silvana voltando ao modo Silvana… duas personalidades na mesma mulher: a aprisionada e a recém-liberta.
- "Você só pode estar inventando isso. Ela é uma pessoa de respeito, conservadora…"
Parei de falar ao perceber o olhar de Edy sobre mim. Achei que seria castigada.
-"Não tire conclusões antes de eu terminar. Aprenda a ouvir primeiro; depois, pense o que quiser.
Na segunda consulta, Silvana estava radiante, era outra mulher, estava determinada, vestida sensualmente, foi objetiva:
Dentro do carro no estacionamento da suíte, namoramos em preliminares ardentes, subimos para a suíte num jogo de seduções, sentada na cama, tirei seu sapato, suas meias, despindo lentamente e a seduzindo ainda mais, nus, nos envolvemos entre beijos e abraços, Silvana gemia alto com a rola no vai e vem, gemido de libertação, não era somente orgasmos. Deixei ela gozar a vontade, suados pedi uma pausa e um banho, pois eu tinha outras intenções com ela.
Retomamos e desta vez eu cai de boca na buceta dela, néctar delicioso e aromático exalando de sua buceta, a língua não precisava se esforçar muito , se molhava com pouco, urrava apertando com as mãos meus cabelos e apertando minha cabeça entre as pernas, a virei de bruços e percorri a língua em em seu rego, pontando a língua dentro de seu ânus. Silvana foi ao delírio e sem ela esperar estava comendo o cu dela, claro que coloquei uma camisinha, no inicío ele se sentiu incomodada, mas tão logo, já gozava pelo prazer anal. Pegando de frente com o pau enterrado em seu cu ela se libertava pedindo para dar uns tapas na cara dela, pedia para fazer ela bem puta, me chamava de macho dela.
Alarguei muito o cu de Silvana e tive que segurar para não gozar, ela estava ficando preocupada em eu não gozar e perguntava se não estava agradando. Tomamos outro banho e descansamos pegando no sono, acordei com um boquete delicioso que achava que era sonho, tão logo pau estava duríssimo e Silvana veio por cima cavalgar, ela agora estava no comando, cavalgava e ordenhava minha rola com sua buceta, Silvana curvava até meu ouvido e falava sacanagens e rebolava gostoso na rola, sim desta fez ela superou e me fez gozar com ela no comando.
Eu amei, ela ainda mais vendo e comprovando minha satisfação, sua autoestima subia, ganhava confiança. Pernoitamos no motel, muitas transas rolaram até a nossa saída após o café da manhã.
A ficha de Silvana caindo
Ref.: 1998 #0028
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
DESAFIANDO LIMITES
DESAFIANDO LIMITES
Alguns assuntos que ocorreram, ao recordar, não me fizeram bem. Edy me recompôs e está me ajudando, participando das narrativas, relatando situações que aconteceram sem o meu conhecimento. Porém, no tempo certo, foi verdadeiro, transparente e contou tudo o que ocorreu, independentemente de eu saber algo, parcialmente ou não estar ciente de nada.
As narrativas de Edy estarão com o texto em itálico; as minhas seguirão em texto normal.
Desde que conheci Edna e a fiz mulher, criamos uma identidade, uma conexão muito especial: a experiência somada à ingenuidade. Por mais erradas que as coisas saíssem, por mais que houvesse omissões, eu confiava em meu instinto e na persistência em prosseguir nesse caminho com ela. Edna não sabia nada sobre o meu passado. Tive, sim, meus erros, e não foram poucos, mas os superei.
Amo o mundo dos fetiches: conhecer esse ambiente, pessoas desencanadas, sem rotulagens e, o mais importante, saber aceitar e respeitar. Adestrar Edna, nesse momento, era justamente isso: “aceitar e respeitar”.
Aceitei a proposta de corno idealizada por ela, ingenuamente, sabendo que ela mesma não teria tal controle, sua palavra não valeria de nada. A promiscuidade é algo que não aceito, e tal castigo ela sentiria na pele. Entender que “consentimento x traição / promiscuidade” têm suas diferenças era fundamental.
Não contava com o tamanho do controle que os pais de Edna exerciam sobre ela: totalmente blindada, mimada. Eu via além. A mesma crítica que eu recebia pela diferença de idade, os pais de Edna também tinham. Sua mãe, mais nova, olhava-me como mãe protegendo a filha, mas também com desejo, como se buscasse um amante. Seu pai percebia e ardia em faíscas de ciúmes.
Edna nunca percebeu dessa forma; apenas comentava que a mãe a invejava pela adolescência que não tivera. Ser discreta, sigilosa e ter controle emocional eram seus pontos fracos. Sempre gostei de vê-la e senti-la em alto astral como pessoa, como mulher. Só precisava de tempo para polir e fazer brilhar esse diamante de mulher que ela é.
Sempre comentei, nas entrelinhas, sobre isso com Edna. Porém, a ansiedade e a pressa por novas experiências a fizeram cometer deslizes, e tive de segurá-la pelas rédeas, como vem sendo relatado por ela.
Essa condição era nova para mim. Do outro lado, mulheres interessadas em avançar para uma relação mais séria me rodeavam, desejando que eu a descartasse. Edna era uma pedra no caminho de muitas interessadas. O que elas não entendiam era que eu não queria nada sério com nenhuma delas — apenas momentos.
Já tinha a preferência e a determinação total por Edna: moldá-la, lapidá-la, viver uma história somente nossa. Pode parecer cafona, mas a sintonia de Edna, o lado romântico, desse não tenho do que reclamar, e o lado pervertido...
... ah, esse eu amava demais. Porém, precisava ser adestrada.
De chifradeira promíscua, coloquei-a na coleira, submissa, cornuda, aos poucos inserindo Edna no mundo dos fetiches, no mundo liberal. Kátia, inserida como namorada, era estratégica: castidade ao sexo oposto; ficaria a sentir somente bucetas, sabendo que estaria com outras. Provocar seu lado dominante ainda adormecido, sintonizar seus pontos de prazer, gerar uma conexão sem preconceitos, isso estava em breve a se revelar.
Sim, Edna precisava sair do mundinho de aparências para o de eficiências, com pessoas confiáveis e equilíbrio emocional.
O teste de fogo está chegando de forma provocativa, para sacudir de verdade e narrar fatos que ocorreram nos bastidores enquanto me traía. Se funcionará, saberei somente no decorrer.
Neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável. Saber que Edy estava com outras mulheres me enlouquecia silenciosamente. Por dentro, meu tesão pedia para conhecer outros homens, desejos ofuscados pelo prazer em ver uma mulher dando prazer a outra. Era muita sacanagem, pensava eu. Seria eu uma lésbica se descobrindo?
Em um raro momento junto a Edy, ele declarou me amar e confessou ter medo de me perder. Eu o chamei de bobinho e disse que o amava mais que tudo, mas afirmei que precisava apenas sentir como era outro homem...
Agora ando confusa, desejada e desejando a mulher que ultimamente dorme comigo. “Virou corno de mulher”, falei em provocação. Pelo olhar de Edy e pela forma como conduziu a conversa, parecia ter gostado. Muitas vezes, conversar com Edy me deixava ainda mais confusa do que já sou normalmente. Amor, desejo, tesão... entre outras sensações, começavam a me deixar sem raciocínio.
E ainda havia muita coisa para acontecer...
. . . incertezas, pontas soltas e algo mais .
Ref.: 1996 #0025
LIBERDADE CONDICIONAL
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O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
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Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
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Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...





































