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terça-feira, 21 de abril de 2026

ENTRE AMIGOS E ALGO MAIS

Amanhecer recordando ter saído com 3 homens no mesmo dia foi um feito de realização, vingança, descontar traições, era a forma de justificar o realizado, além do prazer proporcionado.


Estava numa fase insaciável, com ódio mortal de Edy  diante seus relatos nojentos. Em momento de reflexão tomando meu café matinal, imaginava como seria rever minha amiga Noeli sabendo de tudo que ocorreu e ainda mais eu ter saído com seu namorado/noivo. 

Imaginei absurdamente Edy com minha mãe (ECA) ,  e muito pior, no decorrer do dia tinha recaídas desejando estar com Edy por mais Filha da Puta fosse comigo. 


Queria conversar com uma pessoa que sempre tivemos afinidade e respeito, liguei para Wagner, combinamos e me levou para um hotel conhecido dele.

Estava ciente que iríamos além de conversas. Relatei boa parte do que vinha ocorrendo, era orientada a me abrir sem filtros para Edy. Por conhecer muito bem ele, a coisa pode ficar pior. Alertava o que passei na mão dele foi somente uma amostra e perguntava:
-"Está preparada para assumir riscos?" 

Nesse momento meu lado puta ativou, o beijei agradecendo o conselho e refiz a mesma pergunta. 
Wagner citava elogios a minha pessoa e ao meu lado prazeroso, bucetinha quente, molhada, mulher muito fogosa.

Semi nus, chupava minha buceta que chorava de tesão na habilidade em meus lábios mais rosados. Colocando a camisinha, citava em me casar logo com Edy , que assim me comeria toda vez que eu desejasse . . .
. . . e se engravidar o "corno" assume, (risos). Pedia desculpas pela brincadeira, eu ia aos orgasmos naquela pegada e no pau gostoso que ele tem. 

-"Me chama de vagabunda, de puta." dizia e Wagner correspondia além. Virou-me de bruços e comeu meu cu com vontade, ardia de prazer, o vai e vem estilo garotão, enterrava, eu urrava.


Suas enterradas ficaram mais fundas e espaçadas até que enterrou e ficou, gozava em meu cu se realizando. 

Vagner queria se aprontar e irmos embora, comentei que desse jeito estava me fazendo sentir uma puta. Foi grosso com a resposta dizendo que era o que eu mais gostava de ser (risos) comentou em seguida que não podia dar motivos para Marisa desconfiar.

Esperava algo mais carinhoso, mas ele estava certo independente da desculpa envolvendo  Marisa, o prazer de tal sentimento como puta, agradava, me dava mais prazer para o próximo cliente.

Próximo de casa, Cidinha, Sérgio e Leandro, pedi para Vagner me deixar e fui ao encontro deles. Cidinha discretamente olha com risos, cochicha em meu ouvido me chamando de verdadeira pistoleira tirando suas conclusões. Os rapazes foram embora e ficamos conversando. Tinha uma pergunta me incomodando e fiz a Cidinha:
 -"E se engravidar..." 

Interrompida por Cidinha
-"Vira essa boca pra lá." batia 3x em uma madeira. 
Me chamava de louca e sem noção
-"Se ficar grávida é culpa sua que não se cuidou oras..." respondeu grossa me dispensando 

Chegando ao final da rua, Sérgio estava à minha espera. Fomos à sua casa, estava sozinho, deitada aos beijos no sofá, Sérgio coloca a calcinha de lado e chupa minha buceta.
-"Porra, gosto de camisinha. Tá metelona heim !!?!?! citava meio bravo
-"Nunca chupa, quando chupa reclama, tem sorte que é gosto de camisinha..."

Com Sérgio, quando ficava bravo  era somente o momento, voltava ao humor,  queria saciar desejos me possuindo, perguntava onde estava o "corno meu" , eu mandava calar a boca e parar com isso. Fodia gostoso minha buceta, tão logo fiquei de quatro e fiz questão dele comer meu cu arrombado.

