terça-feira, 21 de outubro de 2025

STARTADO, O JOGO DA SUBMISSÃO

STARTADO O JOGO DA SUBMISSÃO

 ....enquanto Fábio levava Edna para casa, eu realizava um reset geral aos cuidados de Silvia, "falem bem, falem mau, mas falem de mim"  uma das frases preferidas por ela, mulher de família, esposa e companheira mesmo com um passado promíscuo. Sim Silvia em seu passado foi garota de programa, uma história bem interessante, entrou no caminho de Fábio, rolou uma química, virou amor/fetiche, Fábio a amparou, e ela a ele devido a conflitos em família, acredito que merece um tópico à parte, contarei em um oportunidade. 



Entre uma conversa e outra, Sílvia e eu tiramos umas casquinhas um do outro, era somente encenação para provocar Edna, se envolver com Sílvia sem Fábio por perto é perigoso, sabendo que ela tem Mauro ( fixo do casal ) e conhecendo o trisal, não queria arranhar a amizade e confiança. 


Fábio chega, presencia a nossa conversa, nos atualiza da entrega de Edna em casa, vai tomar um banho, continuamos a conversa, pouco depois Fábio retorna vestindo uma calcinha alta branca, seu volume avantajado a frente não dava para esconder.
"- Hora de pagar o favor", dizia sorrindo.



Ousada Sílvia nos aproxima, ordena a seduzir Fabi ( nome íntimo do corno quando afeminado ). Ousava em percorrer as mãos pelo corpo de Fabi, correspondido com arrepios, adentrava as mão dentro da calcinha apalpando sua bunda. Silvia observava apimentando os desejos que ela quer ver

"- Isso se ajoelha de frente para Fabi e chupa o grelo dela..." dizia Silvia rindo
Eu realizava prontamente  sem receios, desci com sensualidade a calcinha de Fabi, comecei a chupar aquele grelo ( Pau ) grosso e latejante, Fabi se contorcia de prazer


"- Amo homens flexíveis por proporcionar prazeres como esse..."
Silvia estava provocativa, se deixasse por conta dela a coisa ia pra rumos bem interessantes, o bom que Fábio / Fabi curte mesmo é levar uma boa socada de rola e oferecia para ser enrabado, não demorou já estava com a minha rola enterrada em seu cu, proporcionando gemidos e urros. Silvia abria as pernas tocando uma deliciosa siririca eu me controlando para não gozar.


"-Faltou o Mauro ( fixo do casal) , um corno comendo o outro" ria provocativamente
"- Assume Edy, essa mimadinha dobrou você"

Entre as provocações Fábio / Fabi rebolava e ordenhava meu pau, seguia  latejando para gozar, parei, tirei de seu cu, tirei a camisinha e fui tomar um banho, saindo do banheiro entrava Fábio, todo contente, percebia que eu estava a ponto de bala segurando meu pau dando uma punhetada e disse:
"- Sacia minha esposa, hoje ela tá fora do normal dela".

Retornando ao quarto me deparo com Mauro sentado nu ao lado de Silvia.
"- Veem meu corninho comedor" rindo e beijando Mauro 
Ela pedia para ir ao seu encontro se rastejando de quatro, colocava seus pés à disposição, era muito jogo sujo.
" - Isso venha, é seu desejo, venha chupa bem gostoso os pezinhos" .


E assim, eu capacho realizava, Fábio na porta observava.
"- Vem sobe, chupa a minha bucetinha , .... "   "- ....vem seu frouxo que gosto muito." 
Sílvia, sabe verbalizar,  transformar humilhação, submissão em tesão e como diz Fábio, realmente ela estava fora do normal. Com olhar, comandava Fábio a vir chupar a rola de Mauro.



Atendíamos os desejos de Sílvia, porém esperto com ela, comecei desejar a  possuí-la, ela segurou firme em meus cabelos olhando em meus olhos, achei que ia falar algo, sentou um puta tapão de mão aberta em minha cara

"- Sai de cima, não suporto homem frouxo"  , exaltou Silvia.
Foi do alto prazer a parada total, colocou eu e Fábio para fora do ambiente.  Fábio queria que ficasse por lá, mas conhecendo o trisal, melhor debandar também, me vesti, despedi de Fábio, que  pedia em uma oportunidade uma brincadeira entre nós com aval da patroa, e assim retornei para casa pensativo sobre a minha pirralha mimadinha. 
Passos, manobras, inserção ao mundo dos fetiches com ela....

