Depois de Edna ter presenciado eu levando rola de Valdir e me questionado por não ter comentado nada com ela, sobre gostar de realizar Bi ou qualquer outra forma de rotulação, me senti na obrigação de abrir parte de minha caixa preta depois de tantos questionamentos, Edna ouvia atentamente cada detalhe, pedi que ouvisse sem interromper e no final fizesse a pergunta que desejasse, então comecei...
Falarei de forma resumida, ambos na época tínhamos uns 21 / 23 anos, quando comecei a namorar Ivani, a garota desejo, seu jeito, sua forma de falar cativante, sorriso, sem contar que a danada é gostosa. Nosso namoro era somente mão boba e beijos, e quando falo mão boba, era tudo por cima das roupas, qualquer tentativa de pôr a mão diretamente no pêlo, era motivo de parar e cada um para sua casa, então o jeito era ir se contentando com o que tinha disponível. Mesmo não sendo mais virgem, não rolava mais que isso, era uma blindagem geral se fazendo de difícil.
Ivani trabalhava em banco, sempre tendo hora para entrar, muitas vezes chegava antes e sem hora para sair, gostava do que fazia. Quando possível buscava ela no trabalho, observava que sempre tinha alguém dando em cima dela. Nitidamente percebia que não dava mole para ninguém, me deixava seguro.
Após 3 meses de namoro, Ivani se rendeu às tentações, nas preliminares entre beijos e passadas de mão, coloquei sua mão sobre meu pau ainda dentro da calça, consegui convencer ela de irmos para um motel. Beijos ardentes, pegada fogosa, despia Ivani com sedução, percorria ela num ardente banho de língua, não consegui chupar sua buceta, nem ela meu pau, ela queria a rola dentro dela, estava doida para ser possuída.
Coloquei a camisinha, e penetrei, ela urrou, me apertou, estava ofegante, aos beijos eu socava a pica nela. Peguei de diversas posições, de quatro a segurando pelos cabelos, pela cintura, ela se entregava. Entre as pausas eu a observava, admirava seus seios, seus pézinhos, sem perceber ela me observava e lia minha mente, sentia meus desejos e com gestos dava carta branca, eu parava e apreciava seu corpo todo.
Lambia seus pézinhos, tornozelos, indo a sua virilha, até abocanhar sua buceta, sentia o néctar de seu gozo, o aperto em meus cabelos por suas mãos se contorcendo de prazer era o sinal de satisfação. Virei de bruços e percorri a língua por sua bunda, arrepiando-a ao passar por seu rego chapiscando a língua em seu anel e sem contestação, coloquei a camisinha e a penetrei, foi sem resistência acompanhado com seus gemidos. Eu a possuía, apimentada se soltava, ordenhava meu pau com seu cu, eu ia a loucura. Fiquei encantado com o desempenho e habilidade de Ivani, ela também amou, ficou mais dengosa, amorosa e as realizações íntimas ganhavam mais frequência no decorrer dos dias.
Após 3 meses de namoro, Ivani se rendeu às tentações, nas preliminares entre beijos e passadas de mão, coloquei sua mão sobre meu pau ainda dentro da calça, consegui convencer ela de irmos para um motel. Beijos ardentes, pegada fogosa, despia Ivani com sedução, percorria ela num ardente banho de língua, não consegui chupar sua buceta, nem ela meu pau, ela queria a rola dentro dela, estava doida para ser possuída.
Coloquei a camisinha, e penetrei, ela urrou, me apertou, estava ofegante, aos beijos eu socava a pica nela. Peguei de diversas posições, de quatro a segurando pelos cabelos, pela cintura, ela se entregava. Entre as pausas eu a observava, admirava seus seios, seus pézinhos, sem perceber ela me observava e lia minha mente, sentia meus desejos e com gestos dava carta branca, eu parava e apreciava seu corpo todo.
Lambia seus pézinhos, tornozelos, indo a sua virilha, até abocanhar sua buceta, sentia o néctar de seu gozo, o aperto em meus cabelos por suas mãos se contorcendo de prazer era o sinal de satisfação. Virei de bruços e percorri a língua por sua bunda, arrepiando-a ao passar por seu rego chapiscando a língua em seu anel e sem contestação, coloquei a camisinha e a penetrei, foi sem resistência acompanhado com seus gemidos. Eu a possuía, apimentada se soltava, ordenhava meu pau com seu cu, eu ia a loucura. Fiquei encantado com o desempenho e habilidade de Ivani, ela também amou, ficou mais dengosa, amorosa e as realizações íntimas ganhavam mais frequência no decorrer dos dias.
