INICIO DE UM CAMINHO SEM VOLTA
No final de semana, a harmonia não era exatamente perfeita, mas, de certa forma, acontecia. O equilíbrio dos atritos familiares com meus pais e com Edy já não era uma preocupação. A bronca por ter cedido ao Wagner, permitindo o sexo anal, era certa, essa não podia faltar. Eu fingia ouvir, fingia aceitar, e tudo acabava ficando bem.
Durante a semana, a noiva de Matheus apareceu na empresa à sua procura, aquela japa (zarolha) que eu, por alguma razão, considerava parecida comigo, mas não ia com a acara dela. Ela me encarava como se soubesse de algo, eu disfarçava, evitava o contato, até que ouvi ela citar o nome do Edy numa conversa com Matheus. Vi algumas gesticulações estranhas e, ao sair, percebi seu olhar de canto, apenas ignorei, focando no meu trabalho.
O dia seguia normalmente até a chegada de Régis, um novo contratado, boa pinta, chamava a atenção das mulheres, designaram a mim a tarefa de treiná-lo nas atividades. E entre orientar alguém sem qualquer conhecimento ou vício de ambiente de trabalho, lá estava ele já escalando descaradamente investidas em mim. Ignorava qualquer indício de que eu fosse comprometida, pedia que pegasse leve, disse que ali era lugar de trabalho, desconversei e segui com minhas funções.
Para Edy, a semana estava tumultuada, tinha hora para entrar, mas não para sair. Eu voltava sozinha para casa, e, num desses retornos, parei em uma rede de supermercados. Andando entre as gôndolas, encontrei Wagner, perdido pelos corredores, até perguntei se ele estava me vigiando, e, de bate-pronto, respondeu que me encontrar ali era como ganhar na loteria.
Me elogiou, comentou sobre o que havia rolado entre nós e perguntou se eu estava com tempo. Respondi que sim, que Edy estava trabalhando e que só havia parado ali para dar um tempo antes de ir para casa...
...me interrompeu, perguntou se eu estava com tempo. Respondi que sim, e ele sugeriu que conversássemos em um lugar mais reservado. O “mais reservado”, no caso, foi um motel que ficava atrás do supermercado. Falei que ele estava confundindo as coisas, não era isso que eu entendia por uma conversa privada. Mas meus argumentos foram ignorados, na real eu fazia uma média, eu deixava rolar , no meu intimo eu quero, e lá dentro, Wagner comentou de forma picante sobre o prazer que eu havia proporcionado naquele dia. Direto e objetivo, declarou seus desejos por mim, em um ambiente somente eu e ele.
Contou que, com Edy presente, nos sentíamos limitados, seu olhar inibia a gente de ir um pouco mais e sem poder nos soltar como desejaríamos. E eu concordei, ainda mais ao olhar para aquele bigode...
. . . recordava do tesão que me dava, aquele pau o quão me realiza no anal, me rendi. Sugeri que tomássemos um banho antes, e ele concordou, estava suado o dia todo, não dava para virar assim e de forma chula, Wagner comentou:
"- Falei que o Edy seria corno... você precisa acalmar o touro, rsrsrs disse Wagner.
"- Ele sabe que eu quero sentir outros homens, mas quer do jeito dele. A Marisa sabe que você está aqui comigo?
"- Não sabe. E ficou muito chateada naquela noite. Restringir o Edy a ela... Você ainda precisa se soltar mais, confiar mais em si mesma, te achou egoísta" respondeu Wagner.
"- Ele já comeu muita mulher e tenho ciúmes sim do que é meu", respondia de forma ríspida, "- E sobre o Edy, o que pode me falar dele, das suas..." (fui interrompida)
"- Achei que você já soubesse. Lamento, isso tem que vir dele. Não falo nada, mas adianto, ele é uma excelente pessoa... "(eu interrompi)
"- Santo ele não é. Que é uma excelente pessoa, já sei, mas não conheço o passado dele, o que ele fazia? Tinha ex-namorada? Ele é viado? Gay? " questionei.
