quarta-feira, 12 de novembro de 2025

DESAFIANDO LIMITES

 DESAFIANDO LIMITES

Tentei realizar uma linha do tempo perfeita, descrevendo minha trajetória no mundo liberal, mas o tempo que passou é grande e, mesmo com a ajuda de Edy, estamos tendo conflitos entre o tempo ocorrido (datas) e os fatos realizados.


Alguns assuntos que ocorreram, ao recordar, não me fizeram bem. Edy me recompôs e está me ajudando, participando das narrativas, relatando situações que aconteceram sem o meu conhecimento. Porém, no tempo certo, foi verdadeiro, transparente e contou tudo o que ocorreu, independentemente de eu saber algo, parcialmente ou não estar ciente de nada.

As narrativas de Edy estarão com o texto em itálico; as minhas seguirão em texto normal.


Desde que conheci Edna e a fiz mulher, criamos uma identidade, uma conexão muito especial: a experiência somada à ingenuidade. Por mais erradas que as coisas saíssem, por mais que houvesse omissões, eu confiava em meu instinto e na persistência em prosseguir nesse caminho com ela. Edna não sabia nada sobre o meu passado. Tive, sim, meus erros, e não foram poucos, mas os superei.

Amo o mundo dos fetiches: conhecer esse ambiente, pessoas desencanadas, sem rotulagens e, o mais importante, saber aceitar e respeitar. Adestrar Edna, nesse momento, era justamente isso: “aceitar e respeitar”.

Aceitei a proposta de corno idealizada por ela, ingenuamente, sabendo que ela mesma não teria tal controle, sua palavra não valeria de nada. A promiscuidade é algo que não aceito, e tal castigo ela sentiria na pele. Entender que “consentimento x traição / promiscuidade” têm suas diferenças era fundamental.


Não contava com o tamanho do controle que os pais de Edna exerciam sobre ela: totalmente blindada, mimada. Eu via além. A mesma crítica que eu recebia pela diferença de idade, os pais de Edna também tinham. Sua mãe, mais nova, olhava-me como mãe protegendo a filha, mas também com desejo, como se buscasse um amante. Seu pai percebia e ardia em faíscas de ciúmes.

Edna nunca percebeu dessa forma; apenas comentava que a mãe a invejava pela adolescência que não tivera. Ser discreta, sigilosa e ter controle emocional eram seus pontos fracos. Sempre gostei de vê-la e senti-la em alto astral como pessoa, como mulher. Só precisava de tempo para polir e fazer brilhar esse diamante de mulher que ela é.

Sempre comentei, nas entrelinhas, sobre isso com Edna. Porém, a ansiedade e a pressa por novas experiências a fizeram cometer deslizes, e tive de segurá-la pelas rédeas, como vem sendo relatado por ela.

Armadilhas em família: sua tia, suas primas, sua mãe...
Um campo minado.

Essa condição era nova para mim. Do outro lado, mulheres interessadas em avançar para uma relação mais séria me rodeavam, desejando que eu a descartasse. Edna era uma pedra no caminho de muitas interessadas. O que elas não entendiam era que eu não queria nada sério com nenhuma delas — apenas momentos.

Já tinha a preferência e a determinação total por Edna: moldá-la, lapidá-la, viver uma história somente nossa. Pode parecer cafona, mas a sintonia de Edna, o lado romântico, desse não tenho do que reclamar, e o lado pervertido...

... ah, esse eu amava demais. Porém, precisava ser adestrada.

De chifradeira promíscua, coloquei-a na coleira, submissa, cornuda, aos poucos inserindo Edna no mundo dos fetiches, no mundo liberal. Kátia, inserida como namorada, era estratégica: castidade ao sexo oposto; ficaria a sentir somente bucetas, sabendo que estaria com outras. Provocar seu lado dominante ainda adormecido, sintonizar seus pontos de prazer, gerar uma conexão sem preconceitos, isso estava em breve a se revelar.

Sim, Edna precisava sair do mundinho de aparências para o de eficiências, com pessoas confiáveis e equilíbrio emocional.

O teste de fogo está chegando de forma provocativa, para sacudir de verdade e narrar fatos que ocorreram nos bastidores enquanto me traía. Se funcionará, saberei somente no decorrer.


Neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável. Saber que Edy estava com outras mulheres me enlouquecia silenciosamente. Por dentro, meu tesão pedia para conhecer outros homens, desejos ofuscados pelo prazer em ver uma mulher dando prazer a outra. Era muita sacanagem, pensava eu. Seria eu uma lésbica se descobrindo?


