Mostrando postagens com marcador dominação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dominação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de abril de 2026

UM DIA PARA ESQUECER

Depois de realizar algo coletivo com Edy, comportamentos anormais, somados a sonhos estranhos que pareciam  querer avisar algo, liguei para ele querendo saber se estava tudo bem. 

Com voz de quem tinha acabado de acordar, conversava normalmente comigo.
Eu o provocava e seduzia com palavras. Retribuiu pedindo para eu me tocar, citando estar me desejando. . . 

-"Quando iremos acordar pela manhã podendo realizar algo íntimo. 
-"Casa comigo!"  falei 

O telefone ficou mudo, achei que tinha caído a linha. Era Edy em silêncio , isso era mau sinal. Comentei que tinha entendido o recado e desliguei. 

Conflitos na minha cabeça entre mil pensamentos. Meu lado promíscua e meu lado mulher exemplar. Não enxergava a possibilidade em ser duas mulheres  em uma e realizar prazeres ocultos de Edy. 

Sela pela imaturidade e ingenuidade, eu não enxergava as possibilidades 

Tia Lúcia logo cedo em casa,  escutava a conversa do quarto com meus pais. Não sai para conversar e nem veio falar comigo. 

Edy passou em casa mais cedo, escutava a conversa toda,  sem motivo trouxe uma bela garrafa de vinho para meus pais, só escutava a algazarra e risos. Sai do quarto curiosa  perguntando que felicidade era essa, citava que no momento certo todos saberiam.


Meus pais abraçaram a alegria ( interesseiros ) pensando eu, fazendo  teatro de bom genro. Minha mãe percebendo o clima arranhado com minha tia, me puxou pela orelha obrigando a cumprimentá-la, mesmo estando oferecida com Edy.

Fiquei muito sem graça, sentindo perdida com a virada de chave de Edy. Mudança, aceitação ou dissimulado? 

Saímos a pedido dele, eu sem saber para onde íamos. Somente exigiu que usasse um calçado que deixasse os pés livres e uma roupa provocativa. Dizia realizarmos  algo exemplar, tinha até medo de certas palavras quando vinha de Edy. 

No caminho Edy explorava saber sobre minha repulsa com uma rola preta. Eu respondia que simplesmente não conseguia imaginar aquilo dentro de mim, era estranho, esquisito, dava repulsa. Explicava que não tinha nada contra a etnia, tenho amizades, conversar, abraçar, mas intimidade (ECAA)  não me faça algo assim, advertia Edy. 

Mesmo assim, Edy insistia nos beneficios de transar com um negro, relatava como se fosse um desejo pessoal dele. Pedi para parar ou voltamos para casa, falei que tava dando nojo esse tipo de assunto. E insistiu comentando se Ulisses a pegasse... 
...rebati que estava interessado em pegar Cidinha. Mandei ele tentar a sorte com ela. Fiquei bicuda e parou a provocação.

Percebi que Edy rodava como se não soubesse onde iriamos. 

Paramos próximo ao metrô Vila Mariana, umas ruas para baixo, rua movimentada de carros e poucos pedestres. Andamos mais que imaginava, curiosa ao passar próximo a uma pizzaria, perguntei se íamos a pizzaria? Edy comentou que seria ao lado. Imaginei, vamos comemorar algo, comer em um lugar diferente.

Paramos em uma bela e chique residência, dois seguranças na porta, Edy conversou com um deles, ficamos aguardando a liberação. Gerava um suspense e ansiedade, entramos, ambiente meia luz, pessoas nos observando e fomos acompanhados até uma mesa reservada.

Acomodados, Edy se ajoelhou em meus pés e os beijou, fez carinhos, fiquei toda sem graça. O fiz levantar e perguntei que estava fazendo. 


Edy apresentava um ambiente fetichista, tema do dia  "podolatria",   mostrando a naturalidade sem julgamentos. Sinceramente não me agradava nenhum pouco. Um casal veio  a nossa mesa solicitando consentimento de Edy para o acompanhante apreciar meus pés, foi constrangedor para mim. 

