INSACIÁVEL SOGRA

Conforme relatei, estava vivenciando a Lei do Contra - "Quando você está com uma pessoa, chove pessoas querendo estar com você e quando está só, não aparece uma alma viva."

Não me recordo como conheci ou fui apresentado a Rita, uma jovem virgem na mesma faixa dos 23 anos. Era uma pessoa agradável de conversar, mas não tinha a química que nos conecta. Se Edna eu considerava ingênua, Rita era mais ingênua ainda, uma "pata choca" vamos dizer assim.


Sem malícia, muito inocente, dava dó até de brincar com conversas básicas que nos fazem rir porque ela não entendia nada. No segundo dia que a encontrei, a levei para casa e nesse dia conheci a família toda.

Seu pai muito gente boa, paparicava Rita por demais, seus irmãos mais novos  e sua mãe Luiza, uma mulher nova pelo monte de filhos.

Chamava Rita para ajudar com as tarefas de casa e ficava de prosa comigo, seu marido se aproximava e já o colocava para fazer algo e nos deixar mais a sós, um verdadeiro interrogatório, tipo achando que estava namorando ou se aproveitando de Rita e planejando quando se casar. 
OPA !!!  Ia começar a falar e Luiza advertiu: "Se me chamar de Dona vou ficar chateada."

Claro que escapou algumas vezes durante a conversa em chamá-la de Dona Luiza e pedia desculpas, dizia ser como forma de respeito. Até ai não me arranhava  e seguia a conversa explicando que era somente amigo, conversando e etc.

Acreditem, afirmavam que Rita era virgem, mencionaram diversas vezes na conversa, pareciam empurrar a garota para se casar logo. 

Percebia que Luiza era o homem da casa, mandava em todos, marido não tinha voz ativa para nada. via Luiza muito oportunista visando futuro da filha e dela mesma.

Voltei a encontrar Rita outras vezes, citava elogios de seus pais por mim. Com Rita seria somente amizade, não rolou beijos, a pouca aproximação que tentou ocorrer de minha parte era como se fosse um crime ou pecado mortal, uma verdadeira na puritana. Em uma nova oportunidade a levei para casa, chegando lá a coisa mais bizarra ocorria. Luiza saindo pelo portão toda produzida, tirando Rita do carro, me alugando como taxista para levar ela em algum lugar ( não me recordo qual ) tudo de forma atropelada e estabanada, não pedia, simplesmente ordenava.

Dentro do carro, Luiza se comportava abusada, atrevida, acelerada e mandona como se eu fosse da família. 
-"Você já tocou em Rita? Já a beijou? "
Foi algo assim que perguntou pelo caminho, Respondi que respeitava as vontades dela, era muito restrita, impedia aproximação...

Fui interrompido com Luiza subjugando a própria filha, uma polenta, mongolóide e assim ia e de forma descarada...
-"Você me acha gostosa? Você tem cara de safado ,sabia? "


Parei o carro muito puto no local determinado , Luiza ficou olhando de dentro do carro para a residência toda fechada, pediu para irmos embora e iniciou um bate boca caloroso que terminou em um motel. 

(*) Faz muito tempo o ocorrido, não recordo 100% dos detalhes de como acabamos no motel (risos) certeza que não foi abdução ( risos ). Luiza é um tipo de mulher insaciável, desafiadora. Vou colocar o nome do marido de "Leandro", pois para nós (eu e Edna) em todas nossas experiências a maioria dos maridos traídos / cornos se chamavam Leandro.

INSACIÁVEL SOGRA, SOGRA INSACÍAVEL
No motel o relacionamento com Luiza parecia ser de muitos tempos, e estávamos lá aos beijos e muito sexo, sexo selvagem.

Uma autêntica boqueteira, deixou meu pau em ponto de bala, deitou na cama e mandou eu fuder ela. 

Luiza ordenava mamar em seus seios, reconhecia estar um pouco derrubado dizia ela.  Justificava  que dava de mamar para muitos homens além de amamentar os filhos.

Em seus orgasmos citava: "Leandro você é muito cornoooo!". Excitava demais, socava mais forte, proporcionando mais orgasmos.


Mudando de posição e cavalgando na rola, urrava de prazer e falava para não gozar dentro, não tinha como o "corno" assumir mais um filho. 

Com Luiza saciada e mais calma eu questionava se ela tinha tomado alguma droga para ficar desse jeito. Respondia sempre de forma grossa e rude, não tinha o lance de romantismo e sedução,  é nas regras dela.

Grosseiramente negava ter tomado algo, simplesmente gosto muito de sexo.
Nesse intervalo, Luiza citava que eu seria um ótimo genro amante, que ela mesma saciaria o que sua filha Rita não seria capaz, sustentar um homem com prazer e muito sexo. Em rápido raciocínio , Luiza era bem doida e com parafuso solto.

