As coisas estavam indo rápido demais, entre cantadas paralelas, novas experiências, senti que eu perdi o controle. Batia uma angústia entre medo e prazer, ansiedade e tesão. Nas oportunidades confidenciava com minha tia o que vinha acontecendo, quando falei de Kátia ela me olhou de uma forma diferente, questionava a não aceitação do meus pais com Edy.
Em reuniões de família perguntavam sobre Edy, e o elogiavam como partidão, pena que não estão juntos, e vinha sempre alguém tirando vantagem para apresentar a tal pessoa, nesse momento subiu uma raiva, pura hipocrisia. Pior foi minha mãe elogiando Edy e comentando eu ser imatura para um homem daqueles.
Estranhei a pergunta por ela estar noiva, com data de casamento e tudo mais, me irritei a colocação de ser amante, e questionei:
-"Como assim amante?"
Respondeu que viu Edy com uma mulher de mais idade, achei que poderia ser a mãe dele, mas como era oriental e a forma que se tocavam....
Nossa, mil coisas passaram na minha cabeça, a Japa Zaroia filha da puta atacando, subiu um ciúmes e uma dor de cornuda acentuada, aquela que você não quer acreditar que é verdade. Respirei fundo, mantendo o controle e falei para minha prima
-"Que vocês façam bom proveito daquele traste." , e o que não esperava foi Gi o desejar.
-"Quer dizer que posso sair com ele que não será problema?"
Engoli seco, falei para aproveitar bem, fui dispensando, saindo pisando duro (birrenta), dando às costas indo para casa a pé.
A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera. Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta.
A distância os familiares observavam a cena sem saber o que ocorrera. Virei o quarteirão atropelando literalmente duas garotas e um rapaz que ainda ficaram me zoando apesar de ter pedido desculpas. O rapaz ficou me encarando e piscando tipo cantada discreta.
Típica de adolecente, chorando pelo caminho, me tranquei no quarto com aquele ódio, nervosa, logo em seguida alguém batendo na porta, era Gi, xinguei mandando ela ir embora e insistiu, falava que minha mãe mandou ela ter vindo para saber se estava bem.
Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.
Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito.
A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão, apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso, vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.
Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua.
Abri a porta, Gi entrou uma pequena conversa e como doida pulou em cima de mim, me beijando, queria interromper suas ações, acabei deixando rolar, nos beijamos muito, nos esfregamos vestidas, comecei a ser ousada, deixando os seios de Gi para fora comecei a chupa-los.
Gi se entregava, por um instante parei, tranquei o portão, a porta da sala e a porta do quarto e a levei pro chuveiro. Gi sabia onde me tocar, parecia experiente, até perguntei e respondeu que era puro tesão, estava impulsionada pelo tesão, nunca tinha feito.
A deitei em minha cama, me ajoelhei entre suas pernas e a suguei, levando-a ao delírio, seguido pela interrupção da companhia. Era Kátia chegando acompanhada de meus pais. Nos recompomos rapidamente, meus pais logo entraram reclamando em eles terem que abrir o portão, apresentei Gi a Kátia, trocaram um olhar malicioso. Gi aproveitou ir embora, fiquei com Kátia na garagem que observava o caminhar de Gi indo embora, elogiando o rebolado e o olhar que Gi dava para trás com um tímido sorriso, vendo a gente a observar, eu concordando até ser surpreendida com um tapão na cara sendo chamada de vagabunda.
Tive que sair com Kátia de casa em seu carro, para meus pais não ouvirem. Dentro do carro, em uma rua calma, Kátia parou e voltou a bater em mim, desta vez para eu aprender a ser esperta, me chamava de burra, ingênua.
-"Tá com o rosto cheirando buceta sua puta sem noção". Era algo mais ou menos assim que escutei dela
Citava que não nasceu para ser chifruda e muito menos chifruda de mulher, voltando a levar mais uns tapas e arranhões. Engoli o choro, deixada na porta de casa, entrei calada, Kátia saiu na arrancada chamando atenção de meus pais, que só observaram eu entrando e me tranquei no quarto, ardida, dolorida e muito P da vida
Quando encontrei com Edy, estava cega de ódio, não queria escutá-lo e com isso entrava em um novo looping de erros, ataques e novas brigas.