Não recordamos o nome do casal, mas a mulher ficou conversando conosco, enquanto como cachorro,  seu acompanhante degustava de meu pés junto ao dela. Edy estava focado em mim, até mesmo quando foi sugerido algo mais como sexo pela mulher, Edy barrou educadamente, citou que  estavámos somente para o tema especifico. Não contestei , porém pedi para irmos embora. 


Ao sairmos, Edy me direciona para um canto do ambiente,  sentada uma mulher com idade e aparência de minha mãe. Sério, Edy se ajoelhou beijando os pés dela. Se levantou e sussurrou em meu ouvido a fazer o mesmo. 

Perdi a linha e sem chamar muito a atenção perguntei a Edy quem era a vovó,  viemos para brincar de lobo mau?. . . 

Pessoas olharam para mim, Edy de cabeça baixa a seus pés,  mantendo-se sentada educadamente se apresentou:
- "Sra. Rosecleide , acredito ter conhecimento de minha pessoa por  Sra. Min-ji" - falava calma, segura e tom baixo

Quase tive uma diarréia quando associei a pessoa. Inicialmente tentava me desculpar pelo ocorrido. Percebi que não tinha a atenção dela . . .
-"Guarde suas desculpas para momentos apropriados..."

Autorizou Edy a se levantar,  o descartou  como objeto sem querer prosseguir a conversa. 

Até o carro Edy foi mudo e irritado. Eu simplesmente perguntava que tinha feito de errado. Sem conversar nada até entramos em um motel na Ricardo Jafet , conhecida como a rua dos motéis ( atualmente não sei se continua com essa fama) .

Na suíte, resumindo Edy estava um animal, muito grosso e áspero com as palavras. Era um entra e sai  e voltando  do carro com aquela bolsa conhecida, a bolsa da tortura e prazeres, fiquei preocupada.
 
Edy pediu umas bebidas e algo para comer, respirou fundo e começamos a conversar. De imediato questionou sobre o fetiche de puta, Cidinha e alguma possível saída com algum outro homem sem seu conhecimento. 

Me dava oportunidade em eu ter total dedicação dele, realizar as ousadias mais picantes, desde que fosse verdadeira com ele. Eu muito tonta, birrenta, mesmo sob a ameaça e inibição visual da bolsa a minha frente, mantive firme em assumir tudo que realizei com outro homem, ele estava presente. 

O confrontei citando o lugar que me levou, mandava ele voltar e ficar com a vovó. ( silêncio)

-"Vai atrás da Noeli, com ela vai ser mais corno que imagina." - eu descarregava sem controle a raiva 
-"Você é corno, não é isso que queria saber, pronto CORNO !! VOCÊ É UM CORNO !!"


Falei em tom algo e gritado, as funcionárias do motel que passavam pelo lado interno do corredor de serviço riram ( quase ri , tive que me conter) a cara de Edy era indescritível

Edy falava como coitado, querendo saber nomes. Citei vários que nunca sai, somente na intenção de provocá-lo,  mas os desejava em minha cama. Me arrumei, peguei a bolsa e falei para irmos embora. 
-"Me leva e me deixa em casa e some da minha frente." 

Edy ficou muito puto, resmungou, pegou as coisas e fomos embora. Veio até em casa calado, me largou na porta de casa como bagagem e foi embora.
Entrei em casa pisando duro e lá fiquei em meu quarto pensativa com o péssimo dia.


EDY:
Edna me deixou excitado descarregando sua raiva, inexperiente não sabia canalizar prazer em uma discussão. Encenei estar com muita raiva, a levei para sua casa, mas desejando estar com outra pessoa.

Queria eu levar um corretivo, ser dominado naquele momento de fúria.  Era somente uma perspectiva de um sonho impossível de se realizar.

Cheguei em casa, o telefone toca, recebo uma péssima notícia.

Liguei para Edna em seguida.



