sábado, 7 de março de 2026

DIA D, DIA DR. GATO


Dias depois, o consultório do ginecologista ligou antecipando minha consulta, Havia surgido um encaixe. O problema era a distância: Santo André.
Longe, bem fora de mão e mesmo assim, fui....

...fui e não me arrependi.

Que homem era aquele…
Cidinha não havia mentido: Dr. Gato fazia jus ao apelido.


Antes mesmo de eu ser chamada, percebi que o consultório já estava praticamente fechando. A recepcionista se despedia enquanto a última paciente saía acompanhada por ele.

Dr. Gato abriu a porta do consultório e falou com naturalidade:
-"Pode entrar, tirar a roupa e aguardar na maca."

Observei enquanto ele fechava tudo de forma discreta e tranquila. Não havia pressa em seus movimentos, tudo em seu tempo e controle. Quando voltou, começou a conversar enquanto me observava.

Confirmou se eu era indicação de Cidinha e pediu que eu me deitasse na maca. Fiquei ali, aberta no suporte, exposta como um frango assado, enquanto vinham as perguntas clínicas:

-"Casada?"
-"Vida sexual ativa?"
-"Anticoncepcional?"
-"Quantos parceiros?"

Respondi uma a uma. Mas quando chegou em parceiros, fiquei em silêncio. 

Ele percebeu. Com um leve sorriso, perguntou de forma direta, porém discreta:
-"Você é garota de programa?"

Eu ri
-"Claro que não, doutor. Nada contra quem seja… mas não sou."

Ele riu também. Um riso curioso, quase divertido. Aquilo me deixou sem entender nada. Depois perguntou como eu conhecia a Cidinha, se sabia exatamente por que estava ali e no último horário e outras coisas do tipo.

Respondi meio tímida, meio envergonhada, contando superficialmente, e  o que vinha acontecendo com minha vida e meus parceiros.

Ele então disse calmamente:
-"Primeiro vamos fazer o preventivo e coletar os exames."
-"No próximo retorno, se tiver um parceiro fixo… traga ele."

Quando terminamos, me aproximei dele ainda completamente nua. Perguntei se havia algo errado e impulsivamente tentei beijá-lo.

Ele se esquivou, se afastou um pouco e disse:
-"Acho que você está com um julgamento errado sobre mim."

Pegou minha roupa e indicou que eu me vestisse.
-"Desculpe… eu só me envolvo com profissionais do sexo. Não quero problemas ou envolvimento com pessoas comuns."

Aquilo me irritou muito. Eu não iria embora dali de mãos abanando. Totalmente nua, ainda exposta diante dele, tomei coragem e disse:

-"Sou uma aprendiz do sexo… louca para aprender mais sobre os desejos dos meus futuros clientes." (Nem lembro exatamente as palavras, mas foi algo assim.)

Senti meu rosto queimar de vergonha. Ele me olhou novamente e dessa vez com interesse. Se aproximou , começou a fazer perguntas sobre minha experiência, sobre meu namorado… se ele era participativo ou passivo.

Respondi direto:
-"Participativo."

Então, finalmente, Dr. Gato me beijou. Sua mão percorreu lentamente meu corpo enquanto ele sussurrava no meu ouvido:
-"Será mesmo que você é uma aprendiz de puta?"

Fez uma pausa.

E completou, com a voz carregada de desejo:

-"Eu adoro uma putinha iniciante…"
-" …principalmente quando posso transformá-la em uma puta de alto nível."

Terminou a frase gemendo baixo no meu ouvido.

Naquele instante, a forma como ele conduzia tudo me fazia sentir exatamente isso:
"uma puta sendo iniciada pelo dono" , Como se eu fosse propriedade dele.

Dr. Gato começou a se despir e me chamou para o banho. Fiquei surpresa ao ver um banheiro privativo dentro do consultório. Chique.
Ali, nus, nos beijávamos enquanto eu apreciava cada milímetro daquele homem. Seu pau crescia a cada toque, a cada beijo, a cada respiração mais acelerada.

O tesão só aumentava. Quando saímos do banho, ele abriu outra porta. Era uma sala reservada: sofá, luz baixa, ambiente aconchegante. Pegou uma bebida no frigobar.

Sentou. E apontou para o chão diante dele.
-"Ajoelhe-se."

Por um momento pensei: Será que o Dr. Gato é daqueles do tipo BDSM? Será que vou apanhar de novo?

Então ele disse:
-"Quero sentir suas habilidades com a boca… e com as mãos."

Fiquei parada por alguns segundos.
-"Mostre como você usa essa boca no meu pau."

Comecei a chupá-lo, senti seu pau encolher. Naquele instante me senti um fracasso. Várias lembranças de transas mal sucedidas vieram à minha cabeça. Foi quando senti a mão dele conduzindo minha cabeça.