Fiquei assustado com o surto de Edna, sem saber os reais motivos. As coisas saiam fora do planejado e muito além do que imaginava.
Por trás de Edna sem seu conhecimento eu mantinha minhas amizades prazerosas e realmente vivendo, avaliando em seguir ou não com a relação.
Kátia reclamava de Edna, descrevia uns fatos ocorridos envolvendo outra garota, sua prima Gi. Kátia insistia que precisava de algo mais intenso para desabrochar Edna ou dispensar de vez, porém Kátia poderia estar minando a real situação, visto que em momentos sós, descobri que está interessada em firmar uma relação comigo. Rever algo que rolou no passado, para mim não daria certo, conheço o temperamento e de quem ela realmente ama.
Reencontrar com minha ex-donna "Sra Min", foi algo que não esperava, assuntos pendentes e mau resolvidos no passado, eu já tinha dado como encerrado, mas Ming não, Domme das antigas leva regras a sério, e queria resolver da forma dela.
Com Silmara grávida estávamos testando limites do corno do Matheus e claro Edna surtou em tal possibilidade de eu ser o pai quando ficou sabendo.
Sim caros leitores, surgiu o imprevisto de Gi ter me visto com uma oriental, mas não era Silmara e sim Sra Min, que gerou um grande confronto quando Edna veio tirar satisfação.
Noeli noiva de Antônio, nos cobrava atitude de algo prometido rs rs rs, eu a via como uma caçadora determinada, sabia que ela tinha um fixo com permissão de Antônio, era meu sonho ter essa confiança que eles tem, em eu ter com Edna.
Comer Noeli com Antônio junto foi surreal, Noeli quase teve um treco por inúmeros orgasmos e adrenalina do prazer quando recebeu uma DP, depois eu a cortejei me deliciando nos lindos e adoráveis pézinho, a ousadia dela foi tanta que em determinado momento quando Antônio foi tomar banho, ela pulou em cima de mim envolvendo ardentes beijos, e sussurrou:
Deixei a resposta no ar, minha amizade com Antônio é algo de irmão e Noeli mau sabia de nossos segredos, e se soubesse, será que ela aceitaria tanto eu como ele?
Noeli seguia provocativa, eu estava perto de jogar a toalha, eram inúmeras tentações que apareciam.
Era mulher casada, era mulher na empresa, na linha de produção, fornecedoras em reunião estendiam a conversa para algo mais íntimo, até reviver amigas do passado.
O tesão falava muito alto, a carência submissa e o adestramento afloraram, me rendia a Ming a quitar qualquer débito que tinha com ela, isso ela sabia como cobrar e bem cobrado.
Para o melhor entendimento dos ocorridos, Gi tinha me visto com Sra Min andando pelos corredores de um estabelecimento, na real estavámos comprando itens para o andamento de parte da dívida rs rs rs e por estar dando atenção a grande Rainha não percebi Gi a volta, gerando o desconforto com Edna.
Quando encontrei com Edna já estava mais adestrado, querendo me abrir com ela, mas ela estava no fervor da raiva causado pelo telefone sem fio de Gi. Até explicar que focinho de porco não é tomada a coisa ficou feia, não bastou o final de semana entre mulheres, Edna voltou com sede de vingança, cometendo um erro que na mão de Kátia implodiu dentro da casa de Edna diante de seus pais.
Gi veio falar comigo em uma possível, determinada seguia meus passos a distância, a determinação dela me encantou, pois eu não cai na conversa dela que foi ao acaso. Fiquei mais preocupado quando a irmâ de Gi também começou a realizar insinuações, esta foi mais fácil dispensar, casada e com fama de pistoleira, era problema na certa.
A frequência de encontrar Gi pelo caminho demonstrava desejo, objetividade em realizar algo e dei espaço para entender a ousadia dela até onde ia. Em uma das oportunidades de encontro, se ofereceu para aproveitar a noite e nos conhecer melhor.
Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
Sem mesmo sair do estacionamento, Gi passava a mão em meu pau que pulsava de desejos. Antes das coisas caminharem para um próximo estágio, comentei do noivo dela, da sua prima Edna e as respostas foram curtas, rápidas e direta:
-"Eu quero dar para você, quero sentir um homem de verdade me fazendo mulher."
Gi, ousada abria o verbo em tudo que pensava, observava e que os familiares julgavam pelas costas um do outro. A deixei no carro para comprar umas camisinhas e lubrificantes íntimo, quando retornei ela já estava semi nua, a chamei de louca e ela ria, chegando no motel Gi parecia uma cadela no cio, estava numa ansiedade sem tamanho, tive que ir contendo ela para um clima, a despi por completo e fomos para um banho.
No banho Gi aliviava todas as carências que sentia, essa garota fazia mágica. Questionei sobre a virgindade dela, respondeu sério que era virgem, só tinha realizado sexo anal com o noivo e um primo, respondia me olhando com cara de safada, completava, o primo que te fez corno com minha prima.
O beijo molhado dela, os bicos do seios de forma reversa, raro em mulher e aprecio muito, arrepiava ela toda a deixando molhada antes mesmo de chegar com a boca em sua buceta. O aroma de sua buceta, o néctar de seus fluídos faziam eu perder todas as razões e me dedicar a ela, ao momento esperado. Com expertise esfregava a cabeça da rola em sua buceta, gozava sozinha pelo toque, pele com pele, Gi implorou para possui-la no pêlo, e não gozar dentro. O seu desejo foi era uma ordem, fui cauteloso e penetrando conforme sentia seu conforto.
-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo.
-"Que homem gostoso. . . " gemia até ir até o talo.
Escorria lágrimas de emoção em seus olhos, envolvidos aos nossos beijos, senti a verdade em Gi por seus comportamentos em suas palavras ditas. Não demorou começou uma ardência na rola e na buceta da Gi, tão logo o pau saia todo vermelho, voltamos para um novo banho e lá Gi me abraçou chorando, agradecendo. A felicidade dessa mulher foi contagiante, queria entender ela ainda mais, preferi deixar no ritmo dela. De volta a cama, rolou trocas de palavras, carinhos, admirações e etc. me senti bajulado.
Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
Gi, segurou meu pau e começou a chupa-lo, ohh boca de veludo, boqueteira não demorou e já estava pulsando para encher a boca de porra, a contive. Pegou uma camisinha, colocou e ficou de 4 na cama.
-"Come meu cu, quero sentir você dentro de mim."
Não perdi tempo e ao mesmo tempo comprovava o quão estava arrombada no cu, o pau entrou com pouca dificuldade e tão logo já estava com o pau enterrado até as bolas.
-"Me bata, me bata como homem." implorava gemendo "Me xinga!!"
Não perdi tempo e esquentei a bunda com uma ardente palmada que curvou-se toda, segurei pelos cabelos a chamando de cadela vadia.
Sem dó enterrava e socava o pau naquele rabo, Gi se entregava como uma profissional do sexo. Me contive mesmo com ela implorando para gozar, tirei o pau, a camisinha e enfiei na boca dela segurada pelos cabelos e a fiz tomar todo o leite, lambuzando todo seu rosto. Me fez beija-la toda gozada por mim, acabei até limpando seu rosto e ganhei sua total admiração.
No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).
No dia seguinte no trabalho recebi um buquê de flores, achei que tinham enviado errado, no cartão perfumado com uma mensagem de agradecimento pelo momento proporcionado, não possuía assinatura, o aroma no cartão já era a própria identidade (Gi).
Essa entrega rendeu risos, piadas e muito ciúmes em Edna. A própria recepcionista acendia o braseiro.
Tal ditado: "Quando você está só, não aparece ninguém. É só estar comprometido que as tentações aparecem."
Ref.: 1998 #0029
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


















Olá meus queridos,
ResponderExcluirComo sempre surpreendendo cada vez com seus relatos, vocês são minhas inspiração.
Sobre o relato, eu acho que merecia um livro a história de vocês,deliciosa e empolgante.
Ansioso pela continuidade, vocês são foda.
Beijos
Obrigada !! Grata pelos elogios, motiva muito na continuidade dos ocorridos. Bjs
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