Perguntei sobre seu marido, e sempre  de forma rude, citava ser um corno ciente, frouxo que não sacia a esposa, precisava buscar homem fora para se sentir completa.

Luzia me virou para ficar com as costas para cima, subiu em minha bunda e massageava meus ombros,  falava que estava tenso demais, tenso porque pensava e falava demais assim dizia. Sabia realizar uma massagem e por um momento saio de cima, fuçou sua bolsa, esparramando as coisas na cama até achar um frasco citando ser muito bom para fazer massagem. 

Ohhhh nossa essa massagem me recordo até hoje, dos ombros foi descendo até a lombar, Luzia percorria suas mãos besuntadas pela minha bunda, coxas e sem esperar, deitou em cima de mim, subindo uma de suas mãos no meio de minha bunda, com facilidade, seu polegar se adentrou em meu cu, travei !!!! 


-"Relaxa putinho!!! Já entrou e sou desencanadaaaaa.....  entrouuu agora foi tudo!." 
Não resisti, relaxei e seu polegar foi todo para dentro. Tão logo perdeu resistência, Luiza foi inspecionar, abriu minha bunda ....

-"Que puto arrombado!!" 
-"Não precisa esconder que já brincaram nesse anel." - completava 


Eu ficava meio sem jeito, Luzia entrou com dois dedos, pediu para relaxar e começou a massagear, proporcionava  uma masturbação prostática. Provocava e estimulava induzindo situações.  Pedia para eu ficar de quatro, relaxar, curtir, citava ter trabalhado com enfermagem e sabia muito bem o que estava realizando. Tão logo pegou meu pau e colocou para trás fechando minhas pernas.

Citava que eu era outro frouxo igual Leandro, comecei a ficar com o pau pingando e duro como rocha.  Luiza percebia e  induzia ser um homem comendo minha bunda, citava que eu desejava naquele momento um pau gostoso no meu rabo. Pedia para confessar minha vontade, eu ficava na minha. 

Luiza me deitou de frente para ela, mandou um tapa em minha cara, me chamando de verme inútil, voltando com os dedos em meu cu. Sem falar, senti ela inserindo mais um dedo, não ficando confortável quanto antes, retirou ficando com os dois dedos indo fundo  até que urrei com um gozo inesperado. 

Foi uma gozada dupla, parecia ter mijado na cama, Luiza continuou mais um pouco, acabei expelindo um pouco mais de porra de forma tímida. Luiza ria dizendo:
-"Não goza comigo, goza por meus dedos."


Tão logo meu cu expelia seus dedos para fora. Fiquei muito estranho, esgotado, internamente meio dolorido, queria um banho. Caminhei meio atropelado, chamei Luiza para acompanhar. No banho Luiza parecia mais amigável, estava observadora, queria saber de minhas experiências íntimas, contei algumas no formato do perfil dela. Pegou no meu pau perguntando se tinha fogo para ela, até tentei fazer o danado ficar duro, sem responder me chamou de frouxo e foi saindo do banho. 

Retornando ao quarto, Luiza estava somente de calcinha, ordenava eu sentar na cama, virou com um cinto de castidade na mão, sem permissão foi colocando em mim, observava suas ações. Depois de inserido, pediu para dar uma caminhada observando.

Luiza, não era adepta de fetiches, realizava por curiosidade, por impulso e prazeres entre outras que ainda desconhecia.  

Achei que íamos ficar até o final do período, Luiza se vestia e pedia para eu agilizar. Comentei do cinto de castidade e grosseiramente falou que ficaria com ele até quando desejar.


Gelei, questionei, era ignorado. Saímos de lá e voltamos a casa que paramos de início, desta vez um carro na garagem, Luiza pediu para acompanhá-la. 

Um homem negro alto, aparece, se apresenta, Mauro seu nome. Luiza o beijou,  falou algo em seu ouvido, olhou para mim e ria dando uns tapas no ombro, convidando para entrar fechando o portão em seguida. 
Luiza entrava na casa como se fosse moradora, eu e Mauro ficamos na sala numa conversa tímida até Luiza me chamar. Mauro sinaliza para eu ir, fui meio cauteloso, e em um cômodo Luzia estava somente de calcinha e sutiã, pedindo para eu ficar nu. 

Neguei e levei um puta tapa na cara com vontade de revidar, Luiza transformada deu outro tapa na cara advertindo nem ser louco de revidar e muito menos sair.

Me puxou pela camisa, sussurrou:
-"Vai ser meu "corno" , será o meu marido frouxo." 

