sábado, 31 de janeiro de 2026

CLUBE DA LULUZINHA

Dias depois do conflito com Kátia, chegava o esperado final de semana. Kátia passou para me pegar em casa, no carro só tinha espaço para mim, vinha acompanhada de Célia e outras amigas que fui apresentada.


Acomodei no banco do meio com Célia na frente, ambas vinham tocando toques carinhosos, as meninas atrás faziam uhhhhhh! rolava risadas, desejos e foi no caminho, uma delas me pegou para dar uns amassos pra lá de quente, sentia a outra acariciando meus seios, aliviavam e caiam na risada, eu ficava meio envergonhada e constrangida. Kátia alertava que eu era muito atiradinha, essa timidez é teatro, falava para eu me soltar, dizia não tinha ciúmes quando realizado na frente, e completava que esse final de semana “todas são de todas e ninguém era de ninguém”, foi algo assim que me recordo.


No local, outras mulheres nos aguardavam. Me senti perdida, tímida, não conhecia ninguém e aos poucos Célia e Kátia me faziam entrosar, aos poucos as regras da casa eram anunciadas.
“Nuas por completo somente dentro de casa, topless na piscina, zero homem e sem ataque de pelancas”, concluiu rindo.

Eu admirava a naturalidade que flui no ambiente, em um olhar achei que era mãe e filha juntas, só que não, uma mulher na faixa dos 40 com uma novinha tipo 21 anos, casal há 3 anos juntas e assumidas perante a família, eu não era nem um ponto discreta quanto a saber das coisas, perguntava mesmo passando vergonha na forma de abordar.

Discretamente rolava umas pegadas entre as presentes, do entardecer para o anoitecer as abordagens esquentavam, essa mulher +40 vou chamar de Ângela, não me recordo do nome real, me pegou meio de surpresa, levou para o dormitório, me dominou e acabou comigo. Altamente ativa, fui chupada como nunca tinha sentido, ofegantes e o calor dos corpos davam total ignição ao prazer, habilidosa com as mãos e aquela boca quente, atrevida demais. Esfregada de grelo com orgasmos intensos, e nem imaginava o que estava por vir.


Após um banho e se recuperar, Ângela curtia sua cara-metade, ambas conversavam observando geral, conversando algo e olhando para mim de forma discreta, da mesma forma fingia não perceber. Kátia passava por mim, e percorria sua mão em minha bunda, sussurrava:
- "Nada mau, hein, arrasou!!"

TROTE COM A NOVATA

A noite foi mais longa ainda, churras, bebidas, risos, toques ardentes, sempre ocorria uma pausa e os pegas, se soltei mais quando já tinha tomado mais que uma caipirinha, fiquei sem sentir o próprio corpo, Roseane, uma baixinha muito gostosa, nos envolvemos em olhares, desejos e terceiras intenções, porque as segundas já estavam rolando, nos envolvemos em beijos, conduzida para seu dormitório, entramos, ela trancou a porta, ousadamente ela se posicionava como a ativa e dominante.


Me beijando, despindo e me chupando, me dominava como um homem, era um tesão gostoso demais e me rendia totalmente ao novo. Roseane se deitou na cama, abriu suas pernas e para minha surpresa, ela expunha seu grelo que por sinal dotado como um pênis para eu ir chupá-lo, eu caía de boca, parecia estar chupando um dedo de tal era avantajado seu grelo, retribuir o prazer a ela no melhor que eu podia.

Senti uma pequena penetração de Roseane em mim com o seu avantajado grelo, tremi por inteira pela sensação única, tão única que seu nome ficou gravado eternamente em mim. Que mulher deliciosa, com pegada que muito homem não tem, atingiu um êxtase de prazer inimaginável. Eu urrava de prazer que as meninas batiam na porta e gritavam alguma coisa e caiam em risadas. Roseane se envolvia entre beijos, percorridas de arrepiar com sua língua em meu corpo, atrevida e habilidosa, seu grelo em minha buceta e um de seus dedos em meu cu. Ohhhh mulher deliciosa.

