segunda-feira, 30 de junho de 2025

AS MÁSCARAS CAEM: "VERDADES, CASTIGOS E CICATRIZES"

AS MÁSCARAS CAEM: "VERDADES, CASTIGOS E CICATRIZES"


O dia seguinte foi como virar a página depois de tudo o que aconteceu. Para Edy, nem tanto, com seu olhar de águia, ele percebia mentiras nas expressões das pessoas, inclusive na minha.

Minha preocupação era com Matheus e Regis, como se comportariam diante da confidencialidade da situação? Como nossos horários eram diferentes, eu só encontrava Edy durante o almoço. Mas dar uma escapada para namorar já não era mais prioridade para ele. Estava me dando um gelo enorme.

Eu insistia, sabia do meu erro, mas jamais iria assumi-lo. Preferia varrer para debaixo do tapete. Nessas tentativas de aproximação, acabamos indo para a casa dele. Mas os beijos já não eram ardentes; pareciam uma obrigação. Esse comportamento me irritava profundamente, eu o desejava com intensidade, mas não era correspondida.

Combinado ou não, Wagner apareceu na casa do Edy. Pediu desculpas, disse que não sabia que estava atrapalhando. Edy, no entanto, pediu que ele entrasse, dizendo que não estava atrapalhando em nada.

Fiquei puta da vida e, sem rodeios, disparei na cara de Wagner:
"- Seu amigo anda frouxo. Quem sabe você chegou na hora certa e sacia meu fogo."

Eles se entreolharam, eu provocante, comecei a me despir. Oferecida, fui para o banho  e logo estaria de volta. Deixando-os na sala, fui até o banheiro e não demorou muito  Wagner apareceu, me acompanhando.

"-Você é doida?"  ele perguntou.

"-Seu amigo é um frouxo. Eu quero gozar, ele quer chifre. Pois bem, ele terá."
Saí do banho birrenta e fiquei à espera. Fiz questão de caminhar até a sala completamente nua, encarando a expressão carrancuda de Edy, com um bico enorme nos lábios.

"-Sua última chance: ou você vem e faz seu papel de homem, ou fica como corno."


Eu estava esticando a paciência dele e algo mais. Jogando com a sorte, Wagner veio até mim e, antes de tudo, pediu autorização a Edy, que respondeu friamente:

"- A buceta é dela. Ela faz o que achar melhor."

Aquilo me incendiou, me ajoelhei e caí de boca no pau de Wagner, fazendo de tudo ali mesmo, na frente de Edy. Beijei-o, gozei com a língua dele em minha buceta, sentindo seu bigode roçar a pele. Depois, fui fodida com desejo, com vontade. Edy permanecia sentado, vestido, observando friamente. Eu o provocava, chamando com gestos, insinuando um "corno manso". Discretamente, Edy me mostrou o dedo do meio. Ignorei, ele era frio, imóvel diante da cena de sua mulher sendo fodida pelo melhor amigo.


Concedi a Wagner tudo aquilo que Edy me proibira, inclusive gozar dentro de mim. E ele gozou, fui abusada ardentemente, envolta em pensamentos insanos, prazerosos, até perder o fôlego nos orgasmos, no calor do leite quente jorrado dentro da minha buceta. Fiz questão de chupar o pau de Wagner depois, limpá-lo com a língua e, em seguida, me vestir sem tomar banho. Queria continuar sentindo a essência de uma tarde de prazer.


Edy, impassível, apenas pediu a Wagner que me levasse embora. Eu queria que fosse ele, mas foi Wagner quem me pegou pelo braço e me conduziu até o carro. No trajeto, entre broncas e elogios, mais elogios do que broncas , ele disse:

"-Garota, ou você dobrou o homem, ou tá ferrada. Nunca vi tanta frieza dele com alguém que ama."

Eu ria com Wagner, pedindo para ele voltar no dia seguinte. Queria esticar ainda mais a paciência de Edy. Wagner insistia para que eu conversasse com ele, fizesse as pazes, me abrisse:

"-Você não conhece o Edy. Não sabe do que ele é capaz como represália aos seus atos. Se casa logo com ele... Prometo que vou comer os dois e saciar seus desejos." insistia Wagner com fala preocupada

De volta à minha casa, nua no meu espaço, cheirei minha calcinha suja da porra do comedor. Lambi o tecido, revivendo o prazer, me masturbei deitada na cama, depois no banho, e retornei à sala, destruída. Sentia-me uma ninfomaníaca. Assistia à TV, mas meu desejo era estar transando, na cama, no quarto, dormindo depois de gozar, minha buceta escorria o leite aumentando meu tesão.  Meus sonhos eram ousados, insanos, acordava molhada, me masturbava no meio da noite só para conseguir dormir melhor.


No dia seguinte, encontrei sobre minha mesa a chave da casa do Edy dentro de um envelope. Um bilhete curto dizia: “Estou em viagem a trabalho, volto amanhã” , seco, sem beijo, sem carinho, sem nada.