O ciúmes que tenho por Edna, somados às falsidades praticadas por ela no que foi  combinado,  era  algo que atrapalhava e começava a criar um divisor entre continuar ou pular fora dessa relação.





Ref.: 1996 #0022
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

O JOGO DA SUBMISSÃO - Entre a Coleira e o Desejo

O JOGO DA SUBMISSÃO

Entre a Coleira e o Desejo

Reencontrar Edy após a viagem com minha mãe não me assustava mais. Edy sabia que tinha ganhado chifres e só aguardava eu confirmar, só que desta vez foi tudo diferente, por mais que eu desejasse contar, era ignorada, não queria saber do que aconteceu, comportamento frio de uma pessoa calculista. Dias depois minha tia vinha falar comigo de comentários que estava rolando  na família do que aconteceu entre eu e meus primos, tais comentários logo na boca de minha mãe, e chegando em casa com Edy, o barraco foi feito.


Diretamente Edy foi chamado de corno por minha mãe e eu de galinha, piranha, puta e assim vai, rotulagem familiar não faltou. A irritação de Edy perceptível com que estava ocorrendo e presenciando, tomar uma surra da mãe na frente do namorado, classificado de frouxo e corno pelos pais, era muita humilhação no meu ponto de vista, a frieza tomava conta de Edy.

Dia seguinte, Edy me passou o sermão, queria que eu fosse independente de meus pais, me tratava de mimada, relatava sua paciência no limite, eu fingia que escutava. Eu estava sufocada e controlada pelos pais, e em um momento de prazeres transando com Edy , pedia para ele me engravidar, relatava que seria uma alternativa para sair de casa, porém Edy não foi receptivo com essa sugestão, deu a maior broxada sendo uma decepção para ambos o ocorrido.


Reconheço que falei na hora errada, e compliquei a pouca confiança que Edy tinha por mim. Guardava em segredo o tesão de ser pega sem consentimento, a recordação daquele momento durante a noite me fazia ficar molhada e em alguns casos chegar ao orgasmo só de recordar tal ocorrido.

A ociosidade de nossa relação me preocupava, eu tentava me manter comportada, no trabalho olhares, cantadas, conversas e etc estavam aos olhos e ouvidos de Edy, em rédea curta, rendida a submissão. Em um sábado à noite fomos a casa de um casal conhecido de Edy, bairro chique, belo condomínio.

O elevador subiu em silêncio, e eu podia ouvir o som do meu próprio coração, como se cada batida anunciasse algo que eu ainda não conseguia nomear. Carregava em mim uma mistura de curiosidade e medo,  aquela vertigem que antecede o desconhecido. Quando a porta se abriu, o perfume de Sílvia veio antes da sua voz. Delicioso, firme, envolvente, uma mulher encantadora, fixou seus olhares em mim que fiquei sem graça e a ousadia de beijar Edy em selinho me deixou irritada, gelo quebrado por ela mesma pedindo para não ficar irritada que "ainda não tinha arrancado pedaço".


Em seguida adentrava Fábio, um puta homem gostoso, loiro tipo Deus grego, se apresentava e ele me dava um selinho e tenho que confessar que me fez molhar a calcinha. Silvia observou tudo e voltou a comentar "Viu, como não tira pedaço!"

Edy, ao meu lado, mantinha a postura fria e calculada que já me era familiar. Eu tentava decifrar o motivo daquela visita, mas as palavras de Sílvia cortaram o ar com leveza e precisão:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."

Fique sem jeito e acanhada, conversas diversas rolavam, observava como Silvia olhava para Edy descaradamente, não me recordo como chegou a conversa em saber como Fábio a conheceu, e Silvia falou a seco:
"- Eu era prostituta!" 

Tossi, engasguei, cai na risada enquanto todos me observavam seriamente, pedi desculpas, ainda tossindo.

"- Fique tranquila, eu era garota de programa" , citava ela, "- Fabio me tirou desse caminho e hoje sou esposa dele. " completava

A noite seguia com conversas diversas, troca de lugares, ora eu falando mais com Silvia, depois com Fábio, e nessas Silvia retorna com duas sacolas tipo presente entregando a Edy  uma com laço azul e outra vermelho.

Percebo Fabio muito animado  pede licença e se ausenta do ambiente, Edy observa as sacolas e  me entrega a de fita vermelha, recebi com um sorriso enorme de felicidade tipo "Oba presenteee!" quando abri , era uma coleira com guia, fechei o sorriso olhando com cara de tacho para os dois, em seguida entra Fabio somente de roupão com um volume avantajado marcando. 

