REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES
Com o alvará de liberdade concedido por Edy, havia um prazo, um acordo entre nós. Comecei a investir como caçadora, iniciei a faculdade incentivada por ele. A aliança de compromisso realçava os desafios, atraía interessados e oportunistas. E, sendo bem sincera, foram apenas decepções. Dos cinco homens com quem saí, nenhum me proporcionou as expectativas criadas. Sentia-me mais usada do que realizada.
Saí com um professor da faculdade, um japonês, era cativante, sedutor e eu, uma boba. Foi me buscar em casa, com minha mãe quase me empurrando para ele, tinha expectativas de construir algo mais sério. Saímos para jantar e, depois, fomos ao motel, ele não tinha uma pegada selvagem, mas era sedutor, beijava bem.
Usava camisinha, metia bem, me fazia gozar e eu cedi... fiz anal, contrariando o acordo com Edy, gozava gostoso em todas as investidas daquele japa, estava bom demais para ser verdade. Na hora de ir embora, ele colocou a aliança de volta no dedo, olhou para mim e disse:
"- Sou noivo. Sabe que nossa saída é ocasional, né?" , fiz uma cara de quem não sabia,
Porra comeu, usou e tchau, mais uma na conversa ... e fomos embora. Voltei chateada demais, refletindo sobre a péssima evolução do que eu realmente queria. Conversando e me abrindo com Edy, estava ciente de todas as relações que tentei, buscava sua ajuda e, em meio a tantas conversas, percebi que, em todas as transas, faltava você, sentia sua falta, sua proteção, me sentia incompleta e perdida, por mais que eu desejasse aquilo, além das escolhas que foram decepcionantes.
Foi numa sexta-feira que Edy me levou a um barzinho, na verdade, mais uma casa adaptada para tal. Monalisa, em Santo André, o ambiente tinha pouca iluminação, com mesas privativas fechadas. De vez em quando, ouvia discretamente alguns gemidos de outros frequentadores. Namoramos um pouco, nosso drink chegou, Edy disse que agora trocaríamos de parceiros. Aquilo me causou ansiedade e expectativa , e antes de acontecer falava para em tom de ciúmes para Edy
"- Não quero te ver transando com outra... "
....interrompida, veio um homem de bigode, entrou no lugar de Edy, apresentando-se como Wagner. Quis saber para onde tinha ido Edy, e ele me tranquilizou, dizendo que estava com a esposa dele, na outra mesa. Além da conversa agradável que rolava entre nós, Wagner sabia me fazer ferver de tesão e desejo. Ousado, colocou o pau para fora, era gostoso de segurar, tinha habilidade, mesmo com roupa, soube conduzir tudo e me penetrou com a calcinha de lado. Pedia para eu relaxar, que não ia gozar em mim, era só para saber se eu gostava do pau dele. E eu gozava, sim, pela ousadia.
Foi quando a cortina se abriu e Edy me viu sentada no pau de Wagner. Em tom de brincadeira, ele disse que era a vez de Edy sentar, na verdade, quem vinha era Marisa, e Wagner e Edy voltaram para a mesa.
Com Marisa, só rolou a apresentação, aquela mulher selou logo um beijo ardente. Percorreu meu corpo, e o calor subiu em ambas, não demorou para ela sugerir que fôssemos até a casa dela, era próxima, concordei e saímos.
Ouvíamos a conversa dos homens enquanto nos queimávamos de prazer. Em outra observação, percebi que eles se masturbavam ao nos verem no nosso agarra-agarra. Marisa sugeriu que os meninos também fossem ousados. Wagner, então, se abaixou e começou a chupar a rola de Edy. Marisa conduziu os dois para a cama, e rolou um 69 entre eles. Um tesão absurdo crescia em mim. Habilidosa, Marisa sabia exatamente como tocar minha buceta, sem que eu esperasse, ela já me possuía com um consolo preso em um cinto. Wagner, observando, pediu para ela não judiar de mim, que queria ser ele a fazer aquilo e riu.
