quarta-feira, 22 de abril de 2026

A DOR E O PRAZER


Quando você pensa que passou pelo inferno, por dores inimagináveis, sentido que já superou tudo de ruim . . . 
. . . amargamente amargamente o que é pior,  mais dolorido e em silêncio. 


Minha tia Lúcia vinha me advertindo de tais condutas promíscuas, alertava que minha segurança de segredos era superficial e muitas pessoas sabiam a puta e galinha que eu era, tudo tem um preço e a conta chegou. 

No bairro comecei a ficar falada na boca das fofoqueiras e alguns familiares próximo e certo fim de semana após almoço em família , todos sentados na sala, meus pais questionam Edy sobre casamento, olha para mim e respondemos que estamos melhor nos conhecendo. Gera uma pequena pausa com olhares discriminatórios.

Meu pai vem com a conversa de um amigo dele, morador do quarteirão a frente de nossa moradia. Meu pai relatava toda a história olhando muito para mim e indiretamente para Edy. 
Meu pai então narrava: 
-"Se lembra de tal pessoa que casou, filha de tal. Pois é, o casamento durou menos de 1 ano. A filha, uma mulher direita, boa dona de casa..."


Assim ia a rasgação de seda na narração de meu pai, olhando para mim, alternando para Edy e minha mãe com uma cara de poucas amizades e repreensão. Assim prosseguia a narrativa.

-". . . todos percebiam que depois do casamento o marido começou a ficar muito magro, acabado, um trapo. Apesar dos questionamentos familiares e amigos dizia estar tudo bem. Ahhhh Não passou umas semanas ele trouxe a filha de volta para o pai. Todos espantados (risos) , adivinhe que aconteceu? "  - Questionou meu pai a todos na sala. 

Cada um chutou um motivo e entre risos e brincadeiras meu pai prosseguiu revelando tal motivo.
-"Pois é, o marido segundo dizem, uma pessoa de ótimo caráter. O marido de forma sutil revelou ao pai que não era homem suficiente para saciar sua filha. O pai ficou assustado com tal motivo e a filha confirmava que o marido não estava mais dando no couro. . .  (pausa e olhares)


-". . . o marido sem querer ofender a família, citava que a filha precisava morar na zona para apagar o fogo dela ( riso tímido mantendo a seriedade da conversa) e ser corno era algo que ele não aceitaria ser. "  (silêncio na sala)


Tia Lúcia quebrou o silêncio se posicionando mulher moderna, relatava sua opinião e seu marido só observando, Edy fazendo cara de bobo alegre ( vontade de sentar a mão na cara dele, ainda depois que ouvi de seus relatos promíscuos ) . Ocorreu um pequeno bate boca entre meus pais e minha tia, meu pai nunca foi a favor dela, não gostava da modernidade dela e via como mau exemplo para mim. 

"Via como mau exemplo", porém atualmente nem tanto. Sem meu conhecimento, tia Lúcia abria os olhos de meus pais, administrando um diálogo conservador e moralista (risos) , visando sempre a união entre eu e Edy. Seria algo, passar a "batata quente" para Edy e não ter em casa uma puta insaciável como vinha sendo narrado o caso de nosso vizinho. 

No fervor da narrativa minha tia impôs  "n" possibilidades, colocando em xeque a narrativa de meu pai em vários caminhos e possibilidades.
-"Isso é a conversa de seu amigo para você." Citava Lúcia e continuava
-"Existe a versão da filha, a versão do marido e a verdade que está blindada entre o casal." - completava e olhava friamente para mim, acompanhada com o crivo olhar de meu pai. 

Citava que poderia ser desejo da filha sair com outros homens e o marido não aceitar. Quem sabe ela desejava estar em um casamento aberto / liberal. São exemplos e não confirmações, assim ia minha tia tumultuando a cabeça de meus pais.

Ficou um climão muito estranho entre todos. Nesse mesmo dia conversando na laje de casa com minha tia, nos arranhamos feio entre questionamentos, condutas  e justificativas.  Minha tia elevou o nível, classificou-me como uma verdadeira puta rampeira, com ameaça que o tempo ia cuidar de mim.


