sexta-feira, 27 de março de 2026

PUTA DE PRIMEIRA VIAGEM

Na empresa as cantadas e muitas delas bem ousadas faziam a minha mente viajar. Um dia no encerramento do expediente, Antônio me deu carona e foi ousado, pegou minha mão e colocou em cima de seu pau que tava duro, ficou me elogiando e seduzindo em palavras, eu ficava toda sem jeito , olhava pela janela do carro e quando voltei a olhar ele, seu pau estava para fora.


Pegou minha mão para segurar e sentir o tesão que estava. Minha buceta estava lambuzada de desejos e minha mente ficava entre Edy e Noeli que seria jogo sujo...

...jogo sujo este que Antonio veio com uma conversa de chifre trocado não dói. Retornou àquele assunto do Lobo Mau, Antônio usou tal informação como moeda de troca para sair com ele, que contaria tudo ou ficar na curiosidade.

Emendei que ele ficaria na punheta e na imaginação, ao sair no carro Antônio foi ousado em me roubar um beijo, beijo de provocação, adoro homem ousado e atrevido. Fiquei com  a buceta lambuzada que ao caminhar me dava mais tesão com o movimento, acredito que tive um orgasmo entre o caminhar e o imaginar.

Dia de retorno à consulta com o Dr. Gato. Nem falei nada do que rolou para Edy, meu tesão estava a níveis que desconhecia, uma verdadeira quenga incorporada em mim, me tornava uma mulher insaciável, oculta aos olhares de Edy.

Devido a consulta me contive com António, Sérgio e o Dentista, minha buceta vinha babando até a esperada hora, me sentia entregue antecipadamente aquele homem. No caminho me abri com Edy sobre a consulta e desejos. Edy não ficou com uma boa cara, percebi que ficou irritado, arrisquei brincar o chamando de "meu boizinho" , que estava falando, sem esconder nada.

Prometia e jurava ser sincera e transparente com ele.  Edy parou o carro, deu umas surtadas, deixei ele descarregar, depois o beijei, sussurrei "eu te amo" , "...sou única e sua" e aparentemente se acalmou, se conformou. 

No consultório a recepcionista estava presente, 15 minutos de espera, o Dr. Gato saiu do consultório com um casal que a mulher mediu Edy de ponta a ponta, até comentei com ele. Disse que foi para mim a flertada.

O Dr. Gato dispensou a recepcionista, ela nos observava como sabia que ia acontecer, de início Dr. Gato só permitiu a entrada de Edy pedindo para eu aguardar. Edy foi instintivo e pediu que eu o acompanhasse, não temos nada a esconder e afirmava saber reais motivo do retorno. Dr. Gato olhou para nós com gesto de impressionado 

Dr. Gato apresentava os resultados dos exames, citava que estava tudo em ordem e que agora poderíamos ir às realizações. E o caldo entornou quando Dr. Gato perguntou qual o valor do programa e se Edy estaria presente ativo ou voyer.

Edy olhou para mim com uma cara, tipo "você agora vai pagar" , não entendi o que seria até Edy retirar do bolso a coleira e a guia 
-"Será dois em um.... Garota de Programa e Submissa como cortesia." disse Edy em tom firme e seguro, olhar fixo com Dr. Gato e sem falar valor.

Edy se levantou e passou a guia com a coleira para o Dr. Gato e disse:
-"3 horas, venho buscá-la."


Dr. Gato abriu a gaveta e passou um envelope para Edy, pegou sem ver nada, Edy somente olhou para mim e saiu sendo conduzido até a saída. Dr. Gato retornou pedindo para acompanhá-lo, peguei a coleira e a guia e levei comigo para aquele ambiente reservado junto a Dr. Gato.

Confesso que a frieza de Edy me deixando lá quebrou meu clima, achei que fez de propósito para eu desistir, mas quando vi Dr. Gato nu me chamando para o banho...


...minha buceta chorou de desejos e desta fez Dr. Gato estava receptivo e ousado, ser beijada por aquele macho tesudo me fazia ter orgasmos .

No banho eu segurava aquele pau em ponto de bala, estava pulsativo e não baixava, e em certo momento abraçada por trás, aquele pau encaixou em minha buceta, uma apalpada aqui e ali , uma reboladinha entrou deslizando....

...tremi de prazer regada de carinho por aquelas mãos em meus peitos e sendo abraçada. Possuída de pé no banho. Dr. Gato percorreu uma de suas mão em minha buceta, acariciou e dedilhou uma gostosa siririca em meu grelo.

Gozei gostoso, saímos do banho e Dr. Gato se deitou no tapete do ambiente e pediu para eu mostrar o meu melhor a ele. 