Edy venho a meu encontro, querendo colocar a coleira, fiz certa resistência quebrada por um beliscão e olhar de repressão, o mesmo fez Silvia com Fábio, porém ele aceitou todo animado.


Para mim a humilhação era grande e ficou pior quando Edy me levou ao banheiro querendo me despir e eu dizia: 
" - NÃO !!"

Edy ignorava minhas palavras , eu resistia em ficar nua até levar um sutil tapa na boca seguido de: 
" - Não quero resistências suas, se dedique para não ficar pior"

Contrariada me despi, Edy pediu para eu fechar as mãos e com fita isolante percorreu pela mão deixando meus dedos imobilizados, colocou a guia na coleira e me obrigou  a ficar de quatro.
"- Isso sua cadelinha, viu como não é ruim !" 



Me fez gatinhar de quatro até a sala sobre a presença do casal que já se encontravam praticamente nu, Fábio já estava posicionado de quatro. Edy me aproximava de Fábio que se comportava como um cachorro, me cheirando, lambendo, eu meramente achava aquilo ridículo sem poder contestar, era somente eu e meu pensamento....

. . . até que a língua de Fábio adentrou na minha buceta, onde começou a lamber, aquele tesão de homem ao meu prazer, estava uma delicia aquela língua habilidosa.  Edy se aproximou e retirou as guias de nós dois deixando somente na coleira, se abaixou e sussurrou para nós. 
"- Se comportem como caninos, sem as mãos" 

Fábio entendia bem o jogo, era perceptível , Edy veio a mim e voltou a dizer:
"- Você gosta de ser igual cadela, que seja e espero que não fique grávida, pois cachorro não usam camisinha" e se afastou com sorriso irônico e sarcástico.

Sentou e falou:
"-Chupa a rola dele agora cadelinha"

Adentrava por baixo de Fábio e via aquele dote grosso, delicioso, lambia e abocanhava o que podia.
Volte e meia desviava os olhos para Edy, e estavam trocando olhares e contatos com as mãos , como casal, isso me subia o sangue e logo que ofereci a ficar de anca exposta para ser retribuída por Fábio, mas aquele frouxo foi de quatro aos pés de Silvia,  e os lambia venerando-a.


Edy me chamou como cachorra para ir ao lado dele, achei que ia me fazer lamber os pés dele também e foi pior, me fez lamber o cu de Fábio, relutei em não realizar, duas chineladas e um olhar foi o suficiente para eu realizar , eu lambia o cu de Fábio e Fábio era direcionado por Silvia a chupar a rola de Edy. 


Sentia Fábio contraindo sua bunda em minha língua, Silvia veio a mim, agarrando meus cabelos e abrindo com a outra mão a bunda de Fábio, ordenava a enfiar bem a língua no cu dele, era muita humilhação, me mantinha firme, mas com vontade de largar tudo e sumir. Chamada de inútil por Silvia, Edy vem a mim e retira a coleira de meu pescoço, passando para Silvia que recebe com largo sorriso.

A festa estava começando, Edy direciona Fábio para se deitar com a bunda empinada no braço do sofá, Silvia abre uma gaveta , abre um pote e começa a passar no rego de Fábio, Edy pega um preservativo na gaveta, coloca em seu pau. Eu não queira acreditar no que estava vendo, Edy cuidadosamente iniciava a penetração em Fábio, Silvia assistia orgulhosa o ato e eu ignorada no canto da sala como uma qualquer.


Eu não acreditava que aquele homem gostoso era "gay" refletia eu e meus pensamentos, Edy fazia Fábio se contorcer de prazeres a cada socada, Silvia deitada a sua frente e  tinha os pés chupados , apreciados por Fábio que agradecia pelo momento.


Tão logo, Edy pegou o pau de Fábio colocando para trás, segurava firme em sua cintura e sussurrava
"- Tu agora vai virar minha menininha" 

Eu nem imaginava o que estava por vir
"- Vai ser a doméstica amanhã aqui em casa..." falava Silvia para Fábio em tom de provocação

Não demorou, Fábio começava a resistir ao prazer e Edy induzia a uma adrenalina de tesão, não demorou Fábio gozava sem se tocar, somente levando rola, O pau de Edy saiu imenso do cu de Fábio. Silvia pegou Fábio e o fez lamber a porra do chão, Edy veio ao meu encontro conduzindo  a limpar o pau de Fábio. Eu estava realizando  tudo de forma automática, submissa sem contestar, meus pensamentos fritavam "que porra estou fazendo aqui?" , limpei o pau de Fábio com a boca que nem consegui sentir o gosto de sua porra. 



