sexta-feira, 23 de maio de 2025

O DESEJO E O CASTIGO

O DESEJO E O CASTIGO

As cicatrizes. . . 

Depois do escândalo com meu primo Alexandre, cheguei em casa arrastando o peso do silêncio familiar. Minha tia,  irmã de meu pai  e seu atual marido me aguardavam na sala, rostos sérios, olhos atentos. Ao me aproximar, minhas tia  me envolveu em um abraço apertado, e ali mesmo desabei em lágrimas, como se seu colo fosse a única redenção possível. Conduziu-me ao quarto, sentando-se na beira da cama enquanto me ouvia falar, entre soluços, sobre Edy, o primo, a vergonha e os julgamentos que se espalhavam pela família. Sussurrava que eu tinha vacilado feio, me puxava pela orelha com certo carinho severo. “Já temos primas pistoleiras na boca da família... agora você?”, dizia.

Enquanto tirava a roupa para tomar um banho, ela se espantou com as marcas visíveis em meu corpo. As cintadas, roxos e arranhões eram impossíveis de esconder. Nem de mim mesma.

No dia seguinte, Edy apareceu na hora do almoço. Trazia um sorriso orgulhoso no rosto, queria me mostrar a casa que acabara de comprar. Achei que fosse me animar, mas tudo em mim parecia distante. Ele percebeu. "- Depois do trabalho, a gente conversa." disse.

Estava apavorada,  covardemente recorri à minha tia para mediar a conversa. E ela, como sempre, envolveu tudo com sua lábia afiada,  elogiava Edy, chamava meu pai de teimoso, e tentava costurar um futuro que, sinceramente, eu já não sabia se queria. Edy permanecia frio, sua risada era forçada, suas palavras medidas. Em certo momento, ele e minha tia se afastaram, deixaram-me ali, isolada, seguiam com conversas que gesticulavam irritação em Edy, minha tia dialogava e percebia que chegavam a um consenso. Eu os observava de longe,  imaginando o que diziam e quando voltaram, ela anunciou:

"- Hoje é cada um pro seu lado. Amanhã, com a cabeça fria, vocês decidem. No caminho de volta, recebi mais broncas. "- Ingênua. Você não sabe com o que tá lidando." minha cabeça encheu de interrogações, exclamações . . .  que raios ela quis dizer, pensava eu, estava sem coragem de perguntar e assim seguimos caladas.

Chegamos em casa, e ela tratou de conversar com meus pais. Falou bem de Edy, apelou para a diferença de idade entre eles como exemplo de tolerância. Funcionou e no final da noite, minha mãe me chamou: "- Está decidido. Traga Edy para almoçar com a gente no sábado.Vamos conhecer melhor essa sua escolha , já que não tem jeito". Falando de forma de desprezo .

Era como se os desejos começassem a se tornar realidade. Mas eu conhecia Edy... e sabia que por trás da calma dele havia um castigo anunciado.

A paz, no entanto, era só aparência.

Na sexta-feira, Edy me levou para sair. Estávamos bem, sorrindo, retomando o prazer. Achei que iríamos para a nova casa, mas ele disse que ainda estava em reformas. Em vez disso, seguimos para um motel na Mooca, chamado Pousada do Cowboy. Entramos numa suíte espaçosa. Edy pediu que eu subisse enquanto pegava algo no porta-malas. Sentada na beira da cama, permaneci vestida, envergonhada, quase tensa. Quando ele voltou, estranhou minha hesitação e começou a me despir. Aos poucos, notou as marcas em minha pele, uma pausa em silêncio, depois, um abraço apertado, e a frase que mudaria a noite:

"- Vamos continuar... porque isso é inevitável."

Não entendi na hora, só compreendi quando ele tirou de sua bolsa uma coleira vermelha e a colocou suavemente em meu pescoço, prendendo uma guia à fivela. Estava paralisada, mas não disse não.Depois, prendeu meus pulsos a uma cinta em minha cintura. Ri, tentando quebrar o clima tenso: "- Isso é brincadeira, né?"

Ele respondeu apenas com um sorriso enviesado. A seguir, pegou um pedaço de bambu e o colocou ao lado da cama. Soltei uma risada nervosa.

"- Vai colocar isso no meu cu, é?" Provoquei, tentando parecer ousada.

Edy sorriu de canto: "- Isso é um corretivo vietnamita.
"Caí na risada, zombando da seriedade daquilo. Mas ele não riu.

"-Quer experimentar?
"Desafiei : "- Quero."


Ele me posicionou de joelhos sobre a cama, com os pés expostos para fora. E então, sem aviso, desferiu a primeira bambuzada na sola do meu pé. A dor foi lancinante. Um grito escapou da minha garganta, chorei. Ele apenas olhou nos meus olhos e disse calmo: "- Eu avisei."