EDNA:
Telefone toca, minha mãe chama dizendo que era o boi, saia muito puta do quarto com a zombaria
Edy fala que Marisa tinha acabado de ligar para ele. Ficou um silêncio no telefone.
Eu gelava, tinha descoberto de minhas saídas com seu marido Wagner, pensava eu.
Diante do ocorrido a poucas horas atrás, quebrei o silêncio, citei as saídas com Wagner desde que não envolvesse Marisa ...

...fui interrompida 
   
-"Wagner morreu!" 
A ficha não tinha caído e fiquei me justificando ....

-"Wagner teve um infarto fulminante. Fique quieta !!" Finaliza Edy

-"Vai ir ao velório?" Edy questiona

Fiquei pensativa, culpada e ignorada. Resolvi não ir, justifiquei a Edy que tinham mais aproximação, que ele fosse. 

Confesso que fui muito  fria, tive sensações estranhas, uma noite horrível com novos pesadelos, premunição  eu diria. 


O dia seguinte foi como virar a página e seguir em frente. 


Ref.: 1998 #0041
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 21 de abril de 2026

ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS

Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.


Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy  diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo. 

Imaginei absurdamente Edy com minha mãe (ECA) ,  e muito pior, no decorrer do dia tinha recaídas desejando estar com Edy por mais Filha da Puta fosse comigo. 


Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.

Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
-"Está preparada para assumir riscos?" 

Nesse momento meu lado puta ativou, o beijei agradecendo o conselho e refiz a mesma pergunta. 
Wagner citava elogios a minha pessoa e ao meu lado prazeroso, bucetinha quente, molhada, mulher muito fogosa.

Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
. . . e se engravidar o "corno" assume, (risos). Pedia desculpas pela brincadeira, eu ia aos orgasmos naquela pegada e no pau gostoso que ele tem. 

-"Me chama de vagabunda, de puta." dizia e Wagner correspondia além. Virou-me de bruços e comeu meu cu com vontade, ardia de prazer, o vai e vem estilo garotão, enterrava, eu urrava.


Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando. 

Vagner queria se aprontar e irmos embora, comentei que desse jeito estava me fazendo sentir uma puta. Foi grosso com a resposta dizendo que era o que eu mais gostava de ser (risos) comentou em seguida que não podia dar motivos para Marisa desconfiar.

Esperava algo mais carinhoso, mas ele estava certo independente da desculpa envolvendo  Marisa, o prazer de tal sentimento como puta, agradava, me dava mais prazer para o próximo cliente.

Próximo de casa, Cidinha, Sérgio e Leandro, pedi para Vagner me deixar e fui ao encontro deles. Cidinha discretamente olha com risos, cochicha em meu ouvido me chamando de verdadeira pistoleira tirando suas conclusões. Os rapazes foram embora e ficamos conversando. Tinha uma pergunta me incomodando e fiz a Cidinha:
 -"E se engravidar..." 

Interrompida por Cidinha
-"Vira essa boca pra lá." batia 3x em uma madeira. 
Me chamava de louca e sem noção
-"Se ficar grávida é culpa sua que não se cuidou oras..." respondeu grossa me dispensando 

Chegando ao final da rua, Sérgio estava à minha espera. Fomos à sua casa, estava sozinho, deitada aos beijos no sofá, Sérgio coloca a calcinha de lado e chupa minha buceta.
-"Porra, gosto de camisinha. Tá metelona heim !!?!?! citava meio bravo
-"Nunca chupa, quando chupa reclama, tem sorte que é gosto de camisinha..."

Com Sérgio, quando ficava bravo  era somente o momento, voltava ao humor,  queria saciar desejos me possuindo, perguntava onde estava o "corno meu" , eu mandava calar a boca e parar com isso. Fodia gostoso minha buceta, tão logo fiquei de quatro e fiz questão dele comer meu cu arrombado.

Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo  e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais. 

Em casa, tomei  um banho batendo uma e pesando mil formas de prazeres. Sentia minha buceta inchada desejando mais sexo, estava me sentindo uma dependente sexual. 