Edy e Silvia se retiraram da sala como um casal em harmonia partindo para algo mais quente, Fábio me levantou, tirou a fita isolante de minhas mãos e fomos para o banheiro, minha admiração por ele mudou, aquele desejo encanto, tudo ficou bagunçado na minha cabeça. Angustiada, Fábio me tranquilizava, fazia um dengo no banho e pedia para eu relaxar, ter calma que tudo ia se encaixar . . . 



Suas falas eram muito confiantes, eu questionava e pedia para eu ficar quieta e curtir o momento. Saímos do banho , nos vestimos, fui procurar Edy e Fábio me segurou no braço dizendo que era para deixa-los sossegados que me levaria para casa. 


"- Como assim? eu vim com Edy,. . ." e fui interrompida
"- Eu vou te levar e pronto, se contente que foi somente isso, pegaram muito leve com você". Falou determinado  e foi me conduzindo pelo braço, só vi de relance Edy numa preliminares com Silvia, Fábio me conteve levando para o carro. Era nítida minha irritação, desrespeitei Fábio com algum comentário que não me recordo como ocorreu. Fábio parou o carro, me deu um esporro, me chamou de mimadinha e mandou eu ir refletindo pelo caminho o que tinha aprontado. Voltei calada, pensativa, me sentindo mais forte, não estava mais a chorona. . . 


Ao chegar em casa, Fábio desceu do carro, abriu a porta, um verdadeiro cavalheiro e despediu com um ardente beijos e um cheiro no pescoço que despertou meu tesão, entrei em casa molhada esquecendo o que tinha ocorrido. 
Em meu quarto pensativa, umas das frases de Silvia latejava em meus pensamentos:
"-Relaxe. Aqui, não existe certo ou errado. Apenas o que se sente."
"MIMADINHA"
Dito por Fábio, me sentia humilhada.

Pela manhã ao entrar na cozinha, não tinha dado conta das marcas deixada em meu pescoço, e não era de Edy....
"- Fábio, filha da puta." pensei alto



E foi inevitável meus pais não verem. Viram que tinha retornado com outro rapaz, meu pai fechou a cara olhando param minha mãe, e ela não perdeu tempo. 
"- Será que agora adulta vai ter que apanhar de cinto? É puta agora? " 


Agindo boca dura, respondendo e  enfrentando minha mãe, meu pai não perdeu tempo, levei umas cintadas no lombo e sendo xingada por ele, corri  e me tranquei no quarto deixando falaram até cansar. A dor da surra já não doia como antes, estava eu até rindo com lágrimas nos olhos, pensativa, reflexiva,  não mas sentindo aquela dor de repressão . . . .



Edy tem razão, preciso ser independente . . . 


Ref.: 1996 #0021
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 17 de setembro de 2025

PROMESSAS QUEBRADAS

  PROMESSAS QUEBRADAS

Como diz Edy , sou "garota problema" , mal tinha estabilizado minha relação, ocorria problemas em casa, na qual minha mãe pediu para acompanhá-la  em uma viagem até Catanduva para verificação de bens e burocracias. Peguei uma liçença no trabalho, Edy me advertia, eu jurava que podia confiar, seu olhar desafiava minhas palavras e confiança.


Chegando na cidade priorizamos resolver os possíveis problemas burocráticos, eu só acompanhava. Cidade do interior tudo pacato, estava melhor nesse final de semana por ter uma festa regional, não me recordo do que se tratava. Os familiares insistiam que ficássemos para retornar no domingo, com insistência acabamos ficando, eu puta da vida querendo ter o final de semana com Edy. 

A noite fomos para a praça central onde rolava a festa, música, comida, entre outros, reencontrei com minhas primas, aquela muvuca de beijos e abraços, os rapazes da cidade de olho em mim, eu sendo firme e fiel as minhas palavras, até que reencontrei com Alexandre, foi um susto, risos do ocorrido em casa, desculpas por parte dele, enfim página virada em aspas. Minha mãe a distância observava, me chamava a atenção. Entre andar de um lado para o outro, Alexandre me puxou para um canto escuro da praça, roubando beijos ardentes. 



Não relutei, agarrei, retribui o ardente beijo, tão logo senti sua mão percorrendo por mim, desci minha mão até seu pau, o volume dentro da calça explodia, ele percorria sua mão em minha buceta e eu com a minha dentro de sua calça sentindo o pau pulsante. Interrompidos por alguém nos chamando, Alexandre sugeriu de  nos encontrar no dia seguinte, evitar de tomar outra surra rs rs rs  sorrindo sarcasticamente. No caminho , minha mãe advertia se eu tinha esquecido da surra, que se tivesse esquecido dava outra para lembrar rapidinho. 