Ainda tonta, protestei:
"- Isso foi crueldade!"

Ele rebateu com frieza:
"- Crueldade foi tatuar cintadas em ti."

Outra bambuzada mais forte e minha voz desapareceu.  Pela primeira vez, vi Edy com lágrimas nos olhos. A dor me anestesiava . . . 

Edy me vendada, sem saber o que esperar, ouvi a porta abrir. Uma voz feminina doce e provocante, comentou sobre as marcas:

"- Nossa... que marcas."
" - Isso foi obra dos pais dela" , respondia Edy
"- Que horror... mas até que está excitante."

Pude sentir unhas suaves tocando minha pele. Ouvi zíperes, frascos sendo abertos, e então mãos cuidadosas massageando minhas feridas.

"- Vai levar uns vinte dias para sumir. Passe isso antes de dormir."

Aquela mulher tinha um toque hipnótico, soltou minhas mãos, percorreu meu corpo com sensualidade, retirou a coleira e enfim retirou minha venda com um beijo suave. Era uma morena , traços indígenas, olhar quente. Sorriu:

"- Márcia. Estou à sua disposição. Fique calma... você é linda."

Me beijou, nos beijamos, me entreguei, ela conduziu nossos corpos a  se entrelaçarem, e, por um momento, esqueci da dor. Edy e outro homem, Marcos, nos observavam. Eles queriam que nos tocássemos. Márcia desceu sua mão pela minha intimidade. Márcia deslizou os dedos entre minhas pernas, dedilhando-me com maestria. Estática, quase entregue, fui interrompida por mais uma bambuzada em meus pés, me curvei toda de dor e chorei, Márcia tentou me consolar e acabou recebendo uma bambuzada, conteve a dor mordendo os lábios e apertando o lençol com as mãos, até soltar lágrimas em seus olhos.

Deitamos juntas, ambas se contorcendo e gemendo de dor. Edy, frio, nos observava. Depois se levantou, me beijou sem emoção e anunciou:
" - Amanhã estarei lá. Se divirta. Você tem meu aval.

Saiu como se nada tivesse acontecido. Márcia me abraçou, tentando conter minha confusão. Seus olhos sérios, porém doces, cravaram-se nos meus.

"- Nunca traia em silêncio. Peça permissão antes. Depois que faz, não adianta mais se justificar"

Aquela frase gravou-se em minha alma com mais força do que qualquer bambuzada. E naquele instante, compreendi: o desejo me levou até ali... mas o castigo só estava começando.

" - E por que você está aqui? perguntei.
" - Pelo mesmo motivo. Traí Marcos sem seu consentimento com um colega de trabalho."

"- Mentiu pra mim ..." grunhiu Marcos, irritado. E completou:
"- Edy pode ter desistido, mas eu quero ver. Vamos, vocês duas. Quero ação.


Márcia pediu calma, olhou em meus olhos e eu consenti. Sussurrei: "- Nunca estive com uma mulher."

"-  Então deixe que eu te leve ". disse, beijando-me suavemente.

E me entreguei. Senti a língua de Márcia explorando minha buceta. Respondi com gemidos e tremores. O gosto estranho tornava-se um novo vício. O prazer explodia em ondas que me desligavam do mundo. Era como se, mesmo ausente, Edy estivesse ali, dentro de mim.

Marcos penetrou Márcia por trás, ela veio até mim, beijou meus seios, me guiou a sua intimidade. Obedeci,  desejei,  a toquei, beijei e explorei outra mulher sem medo, apenas com curiosidade e excitação.

Após Marcos saciar seu ego, tesão e desejo com Márcia , me comia com os olhos e falava:
"- Fique tranquila, garota... não vou transar com você. Respeito e honro minha palavra"

No banho, conheci Márcia além do toque. Descobri suas dores, suas quedas. E percebi que, de alguma forma, ela era o espelho do meu próprio caos.

Ao final, me deixaram em casa. O silêncio era absoluto. Mas dentro de mim, um turbilhão gritava.

Edy, Marcos, Márcia, meu passado, meu corpo. As peças estavam se movendo. E algo me dizia, com uma certeza inquietante: "O verdadeiro castigo... ainda nem começou."


Ref.: 1995 #0003
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quarta-feira, 21 de maio de 2025

PRIMEIRAS REVELAÇÕES

 PRIMEIRAS REVELAÇÕES

Já se passavam nove meses desde que comecei meu relacionamento com Edy. Nove meses de uma paixão avassaladora  e, principalmente, de um sexo selvagem que me deixava marcada no corpo e na alma. As nossas transas eram intensas, cheias de ousadia e vontade. Eu me sentia viciada naquele prazer bruto, visceral, quente como brasa em pele nua.