Estávamos indo para 6 meses de relacionamento, as transas sempre ocasionais, sempre quando ela desejava e nunca eu, e certo dia no motel, doido para possuir Ivani, ao por meu pau em sua buceta a sensação era que alguém mais dotado a tinha comido antes, estava toda larga, meu pau parecia estar em um bambolê, fingi não perceber, porém comecei a ficar mais ligeiro, detalhista, a coloquei de 4 arrancando urros dela, abri a bunda e vi rapidamente um rombo em suas pregas, mas Ivani foi rápida em sair e falar que hoje não queria anal, fazendo ficar de frente e galateando-me a beijos e carinhos.
Depois desse dia a transa esfriou por minha parte, me sentia traído, o comportamento pessoal nem tanto, fiquei pensativo quem poderia estar pegando ela, certo dia cheguei muito mais cedo ao banco para buscá-la e ela chegava em um carro, descendo veio ao meu encontro, comentou:
Depois desse dia a transa esfriou por minha parte, me sentia traído, o comportamento pessoal nem tanto, fiquei pensativo quem poderia estar pegando ela, certo dia cheguei muito mais cedo ao banco para buscá-la e ela chegava em um carro, descendo veio ao meu encontro, comentou:
-"Nossa como você veio cedo. Ainda tenho que finalizar o fechamento, estava em visita externa a cliente, vou demorar. "
Me deu um beijo com um sorriso amarelo e retornou ao trabalho.
Fiquei esperando do outro lado da rua, parecia um cachorro aguardando o retorno da dona. Foi ai que o mesmo carro que a trouxe, parou ao lado, baixou o vidro e disse:
Fiquei esperando do outro lado da rua, parecia um cachorro aguardando o retorno da dona. Foi ai que o mesmo carro que a trouxe, parou ao lado, baixou o vidro e disse:
-"você é o Edy?"
-"Sim, sou"
Se apresentou com o nome de Paulo, uma aparência de 30/35 anos e foi objetivo e direto.
-"Consegue ir amanhã nesse endereço umas 14hs? " me dando um cartão.
Olhei e confirmei que sim
-"Só não comente nada com a Ivani de nossa conversa, ao menos por enquanto, combinado?"
Sinalizei que sim, um aperto de mão e saiu fora.
Os mesmos sentimento que tive aguardando Ivani, foram os que ela desabafou quando saiu:
-"Nossa, fica aí plantado me esperando, fica parecendo um cachorro esperando pela dona." dizia e advertia
-"Não quero mais essa situação, se for assim, melhor nem vim, prefiro voltar sozinha."
Nesse dia a coisa azedou a tal ponto que só a deixei em casa e fui embora.
Durante a noite a cabeça sabota a gente com fatos e acontecimentos, tentei desviar o foco para poder dormir, acabei batendo uma punheta pensando em alguma mulher, gozei, me limpei e assim dormi.
Dia seguinte, 15hs estava eu no local, apertando o interfone subi até o apartamento, recebido por Paulo de forma meio séria, meio sorridente e eu sem saber de fato que estava fazendo por lá.
Dia seguinte, 15hs estava eu no local, apertando o interfone subi até o apartamento, recebido por Paulo de forma meio séria, meio sorridente e eu sem saber de fato que estava fazendo por lá.
Ofereceu uma cerveja, já tinha uns petiscos, era algo planejado e sem muito rodeios foi objetivo e direto:
-"Edy, vejo que você é uma cara bacana mesmo, pelo pouco que estamos tendo contato, o que vou ser objetivo e direto com você eu falei para Ivani e ela foi resistente, enfim eu sou casado, muito bem casado por sinal e eu e Ivani se envolvemos...."
Uma pausa, um silêncio
-"...então eu sou o cara que fez o cabaço de sua mina, fiz a Ivani mulher. Desde então a gente vem se relacionando, mas ela quer algo mais sério comigo e já falei que não vou me separar de minha esposa por ela."
Paulo observava minha reação pensativa e silenciosa e continuou.
O diálogo seguia calmo, objetivo, direto e transparente. Paulo citava que Ivani arrumasse um namorado, cada uma seguia sua vida, e continuaria transando com ela. E recentemente voltarmos a se relacionar e nessas nossas saídas eu sugeri de sermos um trisal, dizia Paulo, e continuava:
-"E a posição de "corno" que Ivani está te deixando, não me deixa confortável, eu quero ter algo diferente, mais quente..." Completou
-"Você está bem? " Perguntou Paulo
Na realidade estava anestesiado pela sinceridade, minha mente viajava na narrativa e involuntariamente não percebi que estava com o pau duríssimo, Paulo sentou ao meu lado e percorreu a mão sobre minha calça sentindo o volume duro e não tendo como esconder.
-"Você está bem? Que tesão é esse que está aqui na minha mão? Qual parte agradou mais, o sermos trisal ou continuar sendo corno?"
Inexperiente e sem jeito e com a fala travada, Paulo pegou a minha mão e colocou sobre o pau dele dentro da calça. Meu pau explodiu com mil coisas na cabeça,....