Na parte da tarde meu tio Nelson passa em casa procurando por minha tia Lúcia, perguntou de meus pais e disse que ninguém estava  em casa,  talvez tenha ido na casa da vó. Nelson andava pela casa, foi até a cozinha, tomou água, caminhando pelo corredor na porta do meu quarto, Nelson lascou um beijo em mim, percorrendo meu corpo todo.

Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.

Entrei molhada no quarto, sendo beijada, despida, chupada. Chamava Nelson de louco, tia Lúcia vai nos matar se souber de algo.

Mandava eu calar  a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.

Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam. 

Nelson me posicionou de 4 na cama, seguia me fudendo por inteira, gozava e urrava naquele pau. Nelson começou a massagear meu anel, eu não queria fazer anal, estava em casa e o dote assutava um pouco.

Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.  

Nos beijamos, elogios, uma rápida limpeza pelo quarto, Nelson pegou tudo que comprometeria ( embalagem de camisinha, camisinha usada) colocou em  uma sacola de mercado para jogar pelo caminho.  Nos comprometemos com esse assunto ficar em alto sigilo, o levei até o portão, caminhando trêmula e toda ardida. 

Ardida e com o perfume de Nelson na pele, deitei refletindo a realização. . . 

Mais tarde  todos em casa, chega Edy chamando para sair, não estava muito afim. Estava em outra sintonia, estava ainda sentindo a transa com Nelson pelo corpo todo. 

Acabei aceitando para não ficar pensando besteira em casa. Fomos a uma cantina italiana em Sto André, chegando lá Edy pede mesa para 4, não demorou chega Noeli e Antônio. 

Todos com cara de  peroba , por que pau era pouco pelo  que ocorreu. Noeli sentada ao meu lado de frente a Edy e Antônio a minha frente, muito esquisito isso né? 


Conversas diversas rolavam, Edy observava geral e eu a ele. Noeli questiona como foi sair com Antônio, direta comentava para não ficar sem  jeito que todos na mesa não tem culpa no cartório, segui se justificando ter saído com Edy uma vez que não estávamos juntos. Teve uma pequena pausa e retomou confirmando que tinha permitido Antônio sair comigo, citava ser uma forma de minimizar a culpa. 

A conversa rolava ao pé do ouvido entre eu e ela, os rapazes ficavam com as conversas deles, pelo que observei seguiam grandes amigos sem arranhões. Em certo momento precisei ir ao toalete, Noeli se levantou indo junto. No caminho um lindo jardim de inverno no ambiente, apreciamos a decoração seguindo com as conversas, Noeli um tanto diferente, encarando e observando minha pessoa. 

No banheiro com a maquiagem retocada, pronta para sair, Noeli trava a porta e lasca um beijo longo em mim, beijo segurando meus pulsos a qualquer reação


-"Queria sentir porque você é especial para Edy." - sussurrou em meu ouvido
Foi uma mistura gelada de tesão, emoção, ódio e traição, fiquei estática por tal ação. 

Noeli perguntava se estava bem, eu somente gesticulava que sim. Chegando a mesa, conta estava acertada, os rapazes conversando alegremente. Fomos saindo apreciando o ambiente, Edy apontou onde estava o carro e percebi que votariam conosco. Próxima parada, casa de Noeli.

Ao chegar lá, por insistência entramos, Noeli me chama para a cozinha deixando os rapazes na sala. Pergunta se achei ruim o que ocorreu. Desconsertada dizia para imaginar....

Noeli pegou em outro beijo pela cozinha, desta vez mais ousada, percorrendo a mão em minha buceta. Edy e Antônio presenciam a cena me deixando sem graça. Edy se direciona a Noeli, percorre a mão pelo corpo dela e a beija. 


Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter  a mão na cara de Edy.  Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial. 

Noeli segurou minha mão e chamou para o banheiro, pedindo para os meninos esperarem comportados. Nuas no banho, Noeli dava aula de sedução em mim, me fazia sentir uma pivete, na minha cabeça vinha uma mistura de desejos e arrependimentos realizados.


Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy.... 

Relembrava jogos prazerosos e  perigosos de Edy me realizando submissa tempos atrás, o adestramento em minha mente, um condicionamento de aceitar, cedendo Edy a Noeli.

No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele. 

Condição quebrada quando Edy colou Noeli para me beijar enquanto chupava a buceta dela, Antônio observava nos beijando e dedilhava uma siririca em mim, depois começou a chupar minha buceta. Tão logo Edy colocou Noeli de quatro, penetrando em sua buceta no pêlo. Antônio repetia o mesmo após colocar a camisinha. 


O ambiente começou a ficar quente em todos os sentidos, nós duas gemendo e sendo surradas na rola de nossos homens. Ousadamente deitei Antônio e subi cavalgando em sua rola, tão logo untava meu próprio cuspe em meu cu, tirei a rola de minha buceta e quiquei com o cu no dote de Antônio que deslizou gostoso, não realizei pelo prazer e sim para ocultar o sexo anal realizado por Nelson. Gemi gostoso com a enterrada controlada por mim sentando até o talo em seu colo. 

Antônio me posicionou de quatro, e socando meu cu,  Edy realizava Noeli que urrava loucamente até descarregar  seu gozo dentro dela, permaneceu ali deitado um sobre o outro por instantes.

Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la. 


Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.

Enquanto os rapazes se limpavam no banheiro, Noeli perguntava se estava tudo bem comigo.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.

Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ? 
-"Sempre que desejar." - respondi

SIMMMM , fiz a enorme besteira de  conceder novas realizações. Eu não pensava muito bem quando estava com tesão, não media consequências ou reações colaterais, atitudes essas que Edy não gostava.

Retornando para casa, Edy para em sua casa, adentra comigo e lá me beija loucamente, me deixa nua pela sala, me possui como um cachorro no CIO, fui chupada, possuída e bem fodida, nada de meia foda, xingada, e tomando uns tapa no rosto de forma moderada, gozava muito até sentir o calor do leite de Edy despejando.

A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte. 

Edy me deixou em casa, toda aquela cena de bom namorado na frente de meus pais, no íntimo meu corpo ardia de tesão, queria meu banho, meu momento. 



EDY:
Leitores, ao mergulharem na narrativa de Edna, é natural que pensem tratar-se de ficção, coincidências demais, encaixes improváveis, detalhes quase perfeitos. Mas não. Tudo aconteceu. Cada movimento foi silenciosamente orquestrado, nos bastidores, no exato momento em que Edna decidiu ligar para Wagner.

Wagner, amigo de longa data, estranhou o contato inesperado. Ainda assim, alinhamos rapidamente o que viria a se desenrolar exatamente como Edna descreveu, sem que ela sequer suspeitasse da engrenagem por trás dos acontecimentos.

O que para ela parecia acaso, para outros já era um roteiro em andamento.

Antônio e Noeli surgiram como peças que se encaixaram com precisão. Não foram apenas coincidência, foram catalisadores de desejos já existentes, oportunidades disfarçadas de encontros casuais.

Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.

Havia mais em jogo do que simples encontros.



Liguei para Lúcia e comentei que estava ocorrendo, ela somente disse se eu estava pronto para o que poderia a vir na sequência e consequências

A relação entre mim, Lúcia e Nelson já não era mais a mesma. Avançava, se transformava.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.

Ou ao menos, assim parecia.

Naquele dia, Edna viveu algo maior do que imaginava. Uma realidade cuidadosamente construída ao seu redor. Sentia-se no comando, intensa, poderosa, dona absoluta das próprias escolhas, sem perceber o quanto tudo já estava em movimento antes mesmo de sua decisão.

Mas agora fica a pergunta que realmente importa:

Diante de tudo que viveu…
até onde Edna está disposta a ir?

Aguardemos…


Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

PRIMEIRAS REVELAÇÕES



Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a realidade foi . . . 