Sérgio comentava meu lado vagabunda e puta, enquanto seu pau entrava e sai com facilidade, logo veio o gozo  e meu tesão não era totalmente saciado, estava querendo mais. 

Em casa, tomei  um banho batendo uma e pesando mil formas de prazeres. Sentia minha buceta inchada desejando mais sexo, estava me sentindo uma dependente sexual. 

Na parte da tarde meu tio Nelson passa em casa procurando por minha tia Lúcia, perguntou de meus pais e disse que ninguém estava  em casa,  talvez tenha ido na casa da vó. Nelson andava pela casa, foi até a cozinha, tomou água, caminhando pelo corredor na porta do meu quarto, Nelson lascou um beijo em mim, percorrendo meu corpo todo.

Já tínhamos flertado tempos atrás, quase pegos, pedi para esperar um pouco. Fui até o quintal e tranquei os portões, se alguém chegar a gente escuta. Entre a ida e o retorno minha mente estimulava tamanhos prazeres.

Entrei molhada no quarto, sendo beijada, despida, chupada. Chamava Nelson de louco, tia Lúcia vai nos matar se souber de algo.

Mandava eu calar  a boca dizendo que só saberia por minha boca. Estava gozando só de ver aquele pau grosso e curvo. Nelson pôs a camisinha, me possuiu com desejo, queria urrar, gritar naquela rola.

Nelson segurou-me firme pelos pulsos, penetrando sem dó, perdi a conta dos orgasmos, a fome com o desejo de realização se fundiam. 

Nelson me posicionou de 4 na cama, seguia me fudendo por inteira, gozava e urrava naquele pau. Nelson começou a massagear meu anel, eu não queria fazer anal, estava em casa e o dote assutava um pouco.

Dominada por Nelson, veio aquele tesão que amo demais, o tesão de ser possuída sem consentimento, Nelson adentrou com seu dote em meu cu, tremi quando senti as bolas encostarem, estava suando para suportar tudo dentro de mim, voltei a ser posicionada de frente, Nelson beijava-me enterrando agora de frente seu pau em meu cu. Com as pernas levantadas em seu ombro, se curvou para cima de mim gozando numa forte enterrada que cheguei a lacrimejar pela dor e prazer.  

Nos beijamos, elogios, uma rápida limpeza pelo quarto, Nelson pegou tudo que comprometeria ( embalagem de camisinha, camisinha usada) colocou em  uma sacola de mercado para jogar pelo caminho.  Nos comprometemos com esse assunto ficar em alto sigilo, o levei até o portão, caminhando trêmula e toda ardida. 

Ardida e com o perfume de Nelson na pele, deitei refletindo a realização. . . 

Mais tarde  todos em casa, chega Edy chamando para sair, não estava muito afim. Estava em outra sintonia, estava ainda sentindo a transa com Nelson pelo corpo todo. 

Acabei aceitando para não ficar pensando besteira em casa. Fomos a uma cantina italiana em Sto André, chegando lá Edy pede mesa para 4, não demorou chega Noeli e Antônio. 

Todos com cara de  peroba , por que pau era pouco pelo  que ocorreu. Noeli sentada ao meu lado de frente a Edy e Antônio a minha frente, muito esquisito isso né? 


Conversas diversas rolavam, Edy observava geral e eu a ele. Noeli questiona como foi sair com Antônio, direta comentava para não ficar sem  jeito que todos na mesa não tem culpa no cartório, segui se justificando ter saído com Edy uma vez que não estávamos juntos. Teve uma pequena pausa e retomou confirmando que tinha permitido Antônio sair comigo, citava ser uma forma de minimizar a culpa. 

A conversa rolava ao pé do ouvido entre eu e ela, os rapazes ficavam com as conversas deles, pelo que observei seguiam grandes amigos sem arranhões. Em certo momento precisei ir ao toalete, Noeli se levantou indo junto. No caminho um lindo jardim de inverno no ambiente, apreciamos a decoração seguindo com as conversas, Noeli um tanto diferente, encarando e observando minha pessoa. 