Intimou eu assumir o papel de futura esposa, mulher de família ou deixar Edy seguir seu caminho. Defendeu Edy com unhas e dentes, até o tratando como coitado.

Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
 
Pelo caminho encontrei Leandro, o corno de Cidinha. Bocó, tímido, sem assunto, o pouco que eu tentava conversar respondia monossilabicamente, tão logo vinha Sérgio, cheio de interesses, não estava afim de nada e com algumas patadas espantava ele parando de nos acompanhar. 

Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora.  Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava. 

Logo vinha Sérgio à nós falando de forma zombatória se referindo a Edy: 
-"Corno meu foi embora?"  (rindo) 

Eu não estava para conversar. Seguia em meus pensamentos refletindo o que passei na mão de Edy, vinha uma raiva profunda recordando de humilhações que passei, e recentemente as que andei ouvindo. Recordar os perrengues que vivi na mão de Edy,  submissa, cornuda e humilhada. Aquele filha da puta está aprontando e se passando de bonzinho.
Mulher com raiva é perigosa, pior ainda quando é uma  adolecente sem noção como eu. 

Sérgio do nada emendou um ardente beijo em mim, beijo que me refez voltando a realidade. Molhei-me toda com sensação de ter gozado. Edy chega estacionando, presenciando a cena que ocorreu, fiquei fragilizada condicionada submissa neste momento. Piorando a sensação Sérgio comprimenta Edy o chamando de "corno meu" , sendo totalmente ignorado, vindo ao meu encontro, empurrando Sérgio de lado. 

Edy se mostrou ser o meu Macho, independente de minha promiscuidade. Com olhar e poucas palavras desmontou as brincadeiras bestas de Sérgio, ganhou moral com Leandro e Cidinha. 


Cidinha ficou toda dada para Edy, sendo ignorada parcialmente. Não ficou de dentes arreganhados, se manteve educado e sereno, comportamento totalmente diferente dos que presenciei. 

Com a chegada de Ulisses, o amante fixo de Cidinha, rolava uma conversa entre os homens. Os quatro conversando como bons amigos, eu e Cidinha de lado com nossas conversas. 
Cidinha sussurrava em meu ouvido o tesão de homem que ela via em Edy. A conversa ficou picante em algum momento ( não me recordo de tudo, mas dos acontecimentos...) 

Entre tarde / noite, devido ao nível das conversas Edy sugeriu irmos ao bosque em São Caetano, Vila São José. (quem é da região e do final anos 90 sabe como funcionam os namoros por lá) . Edy fez questão de Sérgio ir junto depois de ver Leandro indo com Ulisses e Cidinha.  Ficou um clima estranho dentro do carro, sem falar nada, Edy fazia questão de passar as mãos em minha perna e deixar expostas a visão de Sérgio. 

Ninguém conhecia o local, os rapazes foram à padaria em frente e retornaram com umas bebidas. Guiado por Edy, rodamos internamente, as conversas rolavam, até subir em um espaço de frente à fonte central. Lá observamos o entardecer. Anoiteceu rápido e casais começaram a chegar e ocupar os espaços. 

Cidinha, Ulisses e Leandro ficaram espontaneamente em uma ponta, para minha surpresa, Edy nos trouxe para o fundo, parte mais escura e abertamente deu carta branca para mostrarmos que fazíamos pelas costas dele. Gelei, Sérgio ficou meio sem graça. Edy afrontou:
-"Quem é o "corno meu" agora? lascando um ardente beijo em mim, senti seu pau duro. 


-"Que tal aproveitar e dar dos beijos ardentes que estavam dando quando cheguei?" - intimava Edy a Sérgio
Tomei a iniciativa e beijei Sérgio percorrendo a mão em cima de seu pau. Tão logo pausei e beijei Edy novamente, senti o seu pau fora da calça. 

Voltei a beijar Sérgio, punhetando lentamente Edy, e com jeitinho coloquei o pau de Sérgio para fora. Alternando os beijos e punhetando ambos, meu desejo era abaixar e chupar as duas rolas. Edy habilidoso, com a mão dentro de minha calcinha, bolinava-me, aquecia meus desejos....


