sábado, 31 de maio de 2025

REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

 REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

Com o alvará de liberdade concedido por Edy, havia um prazo, um acordo entre nós. Comecei a investir como caçadora, iniciei a faculdade incentivada por ele. A aliança de compromisso realçava os desafios, atraía interessados e oportunistas. E, sendo bem sincera, foram apenas decepções. Dos cinco homens com quem saí, nenhum me proporcionou as expectativas criadas. Sentia-me mais usada do que realizada.

Saí com um professor da faculdade, um japonês, era cativante, sedutor e eu, uma boba. Foi me buscar em casa, com minha mãe quase me empurrando para ele, tinha expectativas de construir algo mais sério. Saímos para jantar e, depois, fomos ao motel, ele não tinha uma pegada selvagem, mas era sedutor, beijava bem.



Usava camisinha, metia bem, me fazia gozar e eu cedi... fiz anal, contrariando o acordo com Edy, gozava gostoso em todas as investidas daquele japa, estava bom demais para ser verdade. Na hora de ir embora, ele colocou a aliança de volta no dedo, olhou para mim e disse:
"- Sou noivo. Sabe que nossa saída é ocasional, né?" , fiz uma cara de quem não sabia,

Porra comeu, usou e tchau, mais uma na conversa ...  e fomos embora. Voltei chateada demais, refletindo sobre a péssima evolução do que eu realmente queria. Conversando e me abrindo com Edy,  estava ciente de todas as relações que tentei,  buscava sua ajuda e, em meio a tantas conversas, percebi que, em todas as transas, faltava você, sentia sua falta, sua proteção, me sentia incompleta e perdida, por mais que eu desejasse aquilo, além das escolhas que foram decepcionantes. 

Raramente tão sério, ele me beijou e sussurrou:
"- Vamos realizar algumas fantasias. Vamos começar do nível iniciante e evoluir nos momentos certos.
Eu confio em Edy. Não confio no suspense. Ele é experiente e seguro, ainda que sem uma referência de passado. Edy começou a me integrar com pessoas que eu não conhecia, gente simples, cativante, receptiva. Valorizavam o lado pessoal, sexo não era o objetivo das conversas, e sim algo reservado para o momento certo. Era outro nível, onde aparência e idade não faziam diferença.

Foi numa sexta-feira que Edy me levou a um barzinho, na verdade, mais uma casa adaptada para tal. Monalisa, em Santo André, o ambiente tinha pouca iluminação, com mesas privativas fechadas. De vez em quando, ouvia discretamente alguns gemidos de outros frequentadores. Namoramos um pouco, nosso drink chegou, Edy disse que agora trocaríamos de parceiros. Aquilo me causou ansiedade e expectativa , e antes de acontecer falava para em tom de ciúmes para  Edy
 "- Não quero te ver transando com outra... "

....interrompida, veio um homem de bigode, entrou no lugar de Edy, apresentando-se como Wagner. Quis saber para onde tinha ido Edy, e ele me tranquilizou, dizendo que estava com a esposa dele, na outra mesa. Além da conversa agradável que rolava entre nós, Wagner sabia me fazer ferver de tesão e desejo. Ousado, colocou o pau para fora, era gostoso de segurar, tinha habilidade, mesmo com roupa, soube conduzir tudo e me penetrou com a calcinha de lado. Pedia para eu relaxar, que não ia gozar em mim, era só para saber se eu gostava do pau dele. E eu gozava, sim, pela ousadia.



Foi quando a cortina se abriu e Edy me viu sentada no pau de Wagner. Em tom de brincadeira, ele disse que era a vez de Edy sentar,  na verdade, quem vinha era Marisa, e Wagner e Edy voltaram para a mesa.
Com Marisa, só rolou a apresentação, aquela mulher selou logo um beijo ardente. Percorreu meu corpo, e o calor subiu em ambas, não demorou para ela sugerir que fôssemos até a casa dela, era próxima,  concordei e saímos.

Chegando à casa do casal, numa iluminação melhor, percebi que eram um casal na faixa dos 50 anos. Conversa extrovertida, tranquila, sem pressa. Marisa me convidou para um banho e para continuarmos a conversa iniciada do barzinho. Nossa, que mulher... Uma morena que não entregava a idade. Me fez derreter no banho  e depois, na cama.

Ouvíamos a conversa dos homens enquanto nos queimávamos de prazer. Em outra observação, percebi que eles se masturbavam ao nos verem no nosso agarra-agarra. Marisa sugeriu que os meninos também fossem ousados. Wagner, então, se abaixou e começou a chupar a rola de Edy. Marisa conduziu os dois para a cama, e rolou um 69 entre eles. Um tesão absurdo crescia em mim. Habilidosa, Marisa sabia exatamente como tocar minha buceta, sem que eu esperasse, ela já me possuía com um consolo preso em um cinto. Wagner, observando, pediu para ela não judiar de mim, que queria ser ele a fazer aquilo  e riu.


Não demorou e Wagner se juntou, chupando minha buceta enquanto Marisa me comia, aquele bigode... Era a primeira vez que um me arrepiava tanto. Eu me continha para não gritar de prazer, Wagner se sentou na cama, colocou a camisinha, e fui conduzida por Edy a sentar na rola dele. Comecei a cavalgar com vontade.

O tesão aumentava ao sentir Edy me entregar para outro homem me possuir. Era um consentimento sem culpa, não resisti e acabei beijando Wagner na boca, percebi os olhares recriminadores de Marisa e Edy. Ao mesmo tempo que eu morria de prazer naquela rola, o ciúmes me consumia ao ver Edy tão próximo de Marisa. Sinalizava para ambos, puxando-os para mais perto, dividimos beijos em Marisa e sussurrei no ouvido de Edy que não queria vê-lo com ela.

Nitidamente, o tesão de Edy abaixou. Ele saiu para o banheiro e, ao retornar, Wagner já me currava de quatro, enfiando aquele pau no meu cu, até aquele momento, era o mais gostoso depois do Matheus. Gozei analmente umas duas vezes. Wagner dava umas paradas, pedia para eu ir mais devagar, dizendo que estava quase gozando, tirou a rola, abriu minha bunda para Edy ver e me elogiava:

"- Nossa, a novinha mete, hein? Se não tomar conta direito, vai virar corno"  e ria me deixando sem graça.

Edy, discretamente, me deu uma bronca pelo que tinha acontecido de quebrar regras prometidas. Wagner, voltando do banheiro, pegou Marisa e a possuiu ardentemente bem na nossa frente. Edy me possuía dominador, dono de minha pessoa, seu pau em minha buceta ia além de proporcionar orgasmos. O tesão era surreal, os rapazes nos colocaram frente a frente, nos incentivando a nos beijar, a nos tocar,  não demorou  Wagner foi o primeiro a encher Marisa de porra, seguido Edy que sentia o forte jato quente dentro de mim.