Em um raro momento junto a Edy, ele declarou me amar e confessou ter medo de me perder. Eu o chamei de bobinho e disse que o amava mais que tudo, mas afirmei que precisava apenas sentir como era outro homem...

Agora ando confusa, desejada e desejando  a mulher que ultimamente dorme comigo. “Virou corno de mulher”, falei em provocação. Pelo olhar de Edy e pela forma como conduziu a conversa, parecia ter gostado. Muitas vezes, conversar com Edy me deixava ainda mais confusa do que já sou normalmente. Amor, desejo, tesão... entre outras sensações, começavam a me deixar sem raciocínio.


As saídas com Edy eram imprevisíveis: ora romântico, ora sádico. Ir a ambientes reservados a fetiches me assustava e, ao mesmo tempo, me dava um prazer surreal. Nesses espaços, submissa, sendo possuída por um estranho que Edy concedia para o ato, meu orgasmo era ofuscado durante a transa. Edy fazia narrativas de suas próprias aventuras, de momentos com os quais eu dizia não me importar. O convidado de Edy se realizava, gozava e saía. Edy olhava nos meus olhos e dizia, na cara:
"- É assim que os homens das suas aventuras fizeram com você... te usaram e te esqueceram."


Usava palavras duras, induzia ao arrependimento. Eu ouvia calada, engolia qualquer possibilidade de choro.

Comecei a ter medo de perder Edy por causa das minhas aventuras irresponsáveis, da falta de confiança, do risco de me apaixonar por outra pessoa. Eu não tinha palavra diante do que prometi.
Edy, insistente, falava sobre eu beijar outro homem, fazer sexo anal... Era um porre escutar, e, ao mesmo tempo, quando eu fingia ignorar, o clima voltava a esquentar. Sei que prometi  e não cumpri.

E ainda havia muita coisa para acontecer...

. . .  incertezas, pontas soltas e algo mais .


Ref.: 1996 #0025

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sábado, 1 de novembro de 2025

UMA MULHER PARA CHAMAR DE MINHA

UMA MULHER PARA CHAMAR DE MINHA


Passava dias com a presença de Kátia, presente ao meu lado e em casa com minha família, meus pais nem imaginavam que ocorria entre eu e ela, só o fato de Edy não estar presente era um alívio para eles. Kátia me cobrava a formalização de nossa relação com meus pais, eu gelava e não conseguia nem comentar a tal possibilidade. No decorrer desses dias me estourei com meus pais e com pais de Daniel em outra visita inoportuna, fui grossa e declarei:


"- Se eu aceitar, seu filho será um grande "corno" , por que ele não é homem suficiente para me fazer mulher e não sou mulher de um único homem." 
Falar sem pensar só sai merda, nem me toquei, me declarei uma galinha, promíscua, puta. Meus pais gelaram, os pais dele se espantaram, Daniel com cara de bocó e Kátia com a expectativa que falaria algo de nossa relação, acabei saindo da sala querendo ficar sozinha trancada no quarto.

Um alívio temporário diante a pressão familiar constante em insistir em reatar com Daniel, depois do que falei meus pais davam até razão por Edy se afastar de mim. Era crucificada constantemente como a errada, ovelha negra e assim por diante. 

O dia a dia com Edy no trabalho não era o mesmo, estava em uma roda de ciúmes com a Japa zaroia. Me distanciava e Edy parecia não se importar, as saídas eram somente românticas, e eu queira sexo, Edy negava, me colocava em castidade, sorria sarcástico  dizendo que agora eu tinha Kátia para saciar o meu fogo.

Essa conversa me deixou irritada e na mesa cheguei a exaltar o tom, deixando as pessoas ao lado nos observando. 

"- Porra eu sou mulher e quero um homem, uma rola e não uma buceta.. . . " parei a fala percebendo que o tom foi além do esperado. 

Edy em nenhum momento se importou se outros escutaram ou não, mas seu olhar me assustava, sempre vinha um castigo, uma advertência. No caminho para o carro eu ia pedindo desculpas, dentro do carro já implorava....

Edy me deixava na residência de Kátia, rolava umas pegadas e certa noite Kátia me deixando em casa apresentou não estar bem e acabou dormindo em casa por insistência de meus pais . . . 

Tão dissimulada quanto Edy, Kátia transformou minha noite em casa, no meu quarto, em minha cama. No calar da madrugada fui acordada aos carinhos de Kátia, não demorou ela conduzia a chupar sua buceta, abusou me fazendo sua submissa íntima, gozava com abundância e sempre desejando mais, minha buceta inchada querendo rola, parecia ter lido minha mente.


