Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
Mostrando postagens com marcador grupal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador grupal. Mostrar todas as postagens
domingo, 7 de junho de 2026
quinta-feira, 21 de maio de 2026
ULTIMATO
A situação não estava favorável para mim, a fama de putinha e galinha do bairro rondava de boca em boca, chegava aos ouvidos da família.
Os pais de Gi, não queriam ela andando comigo. Foi uma sacanagem tremenda arquitetada por minha tia Lúcia, que nesse momento estava sentada ao lado dela no carro ouvindo altas broncas.
Os pais de Gi, não queriam ela andando comigo. Foi uma sacanagem tremenda arquitetada por minha tia Lúcia, que nesse momento estava sentada ao lado dela no carro ouvindo altas broncas.
Tia Lúcia conduziu o carro até a av.Indianópolis, ponto de putas e travesti. Parou o carro e mostrou a situação real de ser uma puta. Humilhada e sendo taxada como puta de vintão ( termo usado na época ) qualquer 10 , 20 reais rolava uma chupeta ou uma rapidinha.
Contestei as acusações, levei um tapão enorme na cara. Na raiva sai do carro pisando duro. Não demorou, pelo caminho era abordada por indivíduos de carro achando que fazia ponto na região. Fiquei assustada demais, Tia Lúcia parou o carro, me xingou falando para entrar ou ia me largar por lá.
Assustada, entrei, levei outra bronca, puxão de orelha, gritou mandando eu calar a boca. Surtou revelando eu uma verdadeira vagabunda rampeira que paga até para macho me comer. Gelei, antes mesmo de questionar levei outra tapa na cara sendo classificada de vagabunda sem valor.
Tia Lúcia de alguma forma soube de minha saída com o motoboy do trabalho. Sim a primeira vez que saímos ele pagou o motel, as duas seguintes deu a desculpa de estar sem dinheiro e acabei bancando na promessa em me ressarcir. O rapaz, bonitinho, próximo de minha idade, me rodeava aos galanteios, me rendi a ele para fazer pirraça a Edy, estranhei não ter ocorrido alguma manifestação de ter saído com ele, agora com minha tia, estava explicado, recorreu a ela.
A conversa no carro seguia quente, ouvia calada o envolvimento de Tia Lúcia com Edy. Sim, ela relatava na minha cara detalhes da intimidade que teve com meu namorado, o desejo de revidar um tapa era grande e ao mesmo tempo um enorme problema, pois tinha saído com Nelson (seu marido).
Relatava ao meu conhecimento que Edy estava altamente inclinado com Noeli. Ouvir elogios de tia Lúcia o quão ela sabia ter controle entre seus dois homens. Sim leitores, ela tinha conhecimento de Edy e Antônio com Noeli, eu sempre contava tudo a ela.
Caia na real, contar tudo, era o mesmo que por uma arma na própria cabeça.
EDY:
Lúcia estava querendo ouvir a honestidade de Edna. Era somente ouvir que tinha saído com Nelson e nada lhe aconteceria, fortaleceria a confiança entre ambas.
Porém Edna seguia relutante, rebelde, birrenta e algo mais, Lúcia perdeu parte da admiração por sua amada sobrinha, não perdeu a esperança em reverter a situação.
Lúcia era ciente de meus envolvimentos e do distanciamento que estávamos por culpa própria de Edna, que não era capaz de enxergar que tinha um alicerce a tudo que desejasse.
Ignorava caminhando em aventuras incertas e duvidosas. Lúcia experiente, adepta do meio liberal e alguns fetiches, era conhecedora de amizades que compactuava em dar uma enorme lição a Edna.
Porém Edna seguia relutante, rebelde, birrenta e algo mais, Lúcia perdeu parte da admiração por sua amada sobrinha, não perdeu a esperança em reverter a situação.
Lúcia era ciente de meus envolvimentos e do distanciamento que estávamos por culpa própria de Edna, que não era capaz de enxergar que tinha um alicerce a tudo que desejasse.
Ignorava caminhando em aventuras incertas e duvidosas. Lúcia experiente, adepta do meio liberal e alguns fetiches, era conhecedora de amizades que compactuava em dar uma enorme lição a Edna.
EDNA:
Ouvir que Edy estava de inclinação para Noeli, gerava desejos em devolver a moeda ficando com Antônio. A conversa complicou com a amizade de Tia Lúcia com Rosecleide ( a Ex de Edy) minha cabeça fritava em revelações que aprontei com Dr. Gato, vinha tudo a conhecimento de minha tia.
No trajeto, entramos em uma comunidade, questionei o que estávamos fazendo ali. Sem resposta, somente o silêncio, adentramos em uma verdadeira bocada.
Paramos em um sobrado, casas todas amontoadas uma sobre a outra. Tia Lúcia pediu para sair do carro, recebida por um homem (Prego seu apelido e forma na qual era chamado) de aparência estranha e fala enrolada, adentramos nesse sobrado.
Paramos em um sobrado, casas todas amontoadas uma sobre a outra. Tia Lúcia pediu para sair do carro, recebida por um homem (Prego seu apelido e forma na qual era chamado) de aparência estranha e fala enrolada, adentramos nesse sobrado.
Dentro um verdadeiro labirinto entre curvas e escadas com degraus estreitos, chegamos num cômodo, alguns homens conversando no corredor, passamos por eles, entrando em um dormitório. Em resumo...
-"Aqui é onde você vai sentir o que é ser uma puta." - única frase que ouvi de minha tia, virando as costas me deixando com esse homem.
Em seguida entrou mais alguns homens, a porta se fechou. Fiquei acuada em um dos cantos do cômodo, gritei por minha tia, riram de mim, zombaram me chamando de alguma coisa tipo "mimadinha da mamãe / franguinha nova", não me recordo.
Antes que pudesse expressar alguma reação fui segurada na marra, amordaçada, uns tapa na cara para ouvir as orientações. Contra vontade, me deixaram nua, desespero total quando os demais ficaram nus. O homem que nos recebeu somente sussurrou em meu ouvido que hoje saberia o significado em ser uma puta.
