Somos Casal , Eu HotWife, dominadora , casada, ele marido adestrado , casamento aberto. Não quer dizer que é casa da mãe Joana, respeito e educação acima de tudo. Trajetória de uma mulher, iniciado no mundo liberal por seu marido.
segunda-feira, 4 de maio de 2026
terça-feira, 28 de abril de 2026
UM DIA PARA ESQUECER
Depois de realizar algo coletivo com Edy, comportamentos anormais, somados a sonhos estranhos que pareciam querer avisar algo, liguei para ele querendo saber se estava tudo bem.
Com voz de quem tinha acabado de acordar, conversava normalmente comigo.
Eu o provocava e seduzia com palavras. Retribuiu pedindo para eu me tocar, citando estar me desejando. . .
-"Quando iremos acordar pela manhã podendo realizar algo íntimo.
Eu o provocava e seduzia com palavras. Retribuiu pedindo para eu me tocar, citando estar me desejando. . .
-"Quando iremos acordar pela manhã podendo realizar algo íntimo.
-"Casa comigo!" falei
O telefone ficou mudo, achei que tinha caído a linha. Era Edy em silêncio , isso era mau sinal. Comentei que tinha entendido o recado e desliguei.
Conflitos na minha cabeça entre mil pensamentos. Meu lado promíscua e meu lado mulher exemplar. Não enxergava a possibilidade em ser duas mulheres em uma e realizar prazeres ocultos de Edy.
Sela pela imaturidade e ingenuidade, eu não enxergava as possibilidades
Tia Lúcia logo cedo em casa, escutava a conversa do quarto com meus pais. Não sai para conversar e nem veio falar comigo.
Edy passou em casa mais cedo, escutava a conversa toda, sem motivo trouxe uma bela garrafa de vinho para meus pais, só escutava a algazarra e risos. Sai do quarto curiosa perguntando que felicidade era essa, citava que no momento certo todos saberiam.
Meus pais abraçaram a alegria ( interesseiros ) pensando eu, fazendo teatro de bom genro. Minha mãe percebendo o clima arranhado com minha tia, me puxou pela orelha obrigando a cumprimentá-la, mesmo estando oferecida com Edy.
Meus pais abraçaram a alegria ( interesseiros ) pensando eu, fazendo teatro de bom genro. Minha mãe percebendo o clima arranhado com minha tia, me puxou pela orelha obrigando a cumprimentá-la, mesmo estando oferecida com Edy.
Fiquei muito sem graça, sentindo perdida com a virada de chave de Edy. Mudança, aceitação ou dissimulado?
Saímos a pedido dele, eu sem saber para onde íamos. Somente exigiu que usasse um calçado que deixasse os pés livres e uma roupa provocativa. Dizia realizarmos algo exemplar, tinha até medo de certas palavras quando vinha de Edy.
No caminho Edy explorava saber sobre minha repulsa com uma rola preta. Eu respondia que simplesmente não conseguia imaginar aquilo dentro de mim, era estranho, esquisito, dava repulsa. Explicava que não tinha nada contra a etnia, tenho amizades, conversar, abraçar, mas intimidade (ECAA) não me faça algo assim, advertia Edy.
Mesmo assim, Edy insistia nos beneficios de transar com um negro, relatava como se fosse um desejo pessoal dele. Pedi para parar ou voltamos para casa, falei que tava dando nojo esse tipo de assunto. E insistiu comentando se Ulisses a pegasse...
...rebati que estava interessado em pegar Cidinha. Mandei ele tentar a sorte com ela. Fiquei bicuda e parou a provocação.
Percebi que Edy rodava como se não soubesse onde iriamos.
Paramos próximo ao metrô Vila Mariana, umas ruas para baixo, rua movimentada de carros e poucos pedestres. Andamos mais que imaginava, curiosa ao passar próximo a uma pizzaria, perguntei se íamos a pizzaria? Edy comentou que seria ao lado. Imaginei, vamos comemorar algo, comer em um lugar diferente.
Paramos em uma bela e chique residência, dois seguranças na porta, Edy conversou com um deles, ficamos aguardando a liberação. Gerava um suspense e ansiedade, entramos, ambiente meia luz, pessoas nos observando e fomos acompanhados até uma mesa reservada.