Marisa, ousada, veio e chupou minha buceta recheada com a porra do Edy, que por sua vez eu chupava e limpava o pau de Edy, Wagner permanecia deitado na cama, cansado.  Nos recompusemos,  Marisa, então, conversou discretamente comigo, pedindo atenção aos meus atos, lembrando que havíamos combinado, e reforçava que Edy também tinha dito a eles "nada de beijos e nem anal", que também era contra beijos,  confessava que pensava igual Edy. Sobre o anal, ela explicou que Wagner forçou para ver minha reação e testar meus limites. Pediu que eu refletisse e eu pedia desculpas por não ter cumprido as regras.

"- Pense, você pode perder ele. Edy é um ótimo homem. Conheça-o melhor, saiba respeita-lo e terá tudo que desejar,"

Wagner se aproximou da conversa e perguntou se eu tinha gostado, se poderíamos marcar outra saída. Antes mesmo de eu responder, ele emendou:

"- Já experimentou uma rola preta? A Marisa adora... Pena que sempre volta toda larga pra mim " e caiu na risada, como se fosse comédia.

Marisa se despediu com um selinho na minha boca. Wagner abraçou Edy e me elogiou:
" Que mulher de buceta quente e molhada... E que beijo, hein?"

Mesmo com as provocativas de Wagner em Edy , se mantinha controlado, seguro. Assim terminou a noite, a primeira experiência como casal  bem-sucedida ou melhor, mais ou menos bem-sucedida (rsrs).

Eu havia errado prematuramente, sim, mas ao retornarmos, Edy não brigou, voltamos descontraídos, leves. Na porta de casa, agradeci pelo momento, pela paciência, e pedi desculpas por ter ultrapassado os limites. Por incrível que pareça, sem brigas. Edy apenas disse, com aquele jeitão:

"- Eu vou te pôr no eixo... Só não coloco na linha porque trem mata." em tom de brincadeira


Naquela noite, minhas reflexões no quarto se resumiram a deitar e apagar. Me sentia leve, sem culpa, dormi profundamente, só acordando no dia seguinte.


Ref.: 1995 #0010

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 30 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 4 A casa caiu. . .

 O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 4

A casa caiu. . . 

...era exatamente assim que eu me sentia. Tudo em mim contradizia as reações de felicidade de Edy, que parecia não desconfiar de nada. Minha mente fervilhava com a dúvida: contar ou não contar o que aconteceu durante sua ausência?

Edy falava sobre os dias trabalhando fora, da saudade, dos desejos que sentia por mim, entre outras tantas coisas. Perguntava se meus pais já tinham se acalmado. Quando eu ia perguntar algo, congelava, com medo de que ele viesse me confrontar.

A sensação de pânico foi diminuindo ao longo da conversa, durante o jantar e enquanto caminhávamos pelos corredores do shopping. Até que Edy entrou em uma loja de alianças, começou a dar início ao nosso futuro. Naquele momento, me senti angustiada por estar sendo tão desonesta e desabei em lágrimas. Edy tentou me consolar, sem entender nada do que eu dizia, entre soluços e confissões embaralhadas.

Em um lugar mais calmo e reservado, eu tentava me recompor, mas voltava a chorar. Até que, em meio às lágrimas, desabafei:

" - Traí sua confiança... não sou uma mulher digna..."

Fui interrompida por Edy, que me abraçou e tentou me consolar:

"- Shhhhiu... Não diga nada. Acalme-se primeiro."


Ficamos parados, um observando o outro. Meus olhos estavam vermelhos de tanto chorar. Então, Edy sugeriu:

"-Vamos a um motel?
"- Mas... estamos com clima pra isso?"
"- Hoje vamos fazer diferente. Confie em mim."

Esse “confie em mim” vindo de Edy me deixava desconfiada. Depois do episódio do bambu, eu fiquei mais esperta. Perguntei:

"- Sem bolsa dos prazeres? Sem nada... anormal, né?"
"- Sim. Já te falei que motel não é só pra sexo."
"- Sim... mas sempre acaba em sexo " respondi, rindo discretamente, o que também arrancou um sorriso dele.

Confiei. No fim das contas, eu já estava ferrada mesmo, não tinha mais nada a perder... pensava eu.

No motel, sentada na cama, enquanto Edy estava na cadeira me observando, ele perguntava, com carinho, tudo o que havia acontecido. Um nó subia na garganta e a voz simplesmente não saía.

"- Sem chorar, começa: Era uma vez..."  , disse ele.


Repetiu a frase algumas vezes, até que comecei a relatar, de forma parcial, o que havia ocorrido. Edy reformulou a pergunta e me deu mais uma chance de falar. Não estava bravo, pelo contrário, parecia levar bem o que eu dizia. Então recomecei, e, dessa vez, contei tudo inclusive a besteira de ter transado sem camisinha e ele ter gozado dentro. A impressão que tive é que ele já sabia de tudo, só queria a confirmação.

Relatei também o susto que passamos quando a noiva do Matheus quase nos pegou. Parei de falar ao notar a expressão de Edy mudar. Ficou diferente, pensativo. Levantou-se, deu uma volta pelo quarto e foi até o banheiro, onde entrou debaixo do chuveiro.

Mesmo sem ser convidada, esperei alguns minutos e resolvi entrar também. Lá, ele me abraçou com força, o semblante triste. Fazia carícias. De repente, segurou minha cabeça, olhou profundamente nos meus olhos e me deu aquele beijo ardente sua marca registrada. Um beijo capaz de me fazer gozar. Era tão bom sentir aquela sensação novamente.


Saiu do banho perguntando se eu queria algo do serviço de quarto. Quando retornei, Edy se aproximou de mim e disse:  "- Eu preciso me desabafar. Preciso que me ouça sem julgamentos..."

Falava de forma perturbada e estranha; nunca o tinha visto assim. Pedi que colocasse tudo para fora, que despejasse sua raiva,cfosse o que fosse.

E então ele começou:

"-  Sabia que algo ia acontecer, mas não imaginava com quem, nem até onde chegaria. Estou com uma raiva ainda maior da sua mãe  e ela vai pagar com a língua dela. Seu pai então... aff, outro dois caras... "

(Pausava a narrativa por instantes.)

"- Você é muito ingênua. Tá querendo virar galinha? Puta? Não pensou em mim, saindo com alguém do trabalho? Corno eu? É isso mesmo? Andar pela empresa desfilando com um par de chifres? Pensa pequeno, uma piveta..."

(Nova pausa notória raiva subindo e mantendo-se no controle)

"-  Não se come a carne onde se ganha o pão" ,  citava, pausava, e continuava:

"- Eu quero você. Te amo. Você é minha mulher porra !!" 

(Enfatizava, com convicção. Me dava orgulho ouvir meu valor sendo reconhecido.)

 "- Você tem capacidade de ser muito mais do que é, mas precisa ser mais esperta, mais atenta. Sei que está se conhecendo no sexo, está se descobrindo... Não quero que seja apenas mais uma na minha vida."

(Percebia mágoa em seu passado. Olhando nos meus olhos, dizia com firmeza:)

"-  Ouça, preste atenção. Eu vou te realizar além do que você possa imaginar. Saiba dar tempo ao tempo... "

E então me abraçou com calor e afeto.

Não havia clima para nada íntimo, ficávamos deitados, conversando. Edy queria saber todos os detalhes,  como foi, o que senti, quais eram minhas expectativas ao sair com Matheus. Eu contava tudo.