-"Fala corno de travesti." de forma seca (Não recordo bem se foi bem assim, mas chamei sua atenção)

Questionava que raios era tal afirmação e relatei que tinha ocorrido no final de semana. A irritação dele foi tanta, que virou as costas e saiu pisando duro. 

Sentia uma crise de ansiedade vendo Edy irritado de uma forma que desconhecia. O trabalho seguia e não podia ter interferências pessoais, ao menos foi assim que Edy gostava de realizar com a equipe.  Na hora do almoço fui de forma humilde pedir desculpas por ter dito daquela forma  e desabafar que estava chateada por estar saindo com minha prima, escutava sem falar nada. 


-"Afinal somos o que?..."  Questionou e continuou
-"...um casal, um trisal, um quadrisal? O que você quer afinal?"
-"Certos momentos você é admirável, madura, depois fica a putinha mimada, não te endendo garota, ...."
Edy falava e dava uma grande pausa, essas pausas assustam
-"Te quero minha mulher, conhece as condições, você escolhe, fica com seus machos e eu com as minha AMIGAS."  finaliza. 

A desdenha de "ficar com meus machos" dava a impressão que eu saia dando para qualquer um, me irritou de verdade foi enfatizar em alto e bom tom "AMIGAS" , para mim tudo umas galinhas. Cheguei a declarar isso a Edy, balançava a cabeça e resmungava alguma coisa. Estava submissa de Edy e Kátia, não conseguia ter minha própria liberdade, era humilhação com mistura de prazer. Certo dia na casa de Kátia coloquei a coleira e desfilei para ela, passava a guia para sua mão, empolgando desejos, nossas trocas de olhares eram de tirar faíscas.

Kátia segurava com a mão a coleira em meu pescoço, humilhava-me verbalmente, percebendo me sentir fraca me sentava a mão na cara dando broncas tipo "Até quando vai ficar assim mimadinha?" era aprender na marra ou apanhar, Kátia narrava situações prazerosas de Edy com outras mulheres até confessar o interesse de ser mulher para Edy, isso gerou brigas e com risos de desaprovação Kátia falava:
-"Bobinha, tolinha, mimadinha, acredita em tudo, cresce garota, se enxerga, você não é mulher para Edy....".
-"....você merece a posição submissa, faz jus ao seu comportamento, e estou me cansando de você. " finalizou Kátia explodindo verbalmente.

A discussão foi ao fervor com os ocorridos do final de semana com as meninas, a falta de interesse ou mesmo oportunidade de ter buscado Kátia foi motivo de faísca, palavras ofensivas, troca de interesses, a experiência com Alexandra era para ter ocorrido um complemento após o ato com Kátia e essa expectativa de não realização gerou frustrações, resultou em brigas. Duas pessoas com rebaixamentos similares a minha pessoa. E para finalizar Kátia dava o golpe de misericórdia:
-"Você pensa que Edy tá sozinho, tem um monte de mulher rastejando por ele, sem contar sua própria família que apunhala você pelas costas, não serve para você, mas serve para outras da família."
e completava...
-"Se está livre eu vou investir sim nesse homem."

Sai de lá muito "P" da vida, levantei a bandeira branca, indo conversar com Edy, foi uma conversa de exposições, insatisfações e realmente o que eu era para ele. 
Edy me deu uma bronca, desabafava que estava cansado de ficar retomando conversas que já sabia a resposta, que daquele momento é tudo ou nada, me acusou de omissa, nesse momento nunca imaginei que chegaria a esse ponto....


...chorando me ajoelhei aos pés de Edy pedindo oportunidade de mudança, que já estava compreendendo melhor. Edy levantou-me, abraçou-me e sussurrou:
-" Vamos ver se isso é verdade logo mais..."

Nesse dia retornei para casa mais confusa do que eu mesma costumava ser, e quando comento que foram meses com grandes bombardeio de emoções, prazeres, humilhações, entre outras coisas me dava mais tesão querer saber mais e tudo isso tinha um preço, caro ou não a se descobrir.