Dormi junto com minha mãe, o calor do meu tesão me incomodava, misturado aos roncos dela, lembranças da surra que tomei, das promessas que fiz  a Edy entre outras barbaridades vivenciadas. Era um pesadelo, uma noite longa, discretamente tocava minha buceta com orgasmos silenciosos recordando poucos momentos com Alexandre. 

No dia seguinte com cara de cansada e tomando café, uma de minhas primas chama para irmos a um pesqueiro próximo, sai com elas e outras amigas e amigos que acompanhavam, lá reencontrei Alexandre, me sentia em um campo minado diante de todos próximos, discretamente ia me afastando, Alexandre já tinha saído. 


Nos encontramos em um lugar reservado, onde o pessoal guarda maquinário e ferramentas, ele já tinha tudo planejado, o beijo só foi a ignição para acender o fogo entre nós e a putaria começava, Alexandre me colocou sentada em uma mesa, abrindo minhas pernas, tão logo sentia sua mão afastando a calcinha e seu pau adentrava misturado a beijos deliciosos e molhados. Porra eu desejava muito aquele pau bem antes de conhecer Edy. Tomamos um susto que gelei com Luiz ( outro primo) adentrando correndo rapidamente  avisando que vinha gente, desci tremendo da mesa e se recompusemos.

Saímos discretamente, eu queria ir embora, estava assustada, questionava que Luiz estava fazendo lá, sem resposta, Alexandre me segurou firme conduzindo  para um galpão tipo silo onde se armazena colheita e lá a coisa foi bem diferente.

Alexandre me empurrou para Luiz dizendo que agora é a vez dele e foi saindo para tomar conta, gelei, sem reação, pedia para pararem com a zueira, e nada adiantou,  Luiz me agarrou, me deitava por cima de umas sacas, eu não queria nada com ele, ameaçava de gritar e mesmo assim ele veio para cima.


Comecei a me debater , a pedir socorro, Alexandre veio correndo verificar, eu achando que veio para me ajudar, engano meu , segurou minhas mãos , tapou minha boca e mandou eu parar de resistir e gritar e Luiz começou a me possuir, eu resistia e ao mesmo tempo um tesão louco e diferente tomava conta de mim, era um conflito de desejar e não querer, imobilizada por Alexandre e possuída por outro que nunca imaginei  desejar , eu mau escutava as vozes deles, ecoava algo estranho em minha mente, sentia momentos que eu estava saindo de mim e vinha uma adrenalina de orgasmos, menos resistente Alexandre me soltava, ambos me deixavam nua, era chupada nos seios por ambos, me recordo de escutar Alexandre falando para não gozar dentro.


Alexandre colocava o pau em minha boca, eu resistia em não querer, foi quando me deu um tapa na cara, ordenava eu parar de fazer cu doce e mandava eu chupar, eram comportamentos totalmente diferentes do jeito que eu o admirava, não satisfeito se masturbou gozando em meu rosto, seguido por Luiz.

Ambos foram muito filha da putas, me  fizeram limpar com a boca seus paus para subir as calças, Luiz achava uns trapo e dava para eu passar no rosto, Alexandre vinha com água para tirar os excessos, eu estava uma maltrapilha.

Pediam para eu me vestir rapidamente, me sentia uma qualquer com o comportamento dos dois, estava mais preocupada com o pouco de minha dignidade e sair logo de lá para ninguém me ver. Eu caminhando trêmula e muito puta da vida com Alexandre, retornava para casa procurando um lugar para me limpar, não achando resolvi improvisar em cair  no lago, fui em uma parte baixa com auxilio de  Alexandre e lá me joguei, sai toda molhada para disfarçar meu retorno.

No caminho vinha amparada por ambos, me paparicavam com desculpas e conversas para justificar o realizado, eu não queria conversa, minha expressão de raiva e ódio naquele momento era enorme. 
Diga de passagem a idéia do lago foi ótima, mas minha raiva com os dois fervia. Durante o banho digno na casa de minha tia, tentava relaxar do ocorrido, na minha cabeça tudo se misturava com o desconhecido prazer que senti. 

Retornei com minha mãe para casa calada a viagem toda. Minha mãe  perguntava , conversava e eu não ouvia nada, simplesmente estática em meu mundo. 



Ref.: 1996 #0020
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PAI É QUEM CRIA

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