No sexo anal, eu tenho mais prazer com o pau do Matheus, por ser menor que o seu.  Edy explorava meu prazer, buscava detalhes e mais detalhes, a conversa seguia entre toques em meu corpo, percorria minha virilha, chegando até minha buceta, que já estava molhada de desejo...

" As recordações te excitam? "  perguntou.

"-  Os meus desejos, sim. O que podia ter sido diferente..."  respondi, já perdendo o fio da conversa, distraída pelos dedos dele dedilhando meu grelo. Edy me desejava, o olhar dele era claro, queria me perdoar num gesto de entrega.


Ele se levantou, foi até o carro e voltou com uma venda. Colocou-a em mim, deixando-me deitada, e sussurrou ao meu ouvido:

"- Serei eu aqui, mas para você vendada, sou um estranho neste momento. Conduza como se fosse uma traição. Não tenha medo, se solte..."

Gozei inteira só com a proposta. Conheço bem o meu homem, ainda mais com as dicas da minha tia.

Edy me seduzia como um amante experiente. Seus toques eram diferentes, novas formas de senti-lo, o que me excitava profundamente. Ele chegava até meus pés, chupava meus dedos, e sua boca quente atiçava meus desejos. Veio a mim com beijos ardentes, segurando um dos meus pés, abaixando os dedos e deixando apenas o dedão exposto… eu sentia seu ânus ali. Meu coração pulsava com o prazer que ele me proporcionava, era tão intenso, tão claro.

Voltou a me beijar, dos seios até a boca. Eu segurava seu pau duro como uma barra de aço pulsante. Com a outra mão, Edy chupava meus dedos enquanto colocava seu pau na minha boca. Aquela cabeçona não cabia por completo, e eu sentia sua mão guiando a minha, até que meu dedo adentrou o cu dele. Inexperiente, eu não fazia nada, só deixava ele conduzir. Era estranho não ver nada e, mesmo assim, sentir tudo. Na minha mente, surgia a conversa com Matheus, me perguntando se Edy gostava de rola…


Edy me colocou de quatro, ouvi o som da camisinha sendo aberta. A penetração foi diferente, ele entrava devagar, conduzindo, e, ao mesmo tempo, seus dedos estimulavam meu grelo, aguçando ainda mais meu desejo. Após sua ausência, sentir aquele pau me invadir até o talo era enlouquecedor; parecia que ele alcançava minha garganta.

Os orgasmos vinham intensos, do jeito que ele me possuía, abraçando-me por trás, moldando meus seios. Na posição de quatro, Edy sussurrava palavras de humilhação no meu ouvido, como:

"- Tá igual uma cadela no cio, saciando sem precisar olhar pra esse rosto de vagabunda…"

Me senti ofendida e  tentei sair, Edy me segurou firme e enterrou o pau com força.
"- Me larga!" pedi.

Ele me deu um tapa na bunda. Depois outro.
"- O próximo é com o bambu."

Parei, me controlei, deixei Edy me usar. Mas, naquele momento, meu tesão acabou. Percebendo me virou de frente e voltou a me possuir. Eu já não tinha mais tanto ânimo, até que ele voltou a sussurrar:

"- Fala, Edy, você é um corno…"

Fiquei em choque. Ele pediu mais uma vez. Era demais pra minha cabeça. Insano, tem pegadinha. . .

... e na terceira vez, eu disse:

"- Você é um corno."

Edy segurou firme meus pulsos e mandou repetir mais alto

"- EDY, VOCÊ É UM CORNO!" ,  gritei.

E foi ali que senti seu pau crescendo ainda mais, ele se excitava com aquilo. Voltei a me empolgar, a rebolar com vontade, a xingá-lo. Nos finalmentes, ele tirou a venda dos meus olhos, me encarou e  declarei:

" -Te amo, meu corninho…"


Tirou o pau e gozou no meu rosto,  o chupei ainda latejando, enquanto ele continuava a gozar, em seguida Edy me beijava, mesmo com meu rosto lambuzado de esperma, sem se importar. Era insano. Doentio. Mas real.


Depois de nos recompor no banho, voltamos para casa. Eu tinha horário pra chegar, meus pais eram rígidos, não permitiam que eu dormisse fora. Voltamos como se nada tivesse acontecido.

Todo o medo e o terror que dominavam minha mente na ausência dele, se dissipavam com a sua presença. Na porta de casa, com meus pais espiando pela janela, Edy disse:

" -Não brigue com eles. Entre feliz e sorridente. E lembre-se: jamais faça isso de novo. A chance é única. Eu te amo muito.

No meu quarto, meu paraíso, agradeci em silêncio e chorei de alegria. Eu estava praticamente com o pé na rua… e fui resgatada. Valorizada. Ainda tinha muito a amadurecer.

Ref.: 1995 #0009

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quinta-feira, 29 de maio de 2025

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

Apresentação


Olá, pessoal! Sou marido da Edna, me chamo Edy, esse nome é uma forma carinhosa e resumida do meu primeiro nome. Profissionalmente, sou conhecido pelo sobrenome, como é comum em algumas das empresas onde trabalho ou já trabalhei.

Estou escrevendo esta publicação para clarear, dar mais horizonte e fatos as publicações já realizadas  por Edna e compartilhar pensamentos, decisões difíceis, pressões emocionais e tudo aquilo que envolveu e ainda envolve na minha relação com a Edna. Os três primeiros anos juntos foram extremamente desafiadores, principalmente pela resistência da família dela em aceitar nosso relacionamento. Para os pais da Edna, eu jamais poderia ser considerado um namorado, muito menos um futuro marido.


Tivemos pessoas importantes que participaram dessa trajetória e foram pilares para a construção e o fortalecimento da nossa relação. Sempre digo à Edna, aos nossos amigos e agora também a quem lê este blog: a felicidade e as realizações de um casal nunca seguem uma única receita. O que funciona para um, pode não servir para outro, mas sempre há algo que pode inspirar. A modelagem, a continuidade, o aprimoramento… tudo depende do casal.

Com o tempo, vocês vão entender melhor nossa história nas próximas publicações.

A ideia deste blog surgiu há dois anos, como uma espécie de livro pessoal, um espaço de nostalgia onde registramos lembranças que nos marcaram profundamente. Relembrar e descrever tudo isso tem sido prazeroso para nós. E, por decisão dela com meu total apoio iniciamos compartilhando esses momentos. As narrativas têm sido construídas juntos, buscando manter a fidelidade aos fatos, às conversas, aos diálogos e sentimentos que marcaram nossas vivências. Nas próximas postagens, trarei mais detalhes sobre essas recordações (*).

Não quero me alongar demais para não perder o foco desta primeira participação.

Sou uma pessoa que valoriza as particularidades de alguém e Edna despertou isso em mim logo no primeiro dia de trabalho. Enquanto muitos a ignoravam por ser “magrela”, “sem peito” ou “sem bunda”  palavras que ela mesma usava , foi no primeiro beijo que percebi o quanto ela era especial.

