sábado, 31 de maio de 2025

REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

 REALIZAÇÕES, DECEPÇÕES, TRANSFORMAÇÕES

Com o alvará de liberdade concedido por Edy, havia um prazo, um acordo entre nós. Comecei a investir como caçadora, iniciei a faculdade incentivada por ele. A aliança de compromisso realçava os desafios, atraía interessados e oportunistas. E, sendo bem sincera, foram apenas decepções. Dos cinco homens com quem saí, nenhum me proporcionou as expectativas criadas. Sentia-me mais usada do que realizada.

Saí com um professor da faculdade, um japonês, era cativante, sedutor e eu, uma boba. Foi me buscar em casa, com minha mãe quase me empurrando para ele, tinha expectativas de construir algo mais sério. Saímos para jantar e, depois, fomos ao motel, ele não tinha uma pegada selvagem, mas era sedutor, beijava bem.



Usava camisinha, metia bem, me fazia gozar e eu cedi... fiz anal, contrariando o acordo com Edy, gozava gostoso em todas as investidas daquele japa, estava bom demais para ser verdade. Na hora de ir embora, ele colocou a aliança de volta no dedo, olhou para mim e disse:
"- Sou noivo. Sabe que nossa saída é ocasional, né?" , fiz uma cara de quem não sabia,

Porra comeu, usou e tchau, mais uma na conversa ...  e fomos embora. Voltei chateada demais, refletindo sobre a péssima evolução do que eu realmente queria. Conversando e me abrindo com Edy,  estava ciente de todas as relações que tentei,  buscava sua ajuda e, em meio a tantas conversas, percebi que, em todas as transas, faltava você, sentia sua falta, sua proteção, me sentia incompleta e perdida, por mais que eu desejasse aquilo, além das escolhas que foram decepcionantes. 

Raramente tão sério, ele me beijou e sussurrou:
"- Vamos realizar algumas fantasias. Vamos começar do nível iniciante e evoluir nos momentos certos.
Eu confio em Edy. Não confio no suspense. Ele é experiente e seguro, ainda que sem uma referência de passado. Edy começou a me integrar com pessoas que eu não conhecia, gente simples, cativante, receptiva. Valorizavam o lado pessoal, sexo não era o objetivo das conversas, e sim algo reservado para o momento certo. Era outro nível, onde aparência e idade não faziam diferença.

Foi numa sexta-feira que Edy me levou a um barzinho, na verdade, mais uma casa adaptada para tal. Monalisa, em Santo André, o ambiente tinha pouca iluminação, com mesas privativas fechadas. De vez em quando, ouvia discretamente alguns gemidos de outros frequentadores. Namoramos um pouco, nosso drink chegou, Edy disse que agora trocaríamos de parceiros. Aquilo me causou ansiedade e expectativa , e antes de acontecer falava para em tom de ciúmes para  Edy
 "- Não quero te ver transando com outra... "

....interrompida, veio um homem de bigode, entrou no lugar de Edy, apresentando-se como Wagner. Quis saber para onde tinha ido Edy, e ele me tranquilizou, dizendo que estava com a esposa dele, na outra mesa. Além da conversa agradável que rolava entre nós, Wagner sabia me fazer ferver de tesão e desejo. Ousado, colocou o pau para fora, era gostoso de segurar, tinha habilidade, mesmo com roupa, soube conduzir tudo e me penetrou com a calcinha de lado. Pedia para eu relaxar, que não ia gozar em mim, era só para saber se eu gostava do pau dele. E eu gozava, sim, pela ousadia.



Foi quando a cortina se abriu e Edy me viu sentada no pau de Wagner. Em tom de brincadeira, ele disse que era a vez de Edy sentar,  na verdade, quem vinha era Marisa, e Wagner e Edy voltaram para a mesa.
Com Marisa, só rolou a apresentação, aquela mulher selou logo um beijo ardente. Percorreu meu corpo, e o calor subiu em ambas, não demorou para ela sugerir que fôssemos até a casa dela, era próxima,  concordei e saímos.

