quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CUCKQUEAN - PARTE 2

A amarga trajetória em ser Cuckquean

Nesse relato, relembrando que publiquei anteriormente haverá duas narrativas, a minha e a de Edy que estará escrita em "itálico"

CONTINUAÇÃO. . . 



...era horrível não poder ver o que ocorria no ambiente. Comecei a escutar estalos de beijos e, depois, já não conseguia ter certeza do que estava acontecendo. A sensação de claustrofobia, ciúmes, medo e tesão se misturava de forma intensa; mesmo assustada, aquilo me excitava profundamente. Meu corpo acelerava, minha imaginação disparava, mil pensamentos e desejos ousados com os homens que saíam vinham à minha mente, uma forma de negar que eu estava sendo traída. Submissa, invadida por recordações de atos, era um verdadeiro bombardeio de pensamentos. Ainda assim, eu chegava ao orgasmo sem sequer me tocar. Tentava disfarçar. A sensação de estar urinando me deixava em desespero.

"Edna aceitava bem a condição submissa e, sendo uma cornuda, isso me impressionava. O medo, a curiosidade e as novas descobertas de sensações e prazeres turbinavam seus desejos e facilitavam sua aceitação em servir. Edna escutava os beijos e o início do ato sexual, desta vez realizados por Kátia e Valdir, sem ela saber da presença dele. Na mente dela, ficava a lembrança de que era eu e Kátia atrás dela. Eu observava suas reações: a forma de ofegar, a entrega expressa em seus gestos. Não tinha ideia do que se passava em sua cabeça, mas sabia que aquilo lhe causava excitação. Sua buceta se contorcia, seus pés tremiam; não demorou e logo escorria entre suas pernas, molhando o piso."

Eu gozava ouvindo os urros de Kátia no pau de Edy; era humilhante e prazeroso. Vinham à mente as lembranças das pegadas de Edy em mim. Logo houve uma pausa e senti alguém se aproximando. Uma mão percorreu minha buceta… molhei-me ainda mais, como uma cachorrinha feliz diante da presença do dono. Deitada de pernas abertas, senti a língua de Edy percorrendo minha buceta; não foi necessário esforço e gozei inúmeras vezes. Aos poucos, fui sendo solta. Sentia Kátia me beijando enquanto Edy continuava com sua língua hábil em mim. Kátia veio com sua buceta esfregando na minha; sentia seu calor, o néctar se misturando. Ao ouvir o chuveiro, percebi que estávamos apenas eu e Kátia. Pedi para que me soltasse; ela pediu paciência e veio com sua buceta à minha boca. Senti o líquido escorrer com a ordem de que eu a limpasse.


"Edna realizava uma leitura equivocada sem saber da presença de Valdir, chupava a buceta de Kátia toda gozada, sem habilidade em  detectar pelo paladar a diferença do gosto da porra que escorria, somados aos conflitos de ciúmes por mim, só lhe restava a aceitação. Observava a cena enquanto Valdir tomava banho. Em seguida, fui ao banho com ele, que ainda estava de pau duro e perguntava quando iria comer Edna. Disse que tivesse paciência, pois já estava perto de acontecer. Ele queria algo mais; respondi que precisava finalizar o que estava em andamento. Não muito satisfeito, concordou e saiu.

Retornei ao ambiente encenando. Beijei Kátia, tirando-a de cima de Edna, e perguntei se estava gostando. Sem reclamar, ela disse que sim. Tirei a venda e, nessa condição, sussurrei em seu ouvido:

-"Você gostou de ser chifruda, minha corninha? Seja, no mínimo, honesta."

Neguei, pisando na bola, não sendo verdadeira. Ele olhou fixamente em meus olhos e desviei o olhar. Edy me largou, soltando um suspiro de impaciência, andou pelo ambiente coçando a cabeça e dando voltas no mesmo lugar. Isso me assustava. Achava que o conhecia, mas a cada dia surgiam novas revelações. Mesmo quando eu fazia gestos de desaprovação, à noite minha mente transformava tudo em prazer. Era insano, indescritível. Só tinha certeza de que o condutor era meu Amo e Dono, Edy. Era assim que eu pensava, embora não declarasse; Edy desconhecia que eu já me sentia assim pelo pouco que me fez passar.