A inexperiência dela, no entanto, representava um desafio. Quando Edna me confidenciou que ainda era virgem e tinha curiosidade sobre como seria o sexo, falava do então noivo, Daniel, e da falta de atitude dele, demonstrava que estava numa relação falida . Aproveitei a oportunidade e assumi o risco de me tornar seu primeiro homem, seu namorado. A fiz mulher, a vi radiar e crescer ainda mais como pessoa.

Não foi fácil, fomos alvo de muitas piadas quando nossa relação veio à tona, frases como “pegou pra criar” ou o apelido maldoso “leite ninho” eram comuns, além dos comentários maldosos. Mas isso nunca me incomodou tanto quanto o verdadeiro obstáculo, a resistência dos pais dela. Enfrentar essa barreira exigiu paciência, estratégia e, sim, alguns arranhões que se tornavam ainda mais pessoais.

No primeiro ano, vivíamos em nosso próprio mundo, e ele era perfeito assim. Mas, ao sair para o mundo social, a realidade pesava. Era o olhar crítico dos pais, os oportunistas se aproximando da Edna, tentando se aproveitar da ingenuidade dela. E, sinceramente, doeu quando ela me pediu para conhecer outros homens, sentir como seria o sexo com outro. Foi difícil lidar com o ciúme, com a idéia de perder o status de exclusividade. Minhas experiências anteriores pesavam, a imaturidade dela, a ousadia impulsiva com o próprio primo foi o gatilho inicial, as inseguranças que me consumiam quando precisei viajar a trabalho...

Viajei  a sair com a certeza de que tomaria um par de chifres, retornaria corno, então foquei no trabalho para não enlouquecer e agilizar o retorno o quanto antes. 

Vilma, a mãe da Edna ainda fazia questão de alimentar meus ciúmes quando ligava para sua residência, dizendo que Edna estava “namorando outro”. Quando disse que era o Matheus que estava saindo, até senti um alívio, mas percebi que tudo aquilo era parte de um processo que me levaria compreender eu em  aceitar  e inserir  Edna no mundo mais liberal, proporcionar e conduzi-la ao entendimento do prazer, desejos e fetiches sem rótulos sociais.

Comigo, o prazer já havia sido moldado em experiências com uma ex-namorada (Lee). Relação que não deu certo por culpa minha, atitudes erradas, ciúmes, possessividade. Duas outras ex também contribuíram para minhas desconfianças, (Ivani e Sandra) foi sarcástica e cruel  pois escondiam comportamentos, mentiam, me feriram. (*Esses relatos também virão conforme a cronologia das publicações da Edna.)


Eu precisava amadurecer uma estratégia nesse intervalo, nessa ausência e distância. Traçar algo que poderia realizar o desejo por ela  solicitado, afinal ceder a mulher de sua vida para que outros  homens a desfrutarem, manter o laço da confiança e comprometimento. Eram muitas variáveis em meus pensamentos que entrariam como prova de fogo, e tinha que aceitar com meu consentimento.  Foi com essa mentalidade que me preparei para voltar e lidar com tudo de maneira mais consciente. Agora, é ela quem seguirá relatando os próximos capítulos.  Ótima leitura à todos (as). 



Ref.: 2025 #0008

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 27 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 2 O Dia Seguinte

 O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 2


O Dia Seguinte

O dia seguinte, no trabalho, parecia que todos sabiam que eu tinha sido a puta do Matheus. Ele conversava normalmente comigo, enquanto o peso na consciência me corroía. “Edy não é corno... fui eu a errada. Sou uma puta”, pensava, tentando me justificar. Edy me ligava perguntando de mim, dizendo que estava com saudades, sussurrava que estava viciado em mim, que naquela noite precisou se masturbar para aliviar o tesão. Eu gostava de ouvir aquilo, mesmo que minha mente me condenasse pelo que eu havia feito.




Comentou que conseguiu antecipar a volta em 10 dias. Ainda seriam 20 dias longe de Edy. No fim do expediente, fora da empresa, Matheus grudava em mim como um cachorro no cio.
No dia seguinte, a mesma coisa. Dessa vez, me rendia "Cagada por cagada, o chifre já estava dado."  - pensava eu e fomos para a casa dele. No banho, nos beijávamos, mesmo sem ter a pegada quente de Edy, Matheus saciava minha sede de rola, não preenchia o prazer que eu precisava, mas acalmava o desejo, o calor da buceta querendo gozar em um pau.



Da casa de Matheus, fui para a minha. Ao entrar, vi minha mãe no telefone, era Edy no outro lado, minha mãe ria de alguma besteira que ele falava. Meu pai, com a orelha em pé, tomava o telefone e dava bronca nela, todo enciumado. Eu encarnava a santa Edna do pau oco e recebia a ligação com um sorriso enorme. Com meus pais saindo, fiquei mais à vontade para conversar, Edy dizia que estava esperando ouvir minha voz para gozar numa punheta de saudade e sem medir palavras, retruquei que parecia que ele estava fazendo isso com a minha mãe. Não sei por que incorporei o ciúmes,  Edy não gostou nada do que ouviu e desligou sem dar chance para brigar.



Na manhã seguinte, na primeira hora de trabalho, ele me ligou para dar bom dia. Atendi ríspida, involuntariamente, a Edna ciumenta ainda estava em mim, talvez influenciada por Matheus, que envenenava minha mente com ideias de Edy comendo todas. Tentei me acalmar, pedi desculpas, disse que era a carência da ausência dele. Falei baixinho que a buceta tava chorando de saudade, mas senti que não o convenci.

Na hora do almoço, Matheus veio conversar. Aproveitei e perguntei, por curiosidade, como ele sabia o tamanho do pau do Edy.

"- Porra, as meninas falam entre elas. Tempos atrás, antes de você entrar aqui, ele pegou a cozinheira, a chefe da cozinha, a faxineira... A faxineira ficou dias sem trabalhar e foi ela que contou do tamanho e da pegada do cara. Ficou conhecido como TED: Terror das Empregadas Domésticas!" disse ele, rindo.


Meu ciúmes fervia, imaginava mil coisas e Matheus se aproveitava disso.
"- Hoje depois do trampo... vamos?"  perguntava.

Eu sorria e consentia com um “- Sim” , e assim ia a semana , trepando todo final de expediente. 

No sábado à noite, Matheus apareceu do nada em casa. Eu estava no banho e fiquei puta da vida com essa liberdade que ele se dava, mais ainda por minha mãe ter colocado ele pra dentro e ainda por cima ficar “entrevistando” o rapaz. Ele dizia, rindo, que só tinha passado pra chamar pra uma pizza. Não tinha tido tempo de me convidar na empresa, e como estava no caminho, resolveu “tentar a sorte”.

Minha mãe, claro, já me empurrava pra ir com ele. Ela e meu pai nunca gostaram do Edy, achavam que Matheus era uma opção melhor, menos diferença de idade, “mais futuro”. Acabei cedendo, só pra evitar confusão ou línguas soltas.

Achei que íamos à pizzaria. Doce ilusão. Fomos pra casa dele com a pizza e um vinho barato. Eu já estava de cara fechada, achando que ele estava armando um repeteco. Brinquei com ele:
"- Tá querendo me levar no papo de novo, né?"
Ele riu:
"- Tô duro, e de pau duro....  (ria) Se fosse pra motel, ia sair caro..."

