quarta-feira, 4 de junho de 2025

Queridos leitores(as)

Queridos leitores(as),

Agradeço imensamente pelas mensagens recebidas. É sempre uma alegria saber que nossas palavras ressoam aí do outro lado. Aproveito esta oportunidade para compartilhar que a partir desta publicação, Edy passará a integrar as narrativas.

Sua presença é fundamental, pois traz à tona uma perspectiva própria dos acontecimentos, uma vivência que enriquece o relato e oferece a vocês, leitores(as), uma compreensão mais ampla e profunda de tudo o que foi vivido. Muitas das situações que serão aqui descritas só vieram à tona posteriormente, reveladas nos momentos de desentendimento, nos atritos que, por sinal, não foram poucos  e em tantas conversas intensas que marcaram esse percurso.

O conteúdo compartilhado é baseado em experiências pessoais, de cunho íntimo, que à época eu inexperiente, para mim pareciam improváveis ou mesmo inacreditáveis, me assustava, me impressionava e ao mesmo tempo me dava um tesão "eu quero", por mais que me desagradou em determinadas situações. Situações esta,  que remetem ao universo ficcional, mas que, de fato, ocorreram em ambientes fechados, controlados e, muitas vezes, invisíveis aos olhos de quem apenas observa de fora.

Seguimos comprometidos em relatar os fatos com responsabilidade, preservando a autenticidade das vivências e convidando o leitor a uma imersão sincera e reflexiva.

Mais uma vez, meu sincero agradecimento pelo carinho e por acompanharem cada capítulo dessa trajetória. Desejo a todos uma leitura envolvente.

Beijos,

Edna


Ref.: 2025 #0012

segunda-feira, 2 de junho de 2025

INICIO DE UM CAMINHO SEM VOLTA

 INICIO DE UM CAMINHO SEM VOLTA


No final de semana, a harmonia não era exatamente perfeita, mas, de certa forma, acontecia. O equilíbrio dos atritos familiares com meus pais e com Edy já não era uma preocupação. A bronca por ter cedido ao Wagner, permitindo o sexo anal, era certa, essa não podia faltar. Eu fingia ouvir, fingia aceitar, e tudo acabava ficando bem.

Durante a semana, a noiva de Matheus apareceu na empresa à sua procura, aquela japa (zarolha) que eu, por alguma razão, considerava parecida comigo, mas não ia com a acara dela. Ela me encarava como se soubesse de algo, eu disfarçava, evitava o contato, até que ouvi ela citar o nome do Edy numa conversa com Matheus. Vi algumas gesticulações estranhas e, ao sair, percebi seu olhar de canto, apenas ignorei, focando no meu trabalho.

O dia seguia normalmente até a chegada de Régis, um novo contratado, boa pinta, chamava a atenção das mulheres, designaram a mim a tarefa de treiná-lo nas atividades. E entre orientar alguém sem qualquer conhecimento ou vício de ambiente de trabalho, lá estava ele já escalando descaradamente investidas em mim. Ignorava qualquer indício de que eu fosse comprometida, pedia que pegasse leve, disse que ali era lugar de trabalho, desconversei e segui com minhas funções.

Para Edy, a semana estava tumultuada, tinha hora para entrar, mas não para sair. Eu voltava sozinha para casa, e, num desses retornos, parei em uma rede de supermercados. Andando entre as gôndolas, encontrei Wagner, perdido pelos corredores, até perguntei se ele estava me vigiando, e, de bate-pronto, respondeu que me encontrar ali era como ganhar na loteria.


Me elogiou, comentou sobre o que havia rolado entre nós e perguntou se eu estava com tempo. Respondi que sim, que Edy estava trabalhando e que só havia parado ali para dar um tempo antes de ir para casa...

...me interrompeu, perguntou se eu estava com tempo. Respondi que sim, e ele sugeriu que conversássemos em um lugar mais reservado. O “mais reservado”, no caso, foi um motel que ficava atrás do supermercado. Falei que ele estava confundindo as coisas, não era isso que eu entendia por uma conversa privada. Mas meus argumentos foram ignorados, na real eu fazia uma média, eu deixava rolar , no meu intimo eu quero, e lá dentro,  Wagner comentou de forma picante sobre o prazer que eu havia proporcionado naquele dia. Direto e objetivo, declarou seus desejos por mim, em um ambiente somente eu e ele.

Contou que, com Edy presente, nos sentíamos limitados, seu olhar inibia a gente de ir um pouco mais e sem poder nos soltar como desejaríamos. E eu concordei, ainda mais ao olhar para aquele bigode...