Eu urrava para escapar até sentir esse homem meter sua rola em mim. Veio aquela adrenalina de desespero e tesão de submissão que senti com meu primo. A mordaça estava me sufocando, foi retirada com advertência de não gritar ....
... somente se fosse orgasmos ( todos rindo)
O tempo que permaneci com eles, cavalguei na rola de vários, alternadamente era penetrada saindo de uma rola e sendo penetrada por outra. Não recordo da aparência dos homens, não eram do meu gosto, eram rústicos.
Ser penetrada por uma rola grossa, trazia naquele momento, um mínimo de dignidade aos meus desejos. Contra vontade senti uma DP, doeu demais, além de ir chupando rola alternadamente.
Ser penetrada por uma rola grossa, trazia naquele momento, um mínimo de dignidade aos meus desejos. Contra vontade senti uma DP, doeu demais, além de ir chupando rola alternadamente.
Aquele homem que nos recepcionou, começou a socar forte, firme, socar profundo, eu gemia, em seguida sentia minha buceta enchendo com seu leite, os demais masturbando, gozavam em meu rosto e por cima de meu corpo, tomei porra de outros. Uns fizeram eu chupar seus paus e gozaram na minha boca / rosto.
Todos saciados, saiam um a um, rindo, deixavam um carinho passando a mão em minha cabeça.
O homem que gozou dentro de mim, se despedia por último e sarcasticamente deixava o recado, se eu tiver ficado prenha, era para minha tia avisá-lo, que assumia me como sua esposa e a criança.
Ouvir isso não me abalou nada, minha tia ao entrar, eu abria as pernas, afrontando ela dizendo se ela seria a próxima. Estava com um ódio enorme do que fez comigo.
Ali mesmo ela me esquentava nos tapas, advertia-me não ter aprendido nada. Ordenou eu tomar banho e vir somente de calcinha e sutiã para fora.
Feito isso subimos mais um andar, ambiente de pouca iluminação, música ambiente, garotas de calcinha e sutiã sentadas à mesa com homens, outra no colo.
Recuava, fingia ouvir, meus pensamentos rebeldes igualavam Tia Lúcia a mesma condição de Cidinha, minha vontade era sentar a mão na cara dela, sair de lá e sumir para o mundo.
Meus pensamentos voavam em outras prioridades, não ouvi uma palavra que minha tia comentou. Não me recordo de nada que foi dito.
Senti um homem encostando em mim, era o que tinha nos recepcionado, desta vez se apresentando, foi me conduzindo novamente para o quarto, fui sem resistência, encarando tia Lúcia, nossos olhares estavam rebeldes uma a outra.
O quarto desta vez era diferente, Prego ( nossa demorei para recordar o apelido do indivíduo ) , me despia e conduzia para um banho, não era um homem bonito, muito menos fisicamente, porém tinha um pau que estava duro a todo momento, um pau que fazia jus à seu apelido "prego" rola cabeçuda.
Era carinhoso, me banhava com sedução, concedia tudo no papel de puta que estava disposta a mostrar e afrontar à todos.
Era carinhoso, me banhava com sedução, concedia tudo no papel de puta que estava disposta a mostrar e afrontar à todos.
Sendo muito vagabunda, chupei sua rola no banho, massageando suas bolas e tirando urros realizado por minha boca e mãos em sua intimidade.
Na cama Prego não era o tipo de homem de preliminares, me beijava e quanto menos esperava, a rola entrava em seguida. Sabia foder, com pegada forte me entregava àquele bruto.
Desta vez, posicionada de 4, socava fundo e espalmava minha bunda com tapas fortes. Sussurros provocantes, chamando de putinha novata, apertava meus mamilos sendo abraçada por trás, percorria meu corpo todo.
Desta vez, posicionada de 4, socava fundo e espalmava minha bunda com tapas fortes. Sussurros provocantes, chamando de putinha novata, apertava meus mamilos sendo abraçada por trás, percorria meu corpo todo.
Desta vez a foda era longa, demorada, eu tremia dos imensos orgasmos. Abusado, tirou seu pau, meteu a língua em meu cu já arrombado anteriormente, chupava com vontade, alternando sua língua adentro, proporcionando um prazer gostoso demais.
Senti meu cu mais largo, seu pau entrou sem causar dor alguma, sentia Prego esmagando suas bolas com as socadas profundas e firmes.
Senti meu cu mais largo, seu pau entrou sem causar dor alguma, sentia Prego esmagando suas bolas com as socadas profundas e firmes.
Deu uma pausa, foi se limpar me deixando sem fôlego deitada na cama. Prego saiu do quarto, pediu para não sair se não quisesse ser confundida com as garotas. Retornou pouco tempo depois com cerveja, suco, refrigerante e umas coisas para comer.
Conhecendo melhor "Prego" , era uma boa pessoa, nas conversas procurava entender meu comportamento, minha rebeldia. Tão logo voltava a me possuir, cada vez mais ousado, colocava para cavalgar em seu pau com a bunda virada para ele. Abria minha bunda, falava o tesão que estava meu cu arrombado.
A porta se abriu, entrou um homem, Prego me segurou deitando sobre seu corpo expondo minha buceta, tão logo começou a ser chupada com o pau dentro.
Prego induzia ser meu namorado, chamava-o de corno. Logo em seguida o "corno" colocava a camisinha, em seguida penetrava com cautela seu pau e minha buceta, duas rolas na buceta, sentia ela rasgando eu urrando, implorando para tirar.
Mudamos de posição, desta fez eu de frente para Prego cavalgando em sua rola, com as mãos abria minha bunda para o homem penetrar em meu cu.
Contorcia e gozava muito na realização dessa DP. As socadas fortes de ambos, Prego chupava meus peitos, o estranho tirava e colocava seu pau em meu cu, sem resistência alguma.
