Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
domingo, 7 de junho de 2026
quarta-feira, 27 de maio de 2026
quinta-feira, 21 de maio de 2026
ULTIMATO
A situação não estava favorável para mim, a fama de putinha e galinha do bairro rondava de boca em boca, chegava aos ouvidos da família.
Os pais de Gi, não queriam ela andando comigo. Foi uma sacanagem tremenda arquitetada por minha tia Lúcia, que nesse momento estava sentada ao lado dela no carro ouvindo altas broncas.
Os pais de Gi, não queriam ela andando comigo. Foi uma sacanagem tremenda arquitetada por minha tia Lúcia, que nesse momento estava sentada ao lado dela no carro ouvindo altas broncas.
Tia Lúcia conduziu o carro até a av.Indianópolis, ponto de putas e travesti. Parou o carro e mostrou a situação real de ser uma puta. Humilhada e sendo taxada como puta de vintão ( termo usado na época ) qualquer 10 , 20 reais rolava uma chupeta ou uma rapidinha.
Contestei as acusações, levei um tapão enorme na cara. Na raiva sai do carro pisando duro. Não demorou, pelo caminho era abordada por indivíduos de carro achando que fazia ponto na região. Fiquei assustada demais, Tia Lúcia parou o carro, me xingou falando para entrar ou ia me largar por lá.
Assustada, entrei, levei outra bronca, puxão de orelha, gritou mandando eu calar a boca. Surtou revelando eu uma verdadeira vagabunda rampeira que paga até para macho me comer. Gelei, antes mesmo de questionar levei outra tapa na cara sendo classificada de vagabunda sem valor.
Tia Lúcia de alguma forma soube de minha saída com o motoboy do trabalho. Sim a primeira vez que saímos ele pagou o motel, as duas seguintes deu a desculpa de estar sem dinheiro e acabei bancando na promessa em me ressarcir. O rapaz, bonitinho, próximo de minha idade, me rodeava aos galanteios, me rendi a ele para fazer pirraça a Edy, estranhei não ter ocorrido alguma manifestação de ter saído com ele, agora com minha tia, estava explicado, recorreu a ela.
A conversa no carro seguia quente, ouvia calada o envolvimento de Tia Lúcia com Edy. Sim, ela relatava na minha cara detalhes da intimidade que teve com meu namorado, o desejo de revidar um tapa era grande e ao mesmo tempo um enorme problema, pois tinha saído com Nelson (seu marido).
Relatava ao meu conhecimento que Edy estava altamente inclinado com Noeli. Ouvir elogios de tia Lúcia o quão ela sabia ter controle entre seus dois homens. Sim leitores, ela tinha conhecimento de Edy e Antônio com Noeli, eu sempre contava tudo a ela.
Caia na real, contar tudo, era o mesmo que por uma arma na própria cabeça.
EDY:
Lúcia estava querendo ouvir a honestidade de Edna. Era somente ouvir que tinha saído com Nelson e nada lhe aconteceria, fortaleceria a confiança entre ambas.
Porém Edna seguia relutante, rebelde, birrenta e algo mais, Lúcia perdeu parte da admiração por sua amada sobrinha, não perdeu a esperança em reverter a situação.
Lúcia era ciente de meus envolvimentos e do distanciamento que estávamos por culpa própria de Edna, que não era capaz de enxergar que tinha um alicerce a tudo que desejasse.
Ignorava caminhando em aventuras incertas e duvidosas. Lúcia experiente, adepta do meio liberal e alguns fetiches, era conhecedora de amizades que compactuava em dar uma enorme lição a Edna.
Porém Edna seguia relutante, rebelde, birrenta e algo mais, Lúcia perdeu parte da admiração por sua amada sobrinha, não perdeu a esperança em reverter a situação.
Lúcia era ciente de meus envolvimentos e do distanciamento que estávamos por culpa própria de Edna, que não era capaz de enxergar que tinha um alicerce a tudo que desejasse.
Ignorava caminhando em aventuras incertas e duvidosas. Lúcia experiente, adepta do meio liberal e alguns fetiches, era conhecedora de amizades que compactuava em dar uma enorme lição a Edna.
EDNA:
Ouvir que Edy estava de inclinação para Noeli, gerava desejos em devolver a moeda ficando com Antônio. A conversa complicou com a amizade de Tia Lúcia com Rosecleide ( a Ex de Edy) minha cabeça fritava em revelações que aprontei com Dr. Gato, vinha tudo a conhecimento de minha tia.
No trajeto, entramos em uma comunidade, questionei o que estávamos fazendo ali. Sem resposta, somente o silêncio, adentramos em uma verdadeira bocada.