. . . desejos interrompidos com Cidinha chegando de surpresa nos assustando. Olhou admirada e foi segurando a rola de Edy sob a minha mão, sussurrou em meu ouvido: 
-"Vamos trocar os namorados um instante!" disse aos risos colocando Leandro comigo e Sérgio.

Com Leandro ao lado, rolavam beijos ardentes com Sérgio. Leandro ficava como uma verdadeira vela / candelabro ao lado observando, quem sabe passando vontade.

Pela distância e escuridão não dava para ver o que ocorria do outro lado. Não demorou, Edy chegou com Cidinha e Ulisses, descemos para uma das rampas laterais e ficamos sentados numa mureta.

Com os rapazes sentados de costas para fora e nós por dentro no corredor, continuamos nos beijos e nas punhetas. Cidinha se ajoelhou e abocanhou um boquete alternando  em Edy e Ulisses, induzida por Sérgio fiz o mesmo com ele e dividindo Edy com Cidinha. 

Vi a rola preta de Ulisses e aquilo me deu um ranço ( nada contra a etnia negra) simplesmente não conseguia ter tesão por rola preta. Gosto de pessoas negras, as respeito, mas na intimidade não rolava.

Leandro o corno bocó ficava olhando para outro lado, em tom de brincadeira, o nomeamos de vigia (risos). 

Apimentou quando Edy segurou Cidinha um instante sem eu perceber e acabei a beijando sem querer, Edy e Ulisses nos levantaram e nos colocaram de frente nos fazendo beijar, induzidas a nos acariciar, esquentou um tesão, Cidinha entrou em risos me abraçando e dizendo:
-"Que loucura estamos fazendo ! ?"


Ulisses sugeriu irmos a um motel, o inconveniente seria levar Sérgio e Leandro para casa. Sérgio assanhado se prontificou a ir no porta malas, tipo não  querendo perder a  festinha. 

Definido o motel, partimos e antes de entrar paramos os carros, Sérgio e Leandro para o porta malas. Cada carro pegou uma suíte, e lá dentro o prazer ferveu. Nua na cama com Edy, me beijava ardentemente, abrindo minhas pernas expondo minha buceta, Edy mandava Sérgio chupar minha buceta. A minha decepção com Sérgio foi enorme, sem " reciprocidade"  ,  não retribui  na minha expectativa. 

Edy caiu de boca na minha buceta, me deixou ardente e molhadíssima. Edy penetrou em mim e Sérgio ficava somente observando e se punhetando, Edy sinalizou para se aproximar e colocou o pau dele em minha boca.

Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar. 

Em uma sintonia perfeita, Edy encapou o pau, passou um gel no meu cu, estimulou com total calma ao mesmo tempo que meu tesão aumentava cavalgando em Sérgio. Senti o pau de Edy entrando com vontade, mas com jeitinho  e carinhoso, o cabeção me arrombando toda. Urrei, gozei muito, escorria pelas pernas.

Batem na porta, Edy pedi para Sérgio ir atender, se mantendo com a rola entalada em meu rabo.  Entram Ulisses e Cidinha, ambos com cara de algo mais, fiquei meio sem jeito, Edy me vira de frente para ele e continua a comer meu cu na frente de todos.

Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.

Discretamente sussurrei no ouvido de Edy que não queria rola preta em mim, e beliscava seu braço advertindo para não se empolgar.

Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.

Edy e Ulisses trocavam gestos, articularam a colocar eu e Cidinha aos beijos. Com Cidinha de quatro sendo possuída, Edy coloca eu beijando-a. 


Cidinha não beijava bem uma mulher, sentia realizar para Ulisses. Edy estimulava eu chupar os peitos de Cidinha, aos poucos se rendia ao prazer feminino com a rola de Ulisses socando ela. 

Edy tirando sua rola de meu cu, foi higienizar nos deixando a sós. Fiquei aos beijos com Cidinha, agora estimulada por Ulisses, por sorte senti Edy voltando a possuir  minha buceta.
Edy me fez sentar em seu  colo expondo minha buceta  para Cidinha chupar. 