-"Assim… segure suavemente…"
-"Agora punhete…"
-"Passe a língua na cabeça… isso…"

Segui exatamente o que ele mandava,  senti o pau dele endurecer novamente. Duro, pesado, rígido como uma barra de aço.

Ele começou a gemer mais forte, segurou minha cabeça.
Então usei um truque que havia aprendido no consultório do dentista: relaxei a boca, deixei salivar bastante e fui descendo o máximo que conseguia. Era grande demais,  fui até onde dava.

Comecei a subir e descer devagar, como se minha boca fosse minha buceta.

Ele pegou minha mão e colocou nas bolas dele.

-"Massageia…" 
-" Isso… agora chupa minhas bolas… continua punhetando."

Eu era conduzida pelas mãos dele.
-"Sobe… continua… faz o seu melhor com essa boquinha."

De repente ele me puxou para cima do sofá, ainda com meu rosto entre suas pernas, enquanto eu chupava, sua mão desceu até minha buceta. Começou a me dedilhar , habilidoso , preciso.

Eu gozei com os dedos dele, em um momento ele levou os dedos ao nariz.
-"Humm… que buceta gostosa."

Aquilo me deixou ainda mais excitada. Eu já estava molhada, tremendo, quando comecei a pressionar a cabeça do pau dele com os lábios. Ele respirava cada vez mais forte.

-"Chupa mais rápido…"

Obedeci. Punhetava e chupava ao mesmo tempo.

Vai e vem. Até sentir um jato quente no meu rosto.

-"Continua!"

Meu rosto e meu cabelo estavam impregnados de porra, e continuei chupando. O pau dele ainda pulsava. Logo veio outra gozada, acompanhada de um urro grave.

-"Que iniciante boqueteira…"
-"Agora limpa tudo com essa boquinha."

Ele esfregava o pau no meu rosto, recolhendo o leite e colocando de volta na minha boca. Repetiu aquilo várias vezes. Até o pau finalmente amolecer, respirou fundo.

-"Vamos nos limpar."

Perguntei:
-"Não vamos transar?"

Ele respondeu com naturalidade:
-" Não. Só transo depois de ver o resultado dos exames. Não fique chateada."

Pensei imediatamente: Cara do Edy… sistemático.

Fomos para o banheiro, no caminho ele deu um tapa forte na minha bunda.
Olhei o relógio, quase tive um treco.
-" Nossa… como a hora passou rápido!"

Ele percebeu meu pânico.
-"Você mora perto da Cidinha, não é?"

-"Sim."

-"Então calma. Eu te levo."

Tomamos outro banho, conversamos mais um pouco. O olhar dele continuava carregado de desejo.
No carro, a caminho da minha casa, ele insistiu:
-"Na próxima consulta, traga seu namorado."

Sim, leitores. Vocês leram certo. Eu havia sido delicadamente taxada de promíscua.

E só conseguia pensar em uma coisa: Como diabos eu levaria o Edy comigo naquela consulta?

Dr. Gato me deixou na porta da casa da Cidinha com um beijo quente e demorado. Desci do carro ainda molhada… e ansiosa pelo retorno. Assim que o carro foi embora, Cidinha e Leandro apareceram querendo saber tudo.

Disse que contaria depois, estava atrasada. E definitivamente não queria apanhar hoje.

Cidinha ria de algo que falou e  não entendi. Caminhei rápido para casa, pensando desesperadamente em como convencer Edy a ir comigo na consulta.

Mas a resposta para isso…

…veio no instante em que entrei em casa.

E vi Edy, minha tia e meus pais sentados na sala.


Ref.: 1998 #0035
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quinta-feira, 5 de março de 2026

BOCA ABERTA PELO EXCESSO DE CONFIANÇA

O Segredo Que Nunca Foi Só Nosso


Eu tinha jurado a Edy que aquela conversa morreria entre nós. E sim… morreu. Pelo menos na teoria. Na prática, despejei tudo para minha tia.

As confissões. As dúvidas. O lado bi de Edy. Cada detalhe sussurrado, cada entrelinha carregada de tensão. Minha tia ouvia tudo com indignação crescente, enquanto minha ingenuidade lhe entregava munição, palavra por palavra, segredo por segredo.

Eu falava demais. Contava até aquilo que não tive coragem de perguntar a ele. Minhas inseguranças viravam pauta nas nossas conversas. E ela, sempre estrategista, aconselhava, orientava, instigava. Diferente da minha mãe, que jamais foi amiga-confidente, minha tia era porto seguro, cúmplice, professora da malícia do mundo.

- "Você precisa ir pra cima. Cobrar explicações. Mas com estratégia"dizia.
-" Sem assustar. Sem deixar ele se fechar como tatu-bola." completava

E eu absorvia tudo.