Enquanto comíamos, ele comentou uma fofoca da empresa:
"- Ouvi uns caras falando que o Edy também gosta de rola..."

Ri alto.
"- Ah, para com isso! Nunca vi nada nesse sentido."

"- Também não boto fé. Mas uma das cozinheiras com quem o Edy saiu dizia: “Aquele cara é macho porreta, dá no coro! Tem que ser muita mulher pra aguentar ele!”

Confesso que me corroí de ciúmes. Saber que meu amor tinha fama de “comedor” me deixava louca. Perguntei:
"- Você acha o Edy galinha?"

"- Porra, o Edy? Nunca vi ele olhando pras gostosas que passam. Sei que ele tem suas particularidades. Mas, olha, quando você entrou lá, magrinha, parecia um palito, ninguém se interessava por ti... teve alguma coisa ali que chamou atenção dele. Investiu em você. E olha no que deu: virou esse mulherão."

"- Vai ver a ex dele adestrou bem ele, né? " , completou, rindo.

"- Como assim, ex? Você conheceu ela?"

"- Não, era de antes de eu entrar. Mas a galera falava muito dela, mais velha que ele, parecia mãe e filho. Levava e buscava o Edy, cuidava dele e dizem que era ciumenta demais. Uma vez uma mina passou olhando pro Edy e ela desceu do carro pra tirar satisfação.

"- E aí, me conta o que  Edy faz contigo na intimidade? A rola dele é como as meninas relatam ? 

Revirei os olhos.

"- Ué, curiosidade... "disse ele, safado.

"- Atrevido! Vai se enxergar!" desconversava

Mas por dentro, eu borbulhava, a conversa me irritava, me enciumava, me deixava descompensada. Matheus percebeu e começou a provocar:

"- Duvido que um cara desses fique só na punheta...
deve dar assistência pra umas casadas carentes, né?"

Levantei irritada. Matheus me puxou pela cintura e me sentou no colo dele. O beijo foi súbito. Eu tentei resistir, mas me derreti. Fiquei molhada só de sentir a língua dele. Quando percebi, o pau já estava pra fora.

Ajoelhei na frente dele e comecei a chupá-lo. Gemia e se contorcia na cadeira.
"- Para... se continuar, vou gozar na tua boca...

"- Vai..." sussurrei.

"- Nossa, que boca gostosa..."


Continuei sem piedade. Senti o jato quente preencher minha boca, mas não parei. Chupei até o pau dele endurecer de novo. Ele colocou a camisinha e, semi nua, me pegou no tapete da sala. Depois no sofá. Na poltrona. Transamos com vontade.


Ele me comeu analmente de quatro no tapete, apoiada no sofá. O pau de Matheus era na medida certa, não era como o do Edy, que me fazia até perder o ar. Com Matheus anal  era prazer puro, sem dor.

A transa foi longa, eu já estava exausta quando ele gozou. Foi gostoso, mas o que me quebrou foi o depois. Após o boquete, ele não quis mais me beijar, desviava  o rosto, no banho se recompondo  fazia questão de escovar os dentes e falar 


"- Agora tô limpa pra te beijar, sua besta" rindo.

Mas aquilo me decepcionou, Edy nunca ligava pra isso. A gente se lambia inteira, sem frescura. Era uma conexão carnal, completa. Um corpo só, e ali, mesmo satisfeita, eu me sentia suja. Eu o estava traindo. A química que eu tinha com Edy era única, e eu não estava valorizando.

A noite seguiu, entre mais vinho, beijos e conversas. Em um dos intervalos, fui direta:

"-Você ama a sua noiva?"

Ele gaguejou.
"- A gente discutiu... melhor cada um na sua por enquanto."

Desviava, enrolava. Eu sentia que ele escondia algo. Quando vi, já eram duas da manhã, pedi pra ele me levar pra casa. Entrei em silêncio. Tudo apagado. Me joguei na cama e apaguei.


No dia seguinte, minha mãe me recebeu com um sorrisinho cínico:

"- Bom dia! Como foi com o namorado novo? Partidão."
"- Que namorado, mãe? É só um colega de trabalho." respondi, desconversando.
"- O Edy te ligou três vezes ontem à noite..."

Arregalei os olhos.
" -E o que você disse?" - eu questionava irritada

"- Ué, falei que você tinha saído com o Matheus. Ia dizer o quê?"

Era uma granada sem pino.
Declaração de guerra.
Senti as lágrimas subirem.
A merda estava feita.

Ref.: 1995 #0006
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domingo, 25 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 1 Semeando Chifre

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 1

Semeando Chifre

As experiências selvagens e insanas continuavam quase de forma diária, eu passava as noites em casa imersa em reflexões sobre tudo o que vinha vivenciando com Edy.  Os prazeres eram intensos, eu estava viciada, tornara-me uma dependente, sexualmente e emocionalmente dele. Era sempre eu quem o desejava, todos os dias, a todo momento, e ele, invariavelmente, me atendia com criatividade, não havia repetição, sempre havia algo novo, algo a mais a oferecer.


Meu corpo, em constante transformação, chamava ainda mais atenção, até meus pais começaram a perceber e por precaução, mostravam-se preocupados com uma possível gravidez indesejada. Minha mãe, nitidamente enciumada, tornara-se mais observadora. Já meu pai, por sua vez, mudava de comportamento, não só comigo, mas também com Edy. Talvez minha mãe estivesse provocando ciúmes.

Minha tia era a única com quem eu podia dividir certos assuntos. Ela me dava conselhos, dizendo que eu deveria manter a autoridade, o controle, mesmo sendo nova e inexperiente. Em tom de brincadeira, soltava frases como:
"- Você já deu um chá de buceta nele? Então tenha o controle. Assuma a autoridade, pede mais comprometimento, quem sabe se casarem..."

Com Edy, tudo era dinâmico e intenso, vou relatar uma situação, uma das que marcou e ainda marca a minha vida. Foi um momento de reflexão, sobre tudo o que eu tinha conquistado e como, de repente, tudo poderia ser colocado a perder.

Aconteceu quando Edy precisou viajar a trabalho. Pensando nisso hoje, percebo que tudo se desenrolou como uma prova, um verdadeiro teste de fogo. Não sei quais palavras descreveriam melhor, talvez a própria "tentação", tentando sabotar a nossa felicidade. Edy ficaria fora por trinta dias, com possibilidade de prorrogação, embora houvesse a intenção de antecipar a volta. Caso isso acontecesse, ele me avisaria.

Nossa, fiquei tão perdida com a ausência do meu amor. À noite, sentia seu aroma em meu corpo e me acabava na siririca, desejando-o intensamente. Sentia falta da sua pegada, de voltar para casa e encontrá-la preenchida com o seu cheiro, com o seu prazer.

No meio da semana, na empresa, aquele gostosão do Matheus, a tentação em pessoa, veio jogar charme para o meu lado e me convidou para o happy hour. Minha colega de trabalho insistiu para que eu fosse, e acabei cedendo, movida pela curiosidade de conhecer melhor o Matheus (sem maldade, apenas como pessoa) e quem sabe descobrir algo do passado de  Edy.