Para minha sorte e decepção dos rapazes ela negou, dizia que beijo até aceitava, mas chupar mulher não era com ela. 
-"Amo chupar rola,  adoro macho." dizia  olhando para Edy

Ulisses, o salvador da minha pele, cortou as asas de Cidinha dizendo que não ia ver ela na rola de outro na frente dele. Isso é papel do "corno" que está na suite.

Ulisses, pediu desculpas e falou que não tinha nada contra fetiches e realizações.  Mas ver a mulher dele na rola de outro não era a pegada dele. A harmonia voltou a se restabelecer  depois desse arranha arranha.

Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem. 

Cidinha só colocava a roupa por cima,  o leite escorria pela perna, Ulisses falava para deixar assim, nos chamando para ver o que ia acontecer ao retornar à suíte.

Nos vestimos por cima e fomos juntos, de fora escutamos gemidos, abrindo a porta está Leandro levando rola de Sérgio. Se mantiveram na mesma naturalidade e a ousadia para mim foi presenciar Cidinha se exibindo toda gozada na frente de Leandro. 


Cidinha se aproximou e o fez limpar dos pés até a sua buceta. Leandro enquanto currado por Sérgio apreciava e  chupava os pés, subindo pelas pernas de Cidinha até cair de boca e se lambuzar na buceta. Sérgio gozava no cu de Leandro tirando a camisinha cheia de porra. 

Com a buceta limpa, Leandro foi tomar um banho e se recompor. Cidinha chupava o pau de Ulisses de forma provocativa olhando para Edy. Leandro retorna calado, seu jeito de ser, bem bocó. Ulisses o faz beijar Cidinha, posicionando de quatro  e levando um forte tapa na bunda. 
 
Ulisses de camisinha, vai atrás de Leandro voltando a dar outro tapa em sua bunda
-"Seu putinho safado, seu macho chegou!!" 

Entrou com a rola  até o talo que Leandro se contorcia todo. Ulisses socava 
Cidinha me chama sentando ao lado dela, abri minhas pernas...

-"Tem mais leitinho aqui...." - Cidinha falava apontando para Leandro vir me limpar


O prazer de ser limpa por uma língua era delicioso demais, ouvindo Leandro gemer nas socadas forte que recebia no rabo. 

Em íntimo momento imaginava Edy me limpando e José o fudendo. Olhava para Edy, via de pau duríssimo e Cidinha solta a pérola:
-"Tesão inrustido, tá querendo limpar ou levar rola também?" 

Edy ficou vermelho, e eu não sabia onde enfiar a cara, Edy perguntou de forma suave sem perder o clima
-"O que te faz pensar que gosto de rola ou chupar uma buceta recheada?"
 
Cidinha olhou para mim de forma interrogativa, entregava a Edy que falei demais. Edy pegou no ar que eu tinha quebrado sua confiança.

Sérgio de pau duro encosta em Edy , querendo o pegar. Edy de forma sutil recusou deixando Cidinha numa saia justa e sem graça. Ulisses seguia arrombando Leandro até tirar a rola de seu rabo e vir gozar em cima de Cidinha respingando em mim. 


Pediu desculpas a mim e a Edy, obrigou Leandro limpar o pouco que  respingou, o chamava de corno  inútil,   em seguida direcionou  limpar a rola dele em nossa frente, em seguida esfregou seu rosto na porra escorrida pelo corpo de Cidinha.

Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo. 

Observando, revivem experiências similares com Edy, a rola negra  não me agradava, não sei explicar os motivos, nunca experimentei  e me tirava o tesão. 

Retornamos para nossa suíte, nos arrumamos e fomos embora. Ficamos um tempo parados próximo a casa de Cidinha aguardando sua chegada, Sérgio se despedia indo embora e se desculpando com Edy pelos desentendimentos. 

No carro, implorava desculpas a Edy antes dele começar a surtar. Chorei, fiquei muito péssima, recordei a narrativa traumática que passou com sua ex (A RAINHA E SEU MACHO ALPHA) Edy não ficou sensibilizado, não surtou, ficou pensativo, quieto, atitudes que eram pior que eu levar uma surra. 
Tentei reverter oferecendo ele transar  com Cidinha na minha frente, pelo olhar de Edy foi a pior merda que falei. 