No banheiro com a maquiagem retocada, pronta para sair, Noeli trava a porta e lasca um beijo longo em mim, beijo segurando meus pulsos a qualquer reação


-"Queria sentir porque você é especial para Edy." - sussurrou em meu ouvido
Foi uma mistura gelada de tesão, emoção, ódio e traição, fiquei estática por tal ação. 

Noeli perguntava se estava bem, eu somente gesticulava que sim. Chegando a mesa, conta estava acertada, os rapazes conversando alegremente. Fomos saindo apreciando o ambiente, Edy apontou onde estava o carro e percebi que votariam conosco. Próxima parada, casa de Noeli.

Ao chegar lá, por insistência entramos, Noeli me chama para a cozinha deixando os rapazes na sala. Pergunta se achei ruim o que ocorreu. Desconsertada dizia para imaginar....

Noeli pegou em outro beijo pela cozinha, desta vez mais ousada, percorrendo a mão em minha buceta. Edy e Antônio presenciam a cena me deixando sem graça. Edy se direciona a Noeli, percorre a mão pelo corpo dela e a beija. 


Fiquei travada com os pensamentos que desejavam meter  a mão na cara de Edy.  Antônio não perdeu tempo e retribuiu na mesma moeda, desta vez mais quente, com mais desejo, diferente da experiência inicial. 

Noeli segurou minha mão e chamou para o banheiro, pedindo para os meninos esperarem comportados. Nuas no banho, Noeli dava aula de sedução em mim, me fazia sentir uma pivete, na minha cabeça vinha uma mistura de desejos e arrependimentos realizados.


Ter a buceta chupada no banho despertava meu lado pervertido, sabia percorrer e seduzir muito melhor que alguns homens. Noeli sussurrava se estava tudo bem dela ficar com Edy.... 

Relembrava jogos prazerosos e  perigosos de Edy me realizando submissa tempos atrás, o adestramento em minha mente, um condicionamento de aceitar, cedendo Edy a Noeli.

No quarto estava com Antônio, uma troca de casais, ao lado via Edy com Noeli, pressentia que era mais que aventura. Forma de beija-la, percorrer pelo corpo dela, chupar seus pés e tirar sorrisos. Para Antônio eu parecia uma boneca sendo usada por ele. 

Condição quebrada quando Edy colou Noeli para me beijar enquanto chupava a buceta dela, Antônio observava nos beijando e dedilhava uma siririca em mim, depois começou a chupar minha buceta. Tão logo Edy colocou Noeli de quatro, penetrando em sua buceta no pêlo. Antônio repetia o mesmo após colocar a camisinha. 


O ambiente começou a ficar quente em todos os sentidos, nós duas gemendo e sendo surradas na rola de nossos homens. Ousadamente deitei Antônio e subi cavalgando em sua rola, tão logo untava meu próprio cuspe em meu cu, tirei a rola de minha buceta e quiquei com o cu no dote de Antônio que deslizou gostoso, não realizei pelo prazer e sim para ocultar o sexo anal realizado por Nelson. Gemi gostoso com a enterrada controlada por mim sentando até o talo em seu colo. 

Antônio me posicionou de quatro, e socando meu cu,  Edy realizava Noeli que urrava loucamente até descarregar  seu gozo dentro dela, permaneceu ali deitado um sobre o outro por instantes.

Edy tirou seu pau meia bomba todo melado veio ao meu encontro colocando ele todo em minha boca. Submissamente o chupei, na sequência Edy trouxe Noeli próxima abriu suas pernas com a buceta escorrendo porra me obrigando a chupa-la. 


Rolou um clima entre chupar a buceta de Noeli recheada alternando em beijos entre Edy e Noeli . Antônio começou a socar mais forte e profundo até gozar.

Enquanto os rapazes se limpavam no banheiro, Noeli perguntava se estava tudo bem comigo.
Elogiava e dizia invejar o homem que tenho, convidava a passar a noite com eles.