Voltando ao ambiente coletivo com a cara lavada de que tinha gozado muito, as meninas falando tipo: “Novata tá arrasando”, e vinha um aueeeê, música um pouco alta, dança pelo ambiente, tomando mais caipirinha e já vinha alguém conversar, outra passava a mão, logo entrava mais uma na conversa. Me sentia enturmada e ambientada.

Não demorou, minhas colegas de carro, Lígia e Margo, chegavam juntas, desta vez era Margo que partia com beijo, tão logo adentramos num cômodo sendo empurrada de boca para a buceta de Lígia. Chupava e era chupada, era um troca-troca de chupar buceta entre nós, ora chupava Margo e era chupada por Lígia, Margo mais ousada se ausentou por instantes deixando nós duas em plena pegada, Lígia colocou dois dedos em minha buceta me fazendo pirar de prazeres, tão logo a porta abriu e uma buceta se esfregava em meu rosto, de início não vi quem era, tão logo a porta abria e escutava:
- "Hora de dar boas-vindas à novataaaa!
Foi algo similar a isso que escutei.

Fui arrastada para um dormitório e levei uma verdadeira surra de buceta em meu rosto e de bocas em minha buceta, aos poucos o ambiente voltava à normalidade, senti uma penetração, tão logo uma buceta saiu de meu rosto fui beijada por Alexandra, me possuía, ao meu lado Margo fazia o mesmo com Kátia, éramos conduzidas a se beijar. Me dava um tesão enorme tudo que rolava, eu aceitava, pensava que homem só dá dor de cabeça, me entregava às meninas...

Acordei pela madrugada com poucas recordações, meu cu ardia, caminhando pelo ambiente, tinha meninas namorando, outras conversando, outras me observando e rindo, chamei o “ugo” (vomitei) chegando ao banheiro, tomei um banho totalmente zonza e muito zoada. Kátia entrou, perguntou se estava bem, eu só resmungava, me deu uns tapas na cara na intenção de despertar, acabei me irritando com o ato, saí de lado e fui dormir, me sentia toda ardida.

Durante o sono, além de ter sonhado com Edy aprontando com a Japa Zaroia, sentia que em algum momento era bolinada, era uma mistura tensa pelo sonho, tesão, desejos. Acordando com algazarra das meninas na piscina, estava incomodada, meu cu ardia demais, próximo às minhas coisas duas camisinhas cheias de porra (ao menos parecia porra) e amarradas, foram deixadas à vista propositalmente.

Fui escovar os dentes, olhando para o espelho estava toda cheia de marcas de beijo em batom pelo corpo, uma meia dúzia de chupão em pontos não tão visíveis, saí para o ambiente principal e risos coletivos e grito de “eeeeeeee!!!”, uma algazarra só. “Novata” era acho a palavra que me chamavam.
somente no decorrer.


O DIA SEGUINTE

Célia questionava se eu me lembrava de tudo o que havia acontecido, e citei até onde me recordava. Caiu aos risos, chamando a atenção de algumas meninas. Alexandra se aproximou, abraçando-me pela cintura e trocando olhares carinhosos. Para mim, Alexandra estava bem diferente do que eu havia visto à noite, pensava eu.

Discretamente chamei Kátia. Ela perguntava se eu estava melhor, chamando-me de “irritadinha”, e acabamos trocando uns beijos. Aos poucos, eu ia recordando dos acontecimentos que dizia a ela. Perguntei se havia homem à noite, mostrando camisinhas amarradas, cheias de líquido similar a esperma.


Kátia afirmava que ali só havia mulheres, mulheres e umas um pouco especiais, falava olhando para mim com cara de safadinha. Lerda, não captei a indireta ou a tiração de sarro.

-" Vai entrando em sintonia com a Terra que a gente conversa daqui a pouco"  disse, saindo e me deixando sozinha no quarto.