Com o tempo, as pessoas notavam meu corpo se transformando, mais cheio, mais desejado. Começaram os olhares, os comentários, as cantadas, algumas me divertiam, outras me instigavam. Até mesmo Matheus, aquele que antes me ignorava, agora me cobiçava descaradamente.

Foi nesse turbilhão de desejo e atenção que soube de um apelido que circulava às minhas costas: "leite ninho". Fiquei incomodada. Edy tentou me acalmar, dizendo que não valia a pena dar importância, que apelidos só pegam quando a gente reage. Ele tinha razão logo, aquilo desapareceu.

Certa momento, deixei escapar minha curiosidade, perguntei como era transar com outras mulheres. Edy tinha experiência, vivências além das minhas e ele respondeu com naturalidade: "-cada mulher é única, tem seu cheiro, seu gosto, sua essência!. Senti ciúmes, voltei a perguntar se alguma o havia marcado, e ele apenas disse: “-Todas marcam de alguma forma. Mas você me marca por inteiro.”

A resposta me confundiu, mexeu comigo e para provocar ou talvez por impulso contei que tinha vontade de saber como seria estar com outro homem. Disse com franqueza: “-Prefiro te contar do que te trair.” Ele me olhou em silêncio, pensativo, quando finalmente falou, apenas disse: “-Tô traquinando umas ideias.” Isso me deixou ainda mais instigada.

Não imaginei o quanto essa conversa abriria portas para realizações, desejos sombrios e perigosos.

Naquela semana, meu primo do interior, Alexandre, chegou para se hospedar em casa enquanto fazia um curso na capital. Ao me cumprimentar, seu olhar percorreu meu corpo com sede. E ao se aproximar, sussurrou com um sorriso maroto: "- Nossa, prima... tá um filezão, hein?"

Dei risada e o abracei, fingindo ignorar, embora tivesse sentido um arrepio instantâneo. Minha mãe, na cozinha, me lançou um aviso em tom sério:
"- Fica esperta com a sua galinhagem. Suas primas já andam atrás dele... Não vai querer ser mais uma."

A casa encheu de parentes. Primas, tias, todo aquele falatório típico de reencontros familiares. Em um canto mais reservado, eu e minhas primas conversávamos entre risos e confissões. Uma delas revelou, rindo, que já tinha segurado o pau do Alexandre. A conversa esquentava e eu fingia desinteresse, mas minha cabeça fervia.

Naquela noite, fui invadida por pensamentos confusos. Edy, ocupado no trabalho, não poderia estar comigo. E Alexandre... os olhos dele me perseguiam.

No dia seguinte, na laje, fui surpreendida por um abraço quente por trás. Senti suas mãos tocando meus seios, seu corpo colado ao meu. Uma encoxada precisa, sem hesitação. Minha buceta reagiu com umidade imediata. O desejo gritou.

Nos beijamos ali atrás das caixas d´agúa , brevemente, até que o som de passos nos interrompeu. Minha mãe subia as escadas, soltei Alexandre e mantendo distância fingimos conversar. Meu coração disparava.

Durante a noite, na cama, eu misturava minhas lembranças com Edy às ousadias do meu primo. No dia seguinte, no trabalho, Edy não apareceu, havia virado a noite e ainda precisaria emendar mais uma jornada para finalizar um projeto. Só consegui vê-lo no final da tarde, e mesmo assim foi um contato rápido, superficial.

Ao chegar em casa, encontrei Alexandre deitado no tapete da sala, assistindo a um filme. Perguntei aos meus pais e  respondeu que tinham saído para ir ao mercado e que logo estariam de volta. Disseram que eu também chegaria tarde, mas não contavam que Edy estaria trabalhando... Foi nessa brecha que Alexandre aproveitou para roubar mais do que beijos. Roubou minha dignidade, me deixando semi-nua no corredor, com a boca em meus mamilos e o pau latejando por dentro da calça. Desabotoei sua calça e vi aquele pau pulsando, excitado. Só deu tempo de abaixar a cabeça, envolver com a boca e começar a chupar até que fomos interrompidos pelo som do portão se abrindo. Corri para o banheiro enquanto Alexandre se recompunha, indo ao encontro deles para ajudar a descarregar as compras.



Debruçada no box, com a água escorrendo pelo corpo, eu me perguntava como seria ser possuída por outro homem. O desejo queimava por dentro, mesmo misturado à culpa. Naquele instante, mil ideias invadiam minha cabeça. Hoje, olhando friamente, percebo o quão sem noção fui... Mas a merda já estava feita.


Acordada desde a uma da manhã, excitada, louca para dar continuidade ao que havia acontecido no corredor, fui até a sala onde Alexandre dormia. Com calma, deslizei a mão por baixo das cobertas, acariciando seu pau. Meio duro, logo ficou completamente ereto. Conduzi Alexandre até o tapete, onde nos envolvemos em um abraço ardente. Semi-nus, recebi os carinhos de suas mãos habilidosas, tudo em total silêncio para não acordar ninguém da casa.