Chegando à casa do casal, numa iluminação melhor, percebi que eram um casal na faixa dos 50 anos. Conversa extrovertida, tranquila, sem pressa. Marisa me convidou para um banho e para continuarmos a conversa iniciada do barzinho. Nossa, que mulher... Uma morena que não entregava a idade. Me fez derreter no banho  e depois, na cama.

Ouvíamos a conversa dos homens enquanto nos queimávamos de prazer. Em outra observação, percebi que eles se masturbavam ao nos verem no nosso agarra-agarra. Marisa sugeriu que os meninos também fossem ousados. Wagner, então, se abaixou e começou a chupar a rola de Edy. Marisa conduziu os dois para a cama, e rolou um 69 entre eles. Um tesão absurdo crescia em mim. Habilidosa, Marisa sabia exatamente como tocar minha buceta, sem que eu esperasse, ela já me possuía com um consolo preso em um cinto. Wagner, observando, pediu para ela não judiar de mim, que queria ser ele a fazer aquilo  e riu.


Não demorou e Wagner se juntou, chupando minha buceta enquanto Marisa me comia, aquele bigode... Era a primeira vez que um me arrepiava tanto. Eu me continha para não gritar de prazer, Wagner se sentou na cama, colocou a camisinha, e fui conduzida por Edy a sentar na rola dele. Comecei a cavalgar com vontade.

O tesão aumentava ao sentir Edy me entregar para outro homem me possuir. Era um consentimento sem culpa, não resisti e acabei beijando Wagner na boca, percebi os olhares recriminadores de Marisa e Edy. Ao mesmo tempo que eu morria de prazer naquela rola, o ciúmes me consumia ao ver Edy tão próximo de Marisa. Sinalizava para ambos, puxando-os para mais perto, dividimos beijos em Marisa e sussurrei no ouvido de Edy que não queria vê-lo com ela.

Nitidamente, o tesão de Edy abaixou. Ele saiu para o banheiro e, ao retornar, Wagner já me currava de quatro, enfiando aquele pau no meu cu, até aquele momento, era o mais gostoso depois do Matheus. Gozei analmente umas duas vezes. Wagner dava umas paradas, pedia para eu ir mais devagar, dizendo que estava quase gozando, tirou a rola, abriu minha bunda para Edy ver e me elogiava:

"- Nossa, a novinha mete, hein? Se não tomar conta direito, vai virar corno"  e ria me deixando sem graça.

Edy, discretamente, me deu uma bronca pelo que tinha acontecido de quebrar regras prometidas. Wagner, voltando do banheiro, pegou Marisa e a possuiu ardentemente bem na nossa frente. Edy me possuía dominador, dono de minha pessoa, seu pau em minha buceta ia além de proporcionar orgasmos. O tesão era surreal, os rapazes nos colocaram frente a frente, nos incentivando a nos beijar, a nos tocar,  não demorou  Wagner foi o primeiro a encher Marisa de porra, seguido Edy que sentia o forte jato quente dentro de mim.


Marisa, ousada, veio e chupou minha buceta recheada com a porra do Edy, que por sua vez eu chupava e limpava o pau de Edy, Wagner permanecia deitado na cama, cansado.  Nos recompusemos,  Marisa, então, conversou discretamente comigo, pedindo atenção aos meus atos, lembrando que havíamos combinado, e reforçava que Edy também tinha dito a eles "nada de beijos e nem anal", que também era contra beijos,  confessava que pensava igual Edy. Sobre o anal, ela explicou que Wagner forçou para ver minha reação e testar meus limites. Pediu que eu refletisse e eu pedia desculpas por não ter cumprido as regras.

"- Pense, você pode perder ele. Edy é um ótimo homem. Conheça-o melhor, saiba respeita-lo e terá tudo que desejar,"

Wagner se aproximou da conversa e perguntou se eu tinha gostado, se poderíamos marcar outra saída. Antes mesmo de eu responder, ele emendou:

"- Já experimentou uma rola preta? A Marisa adora... Pena que sempre volta toda larga pra mim " e caiu na risada, como se fosse comédia.

Marisa se despediu com um selinho na minha boca. Wagner abraçou Edy e me elogiou:
" Que mulher de buceta quente e molhada... E que beijo, hein?"