Kátia se levantou, abriu sua bolsa e montou o consolo de cinto, veio ao meu encontro tendo que me conter com a penetração, gozei loucamente com a pegada ardente de Kátia, sentia ela como um macho, nesse momento tive os desejos mais estranhos e a beijei como se fosse Edy, retribuída a altura, me contendo os gemidos, eu gozava como nunca, com suas mãos habilidosas quase gritei, tive que pôr o travesseiro no rosto e urrar abafado.


Que noite marcante, literalmente apaguei envolvida nos braços de Kátia. Nem sei como descrever meus sentimentos nesse momento, encantada e apaixonada por  Kátia  e Edy ?  Meus pensamentos sabotavam-me, direcionava Kátia e Edy como casal e eu sendo o brinquedo de ambos ?



Estar sentada à mesa no café da manhã com Kátia junto aos pais, era estranho demais e sem perceber já dava bandeiras de algo a mais com Kátia, segurando sua mão e toque de carinhos, sorrisos admirando ela. Kátia chegou a dar uma direta perguntando a mim se não tinha algo a dizer para meus pais. . . 


. . . gelei, paralisei. Kátia tomou a frente, tinha certeza que falaria de nossa relação, porém pediu permissão a meus pais para um final de semana entre meninas, jurava que não teria homem, era algo familiar e tradição / costume de sua família. Falou mais algumas coisas que convenceram.
Fora de casa, Kátia me descascava como Edy, chamada de "covarde" "mimadinha" 


Ref.: 1996 #0024

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 24 de outubro de 2025

CAMINHO AMARGO

CAMINHO AMARGO

Colocar Edna na coleira foi a escolha certa, adestrar o seu lado rebelde e promíscuo, pois se deixar sem controle vai se perder. . . 

. . . o tesão dela fala alto, mulher insaciável, sem experiência e negligente total ao próprio bem estar. Sentir na pele como é ser magoado, será um passo cirúrgico, preciso  e necessário. Expor reais ocorridos que ainda não tem conhecimento, expondo ela como a verdadeira causadora, é andar de mão dadas ou tchau !!!


No meio de todos esses pensamentos estratégicos, ocorria a imprevisibilidade dos pais de Edna, trazendo a tona o retorno de Daniel na relação. Os laços entre as famílias eram fortes e faziam de tudo para conciliar o retorno e um futuro casamento entre seus filhos. Edna se rendia ao cansaço psicológico exercido pela família e vinha com conversas e propostas desconexas, somente ouvia, ignorava. . . .



Com Edy priorizando o trabalho, ignorada, voltava para casa e me deparo com Daniel e sua mãe junto com meus pais, aquela papagaiada para ser intimada a reatar a relação e blá blá bla. Aquilo era o limite, me sentia acuada, assumi mimada, enxergava de outro ângulo o quão era "incapaz" de ter decisões próprias.  Engoli a seco a conversa toda com cara de paisagem, sai da sala com minha mãe na minha sombra, mau entrei no quarto, minha mãe passava o sabão em mim. Aquela pressão toda me irritava, meus pensamentos se misturavam entre Edy, prazeres intensos, ciúmes por ele e uma vida cotidiana com Daniel, eram mundos distantes e diferentes, que futuro me aguarda? 

No dia seguinte, chamei Edy para uma conversa séria, relatei o ocorrido e riu de minha cara esfregando tudo que já tinha previsto e piorei ainda mais quando sugeri o absurdo. 
"Vou aceitar casar com Daniel, depois de um tempo você ou ele me engravida, outro tempo depois peço a separação e ficamos juntos". Resumidamente essa foi a proposta de desespero que passei a Edy, era uma forma de ter paz da pressão da família. 
 
"Vou fingir que não escutei, decida o melhor para você, e não por mim, eu sei me virar  e me cuidar".  Resposta curta e grossa de Edy. Corri atrás dele convencendo que era sugestão, não sabia mais que pensar, era desespero tal sugestão. Me humilhei diante de Edy para me ajudar, somente ele poderia me ajudar, implorava para ele casar comigo....



... vinham as lágrimas, perdi a noção de raciocínio. Edy me abraçou, sussurrou algo em meu ouvido, não entendi nada, somente concordei. 
Ao encerrar o expediente, saímos de encontro ao que Edy citou como parte da solução.  Fiquei muito mais calma e ao mesmo tempo curiosa, estava desencanada com Edy, sua capacidade em soluções rápidas no trabalho e vida pessoal é ponto de minha admiração por ele. 