Nesse momento, Wagner interrompeu minha fala. Saímos do banho. Percebi que ele havia se incomodado com a última pergunta e perguntei o que foi que o incomodou.
"- Garota, é o seguinte, se você ficar rotulando as pessoas de viado, gay, etc., melhor sair da vida do Edy. Se o básico você não entende, imagine quando conhecê-lo de verdade.
"- Você me assusta falando assim..."
"- Pede para ele, comenta que você quer algo mais extremo e veja que ele te responde"
Em seguida Wagner me abraçou, me beijou, e me deu um trato sem nem terminar a conversa. Aqueceu meu tesão com aquele bigode roçando na minha pele, a língua percorrendo meu grelo que já chorava de prazer. Não demorou e seu pau já estava dentro de mim. Ele me suspendeu nos braços e me comia no ar, comigo agarrada em seu pescoço.
Sendo possuída e ainda com cabeça para pensar, perguntava se ele tinha colocado camisinha. Ele disse que não, mas que não gozaria dentro para não deixar vestígio para o corno. Pedia para eu me acalmar, dizia que era vasectomizado e que os exames estavam em dia. Assim, eu me soltava e dava com gosto, com vontade.
Ouvir Wagner chamando Edy de corno, meu tesão aumentava, queria mais rola para me preencher , aquele pau na buceta não saciava todo o meu fogo. Ousadamente me posicionei de quatro, Wagner percorria minha buceta melada com a boca e aquele bigode me arrepiava inteira. Quando sua língua entrou no meu cu, o prazer foi surreal. Meu cu se abria, pedindo a rola dele, e, sem dificuldade, ele me comia gostoso no anal. Gozava tremendo com ele dentro, suas palavras chulas me deixavam ainda mais excitada, aquele pau entrava e sai de meu cu, enterrava ele até as bolas só para escutar eu gemer, ora urrar, até sentir seu leite quente escorrendo lá dentro, enquanto segurava firme minhas ancas, era o ápice. Permaneceu dentro, pulsando, até escorregar para fora, eu permanecia com a anca empinada, cansada, suada, porém realizada.
Ofegante eu questionava:
"- Você falou que não ia gozar dentro, né? Me enganou… " falei meio brava e rindo.
"- No cu, o corno não vai saber " respondeu, ofegante.
"- Casa com ele, casa... Vocês dois... Garota, você mete, hein! O Edy vai ser muito corno na sua mão"
"- Eu queria ter mais habilidade e controle com o Edy. Ele sempre..." (interrompida)
"- ...Tempo, Edna, tempo. Vai devagar, senão acaba sendo a cornuda depois."
"- Ele tem outra? Preta..." (interrompida)
"- Ele tem um passado com prazeres bem diferentes, você é mais tradicional, não exatamente conservadora, ainda cheira a leite (sem ofensa), sabe?" , completava.
Wagner pedia sigilo. Queria me ter novamente e provocava, dizendo que era mais gostoso só nós dois, sem a presença do "corno". Continuava falando que, durante a semana, chamaria o Edy para sairmos de novo. Então, sugeri que eu pedisse para sair só com ele. Ele não prometia, mas, no próximo encontro, disse que me ajudaria a fazer o Edy se abrir. Implorava sigilo sobre aquele momento e sobre a conversa.
Cheguei em casa com o telefone tocando, era o Edy, querendo saber de mim. Comentei que estava chegando agora, que havia parado no supermercado para passar o tempo, porque, sem ele por perto nessas horas, não era a mesma coisa, que eu precisava ocupar o tempo. Ele encarou com tranquilidade.
Na cama, pensativa como sempre, recordar de certas coisas ainda me deixava ofendida, essa história de “leite ninho”, de cheiro de leite... Por outro lado, ter um coroa elogiando minha performance íntima e destacando particularidades que o Edy não percebia me fazia imaginar outros homens experientes, e quem mais poderia ser. Até me lembrei da possibilidade ousada do novato...
Ref.: 1995 #0011
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET




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