Mesmo com as provocativas de Wagner em Edy , se mantinha controlado, seguro. Assim terminou a noite, a primeira experiência como casal  bem-sucedida ou melhor, mais ou menos bem-sucedida (rsrs).

Eu havia errado prematuramente, sim, mas ao retornarmos, Edy não brigou, voltamos descontraídos, leves. Na porta de casa, agradeci pelo momento, pela paciência, e pedi desculpas por ter ultrapassado os limites. Por incrível que pareça, sem brigas. Edy apenas disse, com aquele jeitão:

"- Eu vou te pôr no eixo... Só não coloco na linha porque trem mata." em tom de brincadeira


Naquela noite, minhas reflexões no quarto se resumiram a deitar e apagar. Me sentia leve, sem culpa, dormi profundamente, só acordando no dia seguinte.


Ref.: 1995 #0010

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sexta-feira, 30 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 4 A casa caiu. . .

 O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 4

A casa caiu. . . 

...era exatamente assim que eu me sentia. Tudo em mim contradizia as reações de felicidade de Edy, que parecia não desconfiar de nada. Minha mente fervilhava com a dúvida: contar ou não contar o que aconteceu durante sua ausência?

Edy falava sobre os dias trabalhando fora, da saudade, dos desejos que sentia por mim, entre outras tantas coisas. Perguntava se meus pais já tinham se acalmado. Quando eu ia perguntar algo, congelava, com medo de que ele viesse me confrontar.

A sensação de pânico foi diminuindo ao longo da conversa, durante o jantar e enquanto caminhávamos pelos corredores do shopping. Até que Edy entrou em uma loja de alianças, começou a dar início ao nosso futuro. Naquele momento, me senti angustiada por estar sendo tão desonesta e desabei em lágrimas. Edy tentou me consolar, sem entender nada do que eu dizia, entre soluços e confissões embaralhadas.

Em um lugar mais calmo e reservado, eu tentava me recompor, mas voltava a chorar. Até que, em meio às lágrimas, desabafei:

" - Traí sua confiança... não sou uma mulher digna..."

Fui interrompida por Edy, que me abraçou e tentou me consolar:

"- Shhhhiu... Não diga nada. Acalme-se primeiro."


Ficamos parados, um observando o outro. Meus olhos estavam vermelhos de tanto chorar. Então, Edy sugeriu:

"-Vamos a um motel?
"- Mas... estamos com clima pra isso?"
"- Hoje vamos fazer diferente. Confie em mim."

Esse “confie em mim” vindo de Edy me deixava desconfiada. Depois do episódio do bambu, eu fiquei mais esperta. Perguntei:

"- Sem bolsa dos prazeres? Sem nada... anormal, né?"
"- Sim. Já te falei que motel não é só pra sexo."
"- Sim... mas sempre acaba em sexo " respondi, rindo discretamente, o que também arrancou um sorriso dele.

Confiei. No fim das contas, eu já estava ferrada mesmo, não tinha mais nada a perder... pensava eu.

No motel, sentada na cama, enquanto Edy estava na cadeira me observando, ele perguntava, com carinho, tudo o que havia acontecido. Um nó subia na garganta e a voz simplesmente não saía.

"- Sem chorar, começa: Era uma vez..."  , disse ele.


Repetiu a frase algumas vezes, até que comecei a relatar, de forma parcial, o que havia ocorrido. Edy reformulou a pergunta e me deu mais uma chance de falar. Não estava bravo, pelo contrário, parecia levar bem o que eu dizia. Então recomecei, e, dessa vez, contei tudo inclusive a besteira de ter transado sem camisinha e ele ter gozado dentro. A impressão que tive é que ele já sabia de tudo, só queria a confirmação.

Relatei também o susto que passamos quando a noiva do Matheus quase nos pegou. Parei de falar ao notar a expressão de Edy mudar. Ficou diferente, pensativo. Levantou-se, deu uma volta pelo quarto e foi até o banheiro, onde entrou debaixo do chuveiro.

Mesmo sem ser convidada, esperei alguns minutos e resolvi entrar também. Lá, ele me abraçou com força, o semblante triste. Fazia carícias. De repente, segurou minha cabeça, olhou profundamente nos meus olhos e me deu aquele beijo ardente sua marca registrada. Um beijo capaz de me fazer gozar. Era tão bom sentir aquela sensação novamente.