Os acontecimentos eram rápidos durante a semana, e para não perder o andamento das narrativas vou narrar o acontecido e ir fechando outros ocorridos em abertos e o que veio ocorrendo simultaneamente. Certo dia da semana a noite, Kátia vem em casa, sós em meu quarto pede para eu me vestir a mais sensual que íamos sair. Ficou aguardando na sala com meus pais conversando, quando cheguei na sala, minha mãe foi a primeira a falar:
-"Onde vai vestida igual puta?"
-"Realmente ficou uma piranha." Completou Kátia

Voltei mordida para o quarto, logo atrás entra Kátia dando maior bronca, fui contrariar e ainda levei um tapa no rosto
-"Cala a boca, é roupa sensual e não de vagabunda."   ".... de vagabunda você nem precisa de roupa." Faiscava Kátia

Esses atritos me deixavam nervosa, saia meu desestabilizada, vestida sensualmente saímos, eu para variar sempre ficava sabendo dentro do carro. Percebi  Kátia meio sem paciência comigo, jogava a coleira dando ordens para colocar e deixar a guia à mão. Paramos na residência de Célia, algumas pessoas na rua, olhava para Kátia ...


-"Nem vem com cu doce, vai saindo e ignore" , falava Kátia sem paciência. 
Escutava sussurros das pessoas por sair de coleira e guia na mão, uns moleques fazendo algazarra "au au" seguido de risos.

Apesar de sentir e  ficar tímida envergonhada, minha buceta tinha comportamento diferente, estava totalmente molhada por estar de coleira e ficou ainda mais quando Kátia chegou na porta e me fez ficar de joelhos ao lado dela com a guia na boca.


Quem nos recebeu era Valdir, observando de longe Edy e Célia conversavam ignorando o toque da campainha, dando atenção somente quando nos aproximamos, com a guia na mão de Valdir. Edy me observava com quem queria comer com os olhos, eu nesse quesito o conhecia bem.

Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas. 
A campainha voltou a tocar, Alexandra entrando toda alegre, cumprimentando todo mundo, e a mim, passando a mão na cabeça como uma cadela, me chamando de bonitinha e não deu importância alguma ou se recordou do momento com as meninas.

Edy percorre a mão em minhas costas, desce até a minha bunda, com habilidade percorre minha buceta toda molhada, retira e oferece a Valdir a sentir o aroma. Valdir foi ousado e lambeu os dedos de Edy, elogiando como se eu fosse um produto. Edy voltou a repetir sua ação e desta vez foi Kátia e Célia que sentiram o aroma, Alexandra veio de intrometida sentir , Edy concedeu a guia para Kátia e cochichou algo no ouvido. 

Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz. 

Não demorou estávamos todas nuas, minha buceta pulsava e se molhava, Alexandra me olhava de uma forma diferente, Célia abriu a porta e chamou ambos. Para minha surpresa, entraram nus de pau duro e dando risadas, Célia e Kátia me colocaram de joelho na frente dos dois , Valdir perguntou para Edy se tinha certeza e só ouvi sim e foi então que Valdir pegou seu pau e colocou em minha boca para chupar.


Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.

Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo  que podia aguentar.
-"Ohhh deliciaaa!!" dizia Edy revirando os olhos


Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
-"Agora está mais melado que seus dedos, o aroma deve estar uma delícia, não quer experimentar? "


Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.

Valdir contém as chupadas de Edy, o levanta conduzindo a se deitar na cama, com habilidade, Célia passar um gel na mão de Valdir que unta no rego de Edy e tão logo acontece, Valdir encosta a rola no cu de Edy e entra e tira  a cabeça suavemente diversas vezes, ouço gemido de ambos, Valdir pergunta se Edy está pronto, acena com a cabeça e com sorriso que sim e Valdir   o possui de frente. 