. . .  recordava do tesão que me dava, aquele pau o quão me realiza no anal, me rendi. Sugeri que tomássemos um banho antes, e ele concordou, estava suado o dia todo, não dava para virar assim e de forma chula, Wagner comentou:

"- Falei que o Edy seria corno... você precisa acalmar o touro, rsrsrs  disse Wagner.

"- Ele sabe que eu quero sentir outros homens, mas quer do jeito dele. A Marisa sabe que você está aqui comigo?

"- Não sabe. E ficou muito chateada naquela noite. Restringir o Edy a ela... Você ainda precisa se soltar mais, confiar mais em si mesma, te achou egoísta" respondeu Wagner.

"- Ele já comeu muita mulher e tenho ciúmes sim do que é meu", respondia de forma ríspida, "- E sobre o Edy, o que pode me falar dele, das suas..." (fui interrompida)

"- Achei que você já soubesse. Lamento, isso tem que vir dele. Não falo nada, mas adianto, ele é uma excelente pessoa... "(eu interrompi)

"- Santo ele não é. Que é uma excelente pessoa, já sei, mas não conheço o passado dele, o que ele fazia? Tinha ex-namorada? Ele é viado? Gay? "  questionei.

Nesse momento, Wagner interrompeu minha fala. Saímos do banho. Percebi que ele havia se incomodado com a última pergunta e perguntei o que foi que o incomodou.

"- Garota, é o seguinte, se você ficar rotulando as pessoas de viado, gay, etc., melhor sair da vida do Edy. Se o básico você não entende, imagine quando conhecê-lo de verdade.

"- Você me assusta falando assim..."

"- Pede para ele, comenta que você quer algo mais extremo e veja que ele te responde"

Em seguida Wagner me abraçou, me beijou, e me deu um trato sem nem terminar a conversa. Aqueceu meu tesão com aquele bigode roçando na minha pele, a língua percorrendo meu grelo que já chorava de prazer. Não demorou e seu pau já estava dentro de mim. Ele me suspendeu nos braços e me comia no ar, comigo agarrada em seu pescoço.


Sendo possuída e ainda com cabeça para pensar, perguntava se ele tinha colocado camisinha. Ele disse que não, mas que não gozaria dentro para não deixar vestígio para o corno. Pedia para eu me acalmar, dizia que era vasectomizado e que os exames estavam em dia. Assim, eu me soltava e dava com gosto, com vontade. 

Ouvir Wagner chamando Edy de corno, meu tesão aumentava, queria mais rola para me preencher , aquele pau na buceta não saciava todo o meu fogo. Ousadamente me posicionei de quatro, Wagner percorria minha buceta melada com a boca e  aquele bigode me arrepiava inteira. Quando sua língua entrou no meu cu, o prazer foi surreal. Meu cu se abria, pedindo a rola dele, e, sem dificuldade, ele me comia gostoso no anal. Gozava tremendo com ele dentro, suas palavras chulas me deixavam ainda mais excitada, aquele pau entrava e sai de meu cu, enterrava ele até as bolas só para escutar eu gemer, ora urrar, até sentir seu leite quente escorrendo lá dentro, enquanto segurava firme minhas ancas, era o ápice. Permaneceu dentro, pulsando, até escorregar para fora, eu permanecia com a anca empinada, cansada, suada, porém realizada.


Ofegante eu questionava: 

"- Você falou que não ia gozar dentro, né? Me enganou… "  falei meio brava e rindo.

"- No cu, o corno não vai saber " respondeu, ofegante.

"- Casa com ele, casa... Vocês dois... Garota, você mete, hein! O Edy vai ser muito corno na sua mão"

"- Eu queria ter mais habilidade e controle com o Edy. Ele sempre..."  (interrompida)

"- ...Tempo, Edna, tempo. Vai devagar, senão acaba sendo a cornuda depois."

"- Ele tem outra? Preta..." (interrompida)

"- Ele tem um passado com prazeres bem diferentes, você é mais tradicional, não exatamente conservadora, ainda cheira a leite (sem ofensa), sabe?" , completava.

Wagner pedia sigilo. Queria me ter novamente e provocava, dizendo que era mais gostoso só nós dois, sem a presença do "corno". Continuava falando que, durante a semana, chamaria o Edy para sairmos de novo. Então, sugeri que eu pedisse para sair só com ele. Ele não prometia, mas, no próximo encontro, disse que me ajudaria a fazer o Edy se abrir. Implorava sigilo sobre aquele momento e sobre a conversa.

Cheguei em casa com o telefone tocando, era o Edy, querendo saber de mim. Comentei que estava chegando agora, que havia parado no supermercado para passar o tempo, porque, sem ele por perto nessas horas, não era a mesma coisa, que eu precisava ocupar o tempo. Ele encarou com tranquilidade.