Saiu do banho perguntando se eu queria algo do serviço de quarto. Quando retornei, Edy se aproximou de mim e disse:  "- Eu preciso me desabafar. Preciso que me ouça sem julgamentos..."

Falava de forma perturbada e estranha; nunca o tinha visto assim. Pedi que colocasse tudo para fora, que despejasse sua raiva,cfosse o que fosse.

E então ele começou:

"-  Sabia que algo ia acontecer, mas não imaginava com quem, nem até onde chegaria. Estou com uma raiva ainda maior da sua mãe  e ela vai pagar com a língua dela. Seu pai então... aff, outro dois caras... "

(Pausava a narrativa por instantes.)

"- Você é muito ingênua. Tá querendo virar galinha? Puta? Não pensou em mim, saindo com alguém do trabalho? Corno eu? É isso mesmo? Andar pela empresa desfilando com um par de chifres? Pensa pequeno, uma piveta..."

(Nova pausa notória raiva subindo e mantendo-se no controle)

"-  Não se come a carne onde se ganha o pão" ,  citava, pausava, e continuava:

"- Eu quero você. Te amo. Você é minha mulher porra !!" 

(Enfatizava, com convicção. Me dava orgulho ouvir meu valor sendo reconhecido.)

 "- Você tem capacidade de ser muito mais do que é, mas precisa ser mais esperta, mais atenta. Sei que está se conhecendo no sexo, está se descobrindo... Não quero que seja apenas mais uma na minha vida."

(Percebia mágoa em seu passado. Olhando nos meus olhos, dizia com firmeza:)

"-  Ouça, preste atenção. Eu vou te realizar além do que você possa imaginar. Saiba dar tempo ao tempo... "

E então me abraçou com calor e afeto.

Não havia clima para nada íntimo, ficávamos deitados, conversando. Edy queria saber todos os detalhes,  como foi, o que senti, quais eram minhas expectativas ao sair com Matheus. Eu contava tudo.

No sexo anal, eu tenho mais prazer com o pau do Matheus, por ser menor que o seu.  Edy explorava meu prazer, buscava detalhes e mais detalhes, a conversa seguia entre toques em meu corpo, percorria minha virilha, chegando até minha buceta, que já estava molhada de desejo...

" As recordações te excitam? "  perguntou.

"-  Os meus desejos, sim. O que podia ter sido diferente..."  respondi, já perdendo o fio da conversa, distraída pelos dedos dele dedilhando meu grelo. Edy me desejava, o olhar dele era claro, queria me perdoar num gesto de entrega.


Ele se levantou, foi até o carro e voltou com uma venda. Colocou-a em mim, deixando-me deitada, e sussurrou ao meu ouvido:

"- Serei eu aqui, mas para você vendada, sou um estranho neste momento. Conduza como se fosse uma traição. Não tenha medo, se solte..."

Gozei inteira só com a proposta. Conheço bem o meu homem, ainda mais com as dicas da minha tia.

Edy me seduzia como um amante experiente. Seus toques eram diferentes, novas formas de senti-lo, o que me excitava profundamente. Ele chegava até meus pés, chupava meus dedos, e sua boca quente atiçava meus desejos. Veio a mim com beijos ardentes, segurando um dos meus pés, abaixando os dedos e deixando apenas o dedão exposto… eu sentia seu ânus ali. Meu coração pulsava com o prazer que ele me proporcionava, era tão intenso, tão claro.

Voltou a me beijar, dos seios até a boca. Eu segurava seu pau duro como uma barra de aço pulsante. Com a outra mão, Edy chupava meus dedos enquanto colocava seu pau na minha boca. Aquela cabeçona não cabia por completo, e eu sentia sua mão guiando a minha, até que meu dedo adentrou o cu dele. Inexperiente, eu não fazia nada, só deixava ele conduzir. Era estranho não ver nada e, mesmo assim, sentir tudo. Na minha mente, surgia a conversa com Matheus, me perguntando se Edy gostava de rola…


Edy me colocou de quatro, ouvi o som da camisinha sendo aberta. A penetração foi diferente, ele entrava devagar, conduzindo, e, ao mesmo tempo, seus dedos estimulavam meu grelo, aguçando ainda mais meu desejo. Após sua ausência, sentir aquele pau me invadir até o talo era enlouquecedor; parecia que ele alcançava minha garganta.