Não conseguia pensar direito,quando vi e percebi, Paulo já tinha tirado meu pau para fora e estava com ele em sua boca, fazia maior boquete delicioso, eu apertava com a mão seus cabelos de tanto tesão que estava dando. Ele se afastou, levantou e tirou as calças pulando seu dote para fora, nem precisou falar eu retribui com um boquete o punhetando. Me chamava de safadinho da boca gostosa.
-"Ivani não sabe de sua habilidade com uma rola né? " perguntou
Timidamente disse que não, ele riu e comentou que dele também nada sabe.
Paulo conduzia o momento e aos poucos estávamos nus, sentia ele caçador, investindo forte, conversava muita sacanagem que realizava com Ivani e os planos dele como um trisal, um punhetando o outro, sentia a baba do pau de Paulo em minha mão, me virou contra a parede, se encaixou atrás de mim, segurava minha rola, tão logo senti o pau dele encostado no centro de meu cu, roçava seu queixo em meu pescoço, me arrepiava todo e tão logo a cabeça iniciava a pequena invasão.
-"Você quer ele dentro de você? Quer sentir que sua namorada gosta né?" dizia Paulo
Sem minha resistência, dada como sinal de aceitação, Paulo me conduziu para o quarto, pegando camisinhas e lubrificantes e uma cara de safado muito gostosa. No quarto a brincadeira esquentava por demais na cama, um 69 ardente, aquele pau latejando querendo gozar. Paulo se levanta, me posicionou de joelhos em sua frente, mantendo eu chupando seu pau e o punhetando
-"Toma leitinho, toma tudooooo"
E assim senti o gozo quente, farto em minha boca, engolia tudo e o que escorria Paulo percorria a rola sobre o rosto levando para minha boca, seu pau parecia ter ficado ainda mais duro depois da gozada, chupei até esgotar o leite com o pau em ponto de bala. Paulo me levantou e fomos tomar um banho que para minha surpresa realizou uma chuca em mim (uma higienização íntima) e após a finalização, colocado de bruços na cama, Paulo untou meu cu com muito gel e em seguida vindo por cima iniciou a penetração.
Aguentar aquele dote não foi fácil e o tesão falava muito alto. Paulo amava a realização, elogiava o cuzinho apertado e a sincronia da transa, com a rola penetrada até a metade, perguntava se estava confortável até o momento que as pregas não davam mais resistência, enterrou tudo e iniciou-se um vai e vem ardente, Paulo conduzia suas mãos em meu corpo como se tivesse transando com uma mulher, apalpava meu mamilos e em trocas de posições, sussurrou:
Aguentar aquele dote não foi fácil e o tesão falava muito alto. Paulo amava a realização, elogiava o cuzinho apertado e a sincronia da transa, com a rola penetrada até a metade, perguntava se estava confortável até o momento que as pregas não davam mais resistência, enterrou tudo e iniciou-se um vai e vem ardente, Paulo conduzia suas mãos em meu corpo como se tivesse transando com uma mulher, apalpava meu mamilos e em trocas de posições, sussurrou:
-"Você beija?"
Nem deu tempo de responder, tascou-me um ardente beijo que senti meu cu enchendo com o calor do seu leite que jorrava dentro, não consegui me conter e comecei a gozar sem me tocar. Paulo seguia socando, eu estava desconfortável por ter gozado, colocado de ladinho, Paulo acabava com as minhas pregas, com saídas longas e entradas profundas, sentia o gozo escorrendo, seguiu assim algumas vezes até gozar novamente. Tomamos outro banho ofegantes com elogios de Paulo, quero que sejamos um trisal, estaríamos realizando preventivas futuras com exames e pela relação fidelizada.
Ao sair do apartamento naquele dia, Paulo disse:
Ao sair do apartamento naquele dia, Paulo disse:
-"Te quero sozinho mais vezes comigo. Claro se gostou do que aconteceu."
No primeiro dia em casa sozinho, meu cu latejava desejando Paulo novamente, bati várias punhetas durante a madrugada para conseguir dormir.
No decorrer dos dias, Ivani não percebia nada, eu e Paulo tínhamos nossos momentos íntimos, assim como Ivani e Paulo de forma isolada. Paulo insistia para Ivani abrir a relação, ela negava. Certo dia Paulo preparou no quarto uma caixa de papelão grande, tipo caixa de mudança, onde eu conseguia ficar confortável dentro dela e de dentro ver o que ocorria na intimidade com Ivani e Paulo. De início Ivani questionava Paulo sobre a caixa, conferia, desconfiada e via que era mesmo para guardar mudança, deixou assim por dias até ela não questionar mais.