Acomodados, Edy se ajoelhou em meus pés e os beijou, fez carinhos, fiquei toda sem graça. O fiz levantar e perguntei que estava fazendo.
Edy apresentava um ambiente fetichista, tema do dia "podolatria", mostrando a naturalidade sem julgamentos. Sinceramente não me agradava nenhum pouco. Um casal veio a nossa mesa solicitando consentimento de Edy para o acompanhante apreciar meus pés, foi constrangedor para mim.
Não recordamos o nome do casal, mas a mulher ficou conversando conosco, enquanto como cachorro, seu acompanhante degustava de meu pés junto ao dela. Edy estava focado em mim, até mesmo quando foi sugerido algo mais como sexo pela mulher, Edy barrou educadamente, citou que estavámos somente para o tema especifico. Não contestei , porém pedi para irmos embora.
Ao sairmos, Edy me direciona para um canto do ambiente, sentada uma mulher com idade e aparência de minha mãe. Sério, Edy se ajoelhou beijando os pés dela. Se levantou e sussurrou em meu ouvido a fazer o mesmo.
Perdi a linha e sem chamar muito a atenção perguntei a Edy quem era a vovó, viemos para brincar de lobo mau?. . .
Pessoas olharam para mim, Edy de cabeça baixa a seus pés, mantendo-se sentada educadamente se apresentou:
- "Sra. Rosecleide , acredito ter conhecimento de minha pessoa por Sra. Min-ji" - falava calma, segura e tom baixo
Quase tive uma diarréia quando associei a pessoa. Inicialmente tentava me desculpar pelo ocorrido. Percebi que não tinha a atenção dela . . .
-"Guarde suas desculpas para momentos apropriados..."
Autorizou Edy a se levantar, o descartou como objeto sem querer prosseguir a conversa.
Até o carro Edy foi mudo e irritado. Eu simplesmente perguntava que tinha feito de errado. Sem conversar nada até entramos em um motel na Ricardo Jafet , conhecida como a rua dos motéis ( atualmente não sei se continua com essa fama) .
Na suíte, resumindo Edy estava um animal, muito grosso e áspero com as palavras. Era um entra e sai e voltando do carro com aquela bolsa conhecida, a bolsa da tortura e prazeres, fiquei preocupada.
Edy pediu umas bebidas e algo para comer, respirou fundo e começamos a conversar. De imediato questionou sobre o fetiche de puta, Cidinha e alguma possível saída com algum outro homem sem seu conhecimento.
Me dava oportunidade em eu ter total dedicação dele, realizar as ousadias mais picantes, desde que fosse verdadeira com ele. Eu muito tonta, birrenta, mesmo sob a ameaça e inibição visual da bolsa a minha frente, mantive firme em assumir tudo que realizei com outro homem, ele estava presente.
O confrontei citando o lugar que me levou, mandava ele voltar e ficar com a vovó. ( silêncio)
-"Vai atrás da Noeli, com ela vai ser mais corno que imagina." - eu descarregava sem controle a raiva
-"Você é corno, não é isso que queria saber, pronto CORNO !! VOCÊ É UM CORNO !!"
Falei em tom algo e gritado, as funcionárias do motel que passavam pelo lado interno do corredor de serviço riram ( quase ri , tive que me conter) a cara de Edy era indescritível
Falei em tom algo e gritado, as funcionárias do motel que passavam pelo lado interno do corredor de serviço riram ( quase ri , tive que me conter) a cara de Edy era indescritível
Edy falava como coitado, querendo saber nomes. Citei vários que nunca sai, somente na intenção de provocá-lo, mas os desejava em minha cama. Me arrumei, peguei a bolsa e falei para irmos embora.
-"Me leva e me deixa em casa e some da minha frente."
Edy ficou muito puto, resmungou, pegou as coisas e fomos embora. Veio até em casa calado, me largou na porta de casa como bagagem e foi embora.
Entrei em casa pisando duro e lá fiquei em meu quarto pensativa com o péssimo dia.
EDY:
Edna me deixou excitado descarregando sua raiva, inexperiente não sabia canalizar prazer em uma discussão. Encenei estar com muita raiva, a levei para sua casa, mas desejando estar com outra pessoa.
Queria eu levar um corretivo, ser dominado naquele momento de fúria. Era somente uma perspectiva de um sonho impossível de se realizar.