Socou forte e gozou, seguidamente sentia o calor em minha buceta, Prego voltava a me preencher com seu gozo.
Prego induzia ser meu namorado, chamava-o de corno. Logo em seguida o "corno" colocava a camisinha, em seguida penetrava com cautela seu pau e minha buceta, duas rolas na buceta, sentia ela rasgando eu urrando, implorando para tirar.
Mudamos de posição, desta fez eu de frente para Prego cavalgando em sua rola, com as mãos abria minha bunda para o homem penetrar em meu cu.
Contorcia e gozava muito na realização dessa DP. As socadas fortes de ambos, Prego chupava meus peitos, o estranho tirava e colocava seu pau em meu cu, sem resistência alguma.
Socou forte e gozou, seguidamente sentia o calor em minha buceta, Prego voltava a me preencher com seu gozo.
Fiquei largada na cama, exausta, zero preocupação , ligado o "FODA-SE" para o resto do mundo. Era eu em transformação silenciosa sem ainda compreender tais mudanças.
Perdida no tempo, não sabia se foi uma adormecida ou realmente dormi, sei que acordei com Prego desta vez me possuindo de lado, insaciável acordava com seu pau já dentro de mim, fodendo de ladinho, apertando meus seios e percorrendo minha barriga.
Logo senti seu leite novamente em minha buceta. Manteve sua rola dentro abraçado em mim.
Logo senti seu leite novamente em minha buceta. Manteve sua rola dentro abraçado em mim.
Acordei com conversas e risos, tomei um banho rápido, colocando a roupa, me sentia ainda suja. Abri a porta, caminhando para outro ambiente, Tia Lúcia e Prego estavam conversando e sendo totalmente ignorada até se aproximar da mesa.
Prego passa a mão em minha barriga e aos risos debocha, vamos aguardar !!! Será que vinga ? ( risos )
Recebo de Prego um beijo no rosto, um sussurro no ouvido:
-"Se cuida, obedece sua tia, ela sabe que está fazendo."
Retribuo com um sorriso tímido, saímos, ainda de madrugada retornamos para casa. Sem uma palavra, estava anestesiada, sentindo viver uma realidade paralela ou ter sofrido um acidente e estar em coma sonhando.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
A DOR E O PRAZER
Quando você pensa que passou pelo inferno, por dores inimagináveis, sentido que já superou tudo de ruim . . .
Minha tia Lúcia vinha me advertindo de tais condutas promíscuas, alertava que minha segurança de segredos era superficial e muitas pessoas sabiam a puta e galinha que eu era, tudo tem um preço e a conta chegou.
No bairro comecei a ficar falada na boca das fofoqueiras e alguns familiares próximo e certo fim de semana após almoço em família , todos sentados na sala, meus pais questionam Edy sobre casamento, olha para mim e respondemos que estamos melhor nos conhecendo. Gera uma pequena pausa com olhares discriminatórios.
Meu pai vem com a conversa de um amigo dele, morador do quarteirão a frente de nossa moradia. Meu pai relatava toda a história olhando muito para mim e indiretamente para Edy.
Meu pai então narrava:
-"Se lembra de tal pessoa que casou, filha de tal. Pois é, o casamento durou menos de 1 ano. A filha, uma mulher direita, boa dona de casa..."
Assim ia a rasgação de seda na narração de meu pai, olhando para mim, alternando para Edy e minha mãe com uma cara de poucas amizades e repreensão. Assim prosseguia a narrativa.
-". . . todos percebiam que depois do casamento o marido começou a ficar muito magro, acabado, um trapo. Apesar dos questionamentos familiares e amigos dizia estar tudo bem. Ahhhh Não passou umas semanas ele trouxe a filha de volta para o pai. Todos espantados (risos) , adivinhe que aconteceu? " - Questionou meu pai a todos na sala.
Cada um chutou um motivo e entre risos e brincadeiras meu pai prosseguiu revelando tal motivo.
-"Pois é, o marido segundo dizem, uma pessoa de ótimo caráter. O marido de forma sutil revelou ao pai que não era homem suficiente para saciar sua filha. O pai ficou assustado com tal motivo e a filha confirmava que o marido não estava mais dando no couro. . . (pausa e olhares)
Tia Lúcia quebrou o silêncio se posicionando mulher moderna, relatava sua opinião e seu marido só observando, Edy fazendo cara de bobo alegre ( vontade de sentar a mão na cara dele, ainda depois que ouvi de seus relatos promíscuos ) . Ocorreu um pequeno bate boca entre meus pais e minha tia, meu pai nunca foi a favor dela, não gostava da modernidade dela e via como mau exemplo para mim.
"Via como mau exemplo", porém atualmente nem tanto. Sem meu conhecimento, tia Lúcia abria os olhos de meus pais, administrando um diálogo conservador e moralista (risos) , visando sempre a união entre eu e Edy. Seria algo, passar a "batata quente" para Edy e não ter em casa uma puta insaciável como vinha sendo narrado o caso de nosso vizinho.
No fervor da narrativa minha tia impôs "n" possibilidades, colocando em xeque a narrativa de meu pai em vários caminhos e possibilidades.
-"Isso é a conversa de seu amigo para você." Citava Lúcia e continuava
-"Existe a versão da filha, a versão do marido e a verdade que está blindada entre o casal." - completava e olhava friamente para mim, acompanhada com o crivo olhar de meu pai.
Citava que poderia ser desejo da filha sair com outros homens e o marido não aceitar. Quem sabe ela desejava estar em um casamento aberto / liberal. São exemplos e não confirmações, assim ia minha tia tumultuando a cabeça de meus pais.
Ficou um climão muito estranho entre todos. Nesse mesmo dia conversando na laje de casa com minha tia, nos arranhamos feio entre questionamentos, condutas e justificativas. Minha tia elevou o nível, classificou-me como uma verdadeira puta rampeira, com ameaça que o tempo ia cuidar de mim.