Entre risadas, chope, petiscos e conversa boa, a noite fluía, me controlei com a bebida, fiz minha média social com o pessoal e avisei que precisava ir embora. Ao sair, o gostosão veio atrás de mim e se ofereceu para me levar em casa insistiu, e acabei aceitando.

No estacionamento, ousadamente, ele me deu um beijo que me fez derreter com a sensação gostosa. Na pausa, olhei para ele sem saber o que dizer, e ele investiu em um novo beijo. Foi quando segurei as rédeas:
"- Paramos por aqui. Sou comprometida, não acho certo."

Ele se desculpou, e seguimos no carro. No caminho, insistiu em pararmos em um barzinho mais reservado, apenas para conversarmos e tirar a má impressão do beijo. Concordei, com a condição de que ficássemos apenas na conversa. Na minha cabeça, seria uma oportunidade tirar informações do passado de Edy .

Nos Bastidores do Desejo , a conversa era descontraída e extrovertida. Descobri que Matheus conheceu Edy quando entrou na empresa, já estava por lá. De forma indireta, eu ia vasculhando a vida de Edy e dele próprio. Fiquei sabendo que nunca se envolveu com as meninas do administrativo, apenas com as de serviço e produção. Teve outras, mas não se lembrava exatamente, citava que eu era vista como "cria do Edy" e segundo o pessoal, Edy estava moldando a “Leite Ninho”.

"- Desculpa, é só um apelido, para não colocar meu nome na reta. Realmente, desde a época que você entrou aqui… hoje, você tá um bucetão de gostosa e atraente" dizia Matheus. "- O Edy tá dando um trato e tanto em você, hein?" completava

Descobri que ele estava noivo. Chamei-o de “cachorro” por estar me beijando mesmo assim. Perguntei sobre a noiva e ele respondeu com deboche:

"- Deve estar dando por aí " .  disse, rindo.


Ele não levava a sério, e ficava naquela de conversas bobas, saídas vulgares que, aparentemente, “não tinham nada de mais”, resumia assim suas palavras, mas ele reforçava indiretamente que queria uma chance comigo. Pediu para eu não envolver seu nome na conversa sobre Edy, e prometi total isenção. Se lembrasse de algo mais, me avisaria, e assim a conversa seguia com a mão boba avançando a todo momento de oportunidade.


Na casa do prazer, era minha cabeça pensando como seria ele na intimidade no retorno para minha casa, avisou que precisava passar na casa dele para pegar umas coisas que levaria para a tia. De fato, havia roupas e tralhas, e até o ajudei a carregar tudo para o carro. Já dentro da residência, voltou a investir num novo beijo e, dessa vez, pegou minha mão e a levou direto ao pau dele, já exposto.

"- Você é louco? Tá pensando que sou qualquer uma que chega e já se entrega assim?"

Ele sorria e dizia:
"- Você sempre me olha, joga charme, te vejo interessada em algo...

Com habilidade, já estava com a mão na minha buceta.
"- Tá vendo só? Toda meladinha, fazendo cu doce...

Fiquei sem graça, segurando aquele pau duro que me desejava.

"- Não é grande como o do seu namorado. É pequeno, mas faz bonito também"  disse ele.




Entre a Culpa e o Gozo, meus orgasmos vinham só de imaginar as transa com Edy, era oportunidade de saber como era sentir outro homem, tentei parar suas investidas, mas o tesão falou mais alto e cedi, caindo de boca naquele pau. Chupava com desejos, tirando urros dele com facilidade. Ele me segurava, pedindo para eu parar antes que gozasse.

"- Que boca de veludo, hein. " me elogiava o gostosão do Matheus, que já preparava a camisinha na pica, e  minha cabeça cheia de pensamentos: "(Como Matheus sabe o tamanho da pica do Edy? Porra, vou fazer o Edy de corno... Edna, você é uma puta. Vai ficar falada na empresa!)"

Quando voltei a mim, Matheus já me bombava, eu toda molhada, seu pau entrava com facilidade, eu gozava pelo prazer de sentir uma rola, mesmo que não fosse como o dote de Edy,  ele me beijava e socava com vontade. Começou a tentar preparar meu cu e eu o segurei:

"- Não." falei firme.


Ele me pôs de quatro e continuou a socar, eu gozava intensamente. De repente, seu pau escorregou e, ao voltar, entrou direto no meu cu. Gozei tremendo com a invasão inesperada. Matheus me segurava e pedia desculpas, dizendo que não foi intencional. Dentro de mim, me possuía por completo, me deixando alucinada. Aquele pau não judiava do meu cu como o do Edy fazia, a adrenalina do tesão aumentava e eu me masturbava enquanto era fodida analmente.

Matheus me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e senti ir até o fundo, até o saco. Ele chupava meus mamilos, me beijava, beijos que me faziam gozar gostoso. Como eu amo beijar… Abriu mais minha bunda e socou com força, segurando firme. Começou a me masturbar e senti seu gozo pulsando dentro do meu cu, enquanto eu gozava em seus dedos. “Nossa, que doideira...”  pensava eu.


O Peso do Segredo , nos limpamos, voltando a mim, pedi que me levasse para casa. Estava brava comigo mesma e com ele.
Dizia que tinha me tapeado, e ele ria, me elogiando.
"- Pensa se o Edy sabe disso... e sua noiva, então?"

"- Só vai saber se você contar." respondeu, selando ali nosso segredo.


Gente, pensa num arrependimento. Pois é, uma decepção total, apesar de ter gozado e ter sido melhor que bater uma siririca, meu consciente me sabotava: “Edy, me perdoa.”

Em casa, no meu quarto, minha mente repassava tudo o que fiz de errado…
... ou não ? 
 

... tudo que nunca deveria ter acontecido !!!


Ref.: 1995 #0005

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sábado, 24 de maio de 2025

ALMOÇO EM FAMILIA, FLETAGENS E SACANAGENS

 ALMOÇO EM FAMILIA, FLETAGENS E SACANAGENS

Era um sábado especial: a entrada oficial de Edy na família.

Chegou em casa trazendo uma garrafa de vinho e, com um sorriso seguro, presenteou minha mãe, elogiando-a de forma encantadora, como quem espalha confetes com palavras doces. Meu pai, sempre carrancudo, apertou sua mão apenas por educação, e não por vontade. Já minha tia o abraçou calorosamente, enquanto o marido dela, Nelson, foi receptivo e bem-humorado.

Como de costume, as primeiras horas com a família reunida pareceram mais uma investigação do que um almoço e Edy, com seu humor irreverente, ria da situação. Brincava, dizendo que não sabia se estava numa refeição ou numa delegacia. Sabia tirar onda até do interrogatório. Flertes silenciosos pairavam no ar: minha mãe trocava olhares com Edy, meu pai os observava, e minha mãe parecia se divertir com isso. Entre uma taça de vinho e outra, sem que eu percebesse logo, os olhos de Nelson também me percorriam com mais atenção do que o aceitável.