Gatinhei de quatro até seu pau e o chupei gostosamente ouvindo urros de prazer por parte dele, em seguida subi em seu pau, desci sensualmente, provocativa e comecei a cavalgar nele, com gemidas gostosas, entre uma curvada e  outra, vinha beijá-lo sendo retribuída com abraços e socadas daquele pau gostoso em mim, mordiscava seus mamilos nos dentes fazendo carinho naquele peito.

Em certos momentos ele se continha para não gozar, eu aproveitava provocar até me conteve, me colocando de 4 no sofá. 

-"Que putinha safadinha é você." disse

Comecei a ser currada de quatro por aquele gostoso homem, suas socadas começaram a ficar mais selvagem, eu tremia, gozava infinitamente naquele pau, senti ele untando algo em meu cu, uma pausa, colocou a camisinha e com calma e cautela aquele pau rasgava meu cu, nossa como doeu, Dr. Gato colocava mais gel e seu pau começou a entrar e a sair moldando o rombo em meu cu, com prazer ele abria minha bunda e ver o rombo, narrava como tinha me deixado e ria realizado. 


Me deitou no sofá e pegou eu analmente de frente, estava totalmente a disposição em realizar seus desejos, aliviar em realizações. Peguei sua mão e chupei seu dedo, a safadeza estava em nosso rostos e olhares, ele me deu um pequeno tapa na cara me chamando de puta safada. 

Peguei sua mão e pedi para bater mais forte, bate como homem, e assim ele fez, urrei com o tapa e a socada em meu rabo. Ficamos assim por mais uns minutos e paramos. Dr Gato conduziu ao banheiro, um banho rápido e quando retornei do banho estava com dois drinks à mesa, brindamos. 

Entre bate papo aqui e ali, pegou a coleira e colocou em mim, conversamos e ficou surpreendido em ser adepta ao BSDM / SUBMISSÃO. Não comentei nada, e percebi a enorme besteira que fiz em trazer a coleira e a guia para o quarto. Pensei "EDY FILHA DA PUTA !! ARMOU PARA MIM!!"  Sim, se eu tivesse deixado no consultório, com certeza não estaria nessa posição desconfortável e inesperada.
-"Você gosta de apanhar?" perguntou


Respondi que sim, foi realizando perguntas se já tinha apanhado de cinto, chinelo e fomos conversando. Percebi que conceder  levar tapa na cara, abriu os desejos do Dr. Gato que eu não imaginava.

Ele foi até o armário e trouxe uma sacola com uns acessórios dentre eles uma mordaça de bola, algema e uma raquete de tênis de mesa ( brincadeiras a parte, vocês vão rir, não conhecia o acessório e foi o mais próximo que pude imaginar) Dr. Gato  caiu em risos e claro, ficou algo tipo eu tirando onda dele. 

Ficou  sério quando ele se levantou e deu um tapa de esquentar o rosto ordenando a chupar o pau dele, eu mamava aquela rola com raiva e tesão, isso me dava prazer e ao mesmo tempo me sentia uma vagabunda sem vergonha na cara, mas era por um momento e logo já estava em clima de prazer.


Dr. Gato me colocou de quatro na poltrona, algemou minhas mãos para trás, colocou a mordaça, segurou no meus cabelos e senti a bunda esquentando e duas estaladas seguidas, urrei retraindo e curvando o corpo até começa a escorrer a lágrima dos meus olhos. Aquilo ardia demais, era muito pior que apanhar de chinelo ou cinto.


Veio mais 3 seguidas sem dó, que escorria lágrimas sem conseguir chorar direito,  nem senti o pau do Dr.  Gato entrar, sentia as bombadas forte, soltou a mordaça e surgia uma mistura de choro com orgasmo.

Soltou as algemas e virou-me de frente, Dr. Gato socava com intensidade, aumentava o ritmo, e não era somente ritmo, seguia de humilhação verbal, encarava meus olhos com lágrimas e narrava   meu pai me vendo sendo puta, que era tal mãe, tal filha, isso cortava meus orgasmos e prazeres, tentei sair do pau dele, sentou um tapa em meu rosto me chamando de puta, puta que gosta de ser bem vagabunda com macho, passou a me segurar forte sem deixar eu escapar,  suas socadas ficaram mais firmes e fundas, volte e meia seu pau entrava e saia com folga de minha buceta, foi assim por vários minutos, até que entrou e foi fundo e lá parou e despejou todo seu calor dentro de mim, gozei junto com  a sensação toda. Foram os orgasmos mais estranhos que tive.

Dr. Gato demorou a tirar o pau de minha buceta, nos beijamos ofegantes, seu pau latejava dentro de mim e começou a  amolecer, escorregou sozinho a fora escorrendo seu leite em minhas pernas.