Na saída do trabalho, Wagner me buscou, fomos para a casa do Edy. Wagner estava mais ousado que o normal, além do sexo oral, que com aquele bigode me causava arrepios e me levava ao delírio, ele passou a me chupar o cu com um desejo voraz. Eu mal percebi seu pau entrando, tamanha era a excitação. Ele falava coisas sujas, me chamava de “putinha gostosa” e pedia que eu chamasse o Edy de corno. No começo, me senti estranha, com tanta insistência, depois que falei a primeira vez, aquilo foi saindo com mais naturalidade.

"-Edy , você é um corno !!" ofegante repetia, "- Toma seu corno !!"


Depois do anal, Wagner pediu uma pausa, foi se higienizar e logo voltou. Dessa vez, me pegou de frente, socando fundo, chupando meus mamilos com desejos e vontade, me preenchendo por completo. Voltei para casa com as pernas bambas.

No caminho, desabafei com Wagner, disse que precisava sair de casa. Meus pais controlavam meus horários e limitavam minha liberdade. Avaliei a sugestão e quero sim casar com o Edy, mas eles não o aceitam nem como namorado, fingem tolerar, mas só da boca pra fora, imagine então casando...


No meu canto, me dividia entre o desejo e o prazer, misturados ao choro da carência, pela falta do Edy. Isso me deixava maluca, era uma mistura confusa de realização e arrependimento.




Fim de semana chegando, sexta-feira...

Na esperança de que Edy estivesse menos frio, ele me pega na saída do trabalho no final da tarde e comenta:
"-Vamos a um barzinho no Riacho Grande. Tô com vontade de comer um peixe e tirar o estresse."
Como de costume, inventei em casa alguma desculpa, uma reunião da empresa,  sentia-me como se pedisse permissão a um agente condicional. [risos]



No barzinho, Edy pede uma mesa para quatro. Na hora, pensei: Será que vamos conhecer novos casais? Ficamos jogando conversa fora. Edy me atualiza sobre mudanças na empresa e até adianta a conversa sobre minha promoção, aquilo me deixou feliz. Até que, de repente, chegam Matheus e a Japa zarolha. Argh... me dava nojo só de olhar aquela mulher. Mais ainda quando ela sentou-se ao lado de Edy, toda oferecida, e Matheus ficou ao meu lado, um capacho, outra pessoa completamente.

A bomba caiu quando a Japa puxou uma corrente de pescoço da bolsa e a colocou sobre a mesa. Para complicar, eu estava usando os brincos que faziam parte do conjunto.

"- Acho que isso é seu, né?!"  disse ela, encarando-me.

Perdi a voz. Pensava em alguma desculpa.

"- Não pensa muito não, querida."  retrucou ela com desdém.

Ela então mostrou um papel toalha com fios de cabelo meus. A filha da puta tinha pegado no ralo do banheiro, da vez em que estive na casa de Matheus. Ela vasculhou tudo, juntando provas da traição que demos nela.

"- O objetivo aqui é simples... " , falava com voz calma, enquanto Edy permanecia em silêncio, me encarando friamente.
"- Quero ouvir de você o que realmente aconteceu. Quantas vezes ocorreu. Já tenho a confissão do frouxo aí do seu lado, tenho a versão do corno aqui comigo. Só falta a confirmação para a  cornuda que tá na sua frente."

Ela falava com frieza, com um olhar impossível de descrever. Eu queria chorar, tremia sem saber o que dizer. Edy me passava mais caipirinha, sabia que eu acabaria falando tudo com álcool na cabeça. E aos poucos fui contando, desde como saí da casa até os encontros com Matheus.

A Japa insistia: "- Quero ouvir de novo, tudo desde o começo." Dizia que não faria escândalo, só queria a verdade. Em Matheus, as lágrimas escorriam,  Edy e a Japa apenas escutavam. Quando terminei, os dois se levantaram, ela cochichou algo no ouvido dele. Edy foi embora sem sequer me olhar, fiquei sozinha com os dois.

A Japa mandou que eu permanecesse sentada, pediu a conta e saímos nós três. No carro, ela ordenou que Matheus fosse para um motel. Sua voz era calma, serena, sem emoção, e eu estava assustada.

Dentro da garagem do motel, mandou deixarmos bolsas e carteiras no carro , só o corpo deveria entrar.

"- Bem, a cornuda aqui está concedendo ao casal o prazer de transarem na minha frente. Portanto, hoje não sou corna, sou adepta de relação aberta. Vamos nos animar."

Com aquela alegria fria de oriental ela foi se despindo, ficando apenas de sutiã e calcinha. Matheus permanecia mudo, um completo pau mandado. Pedi para tomar banho, tentando ganhar tempo,  a Japa logo me repreendeu:

"- Anda logo, não tenho a noite toda aqui."

Voltei enrolada na toalha, assustada, sem conseguir pensar. Ela ordenou que transássemos na frente dela. O pau de Matheus nem levantava, e meu tesão estava mais seco que um deserto.

"- Quer dizer que meter chifre dá mais tesão do que uma relação aberta?"  dizia suavemente, caminhando em nossa direção.

Do nada, levei um tapa na cara. A Japa esfregava a aliança de noivado no meu rosto:
"- Sua piveta, aprendiz de puta! Se vira e faz o pau desse corno subir! Ou quer apanhar mais?"