Com Alexandre deitado, subi em seu corpo querendo cavalgar naquela pica. Ainda sem ser penetrada, comecei a gozar apenas com o calor em minha bunda seguido de um orgasmo,  voltei a sentir uma segunda esquentada, a realidade me atingiu com força, era o cinto do meu pai estalando no meu corpo. Ele me puxou pelos cabelos, gritando, e aplicou a terceira cintada enquanto minha mãe me arrastava para o quarto, me chamando de puta e vagabunda. Levei um tapa no rosto, acompanhado da ordem seca da minha mãe: "-  Cala essa boca! Nada de escândalo!"

Trancaram-me no quarto, onde chorei em silêncio. Do lado de fora, ouvi a discussão com meu primo.
Alexandre tentava se defender: "- Fui acordado, não tenho nada a ver com o que aconteceu! Se aconteceu, foi porque sua filha quis!"

Meus pais se calaram. Depois, ouvi apenas murmúrios, passos, e a porta do quarto deles se fechando. O pesadelo havia começado.
Passei a noite inteira chorando, com a pele ardendo das cintadas. Dormi vencida pelo cansaço, sem conseguir pensar em mais nada. No dia seguinte, saí para o trabalho sem sequer tomar café, sem ver a cara de ninguém. Minha aparência era a de quem havia virado a noite , ouvi piadinhas e olhares tortos. Por sorte, Edy estava de folga, não sabia naquele instante como encará-lo.

No trabalho, sentia a dor que ardia em minhas costas, o que me deixou melancólica o dia todo. Chegava domingo, mas não chegava a hora de ir embora.
Mal sabia eu que, apesar do castigo, o desejo não havia sido punido. Apenas adormecido e logo, ele voltaria a me consumir.




Ref.: 1994 #0002
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

terça-feira, 20 de maio de 2025

O COMEÇO DE TUDO - O PRIMEIRO ATO

O COMEÇO DE TUDO

O PRIMEIRO ATO


O COMEÇO DE TUDO

Tinha acabado de começar no meu novo emprego quando conheci Edy. Ele era prestador de serviço, não funcionário fixo, e aparecia sempre que era solicitado.
Não sei por qual motivo se encantou por mim. Eu, magrela, sem peito, sem bunda... uma verdadeira tábua. Não me achava atraente e também não via Edy como um possível pretendente.

Tínhamos uma diferença de idade considerável, dez anos e, além disso, eu estava prestes a ficar noiva do Daniel. Nossas famílias torciam para que o noivado e, em seguida, o casamento acontecesse logo.
Era virgem. Mas tudo mudou quando, certo dia, aceitei uma carona do Edy até minha casa. No caminho, ele parou o carro e, inesperadamente, roubou um beijo meu. Foi tão inesperado que me molhei inteira. O beijo era delicioso, ardente, sedutor, diferente de tudo que senti, quando ele fez uma pausa para me dizer alguma coisa, fui eu quem o atacou. Nos beijamos ainda mais, intensamente.


O PRIMEIRO ATO


À noite, na cama, acabei me masturbando. No dia seguinte, dava pra ver claramente no meu rosto que parecia que eu tinha virado a noite em alguma festa.
Edy era  e ainda é  muito objetivo, focado. Sabia como me conquistar, sem pressa, sem afobação. Ele sabia dosar. Estava me ganhando, pouco a pouco.

Em uma dessas caronas, Edy colocou a mão na minha buceta. Segurei sua mão e disse que era virgem. Ele riu da minha cara, dizendo que isso era raro. Mesmo assim, insistiu que só ia acariciar, sem colocar os dedos. Me derretia com os beijos dele e com os carinhos da sua mão na minha buceta, que ficava toda lambuzada.

Em outra carona, ele tirou o pau pra fora. "UAUUU"  pensei. Perguntei se aquilo era real. Ele ria enquanto colocava minha mão sobre ele. Uma pica grossa, cabeçuda, grande, principalmente se comparada com a do Daniel. Só conhecia essas duas rolas. Edy guiava minha mão para segurá-lo. Só com aquilo, acabei gozando de tanta excitação. Ele passou os dedos na minha buceta e, em seguida, lambia, me provocando ainda mais desejo. Sentia o pau dele latejando. Naquela noite, sonhei com aquela rola, um sonho delirante.




A PRIMEIRA VEZ
No dia seguinte, fui ousada. Atacada pelo desejo, enquanto ele dirigia, me abaixei e chupei gostoso. Mal cabia na minha boca, e eu sentia aquela cabeçona vermelha pulsando. Edy ficava preocupado com a ideia de sermos pegos no flagra. Tinha receio de pararmos em um lugar qualquer na rua e sermos assaltados.
Acabou me convencendo a irmos a um motel, onde poderíamos ficar mais tranquilos e seguros. Aceitei. Disse em casa que teria uma reunião com colegas da empresa e que não voltaria cedo.
Assim fomos, eu tremendo de ansiedade, emoção, com medo de alguém nos ver. Era a primeira vez, e Edy tentava me acalmar, dizendo que motel não era apenas para sexo. Fui na conversa dele.