Dr. Gato perguntou e pediu para ser sincero com ele
-"Sua primeira vez como puta?"
Sinalizei com a cabeça meio envergonhada e falei timidamente
-"sim"
Ele riu dizendo:
-"Puta de primeira viagem...."
-"....não me interessa se fazem por fetiche ou por prazer, adorei trepar com você, vou amar ainda mais na próxima vez com seu namorado junto, convence ele, não irão se arrepender." - disse Dr. Gato enquanto pegava minhas roupas e  pedia para me vestir.

Queria ao menos me limpar e tomar um banho... (pensei alto) 

-"Você vai voltar usada para seu namorado, quero que ele me sinta em você" 
Sinalizei que compreendi e fui me vestindo toda ardida e gozada. Edy já estava na porta me esperando. Dr. Gato me deu um envelope e uma sacola com um vestido e disse: 
-"Você é uma aprendiz de  puta muito gostosa, este envelope é seu e espero vê-la por aqui novamente com seu namorado,  e esteja pronta quando te solicitar." disse selando com um beijo.

Beijo de agradecimento, beijo de serviços prestados, pensava assim caminhando até o carro. No caminho eu fazia uma cara de bolacha me controlando e querendo mostrar que tinha capacidade de tomar conta de mim.


Edy parou no caminho para uma conversa, querendo saber o que ocorreu, eu só dizia que conversamos disso amanhã, citava que estava cansada e tinha o problema de horário que estava muito fora do de costume.

Entreguei o envelope a Edy e mostrei o presente que ganhei, era um vestido vermelho, não tinha visto o cartão, quando li gozei involuntariamente.
"Use-o e desfile para seu namordo e futuro marido."

Edy riu de forma suave, me beijou na boca, desejou percorrer sua mão em minha buceta, impedi, olhei e balancei a cabeça de forma de negativa, atendeu minha decisão,  fiquei tranquila, não surtou, me deixou em casa, dei um enorme e ardente beijo segurando seu pau sob a calça, sempre excitado esse meu safado.
-"Te amo, te amo!!"  disse a ele e sem arriscar falar mais que isso. 

Na realidade eu não estava bem comigo mesma diante do que ocorreu. Dentro de casa, tinha a sensação de ser muito vagabunda mesmo e diante do que transitou até chegar em casa,  me sentia mais suave diante dos ocorridos, me sentia menos culpada, porém muito confusa. Tomei um banho rápido para dormir, meu corpo ardia todo até mesmo embaixo d´agua.

Na cama minha mente reprisava os momentos com Dr. Gato, me masturbava e colhia com os dedos o leite que escorria e chupava entre meus dedos, meus desejos aumentavam imaginando Edy junto e por pouco quase gritei no quarto quando gozei. 



Na madrugada, minha mente sempre me sabotava, em sonhos, ou pensando, o comportamento de Edy receptivo com a realização, as cantadas de Antônio, a mistura de culpa e prazer misturadas numa longa noite de sono, sonhos picantes, orgasmos involuntários...





Ref.: 1998 #0037
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 24 de março de 2026

DIGA COM QUEM ANDAS...

Entrar em casa depois de uma aventura de prazeres e dar de cara com Edy, sentado na sala ao lado da minha família, me congelou por completo.

Foi aquele tipo de congelamento que denuncia, o rosto fala antes de qualquer palavra, escancara que você estava exatamente onde não deveria. Minha vontade era mandar todo mundo embora dali, varrer aquela cena da minha frente. Ao mesmo tempo, eu precisava manter a compostura e honrar minha palavra com o Dr. Gato para a próxima consulta.

Vesti uma expressão neutra, quase insolente. Com a maior naturalidade possível, pedi que aguardassem, disse que já voltava e fui direto para o quarto. Tomei um banho tentando organizar os pensamentos, mas era inútil: tudo voltava àquela consulta ousada. Ainda sentia o gosto dele na minha boca. Meus pensamentos, soltos e quentes, foram interrompidos pela batida na porta, minha tia entrou sem esperar resposta.


Ela começou a falar sem rodeios. Contou toda a articulação que fez para que aceitassem Edy e para que ficássemos juntos. Esperava entusiasmo da minha parte, não encontrou. Meu silêncio a incomodou.

-"O que está acontecendo com você?"

Respondi de forma superficial, dizendo que estava saindo com alguém, um peguete,  uma mentira dita com uma naturalidade que até me surpreendeu. Nem consegui concluir. Ela me cortou, desmontando qualquer tentativa de simplificar a situação.


Não fazia ideia da proporção que aquilo tinha tomado.

Segundo ela, eu estava “falada” no bairro. A nova “galinha”. Citava nomes tipo Cidinha, Maria,  histórias que eu nem sabia que tinham se espalhado. Falava da preocupação dos meus pais, do peso dos comentários. Perguntou, ainda, se eu estava andando com uma tal de Carla. Nem sabia quem era.