Vergonhosamente agradecia o convite e dizia não poder, por ser restringida pelos pais, tinha horário para voltar. Ela compreendia, me beijava sussurrando quando faremos novamente ? 
-"Sempre que desejar." - respondi

SIMMMM , fiz a enorme besteira de  conceder novas realizações. Eu não pensava muito bem quando estava com tesão, não media consequências ou reações colaterais, atitudes essas que Edy não gostava.

Retornando para casa, Edy para em sua casa, adentra comigo e lá me beija loucamente, me deixa nua pela sala, me possui como um cachorro no CIO, fui chupada, possuída e bem fodida, nada de meia foda, xingada, e tomando uns tapa no rosto de forma moderada, gozava muito até sentir o calor do leite de Edy despejando.

A noite para mim se completava como uma verdadeira puta vadia realizada, era uma sensação surreal de prazer. Podem julgar como desejarem, não importava para mim. Gozei com os homens que desejei e mais ainda na rola de Edy, meu gostoso safado. Mesmo com raiva dele, nossa conexão era muito forte. 

Edy me deixou em casa, toda aquela cena de bom namorado na frente de meus pais, no íntimo meu corpo ardia de tesão, queria meu banho, meu momento. 



EDY:
Leitores, ao mergulharem na narrativa de Edna, é natural que pensem tratar-se de ficção, coincidências demais, encaixes improváveis, detalhes quase perfeitos. Mas não. Tudo aconteceu. Cada movimento foi silenciosamente orquestrado, nos bastidores, no exato momento em que Edna decidiu ligar para Wagner.

Wagner, amigo de longa data, estranhou o contato inesperado. Ainda assim, alinhamos rapidamente o que viria a se desenrolar exatamente como Edna descreveu, sem que ela sequer suspeitasse da engrenagem por trás dos acontecimentos.

O que para ela parecia acaso, para outros já era um roteiro em andamento.

Antônio e Noeli surgiram como peças que se encaixaram com precisão. Não foram apenas coincidência, foram catalisadores de desejos já existentes, oportunidades disfarçadas de encontros casuais.

Para Noeli, no entanto, havia também um outro movimento: se afastar de mim, diante do nível de conexão que vinha aumentando. Isso incomodava muito, a amizade com Antônio era algo que não podia se arranhar.

Havia mais em jogo do que simples encontros.



Liguei para Lúcia e comentei que estava ocorrendo, ela somente disse se eu estava pronto para o que poderia a vir na sequência e consequências

A relação entre mim, Lúcia e Nelson já não era mais a mesma. Avançava, se transformava.
E então, como uma variável fora de cálculo, surgiu Sérgio. Não estava nos planos. Não fazia parte da equação. Por um momento, desestabilizou tudo mas, ainda assim, o desfecho se manteve sob controle.

Ou ao menos, assim parecia.

Naquele dia, Edna viveu algo maior do que imaginava. Uma realidade cuidadosamente construída ao seu redor. Sentia-se no comando, intensa, poderosa, dona absoluta das próprias escolhas, sem perceber o quanto tudo já estava em movimento antes mesmo de sua decisão.

Mas agora fica a pergunta que realmente importa:

Diante de tudo que viveu…
até onde Edna está disposta a ir?

Aguardemos…


Ref.: 1998 #0039
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quinta-feira, 5 de março de 2026

BOCA ABERTA PELO EXCESSO DE CONFIANÇA

O Segredo Que Nunca Foi Só Nosso


Eu tinha jurado a Edy que aquela conversa morreria entre nós. E sim… morreu. Pelo menos na teoria. Na prática, despejei tudo para minha tia.

As confissões. As dúvidas. O lado bi de Edy. Cada detalhe sussurrado, cada entrelinha carregada de tensão. Minha tia ouvia tudo com indignação crescente, enquanto minha ingenuidade lhe entregava munição, palavra por palavra, segredo por segredo.

Eu falava demais. Contava até aquilo que não tive coragem de perguntar a ele. Minhas inseguranças viravam pauta nas nossas conversas. E ela, sempre estrategista, aconselhava, orientava, instigava. Diferente da minha mãe, que jamais foi amiga-confidente, minha tia era porto seguro, cúmplice, professora da malícia do mundo.