Enquanto isso, Kátia andava estranha. Distante. Ausente. Fria. Não sabia se era desinteresse por mim… ou interesse demais por Edy. Fantasmas antigos voltavam a rondar meus pensamentos.

Logo pela manhã, no trabalho, Edy veio ao meu encontro. Tinha algo diferente no olhar.
-"Recebi uma proposta melhor de trabalho. Semana que vem é minha última aqui."


Falou na lata, sem preparar o impacto da notícia.

O chão se abriu sob meus pés. A ausência dele soava como sentença final. Como se a distância fosse enterrar de vez o que mal começava a existir.

Ele me puxou para um abraço demorado. Quente. Apertado. A boca roçou meu ouvido quando sussurrou:
-" Você quer ficar comigo de verdade?"

Meu coração quase saiu pela boca.
-" Sim… "  respondi, com voz doce e olhos de quem implora para ser escolhida.

Ele me olhou fundo.
-"E vai continuar saindo com outros homens?"

A pergunta me atravessou. Arrisquei, num fio de ousadia:
-"Se eu tiver permissão…"

Silêncio.

Um sorriso tímido escapou dos lábios dele. Voltamos a nos abraçar, mas havia tensão no ar. Ele começou um discurso sério, dizia que, sem ele por perto, os “urubus” apareceriam. Que muita gente me desejava. Que eu precisava tomar cuidado.

Eu concordava, mas minha cabeça estava em outro lugar. Aproveitei para perguntar sobre a tal oriental que tinha causado confusão, a que eu achava ser a “Japa Zaroia”. Ele caiu na gargalhada. Explicou quem era. Provocou mistério. Disse que eu saberia no tempo certo.

E aquilo me deixou ainda mais curiosa.

No caminho de casa, um rapaz gritava meu nome de longe. Ignorei. Até que ele apareceu, ofegante, sorrindo. Era o mesmo que dias antes tinha se envolvido numa quase trombada retornando para casa.

Veio me cantar.  Duas mulheres ao longe zombavam: “Aê, garanhão!”

Eu ri. Ele riu. O clima ficou leve. Se apresentou:
-"Sérgio."

Conversamos como se o tempo tivesse pressa. Quando percebi, já era noite. Me despedi com um beijo no rosto. Ele segurou meu queixo. E me beijou.

Um beijo quente. Intenso. Surpreendente.

Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio me percorreu inteira. Senti as pernas fraquejarem. Quando nos afastamos, trocamos um sorriso cúmplice. Cada um seguiu seu caminho.

Eu, corada. A cabeça girando. O coração disparado.

Virei a esquina…

E congelei. 

Kátia estava no portão. Ao lado da minha mãe.  As duas com o rosto fechado. O ar pesado.

Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, fui puxada pelos cabelos para dentro da garagem. Gritos. Acusações. Tapas. Minha mãe, furiosa. Kátia, transtornada.

-“Vagabunda.”

- “Quer ficar falada no bairro.”

- “Não se contenta com um, tem que correr atrás de outro.”


Elas tinham visto. Tinham assistido ao beijo com Sérgio. E voltaram para me esperar.

Ali, na frente dos meus pais, Kátia despejou tudo. Assumiu que estávamos juntas. Disse que eu não era confiável. Que eu queria todos. Que devia ter outra escondida.

Eu queria desaparecer. Sumir debaixo da terra como um avestruz acuado. Não tinha coragem de olhar nos olhos dos meus pais depois daquele escândalo.

Minha raiva crescia por dentro. Queimava. Minha mãe já tinha ligado para minha tia, exigindo explicações. Pouco depois, ela apareceu. Mas eu tranquei a porta. Não queria ninguém.

Do lado de fora, vozes se misturavam em discussão.

Do lado de dentro, eu sentia algo mudar para sempre.

E, no meio daquele caos, uma pergunta martelava: "Quem eu realmente queria ser dali em diante?"

Pulei a janela do meu quarto. Discretamente, saí pelo portão sem ser notada. O coração batia tão forte que parecia ecoar na rua silenciosa. Voltei para reencontrar Sérgio. Disfarcei o nervosismo, mas meu corpo já denunciava o desejo.


Sem muitas palavras, fui tomada por beijos quentes, urgentes. Ele me puxou para perto de um caminhão estacionado. Minha respiração falhava. Pensei: “Foda-se. Já estou fudida mesmo.”

Sérgio nunca foi de perder tempo. As mãos dele percorriam meu corpo com pressa e intenção. Senti seu volume rígido contra mim. Em segundos, já estava em minha mão. Eu segurava, provocava, sentindo ele reagir ao meu toque.

-"Vamos para o corredor da minha casa? " sussurrou.