Alexandra entrou com uma xícara de chá e umas bolachas; falava que era para eu me recuperar rápido. Ficamos conversando por um bom tempo. Apesar da ótima conversa, eu estava incomodada no cu, com ardência. Alexandra percebeu; acabei me abrindo com ela e confidenciando que não me recordava de tudo. Narrei até um certo ponto, depois…

Interrompendo, Alexandra fechou a porta do quarto e me fez tirar parte da roupa, examinando meu cu (que vergonha). Ela me tranquilizava, dizendo ser algo normal. Pediu para eu aguardar e foi buscar um creme, dizendo ser mágico. Retornou com uma pessoa que eu ainda não tinha visto, apresentada pelo nome de Maria, uma mulher alta e imponente. Ambas entraram conversando e comentando que havia sido um exagero o que fizeram à noite era o pouco que consegui compreender.

Fechou a porta, pediu licença, trancou e Alexandra me deitou no colo de Maria, que abriu minha bunda e, aos risos, falava para eu não peidar na cara dela. Ríamos da situação, e Alexandra iniciava a aplicação do creme, massageando meu cu com o dedo. Maria, discretamente, apalpava meus seios e, com a outra mão, tocava minha buceta, que molhava rapidamente, e soltava:

-"Garota, arrasou na madrugada. Você é uma delícia, te desejo novamente" (risos).

Fiquei muito sem graça, tentava esquivar-me, querendo me recuperar primeiro, quando fui interrompida:

-"Goza gostoso, solta para fora o tesão!"  completava "...e como chupa gostoso um grelo!" risos rolavam.

A conversa estava aflorando um tesão incomum, com Alexandra massageando meu cu. Alguém bateu na porta, e Alexandra perguntou quem era. Era Angela, pedindo para entrar e saber de mim. Sinalizei que podia abrir. Entraram Angela e sua companheira Ju (não lembro o nome, será esse? rs rs rs).

- "A festinha começou lá fora novamente, e você está melhor?  perguntou, dando-me um selinho, seguido de um carinho de Ju.

REVELAÇÕES
Com a conversa interrompida, Ângela me levantava do colo de Maria; eu ainda estava trêmula. Maria abraçou Ju, e rolavam uns amassos. Ângela e eu ficamos sentadas observando a cena. Rolavam uns carinhos com sua mão em meu corpo enquanto assistíamos Ju sendo apreciada por Alexandra e Maria.

Não demorou, Ju estava sendo chupada. Apesar de zoada, escorria um tesão enorme em minha buceta. Alexandra pegou uma camisinha; não vi o consolo. Foi quando vi e precisei ver novamente: Alexandra, apesar de muito feminina, era uma travesti e começava a possuir Ju, que ia aos delírios, incentivada por Angela.

Não demorou, Maria, ao se levantar, mostrou o enorme volume. Olhou para mim e perguntou se eu estava disposta a entrar na brincadeira. Sinalizei com a cabeça que não. Disfarcei bem; não estava acreditando que tinha transado com as duas. Estava me sentindo um lixo como pessoa. Vendo a cena rolando com Ju, aos poucos minha memória trazia momentos confusos.


Ângela me deixou confortável em um cantinho para assistir à cena e se juntou às demais na cama. Ju levava a rola de Alexandra e chupava a pica de Maria; logo recebia a língua de Angela em sua buceta. Ju ia à loucura. Maria colocou a camisinha e pegou Angela de quatro inicialmente; não demorou, Angela mudou de posição e começou a cavalgar na picona de Maria.

Alexandra colocou Ju de quatro, lubrificou seu cu e a possuía analmente. Depois, colocou Ju sentada em seu colo e, com ajuda de Angela, Maria realizou uma DP em Ju, que começou a chorar loucamente de prazer. Alexandra tirou a rola de seu cu, com a camisinha cheia de porra. Maria pôs Ju de quatro, e a mesma segurava para não pôr em seu cu.