Queria eu levar um corretivo, ser dominado naquele momento de fúria. Era somente uma perspectiva de um sonho impossível de se realizar.
Cheguei em casa, o telefone toca, recebo uma péssima notícia.
Liguei para Edna em seguida.
EDNA:
Telefone toca, minha mãe chama dizendo que era o boi, saia muito puta do quarto com a zombaria
Edy fala que Marisa tinha acabado de ligar para ele. Ficou um silêncio no telefone.
Eu gelava, tinha descoberto de minhas saídas com seu marido Wagner, pensava eu.
Diante do ocorrido a poucas horas atrás, quebrei o silêncio, citei as saídas com Wagner desde que não envolvesse Marisa ...
...fui interrompida
Diante do ocorrido a poucas horas atrás, quebrei o silêncio, citei as saídas com Wagner desde que não envolvesse Marisa ...
...fui interrompida
-"Wagner morreu!"
A ficha não tinha caído e fiquei me justificando ....
-"Wagner teve um infarto fulminante. Fique quieta !!" Finaliza Edy
-"Vai ir ao velório?" Edy questiona
Fiquei pensativa, culpada e ignorada. Resolvi não ir, justifiquei a Edy que tinham mais aproximação, que ele fosse.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
A DOR E O PRAZER
Quando você pensa que passou pelo inferno, por dores inimagináveis, sentido que já superou tudo de ruim . . .
Minha tia Lúcia vinha me advertindo de tais condutas promíscuas, alertava que minha segurança de segredos era superficial e muitas pessoas sabiam a puta e galinha que eu era, tudo tem um preço e a conta chegou.
No bairro comecei a ficar falada na boca das fofoqueiras e alguns familiares próximo e certo fim de semana após almoço em família , todos sentados na sala, meus pais questionam Edy sobre casamento, olha para mim e respondemos que estamos melhor nos conhecendo. Gera uma pequena pausa com olhares discriminatórios.
Meu pai vem com a conversa de um amigo dele, morador do quarteirão a frente de nossa moradia. Meu pai relatava toda a história olhando muito para mim e indiretamente para Edy.
Meu pai então narrava:
-"Se lembra de tal pessoa que casou, filha de tal. Pois é, o casamento durou menos de 1 ano. A filha, uma mulher direita, boa dona de casa..."
Assim ia a rasgação de seda na narração de meu pai, olhando para mim, alternando para Edy e minha mãe com uma cara de poucas amizades e repreensão. Assim prosseguia a narrativa.
-". . . todos percebiam que depois do casamento o marido começou a ficar muito magro, acabado, um trapo. Apesar dos questionamentos familiares e amigos dizia estar tudo bem. Ahhhh Não passou umas semanas ele trouxe a filha de volta para o pai. Todos espantados (risos) , adivinhe que aconteceu? " - Questionou meu pai a todos na sala.
Cada um chutou um motivo e entre risos e brincadeiras meu pai prosseguiu revelando tal motivo.
-"Pois é, o marido segundo dizem, uma pessoa de ótimo caráter. O marido de forma sutil revelou ao pai que não era homem suficiente para saciar sua filha. O pai ficou assustado com tal motivo e a filha confirmava que o marido não estava mais dando no couro. . . (pausa e olhares)
Tia Lúcia quebrou o silêncio se posicionando mulher moderna, relatava sua opinião e seu marido só observando, Edy fazendo cara de bobo alegre ( vontade de sentar a mão na cara dele, ainda depois que ouvi de seus relatos promíscuos ) . Ocorreu um pequeno bate boca entre meus pais e minha tia, meu pai nunca foi a favor dela, não gostava da modernidade dela e via como mau exemplo para mim.
"Via como mau exemplo", porém atualmente nem tanto. Sem meu conhecimento, tia Lúcia abria os olhos de meus pais, administrando um diálogo conservador e moralista (risos) , visando sempre a união entre eu e Edy. Seria algo, passar a "batata quente" para Edy e não ter em casa uma puta insaciável como vinha sendo narrado o caso de nosso vizinho.
No fervor da narrativa minha tia impôs "n" possibilidades, colocando em xeque a narrativa de meu pai em vários caminhos e possibilidades.