Edy beijou Kátia na minha frente, falou algo em seu ouvido e ela se retirou da casa. Ele pegou um lençol no quarto, forrou o chão e ordenou que eu me sentasse nele. Encarando-me nos olhos, eu desviava daquela atenção. Segurou meu queixo e disse:

-"Você é a cara da sua psicóloga, Silvana…

-" Como assim?  questionei, e Edy começou a narrar.

"Ela se mostrava careta, moralista. Não precisou de muito, e a carência dela desabrochou… e você ganhou um chifre lindo da sua própria psicóloga.

Lembra quando estive no consultório dela? Fiz com ela o mesmo que faço com você: fixava o olhar, ela desviava, se incomodava. Em poucos instantes, eu a analisava, não ela a mim. Acuada, tímida, sem jeito, mas desejando expor sua carência. As sessões despertaram nela o desejo de sentir o que você sentia.



Logo eu estava atrás dela, massageando seus ombros tensos. Sua pele arrepiava. Não demorou e percorri as mãos em sua cintura, ela se molhou inteira, perceptível mesmo tentando disfarçar. Implorava para que eu não continuasse daquela forma, mas seu corpo queria mais. Por várias vezes Silvana se esquivou, inventava desculpas, até o momento em que roubei um beijo dela…"


-"FILHA DA PUTA! COMO ASSIM? BEIJA MINHA PSICÓLOGA? Você não tem moral para cobrar que eu beije outro homem!"

"Essa foi a reação de Edna, seguida de choro. Ela me deu um tapa no rosto, irritada e trêmula. Ignorei até que terminasse de chorar.

-"Quer um copo de água para repor as lágrimas? Uma cerveja?" falei em tom de ironia, com o rosto ainda quente do tapa.

Saí do ambiente e voltei com minha bolsa dos prazeres e uma cerveja na outra mão. Coloquei tudo próximo e retomei o controle: segurei-a pelos cabelos, encarei seus olhos e disse:

"- Vou continuar a narrativa você gostando ou não. Se levantar a mão novamente ou fizer qualquer coisa que eu não aprove, ficará no mínimo três dias sem andar. Estamos entendidos?"

Concordei rapidamente, com medo daquela tortura. Estava furiosa com a narração, mas me contive. Na mente, só pedia autocontrole.

O beijo desarmou Silvana e seu lado mulher começou a despertar. Bastou eu tocar sua buceta para perceber que estava molhada. Sugeri que fechasse o consultório e fôssemos a um lugar reservado. Ela inventou desculpas por causa da filha. Segurei sua boca, percorri seu pescoço, e sua pele arrepiou.

-"Você é muito filha da puta mesmo… não é justo o que está fazendo comigo" dizia ofegante.

Deixei-a semi-nua, chupei seus peitos e, quando menos esperava, estávamos no divã. Com habilidade e camisinha, iniciei a penetração. Silvana estava apertadíssima; fui invadindo no ritmo dela, no desejo dela. Seus orgasmos vinham em sequência, seus urros eram abafados. Tremia, pedia para parar. Depois, exausta, pediu desculpas, dizendo que nunca havia sentido algo tão intenso. Dei espaço para que se recompusesse. Envergonhada, vestiu-se rápido e quis ir embora. Silvana voltando ao modo Silvana… duas personalidades na mesma mulher: a aprisionada e a recém-liberta.


- "Você só pode estar inventando isso. Ela é uma pessoa de respeito, conservadora…"
Parei de falar ao perceber o olhar de Edy sobre mim. Achei que seria castigada.

-"Não tire conclusões antes de eu terminar. Aprenda a ouvir primeiro; depois, pense o que quiser.