Na cama, pensativa como sempre, recordar de certas coisas ainda me deixava ofendida, essa história de “leite ninho”, de cheiro de leite... Por outro lado, ter um coroa elogiando minha performance íntima e destacando particularidades que o Edy não percebia me fazia imaginar outros homens experientes, e quem mais poderia ser. Até me lembrei da possibilidade ousada do novato...

Ref.: 1995 #0011
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


sábado, 31 de maio de 2025

REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

 REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

Com o alvará de liberdade concedido por Edy, havia um prazo, um acordo entre nós. Comecei a investir como caçadora, iniciei a faculdade incentivada por ele. A aliança de compromisso realçava os desafios, atraía interessados e oportunistas. E, sendo bem sincera, foram apenas decepções. Dos cinco homens com quem saí, nenhum me proporcionou as expectativas criadas. Sentia-me mais usada do que realizada.

Saí com um professor da faculdade, um japonês, era cativante, sedutor e eu, uma boba. Foi me buscar em casa, com minha mãe quase me empurrando para ele, tinha expectativas de construir algo mais sério. Saímos para jantar e, depois, fomos ao motel, ele não tinha uma pegada selvagem, mas era sedutor, beijava bem.



Usava camisinha, metia bem, me fazia gozar e eu cedi... fiz anal, contrariando o acordo com Edy, gozava gostoso em todas as investidas daquele japa, estava bom demais para ser verdade. Na hora de ir embora, ele colocou a aliança de volta no dedo, olhou para mim e disse:
"- Sou noivo. Sabe que nossa saída é ocasional, né?" , fiz uma cara de quem não sabia,

Porra comeu, usou e tchau, mais uma na conversa ...  e fomos embora. Voltei chateada demais, refletindo sobre a péssima evolução do que eu realmente queria. Conversando e me abrindo com Edy,  estava ciente de todas as relações que tentei,  buscava sua ajuda e, em meio a tantas conversas, percebi que, em todas as transas, faltava você, sentia sua falta, sua proteção, me sentia incompleta e perdida, por mais que eu desejasse aquilo, além das escolhas que foram decepcionantes. 

Raramente tão sério, ele me beijou e sussurrou:
"- Vamos realizar algumas fantasias. Vamos começar do nível iniciante e evoluir nos momentos certos.
Eu confio em Edy. Não confio no suspense. Ele é experiente e seguro, ainda que sem uma referência de passado. Edy começou a me integrar com pessoas que eu não conhecia, gente simples, cativante, receptiva. Valorizavam o lado pessoal, sexo não era o objetivo das conversas, e sim algo reservado para o momento certo. Era outro nível, onde aparência e idade não faziam diferença.

Foi numa sexta-feira que Edy me levou a um barzinho, na verdade, mais uma casa adaptada para tal. Monalisa, em Santo André, o ambiente tinha pouca iluminação, com mesas privativas fechadas. De vez em quando, ouvia discretamente alguns gemidos de outros frequentadores. Namoramos um pouco, nosso drink chegou, Edy disse que agora trocaríamos de parceiros. Aquilo me causou ansiedade e expectativa , e antes de acontecer falava para em tom de ciúmes para  Edy
 "- Não quero te ver transando com outra... "

....interrompida, veio um homem de bigode, entrou no lugar de Edy, apresentando-se como Wagner. Quis saber para onde tinha ido Edy, e ele me tranquilizou, dizendo que estava com a esposa dele, na outra mesa. Além da conversa agradável que rolava entre nós, Wagner sabia me fazer ferver de tesão e desejo. Ousado, colocou o pau para fora, era gostoso de segurar, tinha habilidade, mesmo com roupa, soube conduzir tudo e me penetrou com a calcinha de lado. Pedia para eu relaxar, que não ia gozar em mim, era só para saber se eu gostava do pau dele. E eu gozava, sim, pela ousadia.



Foi quando a cortina se abriu e Edy me viu sentada no pau de Wagner. Em tom de brincadeira, ele disse que era a vez de Edy sentar,  na verdade, quem vinha era Marisa, e Wagner e Edy voltaram para a mesa.
Com Marisa, só rolou a apresentação, aquela mulher selou logo um beijo ardente. Percorreu meu corpo, e o calor subiu em ambas, não demorou para ela sugerir que fôssemos até a casa dela, era próxima,  concordei e saímos.

Chegando à casa do casal, numa iluminação melhor, percebi que eram um casal na faixa dos 50 anos. Conversa extrovertida, tranquila, sem pressa. Marisa me convidou para um banho e para continuarmos a conversa iniciada do barzinho. Nossa, que mulher... Uma morena que não entregava a idade. Me fez derreter no banho  e depois, na cama.