Intimou eu assumir o papel de futura esposa, mulher de família ou deixar Edy seguir seu caminho. Defendeu Edy com unhas e dentes, até o tratando como coitado.
Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
Pelo caminho encontrei Leandro, o corno de Cidinha. Bocó, tímido, sem assunto, o pouco que eu tentava conversar respondia monossilabicamente, tão logo vinha Sérgio, cheio de interesses, não estava afim de nada e com algumas patadas espantava ele parando de nos acompanhar.
Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora. Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava.
Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora. Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava.
Logo vinha Sérgio à nós falando de forma zombatória se referindo a Edy:
-"Corno meu foi embora?" (rindo)
Eu não estava para conversar. Seguia em meus pensamentos refletindo o que passei na mão de Edy, vinha uma raiva profunda recordando de humilhações que passei, e recentemente as que andei ouvindo. Recordar os perrengues que vivi na mão de Edy, submissa, cornuda e humilhada. Aquele filha da puta está aprontando e se passando de bonzinho.
Mulher com raiva é perigosa, pior ainda quando é uma adolecente sem noção como eu.
Sérgio do nada emendou um ardente beijo em mim, beijo que me refez voltando a realidade. Molhei-me toda com sensação de ter gozado. Edy chega estacionando, presenciando a cena que ocorreu, fiquei fragilizada condicionada submissa neste momento. Piorando a sensação Sérgio comprimenta Edy o chamando de "corno meu" , sendo totalmente ignorado, vindo ao meu encontro, empurrando Sérgio de lado.
Edy se mostrou ser o meu Macho, independente de minha promiscuidade. Com olhar e poucas palavras desmontou as brincadeiras bestas de Sérgio, ganhou moral com Leandro e Cidinha.
Cidinha ficou toda dada para Edy, sendo ignorada parcialmente. Não ficou de dentes arreganhados, se manteve educado e sereno, comportamento totalmente diferente dos que presenciei.
Com a chegada de Ulisses, o amante fixo de Cidinha, rolava uma conversa entre os homens. Os quatro conversando como bons amigos, eu e Cidinha de lado com nossas conversas.
Cidinha sussurrava em meu ouvido o tesão de homem que ela via em Edy. A conversa ficou picante em algum momento ( não me recordo de tudo, mas dos acontecimentos...)
Entre tarde / noite, devido ao nível das conversas Edy sugeriu irmos ao bosque em São Caetano, Vila São José. (quem é da região e do final anos 90 sabe como funcionam os namoros por lá) . Edy fez questão de Sérgio ir junto depois de ver Leandro indo com Ulisses e Cidinha. Ficou um clima estranho dentro do carro, sem falar nada, Edy fazia questão de passar as mãos em minha perna e deixar expostas a visão de Sérgio.
Ninguém conhecia o local, os rapazes foram à padaria em frente e retornaram com umas bebidas. Guiado por Edy, rodamos internamente, as conversas rolavam, até subir em um espaço de frente à fonte central. Lá observamos o entardecer. Anoiteceu rápido e casais começaram a chegar e ocupar os espaços.
Cidinha, Ulisses e Leandro ficaram espontaneamente em uma ponta, para minha surpresa, Edy nos trouxe para o fundo, parte mais escura e abertamente deu carta branca para mostrarmos que fazíamos pelas costas dele. Gelei, Sérgio ficou meio sem graça. Edy afrontou:
-"Que tal aproveitar e dar dos beijos ardentes que estavam dando quando cheguei?" - intimava Edy a Sérgio
Tomei a iniciativa e beijei Sérgio percorrendo a mão em cima de seu pau. Tão logo pausei e beijei Edy novamente, senti o seu pau fora da calça.
Voltei a beijar Sérgio, punhetando lentamente Edy, e com jeitinho coloquei o pau de Sérgio para fora. Alternando os beijos e punhetando ambos, meu desejo era abaixar e chupar as duas rolas. Edy habilidoso, com a mão dentro de minha calcinha, bolinava-me, aquecia meus desejos....
. . . desejos interrompidos com Cidinha chegando de surpresa nos assustando. Olhou admirada e foi segurando a rola de Edy sob a minha mão, sussurrou em meu ouvido:
-"Vamos trocar os namorados um instante!" disse aos risos colocando Leandro comigo e Sérgio.
Com Leandro ao lado, rolavam beijos ardentes com Sérgio. Leandro ficava como uma verdadeira vela / candelabro ao lado observando, quem sabe passando vontade.
Pela distância e escuridão não dava para ver o que ocorria do outro lado. Não demorou, Edy chegou com Cidinha e Ulisses, descemos para uma das rampas laterais e ficamos sentados numa mureta.
Com os rapazes sentados de costas para fora e nós por dentro no corredor, continuamos nos beijos e nas punhetas. Cidinha se ajoelhou e abocanhou um boquete alternando em Edy e Ulisses, induzida por Sérgio fiz o mesmo com ele e dividindo Edy com Cidinha.
Vi a rola preta de Ulisses e aquilo me deu um ranço ( nada contra a etnia negra) simplesmente não conseguia ter tesão por rola preta. Gosto de pessoas negras, as respeito, mas na intimidade não rolava.
Leandro o corno bocó ficava olhando para outro lado, em tom de brincadeira, o nomeamos de vigia (risos).
Apimentou quando Edy segurou Cidinha um instante sem eu perceber e acabei a beijando sem querer, Edy e Ulisses nos levantaram e nos colocaram de frente nos fazendo beijar, induzidas a nos acariciar, esquentou um tesão, Cidinha entrou em risos me abraçando e dizendo:
Ulisses sugeriu irmos a um motel, o inconveniente seria levar Sérgio e Leandro para casa. Sérgio assanhado se prontificou a ir no porta malas, tipo não querendo perder a festinha.