Na segunda consulta, Silvana estava radiante, era outra mulher, estava determinada, vestida sensualmente, foi objetiva:

-"Vamos para um motel?"
Respondi com um sorriso, ajudando a fechar o consultório a conduzi como cavalheiro até o carro e assim fomos. Falante e extrovertida dava sinais que seria uma noite longa, pois a filha estava aos cuidados do pai (ex marido), no trajeto retirava um papel de sua bolsa, era um exame mostrando que estava bem, disse que aprendeu com você nas sessões, completava que queria sentir tudo que tem direito sendo mulher para mim.


Dentro do carro no estacionamento da suíte, namoramos em preliminares ardentes, subimos para a suíte num jogo de seduções, sentada na cama, tirei seu sapato, suas meias, despindo lentamente e a seduzindo ainda mais, nus, nos envolvemos entre beijos e abraços, Silvana gemia alto com a rola no vai e vem, gemido de libertação, não era somente orgasmos. Deixei ela gozar a vontade, suados pedi uma pausa e um banho, pois eu tinha outras intenções com ela. 


Retomamos e desta vez eu cai de boca na buceta dela, néctar delicioso e aromático exalando de sua buceta, a língua não precisava se esforçar muito , se molhava com pouco, urrava apertando com as mãos meus cabelos e apertando minha cabeça entre as pernas, a virei de bruços e percorri a língua em em seu rego, pontando a língua dentro de seu ânus. Silvana foi ao delírio e sem ela esperar estava comendo o cu dela, claro que coloquei uma camisinha, no inicío ele se sentiu incomodada, mas tão logo, já gozava pelo prazer anal. Pegando de frente com o pau enterrado em seu cu ela se libertava pedindo para dar uns tapas na cara dela, pedia para fazer ela bem puta, me chamava de macho dela.


Alarguei muito o cu de Silvana e tive que segurar para não gozar, ela estava ficando preocupada em eu não gozar e perguntava se não estava agradando. Tomamos outro banho e descansamos pegando no sono, acordei com um boquete delicioso que achava que era sonho, tão logo pau estava duríssimo e Silvana veio por cima cavalgar, ela agora estava no comando, cavalgava e ordenhava minha rola com sua buceta, Silvana curvava até meu ouvido e falava sacanagens e rebolava gostoso na rola, sim desta fez ela superou e me fez gozar com ela no comando.


Eu amei, ela ainda mais vendo e comprovando minha satisfação, sua autoestima subia, ganhava confiança. Pernoitamos no motel, muitas transas rolaram até a nossa saída após o café da manhã. 

Todo ação tem uma reação, pois é, agora que o caldo vai engrossar, depois da segunda sessão, Silvana começou  a ter o típico comportamento de mulher grudenta ou chiclete, ligações continuas, desejando marcar território até que na terceira sessão depois de uma trepada veio a conta:
-"Quando é que você vai largar aquela pivete e me assumir?"  
Escutei e tive que perguntar novamente para ter a certeza do que escutei. 
- "Sim, você gosta de mim, te faço feliz, .... "


A ficha de Silvana caindo 
Conversei com ela, de onde ela tirou que estávamos criando laços de relacionamento. Fui educado, transparente e observando suas reações, defendi Edna e meus interesses com a relação que tenho com ela mesmo com os problemas da  família dela. Apesar de estar toda calma e controlada, ela me xingou de Filha da Puta, que merecia ser corno daquela pivete ( Edna ) mandou eu tomar no cu e sair do consultório dela. Liguei para ela chegando em casa e nada. E deu no que você já sabe, fechou o consultório e não deu mais notícias. 



Com toda narrativa, humilhada e defendida me deixava confusa, no meio de tudo isso queria me levantar e beijar Edy, Kátia entrou atrapalhando o momento, Edy friamente se levantou indo para o banho enquanto Kátia me beijava, me chamando  de cornuda.

Edy saiu falando que em nova ocasião tem mais algumas confidencialidade das minhas galhas para estar ciente.