Ouvíamos a conversa dos homens enquanto nos queimávamos de prazer. Em outra observação, percebi que eles se masturbavam ao nos verem no nosso agarra-agarra. Marisa sugeriu que os meninos também fossem ousados. Wagner, então, se abaixou e começou a chupar a rola de Edy. Marisa conduziu os dois para a cama, e rolou um 69 entre eles. Um tesão absurdo crescia em mim. Habilidosa, Marisa sabia exatamente como tocar minha buceta, sem que eu esperasse, ela já me possuía com um consolo preso em um cinto. Wagner, observando, pediu para ela não judiar de mim, que queria ser ele a fazer aquilo  e riu.


Não demorou e Wagner se juntou, chupando minha buceta enquanto Marisa me comia, aquele bigode... Era a primeira vez que um me arrepiava tanto. Eu me continha para não gritar de prazer, Wagner se sentou na cama, colocou a camisinha, e fui conduzida por Edy a sentar na rola dele. Comecei a cavalgar com vontade.

O tesão aumentava ao sentir Edy me entregar para outro homem me possuir. Era um consentimento sem culpa, não resisti e acabei beijando Wagner na boca, percebi os olhares recriminadores de Marisa e Edy. Ao mesmo tempo que eu morria de prazer naquela rola, o ciúmes me consumia ao ver Edy tão próximo de Marisa. Sinalizava para ambos, puxando-os para mais perto, dividimos beijos em Marisa e sussurrei no ouvido de Edy que não queria vê-lo com ela.

Nitidamente, o tesão de Edy abaixou. Ele saiu para o banheiro e, ao retornar, Wagner já me currava de quatro, enfiando aquele pau no meu cu, até aquele momento, era o mais gostoso depois do Matheus. Gozei analmente umas duas vezes. Wagner dava umas paradas, pedia para eu ir mais devagar, dizendo que estava quase gozando, tirou a rola, abriu minha bunda para Edy ver e me elogiava:

"- Nossa, a novinha mete, hein? Se não tomar conta direito, vai virar corno"  e ria me deixando sem graça.

Edy, discretamente, me deu uma bronca pelo que tinha acontecido de quebrar regras prometidas. Wagner, voltando do banheiro, pegou Marisa e a possuiu ardentemente bem na nossa frente. Edy me possuía dominador, dono de minha pessoa, seu pau em minha buceta ia além de proporcionar orgasmos. O tesão era surreal, os rapazes nos colocaram frente a frente, nos incentivando a nos beijar, a nos tocar,  não demorou  Wagner foi o primeiro a encher Marisa de porra, seguido Edy que sentia o forte jato quente dentro de mim.


Marisa, ousada, veio e chupou minha buceta recheada com a porra do Edy, que por sua vez eu chupava e limpava o pau de Edy, Wagner permanecia deitado na cama, cansado.  Nos recompusemos,  Marisa, então, conversou discretamente comigo, pedindo atenção aos meus atos, lembrando que havíamos combinado, e reforçava que Edy também tinha dito a eles "nada de beijos e nem anal", que também era contra beijos,  confessava que pensava igual Edy. Sobre o anal, ela explicou que Wagner forçou para ver minha reação e testar meus limites. Pediu que eu refletisse e eu pedia desculpas por não ter cumprido as regras.

"- Pense, você pode perder ele. Edy é um ótimo homem. Conheça-o melhor, saiba respeita-lo e terá tudo que desejar,"

Wagner se aproximou da conversa e perguntou se eu tinha gostado, se poderíamos marcar outra saída. Antes mesmo de eu responder, ele emendou:

"- Já experimentou uma rola preta? A Marisa adora... Pena que sempre volta toda larga pra mim " e caiu na risada, como se fosse comédia.

Marisa se despediu com um selinho na minha boca. Wagner abraçou Edy e me elogiou:
" Que mulher de buceta quente e molhada... E que beijo, hein?"

Mesmo com as provocativas de Wagner em Edy , se mantinha controlado, seguro. Assim terminou a noite, a primeira experiência como casal  bem-sucedida ou melhor, mais ou menos bem-sucedida (rsrs).

Eu havia errado prematuramente, sim, mas ao retornarmos, Edy não brigou, voltamos descontraídos, leves. Na porta de casa, agradeci pelo momento, pela paciência, e pedi desculpas por ter ultrapassado os limites. Por incrível que pareça, sem brigas. Edy apenas disse, com aquele jeitão:

"- Eu vou te pôr no eixo... Só não coloco na linha porque trem mata." em tom de brincadeira


Naquela noite, minhas reflexões no quarto se resumiram a deitar e apagar. Me sentia leve, sem culpa, dormi profundamente, só acordando no dia seguinte.


Ref.: 1995 #0010

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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