Comecei a chupar o pau de Matheus, que logo em seguida também levou um tapa, nem consegui ouvir o que ela disse, depois de um tempo, o pau dele começou a endurecer. A Japa me puxou pelos cabelos, esfregando a buceta no meu rosto, ordenando que eu a chupasse. Foi nojento, não havia conexão, voltei a levar tapas e ser humilhada. Ela jogou uma camisinha para Matheus e mandou ele colocá-la.


Com o vocabulário mais baixo, ela dominava a cena:
"- Vem, seu puto! Vem fuder sua noiva! Mostra pra essa biscate como você transa comigo!"

A cena era bizarra, Matheus estava travado, mecânico. Logo ela o mandou sair de cima e ordenou que tirasse a camisinha e transasse comigo.
"- Vai, putinha! Realiza esse projeto de homem aí... "  outro tapa na cara . "- Sem choro, vadia!"



O pior veio quando ela ameaçou chamar meus pais para me buscar no motel:
"-  Ou vocês fazem o que faziam pelas minhas costas, ou eu pioro o que já está ruim. Querem arriscar?"

Matheus, sob pressão, começou a me penetrar. Eu não tinha cabeça para sexo. A Japa despejava sua raiva mais em mim do que nele.
"- Sua biscate! Não sabe que mexer com homem comprometido tem seus riscos? " mais tapas, puxões de cabelo.

"- Macho por instinto vai à caça, ele tem culpa, mas você tem mais ainda!", "- Já imaginou se eu pegasse de novo aquele pau gostoso que seu namorado tem?"

Aquilo me subiu o sangue, queria pular no pescoço dela. Matheus me segurou e sussurrou:
"- Você não conhece o Edy... se acalma."

Era humilhação atrás de humilhação.
"-  Seu frouxo! O que você viu nessa biscate pra arriscar tudo? Fala, seu puto!" , Ela agora gritava, e do nada, tomei dois tapas na boca. Meus lábios incharam.

O silêncio tomou conta, o tempo não passava, eu preocupada com a hora, sem coragem de falar,  A Japa me puxou pelos cabelos e me levou até a mesa do quarto. Sentou-se e perguntou:
"- O que você achou de interessante no meu noivo? Vale a pena trocar o Edy por ele?"

Eu não disse nada. Só pensava em chegar em casa.  Ela me deu uma sequência de tapas, me esculhambou verbalmente.
"- Sinceramente, não sei como resolver essa mágoa que tenho de vocês dois. Chifre trocado é pouco..."



A noite foi longa, cansativa, e a Japa se mantinha firme com pose, com autoridade. Eram cinco da manhã quando ela decidiu sair do motel. Matheus dirigia sob suas ordens, fechava a conta e me levava até minha casa, como ela havia mandado. Eu estava aflita, assustada, um caco, aparência de lixo. Rezava para que todos ainda estivessem dormindo. Chegando ao portão, minha mãe já nos aguardava, com aquela cara de desespero. A Japa ordenou que Matheus saísse do carro, e ela veio logo atrás, quebrando o gelo ao vê-la com ele. Eu saí toda acabada do banco de trás. A Japa se apresentou de forma firme, deixando claro que era noiva de Matheus. Minha mãe, desconcertada, pediu que entrassem, um mico total. A Japa antecipou os fatos, pedindo desculpas pelo horário, minha mãe falava mal de mim e do Edy. Ah, mas a Japa... superou tudo e ainda salvou a pele dele:

"- Nossa, o que o Edy tem a ver com isso? Nem estava com a gente, passou a noite trabalhando" ironizou e completou ....
"- Coisas de sogra... tô acostumada"  disse, desmontando minha mãe, que ficou sem graça.

A chapa já estava fervendo. A Japa perguntou para quando estava marcado o casamento. Minha mãe, surpresa, olhou enquanto servia o café, e, mais uma vez, colocava Edy no altar:

"- Não pode perder um partidão de homem como aquele. Se sair da fila, tem várias interessadas..." e me encarava.

Minha mãe então interrompeu a conversa e perguntou onde me machuquei tanto, toda marcada... se eu tinha apanhado de alguém. Nisso, meu pai entrou na cozinha, se assustou ao ver meu rosto, ficou bravo. Tentamos acalmá-lo.

A Japa se pronunciou:
"- Uma garota se incomodou com o namorado olhando pra ela. Achou que estava dando em cima e veio tirar satisfação. Mas a gente só estava conversando, comemorando... Deve ser uma ciumenta, né?

Matheus mal falava. Minha mãe o observava com desconfiança. A Japa me encarava e narrava tudo sem me deixar abrir a boca , só me complicava. Agradeceu pelo café, tirou uma quantia em dinheiro e me entregou, não me lembro o valor, só perguntei do que se tratava.


"- Pelos serviços prestados." disse com ironia, insinuando, sem pudor, que eu era uma prostituta.

Recusei o dinheiro, mas ela o colocou nas mãos da minha mãe.
"- Cuide bem dela". disse, virando as costas e saindo.

Em casa, minha mãe me “descascava”, dizia que eu estava aprontando, me acusava de estar dando uma de galinha. E o seu namorado, sabe de algo? No meu quarto, chorei durante o banho. Lembrava do susto, da humilhação, fiquei com medo. Nem sabia como encarar o Edy, ele devia estar furioso comigo. Dormi direto, sem nem perceber o tempo passar.