Nesse instante que compreendi, aquela história estava longe de terminar.
Na verdade, estava apenas começando.

Ref.: 1998 #0028

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

CUCKQUEAN

A amarga trajetória em ser Cuckquean

Primeiramente desculpe pela ausência nessas últimas semanas. Nem sempre é bom recordar certas coisas, fico pensativa "se" tivesse , "se" fosse e assim vai. Edy me estabilizou, faz parte da história e vida que segue. Fiquem tranquilos(as) estou bem, e agradeço a compreensão.


Dando continuidade, na época, fui neutralizada por Edy, cedia aos seus desejos e vontades. Estar submissa não era algo confortável, pior ainda sendo Cuckquean, sim isso mesmo, uma cornuda e submissa. Edy acabou com minha vontade em estar com outros homens, ter me colocado em posição de objeto sexual para saciar desejos masculinos, humilhação verbal e zombarias, isso  travou de alguma forma os meus desejos de sair com outros homens, além de confidenciar e relatar os chifres colocados em mim, "bala trocada não dói", dizia a mim, só que relatar e apontar com quem, magoava profundamente, intencionalmente e calculista.



Além de ter Kátia como sombra, tão ciumenta quanto Edy, as coisas complicaram para meu lado. Em momentos íntimos com Edy, rolava de tudo, menos a penetração, ele sabia trabalhar em minha mente, sabia conduzir como sua mulher, eu sentia nossa conexão, estava em uma castidade virtual, orgasmos arruinados, uma barreira que ele não deixava ultrapassar, a intimidade. Ao mesmo tempo sabia conduzir e mostrar claramente o que era promiscuidade x consensual, isso gerava uma mistura de ódio e amor que não sei como descrever. Edy era intuitivo de sentir meus desejos, não sabia como esconder, algo até mesmo que ocorreu quando estive no interior com meu primo Alexandre, aquele prazer forçado junto  com Luiz, ele sabia que tinha acontecido algo, mas não o que. 

Entrei numa linha divisória  desejando ambos, Kátia e Edy. Meu relacionamento com Kátia era sigiloso, medo de algum familiar descobrir, meus pais estavam antenados mais em olhar Edy e isso aliviava tal desconfiança, ao menos era essa a sensação de segurança que sentia.


Meu recente erro foi um dia chamar Edy de Corno de Mulher, humilhando ele como incapaz de satisfazer me como Kátia me realizava. Um dia na casa de Kátia, para complicar,  Edy me fez repetir isso na frente dela, que caiu aos risos, me senti uma otária, mais ainda com Kátia selando um ardente beijo em Edy...


... Kátia veio até mim, deu um tapa em meu rosto seguido de um beijo, sussurrou "- Bobinha !!"  em meu ouvido. Contornou e me abraçando por trás, iniciava um jogo de sedução em frente de Edy. Em poucos minutos estávamos nuas, namorando em frente a Edy, era visível o dote dele armado desejando-nos. Kátia me fez ficar sentada no chão, levantou uma de suas pernas apoiando no sofá, deixando sua buceta totalmente aberta a minha visão...
- "Chupaa!" , ordenou de forma autoritária e assim fiz.

Edy se aproximou e escutei os beijos estalando, dei uma pequena parada , Kátia com uma das mão segurou minha cabeça mantendo-me a chupá-la. Tão logo as calças de Edy desceram e podia ver seu pau latejando a minha frente. Kátia saiu de cima se abaixando próxima de mim, segurou o pau de Edy e a minha cabeça, me fez chupar o pau dele, ordenava engolir o máximo que aguentava e não demorou muito me afastou me chamando de incopetente.

Edy sentou no sofá, ajoelhada Kátia iniciava um sedutor boquete regado com uma punheta que percorrias sua mão na extensão toda do dote ,  só de ver me tirava orgasmos somados aos gemidos de Edy, momentos que Kátia engolia ao máximo o pau de Edy, onde teve que contê-la para não gozar. Kátia senta no colo de Edy recebendo aquela rola toda dentro de sua buceta, abre as pernas me chamando para vir chupar seu grelo. 