Dentro da suíte, Edy me beijava loucamente. Eu estava pirando com as novas emoções. Ele começou a me despir, e eu o interrompia: era só uma conversa, uns amassos, uma sensação de segurança por estar ali. Mas ele emendou um beijo e sussurrou: "Vamos aproveitar o calor do tesão e tomar um banho." Aceitei, com a condição de que não rolasse nada.

Edy foi me despindo, elogiando meu corpo, me seduzindo com palavras e desejo. Retribuí, tirando a roupa dele. Fui conduzida até o banho, onde fui ensaboada e cortejada. Ele parecia ler minha mente, percebia que algo me incomodava. Perguntava, e eu dizia que era a consciência pesando por Daniel. Eu já não sentia tesão por ele, e estar num motel já parecia traição.

Edy rebateu: “Ao menos você está enxergando algo melhor pra sua vida. Sentindo coisas que ele não te dá. O máximo que pode acontecer é você ficar com ele, olhar pra ele e pensar: 'Daniel, você é um corno'. Ou até casar com ele e ter que buscar outro homem pra saciar seu fogo.” Eu ria da naturalidade com que ele falava.

Fui relaxando. Ele me enxugava como um servo, submisso, assim ele se dizia ser meu mucamo, meu escravo. No banheiro, ajoelhou-se aos meus pés, os secou, beijou, elogiou e lambeu. Eu amava sentir tudo aquilo. Saímos do banheiro e fomos pra cama, trocando olhares intensos. Ele me beijava, percorria meu corpo com sua língua habilidosa. Quando chegou à minha buceta e passou a língua sem pedir permissão, tremi. Me assustei. Gozei intensamente pela primeira vez, bem intenso e diferente de minhas siriricas. Puxei Edy pelos cabelos, olhei nos olhos dele e pedi que não fizesse aquilo de novo. Ele não  questionava,  me calava com beijos.

As coisas foram acontecendo. Na minha cabeça, uma mistura de decisões. Comparava com Daniel, que nem chegava perto disso. No meio dos meus pensamentos, Edy sussurrava no meu ouvido: "Daniel, você é um corno." Fiquei brava, ia discutir, mas fui interrompida:

- Seja minha namorada, minha noiva, minha esposa. Simples assim. Te desejo, te quero. Não quero que você seja só uma aventura. Vem ser minha mulher.

Fiquei aquecida com o beijo. Ele voltou aos meus pés, passou a língua pelas solas, subiu pelos dedos, chupando e beijando. Subiu pelas pernas com ardência e caiu de boca de novo na minha buceta, agora com mais tesão. Pedi para ser possuída: "- Me faça sua mulher."

Edy subiu, olhou nos meus olhos e pediu para eu repetir. Queria a confirmação de que eu entregaria minha virgindade. Respondi, feliz: "- SIM."

Ele me beijava, me seduzia com as mãos, com a língua "ohhh, língua safada",  descendo, me chupando até tirar orgasmos. Subia me beijando. E, incrivelmente, aquela dor que tantas meninas falavam sobre a primeira vez... eu não senti. Só prazer. Edy soube me possuir de um jeito que, durante a penetração, eu só gozava. Tive tantos orgasmos que perdi o raciocínio. Era só tesão, prazer, muitos gozos. Sentia coisas que nem sei descrever. Foi romântico, carinhoso. Edy se controlava para não gozar dentro. Foi responsável. Seu pau saiu marcado de sangue e ele gozou jatos sobre meus seios e barriga.

Me assustei. Com calma, Edy passou o dedo no esperma no meu corpo, levou à minha boca, e eu lambi. Gostei da sensação, do cheiro, do gosto. Ficava com cara de “quero mais”. Ele repetia o gesto e me beijava em seguida. Só parou quando já estava quase toda limpa, me levando para um novo banho.

Me sentia segura o tempo todo. Me sentia valorizada, gostosona. Eram tantas sensações boas que já me imaginava uma mulher casada.



ORGASMOS SECRETOS E A VIDA DUPLA
O triste foi ser deixada em casa, com Daniel e meus pais me esperando, perguntando da demora. Estava se tornando uma rotina, Daniel como sombra, achando ter controle.  Pedi um tempo para tomar banho e me acalmar. No banho, não parava de pensar nos momentos com Edy. Comecei a me masturbar, sussurrando: "- Daniel, agora você é um corno... Te amo, Edy."