Edy geme e  fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
-"Amo ver um homem mamando outro ou dando na minha frente, já fico excitada."  olhei para o pau de Alexandra estava duríssimo


Não demorou Valdir começou a bombar em Edy, e tão logo a rola saia e entrava sem esforço, e as socadas ficavam intensas e fortes , Edy começava a urrar e querer se conter. Célia segurou seus braços sentando atrás dele, Kátia segurava uma  das pernas e Alexandra a outra, eu excitada toda molhada observava , o pau de Edy começava a latejar.
-"Goza comigo! Goza Comigoo!!" falava Valdir

Não demorou, Edy gozava sem se tocar, seu pau jorrou um gozo farto sobre ele e em Célia, seguido de Valdir gemendo, bombando com paradas longas com a rola toda dentro de Edy. 


Célia me chama e ordena a limpá-la com a língua, Kátia em seguida pegando me pela coleira faz limpar a porra toda do corpo de Edy , inclusive seu pau. 

O que ninguém esperava foi Edy me puxar pelos cabelos e me beijar, eu gozei pelo beijo, pela ousadia, pelo diferente, a sensação tão gostosa foi interrompida com a penetração de Alexandra em minha buceta, Valdir tira a rola do cu de Edy, e sai do ambiente, vi a porra começando a escorrer do cu de Edy pelas pernas.

Observava fascinada e  Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma,  Edy é dominado por Célia e Kátia.


Célia foi cruel com um consolo um tanto avantajado, bem lubrificado, segurava os braços de Edy para trás. Kátia auxiliando, algemava e o segurava, abria sua bunda e sendo chamado de "putinho arrombado" Célia percorria os dedos lubrificados no cu de Edy, satirizava e posicionada, começou a penetrar o consolo, Edy pedia para ir devagar, logo já implorava, Alexandra ficava com o pau enterrado em meu cu e observando.
-"Relaxa seu puto, relaxa esse cuzinho." , Dizia Célia sentando a mão na bunda de Edy.


Edy se contorcia, gemia, ofegante pedia para ir com calma, e sem dó passou a cabeça do consolo, Célia só aguardou um tempo e foi sem dó com o consolo todo dentro de Edy , estica seu pé até o rosto de Edy e ordena ela chupar o dedão :
-"Chupa seu putinho, chupa meu dedão e imagina ser a rola do Valdir."  

Edy se deliciava nos pés de Célia, nunca tinha presenciado algo assim, e seguia com umas bombadas, Célia saia e entrava Kátia dando uns tapas na bunda de Edy, chamando de "putinho malvado", olhava para mim de forma sarcastica. Cu de Edy não oferecia mais resistência e com o decorrer ambas alternavam em enrabar Edy, até Célia pegar de jeito, abriu a bunda de Edy e vi o consolo sumindo a dentro, segurando Edy pela cintura queria penetrar mais o que não tinha o fazendo gozar novamente, caindo de lado trêmulo, esgotado. Queria me aproximar, Alexandra me conteve:
-"Não entra na brincadeira que não foi chamada." e voltou a bombar no meu cu.


Kátia percorria a mão na porra de Edy , untava no consolo e metia a dentro, e dizia:
-"Toma mais leitinho nesse rabo seu putinho." e ria, começava a  soltar as algemas, Edy estava ofegante. 
Kátia me pegou tipo:
-"Vamos garota, se gozou, gozou  se não se masturba em casa."
Alexandra até tentou me ajudar e fui zombada por kátia dizendo:
-"A bebezinha aqui tem hora para chegar em casa, e não quero levar bronca no lugar dela." saiu meio "P" da vida. 

Claro que esse "P" da vida ela veio descontando em mim o caminho todo. Preferi não perguntar nada, pedi para me deixar em qualquer lugar que voltava de táxi, porém me trouxe até o portão, mal abri o portão ela foi embora com pressa. 
No meu habitat de costume, minha mente disparava mil coisas, perguntas, e o que mais estava oculto de meu conhecimento, as verdades de Edy começavam a aparecer....

... e eu pretendia saber de tudo e quem sabe realizar muito mais que o tradicional. 



Ref.: 1998 #0031

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


PAI É QUEM CRIA

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.