Definido o motel, partimos e antes de entrar paramos os carros, Sérgio e Leandro para o porta malas. Cada carro pegou uma suíte, e lá dentro o prazer ferveu. Nua na cama com Edy, me beijava ardentemente, abrindo minhas pernas expondo minha buceta, Edy mandava Sérgio chupar minha buceta. A minha decepção com Sérgio foi enorme, sem " reciprocidade" , não retribui na minha expectativa.
Edy caiu de boca na minha buceta, me deixou ardente e molhadíssima. Edy penetrou em mim e Sérgio ficava somente observando e se punhetando, Edy sinalizou para se aproximar e colocou o pau dele em minha boca.
Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar.
Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar.
Em uma sintonia perfeita, Edy encapou o pau, passou um gel no meu cu, estimulou com total calma ao mesmo tempo que meu tesão aumentava cavalgando em Sérgio. Senti o pau de Edy entrando com vontade, mas com jeitinho e carinhoso, o cabeção me arrombando toda. Urrei, gozei muito, escorria pelas pernas.
Batem na porta, Edy pedi para Sérgio ir atender, se mantendo com a rola entalada em meu rabo. Entram Ulisses e Cidinha, ambos com cara de algo mais, fiquei meio sem jeito, Edy me vira de frente para ele e continua a comer meu cu na frente de todos.
Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.
Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.
Discretamente sussurrei no ouvido de Edy que não queria rola preta em mim, e beliscava seu braço advertindo para não se empolgar.
Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.
Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.
Edy e Ulisses trocavam gestos, articularam a colocar eu e Cidinha aos beijos. Com Cidinha de quatro sendo possuída, Edy coloca eu beijando-a.
Cidinha não beijava bem uma mulher, sentia realizar para Ulisses. Edy estimulava eu chupar os peitos de Cidinha, aos poucos se rendia ao prazer feminino com a rola de Ulisses socando ela.
Edy tirando sua rola de meu cu, foi higienizar nos deixando a sós. Fiquei aos beijos com Cidinha, agora estimulada por Ulisses, por sorte senti Edy voltando a possuir minha buceta.
Edy me fez sentar em seu colo expondo minha buceta para Cidinha chupar.
Para minha sorte e decepção dos rapazes ela negou, dizia que beijo até aceitava, mas chupar mulher não era com ela.
-"Amo chupar rola, adoro macho." dizia olhando para Edy
Ulisses, o salvador da minha pele, cortou as asas de Cidinha dizendo que não ia ver ela na rola de outro na frente dele. Isso é papel do "corno" que está na suite.
Ulisses, pediu desculpas e falou que não tinha nada contra fetiches e realizações. Mas ver a mulher dele na rola de outro não era a pegada dele. A harmonia voltou a se restabelecer depois desse arranha arranha.
Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem.
Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem.
Cidinha só colocava a roupa por cima, o leite escorria pela perna, Ulisses falava para deixar assim, nos chamando para ver o que ia acontecer ao retornar à suíte.
Nos vestimos por cima e fomos juntos, de fora escutamos gemidos, abrindo a porta está Leandro levando rola de Sérgio. Se mantiveram na mesma naturalidade e a ousadia para mim foi presenciar Cidinha se exibindo toda gozada na frente de Leandro.
Cidinha se aproximou e o fez limpar dos pés até a sua buceta. Leandro enquanto currado por Sérgio apreciava e chupava os pés, subindo pelas pernas de Cidinha até cair de boca e se lambuzar na buceta. Sérgio gozava no cu de Leandro tirando a camisinha cheia de porra.
Com a buceta limpa, Leandro foi tomar um banho e se recompor. Cidinha chupava o pau de Ulisses de forma provocativa olhando para Edy. Leandro retorna calado, seu jeito de ser, bem bocó. Ulisses o faz beijar Cidinha, posicionando de quatro e levando um forte tapa na bunda.
Ulisses de camisinha, vai atrás de Leandro voltando a dar outro tapa em sua bunda
-"Seu putinho safado, seu macho chegou!!"
Entrou com a rola até o talo que Leandro se contorcia todo. Ulisses socava
Cidinha me chama sentando ao lado dela, abri minhas pernas...
-"Tem mais leitinho aqui...." - Cidinha falava apontando para Leandro vir me limpar
O prazer de ser limpa por uma língua era delicioso demais, ouvindo Leandro gemer nas socadas forte que recebia no rabo.
Em íntimo momento imaginava Edy me limpando e José o fudendo. Olhava para Edy, via de pau duríssimo e Cidinha solta a pérola:
-"Tesão inrustido, tá querendo limpar ou levar rola também?"
Edy ficou vermelho, e eu não sabia onde enfiar a cara, Edy perguntou de forma suave sem perder o clima
-"O que te faz pensar que gosto de rola ou chupar uma buceta recheada?"
Cidinha olhou para mim de forma interrogativa, entregava a Edy que falei demais. Edy pegou no ar que eu tinha quebrado sua confiança.
Sérgio de pau duro encosta em Edy , querendo o pegar. Edy de forma sutil recusou deixando Cidinha numa saia justa e sem graça. Ulisses seguia arrombando Leandro até tirar a rola de seu rabo e vir gozar em cima de Cidinha respingando em mim.
Pediu desculpas a mim e a Edy, obrigou Leandro limpar o pouco que respingou, o chamava de corno inútil, em seguida direcionou limpar a rola dele em nossa frente, em seguida esfregou seu rosto na porra escorrida pelo corpo de Cidinha.
Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo.
Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo.
Observando, revivem experiências similares com Edy, a rola negra não me agradava, não sei explicar os motivos, nunca experimentei e me tirava o tesão.
Retornamos para nossa suíte, nos arrumamos e fomos embora. Ficamos um tempo parados próximo a casa de Cidinha aguardando sua chegada, Sérgio se despedia indo embora e se desculpando com Edy pelos desentendimentos.
No carro, implorava desculpas a Edy antes dele começar a surtar. Chorei, fiquei muito péssima, recordei a narrativa traumática que passou com sua ex (A RAINHA E SEU MACHO ALPHA) Edy não ficou sensibilizado, não surtou, ficou pensativo, quieto, atitudes que eram pior que eu levar uma surra.