Gozei loucamente. Ao sair do banho e ir pra sala, minha aparência de “acabada” era visível. Mesmo sem vontade, Daniel me convenceu a sair naquela noite. E, com cara de pau, eu disse direto: "- Me leva pra conhecer um motel? "

Quase desisti. O “corno” hesitou, cheio de moralismo. Urgh. Mas fomos. E no fim, de tudo que estava dando errado, algo serviu para o certo. Com sua inexperiência, Daniel mal sabia o que fazer. Só chupava meu pescoço. Tive que ligar para o serviço de quarto pedindo camisinha. Queria aproveitar, já me sentindo mulher, para ver como seria com ele. Foi um desastre. O pau de Daniel não me dava o mesmo tesão que Edy. Perto dele, o de Daniel era um tira-gosto sem vergonha. Fora a pegada fria e mecânica sem emoções.  Acreditem ele me penetrou, gozou rapidinho, sem bombar, sem me dar prazer. O mais cara de pau foi ver a camisinha com marquinhas de sangue e achar que tinha me machucado. Aproveitei e dramatizei: "- Você tirou minha virgindade."  Ele mal valorizou o momento. Naquela noite, dispensei Daniel. Cheguei em casa cuspindo fogo. No domingo, ele apareceu com a mãe dele. Meus pais, buzinando no meu ouvido. Uma baixaria só. Passei o dia chorando.

Mas a segunda-feira... Ah, a segunda-feira! Edy me pegou no ponto de ônibus para irmos trabalhar. Trouxe mimos, um anel solitário e um cartão com sentimentos. Ganhei o ano com aquele gesto. E dessa vez fui eu quem roubou o beijo: um beijo longo, ardente. E fomos juntos, felizes, para o trabalho.

Edy me perguntou como tinha sido o final de semana, e contei tudo o que aconteceu. Mesmo sem jeito, acabei comentando o lance do motel. Ele olhou para mim, meio rindo, meio intrigado, e soltou:
"- E quem é o corno?
Eu ri e rebati:
"- Como assim, quem é o corno? Ele, claro... ou vocês dois?" ( risos) 

Edy também riu, mas percebi que ficou pensativo. Não queria magoá-lo, então expliquei como a situação acabou nos favorecendo. Ele apenas disse:
"- Não quero que isso se repita. E, caso tenha alguma intenção novamente, me avise antes. O corno do Daniel perdeu. Página virada, morreu o assunto."

Eu amava essa forma firme de impor as palavras e fazer as coisas acontecerem. Ele sempre me surpreendia. Pediu para que eu marcasse uma consulta com a ginecologista o quanto antes, e disse que me acompanharia. Aquilo mexia comigo. Sempre odiei ir ao ginecologista, então marquei com uma mulher. O da família poderia comentar algo com minha mãe, e eu não queria que ela soubesse de nada.


SUBMISSÃO E DOMÍNIO
Encerrado o expediente, fomos ao motel. Edy estava com aquele olhar safado que me enlouquecia. Na cama, ele me derretia em prazer. Tivemos orgasmos múltiplos, e eu me soltava mais a cada vez, me redescobrindo no sexo.

Numa das transas, arranhei as costas dele com força, cravei minhas unhas, ele urrou de prazer, e senti seu pau ir além. Acabei sangrando de novo, mas Edy me tranquilizava e me envolvia em novas descobertas. Me virou de bruços, abriu minhas nádegas e senti sua língua invadir meu cu. Perdi totalmente a noção. Só voltei à realidade quando a dor falou mais alto. Edy já estava com a rola toda enterrada, até as bolas. Eu tremia, um misto de dor e prazer. Ele só pedia para eu relaxar, não resistir. Teve uma hora em que eu disse que estava com vontade de ir ao banheiro, e ele, com calma e habilidade, aliviava o incômodo sem tirar o pau. Ficamos ali, em carícias intensas, até ele encher meu cu de porra. A sensação me alucinava , cheguei a ter a impressão de ter gozado pelo cu. Minha buceta escorria, sujando um pouco a cama com sangue. Sim, essa rola me fez sangrar algumas vezes até eu me acostumar com o tamanho do dote.

Fiquei com o pau de Edy dentro de mim até ele amolecer e escorregar para fora. No banho, ele me surpreendeu: pediu que eu me ajoelhasse no box e, de repente, urinou sobre mim, do pescoço para baixo, dizendo:"- Estou marcando território."  Na hora, fiquei com mil pensamentos na cabeça. Mas depois, ele explicou e eu, receptiva, admirava seus atos.




Antes de deixarmos o motel, Edy ainda me seduzia com beijos e carinhos ousados. Eu o punhetava, sentindo seu pau pulsando na minha mão. Ele sussurrou no meu ouvido:
"-Hoje você volta para casa completa... de realizações. Abre a boca e engole tudo."

Edy direcionou o pau para minha boca e despejou seu leite quente. Ordenava:
"- Engole tudo. Chupa ele. Limpa tudo."