-"Isso é a conversa de seu amigo para você." Citava Lúcia e continuava
-"Existe a versão da filha, a versão do marido e a verdade que está blindada entre o casal." - completava e olhava friamente para mim, acompanhada com o crivo olhar de meu pai.
Citava que poderia ser desejo da filha sair com outros homens e o marido não aceitar. Quem sabe ela desejava estar em um casamento aberto / liberal. São exemplos e não confirmações, assim ia minha tia tumultuando a cabeça de meus pais.
Ficou um climão muito estranho entre todos. Nesse mesmo dia conversando na laje de casa com minha tia, nos arranhamos feio entre questionamentos, condutas e justificativas. Minha tia elevou o nível, classificou-me como uma verdadeira puta rampeira, com ameaça que o tempo ia cuidar de mim.
Intimou eu assumir o papel de futura esposa, mulher de família ou deixar Edy seguir seu caminho. Defendeu Edy com unhas e dentes, até o tratando como coitado.
Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
Ofendi citando que deveria estar dormindo escondida com Edy e por pouco quase levei um tapão na cara. Era um absurdo ouvir aquilo, chegamos a falar alto uma para outra, irritada entrei em casa pisando duro, todos observando meu comportamento, sai batendo portão deixando todos para trás.
Pelo caminho encontrei Leandro, o corno de Cidinha. Bocó, tímido, sem assunto, o pouco que eu tentava conversar respondia monossilabicamente, tão logo vinha Sérgio, cheio de interesses, não estava afim de nada e com algumas patadas espantava ele parando de nos acompanhar.
Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora. Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava.
Tão logo estava na porta da casa de Cidinha conversando e desabafando, de longe vi Edy passando de carro indo embora. Fiquei muito puta da vida, nem veio atrás de mim, fui simplesmente ignorada, pensava.
Logo vinha Sérgio à nós falando de forma zombatória se referindo a Edy:
-"Corno meu foi embora?" (rindo)
Eu não estava para conversar. Seguia em meus pensamentos refletindo o que passei na mão de Edy, vinha uma raiva profunda recordando de humilhações que passei, e recentemente as que andei ouvindo. Recordar os perrengues que vivi na mão de Edy, submissa, cornuda e humilhada. Aquele filha da puta está aprontando e se passando de bonzinho.
Mulher com raiva é perigosa, pior ainda quando é uma adolecente sem noção como eu.
Sérgio do nada emendou um ardente beijo em mim, beijo que me refez voltando a realidade. Molhei-me toda com sensação de ter gozado. Edy chega estacionando, presenciando a cena que ocorreu, fiquei fragilizada condicionada submissa neste momento. Piorando a sensação Sérgio comprimenta Edy o chamando de "corno meu" , sendo totalmente ignorado, vindo ao meu encontro, empurrando Sérgio de lado.
Edy se mostrou ser o meu Macho, independente de minha promiscuidade. Com olhar e poucas palavras desmontou as brincadeiras bestas de Sérgio, ganhou moral com Leandro e Cidinha.
Cidinha ficou toda dada para Edy, sendo ignorada parcialmente. Não ficou de dentes arreganhados, se manteve educado e sereno, comportamento totalmente diferente dos que presenciei.
Com a chegada de Ulisses, o amante fixo de Cidinha, rolava uma conversa entre os homens. Os quatro conversando como bons amigos, eu e Cidinha de lado com nossas conversas.
Cidinha sussurrava em meu ouvido o tesão de homem que ela via em Edy. A conversa ficou picante em algum momento ( não me recordo de tudo, mas dos acontecimentos...)
Entre tarde / noite, devido ao nível das conversas Edy sugeriu irmos ao bosque em São Caetano, Vila São José. (quem é da região e do final anos 90 sabe como funcionam os namoros por lá) . Edy fez questão de Sérgio ir junto depois de ver Leandro indo com Ulisses e Cidinha. Ficou um clima estranho dentro do carro, sem falar nada, Edy fazia questão de passar as mãos em minha perna e deixar expostas a visão de Sérgio.
Ninguém conhecia o local, os rapazes foram à padaria em frente e retornaram com umas bebidas. Guiado por Edy, rodamos internamente, as conversas rolavam, até subir em um espaço de frente à fonte central. Lá observamos o entardecer. Anoiteceu rápido e casais começaram a chegar e ocupar os espaços.