Tentei reverter oferecendo ele transar com Cidinha na minha frente, pelo olhar de Edy foi a pior merda que falei.
Edy perguntou por que eu estava com medo de Ulisses, se ele tinha feito algo que desconhecia.
Sem graça comentei a repulsa de não gostar de ver uma rola preta, achava esquisita, estranho, não agradava . . .
Edy interrompeu minha fala rindo e me chamando de puta seletiva
Ligou o carro e foi até a porta de casa sem falar nada. Deu uns beijos ardentes, desceu abrindo a porta para sair, acompanhou até o portão, outro beijo passando a mão em minha buceta, e foi embora.
Deixou-me totalmente confusa com tal atitude, a educação, não brigou, não surtou. Deitada recordava a loucura realizada, peguei no sono rapidamente e tive um sonho mais louco, até parecia realidade. Sonhava estar namorando Cidinha, era como voltar ao tempo nos momentos que estive com Kátia. No final Cidinha era esposa de Edy, eu uma amante do casal. Acordei até com dor de cabeça desse pesadelos.
EDY:
Após Edna sair de casa, o clima ficou instável e insustentável. Falei que ia atrás dela e Lúcia veio comigo. Passamos próximo da casa de Cidinha e fomos para minha casa. Lúcia estava nervosa descreveu o nível da briga, passei a ter Lúcia uma forte aliada disposta a adestrar a "sobrinha rebelde" .
De um dia familiar ao prazer. Ao deixar Edna em casa, encontrei com Cidinha e Ulisses no caminho. Conversamos um pouco, elogiaram o local e queriam uma nova oportunidade de sair, agora sem Sérgio e Leandro. Ulisses elogia a conduta geral e objetivo queria saber se rolava uma troca de casais. Reafirmava que não curte ser "corno" ou voyer , mas uma troca de casais é bem vindo.
Respondi que dependeria das meninas, vamos aguardar nossa próxima saída. Cidinha discretamente seduzia-me , eu respeitando Ulisses despedi e fui embora.
Fiquei muito chateado saber que Edna contou meu segredo pessoal e confidencial a Cidinha e provavelmente Sérgio e Ulisses sabiam.
Não estava preocupado por outros saberem, foi uma quebra de confiança, tornou incerto trilhar com Edna. Conversei com Lúcia o ocorrido, onde até então seria a única a saber. Sim a boca aberta da Edna havia contado para a tia em uma de suas conversas confidências entre elas .
Passaram os dias , Lúcia estava muito irritada com Edna. Quebrou o elo de confiança em não relatar nada sobre o que ocorreu com Nelson.
Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava, permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu procure outra mulher.
Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava, permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu procure outra mulher.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
PRIMEIRAS REVELAÇÕES
Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a realidade foi . . .
-"Fala corno de travesti." de forma seca (Não recordo bem se foi bem assim, mas chamei sua atenção)
Questionava que raios era tal afirmação e relatei que tinha ocorrido no final de semana. A irritação dele foi tanta, que virou as costas e saiu pisando duro.
Sentia uma crise de ansiedade vendo Edy irritado de uma forma que desconhecia. O trabalho seguia e não podia ter interferências pessoais, ao menos foi assim que Edy gostava de realizar com a equipe. Na hora do almoço fui de forma humilde pedir desculpas por ter dito daquela forma e desabafar que estava chateada por estar saindo com minha prima, escutava sem falar nada.
-"Afinal somos o que?..." Questionou e continuou
-"...um casal, um trisal, um quadrisal? O que você quer afinal?"
-"Certos momentos você é admirável, madura, depois fica a putinha mimada, não te endendo garota, ...."
Edy falava e dava uma grande pausa, essas pausas assustam
-"Te quero minha mulher, conhece as condições, você escolhe, fica com seus machos e eu com as minha AMIGAS." finaliza.
A desdenha de "ficar com meus machos" dava a impressão que eu saia dando para qualquer um, me irritou de verdade foi enfatizar em alto e bom tom "AMIGAS" , para mim tudo umas galinhas. Cheguei a declarar isso a Edy, balançava a cabeça e resmungava alguma coisa. Estava submissa de Edy e Kátia, não conseguia ter minha própria liberdade, era humilhação com mistura de prazer. Certo dia na casa de Kátia coloquei a coleira e desfilei para ela, passava a guia para sua mão, empolgando desejos, nossas trocas de olhares eram de tirar faíscas.
Kátia segurava com a mão a coleira em meu pescoço, humilhava-me verbalmente, percebendo me sentir fraca me sentava a mão na cara dando broncas tipo "Até quando vai ficar assim mimadinha?" era aprender na marra ou apanhar, Kátia narrava situações prazerosas de Edy com outras mulheres até confessar o interesse de ser mulher para Edy, isso gerou brigas e com risos de desaprovação Kátia falava:
-"Bobinha, tolinha, mimadinha, acredita em tudo, cresce garota, se enxerga, você não é mulher para Edy....".
-"....você merece a posição submissa, faz jus ao seu comportamento, e estou me cansando de você. " finalizou Kátia explodindo verbalmente.
A discussão foi ao fervor com os ocorridos do final de semana com as meninas, a falta de interesse ou mesmo oportunidade de ter buscado Kátia foi motivo de faísca, palavras ofensivas, troca de interesses, a experiência com Alexandra era para ter ocorrido um complemento após o ato com Kátia e essa expectativa de não realização gerou frustrações, resultou em brigas. Duas pessoas com rebaixamentos similares a minha pessoa. E para finalizar Kátia dava o golpe de misericórdia:
-"Você pensa que Edy tá sozinho, tem um monte de mulher rastejando por ele, sem contar sua própria família que apunhala você pelas costas, não serve para você, mas serve para outras da família."
e completava...
-"Se está livre eu vou investir sim nesse homem."