- "Você precisa ir pra cima. Cobrar explicações. Mas com estratégia"dizia.
-" Sem assustar. Sem deixar ele se fechar como tatu-bola." completava

E eu absorvia tudo.

Enquanto isso, Kátia andava estranha. Distante. Ausente. Fria. Não sabia se era desinteresse por mim… ou interesse demais por Edy. Fantasmas antigos voltavam a rondar meus pensamentos.

Logo pela manhã, no trabalho, Edy veio ao meu encontro. Tinha algo diferente no olhar.
-"Recebi uma proposta melhor de trabalho. Semana que vem é minha última aqui."


Falou na lata, sem preparar o impacto da notícia.

O chão se abriu sob meus pés. A ausência dele soava como sentença final. Como se a distância fosse enterrar de vez o que mal começava a existir.

Ele me puxou para um abraço demorado. Quente. Apertado. A boca roçou meu ouvido quando sussurrou:
-" Você quer ficar comigo de verdade?"

Meu coração quase saiu pela boca.
-" Sim… "  respondi, com voz doce e olhos de quem implora para ser escolhida.

Ele me olhou fundo.
-"E vai continuar saindo com outros homens?"

A pergunta me atravessou. Arrisquei, num fio de ousadia:
-"Se eu tiver permissão…"

Silêncio.

Um sorriso tímido escapou dos lábios dele. Voltamos a nos abraçar, mas havia tensão no ar. Ele começou um discurso sério, dizia que, sem ele por perto, os “urubus” apareceriam. Que muita gente me desejava. Que eu precisava tomar cuidado.

Eu concordava, mas minha cabeça estava em outro lugar. Aproveitei para perguntar sobre a tal oriental que tinha causado confusão, a que eu achava ser a “Japa Zaroia”. Ele caiu na gargalhada. Explicou quem era. Provocou mistério. Disse que eu saberia no tempo certo.

E aquilo me deixou ainda mais curiosa.

No caminho de casa, um rapaz gritava meu nome de longe. Ignorei. Até que ele apareceu, ofegante, sorrindo. Era o mesmo que dias antes tinha se envolvido numa quase trombada retornando para casa.

Veio me cantar.  Duas mulheres ao longe zombavam: “Aê, garanhão!”

Eu ri. Ele riu. O clima ficou leve. Se apresentou:
-"Sérgio."

Conversamos como se o tempo tivesse pressa. Quando percebi, já era noite. Me despedi com um beijo no rosto. Ele segurou meu queixo. E me beijou.

Um beijo quente. Intenso. Surpreendente.

Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio me percorreu inteira. Senti as pernas fraquejarem. Quando nos afastamos, trocamos um sorriso cúmplice. Cada um seguiu seu caminho.

Eu, corada. A cabeça girando. O coração disparado.

Virei a esquina…

E congelei. 

Kátia estava no portão. Ao lado da minha mãe.  As duas com o rosto fechado. O ar pesado.

Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, fui puxada pelos cabelos para dentro da garagem. Gritos. Acusações. Tapas. Minha mãe, furiosa. Kátia, transtornada.

-“Vagabunda.”

- “Quer ficar falada no bairro.”

- “Não se contenta com um, tem que correr atrás de outro.”


Elas tinham visto. Tinham assistido ao beijo com Sérgio. E voltaram para me esperar.

Ali, na frente dos meus pais, Kátia despejou tudo. Assumiu que estávamos juntas. Disse que eu não era confiável. Que eu queria todos. Que devia ter outra escondida.

Eu queria desaparecer. Sumir debaixo da terra como um avestruz acuado. Não tinha coragem de olhar nos olhos dos meus pais depois daquele escândalo.

Minha raiva crescia por dentro. Queimava. Minha mãe já tinha ligado para minha tia, exigindo explicações. Pouco depois, ela apareceu. Mas eu tranquei a porta. Não queria ninguém.