Cidinha, Ulisses e Leandro ficaram espontaneamente em uma ponta, para minha surpresa, Edy nos trouxe para o fundo, parte mais escura e abertamente deu carta branca para mostrarmos que fazíamos pelas costas dele. Gelei, Sérgio ficou meio sem graça. Edy afrontou:
-"Que tal aproveitar e dar dos beijos ardentes que estavam dando quando cheguei?" - intimava Edy a Sérgio
Tomei a iniciativa e beijei Sérgio percorrendo a mão em cima de seu pau. Tão logo pausei e beijei Edy novamente, senti o seu pau fora da calça.
Voltei a beijar Sérgio, punhetando lentamente Edy, e com jeitinho coloquei o pau de Sérgio para fora. Alternando os beijos e punhetando ambos, meu desejo era abaixar e chupar as duas rolas. Edy habilidoso, com a mão dentro de minha calcinha, bolinava-me, aquecia meus desejos....
. . . desejos interrompidos com Cidinha chegando de surpresa nos assustando. Olhou admirada e foi segurando a rola de Edy sob a minha mão, sussurrou em meu ouvido:
-"Vamos trocar os namorados um instante!" disse aos risos colocando Leandro comigo e Sérgio.
Com Leandro ao lado, rolavam beijos ardentes com Sérgio. Leandro ficava como uma verdadeira vela / candelabro ao lado observando, quem sabe passando vontade.
Pela distância e escuridão não dava para ver o que ocorria do outro lado. Não demorou, Edy chegou com Cidinha e Ulisses, descemos para uma das rampas laterais e ficamos sentados numa mureta.
Com os rapazes sentados de costas para fora e nós por dentro no corredor, continuamos nos beijos e nas punhetas. Cidinha se ajoelhou e abocanhou um boquete alternando em Edy e Ulisses, induzida por Sérgio fiz o mesmo com ele e dividindo Edy com Cidinha.
Vi a rola preta de Ulisses e aquilo me deu um ranço ( nada contra a etnia negra) simplesmente não conseguia ter tesão por rola preta. Gosto de pessoas negras, as respeito, mas na intimidade não rolava.
Leandro o corno bocó ficava olhando para outro lado, em tom de brincadeira, o nomeamos de vigia (risos).
Apimentou quando Edy segurou Cidinha um instante sem eu perceber e acabei a beijando sem querer, Edy e Ulisses nos levantaram e nos colocaram de frente nos fazendo beijar, induzidas a nos acariciar, esquentou um tesão, Cidinha entrou em risos me abraçando e dizendo:
Ulisses sugeriu irmos a um motel, o inconveniente seria levar Sérgio e Leandro para casa. Sérgio assanhado se prontificou a ir no porta malas, tipo não querendo perder a festinha.
Definido o motel, partimos e antes de entrar paramos os carros, Sérgio e Leandro para o porta malas. Cada carro pegou uma suíte, e lá dentro o prazer ferveu. Nua na cama com Edy, me beijava ardentemente, abrindo minhas pernas expondo minha buceta, Edy mandava Sérgio chupar minha buceta. A minha decepção com Sérgio foi enorme, sem " reciprocidade" , não retribui na minha expectativa.
Edy caiu de boca na minha buceta, me deixou ardente e molhadíssima. Edy penetrou em mim e Sérgio ficava somente observando e se punhetando, Edy sinalizou para se aproximar e colocou o pau dele em minha boca.
Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar.
Era conduzida a chupar a rola de Sérgio e possuída por Edy, fui colocando Sérgio deitado na cama, com a camisinha colocada subi para cavalgar na rola dele expondo meu cu para Edy me enrabar.
Em uma sintonia perfeita, Edy encapou o pau, passou um gel no meu cu, estimulou com total calma ao mesmo tempo que meu tesão aumentava cavalgando em Sérgio. Senti o pau de Edy entrando com vontade, mas com jeitinho e carinhoso, o cabeção me arrombando toda. Urrei, gozei muito, escorria pelas pernas.
Batem na porta, Edy pedi para Sérgio ir atender, se mantendo com a rola entalada em meu rabo. Entram Ulisses e Cidinha, ambos com cara de algo mais, fiquei meio sem jeito, Edy me vira de frente para ele e continua a comer meu cu na frente de todos.
Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.
Ulisses abre a porta e manda Sérgio fazer companhia para Leandro, foi não querendo, mas foi. Ulisses e Cidinha tiram a roupa e começam a transar também.
Discretamente sussurrei no ouvido de Edy que não queria rola preta em mim, e beliscava seu braço advertindo para não se empolgar.
Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.
Confiei em Edy em preservar meus desejos, ao mesmo tempo vendo aquela rola preta em Cidinha acabava meu tesão, a rola de Edy já não dava prazer , meu cu começava a arder.
Edy e Ulisses trocavam gestos, articularam a colocar eu e Cidinha aos beijos. Com Cidinha de quatro sendo possuída, Edy coloca eu beijando-a.
Cidinha não beijava bem uma mulher, sentia realizar para Ulisses. Edy estimulava eu chupar os peitos de Cidinha, aos poucos se rendia ao prazer feminino com a rola de Ulisses socando ela.
Edy tirando sua rola de meu cu, foi higienizar nos deixando a sós. Fiquei aos beijos com Cidinha, agora estimulada por Ulisses, por sorte senti Edy voltando a possuir minha buceta.
Edy me fez sentar em seu colo expondo minha buceta para Cidinha chupar.
Para minha sorte e decepção dos rapazes ela negou, dizia que beijo até aceitava, mas chupar mulher não era com ela.
-"Amo chupar rola, adoro macho." dizia olhando para Edy
Ulisses, o salvador da minha pele, cortou as asas de Cidinha dizendo que não ia ver ela na rola de outro na frente dele. Isso é papel do "corno" que está na suite.
Ulisses, pediu desculpas e falou que não tinha nada contra fetiches e realizações. Mas ver a mulher dele na rola de outro não era a pegada dele. A harmonia voltou a se restabelecer depois desse arranha arranha.
Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem.
Voltei a gozar gostoso no pau de Edy, dei com vontade, cavalguei na rola. Cidinha seguia o mesmo com Ulisses e gozamos gostoso, cada casal se realizando com seu homem.
Cidinha só colocava a roupa por cima, o leite escorria pela perna, Ulisses falava para deixar assim, nos chamando para ver o que ia acontecer ao retornar à suíte.
Nos vestimos por cima e fomos juntos, de fora escutamos gemidos, abrindo a porta está Leandro levando rola de Sérgio. Se mantiveram na mesma naturalidade e a ousadia para mim foi presenciar Cidinha se exibindo toda gozada na frente de Leandro.
Cidinha se aproximou e o fez limpar dos pés até a sua buceta. Leandro enquanto currado por Sérgio apreciava e chupava os pés, subindo pelas pernas de Cidinha até cair de boca e se lambuzar na buceta. Sérgio gozava no cu de Leandro tirando a camisinha cheia de porra.
Com a buceta limpa, Leandro foi tomar um banho e se recompor. Cidinha chupava o pau de Ulisses de forma provocativa olhando para Edy. Leandro retorna calado, seu jeito de ser, bem bocó. Ulisses o faz beijar Cidinha, posicionando de quatro e levando um forte tapa na bunda.
Ulisses de camisinha, vai atrás de Leandro voltando a dar outro tapa em sua bunda
-"Seu putinho safado, seu macho chegou!!"
Entrou com a rola até o talo que Leandro se contorcia todo. Ulisses socava
Cidinha me chama sentando ao lado dela, abri minhas pernas...
-"Tem mais leitinho aqui...." - Cidinha falava apontando para Leandro vir me limpar
O prazer de ser limpa por uma língua era delicioso demais, ouvindo Leandro gemer nas socadas forte que recebia no rabo.
Em íntimo momento imaginava Edy me limpando e José o fudendo. Olhava para Edy, via de pau duríssimo e Cidinha solta a pérola:
-"Tesão inrustido, tá querendo limpar ou levar rola também?"
Edy ficou vermelho, e eu não sabia onde enfiar a cara, Edy perguntou de forma suave sem perder o clima
-"O que te faz pensar que gosto de rola ou chupar uma buceta recheada?"
Cidinha olhou para mim de forma interrogativa, entregava a Edy que falei demais. Edy pegou no ar que eu tinha quebrado sua confiança.