Me envolvia por completo, ouvindo o gemido de ambos, a babada que a buceta de Kátia dava com o duplo prazer em sua buceta, o pau de Edy latejando dentro e minha língua em seu grelo, Kátia se contorcia, me puxava pelos cabelos e nos beijávamos, depois me fazia voltar a chupa-la novamente e numa dessas quando voltou a me puxar e nos beijar, olhou em meus olhos e com uma das mão dedilhando minha bucetae disse: 
- "Chama ele de corno, chama!"
Eu fiquei receosa, olhava para Kátia e para Edy ficando muda, congelada
- "Edy, o que ela é ?"
Edy não titubeou e foi na lata:
- "Uma cornuda,  chifruda"
Congelada com que escutei, gozei nos dedos de Kátia sem conseguir pensar direito, minha mente ecoava um eco, meio sem conseguir ouvir a mim mesma, só escutei o final de Kátia comentando e rindo com Edy
- " ... é muito vagabunda essa nossa putinha mimada"


Kátia me deu um tapa na cara para eu acordar e fez eu chupar o pau de Edy gozado e  com a mistura de seu orgamos. Após um banho e recompostos  Kátia questionava:
- "Qual o sentimento de ser uma cornuda? Relate-nos que sentiu ao tomar um coquetel de corno? 
Eu tentava não ser tão objetiva, maquiava em palavras a realidade e isso só piorou . . . 
Kátia remetia tapas em meu rosto, me chamando de vagabunda mentirosa, puta cornuda e acabei gozando não deixando ela perceber. Edy a interrompeu a tirando de cima, adestrada me ajoelhei a sua frente agradecendo e mantendo a cabeça baixa, não conseguia fixar os olhos em Edy. 
-"Você está ficando no ponto que gosto, só mais uns ajustes..." (risos) " . . . tão logo entenderá porque está passando por tudo isso." 

Edy percorreu os dedos em  minha buceta, depois percorreu em meus lábios para chupá-los,  deu uma risadinha irônica,  se retirando do ambiente, Kátia me olhava com ansiedade sem comentar nada, seus comportamento entregava que coisa boa não ia vir e  iniciava-se um suspense . . .



. . . e de repente fiquei sem a visão, Edy colocou um capuz afivelando em minha cabeça, tentei em desespero impedir, fui imobilizada tendo os punhos amarrados no tornozelo, ficando em uma posição sentada no calcanhar. Ameacei gritar e fui reprimida por ambos.


- "Se gritar te amordaço e ficará desconfortável. Então cala essa boca."
- "Cornudinha ordinária." , falava Kátia em tom de chacota, e isso me subia o sangue até sentir uma chinelada esquentado minha bunda. 
- "Preste muita atenção agora, e apure sua audição, vamos apurar seus sentidos".  sussurrava Edy em meu ouvido e me acariciando.

Por um tempo o silêncio tomou conta do ambiente, sentia que estava sendo observada. Perguntava se tinha alguém e escutava barulho em outro cômodo, assim se manteve por um tempo, no meus pensamentos "Que merda tô fazendo aqui, que tonta que eu sou, devia partir para outra relação e largar tudo isso..."



O que eu achava ruim ou que já tinha passado por tudo de pior, aqui era somente o começo.

CONTINUA....

Ref.: 1998 #0027

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

sábado, 27 de dezembro de 2025

O PODER

O Poder do Esmalte Branco nos Pés de uma Mulher

Há algo de hipnotizante no esmalte branco nos pés de uma mulher. Um detalhe aparentemente simples, mas que, em certas relações, se transforma num símbolo de autoridade, desejo e submissão. Principalmente quando essa mulher é uma Dominadora.