Do lado de fora, vozes se misturavam em discussão.

Do lado de dentro, eu sentia algo mudar para sempre.

E, no meio daquele caos, uma pergunta martelava: "Quem eu realmente queria ser dali em diante?"

Pulei a janela do meu quarto. Discretamente, saí pelo portão sem ser notada. O coração batia tão forte que parecia ecoar na rua silenciosa. Voltei para reencontrar Sérgio. Disfarcei o nervosismo, mas meu corpo já denunciava o desejo.


Sem muitas palavras, fui tomada por beijos quentes, urgentes. Ele me puxou para perto de um caminhão estacionado. Minha respiração falhava. Pensei: “Foda-se. Já estou fudida mesmo.”

Sérgio nunca foi de perder tempo. As mãos dele percorriam meu corpo com pressa e intenção. Senti seu volume rígido contra mim. Em segundos, já estava em minha mão. Eu segurava, provocava, sentindo ele reagir ao meu toque.

-"Vamos para o corredor da minha casa? " sussurrou.

Ele me puxou pela mão. Um corredor escuro. Um muro. O cheiro da noite misturado ao calor do tesão. Ele abriu a camisinha com os dentes, levantou uma das minhas pernas e me beijou com fome. Quando senti ele me invadindo, um arrepio percorreu meu corpo inteiro.

Naquele instante, me senti suja… perdida… uma vagabunda.
Mas, ao mesmo tempo, absurdamente viva. Realizada. Dominada pelo prazer.

Volta e meia, ele abafava minha boca com a mão e fala ofegante.
-"Geme baixo…" 

Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha forças. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Até sentir o corpo dele pulsar, intenso, finalizando entre beijos ardentes que me deixaram sem chão.

Nos recompusemos. Voltamos à rua como se nada tivesse acontecido.

Caminhamos de mãos dadas até a outra ponta da rua. Conversávamos como dois adolescentes inocentes quando encontramos outro casal: Cidinha e Leandro.

-"Vocês são doidos! Daqui dava pra ouvir o fônico de vocês dois!"  disse ela, rindo.

-"Exagero seu…" respondeu Sérgio. -"Passa vontade porque quer. O corno aí do seu lado não marca presença?"

A conversa ficou picante rapidamente. Descobri que Cidinha tinha um “fixo”, aliás, chegou logo depois. Um negão alto, se apresentou e beijou ela na frente de Leandro e saiu com ela, deixando o corno chupando o dedo, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

A noite estava ficando intensa demais. Resolvi ir embora. Entrei em casa pelo mesmo caminho. Quando estava quase alcançando a janela do meu quarto, senti o couro da cinta cortar estalar em minha bunda.

Meu pai me pegou com a bunda empinada na janela. A surra veio pesada. Ardida. Mas algo dentro de mim já estava diferente. Aquilo não surtia mais efeito como castigo. Era submissão. Era controle. Era entrega.

E, nesses momentos, eu lembrava das palavras de Edy: “A preparação.”


Por mais absurdo que pareça… eu gozei.

Fiz teatro. Chorei. Minha tia entrou e apartou a situação. Corri para o quarto, me tranquei e fui para o banho. A água escorria pelo corpo enquanto eu respirava ofegante, tentando entender como tanta coisa podia acontecer em tão pouco tempo.

O tempo de submissão imposto por Edy… suas práticas bizarras… estavam surtindo efeito. O castigo se transformava em prazer.

"Que filha da puta…" pensei.

Dias depois, reencontrei Cidinha. Eu nem a reconheci de imediato. Estava deslumbrante. Parecia uma boneca de porcelana. Minhas olhadas foram tão indiscretas que ela mesma riu:

-"Garota, essa coisa de colar velcro não é minha praia."

-"Desculpe… não é isso. Você está encantadora. Foi só isso."

Entre risadas e confidências, começamos a falar de experiências. Relações. Desejos. Nem preciso dizer que eu falei mais do que devia.

Ela ria, impressionada com o que eu vinha aprontando.