Paramos em um sobrado, casas todas amontoadas uma sobre a outra. Tia Lúcia pediu para sair do carro, recebida por um homem (Prego seu apelido e forma na qual era chamado) de aparência estranha e fala enrolada, adentramos nesse sobrado.
Paramos em um sobrado, casas todas amontoadas uma sobre a outra. Tia Lúcia pediu para sair do carro, recebida por um homem (Prego seu apelido e forma na qual era chamado) de aparência estranha e fala enrolada, adentramos nesse sobrado.
Dentro um verdadeiro labirinto entre curvas e escadas com degraus estreitos, chegamos num cômodo, alguns homens conversando no corredor, passamos por eles, entrando em um dormitório. Em resumo...
-"Aqui é onde você vai sentir o que é ser uma puta." - única frase que ouvi de minha tia, virando as costas me deixando com esse homem.
Em seguida entrou mais alguns homens, a porta se fechou. Fiquei acuada em um dos cantos do cômodo, gritei por minha tia, riram de mim, zombaram me chamando de alguma coisa tipo "mimadinha da mamãe / franguinha nova", não me recordo.
Antes que pudesse expressar alguma reação fui segurada na marra, amordaçada, uns tapa na cara para ouvir as orientações. Contra vontade, me deixaram nua, desespero total quando os demais ficaram nus. O homem que nos recebeu somente sussurrou em meu ouvido que hoje saberia o significado em ser uma puta.
Eu urrava para escapar até sentir esse homem meter sua rola em mim. Veio aquela adrenalina de desespero e tesão de submissão que senti com meu primo. A mordaça estava me sufocando, foi retirada com advertência de não gritar ....
... somente se fosse orgasmos ( todos rindo)
O tempo que permaneci com eles, cavalguei na rola de vários, alternadamente era penetrada saindo de uma rola e sendo penetrada por outra. Não recordo da aparência dos homens, não eram do meu gosto, eram rústicos.
Ser penetrada por uma rola grossa, trazia naquele momento, um mínimo de dignidade aos meus desejos. Contra vontade senti uma DP, doeu demais, além de ir chupando rola alternadamente.
Ser penetrada por uma rola grossa, trazia naquele momento, um mínimo de dignidade aos meus desejos. Contra vontade senti uma DP, doeu demais, além de ir chupando rola alternadamente.
Aquele homem que nos recepcionou, começou a socar forte, firme, socar profundo, eu gemia, em seguida sentia minha buceta enchendo com seu leite, os demais masturbando, gozavam em meu rosto e por cima de meu corpo, tomei porra de outros. Uns fizeram eu chupar seus paus e gozaram na minha boca / rosto.
Todos saciados, saiam um a um, rindo, deixavam um carinho passando a mão em minha cabeça.
O homem que gozou dentro de mim, se despedia por último e sarcasticamente deixava o recado, se eu tiver ficado prenha, era para minha tia avisá-lo, que assumia me como sua esposa e a criança.
Ouvir isso não me abalou nada, minha tia ao entrar, eu abria as pernas, afrontando ela dizendo se ela seria a próxima. Estava com um ódio enorme do que fez comigo.
Ali mesmo ela me esquentava nos tapas, advertia-me não ter aprendido nada. Ordenou eu tomar banho e vir somente de calcinha e sutiã para fora.
Feito isso subimos mais um andar, ambiente de pouca iluminação, música ambiente, garotas de calcinha e sutiã sentadas à mesa com homens, outra no colo.
Recuava, fingia ouvir, meus pensamentos rebeldes igualavam Tia Lúcia a mesma condição de Cidinha, minha vontade era sentar a mão na cara dela, sair de lá e sumir para o mundo.
Meus pensamentos voavam em outras prioridades, não ouvi uma palavra que minha tia comentou. Não me recordo de nada que foi dito.
Senti um homem encostando em mim, era o que tinha nos recepcionado, desta vez se apresentando, foi me conduzindo novamente para o quarto, fui sem resistência, encarando tia Lúcia, nossos olhares estavam rebeldes uma a outra.
O quarto desta vez era diferente, Prego ( nossa demorei para recordar o apelido do indivíduo ) , me despia e conduzia para um banho, não era um homem bonito, muito menos fisicamente, porém tinha um pau que estava duro a todo momento, um pau que fazia jus à seu apelido "prego" rola cabeçuda.
Era carinhoso, me banhava com sedução, concedia tudo no papel de puta que estava disposta a mostrar e afrontar à todos.
Era carinhoso, me banhava com sedução, concedia tudo no papel de puta que estava disposta a mostrar e afrontar à todos.
Sendo muito vagabunda, chupei sua rola no banho, massageando suas bolas e tirando urros realizado por minha boca e mãos em sua intimidade.