Os orgasmos vinham intensos, do jeito que ele me possuía, abraçando-me por trás, moldando meus seios. Na posição de quatro, Edy sussurrava palavras de humilhação no meu ouvido, como:

"- Tá igual uma cadela no cio, saciando sem precisar olhar pra esse rosto de vagabunda…"

Me senti ofendida e  tentei sair, Edy me segurou firme e enterrou o pau com força.
"- Me larga!" pedi.

Ele me deu um tapa na bunda. Depois outro.
"- O próximo é com o bambu."

Parei, me controlei, deixei Edy me usar. Mas, naquele momento, meu tesão acabou. Percebendo me virou de frente e voltou a me possuir. Eu já não tinha mais tanto ânimo, até que ele voltou a sussurrar:

"- Fala, Edy, você é um corno…"

Fiquei em choque. Ele pediu mais uma vez. Era demais pra minha cabeça. Insano, tem pegadinha. . .

... e na terceira vez, eu disse:

"- Você é um corno."

Edy segurou firme meus pulsos e mandou repetir mais alto

"- EDY, VOCÊ É UM CORNO!" ,  gritei.

E foi ali que senti seu pau crescendo ainda mais, ele se excitava com aquilo. Voltei a me empolgar, a rebolar com vontade, a xingá-lo. Nos finalmentes, ele tirou a venda dos meus olhos, me encarou e  declarei:

" -Te amo, meu corninho…"


Tirou o pau e gozou no meu rosto,  o chupei ainda latejando, enquanto ele continuava a gozar, em seguida Edy me beijava, mesmo com meu rosto lambuzado de esperma, sem se importar. Era insano. Doentio. Mas real.


Depois de nos recompor no banho, voltamos para casa. Eu tinha horário pra chegar, meus pais eram rígidos, não permitiam que eu dormisse fora. Voltamos como se nada tivesse acontecido.

Todo o medo e o terror que dominavam minha mente na ausência dele, se dissipavam com a sua presença. Na porta de casa, com meus pais espiando pela janela, Edy disse:

" -Não brigue com eles. Entre feliz e sorridente. E lembre-se: jamais faça isso de novo. A chance é única. Eu te amo muito.

No meu quarto, meu paraíso, agradeci em silêncio e chorei de alegria. Eu estava praticamente com o pé na rua… e fui resgatada. Valorizada. Ainda tinha muito a amadurecer.

Ref.: 1995 #0009

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quinta-feira, 29 de maio de 2025

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

ENTRE DESAFIOS E A ESCOLHA

Apresentação


Olá, pessoal! Sou marido da Edna, me chamo Edy, esse nome é uma forma carinhosa e resumida do meu primeiro nome. Profissionalmente, sou conhecido pelo sobrenome, como é comum em algumas das empresas onde trabalho ou já trabalhei.

Estou escrevendo esta publicação para clarear, dar mais horizonte e fatos as publicações já realizadas  por Edna e compartilhar pensamentos, decisões difíceis, pressões emocionais e tudo aquilo que envolveu e ainda envolve na minha relação com a Edna. Os três primeiros anos juntos foram extremamente desafiadores, principalmente pela resistência da família dela em aceitar nosso relacionamento. Para os pais da Edna, eu jamais poderia ser considerado um namorado, muito menos um futuro marido.


Tivemos pessoas importantes que participaram dessa trajetória e foram pilares para a construção e o fortalecimento da nossa relação. Sempre digo à Edna, aos nossos amigos e agora também a quem lê este blog: a felicidade e as realizações de um casal nunca seguem uma única receita. O que funciona para um, pode não servir para outro, mas sempre há algo que pode inspirar. A modelagem, a continuidade, o aprimoramento… tudo depende do casal.

Com o tempo, vocês vão entender melhor nossa história nas próximas publicações.