Acordei com ele já na sala, estava assustado ao me ver naquele estado. Me abraçou, eu o apertei forte, buscando dengo, carinho. Aceitei sair com ele, prometi voltar logo, pois ele também estava cansado. Pegamos algo para comer e fomos à sua casa.

Contei tudo o que havia acontecido, sabia que não o merecia, admiti que era imatura, que não tinha estrutura pra estar ao lado dele. Mas Edy me amparou, ao mesmo tempo em que me acariciava com palavras doces, usava uma luva de pelica para me esbofetear com verdades. Era carinho e castigo.

Em meio à trégua, começou o clima. Edy me seduzia, me desejava, seus beijos ardentes curavam, em parte, as marcas daquela noite. Sua pegada selvagem revelava o quanto me queria. Me possuiu com ferocidade, sentia seu pau parar na minha garganta a cada estocada. Gozei do jeito que gosto, ele me segurava pelos cabelos, pedia pra abrir a bunda. Eu gelava quando ele salivava no meu rego.

"- Não... não... com saliva anal, não!"  implorei, mas já era tarde.

Me contive. Doeu demais sentir aquele cabeção entrando. Em seguida, Edy sussurrou ao meu ouvido:
"- Agora você é uma puta, a minha puta. Já recebeu um aviso, uma oportunidade. Não me decepcione novamente querendo ser vagabunda, galinha e vadia...

Aquilo me magoou profundamente.
Aquela pegada era cheia de recados, amor e mágoa misturados. Me posicionei como puta, a puta de Edy, saciando e servindo os desejos que antes restringi a Edy. Fui currada como uma qualquer, era prazer e humilhação ao mesmo tempo, fui usada  até Edy se satisfazer por completo. Sentia o leite quente tomando conta dentro de mim, demorava a me soltar, me desejava mais . . . 

Esperei ele ir pro banho, levantei-me, dolorida, ardendo, não queria que me visse fraca. Nesse dia, voltamos antes do esperado. No caminho, pedi mil desculpas. Edy disse que se controlou pra não me dar uma surra, ficou muito chateado com que aprontei. Disse que não era do seu feitio, mas que, se fosse por chifre, eu merecia. Afirmou que um dia eu também sentiria uma galha, e que seria sem aviso, não era mais ameaça, era fato premeditado.

No domingo, Edy partiu para o Rio Grande do Sul a trabalho, junto com o Regis. No aeroporto, após o embarque, me aproximei muito de Mônica. Voltamos de carona juntas, paramos no shopping. Ingênua, eu estava ali confraternizando com a mulher com quem transei o namorado.

Nada foi comentado sobre a noite, conversa de mulher pra mulher. Ela sugeriu que fôssemos a Gramado na última semana de viagem dos nossos namorados, uma surpresa. Eu amaria, mas meus pais não permitiriam, dei uma desculpa, mas ela insistia. 

"- Vou aguardar sua confirmação. Caso mude de ideia... tenho tantos planos e desejos se estivermos juntas..."

Cheguei em casa com o fantasma da Japa ainda me assombrando. À noite, em meu reduto, vieram as reflexões, arrependimento pelas besteiras, os chifres que dei no Edy sem ele merecer.  Tudo pelo egoísmo e prazeres. O medo de levar outra surra, pensamentos que me aterrorizavam. Peguei no sono com o corpo ainda ardendo da pegada de Edy, sentia os tapas da Japa, queria bater no Matheus por ser um frouxo. Assim adormeci embalada por prazeres misturados com culpa.


Ref.: 1995 #0015
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET


quarta-feira, 11 de junho de 2025

CORNO DRIVE-THRU

CORNO DRIVE-THRU

🗓 10, 11 e 12 de junho
🚗 Nos BK Drive participantes - confira a lista na Bio


🍔 Na compra de 1 Combo BK, o(a) corno(a) leva 1 Whopper na faixa
🤝 Só precisa de 1 amigo(a) pra confirmar a história

Porque tem coisa que a gente descobre no amor. E tem coisa que a gente descobre… no BK.

🔁 Promoção válida para 1 resgate por CPF e 1 corno(a) por carro, por vez. Tem mais cornos(as) no carro? É só dar a volta e entrar na fila do BK Drive de novo.

🐂 Cornos e cornas do Brasil 🐂
Chegou a hora de transformar o chifre em BK!


Cornos e cornas desse Brasil, chegou a vez de vocês: chifre + combo BK = Whopper na faixa!



👀 Corno, chifrudo, capacete de madeira…
Só aceita (que dói menos) e garante seu Whopper na faixa, na compra de 1 Combo BK!!!