-"Você não pode perder um corno desses como o Edy…"

Fomos juntas à manicure. Uma cliente desistiu e aproveitei para fazer as unhas também. O ambiente era um ninho de conversas maliciosas. Eu ficava vermelha a cada comentário.

Principalmente quando souberam que Sérgio tinha me comido.

Todas ali já conheciam a rola dele. O assunto esquentou. Comentários sobre homens, tamanhos, vigor… Até que entraram no tema do meu dentista e de um ginecologista ambos descritos como “gatos” e extremamente… dedicados.

Cidinha me provocava:

-"Essa cara de santa é só fachada. Você adora uma rola, confessa."

Saímos dali com o corpo cheio de tesão e a cabeça cheia de imaginações.

Ela perguntou, direta:

-"Quer experimentar o dentista? E o ginecologista?"

Eu ri, mas confessei:

-"Estou molhada só de imaginar."

Até comentei se estavámos falando do mesmo dentista, e confirmou que sim. Eu não achava tão gato assim, pensava eu, mas gosto é gosto.

Ela me passou o número do ginecologista. Mandou dizer que precisava do último horário e que era indicação de Maria Aparecida.

Com o dentista, deveria marcar para o fim do expediente. E, durante o atendimento, comentar que “Cidinha” elogiava muito seus procedimentos… sem dor.

Durante a semana, liguei para os dois. Curiosa. Ansiosa. Com o desejo latejando entre as pernas.

O dentista marcou rapidamente, último horário.

Já o ginecologista dependeria de encaixe… ou apenas no próximo mês, segundo a recepcionista.

E, enquanto esperava, meu corpo ardia de expectativa.

O que aconteceria naquela cadeira?
Até onde eu iria?
E será que, depois disso, ainda existiria volta?



Ref.: 1998 #0033

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

PROMESSAS QUEBRADAS

  PROMESSAS QUEBRADAS

Como diz Edy , sou "garota problema" , mal tinha estabilizado minha relação, ocorria problemas em casa, na qual minha mãe pediu para acompanhá-la  em uma viagem até Catanduva para verificação de bens e burocracias. Peguei uma liçença no trabalho, Edy me advertia, eu jurava que podia confiar, seu olhar desafiava minhas palavras e confiança.


Chegando na cidade priorizamos resolver os possíveis problemas burocráticos, eu só acompanhava. Cidade do interior tudo pacato, estava melhor nesse final de semana por ter uma festa regional, não me recordo do que se tratava. Os familiares insistiam que ficássemos para retornar no domingo, com insistência acabamos ficando, eu puta da vida querendo ter o final de semana com Edy. 

A noite fomos para a praça central onde rolava a festa, música, comida, entre outros, reencontrei com minhas primas, aquela muvuca de beijos e abraços, os rapazes da cidade de olho em mim, eu sendo firme e fiel as minhas palavras, até que reencontrei com Alexandre, foi um susto, risos do ocorrido em casa, desculpas por parte dele, enfim página virada em aspas. Minha mãe a distância observava, me chamava a atenção. Entre andar de um lado para o outro, Alexandre me puxou para um canto escuro da praça, roubando beijos ardentes. 



Não relutei, agarrei, retribui o ardente beijo, tão logo senti sua mão percorrendo por mim, desci minha mão até seu pau, o volume dentro da calça explodia, ele percorria sua mão em minha buceta e eu com a minha dentro de sua calça sentindo o pau pulsante. Interrompidos por alguém nos chamando, Alexandre sugeriu de  nos encontrar no dia seguinte, evitar de tomar outra surra rs rs rs  sorrindo sarcasticamente. No caminho , minha mãe advertia se eu tinha esquecido da surra, que se tivesse esquecido dava outra para lembrar rapidinho. 

Dormi junto com minha mãe, o calor do meu tesão me incomodava, misturado aos roncos dela, lembranças da surra que tomei, das promessas que fiz  a Edy entre outras barbaridades vivenciadas. Era um pesadelo, uma noite longa, discretamente tocava minha buceta com orgasmos silenciosos recordando poucos momentos com Alexandre. 