Dizia com um olhar de possuída. Estava diante de uma mulher revelando  dominadora, só não conhecia o terreno que estava a trilhar. Luiza citava ter potencial para o tipo de homem que desejava estar junto a suas realizações íntimas.
-"Seja meu corno, meu submisso e capacho marido de mentirinha, seja Leandro nesse momento." finalizava

Essas falas fizeram meu pau crescer na minúscula gaiola. Luiza sabia como fluir tesão,  eu tinha  prazeres adormecidos de um passado desconhecido sem conhecimento dela. Estava diante de uma mulher hábil e sem rótulos, tipo prazer por impulso e intuição. 

Mauro entra no quarto, observa a cena toda. Em uma conduta experiente, conversa comigo explicando o relacionamento dele com Luiza. Descreve desejos entre outras fantasias, pegou minha mão e colocou em seu pau grosso e duro. 
-"Você já aceitou, precisa se convencer do que mais?" - questionou

Gaguejei, pensava rápido, e comentei dizendo para não se ofenderem, era muita promiscuidade e risco, não os conhecia...
Mauro me interrompia, 
-"Realizamos exames constantes, tenho a mesma preocupação sua e conheço muito o passado de Luiza, fique tranquilo."  e  pegava os exames na gaveta mostrando, questionava se poderia confiar em mim também. 


Dizia que sim e compartilhava de situações  preventivas, Luiza cortava a conversa querendo por as coisas em prática.  Meteu outro tapa em meu rosto, ordenando ficar no canto do quarto vendo a cena toda se moldando. 

Mauro namorava Luiza na cama, volte e meia ambos olhavam para mim, o pau querendo ficar duro, me controlando. Mauro  abre as pernas de Luiza expondo toda sua buceta e pede para eu se aproximar. Pega por meus cabelos, ordenando a chupar a buceta dela, tão logo seu pau vinha junto e Luiza empurrava minha cabeça para chupar aquela rola grossa e negra. 


Chupar aquela rola preta dava mais tesão do que chupar a buceta de Luiza, tão logo Luiza se posicionou de quatro, Mauro me fez chupar a buceta dela que já estava toda molhada.  Pedia para eu  abrir e foi enterrando aquela rola, meu pau queria explodir dentro da gaiola presenciando aquela realização, ouvindo Luiza gemer e desmoralizar como homem diante de Mauro.
-"Olha bem seu corno, olha bem como é fuder e realizar sua mulher." Citava Luiza aos orgasmos intensos. 

Mauro, socava aquela tora, Luiza chorava, urrava e pedia mais. 
-"Leandro seu frouxo, corno !!"  eram algumas ofensas direcionadas ao marido e a mim

Meu pau inchado dentro da gaiola, pingava. Somente percebi porque Mauro ficou vendo a  situação que me encontrava. 
Mauro deitou na cama, colocando Luiza de lado, abriu as pernas dela voltando a socar. Mauro ordenava chupar a buceta dela com seu pau dentro. Eu chupava em pontos sensíveis de uma mulher, em seu grelo. Luiza alucinava e se contorcia no pau de Mauro, eu vivenciava o momento e o sonho, o sonho de Edna numa transa dessas.  


Acordei do sonho levando uma parte do gozo de Mauro no rosto, seguido pela mão de Luiza para chupar ambos. Aroma forte do leite de Mauro, degustei sem  restrições. Luiza ficava aos beijos com Mauro e comentando sobre eu ser o "corno" ideal para novas experiências. 

Luiza se levanta, sem tomar banho coloca a calcinha, e começa a se vestir. Parecia adivinhar que ia questioná-la  
-"Sim, vou assim para casa para o real "corno" sentir o cheiro de homem que realiza a mulher dele."
-"Sim, pode gozar dentro porque é vasectomizado."
-"Sim, você não é homem suficiente para saciar-me, se Rita tiver o mesmo fogo que eu, já sabe seu destino."

Concluía Luiza olhando para Mauro.

Pedi as chaves do cinto de castidade
-"Quem disse que você vai embora comigo? Quem disse que acabou?  disse de forma alterada sentando outro tapa em meu rosto, e olha que esse ardeu muito.

Deu as chaves na mão de Mauro com olhar malicioso. 
-"Já preparei o caminho para você." em seguida beijando Mauro que foi acompanhando até portão. 

Com a casa toda trancada e com Mauro, até então desconhecido para mim. Fomos conversando e ele acalmando , relatando parte de sua convivência com Luiza e demais fetiches / fantasias. Dizia gostar de mim e querer saber de minhas vivências. Fui abrindo de forma gradual até onde podia se enquadrar com o realizado, limitando relatar  vivências mais BSDM entre outras. 


Mauro dá a chave, solto meu pau todo marcado pela contenção dentro da gaiola. Mauro orienta eu vir outro dia, recomenda estar higienizado. Adverte vir antes do retorno de Luiza, se ela perceber que passamos a perna nela, irá sobrar para ambos. 