Ele me puxou pela mão. Um corredor escuro. Um muro. O cheiro da noite misturado ao calor do tesão. Ele abriu a camisinha com os dentes, levantou uma das minhas pernas e me beijou com fome. Quando senti ele me invadindo, um arrepio percorreu meu corpo inteiro.

Naquele instante, me senti suja… perdida… uma vagabunda.
Mas, ao mesmo tempo, absurdamente viva. Realizada. Dominada pelo prazer.

Volta e meia, ele abafava minha boca com a mão e fala ofegante.
-"Geme baixo…" 

Minhas pernas tremiam. Eu já não tinha forças. Gozei tantas vezes que perdi a conta. Até sentir o corpo dele pulsar, intenso, finalizando entre beijos ardentes que me deixaram sem chão.

Nos recompusemos. Voltamos à rua como se nada tivesse acontecido.

Caminhamos de mãos dadas até a outra ponta da rua. Conversávamos como dois adolescentes inocentes quando encontramos outro casal: Cidinha e Leandro.

-"Vocês são doidos! Daqui dava pra ouvir o fônico de vocês dois!"  disse ela, rindo.

-"Exagero seu…" respondeu Sérgio. -"Passa vontade porque quer. O corno aí do seu lado não marca presença?"

A conversa ficou picante rapidamente. Descobri que Cidinha tinha um “fixo”, aliás, chegou logo depois. Um negão alto, se apresentou e beijou ela na frente de Leandro e saiu com ela, deixando o corno chupando o dedo, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.

A noite estava ficando intensa demais. Resolvi ir embora. Entrei em casa pelo mesmo caminho. Quando estava quase alcançando a janela do meu quarto, senti o couro da cinta cortar estalar em minha bunda.

Meu pai me pegou com a bunda empinada na janela. A surra veio pesada. Ardida. Mas algo dentro de mim já estava diferente. Aquilo não surtia mais efeito como castigo. Era submissão. Era controle. Era entrega.

E, nesses momentos, eu lembrava das palavras de Edy: “A preparação.”


Por mais absurdo que pareça… eu gozei.

Fiz teatro. Chorei. Minha tia entrou e apartou a situação. Corri para o quarto, me tranquei e fui para o banho. A água escorria pelo corpo enquanto eu respirava ofegante, tentando entender como tanta coisa podia acontecer em tão pouco tempo.

O tempo de submissão imposto por Edy… suas práticas bizarras… estavam surtindo efeito. O castigo se transformava em prazer.

"Que filha da puta…" pensei.

Dias depois, reencontrei Cidinha. Eu nem a reconheci de imediato. Estava deslumbrante. Parecia uma boneca de porcelana. Minhas olhadas foram tão indiscretas que ela mesma riu:

-"Garota, essa coisa de colar velcro não é minha praia."

-"Desculpe… não é isso. Você está encantadora. Foi só isso."

Entre risadas e confidências, começamos a falar de experiências. Relações. Desejos. Nem preciso dizer que eu falei mais do que devia.

Ela ria, impressionada com o que eu vinha aprontando.

-"Você não pode perder um corno desses como o Edy…"

Fomos juntas à manicure. Uma cliente desistiu e aproveitei para fazer as unhas também. O ambiente era um ninho de conversas maliciosas. Eu ficava vermelha a cada comentário.

Principalmente quando souberam que Sérgio tinha me comido.

Todas ali já conheciam a rola dele. O assunto esquentou. Comentários sobre homens, tamanhos, vigor… Até que entraram no tema do meu dentista e de um ginecologista ambos descritos como “gatos” e extremamente… dedicados.

Cidinha me provocava:

-"Essa cara de santa é só fachada. Você adora uma rola, confessa."

Saímos dali com o corpo cheio de tesão e a cabeça cheia de imaginações.

Ela perguntou, direta:

-"Quer experimentar o dentista? E o ginecologista?"

Eu ri, mas confessei:

-"Estou molhada só de imaginar."

Até comentei se estavámos falando do mesmo dentista, e confirmou que sim. Eu não achava tão gato assim, pensava eu, mas gosto é gosto.

Ela me passou o número do ginecologista. Mandou dizer que precisava do último horário e que era indicação de Maria Aparecida.

Com o dentista, deveria marcar para o fim do expediente. E, durante o atendimento, comentar que “Cidinha” elogiava muito seus procedimentos… sem dor.

Durante a semana, liguei para os dois. Curiosa. Ansiosa. Com o desejo latejando entre as pernas.

O dentista marcou rapidamente, último horário.

Já o ginecologista dependeria de encaixe… ou apenas no próximo mês, segundo a recepcionista.

E, enquanto esperava, meu corpo ardia de expectativa.

O que aconteceria naquela cadeira?
Até onde eu iria?
E será que, depois disso, ainda existiria volta?



Ref.: 1998 #0033

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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