No dia seguinte com cara de cansada e tomando café, uma de minhas primas chama para irmos a um pesqueiro próximo, sai com elas e outras amigas e amigos que acompanhavam, lá reencontrei Alexandre, me sentia em um campo minado diante de todos próximos, discretamente ia me afastando, Alexandre já tinha saído. 


Nos encontramos em um lugar reservado, onde o pessoal guarda maquinário e ferramentas, ele já tinha tudo planejado, o beijo só foi a ignição para acender o fogo entre nós e a putaria começava, Alexandre me colocou sentada em uma mesa, abrindo minhas pernas, tão logo sentia sua mão afastando a calcinha e seu pau adentrava misturado a beijos deliciosos e molhados. Porra eu desejava muito aquele pau bem antes de conhecer Edy. Tomamos um susto que gelei com Luiz ( outro primo) adentrando correndo rapidamente  avisando que vinha gente, desci tremendo da mesa e se recompusemos.

Saímos discretamente, eu queria ir embora, estava assustada, questionava que Luiz estava fazendo lá, sem resposta, Alexandre me segurou firme conduzindo  para um galpão tipo silo onde se armazena colheita e lá a coisa foi bem diferente.

Alexandre me empurrou para Luiz dizendo que agora é a vez dele e foi saindo para tomar conta, gelei, sem reação, pedia para pararem com a zueira, e nada adiantou,  Luiz me agarrou, me deitava por cima de umas sacas, eu não queria nada com ele, ameaçava de gritar e mesmo assim ele veio para cima.


Comecei a me debater , a pedir socorro, Alexandre veio correndo verificar, eu achando que veio para me ajudar, engano meu , segurou minhas mãos , tapou minha boca e mandou eu parar de resistir e gritar e Luiz começou a me possuir, eu resistia e ao mesmo tempo um tesão louco e diferente tomava conta de mim, era um conflito de desejar e não querer, imobilizada por Alexandre e possuída por outro que nunca imaginei  desejar , eu mau escutava as vozes deles, ecoava algo estranho em minha mente, sentia momentos que eu estava saindo de mim e vinha uma adrenalina de orgasmos, menos resistente Alexandre me soltava, ambos me deixavam nua, era chupada nos seios por ambos, me recordo de escutar Alexandre falando para não gozar dentro.


Alexandre colocava o pau em minha boca, eu resistia em não querer, foi quando me deu um tapa na cara, ordenava eu parar de fazer cu doce e mandava eu chupar, eram comportamentos totalmente diferentes do jeito que eu o admirava, não satisfeito se masturbou gozando em meu rosto, seguido por Luiz.

Ambos foram muito filha da putas, me  fizeram limpar com a boca seus paus para subir as calças, Luiz achava uns trapo e dava para eu passar no rosto, Alexandre vinha com água para tirar os excessos, eu estava uma maltrapilha.

Pediam para eu me vestir rapidamente, me sentia uma qualquer com o comportamento dos dois, estava mais preocupada com o pouco de minha dignidade e sair logo de lá para ninguém me ver. Eu caminhando trêmula e muito puta da vida com Alexandre, retornava para casa procurando um lugar para me limpar, não achando resolvi improvisar em cair  no lago, fui em uma parte baixa com auxilio de  Alexandre e lá me joguei, sai toda molhada para disfarçar meu retorno.

No caminho vinha amparada por ambos, me paparicavam com desculpas e conversas para justificar o realizado, eu não queria conversa, minha expressão de raiva e ódio naquele momento era enorme. 
Diga de passagem a idéia do lago foi ótima, mas minha raiva com os dois fervia. Durante o banho digno na casa de minha tia, tentava relaxar do ocorrido, na minha cabeça tudo se misturava com o desconhecido prazer que senti. 

Retornei com minha mãe para casa calada a viagem toda. Minha mãe  perguntava , conversava e eu não ouvia nada, simplesmente estática em meu mundo. 



Ref.: 1996 #0020
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


PAI É QUEM CRIA

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