Sozinho em casa, passou tanta besteira por minha cabeça, bati muita punheta induzindo ser Edna no lugar de Luiza.  Estava ciente que naquele dia  eu seria possuído por Mauro, despertava tantas coisas em minha cabeça. As duas primeiras noites foram difíceis de dormir. 

Estava em uma dupla decisão, encontrar com Rita  e como desculpa para ver Luiza ou ir sozinho na casa de Mauro embarcando no desconhecido. Quinze dias depois encontrei com Rita, seguiu todo o ritual, a levei para casa e a mãe dela não estava. Leandro bateu um leve papo, com cara de corno assumido, foi para dentro de casa e tão logo fui embora também. 

Virando a esquina encontrei com Luiza, parei, entrou no carro e falando acelerada, intimando de irmos para um motel. No motel Luiza realizava algo desejado que seu marido não tinha capacidade, namorar ela usada por outro homem.

O desejo e o tesão se abraçaram nesse momento, Luiza  já não mais agressiva verbalmente, moldava a uma mulher realizando desejos impossíveis.

A beijei, a chupei gozada, a comi larga, arrombada e sendo chamado de "Corno gostoso meu".
A fodi com vontade de todas as posições, gozando em sua barriga. Tão logo sem pedir a limpava toda, sua satisfação era perceptível no olhar.


Na semana seguinte repetimos, porém na casa de Mauro, em sua presença depois de ter possuído Luiza, ficou sentado na cama observando e vivenciando como se fosse Leandro a recebendo em casa.

Recheada de porra, recebia em meus braços, a beijava, chupava com a porra escorrendo em suas pernas, percorri sua buceta e depois a fodia toda larga e sendo chamado de "corno frouxo" entre outras ofensivas. 

Mauro se excitava demais vivenciando o momento, Luiza ia para o banho, Mauro vinha a mim, dando seu pau para punheta-lo e chupa-lo, sussurava me chamando de fujão e dizia que não ia escapar dele.


O pau de Mauro estava em ponto de bala para mais uma transa com Luiza, que  apreciava da porta a cena, se aproximava, beijava Mauro e em seguida já  cavalgava em sua rola. Ficava observando e muito excitado e desta vez Luiza voltava recheada e sem tomar banho, para Leandro.

Luiza cobrava firmar compromisso com sua filha, eu de forma discreta tentava fazer ela entender que Rita não me agradava a ponto de desejar namorar ela. Beijava Luiza demonstrando desejos por ela e não pela filha. Nas pausas de preliminares Luiza advertia:
-"Se desejas manter as realizações...  
...é conjunto completo, tem que estar na família. "

Eu sinalizava como "vou pensar" , estava ciente que aquilo era a maior "cilada" . Em visitas em sua casa, percebia que seria um pilar de sustento, visão de aproveitadora da situação. 

Repetimos mais vezes as narrativas citadas, ora mais picante, ora mais ousada e certo dia a situação não saiu conforme o combinado. 

Luiza transou com Mauro como sempre realizavam, sempre de forma ardente. Depois de saciada e toda gozada, Luiza ordenou ficar de 4 pela cama, Mauro levantou, veio  até mim e pincelou seu pau melado de porra em meu cu, em seguida inseriu inseriu o dedão. Luiza nos observava, se aproximou e deu uns tapa em minha bunda me chamando de fujão.


Pelo diálogo, Mauro cobrou de Luiza uma atitude  que eu não havia cumprido. Luiza conduzia a situação, abria minha bunda e observava os movimentos de Mauro com seu dedo, orientava posições e etc.

Em seguida nos conduziu para o banheiro e lá Luiza aplicou um enema em mim. Deixou eu fora do box do banheiro e tomou um banho demorado com Mauro citando humilhações a minha pessoa. Eu estava sentindo cólicas e Luiza falava que eu tinha que aguentar. 


Somente depois de vestida, retornou ao banheiro. Se despediu friamente, nesse instante Luiza declarava fim as nossas brincadeiras, autorizou a evacuação, virou as costas e foi embora, descartado como objeto. 

Do banheiro escutava pouco das conversas, ouvia risos, falas baixas somadas a risos. Higienizado e de banho tomado retornei a sala, Luiza tinha ido  embora me deixando a sós com Mauro. Percebi não achar minhas roupas e fiquei meio em desespero. Mauro pedia calma, se aproximava, abraçou-me e percorreu suas mãos com desejos. . . .


A partir desse dia Mauro passou a ser um amigo, um futuro candidato a Edna. 

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET 

2 comentários:

  1. Cada relato uma emoção nova, parabéns por nós presentear, vocês são os melhores

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