Sai de lá muito "P" da vida, levantei a bandeira branca, indo conversar com Edy, foi uma conversa de exposições, insatisfações e realmente o que eu era para ele.
Edy me deu uma bronca, desabafava que estava cansado de ficar retomando conversas que já sabia a resposta, que daquele momento é tudo ou nada, me acusou de omissa, nesse momento nunca imaginei que chegaria a esse ponto....
...chorando me ajoelhei aos pés de Edy pedindo oportunidade de mudança, que já estava compreendendo melhor. Edy levantou-me, abraçou-me e sussurrou:
-" Vamos ver se isso é verdade logo mais..."
Nesse dia retornei para casa mais confusa do que eu mesma costumava ser, e quando comento que foram meses com grandes bombardeio de emoções, prazeres, humilhações, entre outras coisas me dava mais tesão querer saber mais e tudo isso tinha um preço, caro ou não a se descobrir.
Os acontecimentos eram rápidos durante a semana, e para não perder o andamento das narrativas vou narrar o acontecido e ir fechando outros ocorridos em abertos e o que veio ocorrendo simultaneamente. Certo dia da semana a noite, Kátia vem em casa, sós em meu quarto pede para eu me vestir a mais sensual que íamos sair. Ficou aguardando na sala com meus pais conversando, quando cheguei na sala, minha mãe foi a primeira a falar:
-"Onde vai vestida igual puta?"
-"Realmente ficou uma piranha." Completou Kátia
Voltei mordida para o quarto, logo atrás entra Kátia dando maior bronca, fui contrariar e ainda levei um tapa no rosto
-"Cala a boca, é roupa sensual e não de vagabunda." ".... de vagabunda você nem precisa de roupa." Faiscava Kátia
Esses atritos me deixavam nervosa, saia meu desestabilizada, vestida sensualmente saímos, eu para variar sempre ficava sabendo dentro do carro. Percebi Kátia meio sem paciência comigo, jogava a coleira dando ordens para colocar e deixar a guia à mão. Paramos na residência de Célia, algumas pessoas na rua, olhava para Kátia ...
-"Nem vem com cu doce, vai saindo e ignore" , falava Kátia sem paciência.
Escutava sussurros das pessoas por sair de coleira e guia na mão, uns moleques fazendo algazarra "au au" seguido de risos.
Apesar de sentir e ficar tímida envergonhada, minha buceta tinha comportamento diferente, estava totalmente molhada por estar de coleira e ficou ainda mais quando Kátia chegou na porta e me fez ficar de joelhos ao lado dela com a guia na boca.
Quem nos recebeu era Valdir, observando de longe Edy e Célia conversavam ignorando o toque da campainha, dando atenção somente quando nos aproximamos, com a guia na mão de Valdir. Edy me observava com quem queria comer com os olhos, eu nesse quesito o conhecia bem.
Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas.
Valdir passou a guia para Edy, me conduziu a ficar do lado dele de joelhos, como uma cadelinha sentada ao lado do dono. Meu tesão ia a mil, misturado com a raiva de encher a cara dele de tapas.
A campainha voltou a tocar, Alexandra entrando toda alegre, cumprimentando todo mundo, e a mim, passando a mão na cabeça como uma cadela, me chamando de bonitinha e não deu importância alguma ou se recordou do momento com as meninas.
Edy percorre a mão em minhas costas, desce até a minha bunda, com habilidade percorre minha buceta toda molhada, retira e oferece a Valdir a sentir o aroma. Valdir foi ousado e lambeu os dedos de Edy, elogiando como se eu fosse um produto. Edy voltou a repetir sua ação e desta vez foi Kátia e Célia que sentiram o aroma, Alexandra veio de intrometida sentir , Edy concedeu a guia para Kátia e cochichou algo no ouvido.
Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz.
Kátia me conduziu para o dormitório, acompanhada de Célia e Alexandra. Com a porta fechada, Alexandra me abraçou, me deu um ardente beijo e foi me despindo, sem entender muito, fui somente acompanhando como se fosse uma dança, segue o baile como se diz.
Não demorou estávamos todas nuas, minha buceta pulsava e se molhava, Alexandra me olhava de uma forma diferente, Célia abriu a porta e chamou ambos. Para minha surpresa, entraram nus de pau duro e dando risadas, Célia e Kátia me colocaram de joelho na frente dos dois , Valdir perguntou para Edy se tinha certeza e só ouvi sim e foi então que Valdir pegou seu pau e colocou em minha boca para chupar.
Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.
Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo que podia aguentar.
Ahhhh quer sacanagem, vou mostrar minha capacidade, e chupei com vontade aquele pau, tirando urros de Valdir. Só escutei ele falando que eu era uma chupeteira muito boa, boquinha quente. Em seguida Alexandra veio ao lado e colocou seu pau em minha boca (para quem está pegando a história pelo caminho, Alexandra é uma travesti muito feminina), comenta que concorda com Valdir.
Edy entrou no meio e enfiou seu pau em minha boca, segurando minha cabeça, ordenou engolir até onde aguentar, segurou minha cabeça e praticamente bombou minha boca com seu pau, tive que conter seus movimentos, fiquei tossindo um pouco e babando, Kátia se ajoelhou e abocanhou o pau de Edy, colocando tudo que podia aguentar.
-"Ohhh deliciaaa!!" dizia Edy revirando os olhos
Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
Célia me deitou na cama e Valdir veio, chupou minha buceta e na sequência me possuindo no pêlo, ele podia ter um pau menor que Edy, mas aquela pica fazia uma mágica em mim, atingia pontos deliciosos dentro de mim com sua anatomia curvada, não precisava de esforço eu gozava rápido, talvez por carência de um pau, só via buceta nas últimas semanas, claro tirando o ocorrido com Alexandra. Valdir tirou o pau e comentou rindo para Edy:
-"Agora está mais melado que seus dedos, o aroma deve estar uma delícia, não quer experimentar? "
Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.