Guiou minha mão para segurar sua rola, e eu a chupava e punhetava com prazer genuíno. Tudo aquilo era novo para mim, mas delicioso. O sabor da porra, o olhar satisfeito dele, o beijo melado que me deu em seguida... era tudo encantador. Nada do que minhas amigas diziam se comparava ao que eu vivia com Edy. Cheguei em casa acabada, com vontade de quero mais. Ainda havia muito a resolver sobre o envolvimento dele com minha família. Nos dias seguintes, o sexo ficou ainda mais intenso, especialmente após a consulta com a ginecologista. Quando saímos do consultório, chorei nos braços dele, aliviada por saber que estava tudo bem. Ter alguém comigo naquele momento desconfortável significava muito.

Voltando pra casa, pedi que me levasse ao motel. Lá, pela primeira vez, senti o gozo de Edy dentro da minha buceta. Foi surreal. Os orgasmos intensos me deixaram em transe.

Já vestida, pronta para ir embora, Edy me puxou, abaixou minha calcinha e me inclinou contra uma mesa. Me possuía de pé, rápido e fundo, até me encher de porra mais uma vez. Subiu minha calcinha e disse: "-Se vista assim, toda gozada."

Aquilo me deixou em brasa. Abaixei, chupei e limpei sua rola com vontade. No caminho de volta, ele me falou do propósito daquilo tudo:

"-Você vai deitar no quarto, do jeitinho que está, e vai me sentir intensamente."

No quarto, me despi aos poucos, de olhos fechados, sentindo o cheiro da porra de Edy, sentindo sua presença. Me masturbei misturando meu gozo ao dele. Chupava meus dedos cobertos de nossas essências, cheirava minha calcinha melada, e me perdi em mim mesma. Acabei dormindo. Acordei de madrugada, com um tesão fora do comum. Me toquei de novo, gozei forte... e só acordei ao amanhecer.



O DESEJO NÃO TEM FIM
Em casa após rompimento com Daniel meus pais ficavam no meu pé, questionando com "por quês", não aceitavam Edy como um bom partido para me relacionar. . . 

. . . e com Edy a cada novo encontro, meu corpo se tornava menos meu. Eu já não comia pensando em comida, não dormia pensando em descanso. Eu só pensava em Edy. Em seu cheiro. Em sua voz. Em seu gosto. E principalmente… em sua rola. Latejante. Pesada. Mandona.

Era como se tudo em mim tivesse sido reprogramada. Eu não vivia mais, eu ardia. Nosso envolvimento já tinha ultrapassado qualquer limite imaginável. Não era mais sobre sexo. Era sobre domínio. Sobre se entregar a um homem que sabia exatamente o que fazer com uma mulher faminta como eu.

No carro, me virei pra ele, os olhos ainda marejados, e sussurrei: "- Quero você… agora!"

Ele apenas ligou o carro e foi direto ao motel. Como quem já esperava por isso. Como quem sabia que eu estava à beira de um colapso de tesão.

Chegamos ao quarto e eu já tirava a blusa enquanto ele trancava a porta. Me despi com pressa, o olhar fixo nele, implorando."-Fode minha buceta. Me faz tua de novo."

Edy me deitou, tirou a roupa, nu ficou com seu pau pulsando. ele me olhava como um lobo pronto para devorar sua presa. E eu… só queria ser comida.

Ele me penetrou com vontade. Firme. Fundo. Sem perder tempo. Seu pau deslizando com facilidade, com gosto. Me segurava pelas pernas, as mãos fortes marcando minha pele, os gemidos dele no meu ouvido.

"- Sinta como ela te engole… " dizia, enquanto metia.

"- Ela é tua… tua buceta… tua putinha… " gemia de volta, os olhos virados, a alma fora do corpo.

Gozei duas vezes antes dele gozar. Senti o jato quente dentro de mim, preenchendo tudo. Fiquei ali, arfando, com o corpo tremendo, suada e sorrindo como quem acabou de ganhar o mundo.

Mas ele não havia terminado, me negou o banho, me fez se vestir suada e gozada sussurando ao ouvido: "-Vai pra casa assim. Vai dormir sentindo o gosto de mim em cada canto teu."

No carro, me olhava como quem acabava de marcar território e passava instruções: " - Quando chegar, se deita nua. Fecha os olhos. Se toca sentindo o cheiro da minha porra. Masturba até dormir. Quero que tua última lembrança do dia seja meu gosto escorrendo de ti.

Cheguei em casa trêmula. Entrei no quarto, tirei a roupa, mas deixei a calcinha… a mesma. Molhada. Grudada.