Promoção da Semana Burger King


Combos participantes:

🍔Whopper, Whopper Vegetariano, Rodeio Duplo, Stacker Duplo Bacon, Big King, Cheeseburger Duplo, Cheddar Duplo, Chicken Crispy, Chicken Duplo, Chicken Duplo Bacon, Chicken Barbecue Duplo Bacon, Chicken Duplo Furioso e BK Costela

🍔Família Whopper Premium: Whopper Duplo, Whopper Barbecue Bacon, Whopper Furioso e Whopper Rodeio

🍔Família Mega Stacker: Mega Stacker 2.0, Mega Stacker 3.0, Mega Stacker Cheddar 2.0, Mega Stacker Cheddar 3.0, Mega Stacker Rodeio 2.0 e Mega Stacker Rodeio 3.0

Vá acompanhado de 1 pessoa que confirme que você já foi corno(a) no BK Drive de uma loja participante e na compra de 1 combo (Whopper, Whopper Duplo, Whopper Barbecue Bacon, Whopper Furioso, Whopper Rodeio, Whopper Vegetariano, Rodeio Duplo, Stacker Duplo Bacon, Big King, Cheeseburger Duplo, Cheddar Duplo, Chicken Crispy, Chicken Duplo, Chicken Duplo Bacon, Chicken Barbecue Duplo Bacon, Chicken Duplo Furioso, BK Costela, Mega Stacker 2.0, Mega Stacker 3.0, Mega Stacker Cheddar 2.0, Mega Stacker Cheddar 3.0, Mega Stacker Rodeio 2.0, Mega Stacker Rodeio 3.0) ganhe 1 Whopper (sanduíche) de graça. Limite de 1 resgate por CPF. Limite de 1 cliente beneficiado por carro por vez na fila. Itens adicionais ou troca de itens serão cobrados à parte. Ação válida apenas para o canal BK Drive do dia 10/06/2025 ao dia 12/06/2025. Consulte restaurantes participantes em https://bit.ly/CornoThru. Na falta de Whopper, receba um Rodeio Duplo. Sujeito à disponibilidade em estoque. Imagens meramente ilustrativas. TM & ©️2025 Burger King Company LLC. Uso sob licença. Todos os direitos reservados.

Um entretenimento enquanto dou sequência no próximo capítulo
(*) Os comentários na postagem do link abaixo são hilários
Postagem original e créditos: Instagram 
@burgerkingbr
Ref.: 2025 #0014

sexta-feira, 6 de junho de 2025

O CAMINHO SEM VOLTA

CAMINHO SEM VOLTA

O dia seguinte, para mim, não era apenas mais um dia. Era um passo dado, trilhado. Era aquele tipo de dia em que eu sentia necessidade de tirar satisfações e Matheus entrou na minha mira logo pela manhã.
Apesar de tentar escapar da conversa, encurralei-o em uma sala de reunião que estava reservada para ele e fui direta. Ele até empalideceu. Disse que queria vê-lo naquela noite, sem desculpas.

Eu estava com a pá virada. Edy me chamou para dar uma escapada antes do almoço  o dia estava corrido e ele disse que estava com saudade. E eu, maliciosa, só pensava: "será o peso do chifre?" Minha mente estava tomada por pensamentos safados.


No almoço, Edy apareceu com aquela cara de cafajeste que eu adoro. Em sua casa, ele me deixava em brasa com sua forma de dominar o meu fogo. E, diferente de tudo, Edy me possuía seminu, imobilizando meus movimentos de forma selvagem e agressiva. Às vezes, eu sentia dor e pedia para ele ir com mais calma. Ele tirou o pau da minha buceta e enfiou na minha boca, tapando meu nariz, querendo bombar com força.


Dei um basta, parei tudo, me levantei e estapeei a cara de Edy para tirar o demônio que parecia ter se apossado dele. Chamei-o de animal, apesar de não gostar, ele reconheceu que tinha passado dos limites. Pediu desculpas, nos recompusemos, mas não muito. Era perceptível que ele não estava num bom dia.

O dia seguia desencontrado. Mais tarde, Edy disse que queria se redimir e me chamou para a casa dele depois do expediente. Disse que não podia demorar porque voltaria para a empresa. Enquanto isso, eu já deixava combinado com Matheus para que ele me buscasse em casa, eu não mudaria meus objetivos.

Na casa de Edy, ao final do dia, o homem parecia possuído, me deu uma chupada na buceta que me fez gozar loucamente. Esse corno sabia exatamente onde me tocar, me levava às nuvens. Fora aquele pau, que fazia minha buceta chorar de tanto orgasmo. Levei um susto quando ele me colocou de bruços. Travei a bunda e neguei:

"- Aqui não!" esse pau machuca muito.

Ele não se deu por vencido, deu uns tapas na minha bunda, me segurou pelos cabelos, num gesto de dominação.

"- Você é minha e se eu quiser comer esse cu, eu vou comer... " dizia de forma intimidatória, e deu outro tapa na minha bunda, que já ardia, estava me assustando de novo, seu pau invadia minha buceta, eu com receio dele querer fazer anal contra minha vontade, minha buceta ardia e ao mesmo tempo latejava com a pegada investida.


Não demorou, Edy se deitou, me colocou para cavalgar em sua rola. Seu olhar era dominante, incomodado. Me abraçou, chupava meus peitos com vontade, com força, suas mãos deslizavam pela minha bunda, voltou a me pegar de frente, minhas pernas em seus ombros. Me fazia derreter em orgasmos, me relaxava inteira até me preencher com seu gozo.

Depois tirava o pau e ordenava: " - Chupa!"


Hábitos fora da normalidade, para evitar mais problemas, eu obedecia. Chupava aquele pau com gosto de prazer misturado em seguida me beijava com mais desejos . . .