Em determinado dia aconteceu o esperado, cheguei antes no apartamento, fiquei preparado para ficar dentro da caixa e Paulo foi buscar Ivani. Ao entrarem no quarto, Ivani estava completamente nua e oferecida para ser possuída por Paulo. Ver Ivani trepando com Paulo era humilhante no sentido da forma que ela se entregava a ele, da forma que ela cavalgava naquela pica e os beijos ardentes que dava nele, ela se entregava totalmente, algo nem próximo do que realizamos. As gozadas intensas que Ivani dava e contorcia no pau dele, me deixavam dentro da caixa com o pau explodindo vendo tudo de forma privilegiada. Na pausa da transa Paula voltava a comentar sobre ser um trisal, Ivani ficava brava, Paulo voltava a provocar dizendo:
-"Então seu namorado vai ficar mesmo no papel de corno ?"
-"Sim , vai ficar, estando comigo saberá que será corno, assim como sua mulher." dizia Ivani com a voz de irritada.
Paulo não gostava de sentir ameaçado e rebatia, o clima esquentou e ela saia largando falando sozinho. Estando seguro e porta trancada, eu saia da caixa
-"Essa é a verdadeira personalidade de sua namorada." relatava Paulo chateado.
A parte humilhante em ter visualizado Ivani transando com Paulo, durante a noite eu comia muito melhor Ivani em minhas punhetas, do que com ela fisicamente, o desejo de submissão, corno e voyer dominavam meus pensamentos quando me mastrubava pensando nela em em Paulo.
Era passar dias e tudo voltava ao normal, eu e Paulo conversamos diversas formas de converter a relação para trisal e certo dia cheguei no apto e estava Paulo e Elias um homem negro na mesma faixa de idade, Paulo comentou que tentaria algo desta vez com uma terceira pessoa, não temos nada a perder.
-"Será que ela vai curtir?" perguntou com Elias colocando o pau para fora
Era uma bela rola preta, mais comprida que a de Paulo e menos grossa, acabamos brincando com ele. Na cama enquanto chupava o pau de Paulo, Elias me comia de camisinha, me contorcia todo quando enterrava até as bolas, com liberdade me chamava de "corno gostoso", falava para eu sentir que a minha namorada ia levar na buceta, perguntava se ela ia gostar.
Logo Paulo vinha me comer e ficavam ambos alternando em meu cu, houve até a cogitação se eu aguentasse uma DP anal, claro que neguei, mal aguentava o pau de Paulo sozinho com dois seria rasgado, comentei.
Logo Paulo vinha me comer e ficavam ambos alternando em meu cu, houve até a cogitação se eu aguentasse uma DP anal, claro que neguei, mal aguentava o pau de Paulo sozinho com dois seria rasgado, comentei.
Seguindo os dias, eu dentro da caixa no apartamento, Elias no quarto nu, chega Paulo com Ivani, rolam as preliminares na sala, e Ivani entra nua para o quarto dando um grito ao ver Elias nu, Paulo acalma ela e sugere o trisal sem o "corno do namorado" , preparava ela dizendo em realizar o desejo próprio de ter o prazer em uma DP, porém a reação não foi das melhores
-"Você tá pensando que sou vagabunda? " , "Não é por que eu seja sua puta você fará o que quiser comigo."
Paulo tentava acalmar ela, porém de forma escandalosa, algo que ninguém gosta, dava a impressão que até os vizinhos estavam escutando, Ivani ia se vestindo e o pau comendo solto sobre ameaças. Esse dia foi tenso que não rolou nada, e ainda por cima sobrou a noite para mim como um pára raios, ouvindo ofensas que nem para mim eram.
Passava alguns dias e Ivani voltava as pazes com Paulo e desta vez ela queria por em prático o trisal me envolvendo na história, foi então que Paulo sugeriu um dia Ivani sair comigo toda recheada com a porra de Paulo, insinuando estar com muito tesão e ir me testando na cama até apresentar a proposta.
Na caixa após ter presenciado a transa quente de Paulo com Ivani, Paulo gozou duas vezes dentro dela com risos e zombarias de Ivani a minha pessoa com Paulo.
-"O corno vai limpar tudo e querer mais achando que é meu orgasmo." dizia Ivani rindo. e Paulo completava.
-"Depois que ele gozar em você, faça-o limpar e veja a reação dele, se houver aceitação vai adestrando ele ao papel de corno."
Ambos tramavam o combinado me tratando como ingênuo, sem experiência e não saberia diferenciar orgasmo feminino de um masculino e conforme combinado, minutos depois a peguei no banco, ela falava de forma insegura, me beijava, meu amor daqui , ali, aquela ladainha. Perguntei que íamos fazer e ela foi objetiva:
-"Estou num tesão fora do comum, podemos ir no motel se tiver afim..." dizia com a maior cara lavada.
