sábado, 24 de maio de 2025

ALMOÇO EM FAMILIA, FLETAGENS E SACANAGENS

 ALMOÇO EM FAMILIA, FLETAGENS E SACANAGENS

Era um sábado especial: a entrada oficial de Edy na família.

Chegou em casa trazendo uma garrafa de vinho e, com um sorriso seguro, presenteou minha mãe, elogiando-a de forma encantadora, como quem espalha confetes com palavras doces. Meu pai, sempre carrancudo, apertou sua mão apenas por educação, e não por vontade. Já minha tia o abraçou calorosamente, enquanto o marido dela, Nelson, foi receptivo e bem-humorado.

Como de costume, as primeiras horas com a família reunida pareceram mais uma investigação do que um almoço e Edy, com seu humor irreverente, ria da situação. Brincava, dizendo que não sabia se estava numa refeição ou numa delegacia. Sabia tirar onda até do interrogatório. Flertes silenciosos pairavam no ar: minha mãe trocava olhares com Edy, meu pai os observava, e minha mãe parecia se divertir com isso. Entre uma taça de vinho e outra, sem que eu percebesse logo, os olhos de Nelson também me percorriam com mais atenção do que o aceitável.

Edy, porém, parecia no controle de tudo, fritava o peixe olhando para o gato, como dizem. Administrava a situação com destreza, inclusive o ciúme que eu sentia ao vê-lo tão à vontade com minha mãe. Havia algo inquietante naquele jogo de olhares, algo que se insinuava sob a superfície dos sorrisos. Um desejo disperso, não dito mas sentido.


No domingo saímos e refletimos o almoço, pedia desculpas pelo interrogatório e Edy estava mais leve, amoroso, estava romântico e eu evitava perguntas que pudessem acender faíscas. Mas meu rosto me traía, minhas expressões sempre dizem mais do que minhas palavras.

Ele percebeu.
"- Vamos, pergunta logo... " disse com aquele sorriso de canto de boca. "- Você está morrendo de vontade, mas nem sabe por onde começar. Vai... "Era uma vez..." , completou, rindo.

Rimos juntos. Sem graça, mas cúmplices.

"- Tá..." - comecei, mordendo os lábios.
"- Você transaria com a minha mãe se tivesse oportunidade?"
Comecei a rir feito boba. Era absurdo. Mas eu queria saber.

"- O que você acha?"
"- Pelo pouco que te conheço... você comeria minha mãe, minha tia... e, se bobear, até minhas primas."

Ele soltou uma risada surpresa.
"- Me vê assim tão promíscuo?"
"- Claro que não! " respondi, fingindo indignação. Mas se te derem oportunidade... você vai.

Rimos da situação , então ele me lançou o veneno.
"- E você? Se tivesse uma nova chance... transaria com seu primo Alexandre? Ou com seu tio Nelson?"

Senti o golpe, fiquei sem reação, encurralada. O coração acelerou, talvez de vergonha, talvez de excitação.

"- Eu só perguntei " disse ele, mantendo o tom calmo. "- Não afirmei nada."

Suspirei, e abri o coração sem jogo . . . 

"- Confesso e sendo sincera, sem mentir, sem te esconder.... 
...sim eu adoraria saber como é transar com outros homens. Com Alexandre...
. . . só segurei, chupei o pau dele e o beijei. Só isso...

"- Meu tio Nelson...? " Indignava -" Bebeu? Ele é marido da minha tia..."

"- Mas ele não tirava os olhos de você, parecia te comendo com o olhar... " disse Edy, fixando os olhos nos meus.
"- Eu até deixaria você sentir outro homem. Mas sem beijo na boca. Beijo na boca, pra mim, é sagrado. É pessoal, sentimental. Beijo na boca muda tudo, desejo, confiança... tudo.

Havia algo em sua voz,  percebia que se abria, e ao mesmo tempo eu não queria forçar nada, sentia que tinha algo em seu passado que incomodava-o.