No banho, questionei:
"- Por que você está tão animal comigo?"
"- Porque não gosto de você beijando na boca nem dando o cu para outros" respondeu, irritado.
"- De novo isso, corninho? Ops... amorzinho..." falei rindo, quebrando o clima, arrancando um meio sorriso dele.

"-  . . .já te expliquei sobre o beijo e o sexo anal. Chega, cansa, e sobre comer outras mulheres, mesmo em troca de casal, eu não aceito. Você já comeu quem tinha que comer. Agora, você só come a mim, e a mim servirá. Não tente me controlar. Eu nasci para viver " respondi firme. (Acho que foi mais ou menos isso que falei... rsrsrs, faz tempo, difícil lembrar tudo kkkk). 

"-  E você tem saído com alguém sem me contar?"  perguntou Edy, desconfiado.

"- Não, e se sair, vou te avisar antes. Não foi o que combinamos?"  respondi na maior cara lavada.

"- Esqueceu que eu vou junto?"

"- Vai junto se eu quiser, eu aviso, você fica ciente . "retruquei. Em seguida, o beijei e completei:

"- Te amo, meu corninho... Claro que você vai junto"  rsrsrs.


No caminho para casa, eu juro que tentava ser agradável. A única forma de arrancar um sorriso tímido de Edy era chamá-lo de meu corninho, te amo.

"- Você tem que ficar feliz por eu estar te avisando quando vou sair com alguém. Melhor do que ser o último a saber, né?" advertia 

Ele sempre rebatia dizendo que eu só podia sair com ele presente, e assim terminava a conversa,  me deixava em casa com um beijo ardente e provocativo, eu ainda mais provocativa:
"- Te amo, meu corninho!!"

Nesse momento se iniciava um caminho sem volta, ocorria duas fases de forma simultânea, eu querendo aprontar e Edy definindo meu destino. . . .

O Lado Edna. . . 
Dentro de casa, corri para um banho rápido, não queria Matheus entrando. Foi um vapt-vupt, e já estava pronta quando ele chamou no portão. Ao sair passando pela sala, recebi os olhares recriminatórios dos meus pais. Minha mãe, como sempre, implicou com minha roupa e finalizou me chamando de puta, saí no veneno.

No carro, durante o caminho, eu perguntava se a noiva dele tinha desconfiado de algo naquele dia. Disse que não, aproveitei e falei na lata que ela fazia dele um capacho, e que eu o achava frouxo por permitir aquilo. Ele me olhou com ironia e respondeu:

"- Já se olhou no espelho hoje? Acha mesmo que as pessoas não percebem como você tem mudado, Edy? Minha noiva é dez vezes mais ciumenta que você." 

Fiquei vermelha, inibida, parecia que todo mundo tinha acordado estranho, pensei. O papo no carro seguia como um interrogatório, alfinetadas, provocações, mas ainda dentro do aceitável... até que começaram os jogos do prazer.

"- Você tem alguma vontade íntima não realizada?"  perguntou Matheus, descaradamente.

"- Sou muito bem resolvida, mas sempre aberta a novas experiências"  cutuquei provocando até onde ia essa conversa

"- Hummm... e você não tem vontade de fazer algo a três? Tipo eu, você e mais um homem..."  provocou ele.

"- Ufa, essa foi pesada, e quem seria a terceira pessoa?" questionei, excitada, interessada e curiosa para saber o que passava pela mente daquele filho da puta.

Matheus enrolava, jogava possibilidades no ar, era claro que já tinha a trama montada, era descarado e dissimulado.

"- Que tal o novato? Tenho notado que ele anda cheio de desejos por você." sugeriu, jogando baixo.

Citava sem muito rodeio quando o assunto era putaria, paramos em frente a um condomínio. Matheus intimou:

"- Estamos na frente da casa dele. Os pais estão viajando, apartamento liberado, vamos?

"- Você é muito filha da puta... tá achando que eu sou vagabunda? Que vou assim, facinha?"

Ele me beijava, atiçava meu lado mais puta, me absorvendo nas sacanagens ditas no caminho.

"-  Pede para a zaroia da sua noiva vir pra festa? "  tentei desviar.

"- Ela não topa, se faz de santa, igual a você, e ainda mete galha em mim"  respondeu rindo.

Era baixo e fulero, esse moleque que nem posso considerar homem, e eu gostava do atrevimento. Enrolava na decisão até Regis aparecer no portão, ficar nos observando e Matheus acenar, chamando-o para o carro. Pediu que eu passasse para o banco de trás e, assim que Regis entrou atrás, ousadamente me puxou nos braços e roubou um beijo, atrevido e tudo de caso combinado com Matheus... ,com jeitinho, pegava minha mão, esfregava sobre a calça e eu sentia o volume crescendo, minha buceta chorava, querendo saber como era.


Matheus parou em uma farmácia para comprar camisinhas. Regis, aproveitando, pôs o pau para fora e, com jeitinho, me fez chupar aquele pau cheiroso e gostoso. Matheus retornando,  Regis me trouxe para sua boca, continuando a me beijar. Hummm  bom sinal, não tinha nojinho, diferente de Matheus.

Voltamos ao condomínio, no elevador, eu já estava excitadíssima. Escorria porra de Edy, sentia que queria escorrer pelas pernas. Dentro do apartamento, Regis não perdeu tempo e meteu a mão na minha buceta ensopada.