No motel, eu a esperava nu na cama, enquanto se preparava no banheiro, saindo toda radiante de calcinha sem o sutiã, vindo para a cama toda dada. Eu a beijava, a chupava, fazia a preliminar sem levantar suspeitas, tirei sua calcinha ensopada de porra, ignorando os detalhes, mas estava visivel, chupei seus lindos e adoráveis pézinhos, e fui subindo pelo tornozelo, coxas, virilha até cair de boca em sua buceta, que escorria porra farta de Paulo, a chupei por completa, ela disfarçava citando que estava ótima a língua que estava se molhando toda em orgasmos.
Eu pensava, "Muito filha da puta essa vadia", eu subia, a beijava com a cara toda lambuzada de porra, não se restringia e beijava loucamente, estava bem volupiosa, trepei gostoso nela, larga, não demorei acabei gozando e assim ela dava na pausa em questionar sobre desejos e fantasias. Ríamos do tema, me questionava desejos, fantasias, eu só dizia que não tinha nada em mente e ia pondo palavras em minha boca, tipo eu transar com duas mulheres, e depois contestava que eu não dava conta de uma imagine de duas. Mas foi objetiva que tinha um tesão enorme de realizar uma DP , ser possuída na buceta e no cu ao mesmo tempo.
Eu pensava, "Muito filha da puta essa vadia", eu subia, a beijava com a cara toda lambuzada de porra, não se restringia e beijava loucamente, estava bem volupiosa, trepei gostoso nela, larga, não demorei acabei gozando e assim ela dava na pausa em questionar sobre desejos e fantasias. Ríamos do tema, me questionava desejos, fantasias, eu só dizia que não tinha nada em mente e ia pondo palavras em minha boca, tipo eu transar com duas mulheres, e depois contestava que eu não dava conta de uma imagine de duas. Mas foi objetiva que tinha um tesão enorme de realizar uma DP , ser possuída na buceta e no cu ao mesmo tempo.
Questionei se tinha alguém em mente, e respondeu direta:
-"Você aceitando, tem meu cliente Paulo que me parece aceitar." "Vai conceder em realizar meu desejo?"
Concordei não imediatamente, fiz ressalvas que era uma fantasia a se realizar, que não concordava em dividi-la, valorizei Ivani e ela sabia e concordava. Era muita cara de pau, eu percebia os seus olhos brilhando em saber que estava com o certificado de "corno" nas mãos dela para me entregar.
Ivani encenou bastante para ser convincente, demorou uns 20 dias para ocorrer, durante esse tempo eu continuava presenciando a transa de ambos pela caixa, Ivani relatava:
-"O corno nem percebeu, chupou-me toda recheada e nem percebeu..." risadas
e sendo ora outra comido por Paulo:
-"Bem que poderiam se casar, comeria fácil vocês dois...."
(*) Ela não escutou atenta "comeria fácil vocês dois"
Essa fala de Paulo, já tinha ouvido antes, era algo que parecia fixar na mente, "se casar e ter um fixo para ambos"
Paulo sempre surpreendia nas pegadas, nos sussurros de sacanagens ao pé do ouvido ....
O dia prometido chegou, apresentações como se fosse a primeira vez, todos com a maior cara de pau. Barzinho, conversa, objetividade e fomos para um ambiente neutro preparado por Paulo, já estava tudo acertado, era chegar , realizar.
Ivani com muita timidez em minha frente se controlava para não fazer merda e entregar o que imaginava eu não saber. E foi ela que começou a dar as cartas, tirando a roupa de forma sensual. Se despia como se realizando um strepetease, tão logo fomos nos despindo Ivani nos coloca lado a lado se ajoelhando e punhetando ambas as rolas, até que cai de boca na rola de Paulo e alternando com a minha, quando as picas estavam em ponto de bala Ivani humilhava me comparando o tamanho do dote de Paulo com o meu.
-"Pau pequeno fica com o anal." dizia Ivani me descartando e subindo para cima de Paulo aos beijos em minha frente.
Deitada na cama, abrindo as pernas pedia para eu chupar sua buceta
-"Me deixa molhada para eu aguentar essa rola".
Eu chupava enquanto ela dava altos beijos com Paulo, nitidamente descartado e corno assumido diante de ambos. Paulo assumia o papel de Macho Alpha, me chamando para um beijo tri em seguida colocando a rola na boca de Ivani e eu chupando pelas laterais com Ivani.
Sem contestações a pegada caminhava, Paulo sentando na cama trás Ivani para seu colo deixando a pica dele e a buceta em minha visão, Ivani segura o pau e se posiciona para sentar nele, vou ao encontro ajudando com a mão segurando o pau enquanto Ivani abre a buceta e logo a rola começa a entrar, Ivani agarra em meu pescoço, começa a me beijar e agradecer pelo momento, obrigada meu amor, que delicia de fantasia, tão logo com a mão vai abaixando-me para chupar sua buceta com o pau dentro.