A ideia deste blog surgiu há dois anos, como uma espécie de livro pessoal, um espaço de nostalgia onde registramos lembranças que nos marcaram profundamente. Relembrar e descrever tudo isso tem sido prazeroso para nós. E, por decisão dela com meu total apoio iniciamos compartilhando esses momentos. As narrativas têm sido construídas juntos, buscando manter a fidelidade aos fatos, às conversas, aos diálogos e sentimentos que marcaram nossas vivências. Nas próximas postagens, trarei mais detalhes sobre essas recordações (*).

Não quero me alongar demais para não perder o foco desta primeira participação.

Sou uma pessoa que valoriza as particularidades de alguém e Edna despertou isso em mim logo no primeiro dia de trabalho. Enquanto muitos a ignoravam por ser “magrela”, “sem peito” ou “sem bunda”  palavras que ela mesma usava , foi no primeiro beijo que percebi o quanto ela era especial.

A inexperiência dela, no entanto, representava um desafio. Quando Edna me confidenciou que ainda era virgem e tinha curiosidade sobre como seria o sexo, falava do então noivo, Daniel, e da falta de atitude dele, demonstrava que estava numa relação falida . Aproveitei a oportunidade e assumi o risco de me tornar seu primeiro homem, seu namorado. A fiz mulher, a vi radiar e crescer ainda mais como pessoa.

Não foi fácil, fomos alvo de muitas piadas quando nossa relação veio à tona, frases como “pegou pra criar” ou o apelido maldoso “leite ninho” eram comuns, além dos comentários maldosos. Mas isso nunca me incomodou tanto quanto o verdadeiro obstáculo, a resistência dos pais dela. Enfrentar essa barreira exigiu paciência, estratégia e, sim, alguns arranhões que se tornavam ainda mais pessoais.

No primeiro ano, vivíamos em nosso próprio mundo, e ele era perfeito assim. Mas, ao sair para o mundo social, a realidade pesava. Era o olhar crítico dos pais, os oportunistas se aproximando da Edna, tentando se aproveitar da ingenuidade dela. E, sinceramente, doeu quando ela me pediu para conhecer outros homens, sentir como seria o sexo com outro. Foi difícil lidar com o ciúme, com a idéia de perder o status de exclusividade. Minhas experiências anteriores pesavam, a imaturidade dela, a ousadia impulsiva com o próprio primo foi o gatilho inicial, as inseguranças que me consumiam quando precisei viajar a trabalho...

Viajei  a sair com a certeza de que tomaria um par de chifres, retornaria corno, então foquei no trabalho para não enlouquecer e agilizar o retorno o quanto antes. 

Vilma, a mãe da Edna ainda fazia questão de alimentar meus ciúmes quando ligava para sua residência, dizendo que Edna estava “namorando outro”. Quando disse que era o Matheus que estava saindo, até senti um alívio, mas percebi que tudo aquilo era parte de um processo que me levaria compreender eu em  aceitar  e inserir  Edna no mundo mais liberal, proporcionar e conduzi-la ao entendimento do prazer, desejos e fetiches sem rótulos sociais.

Comigo, o prazer já havia sido moldado em experiências com uma ex-namorada (Lee). Relação que não deu certo por culpa minha, atitudes erradas, ciúmes, possessividade. Duas outras ex também contribuíram para minhas desconfianças, (Ivani e Sandra) foi sarcástica e cruel  pois escondiam comportamentos, mentiam, me feriram. (*Esses relatos também virão conforme a cronologia das publicações da Edna.)


Eu precisava amadurecer uma estratégia nesse intervalo, nessa ausência e distância. Traçar algo que poderia realizar o desejo por ela  solicitado, afinal ceder a mulher de sua vida para que outros  homens a desfrutarem, manter o laço da confiança e comprometimento. Eram muitas variáveis em meus pensamentos que entrariam como prova de fogo, e tinha que aceitar com meu consentimento.  Foi com essa mentalidade que me preparei para voltar e lidar com tudo de maneira mais consciente. Agora, é ela quem seguirá relatando os próximos capítulos.  Ótima leitura à todos (as). 



Ref.: 2025 #0008

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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