Edy, porém, parecia no controle de tudo, fritava o peixe olhando para o gato, como dizem. Administrava a situação com destreza, inclusive o ciúme que eu sentia ao vê-lo tão à vontade com minha mãe. Havia algo inquietante naquele jogo de olhares, algo que se insinuava sob a superfície dos sorrisos. Um desejo disperso, não dito mas sentido.


No domingo saímos e refletimos o almoço, pedia desculpas pelo interrogatório e Edy estava mais leve, amoroso, estava romântico e eu evitava perguntas que pudessem acender faíscas. Mas meu rosto me traía, minhas expressões sempre dizem mais do que minhas palavras.

Ele percebeu.
"- Vamos, pergunta logo... " disse com aquele sorriso de canto de boca. "- Você está morrendo de vontade, mas nem sabe por onde começar. Vai... "Era uma vez..." , completou, rindo.

Rimos juntos. Sem graça, mas cúmplices.

"- Tá..." - comecei, mordendo os lábios.
"- Você transaria com a minha mãe se tivesse oportunidade?"
Comecei a rir feito boba. Era absurdo. Mas eu queria saber.

"- O que você acha?"
"- Pelo pouco que te conheço... você comeria minha mãe, minha tia... e, se bobear, até minhas primas."

Ele soltou uma risada surpresa.
"- Me vê assim tão promíscuo?"
"- Claro que não! " respondi, fingindo indignação. Mas se te derem oportunidade... você vai.

Rimos da situação , então ele me lançou o veneno.
"- E você? Se tivesse uma nova chance... transaria com seu primo Alexandre? Ou com seu tio Nelson?"

Senti o golpe, fiquei sem reação, encurralada. O coração acelerou, talvez de vergonha, talvez de excitação.

"- Eu só perguntei " disse ele, mantendo o tom calmo. "- Não afirmei nada."

Suspirei, e abri o coração sem jogo . . . 

"- Confesso e sendo sincera, sem mentir, sem te esconder.... 
...sim eu adoraria saber como é transar com outros homens. Com Alexandre...
. . . só segurei, chupei o pau dele e o beijei. Só isso...

"- Meu tio Nelson...? " Indignava -" Bebeu? Ele é marido da minha tia..."

"- Mas ele não tirava os olhos de você, parecia te comendo com o olhar... " disse Edy, fixando os olhos nos meus.
"- Eu até deixaria você sentir outro homem. Mas sem beijo na boca. Beijo na boca, pra mim, é sagrado. É pessoal, sentimental. Beijo na boca muda tudo, desejo, confiança... tudo.

Havia algo em sua voz,  percebia que se abria, e ao mesmo tempo eu não queria forçar nada, sentia que tinha algo em seu passado que incomodava-o.

Me abria a Edy , o que ele realmente desejava de mim, um passatempo ou ser sua mulher, eu estava atropelando tudo para conter o meu tesão, falei a Edy que dormiria o final de semana em sua casa, logicamente ele adorou, meu problema era como fazer isso sem meus pais saberem e nisso uma amiga (cúmplice) ajudou.

Durante a semana, encenei em casa que Edy estaria fora a trabalho. Fazia cara de desânimo, enquanto minha mãe, sempre desconfiada, insinuava que ele aproveitaria para se divertir com outras “tontas” como eu. Mau ela sabia o que realmente me aguardava no fim de semana.

Como combinado, na sexta-feira minha amiga veio até minha casa. Saímos juntas e deixei avisado que ficaria hospedada com ela até domingo. Edy quem me esperava na porta da casa de minha amiga e a promessa daquele final de semana era de pecado em estado bruto.

Antes de irmos para sua casa, passamos no mercado para comprar algumas coisas. No ar, uma tensão elétrica, como se nossos corpos já antecipassem o que viria. Assim que cruzamos a porta de entrada, não demorou para nos lançarmos um sobre o outro. Fomos ao chão, sobre o tapete da sala, e ele me possuiu com ferocidade. Eu, semi nua, sentia o contraste do proibido me excitar ainda mais. Gemi alto, sem pudor, até que sua mão tapou minha boca, abafando meus gritos de prazer. Seus movimentos eram brutos, precisos, como se soubesse exatamente onde e como me quebrar em orgasmos.

Edy socava selvagem, e aos poucos íamos retirando o restante das roupas, e eu já havia perdido a conta de quantas vezes gozei,  estremeci por completo. Edy, no entanto, se continha. Eu percebia o controle nos seus olhos , ele queria mais, queria durar,  entre beijos e toques úmidos, fomos nos arrastando até o banheiro. E ali, no chuveiro, a água quente correndo sobre nossas peles incendiadas, fui novamente tomada por ele. O vapor, os gemidos, os corpos ensaboados e escorregadios… era loucura, era luxúria, era tudo o que eu mais desejava.

Edy saiu do banho me deixando ali, sob a água morna, com o corpo ainda pulsando do que havíamos começado mais cedo. Fiquei alguns minutos a mais, como se aquele momento fosse meu rito silencioso de posse e prazer. Quando enfim saí, vestida apenas de um roupão, andava pela casa com uma estranha sensação de plenitude, como se já fôssemos casados, e eu, a senhora de tudo aquilo.

À noite, no sofá, conversávamos sobre tudo e nada. Em certo momento, ele se aproximou engatinhando, os olhos famintos. Como um animal entregue ao instinto, começou a lamber meus pés, subindo lentamente pelas pernas, até que a língua encontrou o caminho entre minhas coxas. Meu corpo respondia de imediato, quente, úmido, implorando por mais. Deitei-o no tapete e me acomodei sobre seu sexo com fome, cavalgando com intensidade, como se quisesse fundir nossos corpos. Meus movimentos eram ritmados, mas sádicos. Cravava as unhas em seu pescoço, em suas costas involuntariamente, dominada pelo prazer que tomava conta de mim.


"- Me fode como uma puta... Que pau gostoso... Adoro quando posso ser vadia com você" , gemi, com o quadril batendo firme contra ele. Minha vagina o abraçava com força, sugando-o fundo. Não parei até sentir o calor do gozo dele me preencher inteira. Aquela sensação... ah, me roubava o fôlego.

Sem descanso, Edy me virou com delicadeza e mergulhou entre minhas pernas. A língua dele explorava meu sexo, agora escorrendo com sua porra quente. Eu tremia, perdida em espasmos, gozei com a boca dele dançando sobre meu clitóris. Depois, exaustos, ficamos um tempo abraçados, deixando os corpos se acalmarem. Mas a madrugada ainda reservava mais, acordei com Edy chupando minha buceta, depois subindo pelo meu corpo, mordiscando meus mamilos.

" -Quero minha putinha me servindo agora " sussurrou com a voz carregada de desejo.

Obedeci sem hesitar, me entreguei, sugando seu pau com devoção. Nos encontramos num 69 delicioso. A língua dele me invadia fundo e, de repente, algo frio me penetrou, um consolo. Ele segurou firme meu quadril, pediu calma, e então o brinquedo começou a vibrar. Era injusto. era delicioso, era demais.

A combinação da vibração com a língua dele no meu grelo me levava a picos de prazer insanos. Meus orgasmos se sucediam, sem trégua, sem fim. Quando ele tirou o consolo e voltou a me penetrar, meu corpo já estava completamente entregue.