Chegamos em uma residência, recebidos por um baixinho ( Valdir, idade similar a Edy ) , brincadeiras a parte entre Edy e Valdir vinha a nosso encontro uma Loirona alta Célia, já abraçando Edy com muita intimidade, sendo eu apresentada sobre risos como "garota problema" me deixando envergonhada, entramos, Edy pedindo licença me levando ao banheiro. 

"- Tome um belo de um banho e retorne para a sala nua." Edy infantizava "- NUA ENTENDEU?" Autoritário apontando o dedo em meu rosto.
Balancei a cabeça concordando que "sim", já não tinha mais receios, medos. Observei que o pessoal já esperava por mim, toalha, sabonete, até um chinelo a minha disposição. 


Após um banho renovador, com coragem fui a sala nua, meio acanhada e sem jeito, mas com primeiros passos de confiança me sentia até desfilando. Na sala Edy vem até mim, me beija ao mesmo tempo que coloca a coleira em meu pescoço, prende a guia e caminha até o dormitório, Valdir e Célia só observam.



No dormitório uma loira magrela, estatura muito similar a minha nos aguardava totalmente nua. Edy admirava nossos olhares, eu era comida aos olhos de todos, momento em que Edy passa a guia para Kátia, recebe um beijo ardente e pede licença, colocando os demais para fora, trancando a porta ficando somente eu e ela.

Kátia me fazia ficar molhada só com seu olhar, sentia o calor de mulher ardente. Me observava por inteira, me rodeava, percorria a mão sobre minha pele me fazendo contorcer. Me pedia para não ter medo, soltava a guia deixando somente de coleira, senti sua língua em meu pescoço seguida de sua mão em minha buceta, sentiu toda molhada e perguntou: "Tesão ou carência?" 
Respondi prontamente: "Ambos"



Esperava ser possuída e seduzida mediante ao envolvimento, porém Kátia mudava o tom da conversa, com o possível histórico meu passado por Edy, questionava tais comportamentos e atitudes, eu congelei sem saber o que responder
". . . foi o que imaginei" sussurra Kátia em meu ouvido , voltando a pôr a guia na coleira , Kátia senta na cama e ordena eu ficar de 4 e beijar e lamber seus pés. Comentava se fosse eficiente no básico, continuaremos .... 


Sem jeito e vocação para fetiches com pés, fechei os olhos e cai de boca buscando atingir o mínimo do exigido, Kátia passava a mão em minha cabeça elogiando e me chamando de "boa cadelinha" , tão logo a guia começou a ser puxada, eu subia percorrendo suas pernas e sem pedir, já estava em sua virilha não demorando caia de boca em sua buceta já molhada, sentir os urros de Kátia era satisfação a meus ouvidos, não demorou, já estávamos nos beijando, esfregando o grelo uma na outra, um calor ardente tomava conta de nós. 


Por instantes me sentia em um único corpo fundido ao dela, assim como Edy me realizava, um intenso e marcante tesão, gozamos muito, Kátia em certo momento pede para dar uns tapa em seu rosto, sussurrava em seu ouvido que não tinha motivos para tal, sorriu para mim, se levantou encurtando a guia na grade da cama, limitava meus movimentos amarrando meus pulsos ao tornozelo. Kátia percorria a língua em minha buceta, escorria sem fazer esforço, em seguida adentrou com a língua em meu cu, foi covardia total, fiquei alucinada e do alucinada voltei com a minha bunda esquentando, só me dei conta na terceira esquentada, Kátia chinela minha bunda sem dó. 


Acostumada com atos similares a Edy aplicado em mim, entrei no jogo transformando a dor em prazer, Kátia exaltada falava se eu não ia gritar, e lascava outra, nossa aquilo ardia, aos poucos Kátia me soltava os pulso, mas esquentava minha bunda, eu permanecia obediente, submissa a ela.  Totalmente solta, guia aliviada, Kátia me beijava intensamente, conduzindo a suíte tomamos um banho juntas, a água ardia minha bunda, nos banhamos uma a outra, carência ou não senti conquistada por uma mulher ( será que estou me entendendo? é isso mesmo? ). Vestida, destranca a porta,  a casa toda escura, pega as chaves do carro.

"- Estou responsável de levar você para casa." 
Eu somente olhava e admirava - a , sua independência, sair a hora que desejar, aquilo foi com certeza proposital, eu me via querendo estar no lugar de Kátia. Dispersa em observar, Kátia me beijava loucamente na sala. 

"- Você agora é minha, espero não ser decepcionada...." Dizia Kátia selando beijos, contínuos 
No caminho de casa, Kátia revelava a intenção de resolver os problemas de pressão familiar, assumir que tem namorada, assumir o lado BI de frente para a família . . . 


Ref.: 1996 #0023

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.