Confesso que, por muito tempo, achei que o esmalte vermelho fosse o mais provocante. Talvez por influência das revistas, da TV, dos clichês. Até o dia em que, sentada na manicure, prestes a repetir minha escolha habitual, fui surpreendida.
Meu marido Edy normalmente discreto  interrompeu calmamente minha decisão e disse:
"- Hoje vai de branco."


A manicure arregalou os olhos, eu franzi a testa e  até a cliente na espera esboçou um sorriso curioso. Mas havia algo na voz dele. Algo que não era um pedido, mas uma concessão de poder. Uma entrega. Um comando velado, público que  só eu sabia o quanto aquilo nos excitava.



O esmalte branco, ali, deixou de ser cor, tornou-se um código. O branco começou a cobrir lentamente minhas unhas. Tão simples, tão limpo, tão... autoritário.

Naquela noite, andando pela casa semi nua, com uma sandália de tiras finas, onde o branco dos meus pés contrastava com a pele e os detalhes escuros do salto. Caminhei até ele com calma, sentindo cada passo como uma performance.


Ele já me esperava no chão, ajoelhado.
"- Posso?" perguntou, os olhos fixos nos meus pés como se olhasse para um altar.

"-Não."  respondi. Apenas ergui um pé e encostei levemente os dedos no seu peito. Ele fechou os olhos. Inspirou o perfume do creme que eu havia passado, deslizou os lábios pela lateral do meu dedão e beijou com reverência. O calor da sua boca contra o esmalte gelado me provocou um arrepio que subiu pelas coxas.

"-Está mais branca que o habitual... "murmurou, como se falasse consigo mesmo.

"- Foi você quem escolheu. Agora arque."

Ele obedeceu sem questionar. Apoiei os dois pés sobre as seu peito, próximo a sua boca  e me acomodei como se estivesse em um trono. A cada toque que ele oferecia com os lábios, com a língua, com os dedos, eu me sentia mais alta, mais inteira, mais viva.

A adoração era um jogo silencioso, mas gritante nos detalhes: a forma como ele lambia entre meus dedos, como massageava meu calcanhar com devoção, como se o simples fato de me servir fosse seu maior prazer.

Deslizei um pé até seu rosto e o mantive ali, pressionando de leve seus lábios.

"- Você se excita assim?"

Ele gemeu em resposta.
"- O branco... é como um selo. Marca que você é meu."

Meus pés, pintados com a cor da pureza, representavam tudo menos inocência naquela noite. Eram armas, eram mandamentos, eram sagrados. E ele os venerava com a intensidade de quem encontra fé na pele, no toque, na humilhação deliciosa da entrega.

A cada beijo que ele depositava na minha planta, eu sentia minha autoridade se reforçar. E quando finalmente ergui meu pé e o encostei entre suas pernas, roçando a dureza visível em sua bermuda, ele tremeu.

"-Você só vai gozar quando eu quiser. Porque hoje... quem manda é o branco."


Na podolatria, os pés são adorados com devoção religiosa. Cada curva, cada detalhe. Unhas bem cuidadas e pintadas de branco remetem à perfeição. Para muitos submissos, esse branco sugere pureza e, paradoxalmente, poder. Pés assim parecem inalcançáveis, quase sagrados. Uma rainha pisa com eles. Um servo se curva diante deles.

No universo BDSM, especialmente sob o olhar da Supremacia Feminina, o branco nos pés da Domme é mais do que estética. É um estandarte. Ele brilha como uma bandeira de conquista, exigindo reverência. O submisso, ao beijar ou lamber esses pés, não está apenas se entregando ao prazer  está celebrando o domínio absoluto da Mulher.

No Brasil, há ainda a leitura social: pés bem cuidados com esmalte branco sugerem status. Uma mulher que não faz trabalhos pesados. Uma mulher servida. Uma mulher que, com um olhar ou com o calcanhar, dita regras.

O esmalte branco, portanto, é linguagem. É comando. É fetiche. É erotismo que começa no olhar e termina no gesto de submissão mais íntimo.



Ref.: 1998 #0026

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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