Ângela abriu a buceta de Ju, e Maria a invadiu. Ambas gozaram simultaneamente. As pernas de Ju escorriam; as minhas estavam todas molhadas com a visão, e tão logo Alexandra degustava do meu néctar.

Eu não conseguia me entregar. Parei e saí correndo para o banheiro, voltando a vomitar.


Era uma mistura de ressaca e não aceitação por ter me relacionado com uma travesti (não sou preconceituosa). Na época, não tinha compreensão das rotulações (vamos expor assim). Criada na educação de que só existiam dois gêneros, onde homem é homem e mulher é mulher, eu estava atravessando novas fases. Queria julgar algo que eu mesma já realizava com outra mulher. O raciocínio e a aceitação eram lentos, mas meu tesão já aprovava ir além dos limites, o que gerava confusão.

O restante do dia fiquei na piscina, à base de água e dos meus pensamentos; estava estranha. Alexandra e Maria vieram se despedir, pediram desculpas pelos exageros e agradeceram a atenção. Eu pedi desculpas pelo mal-estar que estava passando. Alexandra enfatizou que, se era só isso e não preconceito, estava desculpada.


Nesse instante, beijei-a na boca e agradeci pelo momento, afirmando ser somente um mal-estar mesmo. Seu sorriso e o de Maria se expandiram.

Angela veio mais tarde; o pessoal todo se preparava para partir. Ela deixou seu contato e disse que queria me ver novamente, pediu uma oportunidade de nos conhecermos melhor. E assim foi se encerrando o final de semana.

Kátia voltava com Célia na frente, com carinhos altos, mais ardentes que o normal. Estranha, voltei cochilando e sonhando com uma transa ardente com um macho de verdade. Sonhava umas loucuras, gemia dormindo e acordava com as duas zoando comigo.

Deixamos Célia e fomos para minha casa. No caminho, pedi explicações a Kátia sobre a história de ter me obrigado a transar com duas travestis. Tivemos um caloroso desentendimento no caminho, troca de acusações. Fui chamada de louca, mimada, bipolar e alcoólatra sem noção.

Ao chegar em casa, meus pais estavam na porta, observando minha cara emburrada. Minha mãe já comentava:
-"Passa o final de semana fora e ainda chega com essa cara amarrada e bicuda… Vai cuidar dessa alma!"

Kátia entrou ajudando a trazer minhas coisas, me deu um beijo e um tapão na cara:
-"Escolha o que deseja para você. Até eu já estou cansada de ti, e Edy com certeza já se cansou de você; só não te avisou isso."

Virou as costas e foi embora. Restaram apenas reflexões para me torturar pela madrugada.

Meu estado emocional estava com muita confusão, ressaca física e moral, desejos não resolvidos, sentimento de uso / manipulação, medo do julgamento (próprio e alheio) e uma solidão crescente após o mal entendido com Kátia. O fim do fim de semana não fechou como eu desejava, aliás nunca vinha se realizando como queira e só aumentava as fissuras.

No silêncio da madrugada, entre acusações e lembranças fragmentadas, terei que encarar os medos: escolher entre continuar fugindo de mim ou assumir, de vez, os desejos que me levam para territórios cada vez mais perigosos, prazeiroso ou não. Atravessar limites, superar recaídas e a escolher a primeira decisão que pode mudar tudo.


Ref.: 1998 #0030

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

2 comentários:

  1. Excelente e delicioso relato, cada vez mais vibrado em sua história, você e foda.
    Apenas uma observação, as imagens ilustrando seu relato complementa o enterro mas essa exposição a esse clitóris acabou com o foco na leitura kkkkk

    Seria melhor ainda se você afirmar que e seu

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    1. rs rs rs Obrigada !!! ...e vem muitas reviravoltas futura. Nada foi fácil para mim naquele momento.

      Não é meu não.

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PAI É QUEM CRIA

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