Sérgio de pau duro encosta em Edy , querendo o pegar. Edy de forma sutil recusou deixando Cidinha numa saia justa e sem graça. Ulisses seguia arrombando Leandro até tirar a rola de seu rabo e vir gozar em cima de Cidinha respingando em mim.
Pediu desculpas a mim e a Edy, obrigou Leandro limpar o pouco que respingou, o chamava de corno inútil, em seguida direcionou limpar a rola dele em nossa frente, em seguida esfregou seu rosto na porra escorrida pelo corpo de Cidinha.
Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo.
Obediente e sem questionar atendia às ordens remetidas. Ulisses abria a bunda de Leandro mostrando o rombo deixado em seu rabo.
Observando, revivem experiências similares com Edy, a rola negra não me agradava, não sei explicar os motivos, nunca experimentei e me tirava o tesão.
Retornamos para nossa suíte, nos arrumamos e fomos embora. Ficamos um tempo parados próximo a casa de Cidinha aguardando sua chegada, Sérgio se despedia indo embora e se desculpando com Edy pelos desentendimentos.
No carro, implorava desculpas a Edy antes dele começar a surtar. Chorei, fiquei muito péssima, recordei a narrativa traumática que passou com sua ex (A RAINHA E SEU MACHO ALPHA) Edy não ficou sensibilizado, não surtou, ficou pensativo, quieto, atitudes que eram pior que eu levar uma surra.
Tentei reverter oferecendo ele transar com Cidinha na minha frente, pelo olhar de Edy foi a pior merda que falei.
Edy perguntou por que eu estava com medo de Ulisses, se ele tinha feito algo que desconhecia.
Sem graça comentei a repulsa de não gostar de ver uma rola preta, achava esquisita, estranho, não agradava . . .
Edy interrompeu minha fala rindo e me chamando de puta seletiva
Ligou o carro e foi até a porta de casa sem falar nada. Deu uns beijos ardentes, desceu abrindo a porta para sair, acompanhou até o portão, outro beijo passando a mão em minha buceta, e foi embora.
Deixou-me totalmente confusa com tal atitude, a educação, não brigou, não surtou. Deitada recordava a loucura realizada, peguei no sono rapidamente e tive um sonho mais louco, até parecia realidade. Sonhava estar namorando Cidinha, era como voltar ao tempo nos momentos que estive com Kátia. No final Cidinha era esposa de Edy, eu uma amante do casal. Acordei até com dor de cabeça desse pesadelos.
EDY:
Após Edna sair de casa, o clima ficou instável e insustentável. Falei que ia atrás dela e Lúcia veio comigo. Passamos próximo da casa de Cidinha e fomos para minha casa. Lúcia estava nervosa descreveu o nível da briga, passei a ter Lúcia uma forte aliada disposta a adestrar a "sobrinha rebelde" .
De um dia familiar ao prazer. Ao deixar Edna em casa, encontrei com Cidinha e Ulisses no caminho. Conversamos um pouco, elogiaram o local e queriam uma nova oportunidade de sair, agora sem Sérgio e Leandro. Ulisses elogia a conduta geral e objetivo queria saber se rolava uma troca de casais. Reafirmava que não curte ser "corno" ou voyer , mas uma troca de casais é bem vindo.
Respondi que dependeria das meninas, vamos aguardar nossa próxima saída. Cidinha discretamente seduzia-me , eu respeitando Ulisses despedi e fui embora.
Fiquei muito chateado saber que Edna contou meu segredo pessoal e confidencial a Cidinha e provavelmente Sérgio e Ulisses sabiam.
Não estava preocupado por outros saberem, foi uma quebra de confiança, tornou incerto trilhar com Edna. Conversei com Lúcia o ocorrido, onde até então seria a única a saber. Sim a boca aberta da Edna havia contado para a tia em uma de suas conversas confidências entre elas .
Passaram os dias , Lúcia estava muito irritada com Edna. Quebrou o elo de confiança em não relatar nada sobre o que ocorreu com Nelson.
Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava, permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu procure outra mulher.
Isso vinha causando críticas diretas e arranhadas verbais frequentes com Lúcia.
Edna não se atentava, permanecia totalmente irresponsável. Lúcia queria somente saber se desejava mesmo ficar com Edna, citava que agora ou ela endireita ou eu procure outra mulher.
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