A conversa foi interrompida pela voz do meu pai chamando da sala, impaciente com a demora. Estranhei ele ter se afastado, deixando minha mãe sozinha com Edy.

Na sala, todos reunidos, meu pai tomou a palavra. Falava com cautela, mas cada frase vinha carregada de intenção. Comentava sobre o que andava acontecendo no bairro, sobre meninas ficando mal faladas… e, com um olhar direto para mim, reforçava a importância de saber com quem se anda.

Sem rodeios, perguntou se nós realmente queríamos um namoro sério.

Defendeu minha imagem, disse que eu não era “mulher rodada”. Sorri por dentro, quase ri alto. Impôs condições: se fosse algo sério, que não se arrastasse por anos. Nada de namoro longo, no máximo dois anos. Depois disso, união.

Por dentro, eu vibrava. O consentimento da família me excitava de uma forma quase indecente. Edy sorria, com aquele ar de cafajeste que me desarmava completamente. Meu lado mais instintivo despertava, meu corpo respondia, quente, pulsante.

O horário avançava. Meu pai encerrou a conversa, praticamente me empurrando para me despedir de Edy.

Na garagem, longe dos olhares, não me contive. Beijei-o com intensidade, deixando a mão deslizar até o volume que endureceu imediatamente sob meus dedos. Sussurrei no ouvido dele o quanto aquilo tudo me deixava feliz. Ele respondeu da mesma forma, palavras baixas, sorriso satisfeito.

Ao voltar para dentro, indo em direção ao quarto, encontrei minha mãe e minha tia com uma guia médica nas mãos.

-"Por que você não vai mais ao ginecologista da família?"

-"Não quero ninguém interferindo no que faço ou deixo de fazer ." respondi seca, quase agressiva.

-"Eu vou acompanhar você..."

-"Quem vai comigo é o Edy. Meu futuro marido"  interrompi, firme.

O silêncio que se seguiu foi quase palpável.

Minha mãe me olhou, espantada. Minha tia olhou para ela, depois para mim, e abriu um sorriso contido, orgulhoso. Minha mãe saiu do quarto sem dizer mais nada. Minha tia, ao contrário, me aplaudia com gestos discretos, visivelmente satisfeita.

Naquele instante, senti algo mudar dentro de mim. Como se estivesse, finalmente, tomando as rédeas da minha própria vida.

No dia seguinte, fui trabalhar radiante. A mudança era visível, leve, elétrica. Segui as recomendações de Edy: ignorei qualquer possível problema no trabalho. Nada importava mais do que o almoço que tinha marcado com ele.

Mal via a hora de reencontrá-lo.

Conversávamos sobre planos, futuro, próximos passos. Eu estava envolvida, quase boba de felicidade. Mas havia algo diferente. Edy ainda era aquele homem provocante, confiante…

...mas não demonstrava o mesmo desejo de antes.

Foi então que Antônio e Noeli passaram por nós.

-"Tá sumido, “Lobo Mau”. Deixou saudades lá em casa." disse Noeli, rindo e cutucando Edy, sendo contida por Antônio.

-"Fiquei curiosa!!"  comentei, observando.

-"Besteira dela."  cortou Antônio rapidamente.

Deixei passar, mas aquilo ficou martelando. Marcamos de sair no fim de semana. E, sim… minha curiosidade só aumentava.

A primeira vez com Edy depois desse intervalo foi… frustrante.

O beijo não tinha a mesma intensidade. A pegada estava frouxa, desconectada. A tensão cresceu rápido e acabou em discussão. Ele reverteu a situação de forma abrupta, me calou com beijos fortes, reacendeu o corpo com uma pegada firme… mas não gozou.

Aquilo me irritou profundamente.

-"O que está acontecendo?"  exigi.

Ele não rodeou.

-"Você foi muito promíscua na minha ausência. Quero um check-up completo."

Senti meu sangue ferver.

-"Está me chamando de vagabunda? Em todas as vezes usei camisinha!"

A discussão escalou, mas algo me fez frear. Lembrei da consulta com o Dr. Gato. Respirei, engoli parte da raiva.

Expliquei que já tinha um retorno marcado e que a presença dele seria necessária.

A mudança foi imediata.

Edy se acalmou, pediu desculpas, mas manteve o discurso sobre cuidado e responsabilidade. Não estava totalmente errado, e eu sabia disso. Ainda assim, eu não tinha sido completamente sincera na consulta.

E, no fundo, uma dúvida crescia silenciosa: eu pagaria para ver até onde ele realmente suportaria meus desejos…


...ou se, em algum momento, tudo aquilo iria ruir.


Ref.: 1998 #0036
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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