Para minha surpresa, pensava que Edy vinha me chupar , ou me possuir, mas Edy caiu de boca no pau de Valdir, fiquei pasma. A sua capacidade de chupar que quase engoliu o pau, fez Valdir se conter. Minha cabeça disparou um monte de coisas, comentários que Edy gostava também de uma rola, minha mente ia a loucura, percebi que meu tesão ia mais longe, eu gozava vendo a cena. observava estática enquanto as meninas falavam algo que não compreendi.
Valdir contém as chupadas de Edy, o levanta conduzindo a se deitar na cama, com habilidade, Célia passar um gel na mão de Valdir que unta no rego de Edy e tão logo acontece, Valdir encosta a rola no cu de Edy e entra e tira a cabeça suavemente diversas vezes, ouço gemido de ambos, Valdir pergunta se Edy está pronto, acena com a cabeça e com sorriso que sim e Valdir o possui de frente.
Edy geme e fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
Edy geme e fecha as pernas na cintura de Valdir, ambos se abraçam , se beijam, a rola enterra no cu de Edy, a pegada foi tão ardente que Alexandra desabafou:
-"Amo ver um homem mamando outro ou dando na minha frente, já fico excitada." olhei para o pau de Alexandra estava duríssimo
Não demorou Valdir começou a bombar em Edy, e tão logo a rola saia e entrava sem esforço, e as socadas ficavam intensas e fortes , Edy começava a urrar e querer se conter. Célia segurou seus braços sentando atrás dele, Kátia segurava uma das pernas e Alexandra a outra, eu excitada toda molhada observava , o pau de Edy começava a latejar.
-"Goza comigo! Goza Comigoo!!" falava Valdir
Não demorou, Edy gozava sem se tocar, seu pau jorrou um gozo farto sobre ele e em Célia, seguido de Valdir gemendo, bombando com paradas longas com a rola toda dentro de Edy.
Célia me chama e ordena a limpá-la com a língua, Kátia em seguida pegando me pela coleira faz limpar a porra toda do corpo de Edy , inclusive seu pau.
O que ninguém esperava foi Edy me puxar pelos cabelos e me beijar, eu gozei pelo beijo, pela ousadia, pelo diferente, a sensação tão gostosa foi interrompida com a penetração de Alexandra em minha buceta, Valdir tira a rola do cu de Edy, e sai do ambiente, vi a porra começando a escorrer do cu de Edy pelas pernas.
Observava fascinada e Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma, Edy é dominado por Célia e Kátia.
Observava fascinada e Edy veio em minha buceta e chupava as bolas de Alexandra, a minha buceta com a pica dela dentro de mim, ja tinha gozado novamente com o pouco de emoção, Alexandra se envolve por mim toda, habilidosa tira seu pau de minha buceta e começa a me possuir analmente, ao mesmo tempo observava Célia e Kátia com o consolo de cinto em cada uma, Edy é dominado por Célia e Kátia.
Célia foi cruel com um consolo um tanto avantajado, bem lubrificado, segurava os braços de Edy para trás. Kátia auxiliando, algemava e o segurava, abria sua bunda e sendo chamado de "putinho arrombado" Célia percorria os dedos lubrificados no cu de Edy, satirizava e posicionada, começou a penetrar o consolo, Edy pedia para ir devagar, logo já implorava, Alexandra ficava com o pau enterrado em meu cu e observando.
Edy se contorcia, gemia, ofegante pedia para ir com calma, e sem dó passou a cabeça do consolo, Célia só aguardou um tempo e foi sem dó com o consolo todo dentro de Edy , estica seu pé até o rosto de Edy e ordena ela chupar o dedão :
-"Chupa seu putinho, chupa meu dedão e imagina ser a rola do Valdir."
Edy se deliciava nos pés de Célia, nunca tinha presenciado algo assim, e seguia com umas bombadas, Célia saia e entrava Kátia dando uns tapas na bunda de Edy, chamando de "putinho malvado", olhava para mim de forma sarcastica. Cu de Edy não oferecia mais resistência e com o decorrer ambas alternavam em enrabar Edy, até Célia pegar de jeito, abriu a bunda de Edy e vi o consolo sumindo a dentro, segurando Edy pela cintura queria penetrar mais o que não tinha o fazendo gozar novamente, caindo de lado trêmulo, esgotado. Queria me aproximar, Alexandra me conteve:
Kátia percorria a mão na porra de Edy , untava no consolo e metia a dentro, e dizia:
-"Toma mais leitinho nesse rabo seu putinho." e ria, começava a soltar as algemas, Edy estava ofegante.
Kátia me pegou tipo:
-"Vamos garota, se gozou, gozou se não se masturba em casa."
Alexandra até tentou me ajudar e fui zombada por kátia dizendo:
-"A bebezinha aqui tem hora para chegar em casa, e não quero levar bronca no lugar dela." saiu meio "P" da vida.
Claro que esse "P" da vida ela veio descontando em mim o caminho todo. Preferi não perguntar nada, pedi para me deixar em qualquer lugar que voltava de táxi, porém me trouxe até o portão, mal abri o portão ela foi embora com pressa.
No meu habitat de costume, minha mente disparava mil coisas, perguntas, e o que mais estava oculto de meu conhecimento, as verdades de Edy começavam a aparecer....
Ref.: 1998 #0031
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
Assinar:
Postagens (Atom)
LIBERDADE CONDICIONAL
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.
-
O COMEÇO DE TUDO O PRIMEIRO ATO Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionár...
-
Olá, pessoal! Me chamo Edna e vou compartilhar com vocês minha entrada no universo hotwife , liberal e fetichista, uma jornada que, posso...
-
Reencontrar com Edy, gerava inúmeros conflitos, a vontade de enfiar a mão na cara dele por "N" razões, a vontade de beijá-lo, e a ...














.png)