Em casa, meus pais só observavam a minha entrada e  em meu quarto me deitei, levei os dedos até ela, senti o líquido morno, úmido, escorrendo ainda. O cheiro me enlouquecia. Abaixei, lambi, chupei meus próprios dedos. Me toquei como ele mandava. Me masturbei com força, gemendo baixo, apertando os seios, roçando a calcinha na boca, gemendo o nome dele.

"- Edy… ahhh Edy… me goza toda de novo…" Gozei com força. Tremendo. E dormi com o gosto dele na boca, entre os dedos e dentro de mim.

Mas ainda não era o fim. Com Edy, o desejo não tinha fim. E eu… já não sabia onde terminava a luxúria e começava o amor.


INTENSA SUBMISSÃO
Os dias, as semanas, meses passavam e minha vida se dividia em duas realidades paralelas: a da filha exemplar, da moça "de família"… e a da fêmea insaciável que, ao lado de Edy, se despia de qualquer moral e se tornava pura luxúria, carne, pecado puta submissa.
Edy me moldava. Era como se ele enxergasse partes de mim que nem eu mesma conhecia. Desenterrava desejos ocultos, fantasias proibidas, vontades sujas que nunca confessei a ninguém, nem em pensamento.



Cada motel era uma iniciação. Cada toque dele, um gatilho. Cada ordem, um convite ainda mais  à submissão.

Numa sexta-feira, após o expediente, Edy me olhou como se já estivesse dentro de mim.
"- Hoje eu quero te usar como puta vadia. Vai fazer tudo que eu mandar, dizia com o olhar firme.

"Sim, Edy… respondi sem hesitar. Já molhada.

No quarto do motel, ele me despiu devagar. Me colocou de joelhos no centro da cama, amarrada, vendada, nua, com minha buceta  bem à mostra, como presente.

"- Não fale, só sinta" percebia que ele circulava ao meu redor. Me tocava com as pontas dos dedos. Deslizava a língua pelas minhas costas, lambia minha nuca, sussurrava palavras de posse. "- Sua buceta é minha. sua boca,  sua mente,  seu cu, hoje te usarei como objeto"

Me penetrava com os dedos, lentamente. Depois os tirava e enfiava na minha boca. Eu chupava com gosto, como se fosse sua rola. Sentia o sabor de mim mesma, e aquilo me deixava ainda mais entregue.

"- Você ama ser minha putinha, né?
"-  Amo… , sussurrei entre lambidas e suspiros. "-Amo te servir…"

Sentia ele se abaixando atrás de mim e, sem aviso, me possuiu inesperadamente, minha buceta ardeu com a bruta penetração se misturando com prazer, desejos , tesão , socava aquele pau sem dó. De quatro, socava rápido aquele dote duro. As estocadas ecoavam pelo quarto. As minhas carnes batiam contra o corpo dele. Me segurava com força pela cintura. E então… parou. Se afastou, me deixou deitada, desamarrada e escancarada. Voltou com a rola em minha boca, segurou meu rosto enfiando seu pau ordenando  que eu chupasse como se minha boca fosse minha buceta. Edy enfiava aquele pau no limite de minha capacidade, eu babava nele, ia e voltava com o pau pedindo para eu esconder os dentes,  falando em tom de ordem "- Use os lábios, use os lábios" sendo contida com suas mão segurando minha cabeça , ofegante dizia para engolir rápido e logo veio seu orgasmo enchendo minha boca de seu leite quente, eu engolia rapidamente , Edy percorria seu pau em meus lábios colhendo o que escorria e devolvendo para eu tomar e limpar seu pau, e eu gozei ali mesmo, só com o tom de voz dele.

Nos beijamos e me conduziu para o banho, de joelhos urinou em mim mais uma vez. Quente. Lento. Marcando cada parte do meu corpo. O cheiro me entorpecia. Eu não me importava mais com o certo ou o errado. Ali, só existia uma verdade: eu era dele.



"- Tá sentindo? Isso é posse. Isso é o meu cheiro em ti. E, com um sorriso, me beijava e me limpava com a língua. Após o banho voltamos à cama, e ali, ele me fez chupar seu pau novamente, punhetava chupando ate vir seu orgasmos e  engolir cada gota de gozo que despejava. Eu lambia sua rola, chupava até doer os maxilares. Ele sorria, me acariciava os cabelos, me batia levemente nas bochechas.

"- Minha putinha perfeita… minha mulher."

Naquela noite, antes de irmos embora, ele me fez uma proposta. Os olhos ardiam, a respiração pesada.

"- Quero te iniciar em mais fetiches, por sua coleira de cadela, com meu nome. . . . 

Fiquei muda, molhada, com  coração disparado, interrompia sua fala: 
"- Sim. " respondendo sem pensar, sem imaginar o que estaria por vir . . . 

...eu não era mais apenas uma mulher iniciada no sexo.
Eu era uma propriedade. E amava cada segundo dessa escravidão prazerosa.


Ref.: 1994 #0001
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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