Nossa a Ivani incorporou uma puta nessa dia, Paulo na sacanagem fazia seu pau sair e entra na minha boca e eu colocava dentro da buceta dela. Paulo virou Ivani para ele a fazendo cavalgar em seu pau, abria sua bunda e sinalizava com o dedo para eu ir pra cima. Cai de língua no cu de Ivani, curvou a espinha de tamanho tesão, xingou ambos de filha da puta, seu tesão foi para outro patamar, percorrendo a língua em seu cu, tão logo pedia rola de tamanha dilatação, Paulo arrombava muito essa mulher, coloquei a camisinha toda lubrificada e a pica só deslizou a dentro sem esforço, Ivani urrava loucamente, Paulo a chamada de puta deliciosa e dava uns tapa suave em seus rosto, me sinalizava para apimentar, eu chamava de vadia de rabo gostoso, não demorou muito, Paulo enchia a buceta dela de porra, ela urrava de orgamos e eu gozando no cu dela.
Foi algo surreal relatava Ivani, rolou um repeteco e fomos embora, e se vocês acham que a volta foi maravilhosa, engano de vocês, Ivani voltou descascando o abacaxi e se vitimizando que eu não a amava e tinha concordado em ter outro homem com a gente.
Sem contestações a pegada caminhava, Paulo sentando na cama trás Ivani para seu colo deixando a pica dele e a buceta em minha visão, Ivani segura o pau e se posiciona para sentar nele, vou ao encontro ajudando com a mão segurando o pau enquanto Ivani abre a buceta e logo a rola começa a entrar, Ivani agarra em meu pescoço, começa a me beijar e agradecer pelo momento, obrigada meu amor, que delicia de fantasia, tão logo com a mão vai abaixando-me para chupar sua buceta com o pau dentro.
Nossa a Ivani incorporou uma puta nessa dia, Paulo na sacanagem fazia seu pau sair e entra na minha boca e eu colocava dentro da buceta dela. Paulo virou Ivani para ele a fazendo cavalgar em seu pau, abria sua bunda e sinalizava com o dedo para eu ir pra cima. Cai de língua no cu de Ivani, curvou a espinha de tamanho tesão, xingou ambos de filha da puta, seu tesão foi para outro patamar, percorrendo a língua em seu cu, tão logo pedia rola de tamanha dilatação, Paulo arrombava muito essa mulher, coloquei a camisinha toda lubrificada e a pica só deslizou a dentro sem esforço, Ivani urrava loucamente, Paulo a chamada de puta deliciosa e dava uns tapa suave em seus rosto, me sinalizava para apimentar, eu chamava de vadia de rabo gostoso, não demorou muito, Paulo enchia a buceta dela de porra, ela urrava de orgamos e eu gozando no cu dela.
Foi algo surreal relatava Ivani, rolou um repeteco e fomos embora, e se vocês acham que a volta foi maravilhosa, engano de vocês, Ivani voltou descascando o abacaxi e se vitimizando que eu não a amava e tinha concordado em ter outro homem com a gente.
Foi um estresse muito grande com Ivani se vitimizando, agredindo verbalmente de frouxo e vacilão, deixando outro gozar na mulher dele e eu próprio a comendo de camisinha, aí pegou pesado quando afirmou: -"É um verdadeiro corno."
E isso tomou uma proporção familiar desconhecida, sua prima Valkiria, casada sabia de tudo que estava rolando e quando nos encontramos veio com uma piadinha "muuuu" que logo justificou aos risos que não seria comigo e sim a vaca da prima dela (Ivani) . Nesse mesmo dia Ivani pedia que queria realizar tudo novamente e que antes queria sair sozinha com Paulo
E isso tomou uma proporção familiar desconhecida, sua prima Valkiria, casada sabia de tudo que estava rolando e quando nos encontramos veio com uma piadinha "muuuu" que logo justificou aos risos que não seria comigo e sim a vaca da prima dela (Ivani) . Nesse mesmo dia Ivani pedia que queria realizar tudo novamente e que antes queria sair sozinha com Paulo
-"Adianta dizer não para você?" perguntei
-"Ainda bem que entendeu e não precisamos mais discutir."
E assim foi Ivani começava a sair declaradamente com Paulo, "corno assumido" dito por ela, e mensalmente, às vezes quinzenalmente saíamos trisal. Nessa fase estava chupando a buceta de Ivani recheada de porra, chupando a rola com ela, tomando porra com ela, estava tudo magnifico sem reclamações, e tinha o seguinte, depois dos atos, nada se falava do corrido. Da mesma forma que Ivani saia com Paulo eu e Paulo nos relacionamos também sem o conhecimento de Ivani.....
Nas fases de menstruação de Ivani, Paulo começou a ser mais ousado comigo, inicialmente começou pedindo em eu usar calcinha para ele, depois foi calcinha e meia fina até chegar a calcinha, sutiâ e meia fina e nessas pegadas, Paulo eleva ao máximo sua performance me possuindo como se fosse Ivani, proporcionando um prazer sempre além, acredito que iremos mais longe....