"-Você é um corno desgraçado por me fazer isso" sussurrei, sorrindo, arfante.

"- Te amo, minha puta, minha quenga. " respondeu, e recebeu um tapa meu no rosto.

O tesão só aumentava. Edy segurou minhas mãos, e devolveu os tapas no meu rosto, pedia mais forte e ele atendia com firmeza, enquanto enterrava sua rola em mim, cada vez mais fundo. Era doentio o quanto eu queria aquilo. E era maravilhoso. Gozei com ele dentro de mim, louca, beijando aquele homem que me tornava cada vez mais  mulher.

Pela manhã quase meio-dia, eu despertava radiante, saciada e ainda sedenta. Fazíamos amor com intensidade, Edy me possuía como se nossos corpos tivessem sido moldados um para o outro. Mas, mesmo envolta em tanto prazer, minha curiosidade sobre seu passado crescia.

"- Edy... alguma ex-namorada já te magoou de verdade? " perguntei, tentando invadir as frestas de sua alma.

Ele desviava, como sempre. Mudava de assunto com charme, elogiava minha entrega, lançava indiretas maliciosas sobre aventuras antigas.

"- Já estive com muitas mulheres... "  insinuava, olhando-me com aquele sorriso de canto.

Então, com um tom grave e olhos fixos nos meus, disparou:
"- Você quer se magoar?  Acho que ainda não tem maturidade para certas conversas, e não preparada para sentir outros homens, isso será sua prova, o tempo certo para realizar."

Suas palavras me atingiram como um tapa. Senti-me pequena, como uma criança mimada sendo repreendida. Meus olhos se encheram de lágrimas, e o nó na garganta quase me impediu de responder.

"- Me desculpa " murmurou, suavizando o tom. "- Talvez eu tenha me expressado mal. Só... quero saber se você está pronta para experimentar algo novo. Está mesmo preparada para sair dos limites?"

Eu o encarei com firmeza. Meu desejo queimava mais do que qualquer mágoa.
"- Se estivermos só eu e você... eu aceito tudo o que desejar."
"- Tem certeza? "  questionou, a voz carregada de promessas.

Sorri, provocante.
"- Sim."

Edy retirava calmamente sua “bolsa dos prazeres” do porta-malas, enquanto eu já me adiantava com um aviso bem-humorado:
"- Sem bambu hoje, ouviu? Sem bambu!"  me afastando com um sorriso malicioso nos lábios.

Ele riu, aquele riso quente que misturava charme com deboche, e respondeu:
"-Eu também não queria sentir... doeu mais em mim do que em você, pode acreditar."

Franzi as sobrancelhas, intrigada.
"- E por quê, exatamente?"

Ele se aproximou devagar, me segurou pela cintura com firmeza e murmurou:
"- Porque eu te amo, não quero mais nada sendo realizado sem meu consentimento"

O beije, um beijo quente, molhado, entregue. Em segundos, ele me conduzia até o banheiro. Mandou que eu ficasse de frente para a parede fria. Obedeci, sentindo a adrenalina do jogo entre dominação e entrega. De repente, senti sua presença atrás de mim  e logo após, a invasão lenta e úmida. Um líquido morno escorria em meu interior, acompanhado por seus dedos percorrendo lentamente minhas costas, meu pescoço, meu ventre.

"- O que é isso? " virando o rosto sem sair da posição.

"- Um enema, ou chuca como preferir chamar". respondeu, com a voz tranquila. Uma limpeza íntima. Uma nova forma de prazer... e preparação.

A princípio, deixei fluir. Era uma sensação estranha, mas não exatamente desagradável. Contudo, quando olhei para o espelho e vi o sorriso sarcástico dele, soube que havia alguma travessura escondida naquela calma toda.  As primeiras cólicas leves começaram. Ele segurou minha cintura e sussurrou:

"- Só mais um pouco, amor... tá quase tudo dentro".


Mas eu já não aguentava. Me afastei, corri para o vaso sanitário com uma mistura de vergonha e urgência.

"- Sai! Me dá um minuto! " pedi, com o rosto corando enquanto ele ria e deixava o banheiro.

E então veio, o barulho incontrolável da evacuação, os puns inevitáveis, e aquela sensação de esvaziamento total. Quando achava que tinha terminado, mais uma onda me tomava de surpresa.

Enfim, compreendi a lógica do enema, o ritual de entrega e purificação. Banhei-me com calma e, ao sair, encontrei Edy deitado, me esperando com aquele mesmo olhar sacana , sádico e apaixonado.

Agora, eu estava limpa... e pronta para o que viesse a seguir pensava eu 

"- Falei que não estava pronta"
Protestei, num tom que oscilava entre a irritação e o constrangimento.

"- Como assim, eu não estava pronta?

"- Você não deixou eu finalizar o conteúdo..." pontuava com tom suave na voz
"- Não teve controle, se rendeu rápido... não houve retenção,  eu queria que suportasse um tempo a retenção. Mas tudo bem...  já serve como referência. Uma ideia de tempo... de amadurecimento..."

Interrompi a conversa com um retorno apressado ao banheiro. Ainda havia resíduos para eliminar, e os sons que escaparam no vaso sanitário me deixaram ruborizada. Sentia o rosto quente, a vergonha acesa como uma brasa.

Saí devagar, novamente higienizada e tímida. Quando voltei, Edy havia preparado o café. Sentamos à mesa, e entre goles e silêncios, revisitamos o que havia acontecido.

Em meio à conversa, ele mencionou a raiva que sentia de mim. Tudo por causa do beijo em Alexandre. Tentei acalmá-lo:

"- Não foi nada, juro. Foi só um beijo. Eu gosto de beijar... mas sentimento? Isso é só seu,  meu amor é seu, só seu. Não leva isso pra cabeça, tá?"

O que sempre admirei em Edy é que ele não deixava rancores crescerem. Falava, digeria, e aos poucos tudo se diluía. Conversando, ele tentava entender meus desejos, até os mais ousados.

"- E quanto àquilo... o pedido de conhecer outros homens?"  perguntei, testando o terreno.

"- Não imagino você com outro... mas sei que, de algum jeito, isso pode ser inevitável." confessou ele, a voz baixa, carregada de receio e resignação.

Ouvia aquilo e sentia um frio dentro do peito. A aceitação dele doía mais do que um "não". Era como se dissesse: “vai acontecer, mesmo que eu não queira”. E aquilo me dava um nó.

Eu o amava, queria entender seu passado, suas marcas, seus medos, tudo para não ser apenas mais uma na vida dele. O fim de semana terminou com avanços, o diálogo tinha amadurecido, a intimidade ficou restrita aos beijos, já que minha buceta e meu cu ainda ardiam da brincadeira ousada que fizemos.

Em casa, voltei com a cara mais limpa que a da culpa. Na sala, meus pais, minha tia e o tio postiço Nelson. Me comportei, atenta, vacinada contra deslizes. Precisava manter minha inocência intacta... ao menos na superfície.


Ref.: 1995 #0004

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PAI É QUEM CRIA

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