Não demorou e Wagner se juntou, chupando minha buceta enquanto Marisa me comia, aquele bigode... Era a primeira vez que um me arrepiava tanto. Eu me continha para não gritar de prazer, Wagner se sentou na cama, colocou a camisinha, e fui conduzida por Edy a sentar na rola dele. Comecei a cavalgar com vontade.
O tesão aumentava ao sentir Edy me entregar para outro homem me possuir. Era um consentimento sem culpa, não resisti e acabei beijando Wagner na boca, percebi os olhares recriminadores de Marisa e Edy. Ao mesmo tempo que eu morria de prazer naquela rola, o ciúmes me consumia ao ver Edy tão próximo de Marisa. Sinalizava para ambos, puxando-os para mais perto, dividimos beijos em Marisa e sussurrei no ouvido de Edy que não queria vê-lo com ela.
Nitidamente, o tesão de Edy abaixou. Ele saiu para o banheiro e, ao retornar, Wagner já me currava de quatro, enfiando aquele pau no meu cu, até aquele momento, era o mais gostoso depois do Matheus. Gozei analmente umas duas vezes. Wagner dava umas paradas, pedia para eu ir mais devagar, dizendo que estava quase gozando, tirou a rola, abriu minha bunda para Edy ver e me elogiava:
"- Nossa, a novinha mete, hein? Se não tomar conta direito, vai virar corno" e ria me deixando sem graça.
Edy, discretamente, me deu uma bronca pelo que tinha acontecido de quebrar regras prometidas. Wagner, voltando do banheiro, pegou Marisa e a possuiu ardentemente bem na nossa frente. Edy me possuía dominador, dono de minha pessoa, seu pau em minha buceta ia além de proporcionar orgasmos. O tesão era surreal, os rapazes nos colocaram frente a frente, nos incentivando a nos beijar, a nos tocar, não demorou Wagner foi o primeiro a encher Marisa de porra, seguido Edy que sentia o forte jato quente dentro de mim.
Marisa, ousada, veio e chupou minha buceta recheada com a porra do Edy, que por sua vez eu chupava e limpava o pau de Edy, Wagner permanecia deitado na cama, cansado. Nos recompusemos, Marisa, então, conversou discretamente comigo, pedindo atenção aos meus atos, lembrando que havíamos combinado, e reforçava que Edy também tinha dito a eles "nada de beijos e nem anal", que também era contra beijos, confessava que pensava igual Edy. Sobre o anal, ela explicou que Wagner forçou para ver minha reação e testar meus limites. Pediu que eu refletisse e eu pedia desculpas por não ter cumprido as regras.
"- Pense, você pode perder ele. Edy é um ótimo homem. Conheça-o melhor, saiba respeita-lo e terá tudo que desejar,"
Wagner se aproximou da conversa e perguntou se eu tinha gostado, se poderíamos marcar outra saída. Antes mesmo de eu responder, ele emendou:
"- Já experimentou uma rola preta? A Marisa adora... Pena que sempre volta toda larga pra mim " e caiu na risada, como se fosse comédia.
Marisa se despediu com um selinho na minha boca. Wagner abraçou Edy e me elogiou:
" Que mulher de buceta quente e molhada... E que beijo, hein?"
Mesmo com as provocativas de Wagner em Edy , se mantinha controlado, seguro. Assim terminou a noite, a primeira experiência como casal bem-sucedida ou melhor, mais ou menos bem-sucedida (rsrs).
Eu havia errado prematuramente, sim, mas ao retornarmos, Edy não brigou, voltamos descontraídos, leves. Na porta de casa, agradeci pelo momento, pela paciência, e pedi desculpas por ter ultrapassado os limites. Por incrível que pareça, sem brigas. Edy apenas disse, com aquele jeitão:
"- Eu vou te pôr no eixo... Só não coloco na linha porque trem mata." em tom de brincadeira
Naquela noite, minhas reflexões no quarto se resumiram a deitar e apagar. Me sentia leve, sem culpa, dormi profundamente, só acordando no dia seguinte.
Ref.: 1995 #0010
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


