Na cama Prego não era o tipo de homem de preliminares, me beijava e quanto menos esperava, a rola entrava em seguida. Sabia foder, com pegada forte me entregava àquele bruto.
Desta vez, posicionada de 4, socava fundo e espalmava minha bunda com tapas fortes. Sussurros provocantes, chamando de putinha novata, apertava meus mamilos sendo abraçada por trás, percorria meu corpo todo.
Desta vez, posicionada de 4, socava fundo e espalmava minha bunda com tapas fortes. Sussurros provocantes, chamando de putinha novata, apertava meus mamilos sendo abraçada por trás, percorria meu corpo todo.
Desta vez a foda era longa, demorada, eu tremia dos imensos orgasmos. Abusado, tirou seu pau, meteu a língua em meu cu já arrombado anteriormente, chupava com vontade, alternando sua língua adentro, proporcionando um prazer gostoso demais.
Senti meu cu mais largo, seu pau entrou sem causar dor alguma, sentia Prego esmagando suas bolas com as socadas profundas e firmes.
Senti meu cu mais largo, seu pau entrou sem causar dor alguma, sentia Prego esmagando suas bolas com as socadas profundas e firmes.
Deu uma pausa, foi se limpar me deixando sem fôlego deitada na cama. Prego saiu do quarto, pediu para não sair se não quisesse ser confundida com as garotas. Retornou pouco tempo depois com cerveja, suco, refrigerante e umas coisas para comer.
Conhecendo melhor "Prego" , era uma boa pessoa, nas conversas procurava entender meu comportamento, minha rebeldia. Tão logo voltava a me possuir, cada vez mais ousado, colocava para cavalgar em seu pau com a bunda virada para ele. Abria minha bunda, falava o tesão que estava meu cu arrombado.
A porta se abriu, entrou um homem, Prego me segurou deitando sobre seu corpo expondo minha buceta, tão logo começou a ser chupada com o pau dentro.
Prego induzia ser meu namorado, chamava-o de corno. Logo em seguida o "corno" colocava a camisinha, em seguida penetrava com cautela seu pau e minha buceta, duas rolas na buceta, sentia ela rasgando eu urrando, implorando para tirar.
Mudamos de posição, desta fez eu de frente para Prego cavalgando em sua rola, com as mãos abria minha bunda para o homem penetrar em meu cu.
Contorcia e gozava muito na realização dessa DP. As socadas fortes de ambos, Prego chupava meus peitos, o estranho tirava e colocava seu pau em meu cu, sem resistência alguma.
Socou forte e gozou, seguidamente sentia o calor em minha buceta, Prego voltava a me preencher com seu gozo.
Prego induzia ser meu namorado, chamava-o de corno. Logo em seguida o "corno" colocava a camisinha, em seguida penetrava com cautela seu pau e minha buceta, duas rolas na buceta, sentia ela rasgando eu urrando, implorando para tirar.
Mudamos de posição, desta fez eu de frente para Prego cavalgando em sua rola, com as mãos abria minha bunda para o homem penetrar em meu cu.
Contorcia e gozava muito na realização dessa DP. As socadas fortes de ambos, Prego chupava meus peitos, o estranho tirava e colocava seu pau em meu cu, sem resistência alguma.
Socou forte e gozou, seguidamente sentia o calor em minha buceta, Prego voltava a me preencher com seu gozo.
Fiquei largada na cama, exausta, zero preocupação , ligado o "FODA-SE" para o resto do mundo. Era eu em transformação silenciosa sem ainda compreender tais mudanças.
Perdida no tempo, não sabia se foi uma adormecida ou realmente dormi, sei que acordei com Prego desta vez me possuindo de lado, insaciável acordava com seu pau já dentro de mim, fodendo de ladinho, apertando meus seios e percorrendo minha barriga.
Logo senti seu leite novamente em minha buceta. Manteve sua rola dentro abraçado em mim.
Logo senti seu leite novamente em minha buceta. Manteve sua rola dentro abraçado em mim.
Acordei com conversas e risos, tomei um banho rápido, colocando a roupa, me sentia ainda suja. Abri a porta, caminhando para outro ambiente, Tia Lúcia e Prego estavam conversando e sendo totalmente ignorada até se aproximar da mesa.
Prego passa a mão em minha barriga e aos risos debocha, vamos aguardar !!! Será que vinga ? ( risos )
Recebo de Prego um beijo no rosto, um sussurro no ouvido:
-"Se cuida, obedece sua tia, ela sabe que está fazendo."
Retribuo com um sorriso tímido, saímos, ainda de madrugada retornamos para casa. Sem uma palavra, estava anestesiada, sentindo viver uma realidade paralela ou ter sofrido um acidente e estar em coma sonhando.
domingo, 17 de maio de 2026
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