"- Eita... vamos tomar sopa do corno" disse, e me deu um beijo antes que eu pudesse reagir.
Com discrição, sussurava se eu me sentia confortável, e queria tomar um banho, sinalizei que sim e me acompanhou até o banheiro, pedindo que Matheus preparasse as bebidas que já retornava. 

Minha surpresa foi Regis no banheiro se ajoelhar em meus pés e chupar minhas pernas , descer a calcinha e percorrer a sua boca em minha buceta toda melada, juro que tremi, gozei, meu coração disparou pela ação não prevista, estava em choque,  Se levantou ligou o chuveiro me deu uma beijo, todo melado de porra e saiu...


Fiquei pasma no banho me higienizando, mil coisas passavam na cabeça e mil coisas se misturavam quando Matheus me chamava. Ao voltar, os meninos estavam com bebidas na mesa, pedi um momento de seriedade. Voltei a fazer um pouco de cu doce, comentei minha preocupação em fazer algo assim e ficar falada, pedi desculpas a Regis...

"- Estou te conhecendo agora..."
Meus olhares com o dele cruzavam uma linha estranha e desafiadora diante do que ocorreu, Matheus me interrompeu, dizendo:

"- Somos todos adultos, e lógico que isso aqui não pode sair da boca de ninguém. Porra, sou noivo! Você namora aquele ditador pé-no-saco. Acha que queremos morrer?" risos

Suas palavras foram convincentes, e assim começaram os prazeres.


Regis diminuiu a luz do ambiente, criando um clima convidativo e picante. Ambos com o pau para fora, eu os punhetava e os beijava alternadamente. Matheus era um cuzão, mas naquele momento eu me ajoelhei e comecei a chupar e punhetar os dois, alternadamente.

Não demorou para Regis me colocar em seu colo, de frente, preparando a camisinha. Me beijando, me penetrou gostoso. Seu pau curvado deslizou no rombo deixado por Edy. Mesmo sem preencher totalmente, dava um prazer gostoso. Regis, esperto, sentindo que ia gozar, tirou seu pau e deu espaço para Matheus me penetrar. Enquanto levava a rola de Matheus, beijava Regis. Uma combinação de orgasmos explodiu em mim.


Ousada, entregue, era a sensação da realização. Logo depois, Regis engatou sua rola em mim, e Matheus iniciou o anal do jeitinho que eu gosto. Duas picas ao mesmo tempo. Senti até arritmia, sensações novas explodindo em orgasmos múltiplos. Me contorcia de tesão, tiveram que tapar minha boca para não ouvir meus gemidos. Matheus não aguentou, gozou e, cansado, sentou-se no chão, deixando Regis me comer de todas as posições possíveis.

Matheus foi ao banheiro, nos deixando a sós. E então, o inesperado voltou a ocorrer...
...Regis tirou o pau e caiu de boca na minha buceta, ainda escorrendo a porra de Edy. Chupava com desejo, lambia o que escorria pelas minhas pernas, enfiava a língua com ousadia e vinha me beijar...


...uma mistura de orgasmos com gosto de camisinha.

"- Nossa, você me surpreende..."  sem me deixar terminar, voltou a me chupar toda.
Me virou de quatro e me pegou analmente. Uma delícia sentir aquela pica entrando no meu cu. A adrenalina do tesão foi tanta que chamei Matheus de corno, enquanto pensava em Edy sendo corno também.

Regis me virou de frente, com a rola ainda em meu cu. Beijando, sussurrei em seu ouvido:

"-  Goza na minha bocaaa..."

Era uma retribuição por ter chupado a porra de Edy. Não sou muito de tomar porra na boca, mas foi no pico do tesão. E assim foi, me lambuzou a cara toda,  Matheus pegou de cara lavada de porra. Aí foi que fugiu de mim, eita homem mauricinho...

E assim a festinha terminava, e do jeito que cheguei em casa, dormi, exausta dos orgasmos. Ao acordar no dia seguinte, percebi que ainda tinha porra no cabelo. No café da manhã, de forma discreta, minha mãe me deu uma leve puxada de orelha, independente de tudo a minha imaginação explorava mil possibilidades depois do que ocorreu nesses últimos dias . . . 



O Lado Edy. . . 
Tinha acabado de deixar Edna em sua casa, estava ousada e confiante demais. No trabalho, coordenava as atividades quando resolvi ligar para Wagner. Quem atendeu foi Marisa, perguntei se estavam ocupados e se podiam me receber. Ela respondeu que sim, então fui até a casa do casal. Marisa me recebeu com aquele humor e alto astral de sempre,  uma excelente pessoa.


"-  Meu amor, deve estar doendo essa cabeça. Há de carregar muito chifre com aquela menina... Rapaz, tá se arriscando demais deixando solta assim..." disse, já soltando uma de suas tiradas, interrompida por Wagner entrando só com uma toalha na cintura.


"- Fala, meu corno. Eu falei que ia tomar chifre! Eita menina que mete, hein..."

"- Desde ontem só fala da leite ninho. Tô achando que tá querendo me trocar! "  comentou Marisa, entre risos.