...até certo dia em que estávamos e trisal, 18 meses de relacionamento desde que conheci Ivani, Paulo tinha enchida a buceta dela de porra, tirou a rola da buceta e chupei limpando tudo, ficando dura novamente, enquanto Ivani se recuperava dos orgasmos intensos, Paulo me deitou colocando Ivani em meu rosto escorrendo toda a porra e ambos trocando beijos e carinhos, Paulo levanta minhas pernas deixando Ivani segurar e começa a me bolinar com os dedos meu cu, até esse momento Ivani ria da situação, esfregando a buceta toda lambuzada em meu rosto.
...até certo dia em que estávamos e trisal, 18 meses de relacionamento desde que conheci Ivani, Paulo tinha enchida a buceta dela de porra, tirou a rola da buceta e chupei limpando tudo, ficando dura novamente, enquanto Ivani se recuperava dos orgasmos intensos, Paulo me deitou colocando Ivani em meu rosto escorrendo toda a porra e ambos trocando beijos e carinhos, Paulo levanta minhas pernas deixando Ivani segurar e começa a me bolinar com os dedos meu cu, até esse momento Ivani ria da situação, esfregando a buceta toda lambuzada em meu rosto.
Paulo colocou uma camisinha e meteu a rola em mim na frente de Ivani, azedou tudo, Ivani surtou aos berros, me assustei de início sem entender até que começou:
-"Aceito homem corno, frouxo, menos viado, bicha" surtava Ivani
-"Eu tenho cu filha da puta, não precisa comer viado." Disparava para Paulo
Foi literamente foda e bombastico, Ivani não tinha "termo de confidencialidade" em sua personalidade, saiu batendo porta, semi nua e berrando, não quis falar com nenhum de nós, se vestiu e foi embora. Mas no dia seguinte já tinha um burburinho rolando com Valkiria querendo saber se era real essa coisa de "bissexualidade" perguntava meio aos risos. Só comentei que a Ivani falou, ela é louca e não dava para conversar nada, fiquei sem graça e desmentindo, disfarçadamente jogando como algo que tenha aborrecido e fica jogando palavras ao vento e nisso deixei Paulo a par da situação, me acalmou dizendo que ia resolver.
Ivani surtada queria por a boca no trombone falando para o bairro (amigos) que além de corno era viado, Paulo interviu com o fim do relacionamento, se comentar algo acaba definitivamrnte, não tem mais volta, chamou de infantilidade e não aceita as coisas sem uma conversa ou entendimento. Relatava que pelo que vinha acontecendo não seria nada demais e sim mostrar a ela que comendo o namorado, era para ele sentir o prazer que a amada tem na pica do amante (foi algo parecido assim) . Com certa paciência Ivani voltou atrás, acabou o namoro comigo, não pediu desculpas e volte e meia quando nos encontramos pela rua, ela mudava de lado da calçada ou voltava para trás.
A conversa entre nós havia se encerrado, porém Valkyria não convencida partiu para cima e a caça, colocando-me me xeque "ou você sai comigo ou você é viado" , era a ameaça verbal que realizava. Sai com Valkyria e não me arrependi, pelo contrário, mesmo não sendo o meu tipo de mulher, ela conduzia gostoso as preliminares, chupava com vontade meu pau e elogiava o dote, percorria a mão em minha bunda e dizia:
A conversa entre nós havia se encerrado, porém Valkyria não convencida partiu para cima e a caça, colocando-me me xeque "ou você sai comigo ou você é viado" , era a ameaça verbal que realizava. Sai com Valkyria e não me arrependi, pelo contrário, mesmo não sendo o meu tipo de mulher, ela conduzia gostoso as preliminares, chupava com vontade meu pau e elogiava o dote, percorria a mão em minha bunda e dizia:
-"Não quero saber se gosta de dar a bunda ou não, fique tranquilo, eu amo bunda de homem, tenho tesão." (risos)
-"Macho gostoso que sabe foder ....." gozava loucamente e levantou meu ego como ótimo comedor.
Valkyria relatava que o alarde todo seria por querer ficar com Paulo e ele sendo casado era um problema, pedia para eu ficar tranquilo que com uma pegada dessas, não tem nada de veado....
Sugeriu sairmos outras vezes, seu casamento a deixava carente de pegadas ardentes como realizadas, sai umas 3 vezes e depois se mudou para o litoral, nunca mais nos encontramos.
Sai com Paulo algumas outras vezes, conversamos do que ocorreu e a estabilidade emocional de Ivani, foi desagradável o que ocorreu e Paulo sempre foi uma pessoa de conversar, orientar, desencanar.