Me abria a Edy , o que ele realmente desejava de mim, um passatempo ou ser sua mulher, eu estava atropelando tudo para conter o meu tesão, falei a Edy que dormiria o final de semana em sua casa, logicamente ele adorou, meu problema era como fazer isso sem meus pais saberem e nisso uma amiga (cúmplice) ajudou.

Durante a semana, encenei em casa que Edy estaria fora a trabalho. Fazia cara de desânimo, enquanto minha mãe, sempre desconfiada, insinuava que ele aproveitaria para se divertir com outras “tontas” como eu. Mau ela sabia o que realmente me aguardava no fim de semana.

Como combinado, na sexta-feira minha amiga veio até minha casa. Saímos juntas e deixei avisado que ficaria hospedada com ela até domingo. Edy quem me esperava na porta da casa de minha amiga e a promessa daquele final de semana era de pecado em estado bruto.

Antes de irmos para sua casa, passamos no mercado para comprar algumas coisas. No ar, uma tensão elétrica, como se nossos corpos já antecipassem o que viria. Assim que cruzamos a porta de entrada, não demorou para nos lançarmos um sobre o outro. Fomos ao chão, sobre o tapete da sala, e ele me possuiu com ferocidade. Eu, semi nua, sentia o contraste do proibido me excitar ainda mais. Gemi alto, sem pudor, até que sua mão tapou minha boca, abafando meus gritos de prazer. Seus movimentos eram brutos, precisos, como se soubesse exatamente onde e como me quebrar em orgasmos.

Edy socava selvagem, e aos poucos íamos retirando o restante das roupas, e eu já havia perdido a conta de quantas vezes gozei,  estremeci por completo. Edy, no entanto, se continha. Eu percebia o controle nos seus olhos , ele queria mais, queria durar,  entre beijos e toques úmidos, fomos nos arrastando até o banheiro. E ali, no chuveiro, a água quente correndo sobre nossas peles incendiadas, fui novamente tomada por ele. O vapor, os gemidos, os corpos ensaboados e escorregadios… era loucura, era luxúria, era tudo o que eu mais desejava.

Edy saiu do banho me deixando ali, sob a água morna, com o corpo ainda pulsando do que havíamos começado mais cedo. Fiquei alguns minutos a mais, como se aquele momento fosse meu rito silencioso de posse e prazer. Quando enfim saí, vestida apenas de um roupão, andava pela casa com uma estranha sensação de plenitude, como se já fôssemos casados, e eu, a senhora de tudo aquilo.

À noite, no sofá, conversávamos sobre tudo e nada. Em certo momento, ele se aproximou engatinhando, os olhos famintos. Como um animal entregue ao instinto, começou a lamber meus pés, subindo lentamente pelas pernas, até que a língua encontrou o caminho entre minhas coxas. Meu corpo respondia de imediato, quente, úmido, implorando por mais. Deitei-o no tapete e me acomodei sobre seu sexo com fome, cavalgando com intensidade, como se quisesse fundir nossos corpos. Meus movimentos eram ritmados, mas sádicos. Cravava as unhas em seu pescoço, em suas costas involuntariamente, dominada pelo prazer que tomava conta de mim.


"- Me fode como uma puta... Que pau gostoso... Adoro quando posso ser vadia com você" , gemi, com o quadril batendo firme contra ele. Minha vagina o abraçava com força, sugando-o fundo. Não parei até sentir o calor do gozo dele me preencher inteira. Aquela sensação... ah, me roubava o fôlego.

Sem descanso, Edy me virou com delicadeza e mergulhou entre minhas pernas. A língua dele explorava meu sexo, agora escorrendo com sua porra quente. Eu tremia, perdida em espasmos, gozei com a boca dele dançando sobre meu clitóris. Depois, exaustos, ficamos um tempo abraçados, deixando os corpos se acalmarem. Mas a madrugada ainda reservava mais, acordei com Edy chupando minha buceta, depois subindo pelo meu corpo, mordiscando meus mamilos.

" -Quero minha putinha me servindo agora " sussurrou com a voz carregada de desejo.