Edy perguntou por que eu estava com medo de Ulisses, se ele tinha feito algo que desconhecia.
Sem graça comentei a repulsa de não gostar de ver uma rola preta, achava esquisita, estranho, não agradava . . . 

Edy interrompeu minha fala rindo e me chamando  de puta seletiva  
Ligou o carro e foi até a porta de casa sem falar nada. Deu uns beijos ardentes, desceu abrindo a porta para sair, acompanhou até o portão, outro beijo passando a mão em minha buceta, e foi embora.  

Deixou-me totalmente confusa com tal atitude, a educação, não brigou, não surtou.  Deitada recordava a loucura realizada, peguei no sono rapidamente e tive um sonho mais louco, até parecia realidade. Sonhava estar namorando Cidinha, era como voltar ao tempo nos momentos que estive com Kátia.  No final Cidinha era esposa de Edy, eu uma amante do casal. Acordei até com dor de cabeça desse pesadelos.


EDY: 
Após Edna sair de casa, o clima ficou instável e insustentável. Falei que ia atrás dela e Lúcia veio comigo. Passamos próximo da casa de Cidinha e fomos para minha casa. Lúcia estava nervosa descreveu o nível da briga,  passei a ter Lúcia uma forte aliada disposta a adestrar a "sobrinha rebelde" .


De um dia familiar ao prazer. Ao deixar  Edna em casa, encontrei com Cidinha e Ulisses no caminho. Conversamos um pouco, elogiaram o local e queriam uma nova oportunidade de sair, agora sem Sérgio e Leandro. Ulisses elogia a conduta geral e objetivo queria saber se rolava uma troca de casais. Reafirmava que não curte ser "corno" ou voyer , mas uma troca de casais é bem vindo. 

Respondi que dependeria das meninas, vamos aguardar nossa próxima saída.  Cidinha discretamente seduzia-me , eu respeitando Ulisses despedi e fui embora.

Fiquei muito chateado saber que Edna contou meu segredo pessoal e confidencial a Cidinha e provavelmente Sérgio e Ulisses sabiam. 

Não estava preocupado por outros saberem, foi uma quebra de confiança,  tornou incerto trilhar com Edna. Conversei com Lúcia o ocorrido, onde até então seria a única a saber. Sim a boca aberta da Edna havia contado para a tia em uma de suas conversas confidências entre elas . 

Passaram os dias , Lúcia estava muito irritada com Edna. Quebrou o elo de confiança em não relatar nada sobre o que ocorreu com Nelson.

Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava,  permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu  procure outra mulher. 

Edna estava a um passo de ser catapultada de minha vida





Ref.: 1998 #0040
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

4 comentários:

  1. Olá minha querida, sem palavras para esse relato, delicioso e excitante.

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  2. Quanto mais leio sobre vc e seu corno mais eu quero ser um cornão da minha mulher , que delicia, que satisfação em ler tudo isso , a vontade de ter uma esposa puta seguido pela leitura dos seus relatos me deixaram aqui de pau petrificado, vc deveria assumir responsabilidades pelos seus atos , deixar um fan de pau duro é pura maldade , devia estar aqui pra dsr geito nisso , sua culpa estar aqui com o pau incomodando dentro das calça ,
    Teria vc feito algum curso de como ser uma putinha maravilhosa ,vc realmente deveria dar aulas para essas esposas agua de batata ,
    Em uma postagem sua vc disse , depois do meu segundo filho que realmente me tornei uma verdadeira hotwife , anseio por essa parte da sua historia ,
    Minha querida vc realmente tem essa tatuagem dama de espadas na coxa ,disse não gostar de pau preto ,diz ai mudou de ideia

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    1. Obrigada Jamil , sempre bem vindo em todos os sentidos. Boa parte de tudo isso foi um aprendizado , polido e moldado por Edy , posso te afirmar que muito da minha forma de gostar do diferente aprendi com Edy, meu marido e corno adestrado. Verdade, depois da 2a gravidez tomei as rédias, e decisões de ser ou não ser passaram a ser minhas. Hoje amo uma rola preta, calma que saberá de tudo em breve. Bjs Edna

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