Em resumo: Paulo atualmente (2026) continua casado, transa com Ivani sempre que desejar, ocorreu dela querer ficar grávida de Paulo, ocorreu uma retração no relacionamento, Paulo ficou mais ausente e com o tempo voltando como era . Ivani nunca se relacionou com outra pessoa depois de mim e se dedica totalmente à relação paralela que tem com Paulo. O apartamento que usávamos na época passou a ser de Ivani, uma vez que a esposa de Paulo não tinha conhecimento da propriedade.
Ivani poderia não ser do meio fetichista, mau sabia que era uma poderosa rainha, tinha meios de domar, só desconhecia o seu poder, poderia ter ido muito além. Mulher de transparência, teve alguns namorados antes de mim, intimamente depois de Paulo, somente eu, mantendo fidelização ao Macho Alpha Comedor Paulo.
Paulo, o verdadeiro Macho Alpha. Impõem transparência, respeito, jogava aberto e declarado, digno de total respeito.
A RAINHA ( Ivani) E SEU MACHO ALPHA ( Paulo ) (*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET
























Puta que pariu que relata delicioso.
ResponderExcluirEu não sei se eu fico com raiva isso eu fico com tesão kkkkk
Eu acho que faltou um pouco de maturidade para a Ivanir ser uma puta de uma rainha.
Essa parte da caixa, achei sacanagem, observar a mulher que ama transando assim escondido, eu acho que eu não teria esse número para isso.
De tudo que eu vou relatar, o prazer e a vivência foi o mais valioso, restante foi apenas consequência.
Com certeza deve ter vale a pena a experiência.
Fiquei em ambas situações. Paulo foi muito , mas muito sincero e amigo em contar e expor situação na mesa. Tinha tudo para fluir bem, mas como disse Imaturidade e ameaças não são boas companhias.
ExcluirInfelizmente meu caro amigo, as pessoas perdem por ser imaturas, eu concordo com você ninguém vive bem sob ameaças. Ao meu ver pessoas que sobrevivem dessa forma, não possuem argumentos próprios e necessitam desse tipo de argumentos para conseguir o que quer
ResponderExcluirAmeaçou uma vez, e foi a última, sem chances de retorno. A vida vira chantagem, isso não é saudavél
ExcluirCaralho que relato doido, gostoso mais doido , fiquei até com pena do Edy o cara arrumou uma namoradinha gostosa ,depois descobre que tem alguem comendo a bundinha dela , ai o filho da puta que come a namorada dele vai la e come ele tambem ,porra é isso mesmo que li ?teria eu fumado um baseado estragado kkkkk, o Edy nasceu pra ser corno,o cara chama ele e confessa que ta comendo a namorada dele ,meu amigo se fosse comigo isso não tinha acabado bem ,na minha juventude eu era explosivo violento kkk muito ciumento e até possessivo, ja tive meus momentos de comedor ,sim tive umas putas que comi fora do meu casamento ,, ( que minha rainha nunca leia isso )e anos depois de bancar o alpha comedor me vejo querendo ser um corno manso , desde novo sempre fui encantado pelas garotas mais dadas , fogosas , com minha mulher foi diferente queria ela santinha toda certinha e assim ela se fez pra mim , hj quero desconstruir o fiz na cabeça dela, sei que a podei muito, hj sonho ela solta, puta ,vaidosa poderosa ,me chamando de corno e me enchendo de chifres , que cada chifre que coloquei nela ela me devolva multiplicado por 10 ,por mil,
ResponderExcluirJa o Edy foi diferente ,ja entrou de cabeça na putaria e te apresentou esse mundo gostoso ,apesar de eu não gostar desse negocio de bisexualidade ,eu adimiro ele por sempre se permitir sentir o tesão de ter uma puta como companheira e nunca viver de aparências para a sociedade , querendo uma santa e no fundo amando as putas ,sum se gosto de putas é isso que quero que minha mulher seja , basta ela querer , aquele lance dele se esconder em uma caixa deve ter sido exitante escondido vendo sua amada ser puta de outro macho ja me imaginei em uma situação parecida ,escondido em um armario enquanto minha esposa da a buceta dela para algum comedor safado a imaginação de um aspirante a corno viaja muito ,
Edna estou ansioso por mais relatos seus ,
Queria ler relatos de quando nasceu seu segundo filho epoca que vc diz que realmente se tornou uma hotwife
Um forte abraço para vc e para seu marido corno Edy
Jamil, esse relato é do passo de Edy. E sim, foi real, conheci Paulo muito tempo depois e afirmou tudo que esta escrito. Aliás o passado de Edy é pior que o meu rs rs rs rs . Vale lembrar que Edy era inexperiente na época, quando o conheci, peguei rodado, determinado, experiente e tinha outra visão, desejos. O posto de Hotwife é algo que requer experiência, um sincronismo que é lapidado, entre muitas variáveis. Bjs Jamil, Obrigada pelo relato, logo novidades em novas publicações. (*) Não quero ficar dando spoiler .
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