Obedeci sem hesitar, me entreguei, sugando seu pau com devoção. Nos encontramos num 69 delicioso. A língua dele me invadia fundo e, de repente, algo frio me penetrou, um consolo. Ele segurou firme meu quadril, pediu calma, e então o brinquedo começou a vibrar. Era injusto. era delicioso, era demais.

A combinação da vibração com a língua dele no meu grelo me levava a picos de prazer insanos. Meus orgasmos se sucediam, sem trégua, sem fim. Quando ele tirou o consolo e voltou a me penetrar, meu corpo já estava completamente entregue.

"-Você é um corno desgraçado por me fazer isso" sussurrei, sorrindo, arfante.

"- Te amo, minha puta, minha quenga. " respondeu, e recebeu um tapa meu no rosto.

O tesão só aumentava. Edy segurou minhas mãos, e devolveu os tapas no meu rosto, pedia mais forte e ele atendia com firmeza, enquanto enterrava sua rola em mim, cada vez mais fundo. Era doentio o quanto eu queria aquilo. E era maravilhoso. Gozei com ele dentro de mim, louca, beijando aquele homem que me tornava cada vez mais  mulher.

Pela manhã quase meio-dia, eu despertava radiante, saciada e ainda sedenta. Fazíamos amor com intensidade, Edy me possuía como se nossos corpos tivessem sido moldados um para o outro. Mas, mesmo envolta em tanto prazer, minha curiosidade sobre seu passado crescia.

"- Edy... alguma ex-namorada já te magoou de verdade? " perguntei, tentando invadir as frestas de sua alma.

Ele desviava, como sempre. Mudava de assunto com charme, elogiava minha entrega, lançava indiretas maliciosas sobre aventuras antigas.

"- Já estive com muitas mulheres... "  insinuava, olhando-me com aquele sorriso de canto.

Então, com um tom grave e olhos fixos nos meus, disparou:
"- Você quer se magoar?  Acho que ainda não tem maturidade para certas conversas, e não preparada para sentir outros homens, isso será sua prova, o tempo certo para realizar."

Suas palavras me atingiram como um tapa. Senti-me pequena, como uma criança mimada sendo repreendida. Meus olhos se encheram de lágrimas, e o nó na garganta quase me impediu de responder.

"- Me desculpa " murmurou, suavizando o tom. "- Talvez eu tenha me expressado mal. Só... quero saber se você está pronta para experimentar algo novo. Está mesmo preparada para sair dos limites?"

Eu o encarei com firmeza. Meu desejo queimava mais do que qualquer mágoa.
"- Se estivermos só eu e você... eu aceito tudo o que desejar."
"- Tem certeza? "  questionou, a voz carregada de promessas.

Sorri, provocante.
"- Sim."

Edy retirava calmamente sua “bolsa dos prazeres” do porta-malas, enquanto eu já me adiantava com um aviso bem-humorado:
"- Sem bambu hoje, ouviu? Sem bambu!"  me afastando com um sorriso malicioso nos lábios.

Ele riu, aquele riso quente que misturava charme com deboche, e respondeu:
"-Eu também não queria sentir... doeu mais em mim do que em você, pode acreditar."

Franzi as sobrancelhas, intrigada.
"- E por quê, exatamente?"

Ele se aproximou devagar, me segurou pela cintura com firmeza e murmurou:
"- Porque eu te amo, não quero mais nada sendo realizado sem meu consentimento"

O beije, um beijo quente, molhado, entregue. Em segundos, ele me conduzia até o banheiro. Mandou que eu ficasse de frente para a parede fria. Obedeci, sentindo a adrenalina do jogo entre dominação e entrega. De repente, senti sua presença atrás de mim  e logo após, a invasão lenta e úmida. Um líquido morno escorria em meu interior, acompanhado por seus dedos percorrendo lentamente minhas costas, meu pescoço, meu ventre.

"- O que é isso? " virando o rosto sem sair da posição.

"- Um enema, ou chuca como preferir chamar". respondeu, com a voz tranquila. Uma limpeza íntima. Uma nova forma de prazer... e preparação.