Marisa e Wagner achavam que Edna era imatura demais para viver uma relação liberal com harmonia. Segundo eles, nessa idade, tudo gira em torno de aventura, liberdade, vida louca. Wagner sempre advertia que ela rotulava demais e, numa eventual briga, certamente atacaria com tudo, eu concordava e sabia do risco, me alertavam de um ocorrido tempos atrás com Ivani (ex-namora) 

"- Ela já te viu fazendo algo fora do tradicional? " perguntou Wagner.

"- Não... nada que ela..."

"- Ah, então precisa dar a bunda pra mim na frente dela. Vamos fazer isso na próxima saída?" sugeria Wagner

"- Ele vai é ser meu brinquedo, pra pagar aquele encontro que ficou na vontade, isso sim." completou Marisa.

Wagner tirou a toalha e seu pau já estava duro, comentou que sentia saudade do cu da Edna. Marisa não se importava, já que não curtia sexo anal, na verdade, isso até a tranquilizava. Edna supria o que Marisa não oferecia. Marisa me jogou uma camisola preta no rosto e me intimou:

"- Edy, gosto muito de você, mas ando com raiva de ti ultimamente. Vai ser nossa menina., vou preparar o quarto e já te chamo. "  disse, com voz firme e séria. 

Wagner relatava tudo que aconteceu sem meu conhecimento,  me contou que Edna tinha pedido uma nova saída, e falava em comer minha bunda na frente dela. A insegurança com Edna era preocupante, ela não estava levando a fidelidade e a transparência como pilares da relação. Aquela garota era um problema, era a visão e opinião dele.  A conversa fluía entre o que fazer ou não fazer, até que Marisa gritou lá de cima:

"- Manda a nossa menina subir... e você espera até eu te chamar!"

Wagner me segurou:

"- Vai devagar com a Marisa com esse pau, hein..."

No quarto, Marisa fez questão de que eu usasse a camisola. Riu dizendo que eu tinha sorte por ser só isso. Sobre a cômoda, havia diversos brinquedos preparados, inclusive o "Trauma" , um consolo de 6x22 que deixava um verdadeiro túnel anal.

Marisa me envolveu nos braços, essa coroa quente e fogosa chupava meu pau deixando-o em ponto de bala. Colocou a camisinha e comecei a possuí-la, ela urrava, gemia e às vezes gritava descompassadamente. Wagner subiu e pediu para ela não gritar tanto, preocupado com os vizinhos.

Wagner nos entregou sua rola para que nós dois a chupássemos, enquanto eu comia Marisa. Depois, ele começou a preparar a camisinha e senti o gel sendo passado no meu cu. Não demorou e ele pediu para Marisa abrir minha bunda. Aquele pau encostou, e Wagner disse:

"- Corno meu... sinta o pau que a sua Edna goza e sempre pede mais."


Aquele pau entrou me despertando aquele tesão de corno que eu tentava ignorar. Marisa provocava:

"- Aproveita... quando ela começar a gostar de uma rola preta, vai chorar no pau."
"- Sente corno meu, o pau que faz sua Edna gozar e ainda pede mais, vou comer muito ela com você sabendo ou não." estimulava Wagner

Wagner comia minha bunda com vontade. Socava firme, tentando me afeminar. Abraçava e manipulava meus peitos, enquanto Marisa os mordiscava entre as mãos dele. Logo ela saiu, e Wagner me colocou sentado em sua rola. Abriu minha bunda e fez com que eu cavalgasse sobre seu colo.


Marisa, ao lado da cama, ia preparando um consolo, não sabia qual. Wagner me tirou de cima dele e me deitou, Marisa me virou de frente e introduziu o consolo até o talo, consolo similar ao pau de Wagner e entrou sem dó. Marisa me possuía com uma habilidade que eu nunca havia sentido. Metia firme, tirava e voltava sem encontrar resistência.


Depois, Wagner voltou a me comer de frente, enquanto Marisa me masturbava durante suas estocadas. Ele ousava tirar e colocar, e ela induzia meu prazer com sacanagens como:

"- Tá sentindo o que a sua Edna gosta? Vai gozar igual a ela, amando essa rola..."

Chupava meus mamilos, fazendo deles seios. Trabalhava com a boca e a língua com uma intensidade ardente. Continuava me punhetando até que, no auge do orgasmo, murmurava:

"- Goza, seu corno... goza aqui pra mim, imagina que eu sou sua mulher. Me mostra como esse pau que eu gosto é gostoso..."


Gozei com abundância, Wagner socava mais rápido, e Marisa continuava me masturbando mesmo depois do gozo.

"- Você sabe que pode perder tudo isso se a leite ninho não absorver o que é prazer. Vai mesmo desistir do que gosta só pra agradar ela?" dizia Marisa, com serenidade.

Wagner reforçava a sugestão de eu me casar com Edna, e que ele comeria nós dois com frequência. Comentava que ela nem tinha pescado a sugestão ainda. Marisa retrucava Wagner  para não ficar dando essas idéias. 

A conversa seguiu por outros rumos: nostalgia, família... Marisa fez um café e, no final, mais que conversa, uma determinação. O próximo encontro seria o ultimato final.


Ref.: 1995 #0013
(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

PAI É QUEM CRIA

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