A princípio, deixei fluir. Era uma sensação estranha, mas não exatamente desagradável. Contudo, quando olhei para o espelho e vi o sorriso sarcástico dele, soube que havia alguma travessura escondida naquela calma toda.  As primeiras cólicas leves começaram. Ele segurou minha cintura e sussurrou:

"- Só mais um pouco, amor... tá quase tudo dentro".


Mas eu já não aguentava. Me afastei, corri para o vaso sanitário com uma mistura de vergonha e urgência.

"- Sai! Me dá um minuto! " pedi, com o rosto corando enquanto ele ria e deixava o banheiro.

E então veio, o barulho incontrolável da evacuação, os puns inevitáveis, e aquela sensação de esvaziamento total. Quando achava que tinha terminado, mais uma onda me tomava de surpresa.

Enfim, compreendi a lógica do enema, o ritual de entrega e purificação. Banhei-me com calma e, ao sair, encontrei Edy deitado, me esperando com aquele mesmo olhar sacana , sádico e apaixonado.

Agora, eu estava limpa... e pronta para o que viesse a seguir pensava eu 

"- Falei que não estava pronta"
Protestei, num tom que oscilava entre a irritação e o constrangimento.

"- Como assim, eu não estava pronta?

"- Você não deixou eu finalizar o conteúdo..." pontuava com tom suave na voz
"- Não teve controle, se rendeu rápido... não houve retenção,  eu queria que suportasse um tempo a retenção. Mas tudo bem...  já serve como referência. Uma ideia de tempo... de amadurecimento..."

Interrompi a conversa com um retorno apressado ao banheiro. Ainda havia resíduos para eliminar, e os sons que escaparam no vaso sanitário me deixaram ruborizada. Sentia o rosto quente, a vergonha acesa como uma brasa.

Saí devagar, novamente higienizada e tímida. Quando voltei, Edy havia preparado o café. Sentamos à mesa, e entre goles e silêncios, revisitamos o que havia acontecido.

Em meio à conversa, ele mencionou a raiva que sentia de mim. Tudo por causa do beijo em Alexandre. Tentei acalmá-lo:

"- Não foi nada, juro. Foi só um beijo. Eu gosto de beijar... mas sentimento? Isso é só seu,  meu amor é seu, só seu. Não leva isso pra cabeça, tá?"

O que sempre admirei em Edy é que ele não deixava rancores crescerem. Falava, digeria, e aos poucos tudo se diluía. Conversando, ele tentava entender meus desejos, até os mais ousados.

"- E quanto àquilo... o pedido de conhecer outros homens?"  perguntei, testando o terreno.

"- Não imagino você com outro... mas sei que, de algum jeito, isso pode ser inevitável." confessou ele, a voz baixa, carregada de receio e resignação.

Ouvia aquilo e sentia um frio dentro do peito. A aceitação dele doía mais do que um "não". Era como se dissesse: “vai acontecer, mesmo que eu não queira”. E aquilo me dava um nó.

Eu o amava, queria entender seu passado, suas marcas, seus medos, tudo para não ser apenas mais uma na vida dele. O fim de semana terminou com avanços, o diálogo tinha amadurecido, a intimidade ficou restrita aos beijos, já que minha buceta e meu cu ainda ardiam da brincadeira ousada que fizemos.

Em casa, voltei com a cara mais limpa que a da culpa. Na sala, meus pais, minha tia e o tio postiço Nelson. Me comportei, atenta, vacinada contra deslizes. Precisava manter minha inocência intacta... ao menos na superfície.


Ref.: 1995 #0004

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

2 comentários:

  1. Esse edy é diferente dos outros cornos , muito safado e experiente ,soube te conduzir para o mundo liberal , e vc tambem ja tinha vocação para puta , a historia de vcs é muito interessante

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    1. Jamil , ainda nessa fase que venho relatando, Edy me via promiscua, eu não sabia nada desse mundo liberal, como diz Edy fui forjada ao fogo do prazer. Quanto a Edy, sim experiente, já teve seu lado comedor, dominador que amo por demais, mesmo sendo meu corno, gosto de seus atrevimentos e forma de me desejar, de me possuir, de me proporcionar prazeres

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